UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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sábado, 10 de outubro de 2015

MP suíço: mulher de Cunha usou contas no exterior para pagar despesas pessoais

Política

De acordo com os investigadores da Operação Lava Jato, os valores, que não foram divulgados, podem ser fruto do recebimento de propina em um contrato da Petrobras na compra de um campo de Petróleo em Benin, na África, avaliado em mais de US$ 34 milhões.

André Richter
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração
O Ministério Público da Suíça enviou nesta semana ao Brasil documentos que mostram a origem do dinheiro encontrado nas contas atribuídas ao presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha. De acordo com os investigadores da Operação Lava Jato, os valores, que não foram divulgados, podem ser fruto do recebimento de propina em um contrato da Petrobras na compra de um campo de Petróleo em Benin, na África, avaliado em mais de US$ 34 milhões.
Os dados constam no relatório no qual o órgão de investigação suíço confirmou à Procuradoria-Geral da República (PGR) que as contas encontradas em um banco daquele país estão em nome de Cunha. O documento relata que parte do dinheiro foi usado para pagar contas pessoais da mulher do presidente, Claudia Cruz, uma das beneficiárias das contas.
O relatório mostra que cartões de credito, aulas de tênis e uma escola de ensino médio na Inglaterra foram pagos com recursos oriundos das contas. Com base nos dados financeiros, a PGR avalia se vai denunciar Eduardo Cunha ao STF pela segunda vez na Operação Lava Jato. No mês passado, Cunha foi denunciado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, por ser acusado por um dos delatores das investigações de receber US$ 5 milhões em propinas em um contrato da Petrobras para compra de navios-sonda.
Após a divulgação do relatório, Cunha reafirmou que não vai comentar o conteúdo antes de obter acesso à investigação. Mais cedo, o presidente divulgou nota na qual declara que não tem contas no exterior.
“O presidente [da Câmara, Eduardo Cunha] desconhece o teor dos fatos veiculados e não tecerá comentários sem ter acesso ao conteúdo real do que vem sendo divulgado. Assim que tiver ciência, por meio de seus advogados, o presidente se manifestará”, diz a nota.
Fonte - Agência Brasil 09/10/2015

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Carros e Motos transportam 31% da população e consomem 85% dos gastos

Mobilidade

Carros e motos consomem 85% dos gastos para transportar apenas 31% da população. O mais recente relatório do SIM - Sistema de Mobilidade Urbana da ANTP (Associação Nacional de Transportes Públicos) - referentes aos dados de 2012 releva o disparate da situação do transporte adotado no país.

Jornal da Manhã
foto - ilustração
O transporte coletivo atende somente 29% da população, mas é responsável por oferecer a maior oferta de deslocamentos, atendendo 57,2% das necessidades de deslocamentos da sociedade
O mais recente relatório do SIM - Sistema de Mobilidade Urbana da ANTP (Associação Nacional de Transportes Públicos) - referentes aos dados de 2012 releva o disparate da situação do transporte adotado no país. De todos os gastos embutidos e relacionados à mobilidade no Brasil, 85% deles são direcionados aos transportes individuais (carros e motos), entretanto, esta opção atende apenas 31% da população e corresponde a apenas 31% das distâncias percorridas. O relatório flagra ainda que a grande maioria da população prefere o transporte não motorizado, a pé ou de bicicleta (40% da população), para suas necessidades de deslocamento. Apenas 29% da população utiliza o transporte coletivo para se deslocar. O transporte individual, feito por carro ou moto, é utilizado por apenas 31% da população. A pesquisa levantou os dados referentes aos sistemas de transportes de cidades com 60 mil habitantes ou mais, o que representa 438 municípios que somam 119 milhões de habitantes – 61% da população brasileira. Contando com os custos dos próprios deslocamentos e das externalidades (poluição, acidentes de trânsito, uso de estrutura viária, etc.), a mobilidade para 61% da população em todo o País custou R$ 205,8 bilhões no ano de 2012. Os transportes individuais motorizados consumiram R$ 174 milhões deste montante, o equivalente a 85% de todos os custos. A pesquisa demonstra que o meio mais utilizado para se percorrer as distâncias necessitadas pela população foi o transporte coletivo, com 57,2% de todas as distâncias percorridas. O transporte a pé ou de bicicleta atendeu apenas a 11,8% dos deslocamentos e o transporte individual só atende a 31% das distâncias percorridas pela população. Segundo o gerente da AMTU, Paulo Pupo, enquanto os carros e motos recebem a maior parte dos estímulos diretos e indiretos, são os ônibus os responsáveis pela maior parte dos deslocamentos em transportes públicos. “Os dados mostram a necessidade de o transporte por ônibus receber prioridade e investimentos para que a maioria da população brasileira seja atendida com mais qualidade, menor custo para o País e para o próprio usuário, sem dizer menor poluição ou consumo de energia não renovável pela sociedade.” Em um rápido comparativo é possível exemplificar que um ônibus coletivo retira 50 carros das ruas, evitando todo o gasto financeiro e prejuízo ambiental que estes veículos despendem. Aliás, em relação ao custo de deslocamento, o transporte coletivo ainda é o mais barato e eficiente das opções existentes, principalmente aos trabalhadores, que se beneficiam da lei que regulamenta o vale-transporte, subsidiado pelos empregadores que também se garantem dentro da legalidade do benefício. O custo não pode ultrapassar 6% do salário do empregado. Por exemplo, o custo mensal do vale-transporte em Marília é de R$ 132,00/ mês. Se um empregado ganha R$ 1.000,00, 6% deste total representa R$ 60,00. A empresa é quem paga o que exceder, que no caso seria R$ 72,00. Em Marília, a AMTU (Associação Mariliense de Transporte Urbano) estimula o uso do transporte coletivo como principal opção de mobilidade para a população e pagamento com cartão para maior segurança e agilidade das viagens, seja para deslocamentos para o trabalho, laser, etc. Mais informações pelo 3402-9010 ou no site -  www.amtumarilia. com.br.
Fonte - Jornal da Manhã  19/04/2015

domingo, 7 de dezembro de 2014

Lei de Responsabilidade Fiscal, oito (08) estados estouram o limite

Política

A situação está mais crítica em Alagoas, na Paraíba, no Piauí, em Sergipe e no Tocantins, que ultrapassaram o limite máximo de 49% da receita corrente líquida (RCL) nos gastos com o funcionalismo público. Três estados - o Paraná, o Rio Grande do Norte e Santa Catarina - ultrapassaram o limite prudencial, 46,55% da RCL e já sofrem algumas sanções.

Wellton Máximo
Repórter da Agência Brasil

Oito governadores eleitos começarão o mandato, em 2015, com o desafio de segurar os gastos com o funcionalismo. Os estados estão estourando os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal para as despesas com pessoal, segundo levantamento feito pela Agência Brasil com base em relatórios enviados pelos governos estaduais ao Tesouro Nacional.
A situação está mais crítica em Alagoas, na Paraíba, no Piauí, em Sergipe e no Tocantins, que ultrapassaram o limite máximo de 49% da receita corrente líquida (RCL) nos gastos com o funcionalismo público. Três estados - o Paraná, o Rio Grande do Norte e Santa Catarina - ultrapassaram o limite prudencial, 46,55% da RCL e já sofrem algumas sanções.
Se for levado em conta o limite de alerta (44,10%), o número de unidades da Federação com altas despesas no funcionalismo público aumenta para 17, com a inclusão do Amapá, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, de Goiás, Mato Grosso, do Pará, de Pernambuco, do Rio Grande do Sul e de Rondônia. O limite de alerta, no entanto, não implica sanções, apenas autoriza os tribunais de Contas estaduais e do DF a fazer uma advertência aos governadores.
Os estados que ultrapassam o limite prudencial sofrem restrições à concessão de reajustes (apenas os aumentos determinados por contratos e pela Justiça são autorizados), à contratação de pessoal (exceto reposição de funcionários na saúde, na educação e na segurança), ao pagamento de horas-extras e ficam proibidos de alterar estruturas de carreiras. Quem estoura o limite máximo, além das sanções anteriores, fica proibido de contrair financiamentos, de conseguir garantias de outras unidades da Federação para linhas de crédito e de obter transferências voluntárias.

Os números mostram a deterioração das contas estaduais nos últimos quatro anos. Em dezembro de 2010, apenas a Paraíba ultrapassava o limite máximo. Goiás, Minas Gerais, o Rio Grande do Norte e Tocantins tinham estourado o limite prudencial. O Acre, Alagoas, o Pará, Paraná e Sergipe estavam acima do limite de alerta. A pior situação ocorreu no Piauí, cujos gastos com o funcionalismo saltaram de 43,28% no fim de 2010 para 50,04% em agosto deste ano.
Alagoas, Sergipe e Tocantins passaram a estourar o limite máximo nos últimos anos. No entanto, alguns estados apresentaram melhoras significativas. Historicamente acima do limite máximo, a Paraíba conseguiu reduzir os gastos com o funcionalismo de 57,35% para 49,58% entre 2010 e 2014. O Acre, a Bahia, Goiás, Mato Grosso do Sul, o Maranhão e Minas Gerais conseguiram reduzir as despesas de pessoal em relação à RCL. O Pará, acima do limite de alerta, e o Rio Grande do Norte, acima do limite prudencial, ficaram estáveis no período.
A estagnação da economia nos últimos anos explica, em parte, o aumento da proporção dos gastos com o funcionalismo. Diretamente relacionada à atividade econômica, a arrecadação dos estados, que forma a RCL, passou a crescer menos que as despesas de pessoal, que dependem de acordos salariais e dificilmente podem ser reduzidas.
Na prática, os gastos com o funcionalismo só podem ser cortados por meio da demissão de funcionários comissionados ou pela não reposição de servidores que morrem ou se aposentam. Por lei, salários não podem ser reduzidos, e servidores concursados só podem ser demitidos em casos excepcionais.
Fonte - Agência Brasil  07/12/2014

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Gastos de brasileiros no exterior batem recorde em setembro

Economia

Em setembro, brasileiros gastaram US$ 2,4 bilhões no exterior, enquanto turistas estrangeiros deixaram no Brasil US$ 439 milhões 

Daniel Lima
Repórter da Agência Brasil 
Tânia Rêgo/Agência Brasil
As despesas de brasileiros no exterior chegaram a US$ 2,4 bilhões no mês passado, o maior resultado registrado pelo Banco Central, na série histórica mensal, iniciada em 1995 para meses de setembro.
De janeiro a setembro, os gastos no exterior alcançam US$ 19,6 bilhões, contra US$ 18,6 bilhões em igual período do ano passado. Em setembro de 2013, as despesas de brasileiros fora do país totalizaram US$ 2,1 bilhões.
As receitas de estrangeiros no Brasil chegaram a US$ 493 milhões , contra US$ 505 milhões igual mês do ano passado. De janeiro a setembro, as receitas chegaram a US$ 5,4 bilhões, contra US$ 5 bilhões no mesmo período de 2013.
Com esses resultados de despesas e receitas, a conta das viagens internacionais ficou negativa em US$ 1,8 bilhão, no mês passado, ante resultado negativo de US$ 1,6 bilhão em setembro de 2013.
*O texto foi alterado às 12h54 para correções no segundo parágrafo: de janeiro a setembro, os gastos no exterior alcançam US$ 19,6 bilhões, contra US$ 18,6 bilhões, e não US$ 24,9 bilhões; e em setembro de 2013, as despesas de brasileiros fora do país totalizaram US$ 2,1 bilhões, e não US$ 1,9 bilhão
Fonte - Agencia Brasil  24/10/2014

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Gastos de brasileiros no exterior batem recorde para o mês de agosto

Economia

"O Brasil que vai mal" -  Gastos de brasileiros no exterior, em agosto é o maior para o mês desde 1995... em agosto, o maior resultado para o mês registrado pelo Banco Central (BC), na série histórica mensal, iniciada em 1995.

Kelly Oliveira 
Repórter da Agência Brasil 
Marcello Casal Jr./Agência Brasil
As despesas de brasileiros no exterior chegaram a US$ 2,354 bilhões, em agosto, o maior resultado para o mês registrado pelo Banco Central (BC), na série histórica mensal, iniciada em 1995. Nos oito meses do ano, os gastos no exterior alcançaram US$ 17,254 bilhões, contra US$ 16,610 bilhões em igual período de 2013. Em agosto do ano passado, as despesas totalizaram US$ 2,207 bilhões.
Para o chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel, a renda dos brasileiros é um fator determinante para o aumento dos gastos no exterior. “A massa de salários continua crescendo em termos reais. Isso é um elemento importante nessa avaliação de despesas de viagens internacionais”, disse. Sobre o efeito da alta do dólar, Maciel avalia que demora para aparecer porque os pacotes de viagens internacionais são comprados antecipadamente.
As receitas de estrangeiros no Brasil chegaram a US$ 499 milhões em agosto, contra US$ 517 milhões em igual mês do ano passado. De janeiro a agosto, as receitas chegaram a US$ 4,935 bilhões, contra US$ 4,537 bilhões nos oito primeiros meses de 2013.
Com esses resultados de despesas e receitas, a conta das viagens internacionais foi negativa em US$ 1,855 bilhão, no mês passado, contra US$ 1,690 bilhão em agosto de 2013. De janeiro a agosto, o déficit chegou a US$ 12,319 bilhões, ante US$ 12,073 bilhões em igual período do ano passado.
Hoje (24), o BC revisou a projeção para o déficit na conta de viagens internacionais de US$ 18 bilhões para US$ 18,5 bilhões, este ano.
Fonte - Agência Brasil  24/09/2014

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Dados do CNJ indicam que Judiciário aumentou despesas e reduziu casos julgados

CNJ

A ministra Maria Cristina Peduzzi, acompanhada de técnicos, comenta os dados do Relatório Justiça em Números, apresentado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ)

Ivan Richard
Repórter da Agência Brasil 
Fábio Rodrigues Pozzebom /Agência Brasil
A ministra Maria Cristina Peduzzi, acompanhada de técnicos, comenta os dados do Relatório Justiça em Números, apresentado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ)
Apesar do aumento das despesas com a estrutura do Poder Judiciário em 2013, na comparação com o ano anterior, o número de casos julgados pela magistratura brasileira diminuiu no mesmo período. É o que revela o relatório Justiça em Números, divulgado hoje (23), em Brasília, pela ministra Maria Cristina Peduzzi, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), representado o Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Em 2013, os gastos com o Poder Judiciário atingiram R$ 61,6 bilhões, crescimento de 1,5% em relação a 2012. No período, o número de magistrados e de servidores aumentou, respectivamente, 1,8% e 2%, enquanto o de processos baixados cresceu apenas 0,1%.
“O aumento na estrutura orçamentária, de pessoal e da demanda processual dos tribunais não resultou necessariamente em aumento proporcional da produtividade", ressalta trecho do relatório. Segundo o documento, a maior parte dos gastos com a estrutura do Judiciário nacional (R$ 55,30 bilhões) foi investida em recursos humanos, equivalente a 89,8% da despesa total.
“A principal causa do crescimento de 2,7% na despesa com pessoal, entre os anos de 2012 e 2013, foi o acréscimo de magistrados, de servidores e de auxiliares. O Poder Judiciário apresentou, em 2013, quantitativo de 16.429 magistrados. De acordo com o relatório, 13.841 (84%) deles trabalham na primeira instância e 2.305 (14%) atuam como desembargadores. Somam-se a esses os 77 ministros dos quatro tribunais superiores (STJ, TST, TSE e STM), além dos juízes de turmas recursais e de turmas regionais de uniformização.
Conforme o Justiça em Números, aproximadamente 95,14 milhões de processos tramitaram na Justiça brasileira em 2013. Desse volume, 70% deles (66,8 milhões) já estavam pendentes desde o início do período. Ao longo do ano, chegaram aos tribunais 28,3 milhões de novos casos novos.
O relatório mostra, ainda, que o total de processos baixados cresce em proporções menores desde 2010, com crescimento de 0,1%, em 2013, e de 9,3%, no quinquênio (2009 a 2013). Os dados indicam um “preocupante” aumento, progressivo e constante, de 3,4% nos processos que não são julgados anualmente.
A taxa de congestionamento do Judiciário passou de 70% para 70,9%, ou seja, de cada 100 processos aproximadamente 29 foram baixados. Essa taxa é causada, em grande parte, pela quantidade de processos pendentes na fase de execução da primeira instância. Nessa fase, o índice de congestionamento chega a 86%, enquanto na fase de conhecimento (inicial do processo, antes da decisão) o percentual é de 60%.
A corregedora Nacional de Justiça, ministra
Nancy Andrighi, na apresentação do relatório Justiça
 em Números Luiz Silveira/Agência CNJ
O relatório mostra, ainda, que é na Justiça de primeira instância que se encontram 90% dos processos em tramitação (85,7 milhões), sendo 44,8% de processos na fase de conhecimento (42,6 milhões) e 45,3% na de execução (43,1 milhões). Os 9,9% de processos restantes (9,4 milhões) tramitaram nos tribunais superiores, Justiça de segundo grau, turmas recursais e turmas regionais de uniformização.
Os dados do Justiça em Números são a principal fonte do CNJ e dos tribunais para atuação institucional. “Os dados permitem mensurar o desempenho do Poder Judiciário a partir de uma análise comparada e das realidades do Judiciário em todos os níveis. Indica os gargalos, possibilitando que façamos modificações e criemos alternativas”, disse a ministra Nancy Andrighi, corregedora nacional de Justiça e ministra do Superior Tribunal de Justiça.
Fonte - Agência Brasil  23/09/2014

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Alimentos fazem inflação medida pelo IPC-S registrar queda

Economia

O dado foi divulgado hoje (16) pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV).
Cinco das oito classes de despesa que compõem o índice tiveram decréscimo, sendo que a maior contribuição veio do grupo alimentos (caiu de 0,39% para 0,06%).


Fernanda Cruz 
Repórter da Agência Brasil 
Arquivo/Agência Bras
A inflação medida pelo Índice de preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), na segunda semana de junho, apresentou variação de 0,36% – queda de 0,1 ponto percentual em relação à taxa da semana anterior. O dado foi divulgado hoje (16) pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV).
Cinco das oito classes de despesa que compõem o índice tiveram decréscimo, sendo que a maior contribuição veio do grupo alimentos (caiu de 0,39% para 0,06%). Também sofreram quedas os grupos transportes (0,31% para 0,19%), habitação (0,56% para 0,54%), saúde e cuidados pessoais (0,60% para 0,53%) e despesas diversas (1,1% para 1,06%).
Entre os itens que registraram maiores variações, estão a tarifa de ônibus urbano (de 0,54% para 0,14%), a eletricidade residencial (de 1,92% para 0,89%), os medicamentos em geral (de 0,57% para 0,4%) e o jogo lotérico (de 9,55% para 8,31%).
Apresentaram alta os grupos vestuário (de 0,17% para 0,35%), educação, leitura e recreação (de 0,62% para 0,64%) e comunicação (de 0,18% para 0,2%). Destacaram-se as roupas (de 0,03% para 0,4%), hotel (de 2,57% para 4,13%) e mensalidade de televisão por assinatura (de 0,08% para 0,28%).
Fonte - Agência Brasil  16/06/2014

domingo, 26 de janeiro de 2014

Gastos de turistas no Brasil em 2013 foram os mais elevados da história

Turismo

TB
foto - ilustração
Os gastos de turistas estrangeiros no Brasil somaram US$ 6,709 bilhões no ano passado, segundo dados divulgados nessa sexta-feira (24), pelo Banco Central (BC). Foi o melhor resultado da história do Brasil, consolidando um crescimento de 170,63% desde 2003, quando o Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur) passou a cuidar exclusivamente da promoção turística do Brasil no exterior.
O turismo consolida-se, assim, como o setor da economia brasileira que mais capta divisas para o País na conta de serviços, que registra receitas e despesas com o exterior em transporte, viagens, seguros, royalties e aluguel de equipamentos.
A receita com turismo de estrangeiros no Brasil em 2013 superou a entrada de dólares obtida com a exportação de veículos automóveis de passageiros, que somou US$ 5,718 bilhões, e com a venda para o exterior de maquinária industrial, com US$ 5,203 bilhões, conforme dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio.
“Os resultados de 2013 consolidam a importância da cadeia produtiva do turismo dentro da economia brasileira”, avalia o presidente da Embratur, Flávio Dino. “E confirmam que o turismo internacional tem amplo potencial para continuar gerando empregos e renda para a população, ainda mais neste ano de Copa do Mundo, em que devemos bater novo recorde” afirma Dino.
Série histórica
O resultado de 2013 foi o melhor da série histórica do Brasil. Em 2003, segundo os dados do Banco Central, os estrangeiros que visitaram o Brasil deixaram no país US$ 2,479 bilhões. Na comparação com 1994, quando o real foi adotado como nova moeda, houve um aumento de 540,17% - na época, os turistas estrangeiros deixaram US$ 1,048 bilhão no país. Em 2010, a entrada de divisas com turismo internacional ficou em US$ 5,702 bilhões.
Neste ano, com a disputa da Copa do Mundo no Brasil, a partir de junho, a expectativa da Embratur é que a entrada de divisas supere o volume registrado no ano passado. Já o total de turistas estrangeiros, que superou 6 milhões em 2013, deve chegar a 7 milhões em 2014. Nos últimos três anos, período de crise na economia mundial, as despesas dos turistas estrangeiros no Brasil ficaram sempre acima de US$ 6 bilhões.
Fonte - Tribuna da Bahia  25/01/2014

domingo, 19 de janeiro de 2014

Estádios da Copa do Mundo no Brasil arrecadaram R$ 176 milhões em 2013

Brasil

TB
foto - ilustração
Os R$ 8 bilhões gastos com a construção e a reforma dos estádios que sediarão os jogos da Copa do Mundo apresentaram, em 2013, os primeiros retornos financeiros. Dos 12 estádios que serão palco dos jogos, seis já estão prontos. Neles, foram arrecadados R$ 176,5 milhões apenas com a venda de ingressos para o Campeonato Brasileiro de 2013 – recorde histórico, após um aumento de 49% na comparação com a receita obtida no ano anterior. Nos 380 jogos do torneio, quase 6 milhões de torcedores pagaram ingresso, número 15% superior ao registrado em 2012.
Com a ajuda da Copa das Confederações, foram batidos também recordes no setor de turismo. Segundo o Ministério do Esporte, o País ultrapassou pela primeira vez a marca de 6 milhões de turistas no decorrer de 2013. A receita obtida a partir dos gastos dos turistas estrangeiros foi US$ 6,13 bilhões, entre janeiro e novembro, recorde histórico para o período.
Só com a venda de artesanato, foram movimentados R$ 2,7 milhões durante o período de jogos. Além disso, R$ 100 milhões em novos negócios foram gerados por micro e pequenas empresas brasileiras devido as obras e aos serviços gerados. A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) fechou negócios da ordem de R$ 1,8 bilhão no Projeto Copa, durante o torneio de 2013. A ação reuniu 1,4 mil empresários.
O Brasil contabilizou, durante o evento, ganhos que provavelmente serão batidos durante a Copa do Mundo. Tendo por base levantamento da empresa Ernst & Young, o ministério estima que a preparação da Copa do Mundo movimentará, entre 2010 e 2014, R$ 142,39 bilhões adicionais na economia nacional, gerando 3,63 milhões de empregos e R$ 63,48 bilhões de renda para a população.
Segundo o ministério, foram gerados 24,5 mil empregos diretos com a construção das seis arenas utilizadas na Copa das Confederações. As novas arenas têm o conceito multiuso, com espaços para shows, restaurantes, centros de convenções, feiras, exposições e permitirão várias outras fontes de recursos e possibilidades de uso.
Estudo do Sinaenco mostra que de todas as obras previstas na Matriz da Copa, os estádios foram os que apresentaram maior aumento de custo. Ao longo de quatro anos, a previsão de gastos com os estádios passou de R$ 5,66 bilhões para os atuais R$ 8 bilhões.
Em termos absolutos, a obra mais cara foi a construção do Estádio Nacional Mané Garrincha (R$1,4 bilhão), em Brasília. Há quatro anos, a previsão era que o estádio custaria R$ 745,3 milhões, um sobrepreço de 88,3%. Em segundo lugar, está a reforma do Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (R$ 1,05 bilhão). Antes, a expectativa era que a obra fosse feita por R$ 600 milhões – sobrepreço de 75%.
Cinco estádios estão entre as dez obras previstas na Matriz da Copa que apresentaram, em termos proporcionais, maior sobrepreço. O Beira Rio ocupa a terceira colocação nesse ranking, com um aumento de 153,8% em relação ao preço inicial, passando de R$ 130 milhões para R$ 330 milhões. Em sexto lugar está o estádio de Brasília; em sétimo o Arena da Baixada, em Curitiba, com um aumento de 77,1% (passando de R$ 184,5 milhões para R$ 326,7 milhões); em oitavo o Maracanã; e em décimo o Mineirão (63,1%), que passou de R$ 426,1 milhões para R$ 695 milhões.
Apesar de altos, esses gastos representaram mudança radical em um cenário que, em 2007, era de estádios construídos entre as décadas de 1960 e 1970. “Estavam aos pedaços. Agora temos 15 estádios de primeira linha: os 12 destinados aos jogos e, ainda, o do Palmeiras e o do Grêmio, além do [Estádio] Independência, em Minas Gerais”, avalia o integrante do Sinaenco. Ele não vê grandes riscos de atrasos nas obras, “até porque, como são essenciais para o evento, eles foram a grande preocupação do governo federal”.
De acordo com o Ministério do Esporte, as obras nos seis estádios remanescentes serão entregues a tempo. A previsão é concluir, ainda em janeiro, as obras dos estádios Arena das Dunas, em Natal, e do Beira Rio, em Porto Alegre. A Arena Pantanal, em Cuiabá, será concluída até o fim de fevereiro, e a Arena da Baixada, em Curitiba, será finalizada entre fevereiro e março. O último estádio a ser concluído será o Itaquerão, em São Paulo, na primeira quinzena de abril."
Fonte - Tribuna da Bahia  19/01/2014

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Senado suspende compras de R$ 98 mil em supermercado para Renan Calheiros

POLÍTICA

Foto: Agência Brasil
Residência oficial consumia, em média, 10 quilos por dia de carne, peixes ou aves

Wilson Lima 
 iG Brasília
O Senado suspendeu uma licitação para a compra de produtos alimentícios e de limpeza para abastecer a residência oficial do presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL) no início da noite dessa terça-feira (1). O procedimento previa gastos de R$ 98 mil em um período de seis meses. A Casa informou o cancelamento da licitação ao ser procurada pelo iG para explicar os gastos previstos, para uma reportagem sobre o tema.
As despesas com a casa oficial da presidência do Senado representariam um custo médio de R$ 16,3 mil ao mês com a alimentação e suprimentos de limpeza. Pela previsão inicial, em seis meses, a residência oficial do Senado estimava consumir 1,7 toneladas de carnes, peixes ou aves – uma média aproximada de 10 quilos por dia. Na residência da presidência, mora apenas o presidente do Senado e sua família, composta pela esposa e mais dois filhos. Senadores ouvidos pelo iG disseram considerar incomum esse tipo de gasto principalmente pelos poucos eventos que ainda são realizados no local.
O procedimento licitatório para compra de produtos alimentícios e de limpeza para abastecer a casa oficial da presidência do Senado ocorreria nesta quarta-feira. No entanto, após ser questionado pela reportagem do iG , o novo diretor-geral da Casa, Helder Rebouças, informou, por meio da assessoria de imprensa da Casa, que decidiu suspender o pregão e reavaliar todo o processo. Rebouças não informou os motivos pelos quais houve a suspensão da licitação e porque a decisão ocorreu apenas após o questionamento da reportagem.
Entre os produtos inicialmente requeridos pelo Senado, estavam desde itens básicos, como arroz e feijão; passando por produtos para churrasco, como carvão e linguiça; e até produtos de primeira linha, como camarão especial.
No caso do camarão, o Senado pretendia gastar R$ 2,3 mil em 20 quilos do crustáceo de tamanho médio. Isso representa uma média de R$ 115 por quilo do produto. O Senado também estimava gastar R$ 2,7 mil em 25 quilos do camarão vermelho “G” – uma cota de aproximadamente R$ 110 por quilo. Ainda estavam na lista, 70 quilos de costela bovina, ao valor total de R$ 1,1 mil, e 100 quilos de filé mignon, cujo gasto total estava orçado em R$ 4 mil. A licitação previa a compra de 33 tipos diferentes de carnes.
Ainda na lista de compras para a residência oficial do presidente do Senado, estavam 20 quilos de salmão (R$ 1,7 mil), 50 quilos de picanha (de dois tipos diferentes), nectarina importada, 54 quilos de linguiça para churrasco, 30 quilos de carvão, 55 quilos de queijo de cinco tipos diferentes e 160 quilos de pão francês – uma estimativa de consumo de aproximadamente um quilo de pão diariamente. Ao todo, a lista de compras do senado, antes de ser “reavaliada”, 270 itens.
Fonte -Tribuna da Bahia  02/10/2013

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Novos gastos com mobilidade tem que ser compensados, diz Mantega


Eventuais novos gastos para a melhoria do transporte público urbano terão de vir acompanhados de cortes em outras áreas, disse o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Segundo ele, o governo está determinado em manter o compromisso com a responsabilidade fiscal


Novos gastos com mobilidade urbana precisarão ser compensados por cortes, diz Mantega

Wellton Máximo
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Eventuais novos gastos para a melhoria do transporte público urbano terão de vir acompanhados de cortes em outras áreas, disse hoje (17) o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Segundo ele, o governo está determinado em manter o compromisso com a responsabilidade fiscal, um dos cinco pactos propostos pela presidenta Dilma Rousseff.
“A presidenta estabeleceu cinco pontos de acordo e o primeiro deles é o de estabilidade fiscal. Portanto todos os atos que venhamos fazer, inclusive para melhorar, por exemplo, a mobilidade urbana, têm que vir acompanhados de uma redução de gasto em outra área”, declarou o ministro. “Isto contribui para a manutenção do quadro fiscal sólido que temos hoje no país.”
Mantega pediu ainda que os estados e municípios mantenham o equilíbrio das contas e cumpram a meta de superávit primário, de R$ 47,8 bilhões, 0,95% do Produto Interno Bruto (PIB). “Cada um precisa fazer a sua parte. A União tem que fazer e fará a sua parte fiscal. Os estados e municípios têm que fazer a sua parte”, acrescentou.
O ministro deu as declarações ao sair para reunião com a presidenta Dilma Rousseff. Ele não deu novas informações sobre o corte adicional de recursosdo Orçamento Geral da União, que será definido até segunda-feira (22)
Fonte - Agência Brasil  17/07/2013

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Gastos de brasileiros no exterior batem recorde em maio


O valor chegou a US$ 2,232 bilhões, em maio, de acordo com dados divulgados pelo Banco Central. Esse foi o maior resultado para meses de maio, na série histórica iniciada em 1969. Em igual mês de 2012, os gastos ficaram em US$ 1,829 bi

Gastos de brasileiros no exterior batem recorde em maio

Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil
Brasília – Os gastos de brasileiros no exterior chegaram a US$ 2,232 bilhões, em maio, de acordo com dados divulgados hoje (21) pelo Banco Central (BC). Esse foi o maior resultado para meses de maio, na série histórica do BC, iniciada em 1969.
Em igual mês do ano passado, esses gastos ficaram em US$ 1,829 bilhões. De janeiro a maio, os gastos de brasileiros ficaram em US$ 10,370 bilhões, contra US$ 9,019 bilhões registrados nos cinco meses de 2012.
O chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel, ressaltou que as viagens internacionais são “sensíveis” à cotação do dólar, que está em alta. “O câmbio tem oscilado e a conta de viagens internacionais tende a responder em alguma proporção em relação ao câmbio”. Entretanto, Maciel disse que a renda dos brasileiros continua crescendo e isso estimula às viagens ao exterior.
Além disso, Maciel lembrou que muitos turistas compram pacotes de viagens internacionais antecipadamente. Por isso, a alta do dólar pode não ter efeito imediato na redução dos gastos de brasileiros no exterior. Neste mês, segundo ele, é possível que essas despesas sejam maiores do que em junho de 2012. “[Há] alguma defasagem desse movimento [de alta do dólar] e a resposta das viagens”, disse.
Os dados preliminares deste mês, até o dia 19, mostram que as despesas de viagens chegaram a US$ 1,286 bilhão. As receitas deixadas por estrangeiros no Brasil, ficaram em US$ 320 milhões, nesse período.
Em maio, essas receitas de estrangeiros no Brasil ficaram em US$ 521 milhões, contra US$ 532 milhões registrados no mesmo mês do ano passado. Nos cinco meses do ano, essas receitas ficaram em US$ 3,020 bilhões, contra US$ 3,009 bilhões de janeiro a maio de 2012.
Hoje, o BC revisou a projeção do déficit na conta de viagens internacionais, formada por gastos de brasileiros no exterior e receitas de estrangeiros no Brasil, de US$ 16,3 bilhões para US$ 16,7 bilhões.
De janeiro a maio, o déficit dessa conta ficou em US$ 7,349 bilhões, contra US$ 6,010 bilhões de igual período de 2012. E maio, o déficit ficou em US$ 1,712 bilhão, contra US$ 1,298 bilhões de igual mês do ano passado.
Fonte - Agência Brasil  21/06/2013

segunda-feira, 11 de março de 2013

TCM julga nova ação contra João Henrique na quarta-feira

Biaggio Talento - A Tarde

Marco Aurélio Martins | Ag. A TARDE
João Henrique responde por gastos em publicidade durante a gestão de 2009

O ex-prefeito de Salvador João Henrique Carneiro (PP) volta a sentar no banco dos réus (simbolicamente) na próxima quarta-feira, 13, em mais uma ação que responde no Tribunal de Contas dos Municípios.
O caso, incluído na pauta da semana, se refere a gastos em publicidade durante a gestão de 2009, que foram considerados irregulares pelo TCM em julgamento realizado no ano passado.
Nessa apreciação anterior João foi condenado, por unanimidade, a uma multa de R$ 36 mil e a ressarcir o erário público, com recursos pessoais, um montante de R$ 2,9 milhões.
Reconsideração - Foi penalizado, segundo o TCM. "Em decorrência do pagamento de publicidade com caráter auto promocional do gestor (R$ 117.324)"; da falta de justificativa para o pagamento de R$ 10 mil a um jornal de outra cidade e "da falta de apresentação do conteúdo das publicidades relativas a 96 processos de pagamento (R$ 1.329.345,07); e apresentação de mídias defeituosas prejudicando a análise material dos respectivos conteúdos (R$ 1.451.531,70)".
Agora, o Tribunal vai julgar o pedido de reconsideração do ex-prefeito.
O relator do caso é o conselheiro Paolo Marconi, o mesmo que votou pela condenação no julgamento anterior e recomendou que o TCM encaminhasse o relatório (aprovado pela corte) para o Ministério Público Estadual.
Fonte - A Tarde  10/03/2013

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Gastos de brasileiros em viagem ao exterior batem recorde em janeiro

É o maior resultado registrado pelo BC na série histórica iniciada em 1969

Jornal do Brasil
Foto - Ilustração
Os gastos de brasileiros em viagem ao exterior em janeiro chegaram a US$ 2,293 bilhões, de acordo com dados do Banco Central (BC) divulgados hoje (22). É o maior resultado registrado pelo BC na série histórica iniciada em 1969. Em janeiro de 2012, as despesas ficaram em US$ 2,001 bilhões.
Em janeiro, as receitas de estrangeiros no Brasil chegaram a US$ 695 milhões, ante US$ 666 milhões registrados em igual mês do ano passado.
Com isso, o déficit na conta de viagens internacionais (gastos de brasileiros no externo e de estrangeiros no Brasil) ficou em US$ 1,598 bilhão, em janeiro deste ano, contra US$ 1,335 bilhão em igual período de 2012.
Em 2013, o BC espera que os gastos de brasileiros no exterior superem as receitas deixadas por estrangeiros em viagens ao Brasil em US$ 16,3 bilhões. No ano passado, essa conta ficou negativa em US$ 15,588 bilhões.
Fonte - Jornal do Brasil   22/02/2013