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quarta-feira, 3 de julho de 2013

TAV RIO / SP - Concessionária deve arrecadar R$ 244,1 bi

G1
A empresa que vencer o leilão para operar o primeiro trem-bala brasileiro, que vai ligar as cidades de Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro, deverá arrecadar um total de R$ 244,2 bilhões ao longo dos 40 anos de concessão, de acordo com minuta de contrato publicada nesta terça-feira (2) pela Agência Nacional de Transportes Terrestre (ANTT).
foto ilustração - Pregopontocom
Os R$ 244,1 bilhões se referem à soma de receitas com a exploração do trem-bala, incluindo desde a arrecadação com a cobrança de passagens até fontes alternativas como oferta de serviço aos passageiros nos terminais e estações.
Leilão previsto para setembro -
A ANTT manteve a previsão de realizar o leilão do trem-bala em 19 de setembro. A assinatura do contrato com a vencedora está marcada para 27 de fevereiro de 2014. O prazo é necessário para permitir questionamentos ao resultado da licitação, além-análise de documentos.
Este primeiro leilão vai escolher a tecnologia do trem-bala brasileiro. Além de oferecer o veículo, a empresa vencedora vai operá-lo. Um segundo leilão será feito pelo governo para a construção da infraestrutura (linha, estações) para a passagem do trem.
Pela minuta do contrato, o governo tem até 1º de janeiro de 2019 para entregar a estrutura para passagem do trem-bala. Concluído isso, a operadora tem até junho de 2020 para oferecer o serviço completo, em toda a extensão da linha.
Fonte - Revista Ferroviária  02/07/2013

terça-feira, 11 de junho de 2013

TAV - RIO / SP Japoneses na disputa

Japoneses na disputa pelo TAV

O Estado de S. Paulo
A três meses da publicação do edital que revelará oficialmente as regras para assumir o projeto do Trem de Alta Velocidade (TAV) que ligará Campinas, São Paulo e Rio, a japonesa Hitachi deu início a uma
Foto - ilustração
campanha para mostrar que entende do assunto. "A gente não pode chegar lá mais rápido?", pergunta um dos anúncios da empresa em mídia impressa, fazendo referência ao compromisso com "sistemas de transporte eficientes".
A companhia, que se considera a líder mundial nesse segmento, integra um dos consórcios que disputarão a licitação. Ela entra no negócio com o fornecimento do trem e com a gestão do sistema de transporte e passageiros. Ao lado dela estão as também japonesas Mitsui, Toshiba e Mitsubishi Heavy Industries.
O projeto é uma das apostas da empresa para colocar em prática um ambicioso plano de expansão no País: até 2015, ela pretende quadruplicar o faturamento no Brasil para US$ 1,5 bilhão.
O diretor-presidente da Hitachi no Brasil, Toshiro Iwayama, diz que a empresa já conversa com o governo sobre o trem-bala há três anos. "Eu praticamente tenho um passe para ir a Brasília." A empresa aguarda o edital para avaliar os detalhes do projeto, mas já vê que há "coisinhas" a serem consertadas. O retorno financeiro prometido, por enquanto, não parece ser alto.
A Hitachi já faz a gestão de sistemas de transporte e passageiros no Japão e no Reino Unido. No Brasil, a empresa tem trens em São Paulo (CPTM), Porto Alegre e no Rio. Os japoneses também se prepararam para participar da licitação da Linha 18 do Metrô de São Paulo, prevista para o mês que vem.
Fonte - Revista Ferroviária 10/06/2013