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terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Arrastões, saques e tiroteios: Caos toma conta de Vitória

Calamidade pública  👀

A crise começou com a reivindicação de aumento dos salários dos policiais militares, mas como a categoria é impedida de fazer greve, os familiares dos oficiais foram para frente dos batalhões e impediram a saída das viaturas policiais.

Sputnik
imagem - YouTube
Greve da PM no Espirito Santo gera onda de violência com saques, arrastões, tiroteios, desde sábado (4). Ao menos 68 mortes já ocorreram na Grande Vitória.
A crise começou com a reivindicação de aumento dos salários dos policiais militares, mas como a categoria é impedida de fazer greve, os familiares dos oficiais foram para frente dos batalhões e impediram a saída das viaturas policiais.
A calamidade na Grande Vitória causou inúmeros assaltos, tiroteios e mortes. O registro a seguir é uma compilação de vídeos caseiros que flagram o caos que se instaurou no Espirito Santo.
Na segunda-feira (6), o governo estadual enviou um pedido ao Ministério da Defesa solicitando ajuda para lidar com a falta de policiamento e insegurança no estado.
A chegada do Exército foi recebida pela população com aplausos, causando uma sensação de euforia e alívio com um sinal de retomada da ordem.
No entanto, alguns registros nas redes sociais ainda mostram momentos de desordem, provocados pela paralisação da PM no Espirito Santo.
Fonte - Sputnik  07/02/2017

O vídeo abaixo mostra o momento em que um grupo realiza um arrastão e faz saque em loja de eletrodomésticos

            

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Com PM em greve, comércio do Recife sofre com onda de saques

Segurança

Segundo o diretor-secretário da Associação Comercial de Pernambuco, Adalberto Arruda Silva, já foram confirmados saques a farmácias, supermercados, lojas de eletroeletrônicos e de calçados. Os saques ocorreram principalmente em Abreu e Lima, onde ônibus foram depredados e a prefeitura decretou ponto facultativo.

Alex Rodrigues 
Repórter Agência Brasil 
foto - ultimosegundo
Vários estabelecimentos comerciais da região metropolitana do Recife foram saqueados desde a noite de terça-feira (13), quando policiais militares e bombeiros de Pernambuco deflagaram uma greve por tempo indeterminado. Só em Abreu e Lima, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu 20 pessoas que participaram dos saques ontem à noite. A Polícia Civil já solicitou imagens de câmeras de segurança para tentar identificar outros suspeitos.
Segundo o diretor-secretário da Associação Comercial de Pernambuco, Adalberto Arruda Silva, já foram confirmados saques a farmácias, supermercados, lojas de eletroeletrônicos e de calçados. Os saques ocorreram principalmente em Abreu e Lima, onde ônibus foram depredados e a prefeitura decretou ponto facultativo.
“Temos ciência das notícias de saques e de ações violentas, mas ainda não podemos falar em números. Até porque, há muitos boatos. Foi tudo muito repentino e surpreendente. Não esperávamos ações tão agressivas”, afirmou o diretor à Agência Brasil. Segundo ele, a associação convocou uma reunião para as 16h de hoje e só então divulgará um pronunciamento oficial.
“Pessoalmente, posso afirmar que todo o comércio espera que essa greve seja suspensa imediatamente. A greve, como último recurso, tem que ser comedida. Sobretudo quando se trata de uma paralisação de policiais”, acrescentou Silva.
Na capital, parte dos lojistas do Shopping Recife fecharam as portas após um princípio de tumulto cuja origem ainda está sendo verificada. Segundo funcionários de lojas ouvidos pela Agência Brasil, não houve furtos ou saques, só um mal-entendido, e parte das lojas reabriu. No entanto, mais tarde, como medida preventiva, a administração do shopping decidiu encerrar o expediente. Nas redes sociais, internautas que disseram ter presenciado a correria garantem que se tratou de um arrastão e que houve grande confusão. Já em Jaboatão, temendo boatos, alguns lojistas do Shopping Guararapes interromperam o expediente, mesmo a administração do tendo reforçado a segurança. De acordo com a assessoria do shopping, o movimento de consumidores é bem menor que o habitual.
A pedido do governador João Lyra Neto, o Ministério da Justiça autorizou o envio de homens da Força Nacional de Segurança Pública para Pernambuco. A força está autorizada a permanecer no estado pelo período necessário, até o encerramento da greve, e irá atuar em ações de segurança e ordem pública. O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, viaja para o estado esta tarde. Além disso, para tentar minimizar o clima de insegurança, o governo estadual determinou que o reforço da Polícia Civil. O número de policiais civis envolvidos na ação não foi divulgado.
Entre 18 reivindicações, os policiais militares e bombeiros pedem melhores condições de trabalho; reajuste salarial de 50% para soldados e de 30% para oficiais retroativo a janeiro deste ano; aprovação de um novo plano de cargos e carreira; fim da pena de prisão prevista no Código Disciplinar; exigência de curso superior para admissão de novos militares; pagamento de uma gratificação para quem fizer cursos de especialização, além do aumento do valor do tíquete-refeição.
Fonte - Agência Brasil  15/05/2014

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Lewandowski rejeita pedido de liberdade de líder da greve da PM baiana

Greve da PM

Na decisão, o ministro também afirma que a jurisprudência do STF é clara no sentido de proibir greve de policiais. “Se a jurisprudência deste tribunal caminha para não admitir o direito de greve aos policiais civis – para os quais não há vedação expressa na Constituição –, não poderia permitir, em razão de proibição expressa, a greve de policiais militares armados....

André Richter 
Repórter da Agência Brasil 
foto - ilustração
O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou pedido para libertar o líder do movimento grevista da Polícia Militar (PM) da Bahia, Marco Prisco. O ministro entendeu que o pedido de prisão foi fundamentado e deve ser mantida. Ele foi preso em Salvador, na sexta-feira (18), mas foi transferido para a Penitenciária da Papuda, no Distrito Federal, porque a ordem judicial determina que ele deve ficar recolhido em instituição prisional federal. Prisco é presidente da Associação de Policiais e Bombeiros e seus Familiares do Estado da Bahia (Aspra) e vereador pelo PSDB em Salvador.
Na decisão, o ministro também afirma que a jurisprudência do STF é clara no sentido de proibir greve de policiais. “Se a jurisprudência deste tribunal caminha para não admitir o direito de greve aos policiais civis – para os quais não há vedação expressa na Constituição –, não poderia permitir, em razão de proibição expressa, a greve de policiais militares armados – com invasão e ocupação de quartéis e de prédios públicos, depredação e incêndio de veículos, interdição de rodovias, entre outros atos de terror e vandalismo”, disse Lewandowski.
Prisco liderou um movimento grevista dos policiais militares da Bahia, que foi encerrado na última quinta-feira (17). A prisão dele, no entanto, foi motivada por outra greve, também encabeçada pelo vereador, em 2012. No ano passado, o Ministério Público Federal na Bahia (MPF/BA) denunciou Prisco e mais seis pessoas por crimes praticados contra a segurança nacional durante essa paralisação.
Policiais militares na Bahia chegaram a considerar um aquartelamento, em repúdio à prisão de Prisco. O comando da Polícia Militar da Bahia e a própria Aspra, no entanto, recomendaram que os policiais trabalhassem normalmente.
Fonte - Agência  Brasil   23/04/2014

sábado, 19 de abril de 2014

MPF diz que líder da greve (rebelião) da PM baiana "aposta na política do terror"

Greve da PM

Segundo o MPF/BA, Prisco liderou três greves consideradas ilegais de PMs na Bahia com “consequências nefastas para os cidadãos baianos”. “Apenas entre os dias 16 e 18 deste mês de abril, período em que os policiais militares interromperam suas atividades, mais de 100 pessoas foram assassinadas em Salvador, além de terem sido praticados saques, arrastões, roubos e a restrição ao direito de ir e vir dos cidadãos. 

Ana Cristina Campos 
Repórter da Agência Brasil 
foto - ilustração
O Ministério Público Federal na Bahia (MPF/BA) condenou, em nota divulgada hoje (19), a atuação do líder do movimento grevista da Polícia Militar (PM) da Bahia, Marco Prisco, preso ontem (18). “Mesmo denunciado pela prática de crimes contra a segurança nacional, [Prisco] continuou ostensivamente a instigar o uso da violência e da desordem e a liderar movimentos grevistas expressamente proibidos pela Constituição Federal, não só na Bahia, como em outras unidades da Federação, apostando na política do terror.”
Segundo o MPF/BA, Prisco liderou três greves consideradas ilegais de PMs na Bahia com “consequências nefastas para os cidadãos baianos”. “Apenas entre os dias 16 e 18 deste mês de abril, período em que os policiais militares interromperam suas atividades, mais de 100 pessoas foram assassinadas em Salvador, além de terem sido praticados saques, arrastões, roubos e a restrição ao direito de ir e vir dos cidadãos. Enfim, instalou-se entre a população baiana verdadeiro estado de pânico generalizado”, diz a nota.
Segundo o MPF/BA, Marco Prisco responde à ação penal por crimes previstos na Lei de Segurança Nacional, em processo que está em curso na 17ª Vara Federal da Seção Judiciária da Bahia. “Entre as hipóteses legais para a decretação da prisão preventiva estão a garantia da ordem pública e a necessidade de preservar a sociedade contra a possibilidade de que o réu continue a reincidir em práticas delitivas”, acrescentou o comunicado.
Prisco é presidente da Associação de Policiais e Bombeiros e seus Familiares do Estado da Bahia (Aspra) e vereador em Salvador. Ele foi preso na Bahia e, posteriormente, transferido para o Complexo da Papuda, no Distrito Federal.
O pedido de habeas corpus foi feito ao Tribunal Regional Federal (TRF) e os advogados aguardam a resposta até o fim do dia. “Não tem um porquê essa prisão. No pedido, alegamos a perda do objeto, que seria a garantia da ordem pública. O estado já está pacificado, os policiais estão trabalhando”, explicou um dos advogados de Prisco, Dinoermeson Tiago. Sobre a nota do MPF/BA, o advogado disse que o Ministério Público Federal está equivocado em suas afirmações.
A prisão de Prisco, no entanto, foi motivada por outra greve, também encabeçada pelo vereador, em 2012. No ano passado, o MPF/BA denunciou Prisco e mais seis pessoas por crimes praticados contra a segurança nacional durante essa paralisação.
A Secretaria da Segurança Pública (SSP) da Bahia informou, em nota, que não participou da operação de cumprimento do mandado de prisão de Prisco. “A decisão foi tomada pela Justiça Federal, no último dia 15 de abril, e se refere a diversos crimes praticados durante a greve realizada entre os dias 31 de janeiro e 10 de fevereiro de 2012. A SSP informa ainda que não foi solicitada a reclusão de Marco Prisco em presídios estaduais, devendo o mesmo cumprir a prisão em unidade federal, fora do estado baiano”, disse o comunicado.
Fonte - Agência Brasil  19/04/2014

sexta-feira, 18 de abril de 2014

População aos poucos volta às ruas de Salvador após o fim da greve na PM

Salvador

O movimento nas ruas ainda era pequeno, na quinta-feira (18/4) à tarde - No centro da cidade, várias lojas permaneceram fechadas devido à situação da greve e também por ser véspera de feriado da Sexta-Feira Santa, em que muitas empresas costumam liberar seus funcionários mais cedo.

Maíra Côrtes - TB
Foto: Francisco Galvão
Algumas horas após o anúncio do fim da greve da polícia, ontem, por volta das 14h, as principais avenidas de Salvador voltaram a ficar movimentadas. Na Avenida Luís Viana Filho (Paralela), na altura do Imbuí, sentido aeroporto, o tradicional engarrafamento já começava a se formar. Mas a notícia ainda deixou algumas pessoas desconfiadas.
A comerciante Iolanda da Silva Andrade, que fechou o estabelecimento antes do horário na quarta-feira, disse que ainda se sentia numa cidade-fantasma. “A sensação ainda é de insegurança. Você anda pelas ruas e está tudo deserto, tudo fechado. Acredito que as coisas só vão se normalizar amanhã”.
No centro da cidade, várias lojas permaneceram fechadas devido à situação da greve e também por ser véspera de feriado da Sexta-Feira Santa, em que muitas empresas costumam liberar seus funcionários mais cedo. Foram poucas lojas que reabriram após o anúncio oficial do fim da greve. As poucas casas lotéricas que realizaram atendimento ao público tinham grandes filas.
O movimento tranquilo não intimidou vendedor ambulante Luís Gonzaga. Ele andou da Rua Carlos Gomes até a Sete Portas e disse que não sentiu medo. “Só em saber que a polícia vai voltar ao trabalho, já estou mais tranquilo. Na quarta-feira eu até evitei sair de casa, mas hoje, desde quando foi anunciado que a greve podia acabar eu peguei minhas mercadorias e sai para vender”, contou o trabalhador.
Durante coletiva de imprensa, realizada na tarde de ontem, no prédio da governadoria, no Centro Administrativo da Bahia (CAB), o governador Jaques Wagner disse que o reforço na segurança vai continuar até a situação se normalizar.
Em nota, a Marinha também se posicionou informando que cerca de mil militares foram mobilizados para reforçar as ações de Garantia de Lei e da Ordem (GLO), em Salvador. Sendo assim, os militares das Forças Armadas e da Força Nacional continuam autorizados a realizar patrulhas, vistorias e prisões em flagrantes.
Fonte - Tribuna da Bahia 18/04/2014

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Governo será duro contra movimentos de PMs, garante ministro

Bahia

"A Constituição, art. 39, cuida dos servidores públicos civis da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios. E, no art. 42, dos servidores militares estaduais.Aos militares dos Estados, no ponto que interessa, aplicam-se-lhes disposições do art. 142, § 3º, da Lei Maior, por força do disposto no § 1º do art. 42. Estabelece-se que “ao militar são proibidas a sindicalização e a greve” (art. 142, § 3º, IV).Ou seja, militar, seja das Forças Armadas, seja das Polícias Militares e dos Corpos de Bombeiros estaduais, das forças auxiliares e das reservas do Exército (C.F., art. 144, § 6º), não pode fazer greve. A proibição tem razão de ser...." ( CARLOS MÁRIO DA SILVA VELLOSO )

Biaggio Talento
A Tarde
Governo atuará quando houver tentativa
de violação dos direitos da população
Fernando Vivas/ A Tarde
O governo federal pretende jogar duro em relação eventuais a greves de policiais militares e bombeiros, dando todo o apoio logístico e operacional aos governadores que, eventualmente, enfrentem esse tipo de movimento. Foi o que garantiu nessa quinta-feira, 17, o ministro da Justiça José Eduardo Cardozo que esteve nessa tarde em Salvador para dar o apoio do Palácio do Planalto ao governador Jaques Wagner devido à paralisação dos PMs baianos.
"Na verdade, temos visto muita vezes situações de setores da segurança pública se colocarem acima dos limites constitucionais. O Supremo Tribunal Federal tem sido claro, tem reconhecido nas suas decisões a inconstitucionalidade de greve de policiais militares. Por essa razão, esse fato da Bahia motivou toda ação do Estado e fica como um exemplo democrático de reflexão da sociedade democrática brasileira, que tenho certeza não aceitará que interesses corporativos violem direitos constitucionais, inclusive o da segurança pública".
Disse que as pessoas podem ter "absoluta certeza que sempre que houver uma tentativa de violação dos direitos da população, nós atuaremos e em conjunto com todos os demais poderes do Estado". Sugeriu que governadores e prefeitos dialoguem mais com os funcionários públicos para "a construção de políticas comuns" e "assegurar o direito de servidores se manifestar, agora, jamais se pode aceitar que o interesse público seja atingido, que o direito de segurança pública, garantido no artigo 5° e 6° da nossa Lei Maior seja violentados por aquelas pessoas que tem o dever de cumprir a Constituição".
Fonte - A Tarde  17/04/2014

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Ônibus param mais cedo; soteropolitano sofre nos pontos

Salvador

Soteropolitano precisou de paciência para voltar para casa - Segundo informou o diretor de comunicação do Sindicato, Daniel Mota, os motoristas e cobradores estão com medo da falta de segurança na cidade e, por conta disso, foram orientados a levar os veículos para as garagens das empresas mais cedo....

A Tarde
Da Redação
Margarida Neide | Ag. A TARDE
Os ônibus de Salvador pararam de circular desde às 18h desta quarta-feira, 16, por causa da greve da Polícia Militar. O Sindicato dos Rodoviários da Bahia informou que sistema volta a operar nesta quinta-feira, 17, às 6h. Caso a greve da PM persista por mais um dia, os veículos deverão voltar a ser recolhidos às 18h.
Durante a tarde, os pontos ficaram lotados e o soteropolitano precisou de muita paciência para voltar para casa.
Segundo informou o diretor de comunicação do Sindicato, Daniel Mota, os motoristas e cobradores estão com medo da falta de segurança na cidade e, por conta disso, foram orientados a levar os veículos para as garagens das empresas mais cedo, assim como aconteceu na terça.
"Mesmo sabendo que homens do exército estão nas ruas, estamos nos sentindo inseguros", afirmou Mota ao Portal A TARDE.
Ainda segundo informações do Sindicato da categoria, vários ônibus foram alvos de arrastões e saques em vários pontos da capital, o que deixa os rodoviários ainda mais preocupados.
O diretor de comunicação Daniel Mota informou, também, que o Sindicato enviou um ofício para a Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA), para a Secretária de Urbanismo e Transporte (Semut) e para a Transalvador sugerindo locais onde a segurança deve ser reforçada.
"A proposta é garantir a segurança para que não seja comprometida a mobilidades urbana. Também sugerimos à prefeitura que coloque guardas municipais em locais que estão abandonados".
Na manhã desta terça, os soteropolitanos encontraram pontos cheios e poucos ônibus. De acordo com o sindicato, o problema foi fruto de uma falha no sistema de busca dos rodoviários em suas casas, que não funcionou corretamente nesta quarta.
Com poucos motoristas nas garagens, a frota ficou comprometida e prejudicou quem precisou do transporte público.

Feira
Na cidade de Feira de Santana (distante a 108 km de Salvador), a população ficou sem ônibus nesta quarta-feira, também por conta da greve dos militares.
Em meio a onda de arrastões e saques, os ônibus permaneceram nas garagens, prejudicando quem precisou sair de casa.
Lojas e supermercados ficaram fechados. Também não teve aulas em escolas e universidades publicas e particulares.

Conquista
Em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, os coletivos também pararam mais cedo. As duas empresas do transporte que operam na cidade, distante 512 km de Salvador, começaram a recolher os veículos desde às 17h. Segundo o Sindicato dos Rodoviários, às 19 horas todos os veículos já haviam sido levados para as garagens.
Fonte - A Tarde  16/04/2014

Justiça decreta ilegalidade da greve da PM na Bahia

Bahia

Categoria não aceitou proposta do governo e levantou braço pela greve - A liminar atende o pedido formulado pelo procurador-geral de Justiça Márcio José Cordeiro Fahel, do Ministério Público do Estado (MP).

A Tarde
Da Redação
Margarida Neide | Ag. A TARDE
A justiça decretou a ilegalidade da greve da PM nesta quarta-feira, 16. De acordo com a liminar do desembargador plantonista Roberto Maynard Frank, todo o efetivo deve voltar imediatamente às atividades para garantir a segurança na Bahia.
O desembargador também determina que o governador Jaques Wagner realize, de imediato, um plano de contingenciamento da segurança pública do estado. A liminar atende o pedido formulado pelo procurador-geral de Justiça Márcio José Cordeiro Fahel, do Ministério Público do Estado (MP).
A ação cautelar ajuizada pelo procurador-geral também argumenta que o Supremo Tribunal Federal (STF) considera que os militares são proibidos de realizar greve.

Forças Armadas
A presidente Dilma Rousseff autorizou o envio da Força Nacional de Segurança e do Exército  para reforçar a segurança pública na Bahia. As tropas devem chegar às 17 horas, mas o efetivo da Polícia do Exército da 6ª Região Militar já está patrulhando as ruas da capital baiana.
A greve foi deflagrada nesta terça, 15, depois que a categoria não aceitou a proposta de reformulação da PM apresentada pelo governo estadual. Representantes da categoria apresentam uma contra-proposta nesta quarta.

Insegurança
Com os PMs em greve, cresce o clima de tensão na população. Diversas lojas foram arrombadas e saqueadas desde a noite desta terça. Para evitar prejuízo, alguns comerciantes decidiram fechar as portas e esvaziar os estabelecimentos.
O transporte urbano também está comprometido e os ônibus começaram a circular a partir das 5 horas, mas alguns rodoviários se recusaram a trabalhar com medo da insegurança.
Os servidores municipais também paralisaram as atividades durante a greve da PM. As escolas particulares e faculdades também suspenderam as aulas.
Fonte - A Tarde 16/04/2014

Com policiais em greve, Forças Armadas fazem segurança na Bahia

Bahia

O estado pediu ao governo federal autorização para o emprego das Forças Armadas na segurança pública - O governo da Bahia solicitou ao governo federal autorização para o emprego das Forças Armadas na segurança pública e o primeiro grupo, com 5 mil homens, chega ao estado ao longo do dia, de acordo com a Secretaria de Comunicação da Bahia.

Yara Aquino 
Repórter da Agência Brasil

As negociações entre governo da Bahia e militares foram retomadas hoje (16), depois que policiais militares e bombeiros do estado iniciaram greve, após assembleia na noite de ontem (15). Os policiais civis também iniciaram uma paralisação por 24 horas, às 8h de hoje. O governo da Bahia solicitou ao governo federal autorização para o emprego das Forças Armadas na segurança pública e o primeiro grupo, com 5 mil homens, chega ao estado ao longo do dia, de acordo com a Secretaria de Comunicação da Bahia.
Na assembleia de ontem, policiais militares e bombeiros rejeitaram os termos propostos pelo governo em temas como código de ética, plano de carreira e promoção na corporação. As entidades que representam os militares elaboraram uma contraproposta para ser discutida com o governo.
O vice-presidente da Associação de Policiais e Bombeiros e de seus Familiares do Estado da Bahia (Aspa), Fábio Brito, diz que houve frustração quanto a proposta de modernização da Polícia Militar que vinha sendo discutida desde o ano passado entre o governo e representantes da categoria.
“A contraproposta já foi criada pelas entidades e discutiremos hoje em reunião com o governo. Após essa reunião, vamos apresentar aos policias o que há de avanço. Se a classe aceitar, o movimento se encerra, se não aceitar, continuamos a paralisação”, disse o vice-presidente da Aspa.
O governo da Bahia informou que criará um grupo de trabalho específico para estudar o sistema remuneratório da PM. Em nota, diz que vem mantendo “diálogo aberto e franco com as associações representativas da Polícia Militar da Bahia” e se comprometeu a “rever os pontos apresentados na proposta de modernização da PM, como o código de ética, o plano de carreira dos praças e oficiais e as promoções na corporação, antes das propostas serem enviadas para a Assembleia Legislativa”.
O Sindicato dos Rodoviários da Bahia orientou os motoristas a recolher os ônibus na noite de ontem, por questão de segurança, e retomar as atividades às 5h da manhã de hoje. Caso a greve persista, a orientação do sindicado é que hoje os rodoviários parem de circular no fim da tarde.
Os policias civis da Bahia reivindicam reajuste salarial e um novo modelo de gestão para a segurança pública e decidiram pela paralisação de 24h em assembleia realizada na segunda-feira (14). Ao longo do dia de hoje será mantido 30% do efetivo trabalhando no atendimento para prisão em flagrante, levantamento cadavérico e crimes contra a criança e contra a vida, de acordo com o Sindicato dos Policiais Civis do Estado da Bahia (Sindpoc). A categoria marcou nova assembleia para o dia 23 e vai analisar a proposta de deflagar uma greve, caso as negociações com o governo não atendam o pleito dos policiais.
Fonte - Agência Brasil  16/04/2014

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Wagner falará em cadeia estadual de rádio e TV sobre greve da PM

Wagner falará em cadeia estadual de rádio e TV sobre greve da PM
Foto -Tiago Melo / Bahia Noticias
 O governador Jaques Wagner se pronunciará, nesta sexta-feira (3), às 20h, sobre a greve parcial da Polícia Militar, em cadeia estadual de rádio e TV. Em nota, a Secretaria de Comunicação (Secom) aponta que o chefe do Executivo baiano “reafirmará, com veemência, que o governo da Bahia está adotando todas as providências no sentido de assegurar o pleno Estado de Direito Democrático, a segurança e a tranquilidade da população”. De acordo com a Secom, Wagner coordenará, ao longo do dia, as ações que têm sido adotodas pela Secretaria de Segurança Pública para tentar encerrar o movimento grevista. A cúpula da SSP segue reunida para debater as estratégias para conter a mobilização dos PMs paralisados.
Depois de uma dia de pânico – com arrastões,comercio fechado e até mesmo uma morte registrada pela televisão - moradores de Salvador tentam retomar a rotina, apesar da paralisação de parte da Polícia Militar. Pessoas seguem para o trabalho no início da manhã desta sexta-feira (3). Segundo agentes da Transalvador, os ônibus circulam normalmente, ao contrário do que aconteceu na noite de quinta. Os policiais grevistas que invadiram a Assembleia Legislativa permanecem na Casa. O acesso ao pátio onde eles acampam é impedido por três viaturas. Na última terça, PMs da Associação dos Policiais, Bombeiros e seus Familiares do Estado da Bahia (Aspra) paralisaram suas atividades, o que foi considerado ilegal pela Justiça na quinta. Informações do A Tarde.  Fonte - Bahia Noticias 03/02/2012


VEJA AQUI O PRONUNCIAMENTO DO GOVERNADOR JW NA INTEGRA


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