UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Arrastões, saques e tiroteios: Caos toma conta de Vitória

Calamidade pública  👀

A crise começou com a reivindicação de aumento dos salários dos policiais militares, mas como a categoria é impedida de fazer greve, os familiares dos oficiais foram para frente dos batalhões e impediram a saída das viaturas policiais.

Sputnik
imagem - YouTube
Greve da PM no Espirito Santo gera onda de violência com saques, arrastões, tiroteios, desde sábado (4). Ao menos 68 mortes já ocorreram na Grande Vitória.
A crise começou com a reivindicação de aumento dos salários dos policiais militares, mas como a categoria é impedida de fazer greve, os familiares dos oficiais foram para frente dos batalhões e impediram a saída das viaturas policiais.
A calamidade na Grande Vitória causou inúmeros assaltos, tiroteios e mortes. O registro a seguir é uma compilação de vídeos caseiros que flagram o caos que se instaurou no Espirito Santo.
Na segunda-feira (6), o governo estadual enviou um pedido ao Ministério da Defesa solicitando ajuda para lidar com a falta de policiamento e insegurança no estado.
A chegada do Exército foi recebida pela população com aplausos, causando uma sensação de euforia e alívio com um sinal de retomada da ordem.
No entanto, alguns registros nas redes sociais ainda mostram momentos de desordem, provocados pela paralisação da PM no Espirito Santo.
Fonte - Sputnik  07/02/2017

O vídeo abaixo mostra o momento em que um grupo realiza um arrastão e faz saque em loja de eletrodomésticos

            

terça-feira, 22 de julho de 2014

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Tocar fogo em SP: A onda "reacionária" em 2014

Politica

Haddad lidera reformas indispensáveis para tirar a cidade do caos. A velocidade dos ônibus já deu um salto de 45%. Mas o dinheiro grosso barra novos avanços.




A velocidade dos ônibus em São Paulo registou um salto de 45% em 2013 (de 14,2 kms/h para 20,6 kms /h).

Saul Leblon - CM
Três milhões de pessoas ganharam 38 minutos por dia fora das latas de sardinha, que agora pelo menos andam.
Embora a maioria ainda desperdice mais de duas horas diárias em deslocamentos pela cidade, é quase uma revolução quando se verifica a curva antecedente.
Ninguém pagou mais por isso: as tarifas estão congeladas desde junho sob a pressão de protestos legítimos liderados pelo Movimento Passe Livre.
Financiar a tarifa e modernizar o sistema com 150 kms de corredores exclusivos (as faixas já passam de 290 kms) , seria a tarefa do aumento progressivo do IPTU previsto pelo prefeito Fernando Haddad.
A coerência entre os meios e os fins é irretocável.
1/3 dos moradores mais pobres de SP não pagariam nada de IPTU em 2014; os demais, em média, contribuiriam com um adicional de R$ 15,00 ao mês. Os boletos dos mais ricos, naturalmente, transitariam acima da média.
O matrimônio de interesses expresso na aliança entre Fiesp, PSDB e a toga colérica implodiu esse reajuste.
Como Nero, eles querem ver São Paulo pegar fogo para culpar os adversários (os cristãos, no caso do imperador).
Em meio às labaredas emergiria o palanque conservador como a escada Magirus que os reconduziria com segurança ao Bandeirantes e, quem sabe, ao Planalto.
O dinheiro grosso fornece a gasolina; o tucanato fino de Higienópolis entra com o maçarico.
‘Bum!’, diz a mídia obsequiosa que estampa a foto de Haddad com a legenda: o culpado é o oxigênio.
Depois de subtrair R$ 40 bi por ano do sistema público de saúde, ao extinguir a CPMF, eles não hesitam agora em usar o sofrimento da população como recheio do seu pastel de vento eleitoral.
É o de sempre, ataca Haddad: a coalizão da casa-grande contra a senzala.
Eles retrucam estalando o chicote da mídia.
A rede de ônibus da capital (linha e fretados) transporta 68% das população e ocupa somente 8% das vias urbanas.
A frota de automóveis transporta 28% e ocupa cerca de 80% do espaço das vias.
A informação é da urbanista Raquel Rolnik, em artigo reproduzido no Viomundo.
A rigor, portanto, a mobilidade melhorou para a maioria dos habitantes da cidade, com uma redistribuição pontual do uso do espaço viário.
Mas a emissão conservadora atiça o fim de ano da classe média com bordão do caos no trânsito –por culpa do privilégio concedido aos ônibus.
Na edição de sábado (21/12), o jornal Folha de SP estampa a manchete capciosa em seis colunas, no caderno Cotidiano: ‘Trânsito piora, e ônibus anda mais rápido’.
No manual de redação dos Frias , trânsito é sinônimo de transporte individual.
Há um traço comum entre esse entendimento do que seja interesse coletivo e individual e o belicismo conservador contra o programa ‘Mais Médicos’.
O programa subverteu a lógica protelatória e alocou médicos estrangeiros, cubanos em sua maioria, ali onde os profissionais locais não querem trabalhar: periferias conflagradas e socavões distantes.
Produz-se assim uma mudança instantânea na vida de 23 milhões de brasileiros até então desassistidos.
Quantos não morreriam à espera do longo amanhecer incremental preconizado pelo conservadorismo?
A dimensão estrutural desse antagonismo perpassa a luta pelo desenvolvimento brasileiro desde Getúlio.
Reformas de base ou a delegação do futuro da economia e do destino da sociedade aos mercados?
Em 1964 o pelourinho midiático, a Fiesp e o tucanismo, na versão udenista, resolveram a pendência da forma sabida.
Meio século depois, São Paulo reproduz em ponto pequeno a mesma confluência de interesses que se reivindica o direito consuetudinário de tocar fogo no canavial e estalar o açoite para fazer a moenda girar.
Primeiro, a garapa; resto a gente conversa depois.
Com a tigrada guardada nas senzalas.
Ou imobilizada em ônibus-jaula.
A gestão Haddad precisa modular o timming de suas ações para discuti-las antes com a população.
Tem agora um inédito conselho de participação popular para isso.
Mas é indiscutível que o prefeito lidera hoje um conjunto de reformas imperativas, as reformas de base da São Paulo do século XXI.
Sem elas a cidade afundará no destino que lhe reservou a elite brasileira branca e plutocrática: ser um exemplo de viabilidade de uma das mais iníquas versões do capitalismo no planeta.
Esse é o embate dos dias que correm na metrópole.
Diante dele, o silêncio de quem liderou os protestos de junho chega a ser desconcertante.
Mas não é inédito.
Há inúmeros antecedentes gravados na história com os predicados de cada época .
E nenhum deles é inocência.
Fonte - Carta Maior 22/12/2013

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

AS CHUVAS EM SALVADOR




Comentário Pregopontocom
Rios e córregos urbanos tampados e aprisionados (chamam isso de obras de drenagens) o solo ostensivamente impermeabilizado,a falta de infraestrutura adequada para escoamento de águas pluviais,a eliminação das bacias pluviais,a falta de planejamento urbano,a ocupação desordenada do solo,o inchaço imobiliário dos bairros,uma cidade que vai se expandindo desordenadamente,a falta de competência,de planejamento,a especulação imobiliária desenfreada,e a extinção de áreas verdes com os constantes desmatamentos.....ai a natureza da o troco.


quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Estação Aquidabã é a porteira do caos

Cidade

Carlos Vianna Junior
Tribuna da Bahia

Não pode ficar pior. Banheiros quebrados sendo utilizados como depósito de lixo. Ao seu redor, e até sobre suas lajes, dependentes de crack fazem uso da droga e aliviam suas necessidades fisiológicas, mesmo à luz do dia. Boxes desativados, que já foram ocupados por restaurante, casa lotérica, lanchonetes e até agência dos Correios, têm vidros quebrados, paredes imundas e pichadas. No chão, muitos buracos e o branco das pedras portuguesas foi ocultado por uma camada escura de sujeira. Para piorar a situação, segundo permissionários que ainda mantêm seus negócios no local, a limpeza que era feita com carros-pipa não ocorre há pelo menos 15 dias. Para eles, a Estação Aquidabã chegou ao fim da linha.
Para concordar com eles não precisa nem mesmo adentrar a área da estação. De longe, e até passando de carro, se sente o mau cheiro. A paisagem, mesmo à distância, chama a atenção pela sujeira e abandono. Até as palmeiras que enfeitavam o ambiente expressam o estado de conservação: duas delas estão mortas. Os permissionários dizem que a situação piorou muito com a chegada dos usuários de crack, expulsos da Rua do Gravata, ligação da Baixa dos Sapateiros com a Av. Joana Angélica, onde o policiamento foi reforçado.
Segundo José Gonçalves da Silva, proprietário há mais de 20 anos da Tropical Lanches, os “sacizeiros”, como são conhecidos os usuários de crack, são o retrato da decadência do local. “Lembro-me de um tempo em que o Aquidabã era frequentado por senhores aposentados bem trajados, por trabalhadores e estudantes. Agora as pessoas têm medo e até nojo de frequentar a estação”, conta.
Não são só as pessoas que se recusam a entrar na estação, os ônibus também. O transbordo é realizado na parte externa, na Avenida Castelo Branco. A área da estação, único espaço público da região capaz de oferecer um ambiente de convívio e relaxamento para trabalhadores, estudantes e moradores, segue oferecendo algum serviço graças à insistência dos permissionários.
Proprietários de lanchonetes, uma farmácia e uma banca de revista, apesar de pagarem cerca de R$ 50 por metro quadrado de aluguel, sem contar o condomínio, que beira os R$ 50, assistem impotentes os seus empreendimentos minguarem com o passar do tempo.
Valdomiro Santos da Silva, há 20 anos à frente da lanchonete Lanche Pronto, conta que seu rendimento caiu cerca de 95% nos últimos anos. Ele diz que nos bons tempos, a lanchonete, chegou a ter dois funcionários. “Agora trabalho sozinho e mesmo assim estou com o aluguel atrasado”. O horário de funcionamento da lanchonete também reflete a progressiva decadência do local. “Durante um tempo funcionávamos 24 horas, depois passamos a fechar às 21 horas e atualmente não passo das 16 horas”, conta.
A hora que Valdomiro fecha seu estabelecimento é o momento do dia em que os “habitantes da estação”, os mendigos e “sacizeiros”, começam a chegar e transformá-la em uma verdadeira “estação de zumbis” que circulam sem destino. O proprietário da Farmácia Belém, Hostílio Filho, sustenta as portas de seu estabelecimento abertas por mais uma hora, três horas a menos que o horário que usualmente fechava. Ele conta que a perseverança dele e dos outros permissionários está chegando ao fim. “Todos nós pensamos em desistir, mas por se tratar de uma área tão central, estamos sempre pensando que os governantes farão alguma coisa”, salienta.
Copa traz esperança de recuperação
Os operários trabalhando e a placa do Governo do Estado informando sobre as obras de revitalização da Baixa dos Sapateiros, colocada na esquina da Estação Aquidabã, parecem ironizar a situação dos permissionários. Não, a obra não alcança a estação. O fato de estar a cerca de um quilômetro de um dos palcos do maior evento futebolístico do mundo, a Arena Fonte Nova, também alimentou a esperança dos permissionários. Também em vão. Não há nenhum projeto relacionado à Copa do Mundo de 2014 que inclua a decadente estação.
A informação foi dada pelo diretor de transporte da Transalvador, Eládio Gomes. Ele, no entanto, afirma que existem planos de recuperação da estação, mas não devem ser postos em prática em curto prazo. Ele reconhece a urgência de uma reforma no local e se compromete em realizá-la o quanto antes, mas admite que nos próximos meses, tanto a superintendência quanto a Secretaria Municipal de Transportes estarão focadas na transferência da gestão de algumas estações de transbordo do âmbito municipal para o estadual.
Segundo ele, esse processo, que terminará no dia 11 de novembro, é um dos motivos que impedem a imediata solução dos problemas da Estação Aquidabã. Naquela data, quatro estações passarão para o estado: Mussurunga, Pirajá, Iguatemi e Rodoviária. “Depois desse processo, começaremos a reformar aquelas que continuam com a Prefeitura, incluindo Aquidabã”, afirma.
Problema Social
O gerente de Equipamentos Urbanos da Transalvador, Maurício Lima, explica que a manutenção da estação tem sido dificultada pela presença dos usuários de crack. “Temos uma parceria com a Guarda Municipal, que além de fazer o trabalho de segurança da praça, nos apoiava na realização dos serviços de limpeza, mas a situação não é mais controlável através da Guarda Municipal, se transformou em um problema da Polícia Militar”.
De acordo com Lima, a Transalvador estava preparada para consertar os banheiros da estação, sem condição de uso há mais de um ano, segundo permissionários, mas com o problema dos usuários de crack, a obra se tornou inviável, até o momento. Eládio Gomes acrescenta que para pensar o projeto de requalificação será necessário trabalhar em conjunto com outras secretarias envolvidas com questões sociais e de saúde. Segundo o diretor de transporte, o orçamento para a requalificação já está praticamente garantido, mas ele não apresenta prazo para o início das obras.
Fonte  - Tribuna da Bahia  30/10/2013

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Terminais lotados refletem crise do sistema de ônibus - Salvador

Luana Almeida
foto - A Tarde
A partir da meia-noite de terça-feira, 18, os rodoviários de Salvador prometem paralisar as atividades por tempo indeterminado. A categoria reivindica aumento salarial de 15%, auxílio-alimentação de R$ 15 por dia e nas férias, assistência médica e odontológica para titulares e dependentes. Além disso, motoristas e cobradores reivindicam a redução da jornada, de 7h para 6h, sem decréscimo do salário. Em contrapartida, empresários ofereceram reajuste de 5,84%, o que não foi aceito pelos trabalhadores.
Em meio ao desentendimento entre rodoviários e empresários, o usuário sofre com a má qualidade do serviço. Filas extensas nas estações, veículos precários e longa espera nos pontos de ônibus revelam um cenário de crise no sistema de transporte público da capital baiana.
Tal situação é atestada diariamente pelos usuários do sistema, que conta com uma frota de ônibus formada por 2.819 veículos, para atender a uma demanda de 1,2 milhão de passageiros por dia.
No terminal - O relógio marca 6h e o movimento na Estação Pirajá já é intenso. Nas paradas, filas extensas, que mais parecem não ter fim. No rosto dos passageiros, revolta. Nos ônibus, pessoas lutam para garantir um mínimo espaço.
No local onde 130 mil pessoas circulam por dia, a batalha pode começar horas antes da chegada ao trabalho. A operadora de telemarketing Georgina Arouca, 32, que mora em Cajazeiras XI, só inicia sua rotina de trabalho às 9h. No entanto, precisa chegar ao ponto de ônibus por volta das 5h, para evitar atrasos na empresa onde trabalha, no bairro do Comércio.
Esse é só o início da via crucis de Georgina, que precisa pegar dois ônibus, na maioria das vezes lotados. Na volta para casa, o transtorno se repete, dessa vez com um agravante: o perigo das ruas à noite. O saldo, no final do dia, é sempre o mesmo: cansaço, preocupação e menos R$ 11,20 no orçamento.
"Costumo dizer que passo mais tempo à espera do ônibus e no trânsito que no trabalho. Pagamos tão caro, é muito humilhante", disse.
O sentimento de revolta é compartilhado pelo aposentado Edvaldo da Conceição, 50, deficiente físico. Sempre que precisa ir ao médico, no Centro, depara-se com um obstáculo: subir os quase 300 degraus que dão acesso à Estação da Lapa, onde cerca de 460 mil passageiros transitam diariamente.
Com muita dificuldade, Edvaldo se equilibra em duas muletas. Em uma certa altura da escada, onde a água da chuva e o lixo se acumulam, chega a se desequilibrar. "Se eu pudesse, jamais usaria essa estação. Ela não é adequada para ninguém", disse.
Cansada de passar tantas horas nos congestionamentos, enfrentar ônibus sempre lotados e pagar caro pela passagem, a auxiliar de saúde Jucília Bispo dos Santos, 52, optou por percorrer, a pé, cerca de 7,5 km, do São Gonçalo, onde mora, até a Barroquinha, onde trabalha.
Embora assuma ser um trajeto cansativo, a auxiliar de saúde diz que não se arrepende da decisão. "Caminhando, enfrento dificuldades, como passeios quebrados, iluminação precária e falta de segurança. Ainda assim, está sendo mais prazeroso fazer esse trajeto andando", disse.
Fonte -  A Tarde 16/06/2013

quinta-feira, 16 de maio de 2013

SALVADOR HOJE - DE OLHO NO CAOS

Da Redação
Salvador em estado "grave e estado de greve" a cada dia que passa vai se tornando mais e mais uma cidade sem rumo,ou melhor rumo ao caos absoluto.Hoje por volta das 6:00 hs os engarrafamentos já eram visíveis em varias áreas da cidade principalmente na já castigada Av.Paralela..Por volta das 9;00 hs a Av. Bonoco, a entrada da cidade pelo acesso Norte ( Iguatemi/Bonoco ) já se estendia ao longo da Br 324.A Av. Luis Eduardo em toda a sua extensão sentido Paralela e essa ultima engarrafada nos dois sentidos, a orla sentido Itapuã/Pituba pelo mesmo jeito.E de nada adianta as luzes do canteiro central da Av. Bonoco ainda estarem acessas as 9:00 hs da manhã esperdiçando energia e consequentemente aumentando o custo da TIP (taxa de iluminação pública) paga por todos nos,pois nem assim a administração do município  parece conseguir enxergar alguma coisa a sua volta. - Buracos,sujeira,greves de servidores municipais,greve dos "rodoviários", transito caótico,transporte ruim,desorganização,uma cidade maltratada e a população refém da inercia e da incompetência...assim é hoje Salvador...a capital do CAOS.......
Acesso norte - parado
Acesso Norte /L.Eduardo - parado


Luis Eduardo - parado
L.Eduardo/Paralela - parado


Paralela - parado
L.Eduardo/Paralela - parado


Paralela - parado
Av. Bonoco - canteiro central luzes acesas (9:00 hs) em quase toda extensão -Engarrafamento parado
Pregopontocom - atualizado em 16/05 as 18:35 hs

quarta-feira, 13 de março de 2013

O METRÔ DE SALVADOR - Um trem parado a 12 anos na estação do DESCASO

Metrô de Salvador

O PREJUÍZO PARA A CIDADE E A SUA POPULAÇÃO

Da Redação
A MAIS DE UM ANO A LICITAÇÃO DO SISTEMA METROVIÁRIO DE SALVADOR DEPENDE ÚNICA E EXCLUSIVAMENTE DA "BOA VONTADE" DA PREFEITURA EM DESTRAVAR A TRANSFERÊNCIA DO ATUAL METRÔ DE 6 KM JUNTAMENTE COM A CTS ( CIA DE TRENS DE SALVADOR) RESPONSÁVEL PELA ADMINISTRAÇÃO DO ATUAL METRÔ PARADO,INCOMPLETO E PELO DEGRADADO SISTEMA DE TRENS DO SUBÚRBIO.ESSE PERRENGUE VEM DESDE A "ADMINISTRAÇÃO" MUNICIPAL (se é que assim podemos chama-la) PASSADA E AGORA SE ESTENDE PELA ATUAL . ENQUANTO ISSO OS PROBLEMAS DE TRÂNSITO E TRANSPORTE EM SALVADOR SE AGRAVAM DE MANEIRA ACELERADA SEM QUE SOLUÇÕES SÉRIAS,EFETIVAS E BEM PLANEJADAS SEJAM SEQUER PENSADAS OU MESMO ESTUDADAS PELAS AUTORIDADES "RESPONSÁVEIS"POR ESSAS QUESTÕES.ENQUANTO ISSO A POPULAÇÃO QUE DEPENDE DE UM TRANSPORTE PÚBLICO HORROROSO,DEFICIENTE,ARCAICO,LENTO E DE PÉSSIMA QUALIDADE PARA OS SEUS DESLOCAMENTOS PELA CIDADE E "RMS" SOFRE VITIMA DA FALTA DE BOM SENSO, VISÃO E COMPROMISSO,DAQUELES QUE FORAM ESCOLHIDOS PARA CUIDAR DA NOSSA CIDADE E DA SUA POPULAÇÃO.É INADMISSÍVEL QUE UM TRABALHADOR CHEGUE A GASTAR 2:30 HS EM SEUS DESLOCAMENTOS DA CASA PRO TRABALHO E VICE VERSA PERFAZENDO UM TOTAL DE 5:00 HS (EQUIVALENTE A 2/3 DO TEMPO TRABALHADO), VÍTIMA DE UM TRANSPORTE PÚBLICO SEM CONFORTO, SEM SEGURANÇA,CARO,OBSOLETO E DOS ENGARRAFAMENTOS CONSTANTES CAUSADOS PELO EXCESSO DE VEÍCULOS EM CIRCULAÇÃO EM UMA CIDADE QUE CONVIVE COM A REGÊNCIA DE LEIS MUTANTES (LOUS,PDDU,etc de acordo com a conveniência dos seus administradores) E DA ABSURDA FALTA DE PLANEJAMENTO URBANO AO LONGO DE DÉCADAS. NÃO HÁ MAIS TEMPO PARA ESPERAS,PARA DEMORAS OU MESMOS NOVAS PROMESSAS,PACIÊNCIA TEM LIMITES,OU A POPULAÇÃO DE SALVADOR TOMA CONSCIÊNCIA JÁ,IMEDIATAMENTE,DA GRAVIDADE DA ATUAL SITUAÇÃO QUE SE ENCONTRA A NOSSA CIDADE NA QUESTÃO DA MOBILIDADE URBANA (e em muitas outras questões) E COBRA DE MANEIRA ENÉRGICA, FAZENDO VALER O SEU DIREITO COM CIDADÃO EXIGINDO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA A SOLUÇÃO IMEDIATA DESSA PENDÊNCIA OU EM BREVE AMARGARÃO TODOS,...O PESO E A CULPA PELA OMISSÃO.
Pregopontocom 13/03/13



FAÇA VOCÊ TAMBÉM A SUA PARTE ENTRE NESSA CAMPANHA,AJUDE A MELHORAR A NOSSA CIDADE "VAMOS SALVAR SALVADOR" "VAMOS SALVAR O NOSSO METRÔ"

sábado, 22 de dezembro de 2012

Atitudes Positivas: Mais civilidade no trânsito, em 2013


Lucas Cunha
A Tarde
Joa Souza | Agência A TARDE
Vivemos o caos no trânsito de Salvador. O tema pautou uma importante parte dos debates na recente eleição para prefeito e é uma das mais constantes queixas quando se fala sobre os principais problemas da cidade. Óbvio que em Salvador, o transporte de massa e as opções alternativas como ciclovias ainda estão longe, muito longe, de oferecer boas opções para que a população deixe de usar seus carros, a fim de desafogar as ruas e avenidas. Mas, fica a pergunta: será que estas mesmas pessoas que reclamam da situação do trânsito na capital baiana param para refletir qual a parte que lhes cabe para, ao menos, tentar amenizar estes problemas?
"Quando o caos está instalado, a tendência é que as pessoas imitem este caos em suas ações", comenta a especialista em trânsito Cristina Aragon, ex-superintendente da SET (atual Transalvador).
Segundo Cristina, numa situação de completo descaso, como no trânsito de Salvador, as pessoas acabam repetindo os padrões errados adotados por outros motoristas e não se sentem constrangidas em contrariar aquela ordem. Ela dá como exemplo os pais que engarrafam as aéreas próximas aos colégios quando vão deixar seus filhos.
"Veja que exemplo nós damos para as crianças que estão em formação. Os pais querem parar na porta da escola, não se dão ao trabalho nem de parar uns 30, 50 metros antes. Isso porque chegam em cima da hora ou tem preguiça mesmo. Todo mundo faz porque não tem quem diga a ela que não faça".
Para Cristina, Salvador vive um momento de "total desobediência do trânsito", em especial após o desligamento dos pontos de fiscalização eletrônica. "Não tenho dados atuais, mas tínhamos uma pesquisa que indica que a cada mudança de sinal havia uma infração. Hoje, minha impressão é que esse número é maior. A maioria dos acidentes no trânsito acontece por infrações: uma invasão de sinal ou alguém que dirigiu bêbado".
Planejamento - Segundo Rodrigo Ramalho, baiano autor do livro "Educação Emocional no Trânsito" e que mantém um site sobre o assunto, o atual estágio do trânsito em Salvador requer que as pessoas façam um planejamento dos seus itinerários.
"As pessoas sempre pensam nas tarefas a fazer, mas não incluem o trânsito nesse planejamento. Aí vêm as frustrações. Você precisar planejar, se preparar psicologicamente para as condições que vai encontrar no caminho. Assim, você vai reagir melhor, o nosso cérebro fica mais ativado para contratempos".
Para Rodrigo, um primeiro passo é anotar o seu itinerário durante o dia, como se fosse uma lista de supermercado ou de compras, planejando os melhores horários e rotas.
"O ideal é fazer isso no dia anterior, para ter uma noção de tempo melhor. Com um roteiro em mãos, você sai de casa mais forte emocionalmente, não fica vulnerável a se estressar na primeira fechada que levar. O trânsito precisa ser levado mais a sério, ele pode estragar o seu dia, ser um fator de infelicidade, interferir na sua qualidade de vida. Quem vai se sentir bem passando quatro horas no trânsito?".
Mudança de hábito - A relação com o trânsito nas grandes cidades já vem influenciando algumas pessoas até mesmo a escolherem o seu trabalho em lugares de mais fácil acesso, visando exatamente uma melhor qualidade de vida.
Cristina ainda comenta sobre a recente polêmica em torno da cobrança ou não de estacionamento em shoppings. A especialista vê com bons olhos a cobrança, pois o tema já fez com que algumas pessoas refletissem sobre sua relação com o trânsito.
"Vi pessoas falando que não iam mais de carro ao shopping se houver cobrança ou ainda que vão preferir o comércio de rua. Que bom então! Sou plenamente favorável. As lojas podem fazer promoções onde quem comprar acima de determinado valor não pague estacionamento. Acho que Salvador ainda tem uma relação muito provinciana, hábitos como querer almoçar em casa meio-dia, por exemplo. As pessoas estão tendo que aprender a ter outra relação com o trânsito na marra. Se não é por amor, é pela dor. Mas precisam aprender a fazer escolhas inteligentes".
Fonte - A Tarde 21/12/2012