UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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quarta-feira, 9 de abril de 2014

Aumento da produção de petróleo eleva em 12% arrecadação de royalties

Economia

Operação de novas plataformas da Petrobras e recordes de produção no pré-sal manterão crescimento - A Petrobras concluiu em 2013, pela primeira vez em sua história, nove plataformas em um ano. Algumas dessas unidades já começaram a operar e colaboraram para o aumento da produção petróleo e gás natural totalizando, em fevereiro, 2 milhões e 327 mil barris de óleo equivalente por dia (boed), 0,7% acima do volume produzido em janeiro de 2014

JB
foto - ilustração
Dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostram que a arrecadação em royalties pela União, estados e municípios foi de R$ 4,657 bilhões no primeiro trimestre de 2014, crescimento de 11,9% comparado com o último trimestre, devido ao aumento da produção de petróleo no Brasil.
A Petrobras concluiu em 2013, pela primeira vez em sua história, nove plataformas em um ano. Algumas dessas unidades já começaram a operar e colaboraram para o aumento da produção petróleo e gás natural totalizando, em fevereiro, 2 milhões e 327 mil barris de óleo equivalente por dia (boed), 0,7% acima do volume produzido em janeiro de 2014. A meta da Petrobras para 2014 é o aumento de 7,5% da produção. Ao longo do ano, mais duas plataformas serão concluídas e entrarão em operação - Cidade de Ilhabela e Cidade de Mangaratiba, ambas destinadas aos campos do pré-sal.
"Importante ressaltar que o pré-sal têm alcançado sucessivos recordes de produção. Em março, a média mensal atingiu recorde de 387 mil barris de petróleo por dia. Também no pré-sal, está localizado o maior poço produtor do Brasil, com produção diária de aproximadamente 36 mil barris de petróleo. O poço SPS-77 está ligado ao FPSO Cidade de São Paulo, no campo de Sapinhoá, e foi o primeiro poço a ser interligado a uma boia de sustentação de riser (BSR)", ressalta a Petrobras em nota.
De acordo com o Plano de Negócios e Gestão da Petrobras, em 2020 cerca de 50% da produção da companhia virá do pré-sal, o que acarretará maior arrecadação em royalties que serão destinados à saúde e educação, de acordo com a lei de distribuição de royalties dos campos do pré-sal, aprovada no ano passado.
Fonte - Jornal do Brasil  09/04/2014

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Salários, bens e serviços impulsionaram arrecadação recorde

Economia

Conforme os dados apresentados pela Receita Federal, o desempenho das receitas administradas pelo fisco federal aumentou 0,91%, com acréscimo de R$ 1,06 bilhão em comparação ao mesmo período do ano passado, já com o ajuste do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em valores globais foram arrecadados R$ 117,13 bilhões ante R$ 116,07 bilhões comparando-se os meses de janeiro de 2014 e de 2013.

Daniel Lima 
Repórter da Agência Brasil 

A arrecadação de R$ 123,667 bilhões em janeiro deste ano, a maior da história, anunciada hoje pela Receita Federal, foi impulsionada pelas vendas de bens e serviços, que aumentaram 2,87% em comparação ao mesmo período de 2013.
Houve ainda, indicou a Receita, crescimento da massa salarial de 10,37% e do valor em dólar das exportações de 8,27%. O fator negativo foi a produção industrial, que registrou queda de 2,31%.
Conforme os dados apresentados pela Receita Federal, o desempenho das receitas administradas pelo fisco federal aumentou 0,91%, com acréscimo de R$ 1,06 bilhão em comparação ao mesmo período do ano passado, já com o ajuste do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em valores globais foram arrecadados R$ 117,13 bilhões ante R$ 116,07 bilhões comparando-se os meses de janeiro de 2014 e de 2013.
A Receita Previdenciária, com R$ 28,71 bilhões, teve um acréscimo de 4,26% na arrecadação das receitas administradas. O item representa um variação de 110,52% na participação total da arrecadação. Já o Imposto de Renda do rendimento do trabalho, com R$ 9,58 bilhões, cresceu 5,6%, e o Imposto sobre Importações - somado ao Imposto sobre Produtos Industrializados-Vinculado -, cresceu 8,22%, chegando a R$ 4,76 bilhões.
O Imposto de Renda de rendimentos de residentes do exterior cresceu 12,69%, passando a R$ 2,21 bilhões, e o Imposto de Renda sobre Rendimentos de Capital ficou em R$ 3,37 bilhões, com crescimento de 6,88%. O Imposto sobre Produtos Industrializados, sem o registro vinculado, cresceu 10,89%, chegando a R$ 1,33 bilhão.
Em contrapartida, houve queda nos seguintes tributos: Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), equivalente a -7,5%; Cofins/PIS-Pasep (-4%); Imposto de Renda das Pessoas Físicas (IRPF) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), ambos com queda correspondente -5,46%. As demais receitas administradas cresceram 36,18%. A Cofins (Contribuição para Financiamento da Seguridade Social) incide sobre as pessoas jurídicas de direito privado e as que lhes são equiparadas pela legislação do Imposto de Renda, inclusive as empresas públicas.
O coordenador de Previsão e Análise da Receita Federal, Raimundo Elói de Carvalho, disse que a redução da receita da Cofins/PIS-Pasep foi resultado da combinação dos seguintes fatores: redução da Cofins e do PIS incidentes sobre as exportações, em razão de compensações tributárias e da diminição da base de cálculo aprovada pela Lei 12.865/2013. Pela Lei 12.865/2013 a União foi autorizada a conceder subvenção extraordinária aos produtores fornecedores independentes de cana-de-açúcar afetados por condições climáticas adversas durante a safra 2011/2012 na Região Nordeste.
Fonte - Agência Brasil  25/02/2014

domingo, 19 de janeiro de 2014

Estádios da Copa do Mundo no Brasil arrecadaram R$ 176 milhões em 2013

Brasil

TB
foto - ilustração
Os R$ 8 bilhões gastos com a construção e a reforma dos estádios que sediarão os jogos da Copa do Mundo apresentaram, em 2013, os primeiros retornos financeiros. Dos 12 estádios que serão palco dos jogos, seis já estão prontos. Neles, foram arrecadados R$ 176,5 milhões apenas com a venda de ingressos para o Campeonato Brasileiro de 2013 – recorde histórico, após um aumento de 49% na comparação com a receita obtida no ano anterior. Nos 380 jogos do torneio, quase 6 milhões de torcedores pagaram ingresso, número 15% superior ao registrado em 2012.
Com a ajuda da Copa das Confederações, foram batidos também recordes no setor de turismo. Segundo o Ministério do Esporte, o País ultrapassou pela primeira vez a marca de 6 milhões de turistas no decorrer de 2013. A receita obtida a partir dos gastos dos turistas estrangeiros foi US$ 6,13 bilhões, entre janeiro e novembro, recorde histórico para o período.
Só com a venda de artesanato, foram movimentados R$ 2,7 milhões durante o período de jogos. Além disso, R$ 100 milhões em novos negócios foram gerados por micro e pequenas empresas brasileiras devido as obras e aos serviços gerados. A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) fechou negócios da ordem de R$ 1,8 bilhão no Projeto Copa, durante o torneio de 2013. A ação reuniu 1,4 mil empresários.
O Brasil contabilizou, durante o evento, ganhos que provavelmente serão batidos durante a Copa do Mundo. Tendo por base levantamento da empresa Ernst & Young, o ministério estima que a preparação da Copa do Mundo movimentará, entre 2010 e 2014, R$ 142,39 bilhões adicionais na economia nacional, gerando 3,63 milhões de empregos e R$ 63,48 bilhões de renda para a população.
Segundo o ministério, foram gerados 24,5 mil empregos diretos com a construção das seis arenas utilizadas na Copa das Confederações. As novas arenas têm o conceito multiuso, com espaços para shows, restaurantes, centros de convenções, feiras, exposições e permitirão várias outras fontes de recursos e possibilidades de uso.
Estudo do Sinaenco mostra que de todas as obras previstas na Matriz da Copa, os estádios foram os que apresentaram maior aumento de custo. Ao longo de quatro anos, a previsão de gastos com os estádios passou de R$ 5,66 bilhões para os atuais R$ 8 bilhões.
Em termos absolutos, a obra mais cara foi a construção do Estádio Nacional Mané Garrincha (R$1,4 bilhão), em Brasília. Há quatro anos, a previsão era que o estádio custaria R$ 745,3 milhões, um sobrepreço de 88,3%. Em segundo lugar, está a reforma do Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (R$ 1,05 bilhão). Antes, a expectativa era que a obra fosse feita por R$ 600 milhões – sobrepreço de 75%.
Cinco estádios estão entre as dez obras previstas na Matriz da Copa que apresentaram, em termos proporcionais, maior sobrepreço. O Beira Rio ocupa a terceira colocação nesse ranking, com um aumento de 153,8% em relação ao preço inicial, passando de R$ 130 milhões para R$ 330 milhões. Em sexto lugar está o estádio de Brasília; em sétimo o Arena da Baixada, em Curitiba, com um aumento de 77,1% (passando de R$ 184,5 milhões para R$ 326,7 milhões); em oitavo o Maracanã; e em décimo o Mineirão (63,1%), que passou de R$ 426,1 milhões para R$ 695 milhões.
Apesar de altos, esses gastos representaram mudança radical em um cenário que, em 2007, era de estádios construídos entre as décadas de 1960 e 1970. “Estavam aos pedaços. Agora temos 15 estádios de primeira linha: os 12 destinados aos jogos e, ainda, o do Palmeiras e o do Grêmio, além do [Estádio] Independência, em Minas Gerais”, avalia o integrante do Sinaenco. Ele não vê grandes riscos de atrasos nas obras, “até porque, como são essenciais para o evento, eles foram a grande preocupação do governo federal”.
De acordo com o Ministério do Esporte, as obras nos seis estádios remanescentes serão entregues a tempo. A previsão é concluir, ainda em janeiro, as obras dos estádios Arena das Dunas, em Natal, e do Beira Rio, em Porto Alegre. A Arena Pantanal, em Cuiabá, será concluída até o fim de fevereiro, e a Arena da Baixada, em Curitiba, será finalizada entre fevereiro e março. O último estádio a ser concluído será o Itaquerão, em São Paulo, na primeira quinzena de abril."
Fonte - Tribuna da Bahia  19/01/2014

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Haddad abre planilhas do sistema de transportes de São Paulo na internet

Remuneração de concessionárias e cooperativas somou R$ 15,8 milhões de reais no primeiro dia do mês de julho. Transparência é uma das reivindicações do Passe Livre


ALF RIBEIRO/FOLHAPRESS
Em 1º de julho a remuneração bruta das concessionárias da capital foi de R$ 10,8 milhões

por Eduardo Maretti, da RBA 
São Paulo – A remuneração bruta das concessionárias que operam os ônibus de São Paulo no dia 1° de julho foi de R$ 10.851.173,28, enquanto a das cooperativas chegou a R$ 4.989.692,79. No total, a soma da remuneração do sistema chegou a R$ 15,8 milhões de reais em um dia, o que projeta a remuneração das operadoras do sistema em R$ 474 milhões por mês e R$ 5,7 bilhões por ano. Os dados constam de planilhas que a prefeitura de São Paulo coloca à disposição a partir de agora no site da Secretaria Municipal de Transportes (SMT), com dados detalhados sobre a remuneração diária dos contratos de concessão e permissão do sistema de transporte público da capital.
“Essas informações têm um volume de detalhes muito maior do que era publicado usualmente desde 2002. Optamos por ampliar o grau de informação para fornecer para a cidade, para a comunidade, um grau de informação que nos possibilite fazer um debate mais qualificado”, diz o diretor de Gestão Econômico-Financeira da SPTrans, Adauto Faria.
A transparência nos gastos do setor de transporte era uma das reivindicações do Movimento Passe Livre, que realizou em junho manifestações que resultaram na revogação do aumento da tarifa de transporte público e no cancelamento do edital de concessão das linhas de ônibus da cidade.
Agora, os dados vão ser publicados todos os dias, no quinto dia útil após a operação. Por exemplo, as informações de hoje serão colocadas à disposição no próximo dia 18 e as já divulgadas se referem às operações dos dias 1°, 2 e 3.
As informações são discriminadas separadamente por concessionária (ônibus comuns) e permissionárias (cooperativas). A cidade é loteada em oito áreas por consórcios de empresas de transporte, assim como por cooperativas.
As concessionárias transportaram 4,5 milhões de pessoas no dia 1°, uma segunda-feira, enquanto foram 3,4 milhões os usuários das cooperativas. No total, 7,9 milhões utilizaram o sistema público de transportes da cidade.
A remuneração das empresas é feita por número de passageiros transportados e varia de R$ 2,07 a R$ 2,73. A diferença entre o valor da tarifa e a remuneração é subsidiada pela prefeitura. Se, por exemplo, um usuário da empresa que recebe R$ 2,07 por passagem pega duas conduções, a empresa vai receber R$ 4,14, enquanto o passageiro vai desembolsar R$ 3, usando o Bilhete Único. A diferença, R$ 1,14, vem de subsídio.
Se, pelo contrário, o cidadão pega apenas um carro, a diferença entre a tarifa paga (R$ 3) e a remuneração à empresa (R$ 2,07), de 93 centavos, será usada como parte das verbas de remuneração do conjunto das empresas.
Os dados podem ser consultados no site da Secretaria Municipal de Transportes. - http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/transportes/transparencia/sp_trans/index.php?p=151793
CPI - 
Hoje, uma comitiva de vereadores da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Transportes da Câmara Municipal visitou o Tribunal de Contas do Município (TCM).
O objetivo, segundo o vereador Paulo Fiorilo (PT), presidente da CPI, foi "formalizar colaboração junto ao TCM para que todas as informações relacionadas ao tema sejam disponibilizadas à Câmara". Segundo ele, os vereadores solicitaram ao TCM a possibilidade de serem designados técnicos do tribunal para auxiliar os trabalhos do Legislativo.
Fonte - Rede Brasil Atual 11/07/2013

quarta-feira, 3 de julho de 2013

TAV RIO / SP - Concessionária deve arrecadar R$ 244,1 bi

G1
A empresa que vencer o leilão para operar o primeiro trem-bala brasileiro, que vai ligar as cidades de Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro, deverá arrecadar um total de R$ 244,2 bilhões ao longo dos 40 anos de concessão, de acordo com minuta de contrato publicada nesta terça-feira (2) pela Agência Nacional de Transportes Terrestre (ANTT).
foto ilustração - Pregopontocom
Os R$ 244,1 bilhões se referem à soma de receitas com a exploração do trem-bala, incluindo desde a arrecadação com a cobrança de passagens até fontes alternativas como oferta de serviço aos passageiros nos terminais e estações.
Leilão previsto para setembro -
A ANTT manteve a previsão de realizar o leilão do trem-bala em 19 de setembro. A assinatura do contrato com a vencedora está marcada para 27 de fevereiro de 2014. O prazo é necessário para permitir questionamentos ao resultado da licitação, além-análise de documentos.
Este primeiro leilão vai escolher a tecnologia do trem-bala brasileiro. Além de oferecer o veículo, a empresa vencedora vai operá-lo. Um segundo leilão será feito pelo governo para a construção da infraestrutura (linha, estações) para a passagem do trem.
Pela minuta do contrato, o governo tem até 1º de janeiro de 2019 para entregar a estrutura para passagem do trem-bala. Concluído isso, a operadora tem até junho de 2020 para oferecer o serviço completo, em toda a extensão da linha.
Fonte - Revista Ferroviária  02/07/2013

sábado, 22 de dezembro de 2012

João culpa secretários por rejeição de contas...???!!!

Carol Aquino

O prefeito João Henrique responsabilizou seus secretários pela reprovação de suas contas em 2009, 2010 e 2011, durante entrevista à televisão na tarde deste sábado, 22. Ele afirmou não temer ficar inelegível por oito anos porque não teria responsabilidade sobre o destino das verbas aplicadas pela prefeitura.
"Não posso ser responsabilizado porque não sou ordenador de despesas. A responsabilidade é dos secretários" . Segundo João, essa é a interpretação de tribunais de contas do Estado e da União Sua possível inelegibilidade, argumentou, se deveria a um erro de interpretação do Tribunal de Contas dos Municípios. "Meu advogado me garantiu não haver dolo."
Receita - Ainda durante a entrevista concedida à TV Bahia, João apontou que as dificuldades de sua gestão se devem à baixa receita do município e apontou a necessidade de ampliar a arrecadação de tributos no município. Essa foi uma das ressalvas feitas pelos conselheiros do TCM na reprovação das suas contas de 2010 e 2011: o prefeito teria perdido chances de aumentar a receita da capital baiana não cobrando parcela significativa da dívida de contribuintes à fazenda municipal. O prefeito atribuiu problemas também ao acréscimo constante da população de Salvador, que teria aumentado com a seca no Estado.
João Henrique ainda fez um balanço dos seus dois mandatos e considerou que houve grandes avanços durante sua gestão. Entre eles listou as obras de contenção de encostas, o que teria diminuído a mortalidade de famílias durante a época de chuvas, os reparos na Avenida Bonocô, o fornecimento de transporte escolar para estudantes das ilhas, além da construção de espaços urbanos de lazer, como pistas de skate e bicicross.
Fonte - A Tarde  22/12/2012

Comentário Pregopontocom :
A credibilidade e a falta de senso (cara de pau) desse "Sr."já atingiu o limite máximo, possível e inimaginável.Parece que o mesmo não se dá conta (ou finge ignorar)o fato da sua desastrosa e maléfica  administração da cidade de Salvador.Em que mundo ele vive?????.......um mundo surreal?????!!!!!!!