UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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domingo, 5 de outubro de 2014

Boca de urna mostra eleição com grande disputa na Bahia

Eleições

Governador - Com a margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, Rui pode chegar a 51% e os demais, a 44%. Neste caso, não haveria segundo turno. Foram ouvidos 5 mil eleitores em 40 municípios baianos. Senador - Otto Alencar tem 51% dos votos para o Senado

A Tarde
Da redação
Governador
Margarida Neide | Ag. A TARDE | 29.09.2014
Segundo a pesquisa Ibope divulgada neste domingo, 5, após o encerramento das votações, Rui Costa (PT) tem 49% dos votos na Bahia, seguido por Paulo Souto (DEM), com 39%, e Lídice da Mata (PSB), com 9%. Da Luz (PRTB), Renata Mallet (PSTU) e Marcos Mendes (Psol) receberam 1%, cada
Com este cenário, teria segundo turno na Bahia, já que a soma dos candidatos dá 51% dos votos, contra 49% de Rui. Para vencer no primeiro turno, o petista precisa ter 50% dos votos válidos (sem contar brancos e nulos) mais um.
Com a margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, Rui pode chegar a 51% e os demais, a 44%. Neste caso, não haveria segundo turno. Foram ouvidos 5 mil eleitores em 40 municípios baianos.

Senador
Otto Alencar votou neste domingo no município
de Rui Barbosa  - 
Divulgação
Segundo a pesquisa Boca de Urna, realizada pelo Ibope neste domingo, 5, e divulgado agora no final da tarde, o candidato Otto Alencar (PSD) tem 51% dos votos para o Senado, seguido de Geddel (PMDB), com 37%, Eliana Calmon (PSB) (8%), Hamilton (PSOL) (3%) e Marcelo (PEN) (1%).
Foram ouvidos 5 mil pessoas em 40 municípios da Bahia.
Fonte - A Tarde 05/10/2014

sexta-feira, 20 de junho de 2014

GE melhora oferta pela Alstom e propõe 3 joint ventures

Economia

A proposta melhorada foi feita no mesmo dia que o presidente da GE, Jeff Immelt, encontrou-se com autoridades francesas em uma pressão final para completar a compra da maior parte dos negócios de energia da Alstom.

O Estado de S. Paulo /RF
foto - ilustração
A General Electric apresentou ontem nova oferta pelo negócio de energia do grupo francês Alstom, que inclui a formação de joint ventures (em que cada empresa fica com 50%) em redes e energia renovável e uma aliança global nuclear.
A proposta melhorada foi feita no mesmo dia que o presidente da GE, Jeff Immelt, encontrou-se com autoridades francesas em uma pressão final para completar a compra da maior parte dos negócios de energia da Alstom.
A GE também ofereceu seu negócio de sinalização ferroviária para a Alstom, o que fortaleceria o negócio de transporte da empresa francesa, fabricante do trem de alta velocidade francês TGV. As duas empresas assinaram um memorando de entendimento para formar uma "aliança global" em transporte, informou o grupo.
Preço. De acordo com Immelt, o preço da proposta será ajustado para refletir a venda das operações de sinalização ferroviária e as joint ventures, mas não revelou qual seria o novo valor. Com a proposta de alianças, o valor em dinheiro será reduzido, mas o executivo salientou que o valor da Alstom na oferta permanece em 12,35 bilhões. Segundo ele, a avaliação das alianças propostas "ainda estão sendo finalizadas".
A GE acrescentou que a aliança nuclear que dará 50% de participação a cada uma das empresas terá uma participação do governo francês em ações preferenciais com poder de veto e outros direitos de governança sobre questões relacionadas à segurança e tecnologia de usinas nucleares.
O conselho da Alstom se posicionará até segunda-feira entre a oferta da GE e a proposta da rival da Siemens e da japonesa Mitsubishi Heavy Industries (MHI), de 14,2 bilhões.
As duas propostas são de naturezas muito diferentes: enquanto a Siemens levaria apenas o braço de turbinas a gás da Alstom e a MHI levaria participações minoritárias em outras atividades de energia, a GE quer toda a unidade de energia, que inclui energia térmica, energia renovável e unidades de redes, responsáveis por 70% da receita da Alstom.
Durante conferência com investidores na Alemanha, o presidente da Alstom, Patrick Kron, disse que a Siemens poderia "sonhar" com a troca de ativos com a empresa francesa, mas que uma decisão cabe aos acionistas. "Eles querem as nossas atividades de gás... E nós devemos ter o seu negócio de transporte... Bem, eles estão autorizados a sonhar", disse Kron.
Fonte - Revista Ferroviária 20/06/2014

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Cartel de cegonheiros paulistas ameaça a Ford com boicote se aceitar baianos

Transportes de Cargas

Alex Ferraz - TB
foto - ilustração
A “guerra” criada por um cartel de empresas de cegonheiros (transportadores de veículos em caminhões) de São Paulo contra os transportadores baianos da Ford, em Camaçari, ligados ao Sintracam (Sindicato dos Cegonheiros da Bahia) pode ter lances delicados hoje, na área da empresa na Bahia. De acordo com informações do Sintracam, os paulistas prometem fazer grande pressão contra os baianos. Fontes de sindicato denunciam, inclusive, que pelo menos 50 pessoas (entre elas, “pistoleiros”) teriam sido chamadas para o enfrentamento de hoje.
O problema da discriminação contra os cegonheiros baianos vem de pelo menos dois anos, sendo que o cartel paulista teria dado dois prazos (31 de dezembro de 2013 e 31 de janeiro último) para entrar em acordo, mas esses prazos não foram cumpridos.
Desta forma, houve uma paralisação no transporte, como protesto dos baianos e com apoio também de cegonheiros do grupo paulista, e centenas de veículos da Ford de Camaçari estariam no pátio aguardando o fim do impasse para que seja realizado o transporte.
Os transportadores paulistas, que monopolizam até agora o transporte dos veículos da Ford de Camaçari, são compostos por cinco empresas: Tranzero, Transauto, Brasul, Tegma e Dacunha, sendo que a Brasul seria a líder do grupo, comandada por Gilberto Portugal.
Do lado baiano está a Transcar, filiada ao Sindicato dos Cegonheiros da Bahia, que denuncia que o cartel paulista “não deixa os cegonheiros baianos a entrar no sistema de transporte, numa clara discriminação.”

De acordo com fontes do sindicato, os paulistas “ameaçam a Ford com um boicote nacional ao transporte de seus veículos, caso os baianos entrem no processo.” A paralisação no transporte terá hoje (7 de fevereiro) o seu dia D e conta com o apoio de motoristas paulistas, e a expectativa é de que ocorra até algum enfrentamento, caso não se adote um consenso. Lembram os cegonheiros baianos que esse problema vem de quase dois anos e que diversos apelos já foram feitos, inclusive, ao governo da Bahia, mas sem nenhuma solução.

Advogado vai denunciar cartel
O Sindicato dos Cegonheiros da Bahia já constituiu advogado, Marcos Rosa, que está ingressando com ações em dois níveis. Uma em relação ao CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), que pode detectar a formação de cartel e estabelecer punições que devem mudar o perfil do setor em todo o País, e outra, a Justiça baiana.
De acordo com Marcos Rosa, “a cidade de Camaçari possui, atualmente, uma única montadora (Ford do Brasil) e conta com a perspectiva de receber em futuro próximo a Jac Motors. Toda a produção escoada pela Ford do Brasil, a partir da cidade de Camaçari, é transportada por caminhões de empresas sediadas fora do Estado da Bahia. Mais ainda, curiosamente as empresas que atuam para a Ford do Brasil, na Bahia, são as mesmas que operam na distribuição de veículos de diversas outras montadoras do país (Brazul, Transzero, Transauto e Tegma). Os empresários e trabalhadores autônomos da Bahia tem absoluta impossibilidade de prestar serviços à Ford em sua montadora na Bahia, pois a própria fabricante de veículos, por meio de prepostos, se diz receosa de uma retaliação logística das atuais prestadoras de serviço.”
O advogado prossegue esclarecendo: “Ou seja, todas as características de formação de cartel se encontram presentes, autorizando a adoção de medidas judiciais e administrativas adequadas. A prática realizada pelas empresas que atualmente ofertam serviços de transporte de veículos à Ford na Bahia, não apenas prejudicam financeiramente os empresários e trabalhadores baianos do setor, como configuram crime na forma do art. 4, I, da Lei Federal n. 8.137/90 e se constituem em infração administrativa de acordo com a Lei Federal n. 12.529/2011. Tanto a Justiça baiana, com o auxílio do Ministério Público, poderá intervir na questão, quanto o Conselho Administrativo de Defesa Econômica - CADE será instado a se manifestar.”
Ele conclui afirmando que “o sindicato da categoria não ficará omisso diante da arbitrariedade imposta pelo cartel de empresas aparentemente formado pela Brazul, Tranzero, Transauto e Tegma, quanto buscará as medidas adequadas para que a Ford no Estado da Bahia passe a contratar empresas baianas em sua cadeia de logística. As penalidades poderão variar de simples multas, até mesmo a prisão dos empresários envolvidos no cartel, com possibilidade, ainda, de dissolução das próprias empresas pela prática de crime contra a ordem econômica.”
Fonte - Tribuna da Bahia  07/02/2014

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Corte de Haia decide a favor do Peru em disputa de mar territorial com o Chile

Internacional

De Monica Yanakiew
Correspondente da Agência Brasil/EBC
EBC
A Corte Internacional de Justiça (CIJ), sediada em Haia, na Holanda, concedeu ao Peru, nesta segunda-feira (27), a parte do Oceano Pacífico que o país reivindica e que era controlada pelo Chile. Os dois governos prometeram respeitar a decisão, que coloca um fim a seis anos de litígio.
O Peru reivindicava 38,3 mil quilômetros quadrados do Oceano Pacífico, que representam 1% da zona econômica exclusiva chilena.
A questão também é acompanhada pela Bolívia, que apelou em 2011 à Corte de Haia como terceiro envolvido na disputa sobre águas territoriais entre Peru e Chile. Na época, o presidente Evo Morales disse que o assunto envolve diretamente seu país porque a área debatida é a mesma que reivindicam desde 1879.
A disputa remonta à chamada Guerra do Pacífico (1879-1883), que confrontou os três países em disputa por território. Ao final da guerra, o Chile anexou áreas dos dois países - a província peruana de Tarapacá e a área boliviana de Antofogasta - e a Bolívia perdeu a saída para o mar.
Fonte - Agência Brasil  27/01/2014

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Marina, Eduardo etc.

Política

Jânio de Freitas

O choque de objetivos se complica e se acirra entre Marina Silva e Eduardo Campos no PSB. Os grupos de ambos acusam a existência apenas de intrigas da imprensa, mas Eduardo Campos e sua corrente partiram para iniciativas que os recuperem da noticiada perda de força na sua relação com Marina Silva. Tudo sugere, porém, que as iniciativas adotadas não levarão ao resultado pretendido, e, sim, à permanência mais agravada do choque.
A maneira como Eduardo quis invalidar a recusa de Marina a apoiar a recandidatura de Geraldo Alckmin –doou ao PSDB uma secretaria e um cargo de segundo nível no governo de Pernambuco– nem arranhou a intenção da Rede de lançar candidato próprio em São Paulo. E, atraindo peessedebistas de Aécio Neves para a sua candidatura, leva o comando nacional do PSDB a reagir com a proibição de acordos estaduais sem a sua concordância prévia. O que pode trazer danos indiretos ao PSB em outros Estados.
O entendimento com o PSDB de Pernambuco, sem entendimento a respeito com Marina, teve a desculpa de ser ato do governo. Já a planejada reunião, na próxima sexta-feira, de dirigentes do PSB sem a participação de Marina, tem, por si só, um ingrediente inegável de animosidade. E vai muito além disso, com os já antecipados propósitos de acelerar o compromisso de apoio à recandidatura de Alckmin e cravar Marina Silva como candidata a vice de Eduardo Campos.
Por ora, o pretendido avanço da corrente de Eduardo Campos parece pouco para demover Marina Silva de suas posições e propósitos. Mas suficiente para criar novos embaraços na relação em que Eduardo Campos ainda está por demonstrar algum ganho com sua apressada criação do PSB-Rede.
Fonte - Jânio de Freitas (Folha de SP) 14/01/2014

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Por uma ponte ferroviária

TAV -Trem de alta velocidade

foto ilustração - Tav  Ferrari
“Melhor do que escolher uma tecnologia e um fornecedor para o trem de alta velocidade brasileiro seria
contar com vários operadores, como acontece em linhas de ônibus ou avião, para que entrem em competição e busquem cada um atrair os passageiros pela qualidade do serviço”. A sugestão vem de alguém que entende do assunto: do diretor de Alta Velocidade da União Internacional das Ferrovias, Ignacio Barron.
Ele diz que trens de alta velocidade variam muito pouco, e pouco influenciam na infraestrutura. “É igual a avião: quando eu entro num avião, não olho o fabricante nem o tipo de aparelho. E muita gente faz a mesma coisa. O que me interessa, como passageiros, é o conforto, o serviço, a pontualidade e a segurança. Por que a ligação Rio-São Paulo-Campinas não pode funcionar como a Ponte Aérea?
Barron acredita que um leilão assim organizado seria capaz de atrair as operadoras aéreas e rodoviárias que hoje fazem Rio-São Paulo – e não colocá-las em campo adverso: “a operadora que ganhar vai comprar seus trens, assim como compra seus aviões ou seus ônibus, e operá-los da melhor maneira”.
Fonte - Revista Ferroviária  12/09/2013

terça-feira, 11 de junho de 2013

TAV - RIO / SP Japoneses na disputa

Japoneses na disputa pelo TAV

O Estado de S. Paulo
A três meses da publicação do edital que revelará oficialmente as regras para assumir o projeto do Trem de Alta Velocidade (TAV) que ligará Campinas, São Paulo e Rio, a japonesa Hitachi deu início a uma
Foto - ilustração
campanha para mostrar que entende do assunto. "A gente não pode chegar lá mais rápido?", pergunta um dos anúncios da empresa em mídia impressa, fazendo referência ao compromisso com "sistemas de transporte eficientes".
A companhia, que se considera a líder mundial nesse segmento, integra um dos consórcios que disputarão a licitação. Ela entra no negócio com o fornecimento do trem e com a gestão do sistema de transporte e passageiros. Ao lado dela estão as também japonesas Mitsui, Toshiba e Mitsubishi Heavy Industries.
O projeto é uma das apostas da empresa para colocar em prática um ambicioso plano de expansão no País: até 2015, ela pretende quadruplicar o faturamento no Brasil para US$ 1,5 bilhão.
O diretor-presidente da Hitachi no Brasil, Toshiro Iwayama, diz que a empresa já conversa com o governo sobre o trem-bala há três anos. "Eu praticamente tenho um passe para ir a Brasília." A empresa aguarda o edital para avaliar os detalhes do projeto, mas já vê que há "coisinhas" a serem consertadas. O retorno financeiro prometido, por enquanto, não parece ser alto.
A Hitachi já faz a gestão de sistemas de transporte e passageiros no Japão e no Reino Unido. No Brasil, a empresa tem trens em São Paulo (CPTM), Porto Alegre e no Rio. Os japoneses também se prepararam para participar da licitação da Linha 18 do Metrô de São Paulo, prevista para o mês que vem.
Fonte - Revista Ferroviária 10/06/2013

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Brasil disputa espaço na Comissão Interamericana de Direitos Humanos

Renata Giraldi
Repórter da Agência Brasil
Brasília – Autoridades e especialistas brasileiros estão em uma corrida contra o tempo. Em pouco menos de um mês haverá eleições para a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), relativas ao período 2014-2017. Criada há 54 anos, a comissão vinculada à Organização dos Estados Americanos (OEA) é responsável pela promoção e proteção dos direitos humanos.

O Brasil lançou como candidato o ex-ministro Paulo de Tarso Vannuchi a uma das três vagas que abrem este ano. As eleições ocorrerão durante a 43ª Assembleia Geral da OEA, em Antígua, Guatemala, de 3 a 6 de junho.
A exemplo do que foi feito na campanha do embaixador brasileiro Roberto Carvalho de Azevêdo, que venceu as eleições para a Organização Mundial do Comércio (OMC), no Ministério das Relações Exteriores, Itamaraty, foi montado um grupo de trabalho para a campanha com integrantes de setores considerados essenciais – América do Sul, ações sociais e direitos humanos, além de divulgação e imprensa.
Desde meados da semana passada, Vannuchi intensificou sua campanha para a comissão. Ele começou com viagens aos países mais próximos do Brasil e, depois vai ampliar. No último dia 7, ele apresentou a candidatura a diplomatas de 21 embaixadas com representação em Brasília. O ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, acompanhou a reunião.
A Comissão Interamericana de Direitos Humanos acompanha os fatos em todos os países das Américas e costuma fazer advertências sobre situações consideradas inadequadas, como ocorreu com Honduras, devido a violações e transgressões registradas em presídios brasileiros.
Além do brasileiro, concorrem ao posto James Cavallaro (Estados Unidos), Erick Roberts Garcés (Equador), Javier de Balaúnde López de Romaña (Peru). Tentam a reeleição José de Jesús Orozco Henríquez (México) e o atual presidente da comissão, Rodrigo Escobar Gil (Colômbia).
A comissão é formada por sete integrantes eleitos pela Assembleia Geral da OEA para um mandato de quatro anos, com direito a uma reeleição. Integram OEA 23 países e todos têm direito a voto. Cada país vota em três candidatos. Não é possível fazer uma conta sobre o mínimo necessário de votos.

Fonte - Agência Brasil  11/05/2013