UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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domingo, 19 de maio de 2024

Tragédia no RS traz debate sobre adaptação às mudanças climáticas

Meio ambiente - clima  🌀🌁

Cidades precisam pensar em adaptações para conviver com a natureza. “Por muito tempo, a gente fez uma cultura de impermeabilizar tudo, de uma estrutura cinza na cidade. A gente precisa urgentemente criar outras formas de escoamento e de absorção da água pelo solo. Inclusive, a própria restauração das áreas degradadas é também para isso, para estimular que o solo e a natureza cumpram seu papel de absorção da água”, diz especialista. 

Camila Boehm
Repórter da Agência Brasil
foto - Mauricio Tonetto/Secom : Ag.Brasil
A reconstrução das cidades gaúchas e a adaptação dos territórios urbanos à crise climática exigem uma mudança de paradigma, com estratégias de mitigação de impactos climáticos em confluência com a preservação dos recursos naturais e modelos baseados em soluções da natureza. A avaliação é de especialistas ouvidos pela Agência Brasil.

Ações locais
Apesar da necessidade de um plano nacional de adaptação às mudanças climáticas, o especialista ressalta que é “importante entender que adaptação não é receita de bolo” e que cada território vai lidar de uma forma diferente com a questão. Isso porque cada região tem diferenças geológicas, hidrológicas e sociais. Ele aponta a necessidade de análise e mapeamento de risco dos territórios para que, a partir daí, seja feita uma adaptação. Em relação à cultura de prevenção, ele ressalta que deve haver um planejamento de evacuação, as pessoas precisam saber em que local se abrigar e o que fazer com animais de estimação, por exemplo, diante de tais eventos. “Não adianta a gente instalar sirene se a gente não souber o que fazer quando ela disparar.” Sobre estruturas nas cidades, ele cita obras de contenção de encostas onde há risco de deslizamento e soluções baseadas na natureza. “Por muito tempo, a gente fez uma cultura de impermeabilizar tudo, de uma estrutura cinza na cidade. A gente precisa urgentemente criar outras formas de escoamento e de absorção da água pelo solo. Inclusive, a própria restauração das áreas degradadas é também para isso, para estimular que o solo e a natureza cumpram seu papel de absorção da água”, diz.

Estratégias de drenagem
O professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo Paulo Pellegrino lembra que o modelo atual de drenagem nas cidades tende a se livrar das águas. “Tem uma sequência de superfícies impermeáveis que vai levando a água cada vez mais rapidamente, em maior volume, ladeira abaixo. Quer dizer, rumo ao rio, rumo aos principais canais, às planícies de alagamento, nos pontos onde as águas se acumulam lá embaixo”, explica. No contexto da crise climática, ele avalia que tais modelos têm que ser revistos. “Se nós continuarmos usando as mesmas ideias antigas de condução das águas, de tentar conter as águas e fazer estruturas de cimento, concreto e alvenaria para se proteger das águas, vai ser uma perda de tempo. Vai ser muito dinheiro jogado fora se tentarmos reconstruir a mesma infraestrutura que estava antes lá”, diz o professor sobre a reconstrução no Sul. Para o urbanista, as cidades precisam abrir espaços para as águas. “Nós estamos presenciando fenômenos extremos, de muita água caindo em pouco tempo, em uma frequência muito maior do que era previsto. Quando chega a esse ponto, você vai ter que forçosamente mudar o seu paradigma”, diz. Para mitigação dos impactos de chuvas intensas, são necessárias estratégias para reter a água e reduzir a velocidade desse fluxo, evitando que seja direcionada uma grande quantidade de água para um mesmo lugar. “Tem que desenhar, por exemplo, nessas áreas que são factíveis de se receber água, áreas para plantio de culturas que recebam inundações periódicas, parques alagáveis, áreas de recuperação ambiental, ou outras estruturas de usos que podem ser amigáveis com as águas, receber e devolver as águas, e até tratá-las nesse caminho”, aponta o urbanista, que também defende a eficácia de modelos baseados nas soluções da natureza. Pellegrino cita exemplos de outros países, como cidades na China que estão tornando seus solos mais permeáveis, numa solução que ficou conhecida como cidades-esponja. "São grandes espaços que estão sendo abertos, para que recebam e absorvam as águas.” Ele acrescenta que a cidade de Bangkok, capital da Tailândia, também está sofrendo muito com o aumento do nível das águas. Diante dessa realidade, em espaços que eram totalmente impermeáveis, estão sendo criados grandes parques alagáveis, relata o professor. Além de garantirem espaços permeáveis para as águas, as superfícies de água, as áreas úmidas e com vegetação podem ser utilizadas para lazer quando as águas baixam. Elas se configuram ainda como ilhas de frescor na paisagem urbana, um sistema de condicionamento climático. “O sistema tradicional que eliminava a água, que enterrava em galerias subterrâneas e canalizava córregos em concreto, aumenta a temperatura, deixando a cidade mais suscetível a ondas de calor”, diz.
Fonte - Agência Brasil 19/05/2024

terça-feira, 3 de novembro de 2020

Governo declara situação de emergência em nove cidades da Bahia afetadas por chuvas

Boletim Informativo/Chuvas  ☁ ☂ 

O Governo do Estado da BA,declarou situação de emergência em nove municípios baianos afetados por chuvas intensas. A decisão, assinada pelo governador Rui Costa, será publicada em decreto no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quarta-feira (4) e valerá pelo prazo de 90 dias. A situação de emergência considera os danos provocados pelas chuvas às atividades econômicas e à população dos municípios de Almadina, Coaraci, Ibicaraí, Ibicuí, Irecê, Itabuna, João Dourado, Juazeiro e Lapão. De acordo com o decreto, “fica autorizada a mobilização de todos os órgãos estaduais, no âmbito das suas competências, para envidar esforços no intuito de apoiar as ações de resposta ao desastre, reabilitação do cenário e reconstrução”.


foto -  Paula Fróes/Arquivo GOVBA


quarta-feira, 5 de agosto de 2020

Travessia marítima Salvador/Mar Grande encontra-se suspensa desde a sexta feira(31/07) devido as chuvas e mar agitado

Boletim Informativo-Travessia Marítima   🚤

A travessia marítima Salvador/Mar Grande operada pelo sistema de lanchas encontra-se suspensa desde a sexta feira(31/07) passada,e permanece até esta quarta(05), em virtude das chuvas que ocorrem em Salvador além das condições adversas de navegação na BTS(Baia de Todos os Santos),que impedem que o sistema realize as viagens em segurança.Ainda não existe previsão para o retorno do serviço entre a Capital e Mar Grande

foto - ilustração/arquivo

terça-feira, 3 de março de 2020

Chuva e mobilidade não combinam nas cidades brasileiras

Clima/Mobilidade  ☁

Os problemas se avolumam com ruas alagadas, quedas de árvores, deslizamento de encostas nas cidades e nas estradas.O que se vê com alta densidade pluviométrica em diversas cidades é que a municipalidade não está preparada para defender os seus munícipes

Portogente
Entrada de Santos ficou alagada por conta do temporal.
 Reprodução/Twitter
Os últimos dias têm sido de muitos transtornos e tragédias para as cidades, ou melhor, para os cidadãos brasileiros. Chuvas incessantes tornaram o espaço urbano intransitável e perigoso.
O ano de 2020 começou diferente para o País, no lugar do verão e suas altas temperaturas, tivemos um clima entre ameno e bem fresco em boa parte dos últimos dois meses. A música do nosso mestre Antonio Carlos Jobim que cantarola "são as águas de março fechando o verão" ficou fora do roteiro deste ano.
O que se vê com alta densidade pluviométrica em diversas cidades é que a municipalidade não está preparada para defender os seus munícipes. Vem se batendo o recorde histórico em volume de chuvas no mês de fevereiro.
Os problemas se avolumam com ruas alagadas, quedas de árvores, deslizamento de encostas nas cidades e nas estradas. O que vemos é um despreparo geral - em todos os níveis de governo - para proteger, de forma permanente, a sociedade atingida, que paga, muitas vezes, com a própria vida.
Esses fenômenos extremos do tempo estão cada vez mais intensos e desordenados, e as respostas da governabilidade beiram à nulidade.
Fonte - Portogente  03/03/2020

terça-feira, 23 de abril de 2019

Tecnologia pode resolver problemas de enchente e gerar economia

Sustentabilidade/Tecnologia  🌊

Antes era fácil verificar qual era o nível máximo e o nível mínimo, mas isto mudou conforme fomos impermeabilizando as áreas adjacentes aos córregos, e ocupando tanto as áreas mais altas quanto as regiões alagáveis, o que tem acelerado e intensificado os problemas e impactos das enchentes.

Pedro Soethe* - Portogente
foto - ilustração/Pregopontocom
Os rios que cortam as cidades brasileiras já estavam ali muito antes da ocupação humana. Foram necessários milhares de anos para se formarem e se conformarem com o regime de chuvas e relevos, obtendo assim um nível de altura da água quase que constante. Antes era fácil verificar qual era o nível máximo e o nível mínimo, mas isto mudou conforme fomos impermeabilizando as áreas adjacentes aos córregos, e ocupando tanto as áreas mais altas quanto as regiões alagáveis, o que tem acelerado e intensificado os problemas e impactos das enchentes.
Existem várias maneiras para resolver estes problemas, dividimos aqui em duas formas, com as obras estruturais, que envolvem projetos que modificam o sistema fluvial (dos rios), como por exemplo os diques, sistemas de armazenamento e retardo de vazão, e as não estruturais, que visam minimizar os impactos das chuvas, como a regulamentação das áreas alagáveis, medidas de proteção nas edificações existentes e seguro enchente, por exemplo.
Um dado relevante levantado pela Faculdade de Economia da USP é que somente em São Paulo o prejuízo anual causado pelas enchentes chega em R$ 762 milhões de reais, um custo impactante para a cidade de São Paulo. Além do prejuízo, temos um alto valor também para obras de prevenção de enchentes, só em 2018 foram R$ 222 milhões de reais. Somados temos um custo anual de quase 1 bilhão reais de custos relacionados a enchentes. Ainda segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) em 2017/2018, São Paulo teve 433 pontos de alagamentos, mas, em 2009/2010, este número chegou perto de 1.500 pontos. Esta falsa impressão que está diminuindo é errada, pois na verdade, só mostra o quão cíclico e variável é o regime de chuvas.
Juntando os pontos que incluem a previsão do regime de chuvas, o manejo das áreas ocupadas, o custo elevado das obras e os prejuízos causados, sabemos que as soluções podem ser mais complexas. A boa notícia é que temos a tecnologia a nosso favor. Em situações onde utilizamos múltiplas variáveis, com dados interpretativos, como: relevo de influência do rio, área permeável, tipo de ocupação, nível de permeabilidade de cada área... Além de outras: qual é o regime de escoamento? Existem obras que impedem a vazão contínua? Como prever o impacto de uma determinada chuva em determinada época? Como agregar estes dados e fazer a interação entre eles? Estas são só algumas das perguntas que são feitas antes de passarmos às soluções.
Mas, e depois disso? Como testar estas soluções e saber se serão efetivas? E como é possível fazer a interação entre o primeiro item dos dados com essas informações? Hoje existem soluções tecnológicas, altamente acessíveis e amigáveis, que conseguem criar um ambiente 3D simulado da cidade e que interage com as diversas informações e situações. As soluções conseguem, em pouco tempo, levantar todas as informações de ocupação de solo, relevo, zoneamento, estruturas existentes, rios, córregos, etc. e alinhar isto tudo com os dados instalados no banco da prefeitura da região em questão. Em poucos minutos, é possível começar a estudar os prováveis pontos de alagamento, regiões de encosta com perigo, simular diversos regimes de chuvas, de uma forma visual e direta. Na próxima fase, já podemos testar opções de análise da rede de drenagem e verificar se ela irá mesmo funcionar. Isso vale tanto ações para as medidas estruturais como não-estruturais.
Agora imaginemos usar esta tecnologia para analisar os pontos de alagamento da cidade já devidamente sabidos pelo CGE? Com as simulações em cada um destes pontos mapeados conseguimos saber qual é a melhor ação a ser tomada em curto, médio e longo prazo. Isso maximiza o investimento e ainda diminui os prejuízos gerados.
Podemos afirmar que com o uso desse tipo de tecnologia seria possível diminuir em cerca de 20% a 30% o valor tanto de construção como o de prejuízos e impactos. Não precisa ser nenhum gênio para ver que este tipo de solução é extremamente necessário e útil para qualquer cidade do Brasil que sofre com problemas de enchentes. Ainda dá tempo de corrigir os problemas do nosso País.
*Pedro Soethe é gerente do time técnico da Autodesk no Brasil
Fonte - Portogente  23/04/2019

domingo, 3 de setembro de 2017

Mau tempo suspende travessia marítima entre Salvador e Mar Grande nesse domingo (03)

Travessia marítima  🚤

O mar agitado,em virtude dos fortes ventos e das chuvas durante o dia,dificulta a navegação segura das lanchas na travessia ocasionando a suspensão da operação do serviço. O serviço de transporte marítimo realizado pelas lanchas entre o continente e a ilha deverá ser retomado na manhã desta segunda (04).

Da Redação
foto - ilustração
A travessia marítima entre Salvador e Mar Grande (Vera Cruz) foi suspensa no início da manhã deste domingo (03) devido ao mau tempo que ocorre em Salvador e na BTS. O serviço de transporte marítimo realizado pelas lanchas entre o continente e a ilha deverá ser retomado na manhã desta segunda (04).
O mar agitado,em virtude dos fortes ventos e das chuvas durante o dia,dificulta a navegação segura das lanchas na travessia ocasionando a suspensão da operação do serviço.
Os serviços de passeios turísticos na Baia de Todos os Santos realizados pelas escunas e as viagens diretas dos catamarãs para Morro de São Paulo na ilha de Tinharé também foram suspensos.As viagens de catamarã para o Morro estão sendo feitas até Itaparica com baldeação para ônibus e chegando em Valença com transferência para as lanchas que operam na ligação da cidade com a ilha de Tinharé.
Pregopontocom  03/09/2017

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Pesquisadores preveem agravamento da seca no Nordeste entre fevereiro e abril

Clima  ⛅

As previsões indicam que neste ano haverá menos chuvas na região, causando preocupação com o quadro hídrico. Segundo o documento, a tendência é que os reservatórios do Nordeste não tenham recuperação significativa durante a estação chuvosa, uma vez que as precipitações devem ficar abaixo da média histórica.

Agência Brasil
Açude em município do Ceará
Fernando Frazão/Arquivo/Agência Brasil
A seca na Região Nordeste, que já dura cinco anos, deve se agravar ainda mais no período de fevereiro a abril, de acordo com a Previsão Climática Sazonal. O documento foi elaborado pelo Grupo de Trabalho em Previsão Climática Sazonal (GTPCS), do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).
As previsões indicam que neste ano haverá menos chuvas na região, causando preocupação com o quadro hídrico. Segundo o documento, a tendência é que os reservatórios do Nordeste não tenham recuperação significativa durante a estação chuvosa, uma vez que as precipitações devem ficar abaixo da média histórica.
Os pesquisadores alertam para o "acentuado risco" de esgotamento da água armazenada em represas e açudes, entre novembro deste ano e janeiro de 2018, nos estados do Ceará, Rio Grande do Norte, da Paraíba, de Pernambuco.
Pelo aumento do potencial de queimadas a partir de fevereiro, a estiagem na região do extremo norte da Região Norte também gera preocupação, especialmente nas áreas leste e nordeste de Roraima.
Isso deve ocorrer em função das temperaturas mais altas. A seca eleva o risco de focos de incêndio, que podem se alastrar por grandes áreas de floresta. "Se a cobertura vegetal diminui, o solo fica mais exposto e gera um aumento maior na temperatura. É um círculo vicioso", diz o coordenador-geral de Pesquisa e Desenvolvimento do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), José Marengo. O Cemaden é ligado ao MCTIC e tem participação no grupo de trabalho.
Fonte - Agência Brasil  26/01/2017

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Massa de ar quente enfraquece e aumenta chance de chuva no fim de semana na Bahia

Tempo/Clima

Os volumes de chuva mais expressivos são esperados nas regiões da Chapada Diamantina, sudoeste e sul, além do oeste e São Francisco, onde é esperada a temperatura mais alta do estado, com máximas de até 36°C, não estando descartada a possibilidade de trovoada.

Da Redação
foto - ilustração
A massa de ar quente e seco - que atuava desde a semana anterior na Bahia, reduzindo a nebulosidade e a chuva no Estado - começa a perder força. De acordo com informações do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), essa condição aumenta a chance de retorno da nebulosidade e, consequentemente, de chuva. Mesmo assim, a massa de ar prevalece até sábado (13) mantendo o céu ensolarado e pouca possibilidade de chuva.
Já, no domingo (14), o tempo deve mudar em praticamente todo o estado, situação favorecida pelo enfraquecimento da massa de ar e do avanço de uma frente fria pelo litoral do Sudeste brasileiro. A umidade vinda da Região Amazônica também deve contribuir para intensificar a nebulosidade e a chuva na maior parte da Bahia.
Os volumes de chuva mais expressivos são esperados nas regiões da Chapada Diamantina, sudoeste e sul, além do oeste e São Francisco, onde é esperada a temperatura mais alta do estado, com máximas de até 36°C, não estando descartada a possibilidade de trovoada.
Para o Recôncavo Baiano, nordeste e norte, a previsão é de céu parcialmente nublado a claro. Ainda assim, no final da tarde e durante a noite, há chance de ocorrer chuva fraca. Em Salvador e região metropolitana, o predomínio é de céu parcialmente nublado a claro e temperatura elevada, situando entre 25°C e 33°C.

Maré
Desta sexta-feira até domingo (12 a 14), a maré deve atingir altura máxima, entre 6h e às 9h, e das 18h às 21h, oscilando de 1,7 e 2,8 metros. Já a altura mínima deve ser registrada, da zero hora às 3h e das 12h às 15h, variando de 0,1 a 0,8 metro. As ondas previstas para o período devem ter agitação fraca podendo chegar a 1,5 metro.

Radiação
Os Índices de Radiação Ultravioleta (IUVs), entre esta sexta-feira e domingo, devem variar de 13 a 14. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), esses valores estão classificados na categoria ‘Extrema’. Isso exige maior atenção quanto à exposição prolongada à radiação solar, principalmente das 10h às 16h, quando os efeitos danosos à saúde são maiores, sendo recomendado uso de protetor/filtro solar, chapéu, boné, óculos escuros e roupas leves.
Com informações da Secom Ba.  12/02/2016

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Contenção de encosta beneficia mais de 170 famílias no Lobato

Infraestrutura

Em mais uma etapa do programa de obras de contenção de encostas desenvolvido pelo Governo da Bahia,a vida e a história de 176 famílias que vivem no entorno da Rua E, em Boa Vista do Lobato, atrás do Parque São Bartolomeu,no Subúrbio Ferroviário de Salvador,estão preservadas de acidentes relacionados a chuvas e desmoronamentos.

Da redação
foto - Mateus Pereira/Gov.Ba
Com a inauguração, manhã desta segunda-feira (25), de mais uma etapa do programa de obras de contenção de encostas desenvolvido pelo Governo do Estado, a vida e a história de 176 famílias que vivem no entorno da Rua E, em Boa Vista do Lobato, atrás do Parque São Bartolomeu, no Subúrbio Ferroviário de Salvador, estão preservadas de acidentes relacionados a chuvas e desmoronamentos. A intervenção custou R$ 2,3 milhões e inclui quase três mil metros quadrados de solo grampeado e concretado, além de urbanização, com a recuperação de escadarias, pavimentação asfáltica, meio fio e drenagem.
A entrega foi feita pelo governador Rui Costa, que destacou a importância das contenções de encostas para quem vive em áreas de risco. Ele ainda lembrou que as primeiras chuvas fortes já chegaram à capital e também ao interior. “Esse é um investimento para salvar vidas. Hoje é um dia de sol, mas eu imagino a segurança e a tranquilidade que essas famílias puderam compartilhar nesse início de ano, dormindo sem medo de desastres. Esse trabalho de proteção de vidas continua e me deixa muito orgulhoso, pois há alguns meses estive aqui para inspecionar o local e agora volto pra fazer essa entrega”.
O vigilante Edenílson Souza diz que três gerações moram na casa construída há 30 anos na parte de cima da encosta, desde sua sobrinha de quatro anos, até sua mãe, de 65, totalizando 12 pessoas vivendo no imóvel. “Aqui estava em tempo de desabar, o que o governo fez foi uma coisa boa”. Carlos Souza, irmão de Edenílson, conta que havia pelo menos três casas condenadas na rua. “Agora está bem melhor, ficou uma beleza. A rua está de dar parabéns”.
Quem mora na parte de baixo da encosta, como o pescador Francisco de Carvalho, agora não tem mais medo da lama e do entulho que vem de cima invadir sua casa. “Quando eu vim morar aqui era cheio de bananeira. A terra desceu e ficou na porta da minha casa, era lama pura, não tinha asfalto, passeio, não tinha nada. Agora é outra coisa, é outra vida. Posso dizer que sou feliz de morar aqui”.
Segundo o presidente da Conder, José Lúcio Machado, esta foi a décima quarta obra entregue. Até o fim de março, serão mais quatro. Há ainda mais de vinte em andamento, além de outras em projeto executivo para que possam começar dentro dos próximos três meses. “Vamos buscar mais recursos. Temos uma licitação recentemente concluída para mais oito encostas em Salvador e três em Candeias. Acrescemos ao nosso programa de 98 encostas mais 11. São milhares de famílias beneficiadas”.
Com informações da Secom Ba. 25/01/2016

sábado, 23 de janeiro de 2016

Chuvas fortes causam inundações no interior da Bahia

Tempo

A ocorrência de fortes chuvas nos últimos dias no interior da Bahia tem causado estragos em vários municípios do estado.Foram registrado desabamento de pontes nas BRs 381 e 324,interrupções no fornecimento de água e energia,além do risco de enchente no município do Conde,banhado pelo Rio Itapicuru

Da Redação
Oito cidades ficam sem água por causa da chuva
imagem - A Tarde

Oito cidades ficaram sem abastecimento de água por causa da chuva que atingiu a Bahia na sexta-feira(22). Os municípios de Riachão do Jacuípe, Pé de Serra, Ichu, Candeal, Nova Fátima, São Domingos, Valente e Gavião tiveram o serviço interrompido após  ter sido danificada uma adutora,na altura do povoado de Vila Aparecida.
A Embasa em boletim emitido na sexta informou que, não é possível chegar ao local devido ao grande volume de água,e informa ainda que logo seja possível o acesso,os serviços de manutenção serão realizados e em seguida o abastecimento de água retomado.

Ponte na BR-381 se parte com correnteza de rio
A a pressão da correnteza do rio Itapicuru Mirim,que transbordou com a chuva na sexta-feira (22), partiu ao meio a ponte que liga os municípios de Filadélfia e Itiúba, na BR-381.
A força da correnteza do rio,aos poucos,rompeu a ponte ao meio.
Ainda na sexta,em Riachão do Jacuípe,a cabeceira de uma ponte na BR-324,também se rompeu. A Polícia Rodoviária Federal,interditou o tráfego no local. O abastecimento de água e luz foi interrompido na cidade.

A cidade do Conde em alerta por conta do risco de enchente do rio Itapicuru
A prefeitura de Conde,no litoral norte baiano, divulgou um comunicado nesta sexta-feira (22), para que os moradores da cidade fiquem em estado de "alerta máximo" por conta do risco de enchente do Rio Itapicuru,que corta o município.
Segundo a nota, a prefeitura foi informada pelo Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Bahia (Inema),do alto volume de água no rio, causado pelas chuvas que atingem o interior baiano.
Segundo Cláudio Teles,coordenador de Meio Ambiente do município a situação é preocupante porque já aconteceram em outras épocas,a exemplo de 1989,fortes enchentes.O coordenador informou também que a prefeitura já pediu ao Inema a abertura de um canal para que a água possa escoar do rio e amenizar os riscos de enchente.Alem disso,prefeitura  informou que vai disponibilizar escolas,em caso de ocorrência de desabrigados,para que todos possam ficar em segurança.
Segundo informa o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet),a previsão é de chuva forte neste sábado (23) na cidade do Conde. No domingo,as pancadas de chuvas devem diminuir.
Com informações de A Tarde 23/01/2016

domingo, 27 de dezembro de 2015

Chuva deixa mais de 160 mil desabrigados na América do Sul

Chuvas

A maior parte das vítimas está no Paraguai, onde quase 130 mil pessoas tiveram que ser alojadas em abrigos improvisados pelas autoridades locais.O Rio Paraguai, um dos maiores da América do Sul, subiu 7,7 metros, atingindo o nível mais alto dos últimos 20 anos. 

Carolina Gonçalves 
Repórter da Agência Brasil
imagem/Ag.Brasil
A forte chuva que atinge quatro países na América do Sul, incluindo o Brasil, provocou enchentes em diversas localidades e deixou mais de 160 mil pessoas desabrigadas. A maior parte das vítimas está no Paraguai, onde quase 130 mil pessoas tiveram que ser alojadas em abrigos improvisados pelas autoridades locais.
O Rio Paraguai, um dos maiores da América do Sul, subiu 7,7 metros, atingindo o nível mais alto dos últimos 20 anos. Quatro pessoas morreram. Depois de decretar estado de emergência, o presidente Horacio Cartes anunciou que US$ 3,5 milhões serão destinados para auxiliar os desabrigados.
Na Argentina e no Uruguai, 20 mil pessoas tiveram que deixar suas casas, sendo 15 mil somente em cinco províncias do Noroeste argentino, como Entre Rios, Corrientes e Chaco. Duas pessoas morreram na região.
O presidente argentino Mauricio Macri disse que a ajuda social para áreas alagadas está sendo providenciada e que o governo trabalha em conjunto com as equipes de municípios e das províncias para dar uma resposta à situação, estudando o melhor uso dos recurso. Macri sobrevoou algumas das regiões afetadas e viaja hoje (27) para Entre Rios, onde participa de uma reunião do Comitê de Crise, que busca soluções para as inundações que afetaram a área da costa. No Uruguai, quatro estados estão em emergência. Duas pessoas morreram afogadas e 6,6 mil abandonaram suas casas no Norte do país.

Brasil
A chuva também atige o estado do Rio Grande do Sul. De acordo com a Defesa Civil do Rio Grande do Sul, chega a 40 o número de municípios atingidos pelas tempestades. O número de famílias que tiveram que deixar suas casas passou para 2.204. Ontem (26), a presidente Dilma Rousseff sobrevoou a região que faz fronteira com a Argentina e o Uruguai e anunciou a liberação de R$ 6,6 milhões para ajuda às comunidades afetadas pelas inundações.
A enchente é a quinta e a pior deste ano na região. A cheia do Rio Quaraí já atingiu o recorde de 15,28 metros. A situação se agravou com a elevação do nível do Rio Uruguai. A forte chuva provocou a interrupção da colheita de arroz em Quaraí e levou à interdição, por 22 horas, da Ponte Internacional da Concórdia, entre o Brasil e o Uruguai, por Quaraí e Artigas.
Fonte - Agência Brasil  27/12/2015

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Variações climáticas marcam final de semana em toda a Bahia

Previsão do Tempo

Conforme a previsão do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), órgão vinculado à Secretaria do Meio Ambiente do Estado (Sema), o centro sul e o oeste são as áreas com maior possibilidade de tempo chuvoso, de forma mais frequente no final da tarde e à noite. As trovoadas estão previstas em algumas para algumas regiões, sobretudo, no sul e oeste baiano.

Da Redação
foto - ilustração
As condições do tempo na Bahia, neste final de semana, deverão ter mudanças significativas, principalmente, em relação à chuva. A partir de sábado (5), uma frente fria, que está avançando pelo Sudeste brasileiro, somada ao calor e à umidade vinda da região Amazônica, deverá contribuir para a volta da chuva em grande parte do estado.
Conforme a previsão do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), órgão vinculado à Secretaria do Meio Ambiente do Estado (Sema), o centro sul e o oeste são as áreas com maior possibilidade de tempo chuvoso, de forma mais frequente no final da tarde e à noite. As trovoadas estão previstas em algumas para algumas regiões, sobretudo, no sul e oeste baiano.

Temperatura alta
Mesmo com a predominância de céu encoberto e chuvoso no estado, a temperatura permanece elevada, com máxima podendo alcançar 31°C (no sul) e 40°C (no Vale do São Francisco). O mesmo deverá ocorrer em outras regiões, onde a massa de ar quente e seco continua, a exemplo do norte e nordeste, com máxima chegando aos 39°C.
Segundo o Inema, com a previsão de tempo quente e seco, aumenta a possibilidade de ocorrer focos de queimadas. Como a vegetação já está ressecada, é preciso maior atenção quanto à utilização do fogo nas atividades de rotina - preparação do solo para o plantio, renovação de pastos e queima de lixo.

Recôncavo, Chapada e RMS
No Recôncavo Baiano e na Chapada Diamantina, onde a massa de ar tem menos intensidade, pode ocorrer chuva fraca em áreas isoladas. Mesmo assim, a temperatura permanece elevada, com máxima chegando até 36°C.
A chance de ocorrer chuva é mínima em Salvador e região metropolitana, onde a pouca nebulosidade, associada à aproximação do verão, eleva a temperatura na capital baiana, com mínima de 23°C e máxima de 33°C.

Maré
Para o período entre esta sexta-feira e domingo (4 a 6), a maré deverá atingir altura máxima das 10h às 13h e das 22h à 1h do dia seguinte, variando de 1,5 a 2,3 metros. Já a altura mínima deverá ser registrada, entre 4h e 7h e das 16h às 19h, oscilando de 0,6 a 1,1 metro. As ondas previstas para o período deverão ter agitação de moderada a fraca podendo chegar a 2,5 metros.

Radiação
Em dezembro, com a aproximação da estação do verão, há maior incidência de radiação solar e, consequentemente, aumento dos Índices de Radiação Ultravioleta (IUVs), no período de sexta-feira a domingo, quando os índices deverão variar entre 12 e 13 (categoria de intensidade extrema), segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).
Essa situação requer maior atenção quanto à exposição prolongada ao sol, principalmente, das 10h às 16h, quando há maior incidência de radiação. Para evitar danos à saúde, devem ser usados protetor/filtro solar, chapéu, boné, óculos escuros e roupas leves.
Com informações da Secom Ba./Inema  04/12/2015

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Lagoa na avenida Paralela transborda mais uma vez

Salvador

Lagoa já havia transbordado nesta quinta-feira, 21,a lagoa próxima à Faculdade de Tecnologia e Ciências (FCT), transbordou e alaga duas faixas da via.

A Tarde
Da Redação
Joá Souza | Ag. A TARDE
Pelo terceiro dia consecutivo, uma lagoa localizada na região da avenida Luís Viana (Paralela), próxima à Faculdade de Tecnologia e Ciências (FCT), transbordou e alaga duas faixas da via, atrapalhando o tráfego de veículos.
A orientação da Transalvador é que os motoristas redobrem a atenção ao transitarem pelo local e diminuam a velocidade. Por conta deste alagamento, o trânsito segue bastante lento na avenida, para quem segue no sentido rodoviária.
Já nas principais vias da capital o trânsito também registra lentidão nesta manhã. Os principais pontos são nas avenidas ACM e D. João VI, além da Estrada das Barreiras e da Rua Silveira Martins, no Cabula.

Após deslizamento
Entre 8h e 14h desta sexta, a Ladeira da Montanha permanecerá interditada para todos os tipos de veículos, para a realização de serviços pela Secretaria Municipal de Urbanismo (Sucom).As obras serão realizadas por causa do deslizamento de terra que aconteceu na quarta-feira, 20, e atingiu seis casas na região. Claudenice Gonçalves, de 51 anos, não conseguiu sair a tempo de casa e foi encontrada sem vida pelo Corpo de Bombeiros.
Fonte - A Tarde 22/05/2015

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Governo Federal libera R$ 1,7 milhão para ações de defesa civil em Salvador

Salvador/Chuvas

Ministério da Integração Nacional através de portaria publicada hoje (18) autoriza o empenho e a transferência de R$ 1,7 milhão em recursos para ações de defesa civil em Salvador (BA). O prazo de execução das obras e serviços será de 180 dias.

Paula Laboissière
Repórter da Agência Brasil 
Áreas de Salvador são atingidas pelas fortes chuvas
Manu Dias/Governo da Bahia
Portaria do Ministério da Integração Nacional publicada hoje (18), no Diário Oficial da União,autoriza o empenho e a transferência de R$ 1,7 milhão em recursos para ações de defesa civil em Salvador (BA). O prazo de execução das obras e serviços será de 180 dias.
A cidade sofre com fortes chuvas desde o final de abril. Pelo menos 19 pessoas morreram na região metropolitana, levando cidades como Candeias, Lauro de Freitas e a própria capital a decretar situação de emergência.
A Defesa Civil de Salvador informou que pelo menos 700 funcionários estão envolvidos na Operação Chuva, atuando 24 horas, por meio de escalonamento em turnos. Até a última sexta-feira (15), foram registradas 551 solicitações, a maioria referente à manutenção da rede de drenagem.
Fonte - Agência Brasil  18/05/2015

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Com chuva forte, Salvador registra novos deslizamentos

Salvador/Chuvas

Entre a 0h de hoje e as 10h25, a Defesa Civil de Salvador recebeu 36 notificações de deslizamento de terras.Desde o fim de abril, 19 pessoas morreram na região metropolitana de Salvador em função das chuvas, levando cidades como Candeias, Lauro de Freitas e a própria capital a decretar situação de emergência.

Alex Rodrigues 
Repórter da Agência Brasil 
Arquivo/Divulgação/Manu Dias/Governo da Bahia
A forte chuva que atingiu Salvador durante as primeiras horas de hoje (15) causou vários estragos e pontos de alagamento, deixando a capital em estado de alerta. Desde o fim de abril, 19 pessoas morreram na região metropolitana de Salvador em função das chuvas, levando cidades como Candeias, Lauro de Freitas e a própria capital a decretar situação de emergência.
Entre as 0h de hoje e as 10h25, a Defesa Civil de Salvador recebeu 36 notificações de deslizamentos de terras. Dez pessoas ligaram para o telefone 199 para notificar ameaças de desabamento. Seis imóveis foram alagados. Também houve ocorrências relativas a ameaças de deslizamentos, quedas de árvores, infiltração e desabamento parcial. Devido à situação, a prefeitura cancelou a Feira da Cidade, marcada para este final de semana.
Segundo o diretor-geral da Defesa Civil de Salvador, Álvaro Augusto da Silveira Filho, o volume de chuva registrado nestes primeiros 15 dias de maio é o maior dos últimos 20 anos e a previsão é que ainda chova mais. “A estimativa é que deve chover mais 100 milímetros [mm] até o final do mês. Sendo que, nestes primeiros 15 dias, o acumulado já chega a 300 mm, enquanto a média histórica mensal é 359 mm. Se continuar assim, poderemos fechar o mês com um total de quase 600 mm de precipitação”, disse Filho à Agência Brasil.
Por volta das 11h, a intensidade da chuva diminuiu, mas a previsão é que pode voltar a chover forte, principalmente no domingo. Como o solo em toda a região metropolitana de Salvador está encharcado, o risco de deslizamentos de terra é muito grande. Todos os órgãos municipais e estaduais permanecem mobilizados, em plantão permanente, e os órgãos de Defesa Civil alertam os moradores de áreas de risco das cidades mais afetadas a permanecerem atentos, abandonando suas casas a qualquer sinal de perigo.
A Defesa Civil estadual também está atenta à situação em outras regiões do estado atingidas pelas chuvas. Mas, de acordo com o superintendente da Defesa Civil da Bahia, Rodrigo Hita, a situação mais preocupante é mesmo na região metropolitana de Salvador. “Estamos articulados com as autoridades municipais e, certamente, o governo estadual ajudará no que for necessário”, disse Hita, garantindo que prefeituras e o estado vêm adotando as medidas necessárias para realocar as pessoas retiradas de áreas de risco, como o pagamento de aluguel social.
Fonte - Agência Brasil  15/05/3015

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domingo, 3 de maio de 2015

Salvador registra 39 ocorrências por deslizamento

Salvador

Salvador registra deslizamento de terra em diversas áreas devido às chuvas.Foram registradas ainda mais 76 ocorrências por alagamento, ameaças de desabamento de imóvel, de muro e de deslizamento terra, imóvel alagado e infiltração.

Mariana Tokarnia
Repórter da Agência Brasil
 Bairro do Lobato - Manu Dias/GOVBA
Salvador registrou 39 ocorrências por deslizamentos de terra hoje (2), até as 15h24, segundo a Defesa Civil da capital baiana, em decorrência das chuvas. De acordo com o órgão, não houve feridos. Pelo menos 464 famílias foram atingidas pelas chuvas e integram o cadastro da prefeitura para receber algum tipo de benefício.
Foram registradas ainda mais 76 ocorrências por alagamento, ameaças de desabamento de imóvel, de muro e de deslizamento terra, imóvel alagado e infiltração.
Na última quinta-feira (30), o Ministério da Integração Nacional reconheceu situação de emergência nos bairros Subúrbio, Cajazeiras, Liberdade, Cabula e Pau de Lima, em Salvador. As localidades têm áreas com risco de deslizamento de terra. Segundo levantamento feito pela prefeitura de Salvador, foram detectadas pelo menos dez áreas críticas e 15 pessoas morreram vítimas das chuvas na última semana.
Na manhã deste sábado, o governador ACM Neto visitou locais atingidos, como o bairro de São Marcos, onde conversou com moradores na Rua do Rosalvo Carvalho. Segundo nota divulgada pela Defesa Civil, a prefeitura continua mobilizada para atender às vítimas das chuvas e no trabalho emergencial "para que a cidade volte ao normal no mais curto período de tempo possível".
Segundo o último balanço da Defesa Civil do município, 277 pessoas receberam auxílio-aluguel. Desde o começo das chuvas, a prefeitura informa que colocou 41.950 metros quadrados de lonas em encostas, beneficiando 358 famílias.
Além disso, começam a ser distribuídos amanhã (3) 565 kits enviados pelo Ministério da Integração Nacional para desabrigados. Os kits contêm colchonetes, alimentos e material de higiene e limpeza, sendo suficiente para uma família com quatro pessoas pelo período de um mês.
A previsão do tempo para hoje é nublado a parcialmente nublado com pancadas de chuva. Até o dia 6, a previsão é tempo nublado com pancadas de chuva. A temperatura varia de 22 graus Celsius (ºC) a 28ºC. As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Fonte - Agência Brasil  02/05/2015

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quinta-feira, 30 de abril de 2015

Governo reconhece situação de emergência em bairros de Salvador

Salvador

Mais de 250 pessoas estão desabrigadas por causa das chuvas, de acordo com levantamento da prefeitura, número que pode crescer, pois estima-se que 300 imóveis estejam localizados em áreas de risco e as famílias precisarão deixar suas casas.

Andreia Verdélio
Repórter da Agência Brasil 
Manu Dias/GOVBA
O Ministério da Integração Nacional reconheceu hoje (30) a situação de emergência nos bairros Subúrbio, Cajazeiras, Liberdade, Cabula e Pau de Lima, em Salvador. As localidades têm áreas com risco de deslizamento de terra.
Segundo levantamento feito pela prefeitura de Salvador, foram detectadas pelo menos dez áreas críticas. Após os deslizamentos, 15 pessoas morreram na capital da Bahia. O temporal atingiu a cidade na segunda-feira (27).
Mais de 250 pessoas estão desabrigadas por causa das chuvas, de acordo com levantamento da prefeitura, número que pode crescer, pois estima-se que 300 imóveis estejam localizados em áreas de risco e as famílias precisarão deixar suas casas.
Os desabrigados estão sendo recebidos em estruturas montadas pela prefeitura em locais como o Espaço Axé, em Pau da Lima, e na Escola Municipal Helena Magalhães, em Boa Vista de São Caetano.
O ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi, visitou o município na terça-feira (28) e disse que equipes do Exército vão ajudar na retirada dos moradores das áreas de risco.
A portaria da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil foi publicada no Diário Oficial da União.
Fonte - Agência Brasil  30/04/2015

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segunda-feira, 27 de abril de 2015

ATÉ QUANDO SALVADOR????!!!!!

Rios de Salvador  🌊

A luta entre a comunidade do Bate Facho e o Rio Pituaçu é antiga e duradoura,o Rio luta pelo retomada do espaço que lhe foi tirado,os moradores pelo direito a moradia e uma vida com dignidade.Nessa contenda não há vencedores e todos saem derrotados,....o povo e o Rio....até quando?......

A.Luis
foto - Pregopontocom
Não é de hoje a luta inglória entre o Rio e os moradores do Bate Facho,comunidade ao lado da Av. Jorge Amado na Boca do Rio.Ambos empreendem uma disputa onde não existe nenhuma perspectiva de vencedores mais sim de dois lados vencidos e derrotados.As enchentes e inundações que ocorrem nos períodos de fortes chuvas causam sempre grandes prejuízos e muito desconforto ao povo que ali já habita a anos.O Rio Pituaçu que antigamente dava de beber a cidade de Salvador,com as chuvas intensas transborda pela barragem ali existente e segue arrastando tudo a sua volta e o que encontra pela frente.Não há como conte-lo,salvo a maré cheia que o empurra de volta o que torna tudo ainda muito pior.O Rio a muito lá já estava quando os primeiros moradores começaram a construir as suas casas,não porque gostassem do lugar,mais por pura falta de opção e por omissão de quem deveria na época conduzi-los a um local mais seguro e adequado afastando-os dali e dando a todos as condições para uma vida digna,onde pudessem morar sem sobressaltos e as agruras de verem as suas moradias invadidas pelas águas do Rio e assistirem os seus pretenses descerem correnteza abaixo até encontrarem as águas do mar da Boca do Rio.
foto - Pregopontocom
A expectativa durante um temporal torna o sofrimento dessa gente mais tenso e angustiante,pois o Rio arrebatador e inerente aos estragos que possa vir causar,sem culpa e sem proposito,segue com força o seu curso abrindo caminho e cobra o espaço perdido,tudo que já lhe foi tomado.Os estragos não ficam só por ai.O Rio Cascão que se junta ao Rio das Pedras no Imbuí para depois engrossar o Rio Pituaçu em frente ao Bate Facho,enclausurado em galerias de concreto na Av. Jorge Amado,faz estragos também no Imbuí e na Av. Paralela em frente ao Condomínio Amazonas.Aprisionaram os Rios e os transformam em esgotos sujos,fétidos e sem vida,mais esqueceram de combinar com eles como deveriam se comportar nesse duros períodos chuvosos.A cima deles pistas para carros,bares,quadras,quiosques e mais uns tantos outros equipamentos,em baixo um Rio degradado a espera do momento para expor toda sua ira e a revolta pelos maus tratos que recebe.
Mais e a comunidade do Bate Facho que esperança lhe resta?!!!.....Promessas???....Obras para conter o Rio?....doma-lo?....torna-lo obediente?.....Nenhuma obra estruturante ira com certeza resolver o grande problema ali existente,além do mais o risco permanente de uma represa antiga que segura o Rio Pituaçu la dentro da comunidade,separando-a do Parque de Pituaçu,deve ser considerado.
A solução mais adequada,mais justa e mais correta para todos,moradores e pro Rio,será a transferência dos moradores da comunidade para um outro local,onde disponham de uma infraestrutura humanizada,com serviços de transportes,saúde,educação,lazer e serviços diversos.O Rio livre retomara o seu leito natural.Mas...retira-los dali (os moradores) apenas realizando uma mera transferência empurrando a todos para um local esquecido da cidade,sem as minimas condições de infraestrutura para que possam sobreviver com dignidade,respeito e cidadania, "será apenas mudar o endereço da tragédia".
Pregopontocom  27/04/2015

Galeria de Fotos

foto - Pregopontocom
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foto - Pregopontocom
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foto - Pregopontocom
foto - Pregopontocom










Governador Rui Costa recebe telefonema da Presidenta e apoio do Governo Federal após chuvas em Salvador

Salvador/Chuvas

A afirmação foi feita pelo governador Rui Costa, que, desde cedo, cancelou sua agenda, que previa inaugurações nas cidades de Xique-Xique e Irecê, no interior baiano, e ficou em Salvador para acompanhar as ações de atendimento às ocorrências relacionadas à chuva na capital.

Secom
foto - ilustração/Acervo-Pregopontocom
O governador Rui Costa recebeu, no início da noite desta segunda-feira (27), ligação da presidente Dilma Rousseff, que garantiu apoio à Bahia e manifestou solidariedade a todas as vítimas das fortes chuvas que atingiram o estado. Ela colocou o Exército à disposição para resgate e informou que o ministro da Integração, Gilberto Occhi, estará em Salvador amanhã para realizar um sobrevoo das áreas atingidas pela chuva na capital baiana. Imediatamente após o contato da presidente, Rui telefonou para prefeito de Salvador, ACM Neto, e o convidou para o voo e visita às áreas atingidas.
"É um momento de luto, de muita tristeza para os baianos". A afirmação foi feita pelo governador Rui Costa, que, desde cedo, cancelou sua agenda, que previa inaugurações nas cidades de Xique-Xique e Irecê, no interior baiano, e ficou em Salvador para acompanhar as ações de atendimento às ocorrências relacionadas à chuva na capital.
"Neste momento de profunda dor, me solidarizo com as famílias das vítimas das chuvas e continuo me colocando à disposição do prefeito Acm Neto e de todas as cidades castigadas pela chuva para ajudar na articulação com o governo federal", concluiu o governador.
Do seu gabinete na Governadoria, Rui colocou a infraestrutura do Estado à disposição da Prefeitura Municipal de Salvador, e monitorou todas as ações de atendimento às vítimas realizadas pelo Corpo de Bombeiros. O governador também coordenou as ações junto às polícias Militar, Civil, Departamento de Política Técnica, e Defesa Civil do Estado.
Neste momento, uma das principais ações do governo em Salvador é a construção de 98 contenções de encostas que totalizam R$ 156 milhões em diversas áreas de risco da capital.
Fonte - Secom Ba. 27/04/2015 

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Chuvas causam alagamentos em diversos pontos de Salvador

Cidade

Salvador e a fragilidade exposta pelo excesso de impermeabilização do solo,pela falta de planejamento urbano,de políticas públicas,de infraestrutura adequada e de políticas urbanas equivocadas adotadas ao longo de muitos anos. - Pregopontocom

Da Redação - A Tarde
Edilson Lima - Ag. A TARDE
A forte chuva que atinge Salvador na manhã desta quinta-feira, 9, causa diversos pontos de alagamentos nos bairros da capital baiana. Os principais registros estão na Rótula do Abacaxi, próximos às obras do metrô; na Calçada, em frente à estação de trem; no Cabula, na via de acesso ao Shopping Bela Vista; em Sussuarana, na saída do Centro Administrativo da Bahia (CAB), além das avenidas Centenário, São Rafael e Luís Viana (Paralela).
No bairro da Pituba, um canal transbordou e atrapalha a passagem dos motoristas nas proximidades da Cantina Volpi. O mesmo aconteceu na rua do Canal, no Rio Vermelho, e na Avenida ACM, em frente a Comercial Ramos.
A Tarde/Cidadão Reporter
Já na Rua Pará, na Pituba, a água atinge a porta dos veículos que trafegam pelo local. As pistas não estão interditadas, mas os carros precisam reduzir a velocidade para tentar ultrapassar as poças de água, deixando o trânsito lento.
A rua Miguel Navarro, na Pituba, também está alagada, com a água atingindo a lateral dos carros.
Além destas regiões, o galho de uma árvore caiu no Caminho das Árvores e interdita metade da via.
Alagamentos em parte da Avenida Bonocô, sentido Centro, e perto da Fonte Nova impedem a passagem de veículos na região, nem ônibus conseguem transitar.
Moradores ficaram ilhados em casa em algumas ruas da Pituba, por conta da água que invadiu garagem. Alguns colégios das áreas atingidas pela chuva suspenderam as aulas.
A reportagem de A TARDE também presenciou diversas pessoas atrasadas para seus compromissos por conta dos alagamentos e trânsito congestionado.
O trânsito também segue lento nas principais vias da cidade. Na região da Rótula do Abacaxi, da avenida Paralela e dos bairros da Pituba, Placafor e Itapuã, os motoristas encontram maior dificuldade para trafegar.
De acordo com as informações da Superintendência de Telecomunicações das Polícias Civil e Militar (Stelecom), os condutores devem ter atenção com os semáforos quebrados próxima ao local conhecido como Plaquinha, em Placafor; em frente ao Rei da Pamonha da Paralela; e nas principais vias dos bairros da Pituba e de Itapuã.
Fonte - A Tarde  09/04/2015