UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Investir em malha viária não vai diminuir congestionamentos em grandes cidades

Mobilidade 🚕 🚌 🚇 🚲 👫

Segundo o estudo, realizado em cem cidades, o nível de congestionamento mundial é mais intensamente ocasionado nas grandes cidades (com mais de 800 mil habitantes) e megacidades (que têm mais de 10 milhões de pessoas) do que nas menores. Na América Latina, dez cidades são citadas com alto acúmulo de tráfego, sendo quatro no Brasil: Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba. 

Portogente
foto - ilustração/Pregopontocom
A taxa global de congestionamento do tráfego rodoviário tem aumentado continuamente nas áreas urbanas em todo o mundo e as chances de diminui-lo com melhorias incrementais no trânsito são baixas. É o que revela a 3ª edição da pesquisa The Future of Mobility, divulgada em 2018 pela consultoria americana em mobilidade Arthur D. Little em parceria com International Association of Public Transport (uITP).
Segundo o estudo, realizado em cem cidades, o nível de congestionamento mundial é mais intensamente ocasionado nas grandes cidades (com mais de 800 mil habitantes) e megacidades (que têm mais de 10 milhões de pessoas) do que nas menores. Na América Latina, dez cidades são citadas com alto acúmulo de tráfego, sendo quatro no Brasil: Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba. A pesquisa concluiu ainda que, em países com PIB (Produto Interno Bruto) igual ou acima do nível emergente, a proporção de veículos por quilômetro e o comprimento total da malha viária cresce no mesmo ritmo, impedindo que haja diminuição no volume de tráfego.
Para o coordenador do curso de Gestão do Trânsito e Mobilidade do Centro Universitário Uninter, Gerson Luiz Buczenko, essas conclusões revelam que a expansão rodoviária já não resulta em efeitos práticos para o descongestionamento das cidades. “As cidades têm limite de absorção. Não adianta investir em capacidade se o volume de veículos nas ruas também aumenta. Foi o que aconteceu na Europa”. Segundo Buczenko, o trânsito ficou tão difícil no continente europeu que individualmente foram surgindo iniciativas de mobilidade urbana e aumento do uso de transportes alternativos, como bicicletas e caronas solidárias.

“Mudar o trânsito exigirá romper com as velhas práticas”
Nos próximos 30 anos, a demanda global de passageiros mais do que dobrará nos grandes centros urbanos, chegando a 120 bilhões de passageiros por quilômetro até 2050, de acordo com a pesquisa realizada pelo International Transport Forum Outlook (2017). O aumento, explica o coordenador do curso de Gestão do Trânsito e Mobilidade, está relacionado à expectativa do aumento da renda per capita nos países emergentes. “Esse aumento gera um efeito positivo na economia, levando à aquisição de veículos de uso privado, mas negativo em termos de mobilidade”, avalia.
Para Buczenko, é preciso adotar soluções alternativas como incentivo por meio de políticas públicas da chamada “carona solidária”, mais investimento em transporte coletivo de alta velocidade, além de incentivo fiscal para redução de veículos emissores de CO2. “Por enquanto, são medidas consideradas marginais na América Latina, mas vemos com o exemplo da Europa que essas ações se tornarão obrigatórias para que as cidades existam”. Não à toa, a Holanda estipulou até 2030 o prazo para banimento total de veículos movidos a petróleo e diesel. No mesmo caminho, seguem a Noruega (2035), França e Reino Unido (2040).
Fonte - Portogente  06/02/2019

Gestão do Trânsito e Mobilidade
A partir de 2019, o Centro Universitário Internacional Uninter passa a oferecer o curso de graduação Gestão do Trânsito e Mobilidade, na modalidade a distância. Com duração de dois anos, o curso lança um olhar diferenciado para a constituição do centro urbano, na perspectiva dos direitos humanos, sem perder de vista a importância da relação do ser humano com o meio em que vive. As inscrições vão até 18/02 pelo site uninter.com ou pelo telefone 0800 702 0500.


quarta-feira, 4 de abril de 2018

Salvador é terceira capital com maior tempo em congestionamento

Trânsito  🚗🚗🚗🚕🚌

De acordo com a pesquisa, as viagens em Salvador nos horários de pico levam, em média 71% a mais de tempo do que aquelas em situação de tráfego livre. Segundo a pesquisa, as viagens em Salvador nos horários de pico levam, em média 71% a mais de tempo do que aquelas em situação de tráfego livre.

A Tarde
foto - ilustração/Pregopontocom
Salvador apareceu como a terceira capital brasileira que apresenta o maior tempo de congestionamento, segundo o Índice 99 de Tempo de Viagem.
A pesquisa é feita pelo aplicativo de transporte 99. Os dados apontam a capital baiana atrás somente de Recife e Porto Alegre, respectivamente. As maiores metrópoles do país, São Paulo e Rio de Janeiro, ocupam a quarta e quinta colocações.
De acordo com a pesquisa, as viagens em Salvador nos horários de pico levam, em média 71% a mais de tempo do que aquelas em situação de tráfego livre. Segundo a pesquisa, as viagens em Salvador nos horários de pico levam, em média 71% a mais de tempo do que aquelas em situação de tráfego livre.
O levantamento foi realizado durante o período de 1 de outubro a 31 de dezembro de 2017, com base nas corridas de táxis e 99Pop, carros particulares da empresa, nas 10 maiores capitais brasileiras, de acordo com dados do IBGE 2010.
Fonte - A Tarde  04/04/2018


domingo, 15 de outubro de 2017

São Paulo tem rodovias congestionadas no retorno do feriado

Trânsito/Rodovias  🚗

O último boletim da concessionária Ecovias, divulgado às 16h15, informa que na Baixada Santista o engarrafamento na Rodovia dos Imigrantes vai do km 70 ao 58. O trecho de serra da Via Anchieta também se encontra com tráfego intenso.


Camila Maciel
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração
As estradas paulistas têm tráfego intenso no retorno do feriado prolongado de 12 de outubro. Os piores trechos estão nas rodovias que ligam São Paulo ao litoral. O último boletim da concessionária Ecovias, divulgado às 16h15, informa que na Baixada Santista o engarrafamento na Rodovia dos Imigrantes vai do km 70 ao 58. O trecho de serra da Via Anchieta também se encontra com tráfego intenso.
Na rodovia Cônego Domênico Rangoni, o tráfego está congestionado no sentido São Paulo, do km 248 ao 260. Na rodovia Padre Manoel da Nóbrega, no acesso à rodovia dos Imigrantes, o congestionamento vai do km 268 ao km 274, e do km 292 ao km 280, também no sentido São Paulo.
Caminhões que deixam a Baixada Santista em direção a São Paulo devem utilizar apenas a Rodovia Anchieta para continuar viagem no trecho de serra. A Ecovias alerta para os riscos do tempo encoberto e da neblina no topo da serra, que deixam a estrada com visibilidade parcial.
Por volta das 16h40, a concessionária CCR Autoban informava que a Rodovia dos Bandeirantes, que liga o interior paulista à capital, tinha tráfego congestionado nas proximidades de Jundiaí. Estão engarrafados por excesso de veículos o trecho do km 67 ao 58. O trânsito de caminhões está proibido do km 48 ao 23 no sentido São Paulo. A alternativa é a Rodovia Anhanguera, administrada pela mesma concessionária. A Anhanguera tem tráfego lento também próximo a Jundiaí, do km 63 ao 60.
A Via Dutra, que liga São Paulo ao Rio de Janeiro, tinha dois quilômetros de engarrafamento entre o km 208 e 210, em Guarulhos, no sentido capital paulista, por volta das 16h40. Quem retorna a São Paulo também encontra trechos engarrafados em Jacareí (km 163 a 164), Pindamonhangaba (km 98 a 100) e São José dos Campos (km 158 a 161). Taubaté tem fila mais longas de carros, com 11 quilômetros de engarrafamento, entre o km 103 e 114. As informações são da concessionária Nova Dutra.
Fonte - Agência Brasil  15/10/2017

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Salvador tem o 28º pior trânsito do mundo e o segundo do Brasil

Trânsito  🚗 🚌

Os dados são do TomTom Traffic Index, que avalia a situação do congestionamento de trânsito em 390 cidades.Depois de Salvador aparecem Recife (37%), Fortaleza (35%) e São Paulo (30%).No ranking global Salvador se situa na 28ª pior posição, logo à frente de Roma, capital da Itália.

Tribuna da Bahia
maiores congestionamentos de Salvador
Na capital baiana, o motorista passa, em media 40 minutos por dia de tempo extra em engarrafamentos, o que totaliza 152 horas no trânsito por ano.
Pela manhã, o pior dia é a segunda-feira; à tarde, o trânsito piora mais nas sextas-feiras.
Em 2016, o dia que registrou o maior congestionamento foi 8 de junho, uma quarta-feira.
Resta um consolo: já foi pior. Os motoristas perdiam mais tempo no trânsito em 2014, do que no ano passado.
Em relação ao ranking do ano passado (medição 2015), a cidade mostrou queda de 3% de tempo em congestionamentos.



Depois de Salvador aparecem Recife (37%), Fortaleza (35%) e São Paulo (30%).
No ranking global Salvador se situa na 28ª pior posição, logo à frente de Roma, capital da Itália.
O Rio de Janeiro é a cidade mais congestionada do Brasil. O carioca pode preparar-se para passar em média 47% mais tempo parados no trânsito, a qualquer hora do dia, e até 81% a mais nos períodos de pico no final do dia em comparação a uma situação de fluxo livre, ou sem congestionamentos – acrescentando até 164 horas** a mais de viagem por ano.
Os dados são do TomTom Traffic Index, que avalia a situação do congestionamento de trânsito em 390 cidades de 48 países em 6 continentes – de Roma ao Rio de Janeiro, de Cingapura a São Francisco. São 14 trilhões de pontos de dados, acumulados durante nove anos.
O congestionamento de trânsito aumentou aproximadamente 13% no mundo desde 2008. Mas, há diferenças surpreendentes entre os continentes. Enquanto os congestionamentos na América do Norte aumentaram em 17%, na Europa eles cresceram apenas 2%.
O fato pode estar relacionado ao crescimento econômico na América do Norte e à depressão econômica no restante da Europa.
Os dados europeus podem ser fortemente influenciados pelos países do sul da Europa como Itália (-7%) e Espanha (-13%), onde ocorreram reduções marcantes nos congestionamentos de trânsito nos últimos oito anos.
Fonte - Tribuna da Bahia   22/02/2017



segunda-feira, 13 de junho de 2016

Temos que rever a forma de oferecer uma boa mobilidade para os brasileiros

Mobilidade

Estudos mostram que uma boa mobilidade nas cidades é fundamental para o crescimento econômico de uma nação. Existem diversos exemplos de investimentos públicos na implantação e operação de sistemas estruturadores de transporte na América do Norte, Europa e Ásia que poderiam ser seguidos.

AEAMESP
foto - ilustração/Arquivo
Iniciamos 2016 com muitas expectativas e preocupação com o futuro do nosso País. No setor metroferroviário presenciamos a diminuição dos orçamentos de empresas operadoras, a redução de obras de expansão e atrasos expressivos ou mesmo postergação sem prazos de compromissos assumidos com a população.
O que fazer? Estudos mostram que uma boa mobilidade nas cidades é fundamental para o crescimento econômico de uma nação. Existem diversos exemplos de investimentos públicos na implantação e operação de sistemas estruturadores de transporte na América do Norte, Europa e Ásia que poderiam ser seguidos.
Na América do Norte, de acordo com relatório da APTA – American Public Transportation Association, 100% dos investimentos nas redes estruturadoras de transporte coletivo nas cidades são públicos e os três níveis de governo participam, sendo que o Governo Federal entra com o maior valor na implantação e os usuários com apenas 33% do custo das passagens. Os recursos vêm de várias fontes e variam de estado para estado, existem fundos gerais, taxas na gasolina, da venda ou aluguel de carros, registros, licenças, etc.
“Enquanto isso no Brasil continuamos no caminho errado, a pesquisa Origem e Destino mostrou que para um aumento de população de 2% na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), entre 2007 e 2012, houve um acréscimo de 18% na frota de automóveis”, diz Emiliano Stanislau Affonso Neto, presidente da Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Metrô (AEAMESP), entidade que promove anualmente a Semana de Tecnologia Metroferroviária, considerada o maior congresso técnico voltado para a mobilidade urbana e principal evento do setor de transporte metroferroviário do País.
Segundo o presidente da AEAMESP, São Paulo apresenta congestionamentos recordes com consequências nefastas para a economia e a poluição, cerca de 90% da poluição atmosférica é gerada pelos carros, motos, ônibus e caminhões. Temos que rever urgentemente a forma de proporcionarmos uma boa mobilidade para os brasileiros. De acordo com o professor da Universidade de São Paulo (Eduardo A. Haddad), o Brasil perde R$156,2 bilhões por ano só com a perda de produtividade causada pela morosidade do trânsito em São Paulo.
Os moradores da RMSP gastam meia hora a mais do que deveriam no deslocamento entre as residências e os locais de trabalho. Se o excesso de tempo for eliminado o PIB (Produto Interno Bruto) nacional cresceria 2,83% e a cidade absorveria 50% do benefício.
Estudo apresentado pela professora Simone Georges Miraglia da Universidade Federal de São Paulo, na 21ª Semana de Tecnologia Metroferroviária, mostrou que os benefícios do Metrô de São Paulo em termos da redução da poluição atmosférica e seus efeitos associados a saúde pública evitam custos da ordem de US$ 18 bilhões/ano.
Estudos não faltam sobre o montante de recursos jogados fora pela falta de uma boa mobilidade em nossas cidades e sabemos que nas grandes metrópoles, para que ela ocorra, é indispensável a implantação de uma rede estruturadora de transporte público apoiada nos sistemas sobre trilhos e a racionalização do uso dos carros.
Não podemos aceitar passivamente a paralização de obras de mobilidade, pois a falta delas comprometerá o nosso futuro. Temos que dar apoio técnico aos nossos dirigentes, envolver nossos representantes no legislativo e alertar a sociedade civil organizada que o desenvolvimento consistente do nosso País passa pela reversão urgente da forma que priorizamos os investimentos em mobilidade urbana.
Sobre a Semana – Na sua 22ª edição, a Semana de Tecnologia Metroferroviária acontece em paralelo à METROFERR EXPO 2016 no acontecerá no período de 13 a 16 de setembro de 2016, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo. Durante os quatro dias de evento, técnicos das operadoras, dirigentes empresariais e profissionais do setor debaterão questões importantes relacionadas à mobilidade urbana nas grandes cidades.
Sobre a METROFERR EXPO 2016 – Realizada paralelamente ao Congresso, a METROFERR EXPO reúne empresas fabricantes de equipamentos metroferroviários, fornecedores de peças e serviços, entidades setoriais, mídias especializadas, etc. que trocam informações sobre as inovações oferecidas ao mercado.

Serviço
22ª Semana de Tecnologia Metroferroviária e METROFERR EXPO 2016
Data: 13 a 16 de setembro de 2016
Local: Centro de Convenções Frei Caneca
Endereço: Rua Frei Caneca, 596, 4º – São Paulo – SP
Fonte - ANPTrilhos  13/06/2016 

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Chuvas causam alagamentos em diversos pontos de Salvador

Cidade

Salvador e a fragilidade exposta pelo excesso de impermeabilização do solo,pela falta de planejamento urbano,de políticas públicas,de infraestrutura adequada e de políticas urbanas equivocadas adotadas ao longo de muitos anos. - Pregopontocom

Da Redação - A Tarde
Edilson Lima - Ag. A TARDE
A forte chuva que atinge Salvador na manhã desta quinta-feira, 9, causa diversos pontos de alagamentos nos bairros da capital baiana. Os principais registros estão na Rótula do Abacaxi, próximos às obras do metrô; na Calçada, em frente à estação de trem; no Cabula, na via de acesso ao Shopping Bela Vista; em Sussuarana, na saída do Centro Administrativo da Bahia (CAB), além das avenidas Centenário, São Rafael e Luís Viana (Paralela).
No bairro da Pituba, um canal transbordou e atrapalha a passagem dos motoristas nas proximidades da Cantina Volpi. O mesmo aconteceu na rua do Canal, no Rio Vermelho, e na Avenida ACM, em frente a Comercial Ramos.
A Tarde/Cidadão Reporter
Já na Rua Pará, na Pituba, a água atinge a porta dos veículos que trafegam pelo local. As pistas não estão interditadas, mas os carros precisam reduzir a velocidade para tentar ultrapassar as poças de água, deixando o trânsito lento.
A rua Miguel Navarro, na Pituba, também está alagada, com a água atingindo a lateral dos carros.
Além destas regiões, o galho de uma árvore caiu no Caminho das Árvores e interdita metade da via.
Alagamentos em parte da Avenida Bonocô, sentido Centro, e perto da Fonte Nova impedem a passagem de veículos na região, nem ônibus conseguem transitar.
Moradores ficaram ilhados em casa em algumas ruas da Pituba, por conta da água que invadiu garagem. Alguns colégios das áreas atingidas pela chuva suspenderam as aulas.
A reportagem de A TARDE também presenciou diversas pessoas atrasadas para seus compromissos por conta dos alagamentos e trânsito congestionado.
O trânsito também segue lento nas principais vias da cidade. Na região da Rótula do Abacaxi, da avenida Paralela e dos bairros da Pituba, Placafor e Itapuã, os motoristas encontram maior dificuldade para trafegar.
De acordo com as informações da Superintendência de Telecomunicações das Polícias Civil e Militar (Stelecom), os condutores devem ter atenção com os semáforos quebrados próxima ao local conhecido como Plaquinha, em Placafor; em frente ao Rei da Pamonha da Paralela; e nas principais vias dos bairros da Pituba e de Itapuã.
Fonte - A Tarde  09/04/2015

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Pesquisa diz que Salvador tem o quinto pior trânsito do mundo

Mobilidade

Salvador tem o quinto pior trânsito do mundo, diz pesquisa realizada pela empresa holandesa de tecnologia de transporte TomTom

Comunica Bahia
foto - ilustração
Uma pesquisa realizada pela empresa holandesa de tecnologia de transporte TomTom analisou o trânsito em 146 cidades do planeta e indicou o trânsito de Salvador como o quinto pior do mundo.
Segundo o levantamento, os soteropolitanos perdem 93 horas por ano parados em um engarrafamento.

foto - ilustração/Pregopontocom
Dentre as cidades brasileiras, a capital baiana só perde para o Rio de Janeiro, que ficou em terceiro lugar, pelo segundo ano consecutivo. O “pódio” se completa com Istambul (Turquia) e Cidade do México, primeira e segunda colocadas, respectivamente. No ranking brasileiro, depois de Rio de Janeiro e Salvador as cidades mais engarrafadas são Recife, Fortaleza e São Paulo.
A pesquisa da TomTom também analisa o congestionamento das vias no decorrer do dia e nos horários de pico – no início da manhã e final da tarde. Nesses horários, o Rio cai para a oitava posição, Salvador não aparece na lista das primeiras colocadas e Recife ficou em sexto lugar, em um ranking também liderado por Istambul.
Segundo a revista Exame, a empresa coleta os dados dos aparelhos GPS da empresa, que são espalhados pelas frotas, e dos aplicativos de celulares que usam tecnologia da empresa. A medição do tráfego é feita a partir da densidade do congestionamento, comparando entre a quantidade de ruas existentes na cidade e quantas delas estão congestionadas.
Fonte - Comunica Bahia  01/04/2015

Mais informações
http://comunicabahia.com.br/salvador-tem-o-quinto-pior-transito-do-mundo-diz-pesquisa/

Recife é a cidade mais lenta do Brasil na volta para casa

Mobilidade 

O Recife é a cidade brasileira com o trânsito mais lento no horário de pico noturno, das 17h às 19h. Em um ano, o motorista chega a gastar 94 horas a mais do que deveria atrás do volante, na volta para casa após o trabalho no rush noturno, segundo pesquisa mundial da empresa de GPS TomTom

Paulo Trigueiro
Diario de Pernambuco
Engarrafamento na avenida Agamenon Magalhães
foto - Ricardo Fernandes/DP/D.A Press 
Com taxa de congestionamento de 82% no rush noturno, a capital ficou em sexto lugar no ranking mundial, à frente de metrópoles como Los Angeles e Rio - na capital fluminense se perdem 93 horas e a taxa de congestionamento é de 81%.
Os dados foram revelados ontem pelo fabricante de GPS TomTom, que realizou pesquisa em 218 cidades de 36 países através de informações colhidas por seus equipamentos.
O estudo foi feito com base na comparação de dois deslocamentos iguais, em horários de trânsito livre e de pico. No Recife, para cada meia hora percorrida no primeiro cenário, 24 minutos extras precisam ser gastos no rush.
Em Instambul, a pior do ranking mundial, um trajeto de 30 minutos em horários mais livres leva mais de uma hora no rush noturno. Lá os motoristas perdem 125 horas em média, por ano. Pela primeira vez a pesquisa da TomTom incluiu cidades da China.
No ranking geral de congestionamento em 2014, de acordo com a TomTom, a capital aparece com 45%, atrás do Rio (51%) e Salvador (46%). Segundo a CTTU, o sentido Boa Viagem da Agamenon Magalhães tem o trânsito mais crítico da cidade (veja ranking)*.

Ganhando tempo
Para quem faz longos trajetos e perde ainda mais tempo, a alternativa pode ser realizar alguma atividade enquanto o trânsito desafoga. O estudante de ciência da computação Igor Matos, 21, larga da UFPE às 18h30. Chegava a passar duas horas e meia para chegar a Olinda, onde mora. A saída foi estudar nos laboratórios da universidade até as 20h, quando pode fazer o percurso em pouco mais de uma hora.
“Acho que é preciso investir no tranporte coletivo e na bicicleta”, analisa o estudante e cicloativista. Em fevereiro deste ano, uma pesquisa da Proteste colocou o Recife aparece em primeiro lugar no ranking das cidades com mais tempo de espera de ônibus.
Fonte - Diário de Pernambuco 01/04/2015

Mais informações*
http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/vida-urbana/2015/04/01/interna_vidaurbana,569176/recife-e-a-mais-lenta-do-brasil-na-volta-para-casa.shtml.

segunda-feira, 30 de março de 2015

Nova Marginal: R$ 1,5 bilhões para mais congestionamentos

São Paulo

O conjunto de obras feito pelo ex-governador José Serrá foi defendida como crucial para reduzir o nível de congestionamento. Serra na época da inauguração chegou a afirmar: “Pode anotar. Não vai mais ter congestionamento aqui”. As construções consumiram R$ 1,5 bilhão de reais, correspondendo a um quarto do que se estima gastar nas obras do Monotrilho da Linha 15-Prata, conforme menciona a reportagem.

Renato Lobo
via trólebus
Na semana passada nós elegemos aqui no Via Trolebus os símbolos de São Paulo que privilegiam o transporte individual motorizado, as obras que consumiram milhões e que não resolveram o problema da mobilidade. (veja aqui).
Uma delas foram as novas marginais. Uma reportagem do jornal,*O Estado de São Paulo, aponta que desde sua inauguração, a média de trânsito na marginal Tietê subiu 80%, de 19,8 km para 35,7 km.
O conjunto de obras feito pelo ex-governador José Serrá foi defendida como crucial para reduzir o nível de congestionamento. Serra na época da inauguração chegou a afirmar: “Pode anotar. Não vai mais ter congestionamento aqui”. As construções consumiram R$ 1,5 bilhão de reais, correspondendo a um quarto do que se estima gastar nas obras do Monotrilho da Linha 15-Prata, conforme menciona a reportagem.
Especialistas criticam obras que privilegiam o automóvel
“Foi uma obra inútil e, quando insistirmos na locomoção por transporte individual, a mobilidade não vai melhorar. Foi dinheiro jogado fora” disse Horácio Augusto Figueira, Mestre em Transportes pela Universidade de São Paulo (USP), ouvido pela reportagem.
Fonte - Via Trólebus  30/03/2015

* http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,lentidao-na-marginal-sobe-80-apos-5-anos,1659511

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Congestionamentos já mudam a rotina de cidades do Interior

Ceará

O planejamento urbano parece não acompanhar o aumento da frota de veículos nos grandes centros regionais. - E o transporte público de regra geral, ainda é também um grande problema a ser resolvido.

Diario do Nordeste
Jéssyca Rodrigues / Sucursais*

Em sedes municipais como Sobral, ainda há veículos da região
FOTO -  JÉSSYCA RODRIGUES
Sobral Seja na hora do rush ou meio da manhã, o sobralense tem enfrentado engarrafamentos que chegam a durar meia hora nas principais vias da cidade. Com uma a frota de automóveis de 74.354, sendo que desses, 37.048 são motos, a cidade recebe, ainda, veículos de toda a Zona Norte.
O ano de 2014 foi marcado por mudanças no trânsito da região, sendo o maior marco o início das operações assistidas do Metrô de Sobral, que causou diversas mudanças, como a do Arco de Nossa Senhora de Fátima, onde o acesso da Avenida Dom José, em frente ao Colégio Luciano Feijão, cruzando a linha férrea, recebeu um sinal no sentido da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA) e o desvio do fluxo de veículos do Sinhá Sabóia, na direção do Centro da Cidade, pela Ponte José Euclides Ferreira Gomes Jr. Outra intervenção foi na Avenida John Sanford, que passou a ter mão única no sentido bairro-Centro, no trecho que vai da Rua do Cachoeiro até a Escola Gerardo Rodrigues. O trânsito no sentido contrário é feito apenas pela Rua Juca Parente, que já tem sentido único. A mudança tem como objetivo "melhorar o trânsito na região, proporcionando maior fluidez ao tráfego de veículos", explica o secretário da Cidadania e Segurança, Pedro Aurélio Aragão.
O que deu certo na Avenida John Sanford não funcionou no Boulevard do Arco. O funcionário público Custódio Azevedo conta que chegou a esperar 40 minutos na rotatória do Arco de Nossa Senhora de Fátima, onde recentemente foram instalados semáforos. "Nunca vi uma rotatória ter sinal, quanto mais três sinais seguidos, a cada esquina", desabafa. Outros pontos de engarrafamento são a Avenida do Contorno e Rua Coronel Frederico Gomes.
As obras do Projeto Sobral Novo Centro também têm prejudicado o cotidiano dos motoristas, sendo que, a cada dia, um novo trecho é liberado ou interditado, de acordo com a necessidade das obras. "Nós nunca sabemos para onde ir", afirma a empregada doméstica Luziane Costa, "seja de moto ou de carro, todo dia é uma interdição diferente, uma buraqueira e um congestionamento sem fim", desabafa.

Cariri
Em Juazeiro do Norte, município mais populoso da Região Metropolitana do Cariri, a grande quantidade de automóveis e motocicletas que trafega diariamente acaba gerando transtornos a motoristas e pedestre. Além da grande quantidade de veículos de passeio, também cresce o número de ônibus de turismo, coletivos e caminhões de cargas. Embora não existam números oficiais em relação ao número de veículos que circulam todos os dias por Juazeiro do Norte, um levantamento realizado em 2012 já apontava que a frota local, àquela ocasião, era superior a 80 mil automóveis.
Os engarrafamentos são mais comuns em horários específicos. Pela manhã, entre 7 horas e 8h30, e no fim do dia, das 17 horas as 18h30. Os pontos de maior lentidão ou de engarrafamentos nestes horários acontecem nas imediações do giradouro de acesso à Avenida Padre Cícero, que liga Juazeiro do Norte ao município de Crato, bem como no sentido Centro da Cidade; e em artérias de maior movimentação do comércio local, como as ruas São Pedro e São Paulo, por exemplo.
"Aqui em Juazeiro o sujeito tem que ter é paciência pra dirigir. Principalmente quem precisa passar pela Praça do Giradouro, em direção ao Crato, no fim do dia, ou então ali próximo ao Centro, até umas 17 horas. A confusão é grande. Não tem quem dê jeito mais não", avalia o mototaxista Geraldo Luis de Sousa, que há mais de 20 anos trafega pelas ruas da cidade.

Centro-Sul
A cidade de Iguatu, a maior da região Centro-Sul, também já registra pontos de engarrafamentos. As áreas mais críticas são o acesso ao núcleo urbano, pela ponte rodoviária sobre o Rio Jaguaribe, no bairro Alto do Jucá, e o cruzamento das ruas 13 de Maio e Santos Dumont, no Centro.
As mudanças verificadas na infraestrutura urbana 'obrigaram' que veículos tenham que trafegar por ruas do Centro para chegar a outras áreas da cidade. Na Rua 13 de Maio, o funcionamento de três equipamentos (hospital, Câmara de Vereadores e escola) atraem centenas de carros diariamente.
Nos horários de pico, filas de carros se estendem por até 2 Km na Rua Cruzeiro do Sul, segmento urbano da CE-060. "O semáforo não permite um fluxo maior de veículos", observa o secretário municipal de Trânsito, Gomes Filho. "O número de veículos aumentou nos últimos dez anos e é necessário um projeto urbano que atenda à demanda atual". Caso não ocorram mudanças, obras de alargamento, por exemplo, a tendência é verificar longos engarrafamentos na Cruzeiro do Sul, principal via de acesso à Avenida Perimetral, em um futuro próximo.

Sertão Central
As duas maiores cidades do Centro do Estado, Quixadá e Quixeramobim, vivem atualmente duas realidades diferentes em matéria de tráfego urbano. Enquanto as ruas de Quixadá estão se tornando cada vez mais estreitas a até surgindo momentos de rush, por falta de planejamento e estrutura urbana, em Quixeramobim, duas grandes obras para aliviar o fluxo dos veículos estão sendo realizadas. Uma delas é a Avenida Antônio Conselheiro e a outra é a Ponte da Maravilha, onde há necessidade de parar o fluxo de um lado do leito para quem vem em sentido contrário poder cruzar a ponte. As duas estão sendo duplicadas.
A respeito do tráfego nas ruas da área comercial de Quixadá, o diretor do Departamento Municipal de Trânsito (DMT), Blasco Monte, informou que a alternativa encontrada pela administração municipal, a curto prazo, para eliminar os congestionamentos será a instalação de mais semáforos em cruzamentos estratégicos. Outra medida adotada a partir do início de 2015 será a implantação do estacionamento rotativo nas principais vias do Centro, acrescentou.
Em Quixeramobim, a Prefeitura deu início a um projeto de mobilidade urbana, denominado "Quixeramobim 2020". Conforme o secretário municipal de Infraestrutura, Luis Edson Nógimo, a aplicação de uma série de normas aliadas à execução de obras, como as da nova avenida e do alargamento da ponte em breve vão melhorar o tráfego na cidade e evitar congestionamentos. Sem elas o trânsito iria se tornar tão desagradável quanto nos grandes centros urbanos, inclusive do Interior.
Jéssyca Rodrigues / Colaboradora*
Fonte - Diário do Nordeste 05/12/2014

COMENTÁRIO Pregopontocom

Com absoluta certeza esse não deve ser um problema único das cidades interioranas do estado do Ceará....

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

De olho na cidade - Salvador hoje (18)

Transito

Av.Paralela hoje as 9:00h da manhã sentido Aeroporto Rodoviária
Da Redação

foto - Pregopontocom

foto - Pregopontocom

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

O Brasil já tem um carro para cada de 4 habitantes

Mobilidade

Com um carro para cada 4 habitantes, ruas têm cada vez menos espaço - Especialistas observam que o problema de mobilidade urbana é acompanhado de danos ambientais, econômicos e sociais, refletindo também em aspectos comportamentais dos brasileiros.

Diário de Pernambuco
AFP - Agence France-Presse
Foto: Ricardo Fernandes/DP/D.A Press
Se você já tem a impressão de que há mais carros do que pessoas nas ruas brasileiras, prepare-se para o futuro. A tendência é que muito mais latas sobre rodas passem a compor o cenário urbano e criem episódios ainda mais graves do que o registrado na cidade de São Paulo no último 23 de maio. Naquela sexta-feira, às 19h, a metrópole brasileira teve o maior engarrafamento de sua história, com uma fila de 344 km de veículos parados.
Para se ter uma ideia da tendência de inchaço no tráfego nacional, o Brasil fechou 2012 com cerca de 76 milhões de veículos, mais do dobro do número registrado 11 anos antes, quando havia 34,9 milhões de carros nas ruas. Hoje, há um veículo para cada quatro brasileiros. E a forma como as cidades brasileiras têm articulado seus sistemas de transporte não consegue acompanhar esse crescimento. Especialistas observam que o problema de mobilidade urbana é acompanhado de danos ambientais, econômicos e sociais, refletindo também em aspectos comportamentais dos brasileiros.
Não há dados sobre a qualidade do ar em todos os estados, mas uma pesquisa divulgada em 2012 pelo Instituto Saúde e Sustentabilidade estima que 4,6 mil pessoas morreram no estado de São Paulo no ano anterior devido ao fluxo de veículos. Não vítimas de batidas ou atropelamentos, mas de problemas causados pela poluição veicular, que tira, em média, quase dois anos de vida dos paulistas.
É verdade que os carros têm se tornado menos danosos ao meio ambiente, e a emissão de monóxido de carbono diminuiu 52,1% entre 2002 e 2012, como demonstra o Inventário Nacional de Emissões Atmosféricas 2013. Porém, muitos automóveis nas ruas ainda significa poluição. “O carro novo polui menos, mas continua poluindo. O excesso é um problema”, aponta Luiz Maranhão, subsecretário de Saúde Ambiental da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Distrito Federal (Semarh). “O Distrito Federal ainda tem sorte em relação a lugares como São Paulo e Belo Horizonte. Diferentemente de lá, não somos cercados por indústrias, que prejudicam mais ainda a qualidade do ar”, completa.
Fonte - Diário de Pernambuco 11/08/2014

domingo, 10 de agosto de 2014

Falta de ordenamento no trânsito trava vias de Salvador

Salvador

Na rua Baependi, carros parados nos dois lados da via e até na calçada dificultam o tráfego

Luan Santos - A Tarde
Marco Aurélio Martins | Ag. A TARDE
Dados do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-BA) apontam que a frota de veículos de Salvador cresceu 82,6% nos últimos dez anos. Com o aumento de 496.209 automóveis em 2004 para 879.249 em julho deste ano, o trânsito da capital baiana tem ficado a cada dia mais complicado.
No entanto, além do próprio crescimento da frota, problemas causados pela falta de ordenamento do trânsito e do comércio informal e a má educação de motoristas também propiciam os congestionamentos na cidade.
Estacionamento na rua, longas filas de carros em escolas, bares que colocam mesas e cadeiras no passeio, além de ambulantes que utilizaram calçadas e até parte da pista, são problemas recorrentes que prejudicam o tráfego de pessoas e automóveis em Salvador.
Por conta destes transtornos, a Superintendência de Trânsito e Transporte do Salvador (Transalvador) e a Secretaria Municipal da Ordem Pública (Semop) têm realizado operações constantes. O intuito é solucionar estes problemas e melhorar o tráfego da capital baiana.

Transtornos
Na última semana, A TARDE percorreu diversos pontos da cidade e ouviu reclamações de motoristas, que listaram pelo menos 30 pontos na cidade com problemas devido à falta de ordenamento de trânsito ou ambulantes.
A rua Baependi, em Ondina, é um exemplo. No local, além de haver veículos estacionados nos dois lados da via (de mão única), duas clínicas que não têm vagas de estacionamento suficientes para os clientes e uma escola de educação infantil complicam o trânsito.
"Aqui as pessoas não estacionam só na rua, mas no passeio também. Nos horários de pico, fica intrafegável, porque os pais vão levar e buscar os filhos na escola. Eles estacionam e ficamos sem espaço para passar", diz a servidora Madalena Almeida, 54.
A estrada da Liberdade, principal via deste bairro, também é alvo de crítica de motoristas e pedestres. Entretanto, os problemas neste trecho não são em decorrência apenas do estacionamento na rua, mas principalmente da má utilização do espaço destinado aos ambulantes.
"Além de ocuparem a calçada, eles ainda usam parte da pista. Temos que nos arriscar entre os carros. Todo dia tem um atropelamento aqui", conta a operadora de telemarketing Leni Freitas, 53, moradora da Liberdade.
Motoristas também reclamam. "Enquanto os ambulantes ocuparem esse espaço da pista, vamos ter engarrafamento", diz o comerciante Lúcio Andrade, 43.
Os problemas de congestionamentos causados pela falta de ordenamento de ambulantes também são frequentes em bairros como Pernambués, São Marcos e Pau da Lima, além da Av. Suburbana.
As ruas Professor Sabino Silva (Barra), Gerson Pinto (Costa Azul) e Chile (Centro), além da Av. Silveira Martins (Cabula), também são apontadas como problemáticas por conta de estacionamento na rua. Outra questão citada por condutores são os congestionamentos causados por escolas e faculdades.
Fonte - A Tarde  10/08/2014

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Problemas em ferrovias ameaçam plantio nos EUA

Internacional

A falta de capacidade ferroviária do país está ampliando a ansiedade que os produtores da região normalmente já sentem nesta época do ano, quando eles precisam de um longo período de calor e céu limpo para que o plantio seja realizado e as plantas cresçam antes que o clima frio retorne.
Os atrasos já afetaram o faturamento de produtores de fertilizantes, incluindo a Mosaic Co. e a Agrium Inc., e geraram preocupação entre processadores que contam com uma oferta contínua de grãos para operar.

The Wall Street Journal
foto - ilustração
Os congestionamentos registrados nas grandes ferrovias dos Estados Unidos que atrasaram o embarque de novos carros e carvão agora ameaçam impedir que o plantio de áreas do Meio-Oeste, região considerada o cinturão agrícola americano, seja realizado em tempo.
Os problemas nas ferrovias atrasaram os embarques de fertilizantes, elevando os temores de que os produtores de quatro grandes Estados agrícolas, as Dakotas do Sul e Norte, Minnesota e Wiscousin, fiquem sem nutrientes o suficiente para plantar milho, trigo e cevada.
Ao mesmo tempo, os produtores têm se esforçado há meses para conseguir capacidade de carga suficiente nas ferrovias para embarcar os grãos colhidos no ano passado para as usinas processadoras. Alguns temem que mesmo que o plantio ocorra no período ideal, eles não terão espaço bastante nos armazéns para guardar a colheita no fim do ano.
A falta de capacidade ferroviária do país está ampliando a ansiedade que os produtores da região normalmente já sentem nesta época do ano, quando eles precisam de um longo período de calor e céu limpo para que o plantio seja realizado e as plantas cresçam antes que o clima frio retorne.
Os atrasos já afetaram o faturamento de produtores de fertilizantes, incluindo a Mosaic Co. e a Agrium Inc., e geraram preocupação entre processadores que contam com uma oferta contínua de grãos para operar. Muitos produtores de etanol de milho recentemente tiveram que paralisar as operações de suas usinas durante vários dias porque não conseguiram vagões para transportar o grão.
O diretor-presidente da Mosaic, Jim Prokopanko, diz que o atraso registrado na atual temporada de plantio tem sido "diferente de tudo o que já tinha visto antes". A empresa de Mineápolis, uma das maiores produtoras de fertilizantes do mundo, estava atrasada na entrega de "muitas centenas de toneladas" antes que as ferrovias voltassem a acelerar o transporte de mercadorias nas últimas semanas, diz Prokopanko. A Mosaic, que geralmente entrega 5 milhões de toneladas de fertilizantes por trimestre, divulgou no início do mês uma queda de 43% no lucro do primeiro trimestre, citando em parte os problemas ferroviários como motivo.
Os produtores agora esperam receber uma quantidade suficiente de fertilizantes em tempo para terminar o trabalho de campo e plantio antes de julho. "É urgente", diz Mark Watne, presidente do conselho do Sindicato dos Agricultores da Dakota do Norte.
O inverno que castigou os EUA com o maior número de nevascas e as temperaturas mais baixas em muitos anos desestabilizou o sistema ferroviário, o principal meio de transporte da safra agrícola quando os rios congelam no nordeste americano. As temperaturas baixas forçaram as redes ferroviárias BNSF Railway Co., a Canadian Pacific Railway Ltd. e outras a operarem com poucos trens, aumentando o tráfego nas vias em direção ao Meio-Oeste. O tempo médio de espera para alguns trens da BNSF, na linha de Northtown, no Estado de Minnesota, chegou a 75 horas durante o inverno, ante uma média de 40,5 horas nos últimos 12 meses, de acordo com informações da empresa.
A maior demanda por vagões também ajudou a ampliar o problema. As ferrovias estão carregando mais petróleo bruto da região da gigantesca reserva de gás de xisto de Bakken, na Dakota do Norte, e a recuperação econômica tem levado um volume maior de bens a ser transportados por via férrea, de acordo com as transportadoras.
As empresas ferroviárias informam que estão investindo bilhões de dólares em mais trilhos e trabalhando com seus clientes para acelerar as entregas. Tanto a BNSF quanto a Canadian Pacific afirmaram que aceleraram os embarques de fertilizantes nas últimas semanas depois de serem cobradas pelas autoridades ferroviárias do país.
Os problemas nas ferrovias atingiram o cinturão agrícola americano logo depois de o país ter registrado a maior safra de milho e uma das maiores safras de soja da história. A grande oferta, somada ao inverno rigoroso e aos atrasos das linhas férreas, aumentaram as preocupações no setor agrícola sobre a necessidade de uma melhoria na infraestrutura para lidar com uma produção agrícola ainda maior.
Pesquisadores da Universidade do Estado da Dakota do Norte estimaram, este mês, que os produtores agrícolas perderam US$ 67 milhões em receita desde o início do ano por conta do atraso dos embarques de grãos e soja. Já a Associação dos Produtores de Milho de Dakota do Sul estimou que os produtores do Estado ainda precisam embarcar cerca de 250 milhões de bushels de milho (cerca de 6,35 milhões de toneladas), ou 31% da safra do Estado em 2013, para criar espaço nos armazéns.
Sem fertilizantes, a rentabilidade de alguns grãos pode chegar à metade do normal, dizem produtores. Para tentar assegurar que os elevadores de grãos e as redes de insumos agrícolas tenham fertilizante o suficiente, o Conselho de Transporte Terrestre, uma agência federal que regula as ferrovias dos EUA, exigiu, no mês passado, que a BNSP e a Canadian Pacific forneçam atualizações semanais sobre o andamento das entregas.
As empresas de etanol também estão enfrentando problemas similares. Nos últimos meses, empresas das Dakotas têm esperado por semanas pelo retorno dos vagões, o que forçou um corte na produção. "Se não tivermos vagões retornando, não teremos outra alternativa se não fechar as portas ou desacelerar", diz Tom Hitchcock, diretor-presidente da Redfield Energy LLC. A empresa já fechou uma unidade e perdeu US$ 1 milhão em receita com os problemas ferroviários.
Fonte - Revista Ferroviária  15/05/2014

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Moscou, Rio de Janeiro e São Paulo estão entre as mais congestionadas do mundo Cidadãos perdem em média oito dias por ano parados nos engarrafamentos

Mobilidade

DR
Um relatório divulgado pela empresa fabricante de sistemas de GPS Tom Tom mostrou que Moscou é a cidade com mais problemas de trânsito no mundo. A lista também colocou Rio de Janeiro e São Paulo na terceira e na sétima posições, respectivamente. O ranking das dez cidades com os piores tráfegos do mundo concluiu que os motoristas perdem em média oito dias úteis por ano parados nos engarrafamentos.
Os engarrafamentos da capital russa são os piores do planeta

Em Moscou, durante a hora do rush da manhã, os motoristas costumam demorar mais do que o dobro do tempo durante os períodos de menor movimento. O índice da Tom Tom aponta cidades que experimentam os maiores aumentos nos tempos de viagem entre os períodos não congestionados e os períodos de pico. O estudo avaliou 169 cidades.
Fonte - Diário da Russia  07/11/2013

sábado, 28 de setembro de 2013

Mudança no trânsito: falta de informação congestiona Barra

Cidade

Divulgação | Transalvador

Confira mapa com mudanças na Barra

Flávia Faria
A Tarde
Os motoristas que trafegam na Barra neste sábado, 28, reclamam de falta de informação no primeiro dia de mudança do tráfego no bairro. Sem saber que caminho seguir, os condutores pedem orientação aos agentes de trânsito que estão no local.
As placas de sinalização informam que o fluxo de veículos foi alterado, mas não indica o roteiro que deve ser seguido. Desorientados, os motoristas enfrentam congestionamento nos dois sentidos: Ladeira da Barra e Ondina.
Os condutores não são so únicos que estão "perdidos" diante das modificações. Usuários do transporte urbano também dizem que não sabem em que ponto o ônibus vai parar e que trajeto vai seguir. O roteiro de 76 linhas de ônibus foi modificado por conta das obras de requalificação da orla.
O corretor de imóveis, Alessandro Matos, que mora no bairro, é um dos insatisfeitos. "É um desrespeito aos moradores. Sou a favor do projeto (de requalificação da orla), mas sem a mudança radical do trânsito".
Por conta das obras na orla está suspensa a mão dupla da Rua Barão de Itapuã, sentido Farol da Barra, até o Barracenter. As ruas Marquês de Caravelas e Afonso Celso só pode ser acessada pela orla, sendo que a última é sentido único
Fonte - A Tarde 28/09/2013

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Congestionamento em Salvador vai piorar até 50% nos jogos da Copa

A MapLink (http://www.maplink.com.br), empresa que fornece informações de trânsito de alto nível, e a INRIX (www.inrix. com), líder em fornecimento de informação de trânsito e serviços para motoristas em todo o mundo, uniram suas forças para lançar uma previsão de trânsito antes do início da Copa das Confederações da FIFA.
Foto - ilustração
O resultado da pesquisa conduzida pelas duas empresas indica picos de congestionamento muito mais cedo que o normal, com um deslocamento médio durando 50% mais, antes de partidas durante a semana, que começam às 16h. Para jogos nos finais de semana, o deslocamento médio será 15% maior. Além disso, a pesquisa mostra que o tráfego deve levar até quatro horas para voltar ao normal após o fim dos jogos.
“O trânsito nas cidades-sede da Copa das Confederações já é ruim, entretanto, a FIFA e o governo brasileiro usaram uma estratégia inteligente, ao começar as partidas às 16h, quando as pessoas ainda estão no trabalho.” diz Frederico Hohagen, fundador e diretor de vendas da MapLink.
“Em nossa experiência analisando o tráfego para grandes eventos, como os Jogos Olímpicos de Londres, nunca vimos dados mostrando tempos de deslocamento dobrando em algumas regiões, como estamos vendo próximo à Copa das Confederações”, diz Jamie Holter, analista de Tráfego da INRIX.
A Copa das Confederações é considerada como uma espécie de teste para o Brasil que se prepara para sediar a Copa do Mundo da FIFA, em 2014 e as Olimpíadas, em 2016. A Copa das Confederações inclui 12 jogos, entre 15 e 30 de junho, em seis cidades brasileiras: Rio de Janeiro, Brasília, Salvador, Fortaleza, Recife e Belo Horizonte.

Previsão de viagem
Enquanto os atrasos devido ao trânsito variam de acordo com as cidades e os acessos aos estádios, o estudo apontou quatro variáveis que afetam os níveis de congestionamento em todas as cidades sede durante a Copa das Confederações: localização do estádio, dia da partida, horário da partida e países que jogam. Veja dicas para motoristas:
• Motoristas podem esperar níveis de trânsito, que normalmente são vistos em dias úteis, em finais de semana, até duas horas antes dos jogos que começam às 16h e até três horas após o fim das partidas. Deslocamentos terão duração 15% maiores comparados com finais de semana comuns.
• O tráfego durante a semana tem pico 45 minutos antes de um jogo às 16h e se mantém 50% mais pesado que o tráfego de um dia de semana típico.
• Para as partidas, que acontecem durante a semana, às 19h, motoristas devem planejar atrasos 20% maiores que uma noite de um dia normal.
• Depois das partidas, motoristas podem esperar congestionamentos de 10 a 15% mais pesados, o que corresponde a até três horas após o término dos jogos, devido às comemorações dos torcedores e o deslocamento lento nos arredores do estádio.
• Motoristas que queiram evitar todo o engarrafamento, devem evitar as imediações dos estádios, pelo menos, 90 minutos antes e até três horas depois das partidas.

Previsão de deslocamento em Salvador
A Arena Fonte Nova tem capacidade para 56.000 pessoas e sediará jogos dos dias 20 e 22 de junho, às 16h. O tráfego será significativamente maior porque existe apenas uma via de entrada e saída da cidade.
Na quinta-feira, 20 de junho, a partida entre Nigéria e Uruguai deve dobrar o tempo de deslocamento para motoristas (100% mais que o normal). No sábado, 22 de junho, para a partida entre Itália e Brasil, motoristas podem esperar que o deslocamento, antes com duração de meia hora, aumente para mais de 45 minutos.
“Dados os engarrafamentos mundialmente conhecidos, torcedores vão aos estádios, para assistir aos jogos da Copa das Confederações, ou a bares, para evitar os congestionamentos causados pelas partidas. Dessa forma, motoristas devem se armar com as melhores informações que puderem, para não pegar horários de pico”, diz Holter.
Para acompanhar o congestionamento das cidades, baixe o aplicativo gratuito da MapLink naApp Store e na Google Play.
Fonte - Tribuna da Bahia  19/06/2013

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Mobilidade urbana em Salvador...um trauma genético

O nome da cidade é SALVADOR... mais por enquanto ainda não apareceu nem um.

foto ilustração - correio24horas
Da redação
A cada dia que passa me surpreende a capacidade dos "técnicos" e "especialistas" de transito da prefeitura da nossa cidade em se especializarem (desculpem a redundância) em fazer gambiarras,improvisos,e os famosos jeitinhos, e entre elas a mais nova a de  implantar uma 5ª faixa na Paralela, pensei logo... vão diminuir a área verde do canteiro central aumentando com isso a impermeabilização do solo aumentando os alagamentos nos dias de chuva,jogando asfalto em cima da terra e de tabela contribuindo para aumentar a temperatura ambiente no local. Mais depois pesquisando sobre o assunto o susto foi muito maior.Bom se fizessem do jeito que eu citei aqui antes ( a 5ª faixa no canteiro) já seria uma aberração,mais para piorar mais ainda os "gênios" (com o habitual entusiasmo) decidiram colocar a dita 5ª faixa sem alargar um centímetro da pista,simplesmente irão reduzir a largura das faixas existentes para acomodar 5 faixas de rolamento na atual largura da pista .Será que esses "doutores" não tem conhecimento que  por questões técnicas de segurança deve-se adotar uma largura nas faixas de rolamento que não ofereça riscos aos que por elas transitam principalmente em vias de tráfico intenso com velocidades superiores a 60 km/h???...se fossem em vias de baixa velocidade em áreas centrais da cidade  ou nos bairros até caberia tal solução,mais numa via expressa como a Paralela????, estarão criando um ambiente propenso ao aumento do numero de acidentes e colisões mais frequentes (principalmente com motocicletas).Mais ainda assim por tudo isso aqui já citado esses não são os únicos problemas,de nada adiantara aumentar a capacidade de tráfego da Av.Paralela se as vias das cabeceiras ( inicio e fim) continuarão as mesmas,e as interceições (vias que se interligam) e vias de acesso ao longo da avenida também.De nada adiantara esse espreme gato,apenas agravara mais ainda as zonas de conflito aumentando o afunilamento e os gargalos já existentes.Então essa gambiarra não funcionara,só ira piorar mais ainda o atual caos existente.Será que esse "povo"(digo especialistas) ainda não entendeu que a solução para a mobilidade de Salvador não esta no transporte individual??? e que a mesma  passa pela implantação de um bom e eficiente sistema de transportes publico????...e não continuar insistindo em privilegiar o transporte individual a qualquer custo... Bem, daqui a dois ou três anos ( torcemos por isso )  já devera estar operando na cidade o nosso tão esperado (la se vão 12 anos) sistema metroviário,mais enquanto isso a cidade não pode ficar sem uma solução de emergência,bem planejada e bem executada,para diminuir a atual calamidade até que o Metrô passe a operar definitivamente com todos os seus pendurucalhos (sistemas alimentadores e complementares).Então la vai aqui algumas sugestões : Uma das providências seria já a implantação da integração física e tarifária (solução adotada em SP e agora em Fortaleza) com bilhete único com validade de 2 horas para todo o sistema.A renovação e modernização da frota de ônibus,passando a contar com veículos longos com portas nas duas laterais melhorando a acessibilidade ( para acabar a operação Zig-Zague nos atuais corredores exclusivos),com piso baixo,suspensão a ar,com 03 portas largas,a extinção dos esdrúxulos currais existentes (Ônibus não carrega gado,transporta pessoas) só aqui em Salvador,o funcionamento efetivo das faixas exclusivas para os ônibus com fiscalização permanente,a reorganização dos atuais pontos de ônibus com remanejamento de linhas evitando-se o excesso de ônibus parados nos mesmos pontos,reprogramar e racionalizar os atuais itinerários da maioria das linhas existentes acabando com a sobreposição de linhas,com as linhas "turísticas" (com itinerários excessivamente longos e cheios de arrodeios).Criar linhas especiais com ônibus padron,com piso baixo, ( até o funcionamento do Metrô) integradas as linhas de ligação com os bairros nos principais corredores: Lapa/ V. da Gama/ Bonoco/ Iguatemi/ Paralela/ São Cristóvão/( ida e volta)  *Aeroporto - Lapa/ Centenário/ Orla/ Itapuã/ D. Caymi/ São Cristóvão/( ida e volta) *Aeroporto - Lapa/ Vasco da Gama/ Sete Portas/ Rt.do Abacaxi/ B.Reis/ Retiro/ Est.Pirajá ( ida e volta) - Lapa/ V. da Gama/  Bonoco/Acesso Norte/ Est.Pirajá (ida e volta) - Shopping Barra/ Centenário/ V.da Gama/  Ogunja/ Bonoco/ Acesso Norte/ Est.Piraja - Pituba/ Av.Acm/ Rodoviária/ Rt.do Abacaxi/ Retiro/ Est.Pirajá.( ida e volta). - (*) Uma parte dos ônibus fariam o retorno no Aeroporto que contaria também com linhas de ônibus executivos.- Criar linhas de integração ( com bilhete único ) com o trem do subúrbio - Calçada/ T da França / Arquidabã/ Lapa ( ida e volta) - Calçada/ Lgo.do Tanque/ Retiro/ B.Reis/ Rt.do Abacaxi/ Rodoviária  ( ida e volta) - Calçada/ Lgo. do Tanque/ São Caetano/ Est. Pirajá. Lembrando que a maioria das sugestões aqui apontadas são de caráter "emergencial"e reestruturantes, não são paliativas nem definitivas,servirão apenas para organizar, racionalizar e agilizar a operação do transporte público existente, dando folego e amenizando atual pressão negativa existente na mobilidade de Salvador até que tenhamos o sistema do transportes de massa ( Metrô / Trem / VLT ) funcionando de maneira plena com os sistemas alimentadores,complementares e as ciclovias,cumprindo o seu papel na mobilidade da cidade.Salientamos que também é muito importante,aproveitando as características  topográficas da cidade,se investir em transportes "verticais" e "teleféricos",que encurtarão distâncias entre bairros.Continuar privilegiando o transporte  individual só contribuirá para agravar mais ainda o caos na mobilidade da cidade cada dia....O nome da cidade é SALVADOR...mais por enquanto ainda não apareceu nem um.
Pregopontocom

VEJA MAIS AQUI  - Mobilidade Urbana - Soluções viáveis em Salvador   

quinta-feira, 16 de maio de 2013

SALVADOR HOJE - DE OLHO NO CAOS

Da Redação
Salvador em estado "grave e estado de greve" a cada dia que passa vai se tornando mais e mais uma cidade sem rumo,ou melhor rumo ao caos absoluto.Hoje por volta das 6:00 hs os engarrafamentos já eram visíveis em varias áreas da cidade principalmente na já castigada Av.Paralela..Por volta das 9;00 hs a Av. Bonoco, a entrada da cidade pelo acesso Norte ( Iguatemi/Bonoco ) já se estendia ao longo da Br 324.A Av. Luis Eduardo em toda a sua extensão sentido Paralela e essa ultima engarrafada nos dois sentidos, a orla sentido Itapuã/Pituba pelo mesmo jeito.E de nada adianta as luzes do canteiro central da Av. Bonoco ainda estarem acessas as 9:00 hs da manhã esperdiçando energia e consequentemente aumentando o custo da TIP (taxa de iluminação pública) paga por todos nos,pois nem assim a administração do município  parece conseguir enxergar alguma coisa a sua volta. - Buracos,sujeira,greves de servidores municipais,greve dos "rodoviários", transito caótico,transporte ruim,desorganização,uma cidade maltratada e a população refém da inercia e da incompetência...assim é hoje Salvador...a capital do CAOS.......
Acesso norte - parado
Acesso Norte /L.Eduardo - parado


Luis Eduardo - parado
L.Eduardo/Paralela - parado


Paralela - parado
L.Eduardo/Paralela - parado


Paralela - parado
Av. Bonoco - canteiro central luzes acesas (9:00 hs) em quase toda extensão -Engarrafamento parado
Pregopontocom - atualizado em 16/05 as 18:35 hs