UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Endividamento das famílias cresce e atinge 58,4%

Economia  $$

Os dados fazem parte da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada hoje (4), pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e vem acompanhado da alta do percentual de famílias endividadas – aquelas com dívidas ou contas em atraso.

Nielmar de Oliveira
Repórter da Agência Brasil

foto - ilustração
O percentual de famílias endividadas fechou o mês de setembro deste ano com alta de 0,4 ponto percentual, em relação a agosto, atingindo os 58,4%, o maior patamar dos últimos sete anos. A pesquisa indica que, ao comparar com setembro do ano passado o indicador também cresceu, atingindo 58,2% - alta de 0,2 ponto percentual.
Os dados fazem parte da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada hoje (4), pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e vem acompanhado da alta do percentual de famílias endividadas – aquelas com dívidas ou contas em atraso.
Na comparação mensal o endividamento das famílias passou de 24,6% para 25% , o maior patamar desde maio de 2010. Na comparação com setembro de 2016, também houve alta de 0,4 ponto percentual.
A proporção de famílias que declararam não ter condições de pagar as suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto, permaneceriam inadimplentes, apresentou alta em ambas as bases de comparação.
Em setembro de 2017, a inadimplência atingiu 10,3% das famílias, também o maior patamar da série histórica (iniciada em janeiro de 2010), ante 10,1% em agosto de 2017 e 9,6% em setembro de 2016. Para a economista da CNC, Marianne Hanson, mesmo com o nível de endividamento das famílias ainda encontrar-se em um patamar moderado, abaixo da média histórica, os indicadores de inadimplência da pesquisa permanecem elevados.
O economista disse que “a taxa de desemprego bastante alta ajuda a explicar a maior dificuldade das famílias em pagar suas contas em dia e o maior pessimismo em relação à capacidade de pagamento”.

Nível de endividamento
Do ponto de vista especificamente do endividamento, embora a proporção de famílias que se declararam muito endividadas tenha registrado alta na comparação entre os meses de agosto e setembro – de 14,2% para 14,4% –, na comparação anual o índice manteve-se estável.
Paralelamente ao fato de que tenha aumentado a proporção de famílias que se declararam muito endividadas, também aumentou a proporção de famílias que se consideraram pouco endividadas entre agosto e setembro – alta de 0,5 ponto percentual. Este percentual, no entanto, teve queda na comparação anual, saindo de 22,9% em setembro do ano passado para 22,5% no mesmo mês deste ano.

Prazo de endividamento
A pesquisa apurou que o tempo médio de atraso para o pagamento de dívidas foi 64,3 dias em setembro deste ano, crescendo em relação aos 63,2 dias registrados em setembro do ano passado. “Em média, o comprometimento com as dívidas foi 7,3 meses, sendo que 34,1% das famílias possuem dívidas por mais de um ano. Entre aquelas endividadas, 22,4% afirmam ter mais da metade da sua renda mensal comprometida com o pagamento de dívidas”.
O cartão de crédito permanece como a principal forma de endividamento, atingindo 76,4% das famílias que possuem dívidas; seguido dos carnês (16,2%) e crédito pessoal (10,3%).
A Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic Nacional) é apurada mensalmente pela CNC desde janeiro de 2010. Os dados são coletados em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal, com cerca de 18 mil consumidores.
Fonte - Agência Brasil  04/10/2017

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Juros dos cartões de crédito ficam em 459,53% ao ano

Economia $

O cartão crédito continua nas alturas com uma taxa de 459,53% ao ano com alta de 0,26% acima da registrada em outubro último.Na rolagem da dívida, a taxa ao mês atingiu 15,43%. A segunda modalidade mais onerosa ao consumidor continua sendo o cheque especial com taxa mensal de 12,56% e 313,63% ao ano, tendo sido corrigida em 0,40%.

Marli Moreira
Repórter da Agência Brasil

Arquivo/Agência Brasil
Quase não houve alteração nas taxas de juros para a pessoa física entre outubro e novembro, segundo pesquisa feita em seis modalidades pela Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). Na média, a taxa ficou estável em 8,2% ao mês e 157,47% ao ano, a menor desde agosto último.
No entanto, um dos principais meios de consumo, o cartão crédito continua nas alturas com uma taxa de 459,53% ao ano com alta de 0,26% acima da registrada em outubro último.
Na rolagem da dívida, a taxa ao mês atingiu 15,43%. A segunda modalidade mais onerosa ao consumidor continua sendo o cheque especial com taxa mensal de 12,56% e 313,63% ao ano, tendo sido corrigida em 0,40%.
A maior elevação do período foi constata no empréstimo pessoal junto a financeiras que estavam cobrando 8,35% ao mês e 161,79% ao ano, um aumento de 0,95%. E o que levou a estabilidade da taxa média foi o recuo no empréstimo pessoal bancário de 1,28% . Neste tipo de financiamento, a taxa ao mês passou de 4,68% para 4,62%, atingindo 71,94% ao ano.
No período, também ficou estável o juro sobre o Crédito Direito ao Consumidor (CDC) oferecido pelos bancos para a compra de automóveis. A taxa foi mantida como a mais baixa, de 2,32% ao mês e 31,68% ao ano. Já no comércio, o custo do crédito alcançou 5,90% ao mês e 98,95% ao ano, ou 0,68% mais do que em outubro.

Impacto da Selic
O diretor executivo de estudos e pesquisas da Anefac, Miguel José Ribeiro de Oliveira, prevê apenas para o começo do próximo ano uma diminuição nas taxas como efeito do corte de 0,25 ponto percentual na Taxa Básica de Juros, a Selic) pelo Banco Central.
“Com certeza essa queda, eventualmente, será repassada para as taxas de juros das operações de crédito e será observada na próxima pesquisa de juros, a ser divulgada em janeiro de 2017”, disse.
Por meio de nota, ele afirmou que o fato de o Banco Central ter efetuado essa baixa no último dia do mês ainda não houve tempo hábil para um impacto no mercado.
Para ele, o Comitê de Política Monetária (Copom) deve decidir por novas reduções “tendo em vista a melhora das expectativas quanto à redução da inflação bem como na melhora fiscal”. O executivo alerta, porém, que como permanecem os riscos de inadimplência elevada, isso pode influenciar nos juros do mercado, tanto para pessoas físicas quanto jurídicas.
Pelos cálculos da Anefac, de março de 2013 a novembro deste ano, a taxa Selic aumentou 6,50 pontos percentuais, passando de 7,25% ao ano para 13,75%. No mesmo período, a taxa média de juros para pessoa física ficou 79% maior (elevação de 69,50 pontos percentuais) ao saltar de 87,97% para 157,47%.

Empresas
Duas das três linhas de crédito utilizadas por empresas tiveram elevação. Na média, a taxa ficou em 4,82% ao mês e 75,93% ao ano. Na modalidade Desconto de Duplicata, houve alta de 0,61%, passando para 3,29% ao mês e 47,47% ao ano e, na conta garantida, aumento de 0,35% ao atingir 8,5% ao mês e 166,17% ao ano.
Em relação à tomada para capital de giro, a variação foi negativa em 1,1% com a taxa de 2,67% ao mês e 37,03% ao ano, a menor desde março deste ano.
No caso dos empréstimos para pessoas jurídicas, os juros subiram 32,35 pontos percentuais ou 74,23% entre março de 2013 e novembro deste ano (de 43,58% para 75,93% ao ano).
Fonte - Agência Brasil  13/12/2016

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Passagem de avião fica mais cara e pressiona a inflação

Economia

O levantamento é feito pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), no Recife, Rio de Janeiro, em Salvador, São Paulo, Belo Horizonte, Brasília e Porto Alegre.

Marli Moreira
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração/arquivo
O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) apresentou variação de 0,34%, na primeira prévia de setembro, o que indica aceleração de 0,02 ponto percentual, em relação à última pesquisa (0,32%). O levantamento é feito pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), no Recife, Rio de Janeiro, em Salvador, São Paulo, Belo Horizonte, Brasília e Porto Alegre.
Em três dos oito grupos pesquisados houve aumento no ritmo de correção e o maior impacto sobre a inflação foi constatado em educação, leitura e recreação (de 0,50% para 0,92%). Essa alta foi provocada, principalmente, pelo avanço de preço da passagem aérea (de -3,39% para 4,20%).
Em alimentação, a taxa subiu de 0,69% para 0,76% com destaque para as frutas (de 5,61% para 8,45%) e no grupo habitação (de 0,10% para 0,11%). Neste último grupo, o motivo foi a conta de luz com um recuo menos expressivo do que na apuração passada (de -1,14% para -0,63%).
Já em transportes, o índice desacelerou passando de 0,11% para 0,01%, efeito da redução observada no preço da gasolina (de -0,64% para -0,98%). Em saúde e cuidados pessoais, ocorreu alta com taxa inferior à registrada no último levantamento (de 0,50% para 0,44%). O mesmo ocorreu em relação ao grupo comunicação (de 0,16% para 0,01%) .
Já em vestuário foi verificada queda mais intensa (de -0,12% para -0,17%), movimento também constatado em despesas diversas (-0,08% para -0,10%).
Os itens que mais influenciaram o avanço do IPC-S foram: mamão papaya (37,99%); show musical (8,25%); refeições em bares e restaurantes (0,64%); plano e seguro de saúde (1,05%) e tomate (13,87%). Em compensação, os itens que ajudaram a diminuir o impacto foram: batata-inglesa (-15,47%); gasolina (-0,98%); tarifa de eletricidade residencial (-0,63%); alface (-11,36) e cebola (-20,71%).
Fonte - Agência Brasil  08/09/2016

segunda-feira, 21 de março de 2016

Analistas reduzem pela segunda semana estimativa de inflação para este ano

Economia

Pela segunda semana consecutiva a estimativa de inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi reduzida por analistas do mercado financeiro. A nova perspectiva agora é de 7,43% ante os 7,46% previstos anteriormente.

Daniel Lima
Repórter da Agência Brasil

foto - ilustração
Analistas e investidores do mercado financeiro reduziram hoje (21) pela segunda semana seguida a estimativa de inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A nova perspectiva agora é de 7,43% ante os 7,46% previstos anteriormente.
Para 2017, a estimativa segue em 6%, de acordo com o boletim Focus, publicação divulgada semanalmente às segundas-feiras pelo Banco Central (BC), com base em projeções de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. O cálculo inflacionário permanece distante do centro da meta de 4,5% e, neste ano, supera o teto de 6,5%. Em 2017, o limite superior da meta em 2017 é 6%.
A projeção para a taxa básica de juros, a Selic, permanece em 14,25% ao ano, em 2016, e, para 2017, em 12,50% ao ano. Os preços administrados, regulados pelo governo, como a gasolina e o gás de cozinha, tiveram suas estimativas reduzidas de 7,40 % para 7,20%. A taxa de câmbio esperada em dezembro chega a R$ 4,20.

Crescimento
A projeção de instituições financeiras para a queda da economia este ano piorou mais uma vez e passou de 3,54% para 3,60%. Para 2017, a estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todas as riquezas produzidas pelo país, foi reduzida de 0,50% para 0,44%. Para a produção industrial, a estimativa é de uma queda de 4,50% em 2016.

Setor Externo
As perspectivas para o déficit em conta corrente, um dos principais indicadores das transações do Brasil com outros países, melhoraram e passaram de US$ 24,10 bilhões para US$ 21,21 bilhões, com o saldo da balança comercial em US$ 42,40 bilhões. Não houve alteração na projeção para os investimentos estrangeiros diretos, mantidos em US$ 55 bilhões.
Fonte - Agência  Brasil  21/03/2016

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Procura por crédito aumenta puxada pelas micro e pequenas empresas, diz Serasa

Economia

Em março, as empresas aumentaram em 6,7% a procura por crédito, segundo o Indicador Serasa Experian de Demanda das Empresas por Crédito

Marli Moreira
Repórter da Agência Brasil 
Arquivo - Agência Brasil
Em março, as empresas aumentaram em 6,7% a procura por crédito, segundo o Indicador Serasa Experian de Demanda das Empresas por Crédito. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, houve alta de 18,1%. No primeiro trimestre, o crescimento foi 9,7%.
Esse avanço na média foi puxado pelas micro e pequenas empresas com variação de 7,4% sobre fevereiro deste ano. Nos dois perfis de empresa analisados ocorreram recuos. As de médio porte reduziram a busca em 4,8% e as grandes empresas diminuíram em 6,1%.
Na análise por setor, a demanda foi liderada pela área de serviços, com alta de 8,5%, seguida do comércio (5,7%) e indústria (3,7%). O Centro-Oeste foi a região com maior crescimento (12,4%), seguida do Sul, com alta de 8,6%, e do Nordeste (6,4%). Já no Norte e no Sudeste, ocorreram expansões com taxas idênticas (4,8%).
Nos três primeiros meses do ano, o Sul lidera a procura por crédito com ampliação de 12%, seguido do Centro-Oeste (10,4%), Norte (9,4%), Nordeste (8,6%) e Sudeste (7,6%).
Para os economistas da Serasa Experian, o resultado foi influenciado pela diferença de dias úteis pelo fato de o carnaval ter sido em fevereiro. Em março, foram 22 dias úteis número acima do registrado em fevereiro – 18 dias úteis – e superior ao mesmo período do ano passado – 19 dias úteis. De acordo com os economistas, se for feito o ajuste dos dias úteis, há uma queda de 12,7% sobre fevereiro de 2015 e aumento de 2% na comparação com março de 2014.
Eles destacaram que, com o mercado mais rigoroso para conceder crédito, pode-se deduzir que os empresários desse segmento estariam recorrendo a “outras fontes alternativas de financiamento, como o crédito mercantil”.
Fonte - Agência Brasil 22/04/2015

sexta-feira, 6 de março de 2015

Inflação medida pelo IGP-DI recua para 0,53% em fevereiro

Economia

O IGP-DI mede o comportamento de preços em geral da economia. É a média aritmética dos índices de Preços no Atacado (IPA), que mede a variação de preços no mercado atacadista; de Preços ao Consumidor (IPC)....

Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil 
foto - ilustração
A inflação medida pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) ficou em 0,53%, em fevereiro deste ano, taxa inferior à do mês anterior, de 0,67%, e à de fevereiro do ano passado, que ficou em 0,85%. Segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV), em 12 meses, o IGP-DI acumula inflação de 3,74%.
O IGP-DI mede o comportamento de preços em geral da economia. É a média aritmética dos índices de Preços no Atacado (IPA), que mede a variação de preços no mercado atacadista; de Preços ao Consumidor (IPC), que avalia preços entre as famílias que têm renda de 1 a 33 salários mínimos nas cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro; e Índice Nacional da Construção Civil (INCC), que mede a variação de preços no setor da construção civil, considerando tanto materiais quanto a mão de obra empregada no setor. Disponibilidade interna engloba as variações de preços que afetam diretamente as atividades econômicas localizadas no território brasileiro. Não não consideradas as variações de preços dos produtos exportados.
A queda do IGP-DI em janeiro e fevereiro foi puxada pelo varejo e pelo custo da construção. A inflação do subíndice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, caiu de 1,73% em janeiro para 0,97% em fevereiro. O subíndice de Custo da Construção recuou de 0,92% para 0,31% no período.
Por outro lado, os preços no atacado tiveram, em fevereiro, aumento maior do que no mês anterior. A inflação do subíndice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado, subiu de 0,23% em janeiro para 0,41% em fevereiro.
Fonte - Agência Brasil  06/03/2015

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Vendas em supermercados crescem 7,18% em outubro

Economia

No acumulado de janeiro a outubro, foi registrada alta de 2,08%, na comparação com o mesmo período do ano anterior. Em valores nominais, as vendas do setor tiveram alta de 7,63% em relação ao mês anterior e, quando comparadas a outubro de 2013, variação de 11,71%. No acumulado do ano, o crescimento nominal foi 8,52%.

Fernanda Cruz 
Repórter da Agência Brasil 
foto - ilustração
As vendas do setor supermercadista cresceram 7,18% em outubro, na comparação com setembro, segundo a Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Em relação ao mesmo mês no ano passado, houve alta de 4,81%. Esses dados foram deflacionados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
No acumulado de janeiro a outubro, foi registrada alta de 2,08%, na comparação com o mesmo período do ano anterior. Em valores nominais, as vendas do setor tiveram alta de 7,63% em relação ao mês anterior e, quando comparadas a outubro de 2013, variação de 11,71%. No acumulado do ano, o crescimento nominal foi 8,52%.
No período de janeiro a outubro, a cesta Abrasmercado acumula alta de 2,75%. Nos últimos 12 meses, o indicador soma alta de 3,25%. No resultado acumulado de 12 meses, os produtos que mais pressionaram foram o tomate, com 29,9%, a cebola, com 23,6%, e a carne traseira, com 15,9%. Os produtos com maior queda de preços no acumulado de 12 meses foram a batata (-37,4%), o feijão (-28,0%) e a farinha de mandioca (-22,7%).
De acordo com o indicador, a cesta da Região Nordeste foi a que apresentou maior queda no mês (-1,81%), passando de R$ 329,15 para R$ 323,19. A Região Sul, por sua vez, foi a que mais subiu (0,53%), com valor de R$ 408,56.
Fonte - Agência Brasil 27/11/2014

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Inflação oficial cai e fica em 0,42% em outubro

Economia

IPCA de outubro é inferior aos de setembro deste ano e de outubro do ano passado, que haviam sido 0,57% nos dois períodos

Vitor Abdala 
Repórter da Agência Brasil 
Marcello Casal Jr/Agência Brasil
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, ficou em 0,42% em outubro deste ano. A taxa é inferior às de setembro deste ano e de outubro do ano passado, que haviam sido 0,57% em ambos os períodos.
O IPCA acumula taxa de 5,05% no ano. No acumulado de 12 meses, a inflação é 6,59%, acima do teto da meta de inflação do governo federal, que é 6,5%. Os dados foram divulgados hoje (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Fonte - Agência Brasil  07/11/2014

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Preço de frutas e legumes em feiras são até 50% mais barato do que em supermercados

Feiras livres

Quem prefere fazer compras em feiras livres, pode fazer uma economia boa, de até mesmo 50%, segundo consumidores que não abrem mão deste tipo de oferta.

Noemi Flores - TB
foto - ilustração
As feiras livres, a exemplo de São Joaquim e Sete Portas, oferecem frutas e legumes a preços mais em conta que nos supermercados tradicionais e mercadinhos ou delicatessens de bairro. Quem opta por este tipo de estabelecimento pode fazer uma economia boa, de até mesmo 50%, segundo consumidores que não abrem mão deste tipo de oferta.
Um exemplo disso é o preço da banana da prata que nos grandes mercados está em torno de R$ 2,27, o quilo, mas que na Feira da Sete Portas, a mesma fruta está por R$ 2, a dúzia. A feirante Edite Barreto, quase 40 anos de profissão no local, pegou um cacho de 12 bananas grandes e pesou: deu 1,79 kg por R$ 3,59.
“É muito mais vantagem se comprar a dúzia aqui, que é mais barato. Imagina se fosse pesado quase dois quilos de banana a pessoa iria pagar R$ 1,60, o que sobra já dá para outra fruta. E ainda tem mais quando o cacho perfeito com 14 bananas a gente deixa com se fosse uma dúzia para o freguês”, comentou a feirante.
Com outras frutas também essenciais no dia a dia há uma diferença muito grande nos preços. A laranja, sempre associada a um suco nas refeições, nos supermercados o quilo está por R$ 1,98 e nas feiras livres a dúzia, na faixa de R$ 2,50, o que se pode levar vantagem também, como explicou o mecânico José Luis Marcílio, que se encontrava nas Sete Portas.
“Embora aparentemente o supermercado seja mais barato, a R$ 1,98, e a feira a R$ 2,50, há vantagem porque na feira é por dúzia. Então escolho as laranjas maiores que há. Já no supermercado se eu pegar as laranjas grandes vai dar mais de dois quilos de laranjas por mais de R$ 4”, explicou.
Em relação à mesma fruta, o funcionário público Henrique Santos Oliveira revelou que sempre compra saco de cem laranjas por R$ 10 na feira de São Joaquim e que sai muito mais em conta, pois em sua casa tem três crianças e sua mãe já idosa e todos consomem muita laranja para sucos.
“Esta quantidade só presta para quem tem muita gente e consome muito, mas que é uma economia de até 150% é. Vou fazer o cálculo aqui pelo celular para a gente saber com detalhes, tomando como base a dúzia por R$2,50: uma laranja custa: 0,25, o que equivale que 100 laranjas custarão R$ 25 e eu compro por R$ 10, economizando R$15”, assegurou.
A verdade é que nos preços aplicados nos supermercados em relação às feiras há uma diferença muito grande, principalmente nos produtos fundamentais para tempero, a exemplo da cebola e do tomate. Já pimentão é o único vilão, pois se encontra de R$ 2,90, em supermercados e R$ 3 na Feira da Sete Portas. A cabeleireira Tânia Lima, que se encontrava em supermercado da Vasco da Gama, falou sobre estas diferenças de preço.
“Observe o preço do tomate a R$ 3,30, o pimentão R$ 2,90 e a cebola a R$ 2,65. Outro dia fui em São Joaquim e estava na faixa de R$1, aqueles tomatinhos pequenos e deliciosos. O pimentão encontrei de R$ 2 e a cebola R$ 1,50. Como a semana foi puxada no trabalho, tive que deixar as compras para hoje (domingo), mas sei que nas feiras é uma economia de até 60% ou mais”, declarou.
Fonte - Tribuna da Bahia  13/10/2014

domingo, 14 de setembro de 2014

Especialistas pedem cautela com anúncios que prometem redução de juros

Economia

“O consumidor deve pedir à empresa ou ao advogado que está fazendo isso [prometendo a redução] referência de pelo menos dez clientes. Deve pedir, ainda, sentenças e acórdãos apontando o resultado que está sendo prometido”, recomenda o advogado José Geraldo Tardin, presidente do Instituto Brasileiro de Defesa das Relações de Consumo (Ibedec). 

Mariana Branco 
Repórter da Agência Brasil 
Ag.Brasil
É comum encontrar nas ruas e na internet anúncios prometendo redução dos juros de financiamentos, principalmente de veículos. Algumas das propagandas garantem ser possível diminuir pela metade a parcela paga, mediante ação na Justiça. Especialistas ouvidos pela Agência Brasil aconselham cautela com ofertas do tipo. Segundo eles, embora haja decisões favoráveis ao cliente em ações revisionais de juros, é preciso analisar o histórico das empresas e advogados por trás dos anúncios. Também é importante verificar se o contrato que se pretende questionar de fato é abusivo.
“O consumidor deve pedir à empresa ou ao advogado que está fazendo isso [prometendo a redução] referência de pelo menos dez clientes. Deve pedir, ainda, sentenças e acórdãos apontando o resultado que está sendo prometido”, recomenda o advogado José Geraldo Tardin, presidente do Instituto Brasileiro de Defesa das Relações de Consumo (Ibedec). Tardin considera excessivos os ganhos anunciados. “O consumidor deve desconfiar sempre, quando a oferta é demais”, alerta.
De acordo com ele, a decisão de abatimento da dívida em função de juros abusivos é mais comum em débitos com cartão de crédito e cheque especial. “Há hipermercado, loja, que cobra de 600% a 700% de juro ao ano. Já vi casos [em que o cliente questionou na Justiça] de conseguir até quitar a dívida. Mas, onde o empréstimo tem uma garantia, que são veículos e imóveis, eles [instituições financeiras] geralmente praticam juros mais baixos, dentro da média de mercado”, comenta.
Segundo Tardin, os consumidores devem inclusive tomar cuidado para não sair no prejuízo.“Não se consegue esse resultado [de redução da parcela à metade] e a bomba fica na mão do consumidor. Geralmente a pessoa que fecha esse contrato [para pedir a redução da dívida] aconselha o consumidor a interromper o pagamento. Ou seja, ele tem o nome em protesto e o bem apreendido”.
O advogado Adriano Cristian Carneiro, defensor público da União com atuação em ações coletivas que envolvem direito do consumidor, ressalta que há outros itens nos contratos de financiamento de veículo que podem caracterizar abuso. “Pode ter venda casada, em que você paga algum seguro ou título de capitalização do qual não sabe”, exemplifica. Mas os juros, diz, têm ficado dentro da média de mercado. “Regra geral essas taxas não estão sendo consideradas abusivas. Estão dentro da expectativa. Pode ser que um ou outro contrato [tenha abuso]. Mas [a maioria dos contratos] está dentro do que o STJ [Superior Tribunal de Justiça] já previu e já considerou como lícito”, comenta.
O STJ publicou três súmulas sobre contratos bancários. Na Súmula 379, entende que, nos casos em que não houver legislação específica, os juros moratórios poderão ser fixados em até 1% ao mês, podendo ser acumulados outros tipos de juros. Já na Súmula 380, o tribunal estabelece que a simples proposição de ação de revisão de juros não interrompe os prazos dos contratos. Ou seja, o consumidor deve continuar pagando as parcelas no período. Por fim, na Súmula 381, a Corte diz que o julgador não pode decidir de ofício (automaticamente) se um contrato é abusivo. Ou seja, é preciso ficarem provadas claramente as irregularidades.
A advogada Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste), pede que os consumidores estejam atentos à propaganda enganosa. “A vontade de diminuir a dívida é muito grande. Fora os juros realmente abusivos, não existe esse milagre da redução. As pessoas que tiveram acesso a cartazes ou folhetos com promessas excessivas devem até reclamar nos órgãos de defesa do consumidor para providência”, declarou.
Fonte - Agência Brasil  13/09/2014

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Aumenta número de pessoas que procuraram por crédito em agosto

Economia

De acordo com os economistas da Serasa Experian, as medidas de estímulo ao crédito anunciadas pelo Banco Central a partir do final de julho impulsionaram os consumidores a buscar crédito com um pouco mais de ímpeto ao longo de agosto.

Flávia Albuquerque

Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração
O número de pessoas que buscaram crédito aumentou 6,6% em agosto na comparação com julho. Com relação a agosto de 2013, houve crescimento de 1,3% na procura por crédito, enquanto no acumulado de janeiro a agosto deste ano, a demanda registra queda de 5,2% ante o mesmo período do ano passado. Os dados são do Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito.
De acordo com os economistas da Serasa Experian, as medidas de estímulo ao crédito anunciadas pelo Banco Central a partir do final de julho impulsionaram os consumidores a buscar crédito com um pouco mais de ímpeto ao longo de agosto. “Entretanto, o desempenho frente ao mesmo período do ano passado continua enfraquecido, tendo em vista os juros mais elevados e o baixo grau de confiança do consumidor na economia”, aponta a análise.
A demanda cresceu em todas as faixas de renda em agosto, sendo que a maior alta foi 7,4% para as pessoas que ganham entre R$ 500 e R$ 1 mil mensais, seguida pela alta de 6,4% para os consumidores com renda mensal entre R$ 1 mil e R$ 2 mil. Para os de rendimento abaixo de R$ 500, a procura foi 5,5% maior, e para os que recebem entre R$ 2 mil e R$ 5 mil por mês, alcançou 5,9% de crescimento.
No acumulado do ano, a maior queda na busca por crédito ficou entre os consumidores que ganham até R$ 500 por mês, com um recuo de 18,9%. Os consumidores que ganham entre R$ 5 mil e R$ 10 mil e os que recebem mais de R$ 10 mil mensais exibiram recuo de 9%. Aqueles com renda mensal entre R$ 2 mil e R$ 5 mil tiveram queda de 5% e os que ganham entre R$ 500 e R$ 1 mil por mês diminuíram a demanda por crédito em 5,5%. A menor queda (-0,4%) foi observada na camada de rendimento entre R$ 1 mil e R$ 2 mil por mês.
Quando analisadas as regiões, o maior avanço foi no Sul, com alta de 10,7% em agosto. No Sudeste, o crescimento chegou a 8,4%; no Nordeste houve alta de 2,5%; e no Centro-Oeste, de 1,2%. Apenas a Região Norte teve recuo de 0,8% em relação a julho. A queda da procura por crédito no acumulado de janeiro a agosto de 2014 foi mais expressiva na Região Sul (-7,3%), seguida pela queda de 6,8% no Norte. No Nordeste, o recuo foi 5,9% e, no Sudeste, a demanda caiu 4,9%. Na Região Centro-Oeste, o recuo chegou a 0,2%.
Fonte - Agência Brasil  08/092014

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

IPC-S tem leve recuo na terceira prévia de agosto

Economia

O levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) mostra que, entre os oito grupos analisados, o de habitação foi o que mais influenciou o resultado, ao passar de uma alta de 0,39% para 0,27%, com destaque para a perda de ritmo na correção da conta de luz (de 1,42% para 0,57%), no momento da apuração do índice.

Marli Moreira
Repórter da Agência Brasil 
Antonio Cruz/Agência Brasil
O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) teve ligeiro decréscimo ao atingir variação de 0,06% na terceira prévia de agosto. Essa taxa é 0,02 ponto percentual inferior ao registrado na última apuração (0,08%). O levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) mostra que, entre os oito grupos analisados, o de habitação foi o que mais influenciou o resultado, ao passar de uma alta de 0,39% para 0,27%, com destaque para a perda de ritmo na correção da conta de luz (de 1,42% para 0,57%), no momento da apuração do índice.
Houve contribuição também dos grupos comunicação (de -0,05% para -0,34%); educação, leitura e recreação (de 0,36% para 0,28%); vestuário (de -0,61% para -0,70%) e despesas diversas (de 0,16% para 0,14%).
Já em alimentação foi constatada recuperação dos preços com taxa ainda negativa (-0,01%), mas com queda menos intensa do que na pesquisa anterior (-0,05%). O mesmo ocorreu em transportes (de -0,14% para -0,06%) com o aumento da cotação do automóvel usado (de -0,28% para 0,26%). Em saúde e cuidados pessoais, o índice subiu de 0,19% para 0,27%) apresentaram aceleração em suas taxas de variação.As cinco maiores pressões inflacionárias foram verificadas nos seguintes itens: refeições em bares e restaurantes (0,53%); aluguel residencial (0,62%); show musical (5,29%); plano e seguro de saúde (0,72%) e leite tipo longa vida (3,21%). Os cinco itens com as menores oscilações foram: batata-inglesa (24,22%); diárias de hotel (3,87%); tomate (7,16%); tarifa de telefone residencial (-1,11%) e gasolina (-0,55%).
Fonte - Agência Brasil  25/08/2014

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

IPCA-15 tem menor taxa em 13 meses

Economia

Preços de alimentos caem, energia sobe, e IPCA-15 tem menor taxa em 13 meses - Segundo o IBGE, resultado de agosto foi quase todo determinado pelo aumento de tarifas em algumas regiões, enquanto preços de diárias de hotéis caíram após a Copa

Da Redação - RBA
Feira livre em Porto Alegre. Custo dos alimentos
volta a cair e contribuem para baixar a inflação
 medida pelo IBGE
São Paulo – O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), "prévia" da inflação oficial, teve em agosto variação de 0,14%, a menor desde julho do ano passado (0,07%). Foi o quarto mês seguido de desaceleração, conforme os dados do IBGE, que divulgou o resultado hoje (19). Agora, o IPCA-15 está acumulado em 4,32% em 2014, acima de igual período de 2013 (3,69%). Em 12 meses, vai a 6,49%, abaixo dos 12 meses imediatamente anteriores (6,51%).
Se por um lado os custos com energia elétrica aumentaram em várias regiões, os preços de alimentação e vestuário (-0,18%), entre outros itens, recuaram no mês. Segundo o IBGE, muitos produtos ficaram mais baratos, como batata inglesa (-20,42%), tomate (-16,47%), feijão carioca (-5,49%), hortaliças (-5,13%), óleo de soja (-3,17%) e feijão preto (-3,11%). Com isso, o grupo Alimentação e Bebidas passou de -0,03%, em julho, para -0,32%.
Com alta de 4,25%, a energia teve impacto de 0,12 ponto percentual no índice. O instituto destaca variações nas contas em Belém (6,8%), Curitiba (23,85%) e São Paulo (9,55%). O item levou o grupo Habitação a passar de 0,48% para 1,44% neste mês, com pressão ainda de artigos de limpeza (1,47%), taxa de água e esgoto (1,37%), condomínio (1,36%), aluguel residencial (0,66%) e mão de obra para pequenos reparos (0,66%).
Em outra ponta, os preços de diárias de hotéis no pós-Copa caíram 23,54% e exerceram o principal impacto para baixo, de -0,13 ponto percentual. A queda nas diárias fez o grupo Despesas Pessoais passar de 1,74% para -0,67%.
Já os preços de passagens aéreas aumentaram 10,27% e representaram impacto de 0,04 ponto, levando o grupo Transportes a ter alta de 0,20%, após queda de 0,85% em julho. Educação foi de -0,07% para 0,42%, com elevação de 1,06% em cursos diversos (como informática e idiomas).
O maior índice regional foi apurado na região metropolitana de Curitiba (0,50%) e o menor, em Salvador (-0,38%), onde o custo com energia elétrica caiu, assim como os preços de combustíveis. De julho para agosto, o IPCA-15 foi maior em Belém (0,45%), Goiânia (0,27%) Rio de Janeiro (0,30%) e São Paulo (0,26%), ficando relativamente estável em Brasília (0,12%). E foi menor em Belo Horizonte (-0,06%), Fortaleza (-0,02%), Porto Alegre (0,02%) e Recife -0,28%).
O índice foi calculado com base em preços coletados de 15 de julho a 13 de agosto. Os resultados do IPCA e do INPC deste mês serão divulgados em 5 de setembro.
Fonte - RBA 20/08/2014

terça-feira, 19 de agosto de 2014

IPC-S cai em seis capitais das sete capitais na segunda semana de agosto

Economia

A maior queda foi observada na cidade de São Paulo: 0,22 ponto percentual (de 0,26% na primeira semana para 0,04% na segunda semana).

Vitor Abdala 
Repórter da Agência Brasil 
foto - ilustração
O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) caiu em seis das sete capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) entre a primeira e a segunda semanas de agosto. A maior queda foi observada na cidade de São Paulo: 0,22 ponto percentual (de 0,26% na primeira semana para 0,04% na segunda semana).
Em seguida aparece a cidade de Recife, cuja inflação caiu 0,18 percentual, ao passar de 0,19% para 0,01% no período. Outras cidades com queda na taxa de inflação foram Belo Horizonte (0,1 ponto percentual, ao passar de 0,19% para 0,09%), Rio de Janeiro (0,08 ponto percentual, ao passar de 0,32% para 0,24%) e Brasília (0,05 ponto percentual, ao passar de 0,13% para 0,08%).
Salvador foi a única capital que registrou deflação. O índice também caiu, ao passar de -0,45% para -0,48% (uma queda de 0,03 ponto percentual na taxa).
Porto Alegre foi a única das sete capitais que teve aumento da taxa de inflação no período (0,15 ponto percentual, ao passar de 0,18% para 0,33%). A média nacional, divulgada ontem (18), ficou em 0,08% na segunda semana de agosto, taxa 0,08 ponto percentual abaixo do apurado na semana anterior (0,16%).
Fonte - Agência Brasil  19/08/2014

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

IPC-S teve redução na segunda apuração do mês, diz FGV

Economia

O levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) destaca a influência do grupo habitação nesse resultado.

Marli Moreira 
Repórter da Agência Brasil 
Fernando Frazão/Agência Brasil
O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) teve redução no ritmo de alta com variação de 0,08%, na segunda apuração do mês. Essa elevação é metade da registrada na pesquisa anterior (0,16%). O levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) destaca a influência do grupo habitação nesse resultado.
Nessa classe de despesa os preços subiram em média 0,39% ante 0,54% sob o efeito, principalmente, da tarifa de energia elétrica (de 2,48% para 1,42%). Também contribuíram os grupos alimentação (de 0,02% para -0,05%); transportes que saiu de uma estabilidade para um recuo de -0,14%); vestuário (de - 0,29% para - 0,61%); comunicação (de 0,07% para - 0,05%); despesas pessoais (de 0,26% para 0,16%) e saúde e cuidados pessoais (de 0,21% para 0,19%).
Já o grupo educação, leitura e recreação apresentou elevação de 0,36% ante uma taxa estável na última pesquisa. Essa alta foi provocada, principalmente, pelo reajuste da passagem aérea (de -8,77% para -1,58%).
Os cinco itens que mais pressionaram a taxa foram: refeições em bares e restaurantes (0,64%), show musical (8,56%), tarifa de eletricidade residencial (1,42); aluguel residencial (0,6%) e plano e seguro de saúde (0,69%). Já em sentido oposto, os itens ajudaram a aliviar os aumentos foram: batata-inglesa (-27,73); tomate (-16,63); taxa de água e esgoto residencial (-1,11); hotel (-3,72%) e gasolina (-0,59%).
Fonte - Agência Brasil  18/08/2014

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

IPC-S recua na última semana de julho

Economia

A apuração, feita pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), mostra que a principal influência sobre esse resultado partiu do grupo alimentação com queda de 0,25% ante um recuo de -0,1%. Entre os itens, destaque para as carnes bovinas (de 0,32% para -0,13%).

Marli Moreira 
Repórter da Agência Brasil 
Entre as principais influências de queda estão
o tomate (-21,66%)Antonio Cruz/Agência Brasil
O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) encerrou a última semana de julho com decréscimo de 0,1%. A taxa anterior tinha indicado alta de 0,16% ante 0,24%. A apuração, feita pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), mostra que a principal influência sobre esse resultado partiu do grupo alimentação com queda de 0,25% ante um recuo de -0,1%. Entre os itens, destaque para as carnes bovinas (de 0,32% para -0,13%).
Mais dois grupos tiveram redução: vestuário (de -0,03% para -0,09%) e comunicação (de 0,02% para -0,30%). Neste último caso, a baixa reflete os preços dos pacotes de telefonia fixa e internet que ficaram 1,05% mais baratos.
Além disso, ocorreram perda no ritmo de elevação os grupos: transportes (de 0,10% para 0,06%), saúde e cuidados pessoais (de 0,40% para 0,30%) e despesas diversas (de 0,30% para 0,22%). Já em educação, leitura e recreação, houve ligeira recuperação no reajuste, mas ainda com variação negativa (de -0,08% para -0,07%).
No grupo habitação – único a apresentar elevação expressiva – o índice subiu de 0,48% para 0,56%).
Os cinco itens que mais pressionaram a inflação no período foram: refeições em bares e restaurantes com alta de 0,81%; tarifa de eletricidade residencial (2,1%) ; mão de obra para reparos em residência (1,66%); aluguel residencial (0,59%) e plano e seguro de saúde (0,69%).
Em sentido oposto, as cinco maiores influências de queda foram: o tomate (-21,66%); a batata-inglesa (-24,57%); a passagem aérea (-17,58%); a taxa de água e esgoto residencial (-1,55%) e os alimentos preparados e congelados de ave (-4,63%).
Fonte - Agência  Brasil  01/08/2014

quarta-feira, 9 de julho de 2014

IPC-S cai em cinco de sete capitais pesquisadas, mostra FGV

Economia

Como na semana encerrada no último dia 30, Salvador continua com a maior inflação do país, com o IPC-S variando 0,45%, resultado 0,09 ponto percentual menor que os 0,54% da semana anterior.

Nielmar de Oliveira
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração
A variação de 0,28% registrada na primeira semana de julho no Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) reflete queda nos preços apurados em cinco das sete capitais envolvidas na pesquisa. O resultado é 0,05 ponto percentual menor que a taxa da semana anterior, informou o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas.
Como na semana encerrada no último dia 30, Salvador continua com a maior inflação do país, com o IPC-S variando 0,45%, resultado 0,09 ponto percentual menor que os 0,54% da semana anterior.
As outras quatro capitais com retração nos preços relativos ao IPC-S foram Belo Horizonte (de 0,17% para 0,13%), o Recife (de 0,40% para 0,20%, a maior queda em pontos percentuais, 0,20), São Paulo (de 0,32% para 0,26%) e Porto Alegre (de 0,21% para 0,07%).
As duas únicas capitais com aumento de preços entre a última semana do mês passado e a primeira deste mês foram Brasília (de 0,34% para 0,36%) e o Rio de Janeiro (de 0,39% para 0,44%, o segundo maior IPC-S do país).
Fonte - Agência Brasil  09/07/2014

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Alimentos fazem inflação medida pelo IPC-S registrar queda

Economia

O dado foi divulgado hoje (16) pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV).
Cinco das oito classes de despesa que compõem o índice tiveram decréscimo, sendo que a maior contribuição veio do grupo alimentos (caiu de 0,39% para 0,06%).


Fernanda Cruz 
Repórter da Agência Brasil 
Arquivo/Agência Bras
A inflação medida pelo Índice de preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), na segunda semana de junho, apresentou variação de 0,36% – queda de 0,1 ponto percentual em relação à taxa da semana anterior. O dado foi divulgado hoje (16) pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV).
Cinco das oito classes de despesa que compõem o índice tiveram decréscimo, sendo que a maior contribuição veio do grupo alimentos (caiu de 0,39% para 0,06%). Também sofreram quedas os grupos transportes (0,31% para 0,19%), habitação (0,56% para 0,54%), saúde e cuidados pessoais (0,60% para 0,53%) e despesas diversas (1,1% para 1,06%).
Entre os itens que registraram maiores variações, estão a tarifa de ônibus urbano (de 0,54% para 0,14%), a eletricidade residencial (de 1,92% para 0,89%), os medicamentos em geral (de 0,57% para 0,4%) e o jogo lotérico (de 9,55% para 8,31%).
Apresentaram alta os grupos vestuário (de 0,17% para 0,35%), educação, leitura e recreação (de 0,62% para 0,64%) e comunicação (de 0,18% para 0,2%). Destacaram-se as roupas (de 0,03% para 0,4%), hotel (de 2,57% para 4,13%) e mensalidade de televisão por assinatura (de 0,08% para 0,28%).
Fonte - Agência Brasil  16/06/2014

terça-feira, 6 de maio de 2014

Alô e adeus às telefônicas ruins

 Telefonia

A partir de 8 de Julho termina o calvário virtual do consumidor que não consegue ser atendido pelos call-centers para cancelar seu contrato com as telefônicas.

Leandro Mazzini -CB

O presidente da Anatel, João Rezende, garantiu à Coluna que a partir de 8 de Julho termina o calvário virtual do consumidor que não consegue ser atendido pelos call-centers para cancelar seu contrato com as telefônicas. É o dia em que entra em vigor o serviço de cancelamento automático obrigatório nos sites das operadoras – o cidadão digita a linha e seu contrato, e num clique o encerra caso queira. Será o enterro do gerúndio tanto falado pelos atendentes, o ‘vamos estar resolvendo’..As teles também terão direito: dois dias para tentar reconquistar o assinante. Então prepare os ouvidos.
Fonte - Correio do Brasil  05/05/2014

domingo, 27 de abril de 2014

A Classe B voltará a ter mais de 50% do consumo

Economia

Os números se confirmados vão mostrar uma recuperação da classe B. Em 2013, esse extrato da população tinha diminuído em relação a 2012 - uma queda de 50,02% para 48,52%.

Luiz Guilherme Gerbelli 
Agência Estado 
Segundo a pesquisa, a mudança na estrutura de consumo
continua mesmo com uma economia desaquecida
Joá Souza / Arquivo - Ag. A TARDE
O mercado consumidor será marcado pela retomada da classe B neste ano. O estudo desenvolvido pela consultoria IPC Marketing mostra que essa parcela da população - equivalente a 35,4% do total de domicílios urbanos do País - vai responder por 50,84% (aproximadamente R$ 1,55 trilhão) do potencial de consumo no Brasil.
Os números se confirmados vão mostrar uma recuperação da classe B. Em 2013, esse extrato da população tinha diminuído em relação a 2012 - uma queda de 50,02% para 48,52%.
A classe A também deve aumentar a fatia no consumo: a participação subirá de 19,26% no ano passado para 19,52%. "A força do novo consumo está nas classes A e B. A classe emergente - que já foi tão destacada - ainda tem a maior quantidade de domicílios, mas ela perde força", diz Marcos Pazzini, diretor do IPC Marketing. Pelo levantamento, a classe C deve responder por 26% do potencial de consumo, nível mais baixo desde 2005.
A mudança na estrutura do consumo continua mesmo com uma economia mais desaquecida. A população continua comprando e, consequentemente, mudando de classe social. Isso ocorre porque o Critério Brasil, da Associação Brasileira das Empresas de Pesquisa (Abep) e adotado pelos institutos de pesquisas, leva em conta a posse de bens e o nível de escolaridade do chefe da família para classificar os domicílios. "Essa migração social positiva está numa segunda e até terceira onda. A primeira onda foi a migração das classes D e E para a classe C. A segunda onda da classe C para a B, e a terceira onda da classe B para a classe A", afirma Pazzini.
A expectativa da consultoria é que o consumo das famílias continue a crescer de 1,8% a 2% neste ano, acima do Produto Interno Bruto (PIB).
Um dos principais fatores que impulsiona a mobilidade social é a criação de emprego formal, segundo o presidente do Instituto Data Popular, Renato Meirelles. No mês passado, a desocupação medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ficou em 5% nas seis regiões metropolitanas pesquisas (Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre). O resultado foi o mais baixo para meses de março desde 2002, quando tem início a série histórica. "A economia pode não estar tão boa, o consumo das famílias está crescendo menos, mas o emprego e a geração de renda proveniente dele continuam forte."

Gasto
O estudo da IPC Marketing também identificou como o brasileiro vai gastar o dinheiro este ano. A maior parte - R$ 770,57 bilhões - vai para a manutenção do lar. Nesse item, estão incluídas despesas como aluguel, conta de luz, água e telefone. "É uma realidade do brasileiro esse elevado custo da moradia", diz Pazzini.
O segundo maior gasto do ano será com outras despesas (R$ 659,56 bilhões). Nesse item, o peso maior é com dívidas. "Boa parte da melhoria dessa ascensão é por causa da aquisição de bens de consumo. Normalmente, eles não são comprados à vista, mas no crédito. O crescimento desse item tem a ver com o aumento dessas compras feitas a prazo", afirma o diretor do IPC Marketing.
Na sequência, aparecem alimentação no domicílio (R$ 314,01 bilhões) e alimentação fora do domicílio (R$ 156,57 bilhões). "Quanto maior o peso dessas despesas básicas, pior. Acaba sobrando menos dinheiro para itens que não são de primeira necessidade,", afirma Pazzini. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte - A Tarde  27/04/2014