UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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terça-feira, 16 de maio de 2017

Lançado no Peru o trem de Cruzeiro de Luxo Belmond Andean Explorer

Turismo Ferroviário  🚃

Operando na rede PeruRail entre Cusco e Arequipa,o Belmond Andean Explorer oferece uma viagem com o cenário mais deslumbrante do mundo ", suas generosas janelas panorâmicas oferecem uma visão constante dos Andes.

Do Railway Gazette
Railway Gazette
Operador de trem de cruzeiro e hotel Belmond,lançou em 4 de maio no Peru o que ele descreve como "o primeiro trem dormitório de luxo da América do Sul".
Operando na rede PeruRail entre Cusco e Arequipa,o Belmond Andean Explorer oferece uma viagem com o cenário mais deslumbrante do mundo ", suas generosas janelas panorâmicas oferecem uma visão constante dos Andes.
A composição com 16 carros,pode acomodar até 48 passageiros,oferecendo quatro tipos de alojamentos com cama de casal, twin ou beliche, cada um equipado com sanitário completo.

Railway Gazette
Design interior
O design de interiores é inspirado na textura de tecidos peruanos feitos à mão, bem como pelos "tons suaves de lã de alpaca",diz Belmond.
A composição também inclui um carro spa, um lounge carro com um bar e piano de cauda, ​​e dois carros restaurantes servindo pratos preparados a partir de ingredientes de origem local com receitas criadas por chefs do Hotel Belmont Monasterio em Cusco.
O carro de observação no final da composição tem uma varanda aberta que permite aos passageiros "respirar o ar fresco dos Andes" enquanto apreciam a vista.
Com informações da Railway Gazette  16/05/2017

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Siemens irá modernizar linha de metrô no Peru

Transportes sobre trilhos 🚇

A modernização da fonte de alimentação, atualização do sistema de catenárias e modificações na eletrificação das estações irão aumentar a disponibilidade e rentabilidade da via férrea. A atualização será realizada durante a operação contínua.

Portogente
foto - ilustração/arquivo
A Siemens irá fornecer a fonte de alimentação de tração completa para a primeira seção da linha 1 do metrô de Lima, que cobre aproximadamente nove quilômetros. A modernização da fonte de alimentação, atualização do sistema de catenárias e modificações na eletrificação das estações irão aumentar a disponibilidade e rentabilidade da via férrea. A atualização será realizada durante a operação contínua.
A primeira linha do metrô de Lima foi concluída em 2011, cobrindo aproximadamente 21 quilômetros. A linha liga o sudeste de Lima com o centro da cidade, encurtando consideravelmente as rotas de transporte para muitos dos habitantes da capital. A primeira seção da linha 1, que cobre aproximadamente nove quilômetros, foi instalada em 1995, assim a fonte de alimentação de tração para esta seção agora precisa ser modernizada. O escopo de fornecimento da Siemens inclui a instalação, comissionamento e reforma de quatro subestações de alimentação de tração, seis gabinetes de média tensão para as estações entre a seção de Villa El Salvador a Atocongo. A Siemens irá instalar, testar e comissionar o sistema de catenária aérea para a linha principal assim como o sistema Scada (controle de supervisão e aquisição de dados) para monitoramento e controle, a fonte de alimentação de tração também será atualizada.
A Siemens entrou no mercado do Peru com a eletrificação da primeira extensão do metrô de Lima em 2010. Em 2013, a Siemens recebeu o contrato para eletrificar a segunda extensão da linha 1, que percorre cerca de doze quilômetros em um viaduto através dos três distritos de Cercado de Lima, El Agustino e San Juan de Lurigancho. No início deste ano, seguiram-se pedidos para a eletrificação de toda a linha 2 do metrô, bem como os cerca de oito quilômetros da primeira fase da linha 4 na capital do Peru. As duas novas linhas de metrô irão ligar outros distritos da cidade e o aeroporto internacional à rede de transporte coletivo da capital.
Fonte - Portogente  11/01/2017

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Peru quer que trem bioceânico com o Brasil inclua a Bolívia

Ferrovias

A autoridade peruana, que ocupa a pasta dos Transportes, disse que sua presença na reunião técnica sobre Transporte Sustentável de Países em Desenvolvimento sem Litoral, inaugurada nesta quinta-feira em Santa Cruz (leste), "tem o propósito de impulsionar novos projetos de integração".

AFP
foto - ilustração/arquivo
O Peru expressou nesta quinta-feira sua vontade de que o projeto de trem bioceânico que poderá unir seu território com o Brasil, inclua a Bolívia no trajeto que, segundo o vice-presidente peruano Martín Vizcarra, está em "ativa avaliação".
A autoridade peruana, que ocupa a pasta dos Transportes, disse que sua presença na reunião técnica sobre Transporte Sustentável de Países em Desenvolvimento sem Litoral, inaugurada nesta quinta-feira em Santa Cruz (leste), "tem o propósito de impulsionar novos projetos de integração".
Entre eles, "o corredor ferroviário central Peru-Bolívia-Brasil, destinado a unir portos peruanos no sul do Peru, no Oceano Pacífico com a Bolívia e com o Porto de Santos do Brasil, no Oceano Atlântico".
O traçado inicial planejado pela China, que se ofereceu como financiadora, não contemplava essa passagem pela Bolívia.
Segundo Vizcarra, citado pela agência oficial ABI, "este projeto se encontra em ativa avaliação neste momento e esperamos poder empreender logo os estudos de viabilidade".
Fonte - Abifer  13/10/2016

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

China tenta expulsar EUA da América Latina e controlar novo 'canal do Panamá'

Internacional

O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, começou hoje (3) sua visita à América Latina. Ele visitará o Equador, o Peru, a Bolívia e a Colômbia.A missão de Wang Yi, aparentemente, consiste em assegurar as posições e a influência da China na América Latina. Além disso, os EUA tentam expulsar a China da região.

Sputnik
foto - ilustração
Estes países se destacam na Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC) e são parceiros-chave da China na região.
Mais antes, o ministro das Relações Exteriores do Equador, Guillaume Long, disse que a visita de tal nível será a primeira na história deste país. O chefe da diplomacia equatoriana destacou que isso é uma "caraterística de relações cada vez mais estreitas" entre os dois países, que criam "amplas oportunidades para promover as exportações equatorianas". A América Latina considera de forma cautelosa a desaceleração do ritmo de crescimento da economia chinesa, pensando que esta pode ser um obstáculo para as suas exportações. É por isso que se espera que o apoio chinês ao crescimento econômico seja o tema principal da visita do ministro chinês.
O Peru, ao invés do Equador, recebe as autoridades chinesas de forma frequente. Uma visita ao país do presidente chinês Xi Jinping está marcada para novembro. Ele participará dos eventos em homenagem ao 45º aniversário do estabelecimento de relações diplomáticas entre os dois países e do encontro não formal dos ministros da economia da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (APEC).
Em setembro, o presidente peruano, Pedro Pablo Kuczynski, visitou Pequim para acordar investimentos e atingiu seu objetivo, inclusive em relação à construção de ferrovias. No ano passado, os dois países acordaram que Peru se juntará ao projeto de construção da ferrovia através da América do Sul que ligará o litoral do Pacífico no Peru com o litoral atlântico do Brasil. Hoje, os três países preparam um documento que servirá de base ao projeto. O custo do projeto será de $10 bilhões. Os analistas pensam que Wang Yi tenciona promover a construção da ferrovia porque esta tem grande importância estratégica para a China. A China obterá o controle sobre fluxos de carga do porto brasileiro de Acu até ao porto peruano de Ilo. Os especialistas chamam este projeto de alternativa ferroviária ao Canal de Panamá, que está sob controle dos EUA.
A missão de Wang Yi, aparentemente, consiste em assegurar as posições e a influência da China na América Latina. Além disso, os EUA tentam expulsar a China da região.
"Este cenário de isolamento da China está sendo desenvolvido há muito tempo à escala global. Para atingir isso os EUA elaboraram, nomeadamente, a Parceria Transpacífico. Os norte-americanos estão muito preocupados com a crescente influência da China na América Latina", disse o vice-diretor do Instituto da América Latina da Academia de Ciências da Rússia, Boris Martynov, à Sputnik China. Para não perder sua influência na América Latina, os EUA lançam novas iniciativas, uma das quais é restaurar as relações diplomáticas com Cuba. Agora os EUA devem escolher o que fazer – abandonar o continente ou conter suas ambições na competição com a China. "O que agora a China está fazendo na América Latina, está fazendo partindo dos seus interesses. É uma política absolutamente pragmática que faz honra à China."
Fonte - Sputnik  03/10/2016

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

China e Peru aprovam ferrovia Transoceânica

Ferrovias

A ferrovia sairá do Oceano Atlântico, no Estado do Rio de Janeiro e se estenderá por 4,4 mil quilômetros até o Oceano Pacífico, no Peru, passando pelos Estados de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Rondônia e Acre.

Portogente
foto - ilustração/arquivo
Representantes da China e Peru participaram, na Prefeitura de Cuiabá (MT), da apresentação do projeto de construção da Ferrovia Transoceânica. A ferrovia sairá do Oceano Atlântico, no Estado do Rio de Janeiro e se estenderá por 4,4 mil quilômetros até o Oceano Pacífico, no Peru, passando pelos Estados de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Rondônia e Acre.
A meta é de reduzir distâncias e custos de transporte, entre os países envolvidos, sendo os aspectos financeiros, econômicos, de meio ambiente, de produção, demanda, mercado e de logística, entre outros, como ponto base para construção.
O grupo, durante apresentação, ainda frisou a importância da consolidação da ferrovia para a economia do país e o Estado de Mato Grosso, como também os benefícios fiscais e aduaneiros nas importações e exportações. “A construção do eixo de comércio entre os países envolverá, se concretizado, segundo os representantes, transações bilionárias de produtos para mais de 1,6 bilhão de pessoas - um quarto da população do planeta”, apontou o grupo formato pelos engenheiros chinês Yang Jinjun e os peruanos Enrique Aldave e Jorge Jesus Urtiz.
Fonte - Portogente  18/08/2016

Primeiros trens da linha 2 do Metrô de Lima partem do porto de Salerno na Itália

Transportes sobre trilhos

A nova linha do Metrô de Lima está sendo construída e devera ser operada,através de concessão,pelo Consorcio Nuevo Metro de Lima liderado pela empresa Dragados,com assessoria técnica do Metrô de Madrid.

Railway Gazette
foto - Railway Gazette
Os primeiros trens para a Linha 2 do Metro de Lima já partiram no em 16 de agosto,do porto de Salerno na Itália. A viagem até o porto peruano de Callao está prevista para durar 29 dias.
Ao todo serão produzidos pela Hitachi Rail Itália,na planta de Reggio Calabria,42 trens com seis (06) carros cada equipados com sistema driverless,para operação sem condutores.O 1º trem já foi testado no circuito de Velim na Republica Tcheca.
A nova linha do Metrô de Lima está sendo construída e devera ser operada,através de concessão,pelo Consorcio Nuevo Metro de Lima liderado pela empresa Dragados,com assessoria técnica do Metrô de Madrid.
A concessão inclui 30 anos de operação e manutenção dos 27 km da linha,leste-oeste,partindo de Ate a Callao,bem como um tramo de 8 km,da Avenida Faucett a Avenida Néstor Gambetta,com oito estações,que fara parte da futura linha 4.
Com informações da Railway Gazette  17/08/2016

Veja Também - Alstom fornecera 139 carros Metropolis para o Metrô de Lima

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Alstom fornecera 139 carros Metropolis para o Metrô de Lima

Transportes sobre trilhos

As entregas estão programadas para serem concluídas em 2019 e irá incluir alem das 20 composições Metropolis com seis carros,e mais 19 carros adicionais para ampliar de cinco para seis o numero de carros das atuais composições já em operação entregues pela Alstom em 2011

Da Redação
Railway Gazette
A concessionária do Metrô de Lima ( Peru) Graña y Montero Ferrovias fechou com a Alstom um contrato de € 200m para o fornecimento de 139 carros de metrô para operar na Linha 1.
As entregas estão programadas para serem concluídas em 2019,e irá incluir alem das 20 composições Metropolis com seis carros,e mais 19 carros adicionais para ampliar de cinco para seis o numero de carros das atuais composições já em operação entregues pela Alstom em 2011.Tal como aconteceu com as anteriores,as novas composições deverão ser fabricados pela Alstom nas suas instalações em Barcelona na Espanha.
O os carros adicionais encomendados para as atuais composições deverão aumentar a capacidade de de transporte da Linha 1,passando de 20 mil passageiros/h para 48 mil/h.Com o aumento da demanda o metrô já transporta atualmente cerca de 320 mil passageiros/dia.
Com informações da Railway Gazette 28/07/2016

terça-feira, 1 de março de 2016

Após vazamentos de petróleo Peru declara estado de emergência na Amazônia

Desastre ambiental

Até agora, os vazamentos deixaram uma centena de feridos e afetaram outras 4.500 pessoas, além de terem criado sérios problemas ambientais para a região.

Sputnik
Sputnik
Este domingo (28), o governo do Peru declarou estado de emergência em 16 comunidades na região amazônica de Loreto devido aos danos causados pelos vazamentos de petróleo do oleoduto Norperuano, o maior do país, segundo informaram os meios de comunicação locais.
​Até agora, os vazamentos deixaram uma centena de feridos e afetaram outras 4.500 pessoas, além de terem criado sérios problemas ambientais para a região.
​De acordo com um decreto supremo publicado no diário oficial El Peruano, as autoridades estaduais aplicarão o estado de emergência por 60 dias para responder à situação e reabilitar a área.
Fonte - Sputnik  29/02/2016

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Trem bioceânico será prioridade do diálogo entre Dilma e Evo Morales

Ferrovias

O ministro de Obras Públicas da Bolívia, Milton Claros, disse aos meios de comunicação que seu escritório proporá o tema com prioridade no encontro bilateral previsto para 2 de fevereiro em um lugar que ainda não foi confirmado pelas autoridades.

UOL - RF
foto - ilustração
A construção de um trem bioceânico que una os territórios de Brasil, Bolívia e Peru será um dos temas centrais que o presidente boliviano, Evo Morales, pretende abordar com Dilma Rousseff, na reunião que terão em fevereiro, informou nesta segunda-feira uma fonte oficial.
O ministro de Obras Públicas da Bolívia, Milton Claros, disse aos meios de comunicação que seu escritório proporá o tema com prioridade no encontro bilateral previsto para 2 de fevereiro em um lugar que ainda não foi confirmado pelas autoridades.
"Já trabalhamos com o Peru, agora vamos trabalhar com o Brasil. Temos certeza que vamos chegar a bons acordos. A ideia é priorizar o (trem) bioceânico", afirmou.
O projeto do trem bioceânico promovido pelo governo Morales procura unir através do território boliviano as costas pacífica e atlântica para facilitar o tráfego comercial com a Ásia.
O Executivo boliviano pretende conectar com 3.360 quilômetros de ferrovias o porto brasileiro de Santos com os terminais peruanos de Ilo ou Matarani, atravessando o território boliviano.
Claros sustentou que o Peru está "praticamente acoplado ao projeto" porque, segundo disse, já iniciou um processo de licitação para determinar sua "viabilidade".
Sobre o financiamento e a construção do trem, o ministro afirmou que o governo analisa atualmente as propostas formuladas pela missão empresarial alemã que visitou a Bolívia há dez dias.
Dentro daquela visita, Claros assinou com o presidente da empresa alemã-suíça Molinari, Michel Molinari, um convênio para avançar no estudo do citado projeto.
Outro tema que a Bolívia proporá para a reunião de Dilma e Morales será a integração viária, acrescentou Claros.
A última vez que Dilma visitou Bolívia foi há um ano, por ocasião da posse presidencial de Morales após as eleições de outubro de 2014.
As relações entre ambos países atravessaram momentos tensos nos últimos anos devido à fuga e posterior solicitação de refúgio ao Brasil de um senador opositor acusado de corrupção, em 2013, e um ano depois, de um ex-promotor que esteve a cargo de um polêmico caso de selecionismo.
Fonte - Revista Ferroviária  25/01/2016

sábado, 22 de agosto de 2015

Congresso lança Frente Parlamentar Pró-ferrovia Bioceânica

Ferrovias

A ferrovia deverá ter R$ 40 bilhões em investimentos e faz parte de um programa de investimentos do governo federal. A ferrovia possui 4,4 mil quilômetros e faz parte do Programa Integrado de Logística (PIL), lançado recentemente pela presidente Dilma Rousseff (PT), tendo um grupo de chineses interessados em sua implantação. 

Agro Olhar
foto - ilustração
O Congresso Nacional lançou na quinta-feira, 20 de agosto, a Frente Parlamentar Mista Pró-Ferrovia Bioceânica (ou Transoceânica). O objetivo é viabilizar a construção da ferrovia que ligará o Oceano Atlântico ao Pacífico passando por Mato Grosso. A ferrovia permitirá o escoamento da produção de grãos do estado para China através do Oceano Pacífico
A ferrovia deverá ter R$ 40 bilhões em investimentos e faz parte de um programa de investimentos do governo federal. A ferrovia possui 4,4 mil quilômetros e faz parte do Programa Integrado de Logística (PIL), lançado recentemente pela presidente Dilma Rousseff (PT), tendo um grupo de chineses interessados em sua implantação. O modal irá ligar os oceanos Atlântico e Pacífico, saindo do litoral norte do Rio de Janeiro, passando por Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Rondônia e Acre, seguindo pelo Peru até o Porto de Ilo.
A Frente Parlamentar tem como objetivo resolver os entraves e burocracias para que a ferrovia saia do papel. A idealização da Frente é do deputado federal Fabio Garcia (PSB-MT). Também estão na coordenação o deputado federal Cézar Messias (PSB-AC) e os senadores Wellington Fagundes (PR-MT), Jorge Viana (PT-AC), Valdir Raupp (PMDB-RO) e Acir Gurgacz (RO). O lançamento da Frente Parlamentar contou com a presença do diretor executivo da China Nacional Eletronics, Wang Jianxun.

foto - ilustração/Opção FIOL
O grupo deverá reunir-se com representantes políticos dos países envolvidos. Também serão organizados seminários, debates e audiência públicas visando à implantação do modal.
“Projetos desta dimensão somente saem do papel com otimismo, ousadia e muito trabalho. Os parlamentares desta frente estão dispostos a enfrentar os desafios necessários para viabilizar este importante investimento. Este é um projeto muito estratégico para o Brasil e também para a China. Nossa produção continuará crescendo e o mercado consumidor da China também. A ponte mais eficiente para conectar estas duas demandas é exatamente esta ferrovia”, declara Fábio Garcia.
Hoje, os portos de Santos (SP) e Paranaguá (PR) são as principais rotas de escoamento da produção de grãos de Mato Grosso, principalmente a soja, para o exterior. A China é responsável pela aquisição de aproximadamente 60% da soja em grão de Mato Grosso.
Segundo estudos apresentados pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), para se levar uma tonelada de soja em grão de Sorriso à China, são desembolsados cerca de US$ 113, dos quais US$ 90 correspondem ao frete rodoviário até o porto de Santos e US$ 23 do porto até a China. Montante este inferior aos US$ 51 à tonelada de soja de Illinois (EUA) até a China, sendo US$ 20 a tonelada do transporte hidroviário de Illinois até New Orleans (EUA) e US$ 31 a tonelada de New Orleans até a China.
“Esta Ferrovia traz ao Brasil e a Mato Grosso a possibilidade de acessarmos o maior mercado consumidor do mundo de forma mais rápida e mais barata. Isso garante uma enorme segurança ao futuro econômico de nosso estado. Este é sem dúvida alguma um dos mais importantes e estratégicos investimentos em logística para futuro do estado de Mato Grosso”, salienta o deputado federal Fábio Garcia.
Segundo a Frente Parlamentar, a primeira reunião ocorrerá na próxima semana com o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa.
Fonte - ABIFER  21/08/2015

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Ferrovia Bioceânica poderá viabilizar a Fiol

Ferrovias

Com 1.527 km de extensão, a Fiol está desenhada para sair de Figueirópolis (TO), por onde já passa a Norte-Sul, e avançar pela Bahia até chegar a Ilhéus, no litoral. A avaliação é de que essa rota poderia substituir o plano de construir uma nova linha na região Sudeste, cortando Minas e o Estado do Rio, até chegar ao Porto do Açu

Diário de Pernambuco - RF
foto - ilustração
Depois de ser completamente ignorada pelo governo no novo pacote de concessões anunciado no mês passado, a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), que está em construção na Bahia, passou a ser analisada como uma alternativa para viabilizar o traçado da chamada "Ferrovia Bioceânica", projeto previsto para cortar o Brasil e o Peru, ligando por trilhos os oceânicos Atlântico e Pacífico.
O jornal "O Estado de S. Paulo" apurou que os chineses, principais interessados no projeto, pediram informações à estatal federal Valec sobre a construção da Fiol, seu traçado e a previsão de ligar sua malha à Ferrovia norte-sul.
Com 1.527 km de extensão, a Fiol está desenhada para sair de Figueirópolis (TO), por onde já passa a Norte-Sul, e avançar pela Bahia até chegar a Ilhéus, no litoral. A avaliação é de que essa rota poderia substituir o plano de construir uma nova linha na região Sudeste, cortando Minas e o Estado do Rio, até chegar ao Porto do Açu.
Há uma diferença crucial entre a Fiol e o traçado da região Sudeste previsto para a Bioceânica: a ferrovia baiana é uma obra real, um projeto que já consumiu R$ 3 bilhões dos cofres públicos. O problema é que, hoje, a ferrovia da Bahia está com sua viabilidade em xeque, por conta da crise econômica internacional, que jogou na lona o preço do minério de ferro.
Iniciada em 2010, a Fiol foi projetada para escoar o minério que passaria a ser extraído em grande escala em Caetité, na região central da Bahia. Além disso, da fronteira com o Tocantins sairia a produção agrícola daquele que já é o segundo maior polo de algodão do País, além da forte produção de soja. A queda no preço do minério de ferro, no entanto, levou o governo a simplesmente retirar o projeto de suas prioridades. Ironicamente agora é a Bioceânica, um projeto desacreditado por muitos especialistas e economistas, que poderia trazer uma nova "razão de ser" para a conclusão da Fiol.
Prevista para ser concluída em julho de 2013, a Fiol enfrenta hoje a redução no ritmo de obras - e até mesmo paralisação total - em seus lotes. Dos 1,5 mil km do traçado, os primeiros 500 km ainda não têm sequer data para serem licitados. No segundo bloco de 500 km, a execução física das obras é de apenas 6%. Nos últimos 500 km, que avançam até Ilhéus, são aproximadamente 60% de execução.
O grupo de engenheiros chineses enviado ao Brasil vai analisar todas as possibilidades. Nas últimas semanas, esse grupo percorreu, de carro, mais de 4 mil km, entre os municípios de Campinorte (GO), onde passa a Norte-Sul, até a cidade de Cruzeiro do Sul, no Acre, próximo à fronteira com o Peru. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte - Revista Ferroviária  23/07/2015

segunda-feira, 25 de maio de 2015

China - Ligação ferroviária Pacífico-Atlântico vai respeitar o ambiente

Ferrovias

"A China vai respeitar a biodiversidade da América Latina (...) berço da floresta amazónica, tesouro da humanidade. Para criar infraestruturas é necessário proteger o ambiente", salientou o ministro numa declaração conjunta, ao lado do Presidente peruano Ollanta Humala, após a assinatura de dez acordos de cooperação.

Notícias ao Minuto
portal amazonia
"Os três países concordam com o facto de a viabilidade deste projeto não ser apenas favorável ao desenvolvimento comum, mas também proteger o ambiente", disse Li Keqiang, à chegada a Lima.
Depois do Brasil e da Colômbia, o primeiro-ministro chinês vai passar 48 horas no Peru, antes da última etapa da sua viagem à América Latina, que termina no Chile.
"A China vai respeitar a biodiversidade da América Latina (...) berço da floresta amazónica, tesouro da humanidade. Para criar infraestruturas é necessário proteger o ambiente", salientou o ministro numa declaração conjunta, ao lado do Presidente peruano Ollanta Humala, após a assinatura de dez acordos de cooperação.
Por sua vez, o Presidente peruano recordou que a China é o principal parceiro comercial do Peru.
Referindo-se ao ambicioso projeto de corredor ferroviário, que poderá custar dez mil milhões de dólares para ligar o Pacífico ao Atlântico, Humala disse que "vai consolidar a posição geopolítica do Peru como porta de entrada natural para a América do Sul".
O Peru tem a ambição de se posicionar como uma plataforma regional no comércio entre a América Latina e Ásia-Pacífico e já serve de ligação para Ásia para vários países da região, incluindo o Brasil.
Fonte - Revista Ferroviária  25/05/2015

domingo, 14 de dezembro de 2014

CONFERÊNCIA DO CLIMA, Negociações são proteladas em Lima

Meio ambiente

O objetivo é reduzir as emissões de carbono para limitar o aquecimento global a 2ºC até o fim do século - Manuel Pulgar Vidal fez um apelo a acelerar os debates e a entrar em acordo sobre o texto final do novo pacto global

Ultima Hora-DN
FOTO: REUTERS
Lima - A Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP20), que deveria ter terminado na sexta-feira (12) em Lima, estendeu suas negociações a este sábado, enquanto os países tentam aparar suas diferenças em torno dos compromissos que assumirão para deter o aquecimento global.
A sessão de encerramento da reunião foi adiada, enquanto os integrantes do encontro tentavam concluir o rascunho de um novo pacto global que definirá as medidas para reduzir as emissões de carbono e avançar em direção a um modelo de produção com menos impacto sobre o meio ambiente. "Estamos quase lá. Devemos apenas fazer um esforço final", pediu o presidente da COP20, o peruano Manuel Pulgar Vidal, que fez um apelo a acelerar os debates e a entrar em acordo sobre o texto final.
As organizações ambientais advertiram que se os compromissos dos países em Lima forem modestos, isto será catastrófico para o acordo final previsto para o próximo ano, em Paris. A entrada em vigor do acordo está prevista para 2020. O objetivo é reduzir as emissões de gases do efeito estufa para limitar o aquecimento global a 2ºC até o fim do século. "As decisões adotadas hoje nos colocarão em um caminho de trabalho para Paris ou nos condenarão a um futuro perigoso", disse à AFP Jan Kowalzig, assessor de políticas da Oxfam.
A mudança climática pelo aquecimento da terra e dos mares provoca fenômenos extremos, como derretimento de geleiras, enchentes, tempestades violentas, inundações e secas em diferentes áreas do mundo, onde impactam de maneira trágica as populações mais vulneráveis. "Tenho uma sensação de otimismo e vejo que é o momento para a ação", declarou o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, depois de se reunir na sexta-feira com o presidente peruano, Ollanta Humala.

Princípio de diferenciação
As divergências de última hora envolvem a maneira de se interpretar o princípio de "diferenciação" sobre as responsabilidades que correspondem a cada país na mudança climática.
Os países em desenvolvimento defendem que as nações ricas são as principais responsáveis pelo aquecimento global, devendo assumir maiores responsabilidades. Mas os países industrializados afirmam que gigantes emergentes, como China e Índia, também devem fazer grandes esforços devido a suas indústrias, baseadas na energia do carvão, serem altamente poluentes.
Os Estados Unidos planejam reduzir, até 2025, suas emissões de carbono em entre 26% e 28%, em relação a 2005. A China também se comprometeu, pela primeira vez, a limitar as emissões, como fez a União Europeia.
Na quinta-feira, o secretário americano de Estado, John Kerry, exortou as nações menos desenvolvidas a reduzir o uso de combustíveis fósseis. "Sei que as discussões podem gerar tensão e são difíceis, mas devemos recordar que hoje mais da metade das emissões globais procede dos países em desenvolvimento".
Conforme a ONU, os países desenvolvidos reduziram entre 51,8% e 40,9% a incidência global de emissões, enquanto as nações em desenvolvimento elevaram a participação de 48,2% a 59,1% de 2000 a 2010.
Fonte - Diário do Nordeste  14/12/2014

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Países fecham acordo para Ferrovia Peru-Brasil

Internacional

Com a assinatura do memorando do grupo de trabalho sobre a ferrovia bioceânica, mais um passo foi dado na iniciativa de construção de um corredor que atravesse a América do Sul entre Peru e Brasil e conecte os oceanos Atlântico e Pacífico.

France Presse
foto montagem - ilustração
Os presidentes da China, Xi Jinping, e do Peru, Ollanta Humala, assinaram nesta quarta-feira (12) um memorando de entendimento para a criação de um grupo de trabalho trilateral, que permitirá o avanço do projeto de conexão ferroviária bioceânica entre Peru e Brasil com participação chinesa.
Este foi um dos sete acordos que Xi e Humala assinaram na reunião realizada no Grande Palácio do Povo de Pequim. O roteiro faz parte da visita oficial que o líder peruano realiza à China após sua participação na cúpula do fórum da Apec (Cooperação Econômica Ásia-Pacífico, na sigla em inglês).
Fontes da delegação peruana indicaram que, junto ao pacto sobre o corredor ferroviário, os líderes selaram também um acordo sobre cooperação econômica que prevê a doação de US$ 11,5 milhões da China ao Peru, entre outros projetos no setor de mineração e de petróleo.

Corredor
Com a assinatura do memorando do grupo de trabalho sobre a ferrovia bioceânica, mais um passo foi dado na iniciativa de construção de um corredor que atravesse a América do Sul entre Peru e Brasil e conecte os oceanos Atlântico e Pacífico.
O acordo trilateral foi assinado pelo Ministério de Transportes e Comunicações do Peru, o Ministério de Transportes do Brasil e a Comissão Nacional de Desenvolvimento e de Reforma da China.
Xi e a presidente Dilma Rousseff já assinaram em julho um memorando de cooperação que permite o investimento de empresas chinesas em ferrovias brasileiras.
Ainda no encontro de hoje, foram trocadas notas sobre o projeto de construção e implementação do COEN (Centro de Operações de Emergência Nacional), do Instituto Nacional de Defesa Civil do Peru, e sobre a doação de um lote de cadeiras de rodas da China ao Peru.
Antes da reunião com Xi, Humala foi recebido pelo presidente do Comitê Permanente da Assembleia Nacional Popular, Zhang Dejiang, em um encontro para aprofundar os laços entre os países.
Humala também deve inaugurar hoje o Festival Gastronômico do Peru em Pequim.
Fonte - Revista Ferroviária  12/11/2014

terça-feira, 3 de junho de 2014

Empresas estudam criação de ferrovia ligando América do Sul

Ferrovias 

Banco Interamericano de Desenvolvimento financia estudo para o projeto do Corredor Ferroviário Central, que pretende ligar Brasil, Bolívia e Peru

Exame.com

La Paz - Empresas consultoras espanholas, francesas e bolivianas desenvolvem estudos para o projeto do Corredor Ferroviário Central, que pretende ligar Brasil, Bolívia e Peru, informou nesta segunda-feira em La Paz o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).
O especialista em transporte do BID na Bolívia, Ramón Muñoz-Raskin, afirmou à Agência Efe que foi dado um crédito de US$ 6,8 milhões para o estudo de interconexão das redes ferroviárias bolivianas do oeste e do leste, e para o início de uma Unidade Técnica de Ferrovias do governo boliviano.
"Os estudos, atualmente em desenvolvimento, identificarão as alternativas para o traçado do corredor em diferentes escalas de projeto. Cada alternativa será avaliada de acordo com suas respectivas vantagens e inconvenientes econômicos, sociais, ambientais e estratégicos", disse Muñoz-Raskin.
Os estudos incluem um de assessoria estratégica para que a Bolívia possa realizar acordos internacionais que garantam a viabilidade do Corredor Ferroviário Bioceânico Central, e apoio para organizar e coordenar reuniões com o Brasil e com o Peru.
Segundo Muñoz-Raskin, na região não há antecedentes de projetos de corredores bioceânicos ferroviários liderados por uma nação e apoiados pelo BID.
Mas já existe um estudo semelhante liderado pelo setor privado para a construção do Corredor Bioceânico Aconcágua entre Chile e Argentina.
A Bolívia receberá informação técnica, econômica, ambiental e estratégica necessária para poder tomar uma decisão embasada sobre o investimento nesse corredor e a interconexão das redes ferroviárias bolivianas, explicou o especialista do BID.
O programa também está de acordo com os objetivos gerais e estratégicos do BID para a promoção da integração internacional competitiva em nível regional e mundial, acrescentou.
As redes ferroviárias bolivianas andina e oriental, nas mãos de empresas privadas, estão separadas pela falta de infraestrutura, problema que este projeto pretende resolver para consolidar a integração ferroviária nacional.
Há poucos dias, o governo boliviano antecipou que um dos estudos, o referente ao traçado da ferrovia internacional e da interconexão das ferrovias bolivianas andina e oriental, será entregue este mês.
O presidente da Bolívia, Evo Morales, já havia dito que sugeriu ao presidente chinês, Xi Jinping, co-financiar a construção de uma ferrovia da fronteira entre Bolívia e Brasil até o porto peruano de Ilo.
Caso se transforme em realidade, a ferrovia internacional facilitará o envio da carga brasileira ao Pacífico, através do território da Bolívia e dos portos do Peru.
Fonte - STEFZS  03/05/2014

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Terremoto de 8.2 deixa seis mortos no norte do Chile







Quase um milhão de pessoas deixaram suas casas depois que o tremor de terra, de 8.2 graus de magnitude, atingiu a cidade de Iquique, seguido de um Tsunami, que levou as ondas a mais de dois metros de altura. O terremoto foi sentido também no Peru e na Bolívia.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Corte de Haia decide a favor do Peru em disputa de mar territorial com o Chile

Internacional

De Monica Yanakiew
Correspondente da Agência Brasil/EBC
EBC
A Corte Internacional de Justiça (CIJ), sediada em Haia, na Holanda, concedeu ao Peru, nesta segunda-feira (27), a parte do Oceano Pacífico que o país reivindica e que era controlada pelo Chile. Os dois governos prometeram respeitar a decisão, que coloca um fim a seis anos de litígio.
O Peru reivindicava 38,3 mil quilômetros quadrados do Oceano Pacífico, que representam 1% da zona econômica exclusiva chilena.
A questão também é acompanhada pela Bolívia, que apelou em 2011 à Corte de Haia como terceiro envolvido na disputa sobre águas territoriais entre Peru e Chile. Na época, o presidente Evo Morales disse que o assunto envolve diretamente seu país porque a área debatida é a mesma que reivindicam desde 1879.
A disputa remonta à chamada Guerra do Pacífico (1879-1883), que confrontou os três países em disputa por território. Ao final da guerra, o Chile anexou áreas dos dois países - a província peruana de Tarapacá e a área boliviana de Antofogasta - e a Bolívia perdeu a saída para o mar.
Fonte - Agência Brasil  27/01/2014