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terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Movimentos vão às ruas contra o golpe e pelo desenvolvimento

Política

Para o Secretário-Geral da CUT, Sérgio Nobre, o discurso do impeachment ataca a democracia, o Estado de direito, além de desrespeitar o voto da população que elegeu a presidente. Centenas de pessoas, entre sindicalistas e militantes do PT e do PCdoB, saíram da Candelária em direção à Petrobras e à Cinelândia, onde deve ser realizado o Ato Político, com apresentação de Monarco, Nelson Sargento, Tantinho da Mangueira, Zé Luiz do Império e Wilson Moreira. 

Jornal do Brasil
JB
Um ato organizado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e movimentos sociais ocupa as ruas do Centro do Rio de Janeiro nesta terça-feira (8), contra a tentativa de golpe e a favor do desenvolvimento do país. Centenas de pessoas, entre sindicalistas e militantes do PT e do PCdoB, saíram da Candelária em direção à Petrobras e à Cinelândia, onde deve ser realizado o Ato Político, com apresentação de Monarco, Nelson Sargento, Tantinho da Mangueira, Zé Luiz do Império e Wilson Moreira.
"A partir das 20h, grandes nomes estarão reunidos sambando na cara do golpe", diz a CUT-Rio, em nota publicada no website. "Com apoio da Central Unica dos Trabalhadores, vamos sambar para espantar os golpistas", completa.
Para o Secretário-Geral da CUT, Sérgio Nobre, o discurso do impeachment ataca a democracia, o Estado de direito, além de desrespeitar o voto da população que elegeu a presidente. “Quando você tem a mudança na lógica social, isso incomoda muita gente, por isso vemos se acirrar na sociedade brasileira expressões de racismo, homofobia, preconceito social. A democracia e a igualdade são valores muito importantes para nós, mas para haver distribuição de renda, alguns vão perder privilégios e é natural que isso incomodasse. Cabe a nós, forjados na luta pela democracia, defender esse valor tão caro”, disse ao portal da Central Única dos Trabalhadores.

JB
A CUT também destaca a necessidade de uma agenda positiva no país. “Temos propostas para o desenvolvimento e o primeiro passo é encerrar a crise política que paralisa a economia em nome de interesses mesquinhos e individuais. Chega de terceiro turno, a hora é de o Brasil retomar o crescimento, há muito a se fazer e não aceitaremos imposições de um grupo que não respeita o resultado das eleições e que insiste em desempregar milhares de postos de trabalho, ao invés de propor saídas para o crescimento e desenvolvimento, no melhor exemplo da política de quanto pior, melhor", completou Nobre.

Ato em Defesa da Democracia e do Desenvolvimento

16h – Concentração em frente à Igreja da Candelária
17h – Caminhada até a Sede da Petrobras
18h – Caminhada até a Cinelândia, onde será realizado o Ato Político
Fonte - Jornal do Brasil  08/12/2015

domingo, 8 de novembro de 2015

Movimentos fazem manifesto contra o ajuste fiscal e Eduardo Cunha

Política

Brasília - O MST e o movimento Povo Sem Medo realizam uma manifestação em defesa do impeachment do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, em frente ao Congresso Nacional 

Marli Moreira e 
Mariana Jungmann 
Repórteres da Agência Brasil 
Valter Campanato/Agência Brasil
Cerca de 600 pessoas, segundo a Polícia Militar, compareceram na tarde deste domingo (8) ao ato de lançamento da Frente Povo Sem Medo, contra o ajuste fiscal e pela destituição de Eduardo Cunha da presidência da Câmara dos Deputados, na Avenida Paulista, em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp).
Representantes de 27 movimentos sociais fizeram discursos em cima de um trio elétrico, antes de iniciar uma marcha rumo ao Parque Ibirapuera, por volta das 15h40. Várias viaturas e motocicletas da PM estavam de prontidão nas proximidades, mas o ato seguiu pacífico.
“Somos contra o ajuste fiscal porque ele está cortando os direitos trabalhistas, está cortando os programas sociais e está fazendo o trabalhador pagar a conta pela crise [econômica brasileira]”, defendeu um dos organizadores, Guilherme Boulos. O líder social também justificou que o ato também defende a saída de Cunha por causa das medidas “antipopulares e conservadoras” tomadas pelo parlamentar.
Com faixas e cartazes de movimentos sociais, com participação, principalmente, de ativistas do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto e do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), a marcha seguiu o carro do trio elétrico, provocando morosidade nas ruas próximas da avenida Paulista.
Em Brasília, cerca de 100 manifestantes ocupou parte do gramado em frente ao Congresso Nacional. Eles também reivindicam a saída de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) da presidência da Câmara dos Deputados e protestam contra o ajuste fiscal do governo.
O grupo é o mesmo que há alguns dias entrou em confronto com outros manifestantes do Movimento Brasil Livre, que está acampado no mesmo gramado pedindo o impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Para evitar novos confrontos, a Polícia Militar formou um cordão de isolamento entre as duas manifestações e escoltou a descida dos ativistas que compõem a Frente Povo Sem Medo.
Apesar de alguns relatos de provocações de ambas as partes, o protesto aconteceu sem confrontos entre os dois grupos. Um incidente entre manifestantes que compunham a frente, que iniciaram uma briga envolvendo três pessoas, terminou com três manifestantes detidos. O coordenador do grupo, Eduardo Borges, no entanto, disse “desconhecer” os envolvidos.
De acordo com a coordenadora nacional do MTST, Maria Almeida, o objetivo da manifestação não era provocar o grupo contrário e sim “dizer que o povo não vai pagar a conta pela crise”, além de protestar contra a “criminalização dos movimentos sociais” e defender “a saída do Cunha”.
“Do nosso ponto de vista de movimentos sociais, eles [grupo pró-impeachment] têm o direito de estar aqui. Nós somos um movimento pacífico”, disse. Segundo ela, o ato não era a favor do governo, nem em defesa da presidenta Dilma Rousseff. “Nossa pauta é essa, o governo que pegue a parte que lhe cabe”, disse.
Coordenador do Movimento Brasil Livre, Alexandre Paiva, também considerou que o protesto da Frente Povo Sem Medo é um “direito democrático de livre manifestação”, e disse acreditar que a polícia seria suficiente para manter o clima de paz.
“Hoje as lideranças disseram que vão ficar pacificamente. Esperamos que siga assim e depois voltem para as casas deles. Nós vamos ficar indefinidamente, até que o processo de impeachment seja colocado em votação”, disse.
Coordenando os trabalhos da PM, o tenente-coronel Rodrigues Ferreira disse ter conversado com as lideranças de ambos os lados para garantir que não houvesse confrontos. “A Esplanada é livre. Há uma área de segurança nacional que não pode ser ultrapassada, mas até aqui a Constituição está sendo respeitada. Todos são livres para se manifestar”, disse.
Fonte - Agência Brasil  08/11/2015

sexta-feira, 26 de julho de 2013

O NEGOCIO DA REVOLUÇÃO

The Revolution Business 
O vídeo mostra como são criados os movimentos que se espalham pelo mundo
Legendado em português 

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Prefeitura de Salvador diz que é impossível implantar o passe livre

Fernando Duarte

Foto -  Tribuna da Bahia
Manifestantes foram às ruas de Salvador com reivindicações para o prefeito

O forte aparato policial nas imediações do Palácio Thomé de Souza foi em vão – o movimento foi integralmente pacífico, apesar de palavras ríspidas de um pequeno grupo. Cerca de mil manifestantes, arregimentados pelo Movimento Passe Livre Salvador (MPLS), pararam entre as sedes do Executivo e do Legislativo municipal, porém não chegaram a um consenso sobre representantes para serem recebidos pelo prefeito ACM Neto (DEM). Em coletiva, longe da manifestação, ACM Neto frisou sua predisposição em receber o movimento e descartou duas bandeiras das mobilizações, a redução da tarifa de ônibus urbano e a implantação do passe livre para estudantes.
“Salvador foi a única capital do país que não concedeu aumento de tarifas de ônibus. Tudo isso passa por conta, qualquer redução passa por subsídio e todo mundo sabe as condições da prefeitura de Salvador”, apontou o prefeito. Segundo ele, a falta de entendimento dentro do movimento foi o empecilho para que os manifestantes entregassem as reivindicações em mãos. “A prefeitura é o ambiente adequado para debater os temas relevantes para a cidade. Permitimos que o movimento pudesse chegar à Praça Municipal e à prefeitura. Não teve nenhum impedimento para que o movimento chegasse, segundo uma linha que já tínhamos adotado. Agora, tínhamos que receber um grupo que pudesse representar os manifestantes, mas não houve consenso da parte do movimento de escolher os representantes”, relatou o titular do Executivo soteropolitano.
De acordo com ACM Neto, medidas serão adotadas para melhorar a qualidade do transporte público na capital baiana, uma das principais bandeiras das mobilizações. Entre as ações do Executivo, o prefeito citou a reativação do Conselho Municipal de Transportes Públicos, com representantes da sociedade civil, e o processo de desenho da concessão do transporte público, ancorada num modelo de transparência e acompanhamento social. “Não existe solução rápida e imediata para a mobilidade urbana. Nós estamos usando uma lógica de médio e longo prazo para resolver os problemas”, sinalizou.
Em meio aos questionamentos sobre a não recepção dos manifestantes, o prefeito argumentou que um pequeno grupo tentava partidarizar a discussão, algo que, segundo ele, não deve acontecer. “Nessa linha de frente, próximo à prefeitura, tinham movimentos partidários. Não estou aqui para debater interesses partidários e tenho interesse de que essa não é a essência das pessoas que participam do movimento”, avaliou ACM Neto.
Aleluia reitera posição do gestor
Repleta de secretários municipais, a entrada da prefeitura foi palco para uma conversa entre o titular da pasta de Urbanismo e Transportes, José Carlos Aleluia, e manifestantes.
No teor, Aleluia assegurou que não há condições do Executivo reduzir as tarifas de ônibus ou adotar o passe livre para estudantes.
“Absolutamente não. Não se pode gastar um quarto do orçamento do Município que é de R$ 4 bilhões”, afirmou o secretário – único do primeiro escalão a tentar dialogar diretamente com o movimento, o chefe da pasta foi vaiado pelos manifestantes.
O posicionamento foi dado minutos antes de o prefeito ACM Neto argumentar que “não vai tirar dinheiro da educação e saúde para reduzir a tarifa”.
“Qualquer redução tem que vir de isenções do governo federal. A prefeitura está quebrada”, avaliou o chefe do Executivo soteropolitano.
ACM Neto, no entanto, citou ações pontuais da prefeitura que contribuem para atender parte das reivindicações das manifestações.
“Solicitei ao secretário Aleluia que determine que as empresas divulguem as planilhas de custos do sistema de transportes. O cidadão tem o direito de saber o que compõe a tarifa”, sinalizou.
“Oficialmente, eu não recebi as reivindicações, então não posso falar sobre elas”, tangenciou o prefeito, ao indicar que há um documento protocolizado no Executivo contendo as demandas.
Segundo o vereador Léo Prates (DEM), uma carta similar foi entregue à Câmara Municipal.
“Recebemos o documento e falei há pouco com o presidente Paulo Câmara. Na quarta-feira, vamos votar a realização de uma audiência pública, como solicitado pelo movimento”, relatou Prates.
Fonte  - Tribuna da Bahia 28/06/2013

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Quatro capitais terão protestos contra aumento das passagens de ônibus


Ato contra aumento da Tarifa na Praça Montevideu, em frente a Prefeitura de Porto Alegre no dia 27/03/2013 ((CC BY-SA Fora do Eixo))



Leandro Melito - Portal EBC
Brasília - Nesta quinta-feira (06), acontecerão manifestações contra o aumento das passagens de ônibus em quatro capitais. Por meio do Facebook, o Movimento Passe Livre convoca mobilizações em São Paulo, Rio de Janeiro , Goiânia e Natal.
O principal objetivo dos protestos é barrar o aumento, mas a longo prazo o MPL pretende alcançar “tarifa zero e transporte gerido pelo poder público com participação popular”, informa Caio Martins, militante do MPL em São Paulo.

Cidades que conseguiram barrar o aumento este ano
Em Porto Alegre, após duas semanas de mobilização, uma decisão judicial suspendeu o reajuste das tarifas do transporte coletivo, em vigor desde o dia 25 de março. A ação cautelar foi movida pelos vereadores da bancada do PSOL, Pedro Ruas e Fernanda Melchiona, e aceita pelo juiz Hilbert Maximiliano Obara, da 5ª Vara da Fazenda Pública. No dia 04 de abril, a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) informou o reajuste das tarifas de R$ 3,05 para R$ 2,85.
movimentos Em Taboão da Serra, na região metropolitana de São Paulo, após as manifestações de rua que ocorreram em janeiro deste ano, o prefeito Fernando Fernandes revogou o decreto que reajustava a tarifa do transporte público no município. A passagem que passou a custar R$ 3,30 em 21 de dezembro de 2012 voltou a custar R$ 3,00 a partir de 17 de janeiro deste ano.

Como surgiu o Movimento Passe Livre
Há dez anos a mobilização que deu origem aos princípios do Movimento Passe Livre ocorreu em Salvador, capital da Bahia. Em 2003, durante dez dias, milhares de jovens, estudantes e trabalhadores fecharam as principais vias públicas da cidade, evento que ficou registrado no documentário “A Revolta do Buzu”, de Carlos Pronzato.
Em 2004, inspirados nos acontecimentos de Salvador, foi a vez de Florianópolis (SC) ser palco dos protestos que ficaram conhecidos como “Revolta da Catraca”, com participação de estudantes, associações de moradores, professores, sindicatos e população geral.
Em 2005, o “Movimento pelo passe livre” da capital catarinense organizou uma grande plenária no quinto Fórum Social Mundial, onde nasceu o Movimento Passe Livre, com abrangência nacional.
Fonte - EBC 05/06/2023

Confira aqui os preços das passagens de ônibus municipais nas capitais do país

sábado, 9 de março de 2013

SALVADOR...e um povo...Pacifico ou Passivo???...

Nada contra o futebol...eu até gosto e aprecio,nada contra o carnaval também gosto de dar os meus pulinhos.Mais além disso o que faz o nosso povo se juntar e se aglomerar em quantidade suficiente para gritar contra algo que lhe incomode nessa cidade, além dos estádios de futebol das cordas de um trio,de algum evento religioso ou dos grandes shows dos axes e pagodes da vida???.A cidade fervendo como uma enorme panela de pressão prestes a explodir resultado da desordem urbana implantada na cidade que já a bastante tempo tornou-se refém do descaso dos seus administradores,da fúria da especulação imobiliária e do crescente caos na mobilidade urbana, que beneficia o transporte individual,os arcaicos buzus e os interesses em volta dos mesmos,...e haja pneu,poluição,concreto,desmatamento,aquecimento...E o povo o que faz???...boa pergunta. Embora já a mais de 12 anos com promessas prometidas e reeditadas inúmeras vezes principalmente nas campanhas eleitorais (aliais nas campanhas eleitorais os nossos políticos costumam resolver rapidamente todos os problemas da cidade, muito embora  os compromissos com os seus financiadores de campanha  geralmente andem na contramão do caminho das soluções preconizadas), quando afirmam e garantem por todos os Santos amém,a solução para todos os problemas da cidade,mais que maravilha,... mais o  nosso "lendário" e folclórico Metrô que o diga,...quantas e quantas vezes já foi alvo das eternas promessas de conclusão e inauguração... entre tantas outras ."Santo" povo,os mais radicais dizem povo gado(eu não gosto). Mais será mesmo que existe uma  caveira de burro enterrada em algum canto por ai,que tanto atrapalha e atrasa a vida da nossa cidade???....Seria apenas uma ???...E o povo o que faz???...vai para frente da sede de algum time de futebol aos bandos cobrar e pedir o pescoço do seu Presidente,ou tentar decepar a cabeça de um técnico incompetente (para a torcida é claro), e haja protesto e revolta.Quantas promessas já ouvimos de que o diabo desse metrô um dia em fim começaria a operar e transportar o nosso povo feliz da vida pra la e pra cá,pra cima e pra baixo e nada,...parado estava parado continua.E o povo o que faz??...chacota,piada,acham engraçado,motivos de risos e piadas,tiram sarro da sua própria "desgraça"...ou nome desgraçado(Cruz credo).Enquanto isso apertam-se,espremem-se num trambolho chamado  de "coletivo" onde são tratados como "gado" (infelizmente), pois são sempre desrespeitados e ainda obrigados a passar por um curral dentro dos tais buzus sem conforto,calorentos,zuadentos,fumaçentos,caros(só a tarifa) e tão rápidos quanto um cagado preguiçoso.Mas as promessa não param nunca,passeiam pela folhinha,mudam de data, de dia de mês e de ano,muda o promitente, como sempre com a promessa  que um dia "festivamente"sera cumprida e honrada... mais,quando cara pálida???...E o povo o que faz???...nada,...não só na praia, mais também no eterno mar de promessas feitas e refeitas prometidas e reprometidas,sobre os aplausos dos eternos e iludidos súditos,por que gostam,por que sempre acreditam piamente na mentira toda vez que ela se repete.Mas até quando???qual o limite para tudo isso???...será que essa passividade e essa complacência permanecerá para todo sempre amém???...ou será que um dia  explodirá como uma bola soprada ao ponto máximo da sua pressão chegando no limite extremo da sua resistência???...e ai o que acontecerá depois???...Parece é que certos governantes  fingem ou se recusam a enxergar o óbvio,o triste cenário que hora se apresenta em nossa cidade,será que como diz o velho ditado,estão esperando que o mar pegue fogo pra comer peixe frito???....mas se assim for,correm o risco de se engasgarem com as espinhas.É uma vergonha que a cidade de Salvador,atualmente considerada a 3ª maior cidade do país,(?????) seja vítima de  politicagem,onde vaidades,interesses políticos,pessoais e privados são sempre colocados a frente dos interesses maiores e prioritários da nossa cidade e da sua população,que com a sua passividade e por ignorar o seu pleno direito a cidadania aceitam situações das quais tornam-se sempre as suas próprias vítimas.Não confundir... ser "pacifico" com ser "passivo",um é com "c" o outro é com  "ss "Ainda são poucos e magros os grupos e movimentos que já se organizam se manifestam e se movimentam em defesa da nossa cidade e das suas demandas,é preciso ampliar esse cenário.O movimento em prol da defesa da mobilidade urbana e da Cidadania em Salvador precisa sair da "rede",sem trocadilhos,e ganhar as ruas,precisa ganhar voz e corpo,precisa de um GRITO retumbante. VAMOS SALVAR SALVADOR.
Pregopontocom