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quinta-feira, 17 de junho de 2021

Bahia e seu alto potencial na geração de energias renováveis

Energia/Sustentabilidade  💡

Os dados constam do Informe Executivo de Energias Renováveis de junho, divulgado nesta quarta-feira (16), pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE). Juntas, as fontes de energias renováveis deverão investir cerca de R$ 30,9 bilhões no território baiano. "Aqui na Bahia, as energias renováveis são responsáveis pela inserção de investimentos nas economias dos municípios, nos quais parques eólicos ou solares se instalam. 

Da Redação
foto ilustração/arquivo
Com ventos fortes e sol brilhando na Bahia, o Estado é líder na geração de energia eólica e ocupa o segundo lugar no ranking dos cinco principais Estados em geração de energia solar no país, em abril de 2021. Os dados constam do Informe Executivo de Energias Renováveis de junho, divulgado nesta quarta-feira (16), pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE). Juntas, as fontes de energias renováveis deverão investir cerca de R$ 30,9 bilhões no território baiano. "Aqui na Bahia, as energias renováveis são responsáveis pela inserção de investimentos nas economias dos municípios, nos quais parques eólicos ou solares se instalam. O que diretamente resulta na geração de empregos, no aumento da economia local, além de ajudar a desenvolver as regiões nas quais estão implantados", destaca o secretário de Desenvolvimento Econômico Nelson Leal.
 
Energia eólica
A Bahia conta com 196 parques eólicos em operação, que tem 4.974 Megawatt (MW) de capacidade instalada, geração de 1.402 Gigawatt-hora (GWh) por mês e capacidade para abastecer cerca de 11 milhões de residências, favorecendo 35 milhões de pessoas.

Energia Solar
O Estado possui 29 parques fotovoltaicas em operação, com 777 MW de capacidade instalada e mais de três milhões de módulos fotovoltaicos. Geração de 128 GWh por mês e capacidade para abastecer cerca de 1 milhão de casas, beneficiando cerca de 3,2 milhões de habitantes.
Com informações da Seinfra BA 17/06/20221

terça-feira, 5 de janeiro de 2021

Bahia se consolida na liderança da geração de energia eólica e solar no país

Energia/Sustentabilidade 💡

Pelo segundo ano consecutivo, o território baiano ocupa a primeira posição do ranking nacional na produção em ambas as fontes renováveis.Na fonte eólica, o estado gerou 12.590,21 GWh de janeiro a setembro de 2020, segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). 

Da Redação
divulgação/Secom BA
A Bahia se manteve líder na geração de energia elétrica a partir das fontes eólica e solar no país em 2020. Pelo segundo ano consecutivo, o território baiano ocupa a primeira posição do ranking nacional na produção em ambas as fontes renováveis. O trabalho que vem sendo desenvolvido pelo Governo do Estado, através das Secretarias de Infraestrutura (Seinfra) e de Desenvolvimento Econômico (SDE), para a atração de investimentos contribui na consolidação do resultado. Na fonte eólica, o estado gerou 12.590,21 GWh de janeiro a setembro de 2020, segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). O inicio das atividades de 17 novos parques neste ano ajudaram na permanência do primeiro lugar na produção energética a partir da fonte dos ventos no Brasil. Os empreendimentos que entraram em funcionamento foram Caititu 2 e 3, Carcará, Casa Nova A, Corrupião 3, Serra do Fogo, Serra do Vento e Ventos de São Januário 01, 03, 04, 05, 06, 13, 14, 20, 21 e 22 localizados em Pindaí, Casa Nova, Sento Sé e Campo Formoso, respectivamente. Chegando a um total de 182 parques em operação comercial distribuídos por 20 municípios. A liderança na geração solar nacional também continua com a Bahia. A produção estadual de energia elétrica a partir da fonte fotovoltaica foi de 1.376,72 GWh entre os meses de janeiro e setembro deste ano, de acordo com o ONS. Atualmente, 32 empreendimentos fotovoltaicos se encontram em funcionamento divididos entre oito cidades e colaborando para a manutenção do estado como líder na classificação. Em 2020, a usina solar do Aeroporto de Salvador entrou em atividade no mês de agosto e com a capacidade instalada de 3,3 MW. Juntas, a energia elétrica produzida a partir das fontes eólica e solar no estado tem a capacidade de atendimento para 13,5 milhões de residências. A força e a velocidade dos ventos e a incidência do sol em regiões a exemplo do Sertão do São Francisco, do Sertão Produtivo, da Bacia do Rio Corrente e do Velho Chico aliada a estrutura das linhas de transmissão tem papel determinante para o desenvolvimento energético baiano, já apontada nos Atlas Eólico (2013) e Solar (2018) da Bahia. Nos últimos nove anos, o investimento total foi de R$ 21, 8 bilhões realizado pelas empresas do setor nos empreendimentos em atividade. Novos parques estão sendo instalados e deverão funcionar em breve no território baiano. “Até 2025, a previsão é que 130 parques eólicos e 57 empreendimentos solares entrem em operação comercial. Isso reforça ainda mais a preocupação que o Governo da Bahia tem com relação à utilização da energia limpa e sustentável pensando no futuro da população. Hoje, aproximadamente 90% da capacidade instalada de energia elétrica no estado vem de fontes renováveis”, ressalta Marcus Cavalcanti, secretário de Infraestrutura. “A Bahia receberá novas linhas de transmissão de energia elétrica, uma delas, do Grupo Neoenergia, terá 1 mil km de extensão, com prazo máximo de 60 meses para estarem prontas e expectativa de gerar mais de 4 mil empregos diretos na construção. As linhas de transmissão vão passar por 27 municípios, a exemplo de Morro do Chapéu, Poções e Medeiros Neto. Teremos também investimentos de R$ 13 bilhões na construção dos novos parques eólicos, que devem gerar 56 mil empregos diretos e indiretos. Já as novas usinas de energia solar estimam investir mais de R$ 8 bilhões e criar 27,5 mil postos de trabalho diretos. Ambos até 2025”, destaca o vice-governador João Leão, secretário de Desenvolvimento Econômico. Geração Distribuída A possibilidade de poder produzir a própria energia e ainda pagar mais barato na conta de luz fez com que a Geração Distribuída a partir da fonte solar pudesse crescer 118% na Bahia na comparação de 2019 com janeiro a novembro de 2020. Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), a potência instalada aumentou de 63,32 MW para 138,3 MW no período em análise. O estado tem a segunda maior capacidade instalada da Geração Distribuída do Nordeste, atrás apenas do Ceará com 145,6 MW.
Com informações da Secom BA  04/01/2021


divulgação//Secom BA



segunda-feira, 30 de novembro de 2020

Geração distribuída de energia solar cresce em 118% na Bahia

Energia/Sustentabilidade  💡

A potência instalada baiana cresceu 118% na comparação de janeiro a outubro de 2020 com todo o ano passado, segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). A capacidade para produção energética a partir da fonte solar no estado aumentou de 63,2 MW para 138,3 MW no período.

Da Redação
foto - Leonardo Silva - Seinfra BA
Já pensou em instalar uma placa solar fotovoltaica no telhado no lugar onde mora, poder gerar a própria energia e ainda pagar mais barato na conta de luz? Esse conceito de geração distribuída vem sendo adotado em residências e também em empresas na Bahia. A potência instalada baiana cresceu 118% na comparação de janeiro a outubro de 2020 com todo o ano passado, segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). A capacidade para produção energética a partir da fonte solar no estado aumentou de 63,2 MW para 138,3 MW no período. Aproximadamente, 90% dos municípios baianos já possuem locais que tenham a presença de placas fotovoltaicas gerando a própria energia. De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), as cidades com maior capacidade instalada são Salvador, Barreiras, Lauro de Freitas, Camaçari e Amélia Rodrigues. Os principais benefícios para implantação das placas em imóveis ou estabelecimentos comerciais são o financeiro e o ambiental. No financeiro, a redução do custo pode chegar a atingir o valor mínimo a ser pago na conta de luz. Sobre o meio ambiente, o aproveitamento energético de origem renovável e limpa contribui com o conceito de sustentabilidade. Líder em geração Nos empreendimentos com grande capacidade instalada, a Bahia se mantém na liderança nacional da geração de energia a partir das fontes solar e eólica. A fonte solar produziu 1.376,72 GWh entre os meses de janeiro e setembro de 2020, segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). Ainda de acordo com a ONS, a energia eólica gerou 12.590,21 GWh no mesmo período. Juntas, seriam capazes de atender aproximadamente 13 milhões de residências. Os parques eólicos Ventos de São Januário 01, 03, 04, 13, 14 e 22 e Serra do Vento e a usina fotovoltaica do Aeroporto de Salvador entraram em atividade neste semestre e contribuem na consolidação desse resultado. Hoje, são 32 empreendimentos solares e 178 eólicos em operação comercial no estado. Mais seis parques eólicos já estão em fase de teste e devem entrar em funcionamento nos próximos meses no território baiano.
Com informações da Seinfra BA  27/11/2020

sexta-feira, 24 de julho de 2020

Egito inaugura a maior usina solar do mundo

Energia/Sustentabilidade  💡

A megaplanta solar começou a funcionar parcialmente em dezembro de 2017. Dessa forma, o Egito terá 20% de energia limpa até 2022.

Revista Amazônia
divulgação - Revista Amazônia
As condições climáticas particulares da área do deserto foram fundamentais para a escolha do local e, sem dúvida, um dos melhores.
A temperatura comum da área é superior a 50 graus Celsius, embora, pelo contrário, eles tenham instalado componentes com proteção mecânica contra poeira e os turnos de trabalho devam ser feitos nas horas mais frias do dia.
A megaplanta solar começou a funcionar parcialmente em dezembro de 2017. Dessa forma, o Egito terá 20% de energia limpa até 2022.
Além disso, com a instalação da planta, o Egito espera eliminar cerca de dois milhões de toneladas de emissões de gás por ano, agora que foi colocada em pleno funcionamento.
Fonte - Revista Amazônia  24/07/2020

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

Estações de Metrô de Fortaleza vão receber placas solares de geração de energia

Transportes sobre trilhos  🚇

A ordem de serviço para aquisição, montagem e instalação dos equipamentos foi assinada nesta quinta-feira (6). De acordo com o contrato, serão instaladas 650 placas solares na Estação JK e outras 325 na Estação Padre Cícero. O prazo de instalação é de 6 meses, tendo mais 6 meses para operação assistida, período de testes em que serão feitos os ajustes necessários.

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
Estação Padre Cícero
As estações Juscelino Kubitschek – JK e Padre Cícero, da Linha Sul do Metrô de Fortaleza, irão receber placas para geração de energia fotovoltaica. A ordem de serviço para aquisição, montagem e instalação dos equipamentos foi assinada nesta quinta-feira (6). O projeto será executado pelo Consórcio Solar-For, constituído pelas empresas MPE Engenharia e Serviços S/A e Sunpasa Comércio e Serviços em Energia Solar Ltda. O investimento será de R$ 1,6 milhão, com recursos do Tesouro Estadual e da Caixa Econômica Federal.
“Esse é um momento muito importante porque o Governo do Ceará demonstra que está acompanhando a tendência mundial de optar por uma energia limpa e renovável. Além disso, significa economia para a operação”, disse o Secretário da Infraestrutura, Lucio Gomes.
De acordo com o contrato, serão instaladas 650 placas solares na Estação JK e outras 325 na Estação Padre Cícero. O prazo de instalação é de 6 meses, tendo mais 6 meses para operação assistida, período de testes em que serão feitos os ajustes necessários.
Após a implantação dos sistemas, a energia excedente gerada nas estações será transferida para a rede de distribuição da Capital, sendo, em seguida, revertida para o Metrô, como crédito em produção elétrica, o que implicará compensações nas contas de energia da empresa. A estimativa é que a quantidade de energia solar produzida nas duas estações supra a demanda elétrica de pelo menos quatro estações da Linha Sul.
Segundo o presidente do Metrofor, Fernando Oliveira, a iniciativa deverá ser ampliada. “Nós já levantamos outros locais para implantar as placas solares e estamos analisando não só outras estações, mas também espaços como o Centro de Manutenções Vila das Flores e o edifício-sede da empresa, no Centro”, complementou.
Com informações da Seinfra CE 10/02/2020

domingo, 2 de fevereiro de 2020

Sistema purifica 2 mil litros de água por dia com energia solar e ainda gera eletricidade

Ciência & Tecnologia   🌊 

A nova solução vem da startup Tenkiv’s, que arrecadou US$ 50 mil, via financiamento coletivo, para aprimorar e produzir em larga escala um sistema que é capaz de purificar dois mil litros de água por dia com energia solar, e de quebra produzir, armazenar e converter energia para outros usos.

Revista Amazônia
Revista Amazônia
Moradores da África e Ásia têm encontrado dificuldades em obter água potável para consumo. Várias iniciativas procuram melhor o modo de promover qualidade de vida para esses países com menor custo benefício, claro.
A nova solução vem da startup Tenkiv’s, que arrecadou US$ 50 mil, via financiamento coletivo, para aprimorar e produzir em larga escala um sistema que é capaz de purificar dois mil litros de água por dia com energia solar, e de quebra produzir, armazenar e converter energia para outros usos.
A startup fica em Sacramento, na Califórnia, o principal objetivo da companhia é democratizar o acesso à água potável e energia renovável.
O grande diferencial do sistema é que, em vez de focar na tecnologia fotovoltaica, ela usa o calor do sol para fazer tudo isso funcionar – é a tecnologia térmica solar. De acordo com a startup, o método custa aproximadamente 1/13 de um painel solar e 1/5 do que qualquer fonte de combustível fóssil, o que torna a tecnologia viável e escalável.
“Tenkiv Solar Collectors vai poder distribuir de forma simples e eficiente a energia térmica provida pelo sol. Seja para esquentar o banho ou fazer chá, não importa. A maior parte das invenções energéticas provém de sistemas complexos e ineficientes que requerem energia para transformar a energia”, esclarece o site.
Fonte - Revista Amazônia  01/02/2020

quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

Empresa italiana transforma pneus velhos em dormentes ferroviários para produzir energia limpa

Transportes sobre trilhos/Tecnologia   🚅

A Greenrail, com sede em Milão, desenvolveu uma tecnologia que permite a fabricação de dormentes ferroviários a partir de “matérias-primas secundárias”. Os dormentes Greenrail são dormentes ferroviários que têm as mesmas características mecânicas que os dormentes tradicionais de concreto armado, que representam o padrão no mercado atual

CNBC
Revista Amazônia
Em todo o mundo, viajar de trem é uma forma de transporte incrivelmente popular. Na melhor das hipóteses, pegar o trem pode ser uma maneira cênica, relaxante e gentil de viajar, e muitos milhões de pessoas confiam nas ferrovias para levá-las ao trabalho todos os dias.
Na Itália, uma empresa procura desenvolver uma versão mais sustentável de uma infraestrutura que é crucial para o bom funcionamento das ferrovias.
A Greenrail, com sede em Milão, desenvolveu uma tecnologia que permite a fabricação de dormentes ferroviários a partir de “matérias-primas secundárias”. ”
Os dormentes Greenrail são dormentes ferroviários que têm as mesmas características mecânicas que os dormentes tradicionais de concreto armado, que representam o padrão no mercado atual”, Giovanni de Lisi, CEO da empresa, disse à CNBC “Sustainable Energy”.
“Eles são feitos principalmente de plástico reciclado: plástico urbano e pneus velhos reciclados”, acrescentou De Lisi. Ele afirmou ainda que cada quilômetro de linha ferroviária fabricado pela Greenrail permitia a reciclagem de 35 toneladas de plástico e pneus usados.
Imagem - vídeo CNBC
A empresa também diz que um dorminhoco Greenail pode incorporar painéis fotovoltaicos para permitir a captação de energia solar. “A idéia do Greenrail Solar nasceu da vontade de transformar as infra-estruturas ferroviárias de infra-estruturas passivas em infra-estruturas ativas”, acrescentou de Lisi.
“Os trilhos da ferrovia são expostos ao sol 90% das vezes - daí vem a idéia de coletar energia solar e transformá-la em eletricidade”, acrescentou.
O COO da Greenrail, Firas Bunni, disse à CNBC que, para cada quilômetro de dorminhocos solares, uma quantidade estimada de 30 a 35 megawatts / hora por ano de energia pode ser produzida, o suficiente para atender às necessidades médias de 10 casas italianas anualmente.
Fonte - Revista Amazônia  29/01/2020

domingo, 12 de janeiro de 2020

A Bahia é líder na geração de energia solar e eólica no país

Energia/Sustentabilidade  💡

Nos últimos anos, o estado vem se destacando pelo potencial energético nas fontes renováveis como o sol, o vento, a água e a biomassa.Na energia eólica, o território baiano gerou 12.768,32 GWh no acumulado de janeiro a setembro, de acordo com o Operador Nacional do Sistema (ONS). Esse número fez com que o estado alcançasse o primeiro lugar na classificação nacional. A entrada de 23 parques eólicos em operação comercial nesse período contribuiu para o resultado. Além disso, mais cinco empreendimentos também iniciaram atividades nos três últimos meses.

Da Redação
foto ilustração/arquivo
A Bahia se consolidou como líder na geração de energia a partir das fontes solar e eólica no Brasil. Em 2019, assumiu também a primeira posição na produção a partir da força dos ventos no país, assim como já ocupava na fotovoltaica. Nos últimos anos, o estado vem se destacando pelo potencial energético nas fontes renováveis como o sol, o vento, a água e a biomassa.
Na energia eólica, o território baiano gerou 12.768,32 GWh no acumulado de janeiro a setembro, de acordo com o Operador Nacional do Sistema (ONS). Esse número fez com que o estado alcançasse o primeiro lugar na classificação nacional. A entrada de 23 parques eólicos em operação comercial nesse período contribuiu para o resultado. Além disso, mais cinco empreendimentos também iniciaram atividades nos três últimos meses.
Os 28 parques eólicos que entraram em funcionamento neste ano estão distribuídos nas cidades de Campo Formoso, Gentio do Ouro, Pindaí e Sento Sé. São eles: Zeus II, em Campo Formoso, Laranjeiras III e IX, em Gentio do Ouro, Angical 2, Coqueirinho 2, Papagaio, Acauã, Tamanduá Mirim 2, Teiú 2 e Arapapá, em Pindaí, e Umburanas 1, 2, 3, 5, 6, 8, 9, 10, 11, 13, 15, 16, 17, 18, 19, 21, 23 e 25, em Sento Sé. Em 10 anos de eólica no estado, 165 empreendimentos encontram-se em atividade com 4.034,39 kW de capacidade instalada para produção energética a partir da fonte dos ventos. Nesse período, mais de R$ 16 bilhões já foram investidos pelas empresas do setor nos parques em operação.
Ainda segundo o ONS, a Bahia permanece na liderança na geração de energia solar. Em 2019, a produção foi de 1.182,49 GWh entre os meses de janeiro e setembro. Essa capacidade ainda deve aumentar com os parques Sertão Solar Barreiras I, II, III e IV e Sobrado 1 que começaram as atividades no último mês de novembro nos municípios de Barreiras e Casa Nova, respectivamente. Atualmente, são 31 empreendimentos em funcionamento com 779,37 kW de potência instalada na fonte fotovoltaica. Um investimento de R$ 3,2 bilhões também realizado pelas empresas do setor.
"Mais de 89% da capacidade instalada para geração de energia elétrica do território baiano vem de fontes renováveis. Em 2020, a previsão é que mais 15 parques eólicos entrem em operação.
O vice-governador e também Sec. de Desenvolvimento Econômico,ressalta que foram gerados 60,5 mil empregos no campo da energia eólica e mais de 8,8 mil na construção dos empreendimentos fotovoltaicos em atividade nos últimos anos. "Na energia solar, a Bahia também cresceu 158% na potência instalada para Geração Distribuída em 2019. No ano passado, foram investidos mais de R$ 60 milhões neste setor no estado. Na fonte dos ventos, a perspectiva é de R$ 7 bilhões em investimentos e geração de mais 27 mil empregos nos parques em construção e em construção não iniciada até o final de 2025".
Com informações da Seinfra BA  10/01/2020

sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

Taxação de energia solar

Energia  💡

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), informou que vai pautar um projeto de lei para assegurar que não haverá taxação da energia solar que é produzida por usuários individuais em suas próprias residências e posteriormente compartilhada com a rede local – a chamada geração distribuída.

Portogente*
foto - ilustração/arquivo
O ano de 2020 começa com uma boa polêmica à mesa de parlamentares e também da sociedade brasileira. O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), informou que vai pautar um projeto de lei para assegurar que não haverá taxação da energia solar que é produzida por usuários individuais em suas próprias residências e posteriormente compartilhada com a rede local – a chamada geração distribuída.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) iniciou, em 2019, uma série de consultas públicas para reformar o sistema. Na prática, a agência estuda cobrar uma taxa sobre o compartilhamento da energia excedente produzida por usuários que contam com estrutura própria de geração solar fotovoltaica.
A ideia é que o Congresso aproveite o início do ano legislativo para discutir um texto que impeça qualquer criação de tributo sobre a geração de energia solar fotovoltaica compartilhada.
* Com informações da Agência Câmara de Notícias
Fonte - Portogente  10/01/2020

sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Segmento de Eletricidade e Gás vai investir R$ 500 milhões na BA

Infraestrutura  💡

A Sol do Sertão II vai implantar parque solar em Oliveira de Brejinhos, com aporte financeiro no valor de R$ 300 milhões. Já a Janaúba Transmissora de Energia Elétrica, vai investir R$ 200 milhões na construção de linhas de transmissões que irão passar pelos municípios de Bom Jesus da Lapa, Riacho de Santana, Palmas de Monte Alto e Sebastião Laranjeiras.

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
O segmento de Eletricidade e Gás será responsável pelo investimento de R$ 500 milhões na Bahia, fruto de protocolos de intenções assinados na Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE). A Sol do Sertão II vai implantar parque solar em Oliveira de Brejinhos, com aporte financeiro no valor de R$ 300 milhões. Já a Janaúba Transmissora de Energia Elétrica, vai investir R$ 200 milhões na construção de linhas de transmissões que irão passar pelos municípios de Bom Jesus da Lapa, Riacho de Santana, Palmas de Monte Alto e Sebastião Laranjeiras.
"Toda vez que atraímos um parque solar ou eólico, lembramos da importância de incentivar e desenvolver as vocações naturais do nosso estado. E é importante lembrar também o quanto contribuímos para a diversificação da matriz energética do nosso país. Sempre atentos a necessidade de construção de linhas de transmissão, imprescindíveis para garantir o escoamento da energia elétrica", diz Luiz Gugé, chefe de gabinete da SDE.
De acordo com Eduardo Serra, administrador da Sol do Sertão, o parque solar faz parte de um complexo com mais duas usinas e, ainda este ano, a empresa deve dar entrada no pedido de protocolo das outras duas. "No pico da construção das três usinas que, juntas, terão 455 MW de potência instalada, devemos empregar 700 pessoas. O investimento do complexo será de aproximadamente R$ 1,1 bilhão e a previsão de funcionamento é março de 2021", afirma Serra.
"Para o setor de transmissão de energia do Brasil, esse projeto faz parte de um corredor que integra toda a rede de transmissão que garante mais segurança energética para o país. A previsão é que a obra esteja implantada em fevereiro de 2022. Na fase de construção serão gerados mais de 200 empregos. Vale destacar o apoio do governo da Bahia e da SDE, que tem tido um papel de apoio fundamental ao negócio", destaca Marcos Pereira, diretor financeiro da Janaúba Transmissora de Energia Elétrica.
Com informações da Seinfra BA  29/11/2019

quinta-feira, 21 de novembro de 2019

Bahia pode ser contemplada com novos empreendimentos em leilão de transmissão

Infraestrutura/Energia  💡

Os parques eólicos do estado geraram 12.768,32 GWh entre janeiro e setembro deste ano. As linhas de transmissão tem papel fundamental no escoamento de toda produção energética e será o tema da 12ª reunião do Grupo de Trabalho Bahia e Sergipe. "No leilão de transmissão, que será realizado em 19 de dezembro, existem quatro lotes que visam atender às demandas de energia elétrica da Bahia.

Da Redação
foto - Ulgo Oliveira
Em 2019, a Bahia passou a ser líder na geração de energia elétrica a partir da fonte eólica no país. Os parques eólicos do estado geraram 12.768,32 GWh entre janeiro e setembro deste ano. As linhas de transmissão tem papel fundamental no escoamento de toda produção energética e será o tema da 12ª reunião do Grupo de Trabalho Bahia e Sergipe. O evento acontece nesta sexta-feira (22), a partir das 9h, no auditório da Secretaria de Infraestrutura da Bahia (Seinfra), no Centro Administrativo, em Salvador.
No encontro serão abordados assuntos relacionados ao sistema de transmissão de energia elétrica. O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) vai apresentar o acompanhamento do plano de ações relacionado à última reunião, além dos serviços que foram concluídos no 1º semestre de 2019, os empreendimentos de destaque, e os que serão outorgados nos territórios baiano e sergipano. A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) também participará apresentando os estudos de planejamento energético para ambos estados da região Nordeste.
"No leilão de transmissão, que será realizado em 19 de dezembro, existem quatro lotes que visam atender às demandas de energia elétrica da Bahia. Dentre eles, podemos destacar as obras de empreendimento para a região Oeste baiana e, também, de infraestrutura para atendimento e garantia de suprimento da região Metropolitana de Salvador", destaca Celso Rodrigues, superintendente de Energia e Comunicações da Seinfra.

Energia Renovável
Na Bahia, aproximadamente 90% de capacidade instalada para geração de energia elétrica tem origem no sol, no vento, na água ou na biomassa. Atualmente, o estado possui 165 parques eólicos em operação comercial com 4,034.39 MW de capacidade instalada. Na fonte solar, são 27 empreendimentos com 681.73 MW de potência instalada. Na energia hidroelétrica, são 36 empreendimentos que somam 5.717,79 MW de capacidade instalada. Na biomassa, são 7 usinas termelétricas com 520,25 MW de potência instalada.

Serviço:
O que: 12ª reunião do Grupo de Trabalho Bahia e Sergipe
Quando: Sexta-feira (22)
Horário: 9h
Onde: Auditório da Secretaria de Infraestrutura da Bahia (Seinfra), no Centro Administrativo
Com informações da Seinfra BA  19/11/2019

terça-feira, 5 de novembro de 2019

Energia Solar: Proposta da Aneel pode afetar geração de 12 mil empregos na Bahia

Energia sustentável  💡

Nos últimos 12 meses no Estado, a potência instalada em GD alcançou um crescimento de aproximadamente 148% e as novas regras seriam uma regressão para o segmento, que está em plena ascensão. No Panorama de Energias Renováveis deste mês, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) alerta que o estado pode deixar de criar 12 mil postos de trabalho caso a agência federal concretize a nova taxação.

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
Desde que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), abriu consulta sobre novas regras para geração distribuída (GD), de solar fotovoltaica, com a proposta de reduzir os subsídios para os consumidores que geram sua própria energia, uma grande discussão se instalou no país e, na Bahia, não foi diferente. Nos últimos 12 meses no Estado, a potência instalada em GD alcançou um crescimento de aproximadamente 148% e as novas regras seriam uma regressão para o segmento, que está em plena ascensão. No Panorama de Energias Renováveis deste mês, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) alerta que o estado pode deixar de criar 12 mil postos de trabalho caso a agência federal concretize a nova taxação.
Em um período de seis anos, desde a criação da Resolução Normativa 482 da Aneel, em 2012, a Bahia instalou 12,26 megawatt (MW) de potência, mas nos últimos 12 meses, o Estado acrescentou 18,15 MW a sua potência instalada, somando 30,41 MW de potência. A Bahia tem ainda a possibilidade de crescimento de 92%, com 177 MW de potência instalável neste setor energético. Até o final de outubro de 2019, foram instalados 2,9 mil sistemas, atendendo a 3,9 mil unidades consumidoras.
De acordo com o vice-governador João Leão, secretário de Desenvolvimento Econômico (SDE), o Governo da Bahia vem trabalhando de forma intensa para a criação de uma política de desenvolvimento do setor de micro e minigeração, e que vem dando resultados positivos. "Temos fomentado esse novo mercado para atração de mais negócios e a alteração das regras pode impedir o segmento que é bastante promissor. Estamos apoiando o mercado e vamos buscar um diálogo com a Aneel para resolver essa questão", afirma.
"Sabemos que a Bahia aumentará exponencialmente a participação neste mercado nos próximos anos, então a estimativa de empregos será ainda maior, eles estarão espalhados em 243 municípios e serão extremamente qualificados - como engenheiros, instaladores, operadores e toda a cadeia produtiva indireta associada ao setor. É necessário um ambiente com oportunidades e segurança jurídica para que as empresas continuem crescendo e se consolidem no país e na Bahia. Para isto, a proposta da Aneel precisa ser revista com urgência", pontua Laís Maciel Lafuente, diretora de Interiorização do Desenvolvimento da SDE.

Entenda o caso
Ao longo de 2018 e início de 2019, um amplo processo de discussão com a sociedade foi colocado em pauta a fim de compreender os benefícios e impactos que a GD causa sobre o setor elétrico. Em maio de 2018 a Aneel abriu uma consulta pública, que foi embasada pela Nota Técnica 62/2018 (NT 62), e nela apresentou alguns pontos que deverão ser abordados na revisão. O principal diz respeito à manutenção ou não da forma como hoje se dá a compensação de créditos.
No modelo vigente, atualmente, 100% da energia produzida é abatida da energia consumida pelos imóveis, seja da unidade geradora ou receptora. O que ocorre é que a energia produzida por micro e minigeração é lançada na rede de distribuição e a justificativa da taxação é compensar a concessionária. A maior reclamação do setor, no entanto, é a porcentagem abusiva que pode chegar a 66%.
Stéphane Pérée, diretor da Associação Baiana de Energia Solar, conta que após tantos meses de debate e contribuições, o mercado foi surpreendido em outubro pela agência nacional, que segundo ele, desconsiderou totalmente as contribuições do mercado. "Uma proposta pouco transparente e que retira completamente o fotovoltaico da matriz energética brasileira. Estamos correndo para destrinchar o que o órgão quer e informar à população e seus representantes do jogo pouco transparente e pouco democrático que a Aneel está propondo agora", diz.
O diretor explica que o setor está se mobilizando através das associações para mostrar que o fotovoltaico "está longe de promover prejuízos no Brasil" e traz como benefícios o barateamento progressivo do custo energético e estimulam as indústrias a produzirem de forma mais eficiente. "Quanto mais a gente colocar a micro e mini geração no Brasil, menos pressão será feita sobre o mercado para lançar termelétricas. E ainda baratearemos a energia no Brasil", acrescenta.
Com informações da  Seinfra BA  04/11/2019

quinta-feira, 19 de setembro de 2019

Estações JK e Padre Cícero do metrô de Fortaleza terão placas para geração de energia solar

Transportes sobre trilhos   🚄

No próximo dia 27, às 8h30, haverá pregão eletrônico no qual serão conhecidas as propostas das empresas do setor. O objetivo da Cia Cearense de Transportes Metropolitanos – empresa vinculada à Secretaria de Infraestrutura (Seinfra) – é contratar a aquisição, montagem e instalação dos equipamentos para captação de energia solar nas duas estações.

Da Redação
divulgação/Metrofor
O Metrô de Fortaleza se prepara para a implantação de equipamentos de energia solar fotovoltaica nas estações Juscelino Kubitschek e Padre Cícero, na Linha Sul. No próximo dia 27, às 8h30, haverá pregão eletrônico no qual serão conhecidas as propostas das empresas do setor. O objetivo da Cia Cearense de Transportes Metropolitanos – empresa vinculada à Secretaria de Infraestrutura (Seinfra) – é contratar a aquisição, montagem e instalação dos equipamentos para captação de energia solar nas duas estações.
Após a implantação dos sistemas, a energia solar gerada nas estações será transferida para a rede elétrica da Capital, sendo, em seguida, revertida para o Metrô, como crédito em produção elétrica, o que implicará compensações nas contas de energia da empresa. A estimativa é que a quantidade de energia solar produzida nas duas estações cubra a demanda elétrica de pelo menos quatro estações da Linha Sul.
A Cia Cearense de Transportes Metropolitanos já analisa as possibilidades de implantação de placas solares em outras estações e espaços, como no Centro de Manutenções Vila das Flores e no edifício-sede da empresa, no Centro. No entanto, ainda não há definições quanto aos próximos equipamentos que serão contemplados.
Com informações do Metrofor  19/09/2019

terça-feira, 3 de setembro de 2019

Bahia pode crescer 92% em potência instalada de energia solar no mercado de geração distribuída

Sustentabilidade  💡

A fonte solar fotovoltaica foi o grande responsável pelo crescimento exponencial da geração distribuída (GD) no país, por ser um sistema de fácil instalação, vida útil longa e maior viabilidade financeira.A Bahia conta, atualmente, com 14,75 MW em potência instalada, o que corresponde a 1.305 unidades geradoras (imóveis que têm placas instaladas) e 1.576 unidades que recebem créditos. Cerca de 32% das unidades geradoras estão localizadas em Salvador, Lauro de Freitas e Camaçari

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
Produzir a própria energia elétrica a partir de fontes renováveis e fornecer o excedente para a rede de distribuição são realidades possíveis nos dias de hoje. A fonte solar fotovoltaica foi o grande responsável pelo crescimento exponencial da geração distribuída (GD) no país, por ser um sistema de fácil instalação, vida útil longa e maior viabilidade financeira. De acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), a Bahia tem 177 megawatt (MW) de potência instalável neste setor energético e a possibilidade de crescimento do estado é de 92%.
A Bahia conta, atualmente, com 14,75 MW em potência instalada, o que corresponde a 1.305 unidades geradoras (imóveis que têm placas instaladas) e 1.576 unidades que recebem créditos. Cerca de 32% das unidades geradoras estão localizadas em Salvador, Lauro de Freitas e Camaçari. Entretanto, 27% da potência instalada está em Alagoinhas e Salvador. As informações constam no Informe Executivo de Energias Renováveis, do mês de agosto, divulgado nesta semana pela SDE.
O investimento em geração distribuída é de baixo impacto ambiental, auxilia na redução do carregamento das redes e diversifica a matriz energética. “Nós temos o melhor potencial solar do país e já somos líderes na geração centralizada de energia solar fotovoltaica. A intenção é trabalhar uma nova frente e criar uma política de desenvolvimento do setor de micro e minigeração, que alcance especialmente os principais polos do interior”, afirma João Leão, vice-governador e secretário da pasta.
Para viabilizar o crescimento baiano no setor de GD, a SDE montou um grupo de governança, com representantes do setor privado e o Sebrae, para alavancar a exploração da micro e minigeração de energia solar. A intenção é atrair uma indústria de componentes para o estado.
“Acredito que o grupo de governança terá um papel fundamental no fomento desse novo mercado e da tecnologia para atração de novos negócios. Temos municípios que não têm nenhuma instalação fotovoltaica na Bahia e muitas pessoas que sequer conseguem entender como funciona a geração distribuída. Em uma segunda fase, pretendemos promover o estímulo de uma cadeia de produtos para que tenhamos a fabricação no estado. O mercado de GD tem um futuro brilhante”, afirma Daniel Kunz, da Associação Baiana de Energia Solar e diretor regional da Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD).
Segundo Laís Maciel Lafuente, diretora de Interiorização do Desenvolvimento da SDE, a intenção da política é atingir todo o território baiano: “Percebemos que é preciso fazer chegar ao interior uma maior divulgação sobre o mercado solar fotovoltaico. Com ela, a tendência é a demanda crescer. A ideia é estabelecer parcerias com instituições de ensino espalhados pelo estado para formar profissionais nesse mercado e termos mão de obra adequada. Nosso objetivo é gerar demanda suficiente de projetos para atrairmos fábricas de componentes para equipamento solar”.
Segundo as regras da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), de 1º de março de 2016, é permitido o uso de qualquer fonte renovável para geração da própria energia. A agência passou a classificar como microgeração distribuída, a central geradora com potência instalada entre 0 e 75 kW e minigeração distribuída, aquela com potência acima de 75 kW e menor ou igual a 5 MW, devendo em ambos os casos estarem conectadas na rede de distribuição por meio de instalações de unidades consumidoras.
A SDE explica que, quando a quantidade de energia gerada em determinado mês for superior à energia consumida naquele período, o consumidor fica com créditos que podem ser utilizados para diminuir a conta de luz dos meses seguintes. De acordo com as regras, o prazo de validade dos créditos passou a ser de 60 meses, sendo que também podem ser usados para abater o consumo de unidades do mesmo titular, situadas em outro local, desde que esteja na área de atendimento de uma mesma distribuidora, a exemplo da Coelba. Esse tipo de utilização dos créditos é denominado “autoconsumo remoto”.

Geração distribuída x geração centralizada
A geração distribuída (GD) é uma modalidade de geração de energia elétrica a partir de pequenas centrais geradoras que utilizam fontes renováveis e estão localizadas no ponto de consumo (casas, empresas e indústrias) ou próximo a ele e são ligados a rede elétrica pública, podendo inclusive fornecer o excedente para a rede de distribuição de sua localidade. Já a geração centralizada (GC), acima de 5MW, faz uso de grandes geradores e extensas linhas de transmissão, chegando ao consumidor pelas distribuidoras locais.
Com informações da Secom BA  03/09/2019

segunda-feira, 12 de agosto de 2019

Energia Eólica: 20 parques entraram em atividade no primeiro semestre deste ano

Energia/Sustentabilidade 💡

São 18 empreendimentos no complexo de Umburanas junto com Laranjeiras III e IX e estão localizados nos municípios de Sento Sé e Gentio do Ouro, respectivamente. Uma adição de 410 MW a capacidade instalada para geração de energia elétrica a partir da força dos ventos no estado.Esse número faz com que o estado passe a ter 157 parques em atividade espalhados por 20 municípios.

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
Na Bahia, mais de 90% da capacidade instalada para geração de energia elétrica vem de fontes renováveis como a hidráulica, a eólica, a solar e a biomassa. Juntas, totalizam 12.707 MW de potência instalada no território baiano. O primeiro semestre deste ano se destacou pela entrada de 20 parques eólicos em operação comercial no estado. 
São 18 empreendimentos no complexo de Umburanas junto com Laranjeiras III e IX e estão localizados nos municípios de Sento Sé e Gentio do Ouro, respectivamente. Uma adição de 410 MW a capacidade instalada para geração de energia elétrica a partir da força dos ventos no estado. 
Esse número faz com que o estado passe a ter 157 parques em atividade espalhados por 20 municípios. A atual capacidade instalada em território baiano, de 3.935 MW, representa 26% da potência de energia eólica do Brasil, atrás apenas do Rio Grande do Norte. Em maio deste ano, a geração de energia dos empreendimentos abasteceria cerca de 11,5 milhões de residências.
No estado, a Secretaria de Infraestrutura (Seinfra) é responsável pelo acompanhamento da evolução da matriz energética. A expectativa é que mais usinas entrem em operação comercial na Bahia até o final de 2019. "Ainda neste ano, sete parques eólicos e um empreendimento solar devem iniciar as atividades nas cidades de Pindaí, Campo Formoso e Casa Nova. Um investimento de R$ 516 milhões feito pelas empresas do setor", ressalta Marcus Cavalcanti, secretário de Infraestrutura.

foto - ilustração/arquivo
Energia Solar
A Bahia ainda permanece em primeiro lugar na capacidade instalada para geração de energia elétrica a partir da fonte solar no Brasil. Atualmente, 26 empreendimentos solares estão em operação comercial distribuídos nos municípios de Bom Jesus da Lapa, Guanambi, Itaguaçu da Bahia, Juazeiro, Salvador e Tabocas do Brejo Velho. A potência do estado é de 654,73 MW e com capacidade para atender mensalmente cerca de 1 milhão de residências com acesso a energia elétrica.
Com informações da Seinfra BA  12/08/2019

terça-feira, 9 de julho de 2019

CBTU João Pessoa implanta sistema de energia solar e vai economizar 90 mil por ano

Sustentabilidade  💡

O Sistema de geração de energia solar economizará, em 10 anos, aproximadamente R$ 1.000.000,00 e será feita no prédio do Recursos Humanos da CBTU João Pessoa, o que gerará uma economia de 90 mil reais/ano para a Companhia.

CBTU
Divulgação CBTU
Sistema de Energia Solar é implantado na CBTU João Pessoa. A instalação das 182 placas fotovoltaicas 370W, com potência de geração 67,34kWp e com 2 inversores de 72 kW de potência total; será feita no prédio do Recursos Humanos da CBTU João Pessoa, o que gerará uma economia de 90 mil reais/ano para a Companhia.
Essa implantação é mais uma etapa do projeto CAES (Consumo de Água e Energia Sustentável), realizado pela engenheira ambiental, Mariko Carneiro e o analista de gestão, Lucian Pereira; que tem como objetivo: conscientizar, reduzir o desperdício, utilizar equipamentos eficientes e utilizar fontes alternativas de água e energia.
“O Sistema de geração de energia solar economizará, em 10 anos, aproximadamente R$ 1.000.000,00. Além disso, o Sistema Fotovoltáico impactará positivamente a CBTU João Pessoa na redução de emissões de CO2 e na imagem da empresa perante a sociedade”, relatou Mariko Carneiro.
Com informações da CBTU   09/07/2019

sexta-feira, 5 de julho de 2019

Ilhas flutuantes movidas a energia solar para captar CO2

Ciência &Tecnologia  💡

Diminuir emissões de CO2 com Ilhas solares flutuantes.Para tornar isso possível, cada uma das ilhas, com 100 metros de diâmetro, seriam cobertas por painéis fotovoltaicos, que geram energia para alimentar navios laboratórios – responsáveis pela captação de CO2 e hidrogênio da água do mar. 

Revista Amazônia

Ilhas artificiais, desenvolvidas por cientistas da Suécia e da Noruega movidas a energia solar, captariam CO2 presente na água do mar e o transformaria em energia. Para tornar isso possível, cada uma das ilhas, com 100 metros de diâmetro, seriam cobertas por painéis fotovoltaicos, que geram energia para alimentar navios laboratórios – responsáveis pela captação de CO2 e hidrogênio da água do mar. Após a captação dos elementos, eles seriam convertidos em Metanol, para gerar combustível usado no setor de transportes.
Os cientistas afirmam a importância do projeto: mesmo que as fontes renováveis ainda não consigam poupar por completo o uso dos combustíveis fósseis, ajudam a reduzir a produção deles. Eles E Eles estimam uma produção de 15.300 toneladas de combustível por ano. Para compensar as emissões globais, que vem dos combustíveis fósseis, 3,2 milhões de ilhas seriam suficientes para mitigá-las.
Os desafios ainda existem e dificultam a implantação destas Ilhas Solares: os locais mais indicados para construí-las, como Brasil, Indonésia e o norte da Austrália, que tem muita radiação solar e poucas ondas, têm condições climáticas complicadas. Além disso, os custos para viabilizar o projeto também são altos.
Fonte - Revista Amazônia  05/07/2018

quarta-feira, 29 de maio de 2019

A Bahia responde por 26% da capacidade instalada de energia eólica do país

Sustentabilidade  💡

A Bahia é responsável por 26% da capacidade instalada de energia eólica do país. O número indica porque o estado assumiu o protagonismo nacional nos últimos 10 anos, no segmento de renováveis.O número indica porque o estado assumiu o protagonismo nacional nos últimos 10 anos, no segmento de renováveis.

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
Números divulgados no Informe Executivo de Energias Renováveis de maio, pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), na abertura da Bahia Farm Show, nesta terça-feira (28), revelam que a Bahia é responsável por 26% da capacidade instalada de energia eólica do país. O número indica porque o estado assumiu o protagonismo nacional nos últimos 10 anos, no segmento de renováveis.
"Na última década, a Bahia organizou um parque industrial voltado para produção de equipamentos, consolidando esta terra como principal polo nacional na fabricação de componentes e criando empregos qualificados para as indústrias. Além disso, implantou parques pelo sertão, onde se localiza grande parte do potencial do estado, levando desenvolvimento econômico ao interior, com arredamento de terras, movimentação econômica e compatibilização com a geração de energia limpa", afirma o vice-governador e secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado, João Leão.
Apenas no setor eólico, o estado tem 156 parques em operação (3.927 MW), com R$ 15,1 bilhões já investidos e mais de 58 mil empregos gerados. A Bahia tem ainda 38 parques em construção (562 MW) e 47 em construção não iniciada (962 MW), onde estão previstos investimentos de R$ 6,9 bilhões e geração de 22,8 mil empregos diretos e indiretos.
São 24 municípios beneficiados pelos parques eólicos: Brotas de Macaúbas, Sobradinho, Guanambi, Igaporã, Caetité, Sento Sé, Morro do Chapéu, Cafarnaum, Pindaí, Campo Formoso, Gentio do Ouro, Bonito, Casa Nova, Mulungu do Morro, Brumado, Dom Basílio, Xique-Xique, Umburanas, Várzea Nova, Ourolândia, Riacho de Santana, Licínio de Almeida, Urandi e Souto Soares.
Os ventos são o segundo recurso mais utilizado no Brasil para a geração de energia elétrica e já são mais de 15 mil MW de capacidade instalada, de acordo com dados da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica). São 612 parques eólicos, em 12 estados, com mais de 15 mil MW de capacidade instalada. Destes, 86% estão no Nordeste, e a Bahia é responsável por 26%, ocupando o segundo lugar no ranking de geração. Mas a perspectiva é passar o Rio Grande do Norte ainda este ano. Em número de parques e em comercialização nos leilões de energia, a Bahia, contudo, já lidera o segmento.
No acumulado entre 2012, quando o primeiro parque entrou em operação no estado, e 2018, o estado acrescentou 3.526 MW de potência instalada na rede elétrica, energia capaz de beneficiar cerca de 270 milhões de habitantes - equivalente a 18 vezes a população baiana, que atualmente corresponde a 14,8 milhões de habitantes, segundo o IBGE. Somente em 2018, o estado acrescentou 1.258 MW de potência instalada.
De acordo com a presidente executiva da ABEEólica, Elbia Gannoum, a energia eólica tem uma trajetória virtuosa de crescimento sustentável no Brasil, compatível com o desenvolvimento de uma indústria que foi criada praticamente do zero no país, sendo um grande desafio deste período. Ela destaca que, neste cenário, a Bahia tem certamente um lugar de destaque, já que hoje está bem perto de completar 4 GW de capacidade instalada e já tem mais de 150 parques. Até 2023, o Brasil deve completar pelo menos 20 mil MW de capacidade instalada, considerando os leilões já realizados.
"Estou certa de que seguiremos crescendo. Com mais leilões, esse número será ainda maior. Sempre que falamos de contratações e do futuro da fonte eólica no Brasil, gosto de reiterar um conceito muito importante: nossa matriz elétrica tem a admirável qualidade de ser diversificada e assim deve continuar. Cada fonte tem seus méritos e precisamos de todas, especialmente se considerarmos que a expansão da matriz deve se dar majoritariamente por fontes renováveis", diz Elbia.

foto - ilustração/arquivo
Energia solar
A Bahia também é destaque no setor solar fotovoltaico no país. O estado possui um alto potencial de geração com excelentes níveis de radiação solar, além de ter uma ampla área para a instalação de usinas na região do semiárido. Líder nacional com 25,17% da comercialização de parques nos leilões da Aneel, o estado possui 24 parques em operação, com 636 MW de capacidade instalada e mais de 1,9 milhão de módulos fotovoltaicos. R$ 3,1 bilhões já foram investidos e cinco municípios beneficiados: Tabocas do Brejo Velho, Bom Jesus da Lapa, Juazeiro, Salvador, Guanambi e Itaguaçu da Bahia.
Foram gerados mais de 18 mil empregos diretos e indiretos na fase de construção dos parques que já estão em operação. Até 2021, mais 5 parques (142 MW) devem entrar em operação, com previsão de R$ 737 milhões em investimentos e 4,2 mil empregos diretos e indiretos.
Em março deste ano, a média do fator de capacidade da Bahia foi de 25,8%. O índice significa o quanto foi aproveitado do sol para geração de energia. A geração foi de 121 mil MWh/mês, capacidade para abastecer cerca de 1 milhão de residências e beneficiar cerca de 3 milhões de habitantes. O estado tem 1.305 GW de potência instalável por 57,8% do território baiano. Até 2027 haverá acréscimo no sistema de 12 mil MW referente a usinas eólicas e solares e 50% desse potencial entrará na Bahia.
O segmento solar traz ainda duas novidades. A Bahia abriga o primeiro laboratório de placas fotovoltaicas do Norte e Nordeste, com mais de R$ 4,5 milhões em investimentos. O labsolar oferece simulador solar flash e contínuo e sala de testes físicos.
O estado possui um grande potencial para atrair indústrias de equipamentos, sobretudo pela existência de uma jazida de sílica de Santa Maria Eterna, no sul do estado (no município de Belmonte). A jazida é a única no Brasil que atende ao mercado de alta tecnologia, necessária para fabricação de vidros extra clear.
Com informações da Seinfra BA  28/05/2019

segunda-feira, 18 de março de 2019

Polêmica envolve discussão de regras de microgeração de energia

Energia/Microgeração  💡

Desde o dia 24 de janeiro está aberta a Audiência Pública 001/19 para debater novos modelos de compensação de energia para quem injeta energia elétrica na rede a partir de sistemas próprios com uso de painéis solares. A Associação Brasileira de Biogás e de Biometano (ABiogás) apresentou as suas contribuições durante a Audiência ocorrida no dia 14 último, na capital paulista, que discutiu a resolução normativa nº 482/2012 e o Sistema de Compensação da micro e da minigeração distribuída.

Portogente
painéis solares rezidenciais
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) discute alterações nas regras da mini e microgeração de energia elétrica, a chamada geração distribuída. Desde o dia 24 de janeiro está aberta a Audiência Pública 001/19 para debater novos modelos de compensação de energia para quem injeta energia elétrica na rede a partir de sistemas próprios com uso de painéis solares. A Associação Brasileira de Biogás e de Biometano (ABiogás) apresentou as suas contribuições durante a Audiência ocorrida no dia 14 último, na capital paulista, que discutiu a resolução normativa nº 482/2012 e o Sistema de Compensação da micro e da minigeração distribuída.
Durante a apresentação, a entidade ressaltou a diferenciação das fontes geradoras e os associados ratificaram a posição institucional da associação. “Vamos ponderar a nossa participação na audiência pública de Fortaleza, no próximo dia 11 de abril. Está sendo muito bom falar de biogás nessas discussões e apresentar novas soluções energéticas firmes e eficientes”, destacou Alessandro Sanches, gerente-executivo da ABiogás.
A micro e minigeração de energia distribuída é garantida pela Resolução Normativa 482/2012. Atualmente, existem mais de 53 mil unidades consumidoras usam esse sistema gerando um total de 660,13 MegaWatts (MW) de energia, a maior parte delas usam placas solares para gerar energia. Já a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) vem se posicionando contrária à qualquer mudança neste momento e faz alerta sobre a pressão das concessionárias. Para a entidade, ainda é muito cedo para estabelecer alterações significativas nas regras.
A questão, todavia, está cercada de polêmica e interesses divergentes. Em matéria publicada também na última semana, o Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (Seesp) observa que, em vídeo divulgado nas redes sociais, a Aneel diz que “a geração distribuída traz como consequência uma redução do mercado da distribuidora, o que diminui a remuneração da concessionária e pode se traduzir como um custo para os demais consumidores”. Isso porque, prossegue o texto, o consumidor que gera sua própria energia não estaria pagando pelo uso da rede elétrica, o que, ainda segundo a agência reguladora, resultaria num aumento da tarifa dos demais consumidores que não possuem geração própria, uma vez que esses consumidores pagariam pela parcela do uso da rede que os consumidores com micro ou minigeração distribuída deixam de pagar.
O engenheiro eletricista e diretor do sindicato, Renato Becker, afirma que "isso não é verdade. Todos pagam um mínimo na conta de luz, inclusive quem gera energia, porque em algum momento ele vai precisar consumir da rede já que só é possível consumir a energia solar gerada em tempo real. As baterias para armazenar ainda são muito caras. Nesse mínimo da conta é onde são embutidos os encargos e tributos pela disponibilidade da rede”.
Ele explica o processo: "Durante o dia a micro e minigeração não paga a concessionária por não estar consumindo energia da mesma. E o que não se consome é injetado na rede, que é vendido pela concessionária que pode cobrar quanto quiser por essa energia recebida. Segundo o diretor do sindicato, ao contrário do que alegam as empresas, só há vantagens para a concessionária. Primeiro, a energia adquirida do pequeno gerador não tem os custos da energia adquirida em uma grande usina, que está longe e gera gasto de transmissão. Se vier de uma usina térmica é pior ainda por usar combustível, como óleo e gás, o que encarece e polui mais." Ou seja, "não tem sentindo elas alegarem prejuízo”.
Outra vantagem para o País, prossegue Becker, é que, se todos tivessem condições financeiras para instalar os painéis solares, que ainda têm custo elevado, não haveria necessidade de construir novas usinas hidrelétricas ou termoelétricas para equacionar o déficit de energia elétrica. Quando a economia aquece, impacta diretamente no aumento do consumo de energia.
Fonte - Portogente  15/03/2019

sábado, 30 de junho de 2018

Árabes vão construir usina solar 100 vezes maior do que a atual maior do mundo

Energia solar 💡

A central de produção de energia solar será a maior em termos de dimensões e também em capacidade de geração, que terá capacidade de 200 GW.Ainda são poucos os detalhes que se conhecem relacionado ao projeto da maior central de produção de energia solar. Os 200 GW que promete gerar representam o triplo da capacidade total de geração da Arábia Saudita, país banhado pelo sol desértico e que tem enorme potencial de geração de energia deste tipo.

Engenharia é
foto - ilustração
A arábia acaba de vencer a luta não declarada pelo título de maior central solar do mundo. Os árabes voltam a mostrar o seu poder com um investimento de 200.000 milhões de dólares para uma central de produção de energia elétrica com recurso aos fotões emitidos pelo sol. O dinheiro tem origem no SoftBank Group Corp. e do governo da Arábia Saudita.
A Arábia Saudita poderá assim reclamar dois feitos em energias renováveis. A central de produção de energia solar será a maior em termos de dimensões e também em capacidade de geração, que terá capacidade de 200 GW.
O acordo foi celebrado entre Masayoshi Son, fundador do SoftBank, e Mohammed Bin Salman, poderoso príncipe herdeiro saudita. O investimento é o maior nesta área em toda a história da humanidade.
Ainda são poucos os detalhes que se conhecem relacionado ao projeto da maior central de produção de energia solar. Os 200 GW que promete gerar representam o triplo da capacidade total de geração da Arábia Saudita, país banhado pelo sol desértico e que tem enorme potencial de geração de energia deste tipo. Quanto ao impacto em termos de emprego representará a contratação de mais de 100.000 pessoas para a sua construção. Os trabalhos deverão estar concluídos em 2030.
Até aqui a maior usina solar do mundo era a Solar Choice Bulli Creek PV que vai ser instalada na Austrália e terá capacidade de geração de apenas 2 GW. A sua construção deverá estar concluída em 2023. O projeto apresentado agora pela Arábia Saudita possui dimensão 100 vezes superior.
Os 200 GW de energia gerada pela Arábia Saudita na sua nova central de energia solar representam também o quádruplo de toda a energia gerada com recurso ao sol em todo o ano de 2017.
O SoftBank prossegue assim o seu plano de domínio mundial do setor da tecnologia. Outros passos importantes foram dados neste sentido com a aquisição de empresas como a ARM e a Boston Dynamics. A Arábia Saudita quer a todo o custo diversificar a sua economia para além dos rendimentos gerados pelo petróleo.
Fonte - Revista Amazônia 30/06/2018