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sexta-feira, 25 de julho de 2014

Copa do Mundo leva a recorde nas receitas de turistas estrangeiros no Brasil

Copa no Brasil

Esses resultados são os maiores da série histórica do BC, iniciada em 1947. O resultado do mês passado foi superior em 76% ao do mesmo período de 2013 (US$ 453 milhões). De acordo com os dados parciais deste mês, até o dia 23, as receitas chegaram a US$ 609 milhões, com crescimento de cerca de 50% em relação a julho de 2013.

Kelly Oliveira 
Repórter da Agência Brasil 
Turistas estrangeiros desembarcam no Terminal 2
do Aeroporto Internacional Galeão/Tom Jobim
 para a Copa do Mundo Tânia Rêgo/Agência Brasil
As receitas de turistas estrangeiros em viagem no Brasil chegaram a US$ 797 milhões, em junho, e a R$ 3,647 bilhões, no primeiro semestre, de acordo com o Banco Central (BC). Esses resultados são os maiores da série histórica do BC, iniciada em 1947. O resultado do mês passado foi superior em 76% ao do mesmo período de 2013 (US$ 453 milhões). De acordo com os dados parciais deste mês, até o dia 23, as receitas chegaram a US$ 609 milhões, com crescimento de cerca de 50% em relação a julho de 2013.
O motivo para o crescimento das receitas foi a Copa do Mundo, realizada no Brasil, entre os dias 12 de junho e 13 de julho.
Já as despesas de brasileiros no exterior chegaram a US$ 2,001 bilhões, em junho, e a US$ 12,486 bilhões, no primeiro semestre, contra US$ 1,908 bilhão e US$ 12,209 bilhões, em iguais períodos de 2013.
Essa conta das viagens internacionais, formada pelas receitas e despesas, ficou negativa US$ 1,204 bilhão, no mês passado, resultado 17% menor do que em junho de 2013. O déficit menor na conta de viagens ajudou a melhorar o resultado das transações correntes, que são as compras e vendas de mercadorias e serviços do Brasil com o resto do mundo. Em junho, o déficit em transações correntes ficou em US$ 3,345 bilhões, o menor saldo negativo para o mês, desde 2009 (US$ 575 milhões).
Também contribuiu para o resultado, o superávit comercial (exportações maiores que as importações) de US$ 2,364 bilhões, no mês passado. Outro fator foi o menor envio de lucros e dividendos de empresas no Brasil para o exterior. Em junho, essas remessas chegaram a US$ 1,694 bilhão, contra US$ 2,223 bilhões registrados no mesmo mês de 2013.
Segundo o chefe adjunto do Departamento Econômico do BC, Fernando Rocha, a explicação para a redução nas remessas é o menor lucros das empresas no Brasil por conta da atividade econômica moderada. Há também a influência da taxa de câmbio, que determina em dólares quanto é remetido para o exterior.
Fonte - Agência Brasil   25/07/2014

terça-feira, 15 de julho de 2014

Copa 2014 atraiu um milhão de turistas estrangeiros e mais de três milhões de brasileiros







BBC e a Copa no Brasil

BBC and the World Cup in Brazil



A autoria desse vídeo é da BBC Worldwide & BBC Match of the Day & I que abre mão da propriedade do material produzido.
É puramente por amor e respeito que a equipe de produção compartilha  esse trabalho com o mundo




The original text
This is copyright of BBC Worldwide & BBC Match of The Day & I in no way claim ownership of this material.
It is purely out of love & respect for the production team to share this with the world

segunda-feira, 14 de julho de 2014

A Copa acabou. Imagine as Olimpíadas

Copa no Brasil

Depois do Mundial de futebol, ainda será possível duvidar de que poderemos fazer os melhores Jogos Olímpicos? - Perdemos a taça, mas os brasileiros encararam com louvor o desafio e hoje brindam o mundo com o sucesso indiscutível do megaevento.

Helena Sthephanowitz - RBA
Obras do metrô de Salvador.
E a Copa acabou neste domingo. Infelizmente, o Brasil ficou na quarta colocação, o que, vamos combinar, é o mesmo que dizer que perdeu. Mas, fora de campo, os brasileiros deram de 10 x 0 na realização de uma Copa que já é tida como a melhor da história do esporte. E isso, apesar da torcida contrária da imprensa e de políticos de oposição ao governo federal.
Perdemos a taça, mas os brasileiros encararam com louvor o desafio e hoje brindam o mundo com o sucesso indiscutível do megaevento. Calam os críticos e, ao mesmo tempo, carimbam cartão de visita às Olimpíadas de 2016 no Rio.
Também perderam os que apostavam no caos e na desordem. As ruas se encheram de torcedores felizes, envolvidos em um clima cada vez mais festivo, o país recebeu diversos elogios da imprensa internacional, destacando esta edição da Copa como uma das melhores da história, tanto pelo futebol apresentado, quanto pela receptividade do povo brasileiro e também pela organização e estrutura vistas fora das quatro linhas.
O impacto econômico do evento é inquestionável. Estudo da Fipe-USP indica que a Copa movimentou mais de R$ 30 bilhões. A parte mais relevante, 88% do valor, veio dos investimentos em infraestrutura – corredores de ônibus, novos acessos a aeroportos e ampliação de vias. Essas obras de mobilidade vão melhorar a infraestrutura e reduzir o custo de locomoção e transporte de cargas. E o que é importante: ficarão aqui, como um patrimônio permanente para os brasileiros.
A Copa deixará de legado, além de obras, milhões de brasileiros mais prósperos, com os novos empregos criados e a ser criados ao longo dos anos em setores como turismo, entretenimento, construção civil, indústria cultural. Foram milhares de brasileiros que estudaram para se qualificar em idiomas ou outras atividades profissionais por meio do Pronatec-Copa e outros cursos.
Os estádios que receberam jogos, de agora em diante passam a ser também atrações turísticas e espaços de lazer para jogos, shows e outros eventos. Ficaram também centros de controle com alta tecnologia para segurança pública e prevenção de catástrofes, além de toda uma infraestrutura para dinamizar o turismo de lazer e de negócios em todas as regiões do Brasil.
Mas parece que só a imprensa grande não vê tudo isso. Nem bem terminaram as festas e os jornais brasileiros iniciaram as críticas. TVs e jornais, aliados com políticos de oposição interessados apenas em suas próprias eleições, não mostram os resultados positivos do evento. Pelo contrário, usam o poder de influência como instrumento de pressão e de manipulação para barrar avanços como a melhor distribuição de renda, para impedir reformas essenciais como a política, a tributária, a previdenciária. E o mais grave, perpetuar a concentração de renda nas mãos dos mais ricos – este sim o grande problema do Brasil.
Que venham as Olimpíadas.
Fonte - Rede Brasil Atual   14/07/2014

Executivo suspeito de chefiar venda ilegal de ingressos se entrega à Justiça

Copa no Brasil

O executivo era considerado foragido da Justiça e será levado para a Polícia Interestadual e de Capturas (Polinter). - O britânico é acusado de participar de um esquema de venda ilegal de ingressos da Copa do Mundo. A Match é uma empresa autorizada pela Federação Internacional de Futebol (Fifa) a comercializar os bilhetes.

Da Agência Brasil 

O diretor da empresa Match, Raymond Whelan, se apresentou na tarde de hoje (14) à 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. O executivo era considerado foragido da Justiça e será levado para a Polícia Interestadual e de Capturas (Polinter). Whelan ainda passará por um exame de corpo de delito no Instituto Médico-Legal.
O britânico é acusado de participar de um esquema de venda ilegal de ingressos da Copa do Mundo. A Match é uma empresa autorizada pela Federação Internacional de Futebol (Fifa) a comercializar os bilhetes.
No último dia 10, a Justiça do Rio acatou o pedido de denúncia do Ministério Público (MP) do Rio de Janeiro e decretou a prisão de 11 acusados no esquema de venda ilegal de ingressos, entre eles Whelan. A polícia fez buscas para prender o diretor, que não foi encontrado e passou a ser considerado foragido. Policiais da 18ª Delegacia de Polícia foram ao hotel Copacabana Palace, mas não encontraram Whelan.
De acordo com o Ministério Público, os acusados vão responder por organização criminosa, cambismo, corrupção ativa, lavagem de dinheiro e sonegação fiscal.
Fonte - Agência Brasil   14/07/2014

domingo, 13 de julho de 2014

Após 24 anos, Alemanha conquista o tetracampeonato

Copa no Brasil

Organização, disciplina, técnica e carisma marcaram a campanha dos europeus, que nas semifinais golearam o Brasil por 7 a 1, no Estádio do Mineirão. Autor do gol que deu o título para a Alemanha, a oito minutos do fim da prorrogação, Mario Götze foi escolhido o melhor em campo

Ivan Richard
Repórter da Agência Brasil 
Ag. Brasil
Vinte e quatro anos depois e novamente com vitória sobre a Argentina, a Alemanha vence a Copa do Mundo e torna-se tetracampeã, assim como a Itália e com um título a menos que a seleção brasileira. Organização, disciplina, técnica e carisma marcaram a campanha dos europeus, que nas semifinais golearam o Brasil por 7 a 1, no Estádio do Mineirão. Autor do gol que deu o título para a Alemanha, a oito minutos do fim da prorrogação, Mario Götze foi escolhido o melhor em campo.
Os alemães terminam o Mundial invictos e com o melhor ataque da competição. Liderada por Lionel Messi, eleito quatro vezes melhor jogador do mundo, a seleção argentina segurou o ataque alemão até os sete minutos do segundo tempo da prorrogação.
Em 120 minutos de jogo, Alemanha e Argentina disputaram cada espaço do campo. Vindo de duas prorrogações - contra Suíça, nas quartas de final, e Holanda na semifinal – os argentinos aparentaram estar mais cansados nos instantes finais da prorrogação do que os alemães.
Com a proposta de jogar no contra-ataque, a Argentina também teve que correr mais do que os europeus. Mesmo assim, os hermanos tiveram grandes chances ao longo do jogo. Aos 20 minutos do primeiro tempo, a Argentina perdeu uma chance incrível. O meia Toni Kroos cabeceou para trás e deixou o atacante Higuaín livre, de frente para o goleiro Neuer, mas o argentino desperdiçou chutando para fora.
Aos seis minutos do primeiro tempo da prorrogação, o atacante argentino Palacio perdeu grande oportunidade ao receber dentro da área, matar a bola no peito e chutar para fora ao tentar encobrir o goleiro alemão.
A Alemanha também desperdiçou grandes chances. As principais foram uma cabeçada na trave do lateral Höwedes, no final do primeiro tempo, um chute forte de Schürrle, defendido pelo goleiro Romero, no começo da prorrogação.
Com o título, a Alemanha torna-se a terceira tetracampeã de futebol, e a primeira seleção europeia a vencer uma Copa do Mundo fora do continente europeu. O time de Joachim Löw receberá a Taça da Copa das mãos da presidenta Dilma Rousseff. O time levará para Berlim uma réplica banhada a ouro do troféu.
Com o título, os alemães repetem a história de Brasil e Itália na conquista do tetracampeonato. Depois de se tornar tricampeão em 1970, o Brasil só voltou a vencer em 1994, 24 anos depois. Já a seleção italiana, conquistou o tri em 1982 e duas décadas e quatro anos voltou a erguer a taça. Assim como a agora tetracampeã Alemanha, cujo o último título havia sido em 1990.
Fonte - Agência Brasil  13/07/2014

Alemanha e Argentina decidem hoje final do Mundial no Rio de Janeiro

Copa no Brasil

O time de Joachim Löw entra em campo com o favoritismo, mas precisará prová-lo em campo. Para isso, conta com uma equipe de jogadores aptos a decidir o jogo. O torcedor sul-americano ainda não sabe se terá Di María em campo. O atacante sofreu uma lesão na coxa durante a partida das quartas de final e sua participação no jogo ainda não é confirmada. 

Marcelo Brandão 
Repórter da Agência Brasil 
Ag.Brasil
Não teremos Brasil, mas teremos final. E a partida entre Alemanha e Argentina, às 17h de hoje (13), horário de Brasília, no Maracanã, carrega elementos suficientes para presentear o público com um grande jogo, digno de encerrar uma Copa do Mundo de muitos gols, ótimos goleiros e muitas surpresas.
A goleada de 7 a 1 sobre o Brasil conferiu uma autoridade inegável à seleção alemã. O time de Joachim Löw entra em campo com o favoritismo, mas precisará prová-lo em campo. Para isso, conta com uma equipe de jogadores aptos a decidir o jogo. No ataque, Thomas Müller e Klose contam com um dos meio-campos mais talentosos do mundial: Schweinsteiger, Özil, Kroos e Khedira, para achar o caminho do gol. A seleção brasileira que o diga.
Apesar de muito técnica, a defesa alemã tem na velocidade seu ponto fraco. Hummels, Höwedes e Mertesacker - que pode substituir Boateng, devem ter trabalho contra o veloz ataque argentino. De positivo, ficou a lição deixada pela Holanda na partida da semifinal. Os colegas europeus ensinaram aos alemães o “caminho das pedras” sobre como parar Messi. O camisa 10 pouco fez diante do sistema defensivo holandês.
O torcedor sul-americano ainda não sabe se terá Di María em campo. O atacante sofreu uma lesão na coxa durante a partida das quartas de final e sua participação no jogo ainda não é confirmada. Por outro lado, a defesa argentina, muito contestada antes da Copa e durante toda a primeira fase, mostrou evolução e praticamente anulou qualquer ameaça do atacante holandês Robben nas semifinais. Se o sistema defensivo mostrar a solidez necessária e Messi encontrar os espaços que precisa, a Copa do Mundo poderá ir para a

Argentina pela terceira vez.
O empate em 0 a 0 na semifinal mostrou que o time sul-americano ainda é muito dependente de uma boa atuação de Messi, mas tem uma defesa mais confiável. E porque não dizer que o torcedor argentino, presente em massa no Rio de Janeiro, conta com o goleiro Romero caso a disputa vá para os pênaltis.
Será a terceira final entre os dois países. No primeiro encontro, em 1986, a Argentina de Maradona levou a melhor sobre os alemães e ficou com a Copa. Quatro anos depois, a Alemanha de Lothar Matthäus venceu os sul-americanos. O tira-teima será hoje, no Maracanã, no capítulo final de uma Copa que entrará para a história por agradáveis surpresas, belos gols e uma tragédia em verde e amarelo.
Fonte - Agência Brasil  13/07/2014

sábado, 12 de julho de 2014

Fora da disputa pela taça, Brasil e Holanda se enfrentam em Brasília

Copa no Brasil

A partida será apitada pelo argelino Djamel Haimoudi. Para o Brasil, ela servirá para amenizar, ainda que minimamente, a derrota por 7 x 1 para a Alemanha, que disputará a final amanhã (13) contra a Argentina. Já os jogadores da Holanda querem sair desta Copa invictos – a partida contra a Argentina na semifinal terminou empatada e o time europeu foi eliminado após perder na disputa de pênaltis.

Pedro Peduzzi e Marcelo Brandão
Repórteres da Agência Brasil 

Não será apenas o terceiro lugar na Copa do Mundo de 2014 que estará em jogo na partida de hoje (12), que será disputada às 17h entre Brasil e Holanda no Estádio Nacional de Brasília. Com um histórico empatado em copas do mundo – três vitórias para cada lado, cinco empates e 15 gols para cada seleção –, a seleção que sair vencedora da partida passará a ter vantagem em relação à outra.
A partida será apitada pelo argelino Djamel Haimoudi. Para o Brasil, ela servirá para amenizar, ainda que minimamente, a derrota por 7 x 1 para a Alemanha, que disputará a final amanhã (13) contra a Argentina. Já os jogadores da Holanda querem sair desta Copa invictos – a partida contra a Argentina na semifinal terminou empatada e o time europeu foi eliminado após perder na disputa de pênaltis.
Outro fator que motiva os jogadores holandeses é a despedida de seu técnico, Louis van Gaal, que apesar de, em um primeiro momento, ter desdenhado a disputa pelo terceiro lugar, pediu a seus jogadores uma vitória ante ao Brasil como presente de despedida. Após a Copa, ele assumirá o cargo de técnico do time inglês Manchester United.
Em entrevista coletiva ontem (11), van Gaal disse que os jogadores holandeses "estão tristes porque tinham confiança de que seriam campeões", mas que isso não tirou a motivação por uma vitória na disputa deste sábado.
Brasil e Holanda disputam terceiro lugar no Estádio Nacional de Brasília, o Mané Garrincha Marcello Casal Jr/Agência Brasil/AP/Direitos Reservados
O zagueiro brasileiro Thiago Silva, que volta ao time após cumprir suspensão na partida da semifinal, pediu respeito ao adversário. “Temos que honrar a camisa da seleção acima de tudo. É outro adversário de muita qualidade, que não chegou na final por falhas na penalidade e tem todo nosso respeito”, disse, durante entrevista coletiva também realizada ontem.
Na mesma entrevista, o técnico do Brasil, Luiz Felipe Scolari, sinalizou que fará mudanças na estrutura tática da equipe. “Vou mexer em uma duas posições daquele time que iniciou contra a Alemanha, até porque tem jogadores que jogaram pouco ou nem jogaram. Uma substituição vou fazer porque entendo que um jogador em determinada posição será bom”.
É a quarta vez que a seleção brasileira disputará o terceiro lugar em uma Copa do Mundo. A primeira foi em 1938, após ter perdido para a Itália nas semifinais pelo placar de 2 x 1. O terceiro lugar veio com uma vitória por 4 x 2 diante da Suécia, com dois gols de Leônidas que terminou como artilheiro daquele mundial (sete gols no total).
Em 1974 o Brasil ficou em segundo lugar no quadrangular da segunda fase da Copa e disputou o terceiro lugar com a Polônia, de quem perdeu por 1 x 0, terminando a Copa na quarta posição. Em 1978, com a Copa sendo disputada nos mesmos moldes da Mundial anterior, o Brasil perdeu no saldo de gols para a Argentina e ficou em segundo lugar no grupo, perdendo a chance de disputar o título. O terceiro lugar foi conquistado com uma vitória sobre a Itália por 2 x 1.
Já para a Holanda, esta será a segunda vez do time em uma disputa pelo terceiro lugar de uma Copa do Mundo. A primeira foi em 1998, após ter sido eliminada nas semifinais pelo Brasil em disputa de pênaltis. Derrotados pelo placar de 2 x 1 pela Croácia, acabaram o campeonato na quarta posição.
Fonte - Agência Brasil   12/07/2014

terça-feira, 8 de julho de 2014

Brasil é goleado pela Alemanha e dá adeus ao hexacampeonato

Copa no Brasil

Sem Neymar, que sofreu uma fratura na terceira vértebra lombar, Felipão apostou em Bernard. Para a vaga do zagueiro Thiago Silva, o técnico brasileiro colocou Dante. Mas as mudanças na equipe, que só foram divulgadas pouco antes do início da partida, não surtiram o efeito desejado.
Elaine Patrícia Cruz


Repórter da Agência Brasil 
Ag.Brasil
Em um Mineirão dominado pelas cores do Brasil, quem fez a festa no estádio foi a torcida alemã. Em apenas 30 minutos, ainda na primeira etapa de jogo, a Alemanha já vencia a partida por 5 a 0. Infelizes com o resultado, alguns torcedores brasileiros resolveram ir embora mais cedo, antes mesmo do intervalo para a segunda etapa. No final do jogo, a Alemanha venceu a partida por 7 a 1 e se garantiu para a final da Copa, que será disputada domingo, no Maracanã, no Rio de Janeiro, contra o vencedor do duelo de amanhã (9) entre Argentina e Holanda, em São Paulo.
Sem Neymar, que sofreu uma fratura na terceira vértebra lombar, Felipão apostou em Bernard. Para a vaga do zagueiro Thiago Silva, o técnico brasileiro colocou Dante. Mas as mudanças na equipe, que só foram divulgadas pouco antes do início da partida, não surtiram o efeito desejado. A equipe brasileira hoje não conseguiu controlar os equilibrados e eficientes alemães, que fizeram um primeiro tempo praticamente perfeito. O Brasil foi anulado na primeira etapa: além de não conseguir criar chances de gol, os brasileiros não seguraram a Alemanha, e permitiram que os adversários fossem construindo um placar bastante elástico, tirando quaisquer chances de o Brasil chegar à final.
Pouco antes do início do jogo, os torcedores gritaram muito o nome de Neymar. Ainda fora do estádio, diversas máscaras do jogador foram distribuídas para os torcedores, como forma de homenagear Neymar e pedir empenho dos demais jogadores da seleção.
O jogo até começou bastante disputado, com as duas equipes buscando o gol. A grande chance brasileira, uma das poucas em todo o primeiro tempo, aconteceu aos dois minutos, quando Marcelo arriscou um chute de fora da área e a bola passou perto do gol alemão.
Mas pouco a pouco a Alemanha passou a ditar o ritmo de jogo. Logo aos dez minutos, ela abriu o placar em cobrança de escanteio de Kroos, que sobrou para Müller, sem marcação na grande área, mandar para o fundo da rede.
O Brasil tentou equilibrar a partida, mas a forte marcação alemã e o meio de campo consistente impediram quaisquer jogadas da seleção. Aos 16 minutos, Marcelo caiu na grande área e pediu pênalti, não marcado pelo juiz. Iniciou-se então uma pequena confusão na grande área entre Marcelo e o zagueiro alemão Boateng, logo controlada pelo árbitro mexicano Marco Rodriguez. Depois disso, no entanto, o Brasil não conseguiu mais chegar à área alemã.
O que se viu foi um show do adversário brasileiro. Aos 22 minutos, a Alemanha ampliou o placar com Klose. Ele chutou uma vez ao gol, para defesa parcial do goleiro Julio Cesar, e recebeu o rebote, mandando a bola para o fundo da rede. Com esse gol, Klose virou o maior artilheiro das copas, ultrapassando o brasileiro Ronaldo, que tinha 15 gols.
Dois minutos depois, aproveitando nova falha e apagão do Brasil, a Alemanha fez o terceiro gol, com Kroos, que acertou um forte chute no canto direito de Julio Cesar. No minuto seguinte, o mesmo Kroos ampliou, após receber um passe de Khedira.
Aos 28 minutos, a Alemanha encerrou o placar do primeiro tempo, com um gol de Khedira, após roubar a bola no meio de campo e tabelar com Özil. Com o placar tão adverso, os torcedores brasileiros preferiram o silêncio. A festa então foi deixada para a torcida alemã, postada atrás de um dos gols. A torcida brasileira só voltou a se manifestar no final do primeiro tempo, com muitas vaias para a seleção.
Na entrada da segunda etapa, Felipão mexeu no time, tirando Hulk e Fernandinho para as entradas de Ramires e Paulinho. O Brasil voltou melhor em campo, mas não o suficiente para reverter um placar tão adverso.
Aos cinco minutos da segunda etapa o Brasil até tentou diminuir o placar, em uma tabela de Fred e Ramires na grande área, mas encontrando o goleiro Neuer à frente. Um minuto depois, o goleiro alemão fez outra boa defesa, após chute de Oscar. Minutos depois, Paulinho também arriscou, mas novamente o goleiro fechou o gol, fazendo a defesa.
Enquanto o Brasil sofria em campo para conseguir diminuir a diferença, a torcida alemã fazia a festa no Mineirão. Em um de seus gritos, eles cantavam "Rio de Janeiro ô ô ô ôô", como se estivessem cantando Vamos a la Playa. Mais calada, a torcida brasileira preferiu dirigir seus xingamentos à presidenta da República Dilma Rousseff.
Aos 23 minutos, a Alemanha fez o sexto gol, desta vez com Schuerrle, que tinha entrado no jogo há apenas dez minutos. O mesmo Schuerrle ainda fez um belo gol, aos 33 minutos, sem chance para o goleiro Julio Cesar. Após mais um gol, a torcida brasileira passou a apoiar a Alemanha, gritando olé a todo momento em que os jogadores alemães tocavam na bola. Já no último minuto de jogo, Oscar fez o único gol brasileiro, animando a torcida brasileira que ainda se mantinha no Mineirão. Apesar da derrota, ao fim do jogo os torcedores voltaram a gritar “Sou brasileiro, com muito orgulho e muito amor”.
Fonte - Agência Brasil  08/07/2014

domingo, 6 de julho de 2014

CBF pede à Fifa punição de Zuñiga por lance contra Neymar

Copa no Brasil

Durante o jogo entre Brasil e Colômbia, na sexta-feira (4), Neymar levou uma joelhada na região lombar e quebrou uma vértebra. O tempo de recuperação será de aproximadamente 45 dias.

Da Agência Brasil
foto - ilustração
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) confirmou hoje (6) que pediu à Comissão Disciplinar da Federação Internacional de Futebol (Fifa) que o jogador colombiano Camilo Zuñiga seja punido pela agressão que tirou o jogador Neymar da Copa do Mundo. Durante o jogo entre Brasil e Colômbia, na sexta-feira (4), Neymar levou uma joelhada na região lombar e quebrou uma vértebra. O tempo de recuperação será de aproximadamente 45 dias.
No fim da partida, Zuñiga declarou que a pancada foi uma jogada normal e lamentou a contusão do jogador brasileiro. “Te admiro, respeito e considero um dos melhores jogadores do mundo. Espero sua recuperação para que continue a ver o futebol como um esporte cheio de virtudes e qualidades, que, sem dúvida, sempre pus em prática há mais de 12 anos como jogador profissional", disse o colombiano, por meio de uma rede social.
A CBF também pediu à Fifa a anulação do cartão amarelo recebido pelo zagueiro Thiago Silva, na partida contra a Colômbia. Ele está fora da semifinal contra a Alemanha, na próxima terça-feira (8), por ter recebido o terceiro cartão seguido na competição.
Fonte - Agência Brasil  06/07/2014

sábado, 5 de julho de 2014

Torcida holandesa volta a pintar de laranja o centro histórico de Salvador

Copa no Brasil

"É um grande prazer para a torcida holandesa estar de volta a Salvador", disse o cônsul da Holanda na Bahia, Egbert Bloemsma. Como aconteceu antes do jogo Holanda x Espanha, no dia 13 de junho, os holandeses vão fazer a festa Orange Square, no Terreiro de Jesus, e a Marcha Laranja, a partir de 14h, pelas ruas do Centro Antigo da cidade até a Fonte Nova.

TB
foto ilustração - gov.com
Mais de 3 mil torcedores holandeses estão em Salvador para o jogo Holanda x Costa Rica, neste sábado (5/7), às 17h, na Arena Fonte Nova. A informação é do dirigente do Supportersclub Orange, Rob Polderman.
"É um grande prazer para a torcida holandesa estar de volta a Salvador", disse o cônsul da Holanda na Bahia, Egbert Bloemsma. Como aconteceu antes do jogo Holanda x Espanha, no dia 13 de junho, os holandeses vão fazer a festa Orange Square, no Terreiro de Jesus, e a Marcha Laranja, a partir de 14h, pelas ruas do Centro Antigo da cidade até a Fonte Nova.
A Orange Square será animada por um coreto elétrico e DJs holandeses. A marcha sai do Terreiro, seguindo pela Rua da Ajuda, Praça Castro Alves, Avenida Sete de Setembro (pela contramão), Campo da Pólvora e Fonte Nova, puxada pelo ônibus laranja, com uma orquestra de metais, e carreata com automóveis que foram transportados de navio da Holanda até Nova York e de lá vieram por terra para o Brasil.
Polderman lembrou do sucesso da festa e da marcha no jogo contra a Espanha e garantiu que isso será repetido no sábado. Segundo ele, em todas as cidades brasileiras por onde os holandeses passaram a receptividade foi boa e a cooperação também, exceto em São Paulo, onde não foi possível fazer a festa. "Salvador é um cidade laranja e ficará para sempre em nossos corações", disse.
A assessora do Escritório da Copa da Prefeitura de Salvador, Liana Oliva, lembrou que a presença da torcida holandesa em Salvador começou a ser planejada em outubro de 2013, com a pesquisa dos locais onde poderiam ser realizadas a festa e a marcha.
Sobre o desempenho da seleção da Holandesa em Copas do Mundo, três vezes vice-campeã, Polderman e o tesoureiro do Supportersclub Orange, Theo Pouw, acreditam que desta vez o final será diferente. "Já eliminamos a Espanha (vencedora da final de 2010) e esperamos a Argentina (vencedora da final de 1978) em São Paulo", brincaram.
Fonte - Tribuna da Bahia  05/072014

Imprensa internacional dá destaque à lesão e à saída de Neymar da Copa

Copa no Brasil

A imprensa argentina superou a tradicional rivalidade com o Brasil e um de seus principais jornais esportivos lamenta o desfalque para os próximos jogos do Mundial. - Na capa do jornal Olé, da Argentina, o título "Todos com Você" abre a matéria em que é relatada a "noite terrível para todo o Brasil".

Carolina Sarres
Repórter da Agência Brasil 

A lesão de Neymar e a notícia de que o jogador está fora desta Copa do Mundo teve repercussão na imprensa em todo o mundo. Nas páginas da internet de vários jornais internacionais, o assunto estampa a capa ou tem lugar de destaque. A imprensa argentina superou a tradicional rivalidade com o Brasil e um de seus principais jornais esportivos lamenta o desfalque para os próximos jogos do Mundial.
Na capa do jornal Olé, da Argentina, o título "Todos com Você" abre a matéria em que é relatada a "noite terrível para todo o Brasil". De acordo com a publicação, a alegria do triunfo sobre a Colômbia pelas quartas de final ontem (4) durou pouco, uma vez que, logo após o jogo, foi confirmada a lesão na lombar que tirou Neymar do Mundial. A impossibilidade de o jogador se recuperar para participar da Copa é descrita pelo jornal como uma "baixa" no time do técnico Luiz Felipe Scolari.
Na página de outro diário argentino, o Clarín, há fotos de Neymar em campo e notícias sobre o jogo de ontem e a solidariedade do mundo do esporte ao jogador.
Segundo o jornal norte-americano The New York Times (NYT), “Neymar trouxe muita alegria aos brasileiros nas últimas semanas, mas todos [o jogador e os brasileiros] tiveram muita dor na noite de sexta-feira”. Para a publicação, a Copa do Mundo mudou irrevogavelmente por causa de um joelho – o do jogador número 18 da Colômbia, Juan Camilo Zúñiga, que atingiu as costas do brasileiro.
“Muitos brasileiros consideraram a possibilidade de perder a competição, mas perder ou ganhar sem Neymar não fazia parte do cenário”, disse o NYT.
Em um dos principais jornais espanhóis, o El País, a saída do camisa 10 da seleção brasileira foi descrita como “um lance que não parecia tão grave”. No título da matéria sobre o tema, “O Brasil sente as dores de Neymar”.
Na versão online do jornal Der Spiegel, da Alemanha - próximo adversário do Brasil -, a notícia é a de que fãs e companheiros de time ficaram chocados com a lesão do jogador. O jornal descreve o choro do zagueiro David Luiz, colega de seleção de Neymar, ao saber do diagnóstico do camisa 10.
O Der Spiegel também menciona a solidariedade do argentino Lionel Messi, que joga com Neymar no Barcelona. Em sua conta pessoal no Facebook, Messi publicou uma mensagem desejando rápida recuperação ao colega de time. O jornal ainda menciona a mensagem da presidenta Dilma Rousseff, no Twitter, torcendo pela recuperação do jogador.
Desde ontem, o assunto está entre os mais comentados em redes sociais. No Twitter, as hashtags#ForçaNeymar e #FifaOCamisa18daColombiaMereceSerPunido estão no topo dos assuntos do momento - os trending topics. No Facebook, fãs publicam fotos com mensagens de apoio e explicações sobre a lesão na terceira vértebra do camisa 10 da seleção.
Fonte - Agência Brasil  05/07/2014

Brasil vence Colômbia e vai enfrentar a Alemanha na semifinal

Copa no Brasil

A seleção brasileira abriu o placar logo nos seis minutos do primeiro tempo, no Estádio Castelão, em Fortaleza. O primeiro gol foi feito pelo capitão Thiago Silva, que levou um cartão amarelo no segundo tempo. Com dois cartões amarelos recebidos na Copa, o capitão está fora do jogo contra a Alemanha.

Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil 

O Brasil está classificado para a semifinal e joga contra a Alemanha, no próximo dia 8, no Mineirão, em Belo Horizonte. Hoje (4), o Brasil marcou dois gols e a Colômbia, um. Com o resultado desse jogo, o Brasil voltou às semifinais depois de 12 anos. A última vez que o país passou para a semifinal foi em 2002. Nessa Copa, o Brasil conquistou o quinto título mundial ao vencer a Alemanha, na final.
A seleção brasileira abriu o placar logo nos seis minutos do primeiro tempo, no Estádio Castelão, em Fortaleza. O primeiro gol foi feito pelo capitão Thiago Silva, que levou um cartão amarelo no segundo tempo. Com dois cartões amarelos recebidos na Copa, o capitão está fora do jogo contra a Alemanha.
Aos 23 minutos do segundo tempo, o zagueiro brasileiro David Luiz marcou gol para o Brasil contra a seleção da Colômbia Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Aos 23 minutos do segundo tempo, o zagueiro brasileiro David Luiz marcou gol para o Brasil, ao fazer uma cobrança de falta, com a bola passando pela barreira. Bem que o goleiro David Ospina tentou, mas não conseguiu alcançar a bola lançada pelo zagueiro.
O gol da Colômbia veio depois da marcação de pênalti. James Rodríguez foi derrubado por Julio Cesar, que levou cartão amarelo. Antes desse gol, o colombiano Mario Yepes chegou a balançar a rede, mas o árbitro Carlos Velasco marcou impedimento.
O árbitro espanhol também deu cartão amarelo para os jogadores colombianos Mario Yepes e James Rodríguez.
Na parte final do jogo, Neymar deixou o campo após ser atingido com uma joelhada nas costas por um jogador colombiano. Ele deixou a partida de maca, demonstrando sentir dor.
Fonte - Agência Brasil  04/07/2014

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Bicicleteiros lucram com transporte alternativo até o Castelão


Copa no Brasil

Para chegar menos suados, ou mais rápido ao Castelão, torcedores brasileiros e colombianos pagam entre R$ 5 e R$ 10 por pessoa, dependendo da demanda no momento e da paciência na negociação para economizar o esforço da caminhada e usá-lo para cantar e gritar nas arquibancadas do estádio.

Danilo Macedo 
Repórter da Agência Brasil 
Torcedores pagam de R$ 5 a R$ 10 por "carona"
de bicicleta até Estádio do Castelão
Repórter Danilo Macedo/Agência Brasil
Com o bloqueio para a passagem de veículos não credenciados pela Federação Internacional de Futebol (Fifa) em uma área de 2 quilômetros em volta do Estádio Castelão, em Fortaleza, onde o Brasil enfrenta a Colômbia às 17h de hoje (4), alguns moradores locais usaram a criatividade para ganhar dinheiro no último jogo da Copa do Mundo na cidade. Com sol forte e temperatura em torno de 29 graus Celsius, bicicleteiros oferecem transporte alternativo na garupa de bicicletas, triciclos e até quadriciclos, todos movidos unicamente a pedaladas.
Para chegar menos suados, ou mais rápido ao Castelão, torcedores brasileiros e colombianos pagam entre R$ 5 e R$ 10 por pessoa, dependendo da demanda no momento e da paciência na negociação para economizar o esforço da caminhada e usá-lo para cantar e gritar nas arquibancadas do estádio.
Além dos bicicleteiros, os botecos nas proximidades do Castelão também faturam bem. Como o próximo adversário do Brasil, em caso de vitória sobre a Colômbia, saiu do jogo das 13h, no qual a Alemanha venceu a França, muitos torcedores que foram mais cedo ao estádio para evitar congestionamentos, aproveitaram os estabelecimentos com televisores transmitindo a partida dos rivais.
Apesar de o jogo ainda não ser o do Brasil, como já estavam reunidos próximo ao Castelão, que só teve os portões abertos às 14h, os torcedores aproveitaram para confraternizar, ensaiar gritos e cantos para incentivar os jogadores brasileiros e pressionar a equipe colombiana, uma das sensações desta Copa.
Fonte - Agência Brasil  04/07/2014

Duelos continentais marcam o início das quartas de final

Copa no Brasil

Serão nove títulos mundiais em campo ao longo do dia. Independentemente do que acontecer, é certo que pelo menos um campeão mundial se despede da Copa nesta sexta-feira.

Marcelo Brandão* 
Repórter da Agência Brasil 
Ag.Brasil
As quartas de final da Copa do Mundo começam hoje (4) com dois duelos entre rivais continentais. O Brasil enfrenta a Colômbia às 17h, horário de Brasília, em Fortaleza. Às 13h, no Rio de Janeiro, Alemanha e França disputam uma vaga na fase seguinte. Serão nove títulos mundiais em campo ao longo do dia. Independentemente do que acontecer, é certo que pelo menos um campeão mundial se despede da Copa nesta sexta-feira.
Depois de uma partida de oitavas de final que quase deixou o país à beira de um colapso nervoso, o Brasil precisará corrigir algumas falhas para o jogo com a Colômbia. Com a saída de Luiz Gustavo, suspenso em virtude do segundo cartão amarelo recebido no torneio, o volante Paulinho volta ao time e reassume a vaga perdida no jogo contra o Chile. Fernandinho, que ganhou a vaga na última partida, fará o papel de Luiz Gustavo como primeiro volante.
Com isso, o time pode ganhar mais poder ofensivo, já que Paulinho sobe melhor ao ataque do que seu companheiro suspenso. A preocupação é se Fernandinho terá desempenho semelhante ao de Luiz Gustavo, que tem se destacado pela boa proteção da defesa. Parar os habilidosos James Rodrígues e Cuadrado, da Colômbia, é fundamental para garantir a rede brasileira intacta.
A Colômbia foi o time mais regular do torneio até agora, a única seleção que ainda não deu qualquer susto em seus torcedores e tem enchido os olhos do público mais do que se poderia imaginar. Após uma primeira fase irrepreensível, eliminou o Uruguai com facilidade. Mesmo sem o atacante Suárez, suspenso pela Federação Internacional de Futebol (Fifa) após morder um jogador adversário durante a partida contra a Itália, esperava-se mais de um Uruguai que pouco ameaçou o gol de Ospina.
Apesar de ter menos tradição que o Brasil, a história recente mostra equilíbrio entre as duas seleções. Nos últimos quatro confrontos, foram quatro empates. A Colômbia já tem a melhor participação de sua história em copas, e seu desempenho no Brasil se notabiliza ainda mais por estar fora de copas há 16 anos. A última participação foi em 1998, na França, quando caiu na primeira fase.
Alemães e franceses farão a primeira partida desta fase da Copa, no Maracanã. As atuações dos dois times, no entanto, têm sido irregulares. Após boas exibições na fase de grupos, as partidas de ambos nas oitavas de final não convenceram plenamente as torcidas. Enquanto os franceses foram dominados pela Nigéria durante quase todo o primeiro tempo, antes de vencer o jogo no final da segunda etapa, a Alemanha sofreu com os contra-ataques da Argélia durante todo o tempo normal, e só conseguiu marcar os gols da vitória na prorrogação.
Alemanha e França será o único jogo das quartas de final envolvendo dois campeões mundiais. O jogo de hoje marcará o quarto encontro entre os dois países em uma Copa. A primeira vez foi na disputa do terceiro lugar na Copa de 1958, na Suécia, com vitória dos franceses.
A Alemanha daria o troco em 1982. O jogo valeu pelas semifinais, e foi a primeira vez em copas que um jogo foi definido em cobranças de pênaltis. No terceiro encontro, a Alemanha voltaria a vencer, nas semifinais da Copa de 1986. Curiosamente, toda as vezes que a Alemanha venceu os franceses, terminou como vice-campeã do Mundial.
Os vencedores dos jogos de hoje vão se enfrentar nas semifinais, garantindo a partida de número 220 entre seleções dos dois continentes. Os sul-americanos levam vantagem, tendo vencido 91 jogos e perdido 79. Foram 49 empates, sendo sete deles desempatados nos pênaltis, com cinco vitórias sul-americanas e duas europeias.
*Colaborou Eurico Tavares
Fonte - Agência Brasil  04/07/2014

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Presença de campeões mundiais e surpresas marcam quartas de final

Copa no Brasil

Brasil, Alemanha, França e Argentina – na busca por mais uma taça. Também estão na disputa a Holanda, Bélgica, Colômbia e Costa Rica. Todas essas seleções terminaram em primeiro lugar em seus grupos. É a primeira vez que isso ocorre desde o Mundial de 1986, quando o sistema de oitavas de final passou a ser adotado após a fase de grupos.

Marcelo Brandão 
Repórter da Agência Brasil 
Brasil e Colômbia jogam pelas quartas de final
no Estádio Castelão, em Fortaleza
 Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Começam amanhã (4) as quartas de final da Copa do Mundo. Das 32 seleções que começaram o torneio, restam apenas oito, entre elas quatro campeãs do mundo – Brasil, Alemanha, França e Argentina – na busca por mais uma taça. Também estão na disputa a Holanda, Bélgica, Colômbia e Costa Rica. Todas essas seleções terminaram em primeiro lugar em seus grupos. É a primeira vez que isso ocorre desde o Mundial de 1986, quando o sistema de oitavas de final passou a ser adotado após a fase de grupos.
Apesar de credenciadas por títulos mundiais, as quatro campeãs não encheram os olhos do público, como têm feito a Colômbia e a Costa Rica, as surpresas do torneio. Mesmo que não passe pela favorita Holanda, o time costarriquenho já fez grande papel em campos brasileiros.
A Costa Rica terminou a primeira fase na liderança de um grupo que tinha o Uruguai, a Inglaterra e a Itália, apresentando um futebol convincente. O meio-campista Ruiz e o atacante Campbell são destaques da equipe que destronou campeãs mundiais e que, independentemente do que ocorrer no próximo sábado (5), será recebida com festa nas ruas de San José, a capital do país.
A Colômbia foi o time mais regular do torneio até agora, a única seleção que ainda não deu qualquer susto em seus torcedores e que tem enchido os olhos do público mais do que se imaginava. Após uma primeira fase irrepreensível, eliminou o Uruguai com facilidade. Mesmo semo atacante Suárez, suspenso pela Federação Internacional de Futebol após morder um jogador adversário durante a partida contra a Itália, esperava-se mais de um Uruguai que pouco ameaçou o gol de Ospina.
O Brasil deverá ter muito trabalho. Ter a torcida ao seu lado ou a presença da camisa canarinho em campo não garantirá o passaporte para as semifinais. Depois de uma partida difícil de oitavas de final contra o Chile, o Brasil precisará corrigir falhas para o jogo de amanhã (4) na Arena Castelão, em Fortaleza. Os brasileiros torcem para que o técnico Luiz Felipe Scolari tenha a receita para parar os habilidosos James Rodríguez e Cuadrado.
Alemães e franceses farão a primeira partida desta fase da Copa, no Maracanã. As atuações dos dois times, no entanto, têm sido irregulares. As partidas de ambos nas oitavas de final não convenceram plenamente a torcida. Enquanto os franceses foram dominados pela Nigéria durante quase todo o primeiro tempo antes de vencer o jogo no final da segunda etapa, a Alemanha sofreu com os contra-ataques da Argélia durante todo o tempo normal e só conseguiu marcar os gols da vitória na prorrogação.
A Holanda é favorita a vencer a Costa Rica, mas a partida contra o México, na fase anterior, mostrou que o time de Robben e Sneijder tem deficiências que podem ser exploradas pelo time da América Central. O torcedor holandês sabe que será difícil contar, mais uma vez, com dois gols salvadores nos últimos minutos, como ocorreu no jogo anterior.
Os torcedores brasileiros e argentinos ainda esperam uma grande atuação de suas seleções. Embora demonstrem otimismo após cada vitória, os argentinos ainda não viram um futebol à altura de seus jogadores. A vitória argentina sobre a Suíça nos últimos minutos foi, possivelmente, a melhor partida da equipe do técnico Alejandro Sabella.
Os “Diabos Vermelhos” vão, pela primeira vez nesta Copa, entrar em campo sem favoritismo, dispensado aos argentinos. Vencedora de todas as partidas na fase de grupos, a Bélgica chegou às quartas de final após uma partida sofrida contra os Estados Unidos,decidida apenas na prorrogação.Os contra-ataques em velocidade, com Lukaku, Origi e De Bruyne, podem ser uma arma contra a defesa argentina.
Fonte - Agência Brasil  03/07/2014

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Copa é indiscutivelmente um grande sucesso, diz Blatter

Copa no Brasil

Blatter participou da abertura do 3º Seminário de Gestão Esportiva da Fundação Getulio Vargas em parceria com a Fifa Master Alumni Association. "Só tenho a agradecer aos brasileiros por terem aceitado a Copa". E questionou "onde está a ira social?", em referência aos protestos contra o Mundial.

Vinícius Lisboa 
Repórter da Agência Brasil
Copa é indiscutivelmente um grande sucesso,
 diz presidente da Fifa Joseph Blatter
Tânia Rêgo/Agência Brasil
O presidente da Federação Internacional de Futebol (Fifa), Joseph Blatter disse hoje (2), que a Copa do Mundo no Brasil é "indiscutivelmente, um grande sucesso". Blatter participou da abertura do 3º Seminário de Gestão Esportiva da Fundação Getulio Vargas em parceria com a Fifa Master Alumni Association. "Só tenho a agradecer aos brasileiros por terem aceitado a Copa". E questionou "onde está a ira social?", em referência aos protestos contra o Mundial.
"É lógico que ainda temos oito jogos pela frente. Vamos cruzar nossos dedos para que os outros sejam no mesmo padrão e na mesma atmosfera. A imprensa internacional já está dizendo que nada deu errado. Tudo está certo. Não vou dizer perfeito porque nada é perfeito, mas os estádios estão magníficos. O que foi construído é maravilhoso", disse o presidente da Fifa, que resumiu: "Não poderia estar mais feliz no momento".
Copa é indiscutivelmente um grande sucesso, diz presidente da Fifa Joseph BlatterTânia Rêgo/Agência Brasil
Blatter explicou que deve se reunir em breve com árbitros e técnicos para discutir aprimoramentos tecnológicos para o futebol, mudanças que ficarão para depois do Mundial. O dirigente também comemorou a inclusão do futebol em países sem tradição no esporte, como a Índia e China, que passarão a ter ligas profissionais neste ano.
Outro ponto comemorado pela Fifa foi a competitividade dos jogos, que tem recorrentemente chegados à prorrogação: "Não há mais nações dominantes no futebol. Isso acabou. Estão todos no mesmo nível, porque o nível aumentou. O futebol cresceu", disse Blatter.
Do lado de fora do evento, que aconteceu no centro do Rio, manifestantes promoveram um ato de escracho, usando cartazes com xingamentos contra a Fifa e questionando lucros da entidade, gastos públicos com o evento e violações aos direitos humanos em comunidades carentes, que, segundo eles, estariam relacionadas à Copa.
Fonte - Agência Brasil   02/07/2014

terça-feira, 1 de julho de 2014

Argentina vai às quartas de final com gol a três minutos do fim da prorrogação

Copa no Brasil

Gol a três minutos do fim da prorrogação leva Argentina às quartas de final. - Argentina conseguiu se classificar para as quartas de final da Copa do Mundo, eliminando a Suíça. 

Elaine Patricia Cruz 
Repórter da Agência Brasil 
Ag. Brasil
Foi sofrido, mas, com um gol marcado por Di María aos 12 minutos da segunda etapa da prorrogação, a Argentina conseguiu se classificar para as quartas de final da Copa do Mundo, eliminando a Suíça. Agora, a Argentina espera o vencedor do jogo entre a Bélgica e os Estados Unidos, que jogam ainda hoje (1º), às 17h, em Salvador, para conhecer seu adversário na próxima etapa do Mundial.
Argentinos e brasileiros constituíam a maior parte dos torcedores no Itaquerão, palco da partida, mas havia também um bom número de suíços no estádio.
A festa no primeiro tempo foi dominada pelos argentinos, que cantavam, gritavam e pulavam nas arquibancadas. Para provocar os argentinos e acirrar a rivalidade futebolística, em duas oportunidades, os brasileiros arriscaram um coro de “pentacampeão” no estádio: no primeiro e no segundo tempos. Também houve provocações de brasileiros enaltecendo Pelé e criticando Maradona, maior ídolo do futebol argentino. Na segunda etapa, a torcida argentina calou-se, voltando a se manifestar apeas na prorrogação.
O jogo começou com muita disputa no meio de campo. Só aos 7 minutos é que surgiu uma bela jogada, com o suíço Mehmedi arrancando os primeiros gritos e aplausos da torcida no estádio. A defesa argentina afastou o perigo. A Argentina, por sua vez, só conseguiu dar o primeiro chute a gol aos 12 minutos, com Messi, para defesa fácil do goleiro Benaglio.
Aos 24 minutos, em cobrança de falta na área suíça, Messi levantou a bola para Higuaín, de cabeça, mandar por cima do gol. Aos 26 minutos, a Suíça respondeu, mas o goleiro Romero afastou o perigo, tirando a bola com o pé.
A Argentina teve o maior tempo de bola no primeiro tempo, mas as principais jogadas – e mais perigosas – foram da Suíça. A principal delas ocorreu aos 38 minutos, colocando o estádio em êxtase: Shaqiri fez uma bela jogada e tocou a bola para Drmic que, completamente sozinho, tentou encobrir o goleiro, mas acabou tocando fraco, permitindo a defesa de Romero. Dois minutos depois, quando os argentinos tocavam a bola no campo de ataque, começaram as primeiras vaias no estádio.
Na segunda etapa, a Argentina voltou pressionando, mas a melhor jogada foi da Suíça, aos 5 minutos, novamente com Shaqiri tocando para Drmic, que chutou mal e perdeu nova oportunidade de gol.
Depois disso, a equipe de Messi dominou o jogo, embora tenha criando poucas chances de gol. Aos 13 minutos, após triangulação na grande área, o goleiro suíço fez boa defesa em chute de Rojo. Aos 16 minutos, o goleiro fez outra grande defesa em cabeçada de Higuaín, após cruzamento de Rojo. Seis minutos depois, Messi chutou de fora da área, exigindo nova defesa de Benaglio.
Aos 32 minutos, Messi chutou rasteiro e o goleiro espalmou. Na tentativa de recuperar a bola, Benaglio chocou-se com o argentino Palacio. O juiz não marcou falta e a defesa suíça conseguiu colocar a bola para escanteio.
Na primeira etapa da prorrogação, as duas equipes pouco criaram ou arriscaram em busca do gol.
A torcida brasileira, em maior número no estádio, passou então a aproveitar o momento de tensão e silêncio dos argentinos para gritar olé a todo momento em que a seleção suíça tocava na bola. Na segunda etapa, a Argentina voltou a pressionar a Suíça. Logo aos três minutos, Di María deu um belo chute da entrada da área, que exigiu boa defesa de Benaglio. O gol, porém, só veio aos 12 minutos da segunda etapa da prorrogação: Di María, o mais ativo jogador argentino, recebeu a bola de Messi e mandou para o fundo da rede, fazendo o único gol do jogo.
No minuto seguinte, a Suíça teve a chance do empate, mas a cabeçada de Dzemaili tocou no travessão. Já nos acréscimos da prorrogação, o juiz marcou uma falta perigosa, quase na entrada da grande área para a Suíça, mas Shaqiri cobrou em cima da barreira.
Fonte - Agência Brasil   01/07/2014

STF nega pedido para liberar protesto ideológico em estádios da Copa

Copa no Brasil

Por 8 votos a 2, os ministros decidiram manter a validade do Artigo 28 da Lei Geral da Copa (Lei 12.663/2012), que proíbe a entrada de cartazes, bandeiras e símbolos com mensagens ofensivas. O partido alegou no STF que a regra impede a liberdade de pensamento, direito garantido pela Constituição Federal.

Da Agência Brasil
foto - ilustrção
O Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou pedido de liminar feito pelo PSDB para permitir manifestações ideológicas de torcedores dentro dos estádios que abrigam partidas da Copa do Mundo. Por 8 votos a 2, os ministros decidiram manter a validade do Artigo 28 da Lei Geral da Copa (Lei 12.663/2012), que proíbe a entrada de cartazes, bandeiras e símbolos com mensagens ofensivas. O partido alegou no STF que a regra impede a liberdade de pensamento, direito garantido pela Constituição Federal.
A maioria dos ministros seguiu voto do relator da medida cautelar, ministro Gilmar Mendes, que rejeitou o pedido por entender que a lei não limita a liberdade de expressão e foi elaborada para prevenir confrontos dentro do estádio. O voto do relator foi seguido pelos ministros Luís Roberto Barroso, Teori Zavacki, Rosa Weber, Luiz Fux, Dias Toffoli, Cármen Lúcia e Ricardo Lewandowski.
O presidente da Corte, Joaquim Barbosa, e o ministro Marco Aurélio votaram a favor dos argumentos apresentados pelo PSDB. Para Barbosa, a manifestação ideológica dos torcedores não pode ser impedida. “Não há razão para restringir a expressão do público nos jogos da Copa ao que a organização e o governo entendem como adequado”, disse o ministro
Fonte - Agência Brasil   01/07/2014

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Copa: Quebrou a cara quem "apostou contra" por cálculo político - Bob Fernandes

Copa no Brasil



Bob Fernandes

"Imagina na Copa!" Por anos esse bordão carregou a promessa e o medo do fracasso, da vergonha.
A Copa traria o caos, aéreo e urbano, o vexame diante do mundo ...Tudo, inclusive de ruim, ainda pode acontecer.
Mas, até aqui, o que dizem "os estrangeiros", que alguns brasileiros tanto temiam?... Ou buscaram influenciar.
O Guardian, o grande jornal inglês, já aposta: "Pode ser a melhor (...) e a mais emocionante Copa da história".
O Telegraph conta que passou por 6 aeroportos, "na maioria excelentes", e lamentou "as histórias de terror" pré-Copa.
Mundo afora a mídia revê suas opiniões e repete... "uma linda festa ... a grande Copa... a melhor da história...".
E, claro, a mídia honesta mostra os protestos. Lembra que o Brasil é desigual, injusto, que moradores foram desalojados por conta da Copa e Olimpíadas.
Imprensa séria registra que tanto o governo federal como governos da oposição se irmanaram na bilionária farra dos estádios.
Qualquer um, óbvio, tem o direito de ser a favor ou contra a Copa. Não faltam motivos.
Mas quem apostou contra apenas por cálculo político errou, e quebrou a cara.
Dizer agora que o catastrofismo foi obra da imprensa estrangeira é cinismo. É dobrar a aposta na falta de inteligência de quem recebe informações.
Técnicos, como Capello, dizem: "É a Copa de maior nível técnico da história". Capello resumiu: no imaginário do planeta futebol, o "estádio do mundo é o Maracanã".
O alemão Podolski escreveu: "Não teria melhor lugar para uma Copa (...) o país do futebol".
Certamente por isso jogadores e seleções estão jogando tudo que sabem... Muitos, até mais do que podem.
Até aqui uma seleção não jogou futebol à altura da sua história e conquistas: o Brasil.
Por muitos motivos... inclusive a descomunal tarefa de carregar um país, um povo nas costas.
Povo que por anos repetiu um bordão: "Imagina na Copa!"