UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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segunda-feira, 8 de maio de 2017

Pesquisa da FGV mostra aceleração da inflação em 7 capitais

Economia

A pesquisa, feita pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), refere-se às oscilações de preços verificadas entre 30 de abril e 7 de maio em Recife, Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Brasília e Porto Alegre.

Marli Moreira
Repórter da Agência Brasil

foto - ilustração/arquivo
O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) teve alta de 0,26% na primeira prévia de maio, resultado que é 0,14 ponto percentual maior do que a variação registrada no fechamento de abril (0,12%).
A pesquisa, feita pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), refere-se às oscilações de preços verificadas entre 30 de abril e 7 de maio em Recife, Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Brasília e Porto Alegre.
Cinco dos oito grupos pesquisados indicaram elevação de preços e o que mais influenciou esse avanço da inflação foi o grupo habitação. Nesta classe de despesa, houve queda de 0,15%, porém, o recuo foi bem menos expressivo do que o apurado no encerramento de abril (-0,69%).
Entre os motivos está o movimento de recuperação de preços da tarifa de eletricidade residencial que passou de (-6,22%) para (-2,6%).

Mais números
Situação semelhante ocorreu em vestuário (de -0,47% para -0,05%) e transportes (de -0,14% para -0,05%). No grupo saúde e cuidados pessoais, foi constatada ligeira elevação (de 1,15% para 1,20%) e o mesmo comportamento ocorreu em comunicação (de 0,84% para 1,14%).
Já no grupo alimentação, os preços subiram 0,56% contra 0,69% da última pesquisa e, em educação, leitura e recreação, houve uma retração mais significativa do que, no último levantamento, com a taxa passando de -0,19% para -0,48%. Em despesas diversas, o índice ficou estável em 0,13%.
Os itens que mais pressionaram a inflação foram: batata-inglesa (29,1%); tomate (19,21%); plano e seguro saúde (0,99%); pacotes de telefonia fixa e internet (2,41%) e gás de botijão (2,56%).
Fonte - Agência Brasil  08/05/2017

quarta-feira, 2 de março de 2016

Inflação cai em sete capitais, diz pesquisa da FGV

Economia

A maior queda deu-se no Rio de Janeiro: 1,41 ponto percentual, já que a taxa recuou de 2,02%, em janeiro, para 0,61%, em fevereiro.Salvador teve queda de(1,24 ponto percentual, ao passar de 2,06% para 0,82%)

Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil

Arquivo/Marcelo Camargo/Agência Brasil
A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) caiu nas sete cidades pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) na passagem de janeiro para fevereiro deste ano. A maior queda deu-se no Rio de Janeiro: 1,41 ponto percentual, já que a taxa recuou de 2,02%, em janeiro, para 0,61%, em fevereiro.
Outras duas capitais tiveram redução da taxa mais acentuada do que a média nacional, de 1,02 ponto percentual (já que a média do IPC-S caiu de 1,78% para 0,76%): Salvador (1,24 ponto percentual, ao passar de 2,06% para 0,82%) e São Paulo (1,04 ponto percentual, indo de 1,64% para 0,6%).
As demais cidades tiveram as seguintes reduções na taxa de inflação: Brasília (0,62 ponto percentual: de 1,55% para 0,93%), Belo Horizonte (0,93 ponto percentual: de 1,84% para 0,91%), Recife (0,47 ponto percentual: de 1,76% para 1,29%) e Porto Alegre (0,86 ponto percentual: de 1,66% para 0,8%).
O IPC-S é calculado com base na variação de preços em oito classes de despesas: alimentação, habitação, vestuário, saúde e cuidados pessoais, educação e recreação, transportes, despesas diversas e comunicação.
Fonte - Agência Brasil  02/03/2016

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

​Integração para resolver problemas de mobilidade é desafio nas regiões metropolitanas

Mobilidade

Avaliação é de urbanista da UnB. Nas 17 principais regiões metropolitanas do país está 45% de toda frota nacional de veículos.O reflexo desse cenário está presente no dia a dia dos municípios. Para ele, é desafio das prefeituras atuar de forma integrada para resolver o problema da imobilidade nessas regiões.

Natália Pianegonda - Agência CNT
foto - ilustração
Nas 17 maiores regiões metropolitanas do Brasil, o número de automóveis cresceu, em média, 110% entre 2001 e 2014. O maior incremento foi na de Manaus (AM): 194%. Depois, vêm as regiões metropolitanas de: Belo Horizonte (MG), com 150%; Vitória (ES), com 143%; e Brasília (DF), com 142%. Além disso, dos 3,2 milhões de veículos acrescidos à frota em 2014, aproximadamente 40% estavam nessas regiões. Os números foram compilados e apresentados pelo arquiteto, urbanista e professor da UnB (Universidade de Brasília) Benny Schvasberg, durante o III Seminário Internacional Mobilidade e Transportes, realizado em outubro, em Brasília (DF). Para ele, é desafio das prefeituras atuar de forma integrada para resolver o problema da imobilidade nessas regiões.
O reflexo desse cenário está presente no dia a dia dos municípios. “O primeiro dano é uma vida que é uma tortura para quem está acostumado a passar duas, três horas por dia dentro do transporte, tendo que caminhar muito das paradas até o ponto de chegada. É uma perversidade, porque essa pessoa perderá metade da vida se deslocando no trânsito”, destaca o professor.
E a quem imagina que os efeitos sejam percebidos somente por aqueles que passam horas em carros ou ônibus, presos em longos congestionamentos, ou enfrentam metrôs e trens superlotados, Benny Schvasberg lembra: todos arcam, de alguma forma, com esses prejuízos. “Isso traz consequências físicas, de perda de capacidade de trabalho, especialmente para quem vive nas periferias metropolitanas. Essas pessoas vão para as áreas centrais porque precisam de trabalho. E os segmentos mais privilegiados precisam dessas populações, para tocar sua vida familiar e profissional”, explica o urbanista. “A cidade tem uma clara interdependência entre os centros e as periferias”, complementa. Além disso, diz o professor, há a chamada “deseconomia urbana”: “toda sociedade fica travada nesse processo e a economia perde sua dinamicidade, comprometida que fica com a falta de uma mobilidade fluida”, esclarece ele.
Para Benny Schvasberg, a legislação que institui o Estatuto da Metrópole, que passou a valer em janeiro deste ano, propõe instrumentos importantes para auxiliar as cidades a enfrentarem esses desafios. Ele estabelece diretrizes gerais para planejamento, gestão e execução comum das regiões metropolitanas e aglomerações urbanas, de modo que os municípios possam agir em conjunto na solução dos mesmos problemas.
“No Brasil hoje, com raras exceções (talvez são Paulo, talvez Belo Horizonte), é praticamente inexistente o esforço de uma gestão metropolitana, de um planejamento integrado que possa enfrentar o tema da mobilidade urbana. O que estamos chamando a atenção é para a oportunidade, com o Estatuto da Metrópole, de poder impulsionar os processos de cooperação interfederativa, reunir os vários municípios, para que se possa enfrentar esse apagão”, complementa Schvasberg. Uma das ferramentas de gestão conjunta, destaca o urbanista, é o plano de desenvolvimento urbano integrado, que precisa ser aprovado pelo legislativo estadual.
No entanto, ele alerta que a aplicação da lei nesses aglomerados não é obrigatória: a integração será possível somente se houver entendimento entre as várias administrações. Depois disso, cita três condições básicas para viabilizar políticas equivalentes nos diversos municípios: instrumento legal de formalização da região metropolitana, estrutura de governança, que envolva instâncias técnicas articuladas, controle social de mecanismos de financiamento e a efetiva implementação de políticas conjuntas.
Fonte - Agência CNT de Notícias 09/11/2015

quinta-feira, 9 de abril de 2015

IPC-S recua em seis capitais na primeira semana de abril

Economia

A maior queda foi observada em Porto Alegre: 0,35 ponto percentual. Passou de 1,64% na última semana de março, para 1,29% na primeira semana deste mês.

Vitor Abdala 
Repórter da Agência Brasil 
foto - ilustração
A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) caiu em seis das sete capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) na primeira semana de abril na comparação com a semana anterior. A maior queda foi observada em Porto Alegre: 0,35 ponto percentual. Passou de 1,64% na última semana de março, para 1,29% na primeira semana deste mês.
Outras cidades que tiveram queda na taxa foram Brasília (0,32 ponto percentual, ao passar de 1,97% para 1,65%), Belo Horizonte (0,31 ponto percentual, ao passar de 1,32% para 1,01%), Salvador (0,14 ponto percentual, ao passar de 0,91% para 0,77%), Rio de Janeiro (0,14 ponto percentual, ao passar de 1,52% para 1,38%) e São Paulo (0,14 ponto percentual, ao passar de 1,53% para 1,39%).
A única cidade com alta na taxa de inflação foi Recife: 0,09 ponto percentual, ao passar de 0,31% para 0,4%. A média nacional do IPC-S, divulgada ontem, ficou em 1,22%, ou seja, 0,19 ponto percentual abaixo da taxa da semana anterior.
O IPC-S, que permite verificar com agilidade mudanças de curso na trajetória dos preços, leva em conta a média dos preços coletados nas quatro últimas semanas até a data de fechamento.
Fonte - Agência Brasil  09/04/2015

quarta-feira, 9 de julho de 2014

IPC-S cai em cinco de sete capitais pesquisadas, mostra FGV

Economia

Como na semana encerrada no último dia 30, Salvador continua com a maior inflação do país, com o IPC-S variando 0,45%, resultado 0,09 ponto percentual menor que os 0,54% da semana anterior.

Nielmar de Oliveira
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração
A variação de 0,28% registrada na primeira semana de julho no Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) reflete queda nos preços apurados em cinco das sete capitais envolvidas na pesquisa. O resultado é 0,05 ponto percentual menor que a taxa da semana anterior, informou o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas.
Como na semana encerrada no último dia 30, Salvador continua com a maior inflação do país, com o IPC-S variando 0,45%, resultado 0,09 ponto percentual menor que os 0,54% da semana anterior.
As outras quatro capitais com retração nos preços relativos ao IPC-S foram Belo Horizonte (de 0,17% para 0,13%), o Recife (de 0,40% para 0,20%, a maior queda em pontos percentuais, 0,20), São Paulo (de 0,32% para 0,26%) e Porto Alegre (de 0,21% para 0,07%).
As duas únicas capitais com aumento de preços entre a última semana do mês passado e a primeira deste mês foram Brasília (de 0,34% para 0,36%) e o Rio de Janeiro (de 0,39% para 0,44%, o segundo maior IPC-S do país).
Fonte - Agência Brasil  09/07/2014

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Preços sobem mais em Minas e em São Paulo

Economia

Marli Moreira
IPC-SRepórter da Agência Brasil

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) subiu em seis das sete capitais onde é feita a pesquisa pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV). O levantamento, referente às oscilações entre 15 e 22 deste mês, mostra elevação média de 0,93% ante 0,85%.
As capitais mineira e paulista lideraram as altas e a única localidade onde ocorreu leve decréscimo foi o Rio de Janeiro, com variação de 1,01% ante 1,03%. Nessa localidade, três dos oito grupos pesquisados apresentaram decréscimos, com destaque para vestuário e transportes. A exemplo das demais capitais, os gastos com educação foram os mais expressivos, com o curso de ensino fundamental, que já vinha em alta de 6,25%, subindo 7,87%.
Em Belo Horizonte, o IPC-S médio aumentou 0,18 ponto percentual, passando de 0,72% para 0,9% e entre os itens com maior correção está o curso de ensino fundamental (de 5,1% para 9%).Já em São Paulo, a taxa alcançou 1,02% ante 0,88%. Entre as despesas que mais influenciaram está o curso de ensino superior (de 4,76% para 6,81%).
No Distrito Federal, houve acréscimo de 0,10 ponto percentual, com o índice atingindo 0,46%. O curso de ensino superior teve alta de 5,39% ante 3,13%. Na capital gaúcha, os preços subiram, em média, 0,75% ficando 0,08 ponto percentual acima da variação passada. Em Porto Alegre, o percentual de correção dos cigarros, em 6,6% ante 3,7%, superou o apurado em relação ao curso de ensino superior, cuja variação atingiu 5,8% ante 3,4%.
No Recife, foi constatado um avanço de 0,03 ponto percentual, com alta de 1,06% ante 1,03%, motivada, principalmente, pelo curso de ensino superior (de 4,2% para 6,09%). Em Salvador, o IPC-S foi o maior entre as capitais pesquisadas, mas com variação quase estável, passando de 1,11% para 1,12%. Cinco, dos oito grupos pesquisados, apresentaram acréscimos e dois se destacaram: comunicação e educação, leitura e recreação. Entre os itens, o curso de ensino fundamental atingiu 7,9% ante 4,9%.
Fonte - Agência Brasil  24/01/2014

sábado, 26 de outubro de 2013

Mais 2.167 profissionais estrangeiros do Mais Médicos começam a chegar aos estados

Saúde

Da Agência Brasil
foto - ilustração
Brasília – Mais 2.167 profissionais estrangeiros do Programa Mais Médicos chegam às capitais do país neste fim de semana. Eles integram a segunda etapa do programa e vão começar a trabalhar a partir do dia 4 de novembro, em 783 municípios, segundo o Ministério da Saúde. No grupo, estão 2 mil cubanos, que vieram por meio da parceria do governo brasileiro com a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas).
De acordo com a pasta, os profissionais passaram por três semanas de avaliação em universidade federais em Brasília, Fortaleza, Belo Horizonte e Vitória. Antes de se deslocarem para as cidades onde irão trabalhar, os médicos estrangeiros vão estudar, por uma semana, os problemas de saúde mais comuns em cada região.
O Nordeste é a região que receberá o maior número de profissionais, 928. Em seguida, vêm o Sudeste (517), o Norte (358), o Sul (244) e o Centro-Oeste (120).
Com os novos médicos, a cobertura do programa passará de 5 milhões para 13 milhões de brasileiros, conforme o ministério. Os profissionais do programa recebem bolsa de R$ 10 mil por mês e ajuda de custo, pagos pelo Ministério da Saúde. Os municípios são responsáveis por garantir alimentação e moradia.
Fonte - Agência Brasil  26/10/2013

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Cesta básica fica mais barata em 12 capitais, informa Dieese


As maiores quedas ocorreram em Manaus (-4,91%), Salvador (-3,76%) e Belo Horizonte (-3%). Entre as seis capitais onde houve alta, a maior foi registrada em Campo Grande (3,59%), seguida por Porto Alegre (3,49%) e Goiânia (3,43%)


Elaine Patricia Cruz
Repórter da Agência Brasil
São Paulo – A cesta básica ficou mais barata, em maio, em 12 das 18 capitais analisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Segundo o Dieese, essa predominância de redução de preços dos produtos da cesta básica não ocorria desde novembro do ano passado.
As maiores quedas ocorreram em Manaus (-4,91%), Salvador (-3,76%) e Belo Horizonte (-3%). Entre as seis capitais onde houve alta, a maior foi registrada em Campo Grande (3,59%), seguida por Porto Alegre (3,49%) e Goiânia (3,43%).
A cesta básica mais cara continua sendo a de São Paulo, onde o valor médio é R$ 342,05. A cesta mais barata é a de Aracaju, que custa, em média, R$ 240,72.
Em maio, os preços da cesta foram influenciados principalmente pela queda verificada em produtos como o tomate, o óleo de soja, café em pó, carne bovina e açúcar. Já os produtos que apresentaram alta no mês foram o leite in natura, o feijão, a farinha e o pão francês.
Entre janeiro e maio deste ano, as 18 capitais analisadas pelo Dieese apresentaram alta nos preços das cestas básicas. A maior ocorreu em João Pessoa, com alta de 20,49%.
De acordo com o Dieese, o salário mínimo ideal, que supriria as despesas de um trabalhador e de sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, deveria ser de R$ 2.873,56 em maio, valor 4,27 vezes superior ao salário mínimo vigente no país, de R$ 678.
Em março, a presidenta Dilma Rousseff anunciou a desoneração de todos os produtos da cesta básica, que ficaram isentos de impostos federais.
Fonte - Agência Brasil  07/06/2013

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Quatro capitais terão protestos contra aumento das passagens de ônibus


Ato contra aumento da Tarifa na Praça Montevideu, em frente a Prefeitura de Porto Alegre no dia 27/03/2013 ((CC BY-SA Fora do Eixo))



Leandro Melito - Portal EBC
Brasília - Nesta quinta-feira (06), acontecerão manifestações contra o aumento das passagens de ônibus em quatro capitais. Por meio do Facebook, o Movimento Passe Livre convoca mobilizações em São Paulo, Rio de Janeiro , Goiânia e Natal.
O principal objetivo dos protestos é barrar o aumento, mas a longo prazo o MPL pretende alcançar “tarifa zero e transporte gerido pelo poder público com participação popular”, informa Caio Martins, militante do MPL em São Paulo.

Cidades que conseguiram barrar o aumento este ano
Em Porto Alegre, após duas semanas de mobilização, uma decisão judicial suspendeu o reajuste das tarifas do transporte coletivo, em vigor desde o dia 25 de março. A ação cautelar foi movida pelos vereadores da bancada do PSOL, Pedro Ruas e Fernanda Melchiona, e aceita pelo juiz Hilbert Maximiliano Obara, da 5ª Vara da Fazenda Pública. No dia 04 de abril, a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) informou o reajuste das tarifas de R$ 3,05 para R$ 2,85.
movimentos Em Taboão da Serra, na região metropolitana de São Paulo, após as manifestações de rua que ocorreram em janeiro deste ano, o prefeito Fernando Fernandes revogou o decreto que reajustava a tarifa do transporte público no município. A passagem que passou a custar R$ 3,30 em 21 de dezembro de 2012 voltou a custar R$ 3,00 a partir de 17 de janeiro deste ano.

Como surgiu o Movimento Passe Livre
Há dez anos a mobilização que deu origem aos princípios do Movimento Passe Livre ocorreu em Salvador, capital da Bahia. Em 2003, durante dez dias, milhares de jovens, estudantes e trabalhadores fecharam as principais vias públicas da cidade, evento que ficou registrado no documentário “A Revolta do Buzu”, de Carlos Pronzato.
Em 2004, inspirados nos acontecimentos de Salvador, foi a vez de Florianópolis (SC) ser palco dos protestos que ficaram conhecidos como “Revolta da Catraca”, com participação de estudantes, associações de moradores, professores, sindicatos e população geral.
Em 2005, o “Movimento pelo passe livre” da capital catarinense organizou uma grande plenária no quinto Fórum Social Mundial, onde nasceu o Movimento Passe Livre, com abrangência nacional.
Fonte - EBC 05/06/2023

Confira aqui os preços das passagens de ônibus municipais nas capitais do país

sábado, 18 de maio de 2013

Cai a Inflação semanal em cinco capitais

Inflação semanal cai em cinco capitais

Vinícius Lisboa
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro - Cinco das sete capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) tiveram redução do Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) na segunda apuração do mês. O índice nacional ficou em 0,38%, com queda de 0,07 ponto percentual em relação ao da semana anterior.
A maior queda foi registrada em Salvador, onde a taxa passou de 0,44%, na semana encerrada em 7 de maio, para 0,05% na última medição, de 15 de maio. Os itens transporte e habitação se destacaram na capital baiana como pressões para a redução da inflação.
Em Belo Horizonte, houve queda de 0,70% para 0,54%, com a desaceleração das variações de preço no vestuário e em saúde e cuidados pessoais. Também houve decréscimo no Rio de Janeiro, de 0,51% para 0,39%, no Recife, de 0,55% para 0,47%, e em Porto Alegre, de 0,35% para 0,24%.
Brasília foi na contramão e apresentou alta da inflação, de 0,44% para 0,64%, assim como São Paulo, onde a taxa subiu de 0,36% para 0,42%. Nas duas capitais, os componentes vestuário, habitação, saúde e cuidados pessoais, educação, leitura e recreação e transportes apresentaram aumento das variações de preço.
Fonte - Agência Brasil  17/05/2013