UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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sexta-feira, 19 de julho de 2019

A cidade de Mendonça na Argentina apresenta 18 ônibus elétricos novos a bateria

Ônibus  🚌

São 12 ônibus  K9  com de 12 m de comprimento, fornecidos pela fabricante BYD de Shenzhen na China, e mais seis que foram fornecidos pelo fabricante local Corven, em parceria com a Zhong Tong Bus Holding Co.

Com informações do MetroReport
foto - byd.com
A STM,operadora de ônibus e veículos leves sobre trilhos de Mendoza na Argentina,apresentou no dia 11 de julho os 18 novos ônibus elétricos a bateria .Todos são equipados com baterias de lítio-fosfato de ferro.
São 12 ônibus  K9  com de 12 m de comprimento, fornecidos pela fabricante BYD de Shenzhen na China, equipados com baterias da própria empresa fabricante dos ônibus. Os outros seis foram fornecidos pelo fabricante local Corven, em parceria com a Zhong Tong Bus Holding Co., sediada em Liaocheng,estes são equipados com baterias da CATL.
Fonte - Metro Report  19/07/2019

terça-feira, 15 de maio de 2018

Não chores por mim, Argentina

Ponto de Vista  🔍

Todo o esforço político e diplomático para construção do Mercosul se converteu em importante passo para a superação desse tipo de rivalidade. Estão aí os grandes meios de comunicação a estimular competições que pululam no imaginário popular, como aquelas famosas entre Maradona e Pelé, Messi e Neymar, para ficar apenas em alguns exemplos.

Paulo Kliass* - Portogente
foto - ilustração
Toda riqueza que poderia ser proporcionada por uma vizinhança amistosa e um passado colonial com alguns traços comuns às vezes acaba sendo contaminada por algum tipo de disputa, baseada em chauvinismo infantil e sectário. Estão aí os grandes meios de comunicação a estimular competições que pululam no imaginário popular, como aquelas famosas entre Maradona e Pelé, Messi e Neymar, para ficar apenas em alguns exemplos.
Na verdade, todo o esforço político e diplomático para construção do Mercosul se converteu em importante passo para a superação desse tipo de rivalidade. Afinal, tal sentimento insuflado artificialmente em nada contribui para o fortalecimento de uma ação coordenada e unificada em torno do bloco comercial e posteriores avanços rumo a um aprofundamento da unificação econômica.
Mas o fato é que as histórias dos dois países mantêm uma dinâmica que oferece margem para comparações e até mesmo para tentativas - um tanto precipitadas, é forçoso reconhecer - de previsões. Há fenômenos como o surgimento de lideranças como Getúlio Vargas (1882-1954) e Juan Domingo Peron (1895-1974) e suas heranças transformadas em movimentos como o trabalhismo e o peronismo. Ambos os países passaram pelas tristes fases das ditaduras militares latino-americanas, com alguma defasagem entre o Brasil (1964-84) e a Argentina (1966-73 e 1976-83).
Os primeiros anos pós democratização nos dois vizinhos também foram marcados por tentativas de planos de estabilização econômica, inclusive apresentando reformas em seus respectivos padrões monetários. Assim foi com a introdução de novas moedas com o Plano Austral em 1985 na Argentina presidida por Raul Alfonsín e o Plano Cruzado no Brasil de José Sarney em 1986.

Décadas de alternância: lá e cá
O período posterior também foi marcado por algum tipo de sincronicidade. Menem é eleito presidente em 1989 e Collor toma posse no início de 1990. Ambos lançam mão de governos que falam em promover a estabilidade macroeconômica e restaurar a credibilidade da moeda. No Brasil é lançado o Plano Collor sob a responsabilidade de Zélia Cardoso, ao passo que a Argentina adota o Plano de Conversibilidade sob o comando de Domingo Cavallo. Ambos fracassam em suas intenções básicas.
Mais à frente, os dois países conhecem uma importante virada em suas respectivas histórias políticas. Em janeiro de 2003, Lula assume o Palácio do Planalto, com um projeto de governo que incluía uma política econômica voltado à inclusão e uma preocupação com a integração regional, tendo o Mercosul por alicerce. Pouco depois, em maio do mesmo ano, Nestor Kirchner assume a Casa Rosada e as políticas oficiais entre os 2 países parecem caminhar para uma significativa convergência. Além disso, o conjunto dos países da América do Sul parece ingressar em outro patamar de sua própria história, com a eleição de governos orientados para uma política inovadora na região
Mas como tudo tende a acabar em piada aqui nos nossos cantos tupiniquins, uma peça publicitária ficou muito famosa nesse período conturbado da década de 1980. Foi uma forma de retratar essa inquietante similaridade entre os processos políticos, econômicos e sociais no Brasil e na Argentina. Uma propaganda de uma marca de vodka brasileira cunhou a expressão “efeito orloff”. A analogia tinha por base a fala de um dos personagens, que dizia “eu sou você amanhã”. Pronto! Estava montada a explicação meio simplista e determinista para esse intrigante vai-e-vem de processos entre os dois países.

Macri e Temer: a barbárie comum
Um dos capítulos mais recentes dessa epopeia deu-se com a eleição de Maurício Macri nas eleições presidenciais em novembro de 2015. Os grandes meios de comunicação e as elites financeiras pelo mundo afora se regozijavam pela derrota de doze anos de kirchnerismo. Por esse mesma época têm início as articulações golpistas para promover o impedimento inconstitucional de Dilma Roussef, processo esse que seria definitivamente chancelado pelo Senado em agosto de 2016. A mesma imprensa e o mesmo financismo não escondiam a satisfação de ter logrado por fim a um ciclo de catorze anos de governo do PT no poder.
Nos dois episódios o mantra do livre mercado voltou a circular com toda a desenvoltura nos editoriais dos jornais, revistas e canais de televisão. A narrativa que passou a ser construída se referia à necessidade de superar as tentativas de projetos envolvendo algum grau de heterodoxia e desenvolvimentismo nas duas margens do Rio Uruguai. A palavra de ordem do comando financista era colocar um fim a esse período, que acusavam de se caracterizar por populismo e irresponsabilidade. A solução passava por trocar o comando da economia por pessoas “técnicas e competentes”, que não aceitassem se subordinar a interesses políticos. Assim, o Brasil passou a ter dois autênticos representantes do sistema financeiro no núcleo econômico do governo. A Argentina resolveu restaurar seus vínculos de credibilidade com o mercado financeiro e promoveu um acordo de aproximação c om o Fundo Monetário Internacional (FMI).
Os resultados dessa empreitada de retorno ao liberalismo mais atroz estão aí para quem quiser ver. O Brasil deu sequência à estratégia do austericídio e estamos mergulhados na maior recessão de nossa história. A duplinha dinâmica Meirelles & Goldfajn ofereceu ao país um desemprego de 14 milhões de desempregados, o desmonte das políticas públicas e o recorde de falências de empresas. A presença da competência no Ministério da Fazenda e no Banco Central provocou a maior queda do PIB jamais registrada em 2 anos seguidos: mais de 7% de retrocesso durante 2015 e 2016.
E agora a gestão supostamente “competente e profissional” da economia argentina também começa a apresentar sua fatura real. A primeira mudança já havia sido anunciada no final de 2016. Na passagem do ano, veio a demissão do Ministro da Economia, Prat-Gay, oficialmente por não apresentar os resultados esperados por Macri. A área econômica foi dividida em 2 ministérios e Fazenda ficou com Nicolás Dujovne. Mas desde então a política econômica não havia conseguido retomar o crescimento da atividade. O discurso da austeridade não oferecia os instrumentos para recuperar o protagonismo do Estado nessa direção.
Como “los hermanos” enfrentam uma crise mais aguda do que a nossa e não possuem os meios de evitar a contaminação da economia local frente aos ataques especulativos do financismo internacional, o quadro da economia argentina ficou ainda mais tenso ao longo dos últimos dias. O aberturismo e a liberalização irresponsáveis levados a cabo pelo governo Macri deixou o país ainda mais refém dos ataques especulativos dos recursos estrangeiros. E nesse caso, mais uma vez, ficou provado que a dinâmica do capital não se realiza apenas com base em simpatias ou sentimentos por governos, por maiores que sejam os gestos de servilismo dos mesmos. O mais impressionante é que a própria diretora do FMI, Christine Lagarde, saiu-se em imensos elogios ao ajuste liberal conservador da equipe de Macri ainda no mês de março passado, pouco antes dessa reviravolta patrocinada pela especula ção.

Ataque especulativo: o mercado não perdoa
Tendo em vista a incapacidade de Dujovne em cumprir a agenda que o próprio liberalismo de Macri havia acertado com o establishment econômico-financeiro, as chantagens do financismo em promover uma revoada de capitais para fora da Argentina levou o governo a promover uma maxi desvalorização de quase 40% na taxa de câmbio. Essa medida continua sendo considerada insuficiente pela voracidade especulativa, que exige ainda doses mais pesadas contra o peso e a favor do dólar. O jogo é muito pesado! O estoque da dívida externa brasileira é de US$ 40 bilhões, ao passo que o endividamento argentino em moeda estrangeira superou a marca dos US$ 200 bi. O Brasil mantém suas reservas internacionais em US$ 380 bi, ao passo que a Argentina mantém o nível de US$ 56 bi nesse turbilhão em que se encontra.
Como o colchão de liquidez das instituições oficiais argentinas é menos importante que o nosso, a submissão aos interesses do sistema financeiro internacional é mais flagrante. A situação atual é bastante delicada e as perspectivas de superação da crise sem assegurar algum grau de defesa da soberania nacional tornam-se quase uma impossibilidade. Mas essa é uma tarefa que se contradiz totalmente com uma agenda liberal e pró mercado, como aquela que pretendia, demagogicamente, romper com o passado desenvolvimentista da era Kirchner.
Enfim, mais uma vez o efeito Orloff se apresenta para os analistas. Os sinais são variados. A superação de modelos heterodoxos nos dois países. A adoção de agendas e governos pró mercado e de raízes liberais ao extremo no Brasil e na Argentina. E, na sequência, a falência escancarada das equipes econômicas “profissionais e não submetidas à lógica da política” em dar conta da crise. Ao contrário, em ambos os casos assistiu-se a um aprofundamento da recessão e da instabilidade.
Se a lógica do “eu sou você amanhã” realmente fizer algum sentido, cartas podem ser enviadas à redação apresentando palpites e sugestões para o quadro futuro com a realização de eleições presidenciais no Brasil em 2018 e na Argentina em 2019.
*Paulo Kliass é doutor em Economia pela Universidade de Paris 10 e Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental, carreira do governo federal
Fonte - Portogente  15/05/2018

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Marcha Federal contra governo de Macri toma conta das ruas de Buenos Aires

Internacional

Dezenas de milhares de pessoas chegam ao centro de Buenos Aires acompanhando a Marcha Federal, organizada pela Confederação de Trabalhadores da Argentina, que desde 31 de Agosto percorre várias partes do país, informou um dos seus organizadores à agência Sputnik.

Sputnik
Sputnik
"Buenos Aires esta tomada por fileiras que estão entrando por lugares diferentes para chegar ao ponto de concentração", disse o secretário-geral da Confederação, Pablo Micheli.
Segundo ele, cerca de 100 mil pessoas se reunirão na histórica Plaza de Mayo, em frente à sede do governo, para participar da cerimônia de encerramento da campanha de rejeição às políticas de ajuste do presidente Mauricio Macri. A mobilização contou com a participação de organizações sociais e de direitos humanos, além de partidos políticos. "Esta mobilização não vai cair bem para Macri, porque ele vai perceber que os trabalhadores não querem empregos precários ou cortes salariais, nem a remoção de condições de trabalho favoráveis", acrescentou o secretário-geral.
Fonte - Sputnik  02/09/2016

sábado, 13 de agosto de 2016

Crise do Mercosul: que futuro América Latina terá pela frente?

Mercosul

A fase aguda da crise começou no final de julho quando a Venezuela avisou seus parceiros que nos próximos seis meses ela assumiria a presidência desta organização regional.O Brasil, a Argentina e o Paraguai manifestaram a necessidade de consenso entre todos os membros da organização.

Sputnik
Sputnik
De acordo com o regulamento interno, o turno de Caracas chegou. No entanto, o Brasil, a Argentina e o Paraguai manifestaram a necessidade de consenso entre todos os membros da organização. E chamaram a adiar a presidência dos venezuelanos. A situação complicada no país foi considerada a principal razão.
Aleksandr Chichin, diretor da Faculdade das Ciências Econômicas e Sociais da Academia russa de Economia Nacional e Administração Pública, compartilhou a sua opinião com a Rádio Sputnik.
"O Mercosul no momento de sua criação era um bloco promissor mas agora ele está se dissolvendo porque os países que o criaram agora estão em outra posição. Os atuais governantes da Argentina e do Brasil são líderes completamente pró-americanos, por isso eles não se vêm colaborando com um socialista e marxista como é Nicólas Maduro. Neste contexto, o futuro desta união acaba por ser uma grande questão", afirma especialista.
Como a Venezuela é o componente energético da associação, aqui surge a questão: será que, por causa da política, eles querem quebrar os laços econômicos e causar problemas a si mesmo?
Aleksandr Chichin acredita que hoje em dia o Paraguai, o Brasil e a Argentina estão orientados para as associações criadas pelos americanos, como por exemplo, a Parceria Transatlântica ou o Círculo de Pacífico.
"As relações económicas simplesmente entraram em colapso, elas, na verdade já eram fracas. Havia tantos projetos, mas não havia nenhumas ações. E agora, quando os americanos criaram alianças tão atrativas, claro que eles olham para o lado do vizinho do norte", acrescenta o cientista.
Como sublinha Aleksandr Chichin, não vale a pena refletir sobre a economia, visto que politicamente os países já se distanciaram o máximo possível. "Ninguém quer se comunicar com o Maduro, ele está trancado em sua fortaleza".
Ao responder à questão sobre o regime de Maduro, ele disse que, por enquanto, não há manifestações, mas uma vez que começarem, aparecerá a oposição. O que ajuda muito Maduro, destaca Chichin, é que a oposição venezuelana não está unida.
Infelizmente, sublinha o especialista, os países latino-americanas pouco ganharão com a adesão a novos blocos: "É claro, eles vão estar lá como uma quinta roda no carrinho […] Convidar esses países não é um nível de quem irá constituir a base econômica desta parceria. Esta parceria obviamente é dirigida contra a China e a Rússia, para deixá-las de lado. Quanto aos latino-americanos, eles ficaram mais uma vez na periferia, eles queriam se unir, mas não resultou, eles não conseguiram e a união está se dissolvendo".
Fonte - Sputnik  13/08/2016

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Greve geral de 24 horas tem manifestações em 15 cidades na Argentina

Internacional

A greve geral de 24 horas convocada pela Confederação dos Trabalhadores do Estado (ATE) contra as políticas econômica e social do governo do presidente Maurício Macri reuniu nesta quinta-feira, 11, dezenas de milhares de pessoas que foram às ruas em 15 províncias na Argentina.

Sputnik
Sputnik
Além de em Buenos Aires, as manifestações deste quinta-feira ocorreram ocorreram em Salta, Santa Cruz, San juan, Catamarca, Rio Negro, Tucumán, Chaco, Formosa, Corrientes, La Pampa, Esquel, Neuquén, Chubut, Jujuy e Mendoza.
As manifestações contaram com a participação de nove organizações ligadas à educação que integram a Frente Nacional Docente. Além de pedir a reincorporação dos trabalhadores demitidos na iniciativa privada e de servidores, os protestos repudiam também os tarifaços de serviços públicos que vêm sendo anunciados pela nova administração desde o início do ano.
Em alguns casos, as tarifas já aumentaram cerca de 300%, como no caso da energia elétrica, mas outros reajustes substantivos têm sido anunciados também nas contas de gás e no preço da gasolina, além da redução de diversos programas de assistência social criados à época da presidente Cristina Kirchner. Dados da Universidade Católica apontam aumento dos níveis de pobreza, que chegaram a 34,5% da população apenas entre janeiro e março deste ano.
Afora os tarifaços, a inflação tem tirado o sono dos argentinos. Ainda sem ter retomado um índice oficial de inflação nesses sete meses — a atual administração afirma que o índice divulgado pelo Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec) eram manipulados para baixo durante as gestões de Cristina Kirchner —, as referências de estimativas privadas calculam a alta do custo de vida em 43,6% desde janeiro. Só em maio, a inflação teria aumentado 3,5%, conforme o indicador do Congresso, baseado em pesquisas de consultorias econômicas.
Os líderes sindicais dizem que o discurso de Macri para justificar as demissões no serviço público lembram em muito os feitos à época pelo então presidente Fernando Collor no Brasil, que se tornou famoso pela cruzada contra os "marajás". Na Argentina, Macri não tem poupado críticas aos chamados "inhoques", os servidores que ganham e não trabalham. A ATE acusa a imprensa de mentir sobre a real situação dos trabalhadores do Estado.
"Recebemos a notícia com muita indignação (de que mais de 40% dos servidores argentinos ganham sem trabalhar), porque este governo mente. O governo quer construir seu próprio relato para poder justificar o injustificável e preparar novas demissões", disse Hugo Godoy, secretário-geral da ATE, e um dos principais organizadores das manifestações nesta quinta-feira.
Segundo cálculos preliminares dos sindicalistas, desde que Macri assumiu a presidência em dezembro do ano passado, cerca de mil pessoas são demitidas por dia. Por outro lado, os sindicalistas denunciam que, ao contrário da maioria esmagadora da população, órgãos e setores próximos ao novo governo vêm sendo beneficiados por aumentos salariais. Segundo Godoy, níveis gerenciais têm recebido aumentos de salários de até cinco vezes, como no caso da Superintendência de Seguros, ligada ao Ministério da Fazenda, a cargo do ministro Alfonso Prat Gay, um dos mais próximos colaboradores de Macri. Na superintendência, há notícias de salários que receberam aumentos de até 100 mil pesos.
Fonte - Sputnik  11/08/2016

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Argentina reserva hotéis para parte de sua delegação por problemas na Vila Olímpica do Rio

Olimpíadas/Rio 2016

O presidente do COA (Argentina), Gerardo Werthein, disse nesta segunda-feira (25) que a entidade reservou alojamento fora da Vila Olímpica do Rio de Janeiro para parte de sua delegação, devido a problemas de acabamento nas instalações de dois dos cinco andares do complexo destinado à equipe.

Sputnik
Sputnik
O presidente do Comitê Olímpico Argentino (COA), Gerardo Werthein, disse nesta segunda-feira (25) que a entidade reservou alojamento fora da Vila Olímpica do Rio de Janeiro para parte de sua delegação, devido a problemas de acabamento nas instalações de dois dos cinco andares do complexo destinado à equipe.
Segundo Werthein, os problemas “têm a ver basicamente com encanamento e eletricidade”.
Ele disse ainda que, para tomar precauções e garantir o cuidado dos atletas argentinos, o COA decidiu reforçar a equipe com a contratação de veículos e motoristas adicionais, que serão usados para transportar os funcionários e técnicos da delegação que ficarão hospedados em hotéis até a Vila Olímpica.
No domingo (24), o Comitê Olímpico da Austrália disse que a Vila Olímpica não era segura nem estava pronta para o evento que começa no próximo dia 5 de agosto, qualificando o lugar como "inabitável". As delegações de Estados Unidos, da Itália e da Holanda decidiram contratar trabalhadores terceirizados para fazer serviços de acabamento em seus apartamentos.
Fonte - Sputnik  25/07/2016

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Novos trens Alstom entram em operação na Linha H do Metrô de Buenos Aires

Transportes sobre trilhos

Novos trens da Alston com ar condicionado sistema CBTC e suspensão pneumática entram em operação na Linha H do Metrô de Buenos Aires na Argentina.

Da Redação
Railay Gazette
Linha H do metrô Buenos Aires foi reaberto ao tráfego em 04 de julho,apos ter sido fechada por uma semana para o teste final e o treinamento realizado com a nova frota de trens da Alstom.
De acordo com SBASE,a Linha H é o primeiro na rede Buenos Aires a ter uma frota totalmente nova, com ar condicionado,com um lote inicial de 36 carros para operar na rota entre Las Heras e Hospitales.Foram encomendados um total de 120 carros para a linha H, com frenagem regenerativa, CCTV nos carros e suspensão a ar (Pneumática) que se ajusta para a carga dos carro.
A reabertura da Linha H também constitui outra grande marco ", segundo SBASE, pois é a primeira rota em Buenos Aires a ser operada com o sistema de sinalização e controle CBTC,fornecido pela Siemens.
Com informações da Railway Gazette  06/07/2016

sábado, 2 de julho de 2016

Brasil exportará urânio enriquecido pela primeira vez

Ciência &Tecnologia

Enriquecido na fábrica da INB em Resende (RJ), o produto ainda precisa de autorização da Coordenação-Geral de Bens Sensíveis do ministério e da Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen) para completar o processo de exportação, o que deve ocorrer até o fim deste ano. As 4 toneladas serão divididas em três lotes, com teores de enriquecimento de 1,9%, 2,6% e 3,1%.

Da Agência Brasil
Divulgação - INB
A empresa brasileira Indústrias Nucleares do Brasil (INB) exportará urânio enriquecido pela primeira vez. A empresa, vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, firmou acordo com a empresa estatal argentina Combustibles Nucleares Argentinos (Conuar), que prevê o envio de quatro toneladas de pó de dióxido de urânio para a carga inicial de abastecimento de um reator nuclear localizado na cidade de Lima, ao norte de Buenos Aires. O contrato, no valor de US$ 4,5 milhões, foi assinado em junho.
Enriquecido na fábrica da INB em Resende (RJ), o produto ainda precisa de autorização da Coordenação-Geral de Bens Sensíveis do ministério e da Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen) para completar o processo de exportação, o que deve ocorrer até o fim deste ano. As 4 toneladas serão divididas em três lotes, com teores de enriquecimento de 1,9%, 2,6% e 3,1%.
Além do Brasil, o urânio é enriquecido por outros 11 países. A tecnologia usada na unidade da INB em Resende é a de ultracentrifugação para enriquecimento isotópico, desenvolvida pelo Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo em parceria com o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares, autarquia gerida administrativa e tecnicamente pela Cnen.
Segundo o ministério, a exportação não afeta o abastecimento de combustível das centrais nucleares de Angra dos Reis (RJ). Atualmente, a Usina de Enriquecimento tem seis cascatas de ultracentrífugas em operação e atende a cerca de 40% das necessidades de Angra 1.
O acordo com a Argentina não envolve intercâmbio de conhecimento, uma vez que prevê a entrega de um produto pronto, mas abre essa perspectiva. A empresa estatal argentina Invap participa do desenvolvimento do Reator Multipropósito Brasileiro, e os programas nucleares dos dois países são contemporâneos, iniciados na década de 1960.
Criada em 1988, a INB atua na cadeia produtiva do urânio, da mineração à fabricação do combustível que gera energia elétrica nas usinas nucleares. A empresa pública tem sede no Rio de Janeiro e também está presente nos estados da Bahia, Ceará, Minas Gerais e São Paulo.

Marcelo Correia/Divulgação - INB
Urânio
O urânio é um mineral com propriedades físicas de emitir partículas radioativas, a radioatividade. Sua principal aplicação comercial é na geração de energia elétrica, como combustível para os reatores nucleares de potência.
Segundo a INB, o Brasil tem a sétima maior reserva geológica de urânio do mundo, o que permite o suprimento das necessidades domésticas no longo prazo e uma possível disponibilização do excedente para exportação. As reservas estão concentradas nos estados da Bahia, do Ceará, Paraná e de Minas Gerais, com cerca de 309 mil toneladas de concentrado de urânio.
A única mina de urânio em operação no Brasil está em Caetité (BA) e tem capacidade de produzir 400 toneladas de concentrado de urânio por ano. Em 2013, a produção mundial de urânio concentrado foi 70.330 toneladas.
Fonte - Agência Brasil  02/07/2016

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Alstom fornecerá trens para o metrô de Buenos Aires

Transportes sobre trilhos

Os trens serão produzidos na fábrica da Alstom no Brasil e deverão ser entregues em 2017. A Alstom será responsável pela manutenção durante os trens nos dois primeiros anos de operação.

Da Redação
Railway Gazette
O Metrô de Buenos Aires, Sbase, assinou um contrato de € 60 milhões com a Alstom para fornecer 10 composições Metropolis com seis carros cada para operar na Linha D.
Os trens serão produzidos na fábrica da Alstom no Brasil e deverão ser entregues em 2017. A Alstom será responsável pela manutenção durante os trens nos dois primeiros anos de operação.
Cada composição terá capacidade para 1 500 passageiros,e carros com quatro portas. Os trens serão equipados com telas de informação dos passageiros, CCTV e ar-condicionado.
A Alstom iniciou as entregas de 120 carros Metropolis para a Linha H do Metrô em agosto de 2015.
Com informações da Railway Gazette  03/05/2016

quinta-feira, 10 de março de 2016

Dindim, o pinguim, volta à Ilha Grande para visitar o amigo João

Ecologia

Resgatado há cinco anos por João, o pinguim Dindim, que quase morreu após ter o corpo encharcado de óleo em alto-mar, segue fazendo sua peregrinação da Patagônia à Ilha Grande para passar um tempo com o amigo que lhe devolveu a vida.

Sputnik
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Em 2011, quando chegou à Ilha Grande com poucas chances de sobreviver, esse simpático pinguim-de-magalhães foi salvo pelo senhor João Pereira de Souza, um pedreiro aposentado que vive na praia de Provetá, em Angra dos Reis.
Mesmo recuperado, Dindim, que é argentino, criou um laço de amizade tão forte com o brasileiro que não conseguiu ir embora, decidindo ficar por mais algum tempo.
Meses depois de ir embora pela primeira vez, partindo o coração do seu amigo, o animalzinho aproveitou o tempo livre na sua agenda para retornar ao Brasil e matar as saudades.
"No dia que completou quatro meses certinhos, ele chegou aqui na praia. Estava em pé, bem ali. Quando me viu lá no portão, ele já veio com aquela alegria", lembrou João, imitando o som da ave.
Desde então, os dois seguem se encontrando regularmente. Sempre que pode, Dindim volta à Ilha Grande para brincar e curtir uma praia com,seu amigo João.
"Se ele estivesse no meio dos pinguins lá (na Patagônia) e eu chegasse e chamasse 'Dindim!', ele viria direto. Se ele escutar minha fala, ele vem".
Fonte - Sputnik  10/03/2016




quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Milhares de argentinos vão às ruas em protesto contra política do Governo

Internacional

O Governo Macri enfrentou nesta quarta-feira, 24, um de seus maiores desafios, com a realização de protestos em Buenos Aires e por todo o país, não só com críticas às demissões nos setores público e privado mas também com relação à criminalização de manifestações sociais e aos reajustes de tarifas de serviços públicos e de aluguéis.

Sputnik
Sputnik
A convocação de uma greve geral de 24 horas e de manifestações foi feita pela Associação dos Trabalhadores do Estado (ATE) e atendida em Buenos Aires, onde cerca de 50 mil pessoas chegaram a fechar importantes vias do centro, como as Avenidas 9 de Julio, Corrientes e Belgrano, segundo os organizadores.
Protestos contra as negociações feitas pelo Governo com os chamados “fundos abutres” em Nova York, as restrições à venda de minérios, a perseguição política e a prisão de líderes sindicais como a deputada do Parlasul, Milagro Sala, foram verificados também nas Províncias de La Pampa, Jujuy, Chaco, Rosario, La Rioja, Tucumán, Salta, Córdoba, Santa Cruz, Río Negro, Neuquén, Santa Fé, Mendoza e na Terra do Fogo.
O secretário-geral da ATE, Hugo Godoy, calcula que desde a posse do novo Governo mais de 20 mil argentinos perderam seus empregos, metade no serviço público. Os protestos, segundo ele, pedem o aumento imediato de salários, para fazer face aos aumentos de até 300% nas tarifas de gás e energia elétrica e aos aumentos de até 40% nos preços dos aluguéis.
As manifestações desta quarta-feira não registraram incidentes com a polícia, e contaram também com a participação de diversas organizações de defesa dos direitos humanos e sociais. Segundo os organizadores, praticamente todos os setores da economia estão sendo atingidos pelas demissões, em especial a construção civil, a metalurgia, os laboratórios farmacêuticos, o comércio, os frigoríficos, a mineração, a indústria têxtil e o setor de serviços.
Falando ao jornal “El País”, o ministro da Fazenda, Alfonso Prat-Gay, reforçou a ideia de que parte do aumento de 67% na folha de pagamento da União, das províncias e dos municípios, entre a crise de 2002 e 2014, se deveu a empregos dados a militantes kirchneristas: “Não vamos deixar a gordura militante, vamos contratar gente idônea e eliminar os ‘nhoques’ [como são chamados os servidores públicos no país que ganham sem trabalhar].”
Ainda segundo “El País”, os dados revelam a demissão de 26.676 funcionários públicos, sendo 16.697 municipais, 7.109 do Estado nacional e 2.870 das províncias.
Fonte - Sputnik  23/02/2016

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Argentina - Scioli fica na fente, mas disputará segundo turno com Macri

Internacional

Ontem, seis candidatos disputaram o pleito que decidirá o sucessor da presidenta Cristina Kirchner.Daniel Scioli (governista) ganhou por pouco a votação desse domingo (25) e vai ter que enfrentar o candidato da oposição Mauricio Macri, no próximo dia 22 de novembro.

Monica Yanakiew
Correspondente da Agência Brasil/EBC
foto - ilustração/Web
Pela primeira vez na história da Argentina, uma eleição presidencial vai ser decidida no segundo turno: o candidato governista Daniel Scioli ganhou por pouco a votação desse domingo (25) e vai ter que enfrentar o candidato da oposição Mauricio Macri, no próximo dia 22 de novembro. Na madrugada de hoje (26), com 95% das urnas apuradas, Scioli tinha 37% dos votos e Macri, 35%.
Ontem, seis candidatos disputaram o pleito que decidirá o sucessor da presidenta Cristina Kirchner. A eleição é considerada a mais acirrada em 32 anos de democracia. Scioli, atual governador da província de Buenos Aires, foi o mais votado, mas não conseguiu apoio suficiente para garantir a vitória no primeiro turno. Ele ficou 2 pontos na frente de Macri – prefeito da capital, Buenos Aires, e segundo colocado.
“Os números surpreenderam muitos, inclusive os próprios candidatos”, disse o analista político Rosendo Fraga. “Tanto Scioli quanto Macri não tinham discursos preparados para esses resultados”, destacou.
Nesse domingo, o Partido Justicialista (Peronista), de Cristina Kirchner e Daniel Scioli, também sofreu uma importante derrota: pela primeira vez em 28 anos perdeu o governo da província de Buenos Aires, seu tradicional reduto político. Com um território maior que a Itália, Buenos Aires é a maior e mais rica província argentina: concentra um terço do Produto Interno Bruto (PIB) do país e 40% dos eleitores.
Além de presidente e vice, os 32 milhões de eleitores argentinos votaram para eleger 103 deputados federais, 24 senadores, 43 legisladores do Parlamento do Mercosul e os governadores de 11 províncias. María Eugenia Vidal, a jovem candidata do conservador partido PRO (de Macri), foi eleita governadora. Ela vai suceder Scioli, que governou a província durante os últimos oito anos.
O fisioterapeuta Felipe Granja acompanhou a apuração das urnas com a família até as três horas da manhã (4h, horário de Brasília). “Cada um de nós votou num candidato diferente: eu escolhi Macri, meu pai votou em Scioli e meu irmão trabalhou na campanha de Sergio Massa [ex-aliado dos Kirchner, que passou para a oposição e foi terceiro colocado]”, contou. “Nenhum de nós imaginava que ia ter tanta surpresa”, completou.

Prévias
Os eleitores argentinos já tinham votado em agosto nas prévias – que, na Argentina, são abertas, simultâneas e obrigatórias – para escolher os candidatos de cada legenda. A maioria achava que a tendência seria mantida. Há dois meses, Scioli foi o mais votado, com 38%, seguido de Macri, com 30%, e de Massa, com 14%. O candidato governista precisava obter 40% dos votos e ter vantagem de 10 pontos em relação ao segundo colocado, para ser eleito presidente no domingo. Em vez disso, ele perdeu um 1 ponto e Macri avançou 5.
Sergio Massa foi o que mais cresceu: obteve 21% dos votos, 6 pontos a mais do que nas prévias e pode se converter no fiel da balança. A partir de hoje, Scioli e Macri vão tentar conquistar os votos do terceiro colocado, que vai reunir seus partidários para decidir que rumo tomar.

Discurso
“O que aconteceu hoje mudou a política deste país”, disse Macri, no discurso que fez quando já sabia que haveria segundo turno e que tinha conseguido eleger a governadora de Buenos Aires.
Scioli também discursou antes do início da divulgação dos primeiros resultados oficiais. “Existem duas visões de país”, disse, ao comparar a proposta de governo dele (a favor dos planos sociais e contrário à privatização das estatais) com as de Macri (que ele diz querer instalar um modelo econômico neoliberal). “Convoco os indecisos e independentes a se somarem ao meu projeto”, pediu.
A campanha para definir qual dos dois ocupará a Casa Rosada começa nesta segunda-feira. Nos últimos 12 anos, o país foi governado por um casal: primeiro por Nestor Kirchner (2003-2007), depois por Cristina Kirchner, que foi reeleita em 2011, meses após a morte do marido. Nesta eleição, o governo conservou a maioria no Senado e a primeira minoria na Câmara dos Deputados. “Mas a essa altura fazer qualquer previsão sobre o que pode acontecer no dia 22 de novembro é, no mínimo, irresponsável”, disse a analista política Mariel Fornoni.
Fonte - Agência  Brasil  26/10/2015

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Argentina recebe 1º lote de vagões comprados da China

Transportes sobre trilhos

Argentina - O Ministro Florencio Randazzo,visitou o Porto de Buenos Aires no dia 16 de Outubro para inspecionar a chegada dos primeiros 150 novos vagões do total de 3500 comprados da China.

Da Redação
foto - Railway Gazette
Ministro do Interior e Transporte da Argentina Florencio Randazzo, visitou o Porto de Buenos Aires no dia 16 de Outubro para inspecionar a chegada do primeiro lote de 150 novos vagões comprados da China.Alem da compra de 3500 novos vagões e 100 locomotivas diesel,a reforma de 3 000 km de vias,também esta sendo feita através de um empréstimo financiado no valor de US $ 2.47b
O lote inicial é composto por vagões que serão usados no transporte de grãos e vagões que transportarão carvão para a fábrica da  petrolífera estatal e empresa de recursos naturais YPF,em Ensenada próxima de Buenos Aires.
De acordo com Marcelo Bosch, presidente da operadora de transporte de cargas,a estatal Belgrano Cargas y Logística,a China deverá concluir toda a entrega em Junho de 2016.O programa de recuperação da rede ferroviária da Argentina também envolveu a renovação de mais 2 500 vagões em oficinas domésticas, acrescentou.
Com informações da Railway Gazette  19/10/2015

sábado, 29 de agosto de 2015

Metrô de Buenos Aires recebe novos carros Metropolis

Transportes sobre trilhos

Chegam os 6 primeiros dos 120 novos carros Alston Metropolis para a linha H do Metrô de Buenos Aires,os carros são em aço inoxidável com ar-condicionado e equipados com sistema de frenagem regenerativa.   

Railway Gazette
Railway Gazette/Alston Metropolis
Os seis primeiros dos 120 carros Alstom Metropolis adqueridos para a Linha H do metrô Buenos Aires chegaram à cidade no dia 27 de agosto,os carros são em aço inoxidável,com ar-condicionado e equipados com sistema de frenagem regenerativa.

Railway Gazette/CRRC
No dia anterior,foram executados testes nos 10 primeiros dos 105 carros que a CRRC está fornecendo para substituir os veículos Fiat / Materfer em operação na Linha A.Os carros da CRRC também são em aço inoxidável e possuem ar-condicionado.

Em 2013,45 carros fornecidos pela CNR Corp entraram em operação na Linha A, substituindo os antigos carros originais que datam do início do metrô em 1913.
Fonte - Rrailway Gazette 28/08/2015

Tradução e adaptação de texto - Pregopontocom

Original Text - http://www.railwaygazette.com/news/news/cs-america/single-view/view/new-metro-cars-in-buenos-aires.html

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Chega a Argentina o 1º trem DMU (CNR) para Belgrano Sur

Transportes sobre trilhos

Chega a Argentina o 1º dos 27 trens DMU fabricados na China pela CNR que irá operar na rede de trens suburbanos Belgrano Sur.De acordo com o Ministro do Interior e Transportes F.Randazzo, as novas composições estarão operando "em 45 dias".

Railway Gazette
foto - Railway Gazette
O Ministro do Interior e Transporte da Argentina,Florencio Randazzo,visitou no dia 7 de julho o Porto de Buenos Aires para inspecionar o primeiro dos 27 DMU com três carros,encomendados à CNR da China para a rede de trens suburbanos Belgrano Sur.De acordo com Randazzo,as novas composições estarão operando "em 45 dias".
Paralelamente a aquisição da nova frota, Randazzo disse que o governo esta realizando um programa abrangente de reformas da
via férrea com bitola de 1 mm que atende os subúrbios do sudoeste de Buenos Aires incluindo todas as suas 28 estações.
"Estamos fazendo progressos no cumprimento de todos os compromissos que assumimos", disse Randazzo.
Fonte - Railway Gazette  08/07/2015

Tradução e adaptação de texto - Pregopontocom

Original text - http://www.railwaygazette.com/news/passenger/single-view/view/first-belgrano-sur-dmus-arrive.html

foto - Railway Gazette
foto - Railway Gazette



quarta-feira, 27 de maio de 2015

Obras da extensão da 'Linha E' do Metrô de Buenos Aires estão quase concluídas

Transportes sobre trilhos/Internacional

O ministro do Interior e Transporte da Argentina,visitou no dia 26 de maio a extensão da Linha E do metrô em Buenos Aires de Bolívar para Retiro,as obras civis já em faze de conclusão custaram 1-2 bilhões de pesos.

Railway Gazette
Railway Gazette
O ministro do Interior e Transporte da Argentina,Florencio Randazzo,visitou no dia 26 de maio em Buenos Aires, a extensão da Linha E do metrô,de Bolívar para Retiro,e anunciou que o projeto seria entregue ao governo da cidade nos próximos dias.
Uma vez que as obras civis,a um custo de 1-2 bilhões de pesos,tenham sido concluídos pelo governo federal,ele espera que as autoridades da cidade agilizem  o recebimento de propostas para conclusão do projeto,incluindo a colocação de 2 300 m de via e a instalação do equipamento de sinalização.
Randazzo disse que a extensão da Linha E iria desempenhar um papel fundamental na redução do congestionamento do tráfego no centro de Buenos Aires, proporcionando a integração com as linhas B e C, e a futura Linha H do metro,bem como as linhas de trens urbanos em Retiro, para Mitre, San Martín e Belgrano Norte.
Fonte - Railway Gazette  27/05/2015

Tradução e adaptação de texto - Pregopontocom

Original Text - http://www.railwaygazette.com/news/infrastructure/single-view/view/volkerrail-awarded-zwolle-wierden-electrification-contract.html

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Argentina nacionaliza rede ferroviária

Ferrovias

Durante uma cerimônia na estação de Retiro, em Buenos Aires, o ministro do Interior e Transporte, Florencio Randazzo disse que o governo espera “reparar uma dívida de mais de meio século”.
Kirchner afirmou que a recuperação da rede de transporte ferroviário de mercadorias e de passageiros do país era uma questão de “interesse público nacional”.

Via Trolebus
argentear
O presidente da Argentina, Cristina Kirchner assinou um decreto de nacionalização rede ferroviária do país, reativando a companhia ferroviária estatal Ferrocarriles Argentinos (FA).
Durante uma cerimônia na estação de Retiro, em Buenos Aires, o ministro do Interior e Transporte, Florencio Randazzo disse que o governo espera “reparar uma dívida de mais de meio século”.
Kirchner afirmou que a recuperação da rede de transporte ferroviário de mercadorias e de passageiros do país era uma questão de “interesse público nacional”. O Senado aprovou uma lei para devolver as estradas de ferro para o controle do Estado em abril.
A FA foi constituída em 1948 e desfeita no início de 1990. A nacionalização gradual da rede ferroviária do país começou novamente em 2008 com a criação da Trenes Argentinos Operadora Ferroviária, que retomou os serviços de transportes regional em Buenos Aires.
Nosso país vizinho deve investir até 2016 na renovação de 3.700 quilômetros de estrada de ferro para passageiros.
Fonte - Revista Ferroviária  22/05/2015

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Tarifa promocional do voo Buenos Aires-Salvador é divulgada em workshop

Turismo

No encontro, que teve a presença do secretário do Turismo, Nelson Pelegrino, a companhia aérea apresentou o planejamento de tarifas promocionais para a baixa estação. O objetivo é ampliar a ocupação média - de 70% - registrada nos três primeiros meses após implantação do voo.

Secom
foto - ilustração
Bahia - O voo Buenos Aires-Salvador-Buenos Aires, oferecido pela Aerolíneas Argentinas, terá tarifa de ida e volta de US$ 199 dólares até junho deste ano. O anúncio foi feito, nesta quarta-feira (29), no workshop sobre o destino Bahia com a participação de 12 operadores argentinos.
No encontro, que teve a presença do secretário do Turismo, Nelson Pelegrino, a companhia aérea apresentou o planejamento de tarifas promocionais para a baixa estação. O objetivo é ampliar a ocupação média - de 70% - registrada nos três primeiros meses após implantação do voo.
Os operadores participaram também de uma rodada de negócios, com o trade turístico e compradores, para organizar os preços dos pacotes entre a Bahia e a Argentina. Destinos baianos e do país sul-americano foram apresentados aos participantes.
No voo são utilizadas aeronaves Boeing 737-800, com capacidade para 170 passageiros, saindo de Buenos Aires às 21h30, com chegada a Salvador à 1h55. De volta à capital argentina, decola de Salvador às 2h40 com chegada às 7h30.

Maior emissor externo
“A Argentina é nosso maior emissor externo de turistas. Como Salvador é a porta de entrada do estado é importante ter um voo direto para fazer essa integração e incrementar o turismo da Bahia”, disse o secretário. Para ele, a parceria com a Aerolíneas Argentinas é uma forma de estreitar as relações culturais e comerciais, e ainda consolidar os destinos baianos.
Para o vice-presidente da companhia aérea, Fabián Lombardo, a conexão entre Bahia e Argentina tem apresentado bons resultados. “A Bahia é um dos mercados mais importantes do Brasil para nós. Durante os três meses da frequência foi um sucesso e estamos muito contentes”.
O presidente da Associação Brasileira de Agências de Viagens da Bahia (Abav-Bahia), José Alves, também demonstrou satisfação com a parceria. “Temos que trabalhar bastante porque estamos com um produto importante nas mãos”.
Fonte - Secom Ba  29/04/2015

sexta-feira, 6 de março de 2015

Cristina Kirchner defende iniciativa para nacionalizar ferrovias

Internacional

Ao apresentar novos carros trazidos da China para a linha ferroviária que liga Buenos Aires à La Plata (60km ao sul da capital), Cristina declarou estar "muito feliz por oferecer a todos os argentinos a recuperação da administração destas ferrovias por parte do Estado".

R7
foto - ilustração/telam
A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, que anunciou um projeto de nacionalização das linhas ferroviárias do país durante a abertura do ano legislativo no último domingo, voltou a defender a iniciativa nesta quinta-feira. Ao apresentar novos carros trazidos da China para a linha ferroviária que liga Buenos Aires à La Plata (60km ao sul da capital), Cristina declarou estar "muito feliz por oferecer a todos os argentinos a recuperação da administração destas ferrovias por parte do Estado". A presidente pediu que tanto os funcionários que operam as linhas como os usuários dos trens tenham uma "nova atitude em relação às ferrovias". "Nós, como governantes, demos o pontapé inicial para dizer que temos novas ferrovias argentinas, mas os usuários e os funcionários é que vão consolidar o conceito de que estamos diante de novas ferrovias argentinas", afirmou a presidente. Após o anúncio realizado no domingo, o governo instruiu, mediante uma resolução, que a Operadora Ferroviária Sociedade do Estado (Sofse) tome as medidas necessárias para rescindir os acordos de concessão com as empresas Corredores Ferroviarios S.A. e Argentren S.A. Deste modo, a Sofse passará a administrar os serviços de transporte ferroviários de passageiros das linhas: Mitre, General San Martín, General Roca e Belgrano Sul. A decisão destaca como motivo para a recuperação da gestão das linhas, "a melhora significativa na qualidade do serviço prestado na linha Sarmiento", uma das que ligam a capital com a província de Buenos Aires, nacionalizada após um grave acidente que deixou 50 mortos em 2012.
Fonte - Revista Ferroviária   06/03/2015

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Lançado voo direto Salvador/Buenos Aires/Salvador

Turismo

Os voos serão operados com aeronaves Boeing 737-800, capacidade para 170 passageiros, saída de Salvador às 2h40, e chegada a Buenos Aires às 7h30. Na volta, os voos sairão da capital argentina às 9h30, com chegada à capital baiana às 1h55. A tarifa de boas-vindas custa U$ 329.

Secom
Secom
O Governo do Estado, por meio da Secretaria do Turismo (Setur) e a Empresa de Turismo da Bahia (Bahiatursa), em parceria com a Aerolíneas Argentinas, lançou nesta sexta-feira (12) o voo direto ligando Salvador/Buenos Aires/Salvador, com seis frequências semanais. Após o café da manhã, no prédio da Federação do Comércio, na Avenida Tancredo Neves, do qual participaram autoridades, agentes e operadores de viagens e imprensa, foi feito o anúncio oficial do começo das operações, previsto para 3 de janeiro de 2015.
Os voos serão operados com aeronaves Boeing 737-800, capacidade para 170 passageiros, saída de Salvador às 2h40, e chegada a Buenos Aires às 7h30. Na volta, os voos sairão da capital argentina às 9h30, com chegada à capital baiana às 1h55. A tarifa de boas-vindas custa U$ 329.
Segundo o secretário do Turismo, Pedro Galvão, “o voo direto para Buenos Aires é um anseio muito antigo dos baianos, pois os argentinos são os nossos maiores visitantes das Américas. Com a facilidade agora, de apenas quatro horas de voo, ficará muito mais fácil. Buenos Aires, uma mistura de Paris e Madri, atrai muito os baianos”.

Lotados
Para a diretora de Relações Internacionais da Bahiatursa, Rosana França, que representou o presidente da empresa, Diogo Medrado, “é uma grande satisfação para o governo a realização deste sonho, porque desde 2007 estamos tentando o acesso regular. Temos voos charters, mas o regular é fundamental. Precisamos comemorar e trabalhar cada dia para manter esse voo”.
O diretor para o Brasil da Aerolineas Argentinas, Ariel Fernandez, informou que os voos para a semana do Carnaval estão lotados, e a taxa de ocupação dos primeiros dois meses é de mais de 80%. Além disso, a partir de março, o voo Salvador/BuenosAires/Salvador passa a ser diário. “Com a chegada a Buenos Aires às 7h30, o passageiro poderá fazer conexão para várias outras cidades argentinas, outros países da América do Sul e voos internacionais de longo alcance, e pode começar sua agenda comercial ou turística bem cedo”.
Participaram do evento, entre outras autoridades, o presidente do Convention Bureau, Pedro Costa, o vice-presidente da Fecomércio, Kelson Fernandes, o cônsul da Argentina, Mariano Vergara, e o presidente do Sindicato das Empresas de Turismo no Estado da Bahia, Luiz Augusto Leão Costa, para quem “todos vão sair contemplados com esse voo. Resta agora o trade dar prosseguimento para que a gente possa concretizá-lo definitivamente. Estávamos precisando de uma ação como essa”.
Fonte - Secom Ba.  12/12/2014