UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA
UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM,EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA
Mostrando postagens com marcador descaso. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador descaso. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 5 de maio de 2020

Vaidade e piração: Brasil na pandemia

Ponto de Vista  🔎

No meio de uma crise mundial na área da saúde, criada pelo novo coronavírus (Covid-19), temos a instabilidade de um quadro político para gerir. Levará muito tempo para que o País reconquiste a confiança e a respeitabilidade do mundo.

Editorial Portogente
foto - ilustração
O Brasil se tornou o País mais crítico e instável para os negócios - inclusive para os pares nacionais. No meio de uma crise mundial na área da saúde, criada pelo novo coronavírus (Covid-19), temos a instabilidade de um quadro político para gerir. Levará muito tempo para que o País reconquiste a confiança e a respeitabilidade do mundo.
Ao invés de todos dos poderes republicanos - Legislativo, Judiciário e Executivo - estarem unidos e fazendo todos os esforços políticos para conter a propagação do vírus e para salvar sim a vida das pessoas, vemos um ringue montado. Sobrando socos para todos os lados.
Quem sofre com isso? Em primeiríssimo lugar, os brasileiros e brasileiras que estão morrendo aos milhares por causa do vírus. Depois, vemos a economia nacional sendo ferida gravemente porque aqui estamos preocupados com a eleição de 2022.
A vaidade e a piração de uns e outros não têm tamanho e vai, como um elefante numa loja de cristal, passando por cima do bom-senso, da dignidade, da coisa pública, da Constituição. Somos um navio a Deus dará, sem boas e sábias mãos no timão.
Numa terra sem lei, todos saem perdendo. Ninguém ganha.
Fonte - Portogente  05/05/2020

quinta-feira, 23 de abril de 2020

Agentes de saúde dos EUA denunciam descaso no combate à COVID-19 - 'Todas as regras são ignoradas'

Internacional/Saúde  😷

Sputnik conversou com agentes de saúde dos EUA que confirmam os dados divulgados pela Comissão de Fiscalização do Congresso dos EUA que estima que 90% do estoque nacional de equipamentos de proteção pessoal (EPI) já foram utilizados.Uma enfermeira da cidade de Cleveland, Ohio, contou que os agentes de saúde estão trabalhando "com as mãos atadas". A falta de EPI faz com que agentes trabalhem com o medo constante de serem infectados pelo novo coronavírus.

Sputnik
foto - ilustração/arquivo
Agentes de saúde dos EUA contam como a falta crônica de equipamentos médicos e de planejamento estratégico comprometem a reposta dos EUA à propagação da COVID-19.
A Sputnik conversou com agentes de saúde dos EUA que confirmam os dados divulgados pela Comissão de Fiscalização do Congresso dos EUA que estima que 90% do estoque nacional de equipamentos de proteção pessoal (EPI) já foram utilizados.
Uma enfermeira da cidade de Cleveland, Ohio, contou que os agentes de saúde estão trabalhando "com as mãos atadas". A falta de EPI faz com que agentes trabalhem com o medo constante de serem infectados pelo novo coronavírus.
"Temos vários membros da nossa equipe da área de UTI neonatal que testaram positivo. É estranho, porque não sabemos como eles podem ter sido infectados", contou a enfermeira.
"Estamos usando máscaras cirúrgicas comuns durante o nosso turno de 12 horas. Estamos quase sem lenços umedecidos, por isso eu uso lenços com cloro e álcool em spray para me proteger. Luvas, máscaras e protetores faciais que temos que usar para interagir com os pacientes estão quase acabando."
A enfermeira, que conversou com a Sputnik em condição de anonimato, diz ter medo de ser despedida por falar com a imprensa. Mas, como ela e seus colegas têm muito medo de ser infectados, a pressão psicológica do trabalho está cada vez mais insustentável.
"Eu fico me perguntando se é realmente seguro. Você não pode dizer para um paciente que a enfermeira que está cuidando do filho dele pode ter sido exposta [ao novo coronavírus]", disse.
"Meu maior medo é adoecer, porque nem sempre vou saber que estou doente, e posso acabar infectando pacientes e colegas."
Quando o turno da enfermeira acaba, ela deixa suas roupas do lado de fora de casa, com medo de que o vírus entre também.
"Todo o sistema de saúde está sob pressão. Eles dizem que os EUA têm o melhor sistema de saúde do mundo, mas isso não é verdade", desabafou. "Há três meses, vimos como a pandemia se espalhou na China. O governo federal [dos EUA] sabia e não fez nada. O planejamento foi terrível."
Ela conta que os estados norte-americanos estão tentando obter equipamentos, mas o governo federal faz ofertas melhores e fica com as mercadorias.
"Eles precisam delinear um plano. Eu sinto que eles não estão levando a questão a sério."
Relatório do Congresso dos EUA informou que o Departamento de Saúde e Recursos Humanos fez a sua última encomenda de respiradores N95, máscaras cirúrgicas, protetores faciais e luvas no início de abril. O restante dos estoques está sendo reservado para agentes de saúde do sistema federal e não deve ser redistribuído aos estados, informou o relatório.
Uma enfermeira aposentada que vive no oeste dos EUA contou como a pandemia está afetando a sua categoria.
"Quando coisas assim acontecem, todas as regras são ignoradas. É como pedir para um policial ir combater o crime sem um colete à prova de balas", disse.
A enfermeira, que é veterana da Força Aérea dos EUA, afirmou que as consequências de enviar agentes de saúde sem proteção para a linha de frente são duradouras.
"O sistema de saúde não vai se recuperar. As pessoas terão sintomas por anos, como aconteceu com o agente laranja", lembrou.
A Organização Nacional de Médicos e Enfermeiros dos EUA está se mobilizando para solicitar melhores condições de trabalho durante a pandemia.
A União Nacional das Enfermeiras (NNU, na sigla em inglês), o maior sindicato da categoria nos EUA, já havia alertado as autoridades sobre os riscos que os agentes de saúde estão correndo.
A NNU reagiu contra a decisão do Centro de Controle de Doenças de diminuir o padrão de proteção de agentes de saúde, permitindo aos hospitais que seus funcionários usem cachecóis ou mesmo bandanas para se proteger durante o atendimento aos pacientes.
Os EUA são o país mais afetado pela COVID-19 mundialmente, com mais de 842 mil casos e 14.785 vítimas fatais.
Fonte - Sputnik  23/04/2020

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Obra parada do Metrô degrada áreas e cria quarteirões fantasmas em SP

Metrô/SP 🚇

Por exemplo, há alguns anos, quem passasse pela área onde será construída a estação Água Rasa (zona leste), da linha 2-verde, veria pessoas nas calçadas e um comércio movimentado. Agora, o cenário é de casas abandonadas, pichadas e mato nas calçadas.Tanto o governo Geraldo Alckmin (PSDB) como o consórcio responsável por uma das linhas alega falta de verba para as obras.

Folha de São Paulo - RF
fotos publicas
A paralisação de obras do metrô espalhou quarteirões fantasmas pela capital paulista. Parte dos quase 600 imóveis esvaziados para a construção de futuras estações está tomada por lixo, pichação e usuários de drogas.
Tanto o governo Geraldo Alckmin (PSDB) como o consórcio responsável por uma das linhas alega falta de verba para as obras.
Por exemplo, há alguns anos, quem passasse pela área onde será construída a estação Água Rasa (zona leste), da linha 2-verde, veria pessoas nas calçadas e um comércio movimentado. Agora, o cenário é de casas abandonadas, pichadas e mato nas calçadas.
A parte dos imóveis que foi demolida virou um terreno baldio. O muro que cercava o local foi destruído e, do lado de dentro, é possível ver um sofá e restos de fogueira em meio a toneladas de entulho.
Nos estudos sobre segurança pública, a famosa teoria das "janelas quebradas" prega que a degradação urbana e os índices de criminalidade aumentam em áreas com aparência de abandono.
Moradores da Água Rasa já sentem os efeitos dessa mudança. À noite, dizem, o pedaço é tomado por usuários de drogas e criminosos.
"Não dá mais para passar aí a pé quando escurece, é um breu, um deserto", diz o dono de uma loja de óleo para veículos, Francisco Ramos, 69, há mais de 20 anos no local. "Vários clientes deixaram de vir aqui", afirma.
Sem verba, governo estadual e empresas paralisaram a construção de parte importante das novas linhas da cidade. O prolongamento da linha 2-verde até Guarulhos foi suspenso no início do ano até dezembro.
Atualmente, a linha liga a Vila Madalena à Vila Prudente.
Também as obras da futura linha 6-laranja, que ligará a Brasilândia (zona norte) à Liberdade (centro), foram prejudicadas. Em setembro, o consórcio Move SP - composto pelas empresas Odebrecht Transport, Queiroz Galvão, UTC Engenharia e pelo fundo Eco Realty, contratado pelo governo para construir e operar a linha em regime de PPP- anunciou congelamento dos trabalhos.
Inicialmente prevista para 2020, não há mais data para início da operação da linha.
Para as obras nas duas linhas, já foram esvaziados 598 imóveis. A reportagem esteve nas áreas de futuras estações nas zonas leste, oeste e norte e constatou que o descompasso entre o esvaziamento das construções e o início das obras gerou efeitos colaterais.
Nos quarteirões desapropriados, além da falta de segurança, a vizinhança diz que os imóveis são invadidos por pessoas em busca de materiais para ferros-velhos e também são usados para o despejo irregular de entulho.

Despejados
Na Brasilândia (zona norte), onde será construída uma estação da linha 6-laranja, os tapumes se estendem por quatro quarteirões ao longo da estrada do Sabão. O terreno cercado sem operários causa indignação em moradores que tiveram suas casas demolidas e hoje vivem de aluguel.
Nascida em Mossoró (RN), a dona de casa Antonia Zuza, 49, chegou na década de 1990 ao bairro com a família. Ela e o marido juntaram dinheiro e ergueram uma casa nos fundos do terreno do cunhado.
"Achei que nunca mais iria voltar ao aluguel. Hoje, estou pagando R$ 800 para morar com a minha família". Como o terreno não era dela, não receberá pela desapropriação.
Os proprietários dos terrenos que conversaram com a reportagem afirmam que, mesmo tendo entregue as casas, o dinheiro da desapropriação continua barrado por pendências judiciais.
"Morávamos há 50 anos naquela casa. Eles deram uma data e tivemos que sair sem nada", diz a dona de casa Claudete Souza, 66, que hoje paga R$ 1.000 de aluguel numa casa perto da antiga. "Ficamos sem casa e não vamos ver esse metrô pronto."

foto - ilustração/Folha.UOL
Saques e dengue
As centenas de casas e terrenos desapropriados para a expansão do metrô viraram cenário de garimpo urbano, depósito de entulho e também possível criadouro de mosquitos da dengue.
Os moradores dos arredores da futura estação Sesc Pompeia, da linha 6-laranja, contam que já presenciaram vários casos invasões de imóveis vazios em busca de materiais recicláveis.
"Eles entram para pegar qualquer coisa que possam vender: fios, móveis, ferro", diz o o comerciante Luís Antonio Cardoso, 59.
Ele mora bem ao lado de uma das casas desapropriadas. "Um cara deu três passos e subiu no muro da casa vizinha à minha. Bem na minha frente. Depois passou pelo meio da grade."
De madrugada, diz ele, o barulho dos catadores de recicláveis era tamanho que era difícil dormir. Cardoso diz que reclamações ao consórcio responsável causaram o reforço da vigilância no local, com rondas mais frequentes.
"Mas a situação continua ruim, porque ficamos vulneráveis e sem prazo para isso se resolver. Os tapumes pichados chamam a atenção, o mato cresce", diz.
Nos lugares em que as casas já foram demolidas, o principal problema relatado é o depósito de entulho.
O muro que cercava um grande terreno da futura estação Água Rasa da linha 2-verde, na zona leste, foi destruído. "Jogam de tudo aí", diz Rafael Felipe, 30, proprietário de uma loja de tintas nos arredores do canteiro de obras.
Ele diz que a situação gera preocupação com questões de saúde. "Isso aí é um perigo para dengue."
Característica comum entre os locais visitados pela Folha é a proliferação de pichações nos locais desapropriados.
"Mudou muito aqui. Isso aí que você está vendo na frente era um açougue, tudo bonitinho. E olha agora como está", diz a comerciante Margarida de Almeida, 72, apontando para um imóvel pichado. O local está reservado para as obras da estação Nova Manchester, da linha 2-verde.
Preocupado com a perda da identidade da Brasilândia (zona norte), onde será construída uma estação da linha 6-laranja, o professor James Pereira, 55, diz que resolveu registrar o antes e depois das obras por meio de fotos. "Fica como documento histórico."

Outro lado
O Metrô de SP afirma fazer vigilância dos imóveis desapropriados e promete limpar os locais com entulho.
A companhia ligada ao governo de SP afirma ter tomado posse de 227 imóveis para as obras de prolongamento da linha 2-verde, dos quais 50 foram demolidos. Uma empresa terminará a demolição dos imóveis nas áreas reservadas para as estações da linha.
Segundo o Metrô, está em análise um edital para contratação de empresa para "a manutenção e limpeza dos terrenos, como a retirada dos entulhos, sanificação das áreas e fechamento com grades, além da reconstrução de suas respectivas calçadas".
A companhia diz manter vigilância "ostensiva motorizada em toda a extensão da linha durante 24 horas por dia". Segundo nota enviada à Folha, quatro vigilantes se revezam em dois turnos. Em caso de ocorrência nos terrenos, diz, a PM é chamada.
Os contratos das obras da linha 2-verde estão suspensos até dezembro "em decorrência da não liberação de limite pela União de um financiamento de R$ 2,5 bilhões via BNDES". Por isso, não há previsão de início dos trabalhos.
No caso da linha 6-laranja, a concessionária Move São Paulo paralisou as obras por não conseguir financiamento de longo prazo.
O governo notificou a empresa para que volte às obras, sob risco de penalidade, e tenta financiamento federal.
A linha prevê desapropriação de 371 imóveis privados, dos quais 344 já estão em posse da concessionária. Segundo o Metrô, as áreas são fiscalizadas pelo governo e, em caso de irregularidade, a Move SP pode ser multada.
Fonte - Revista Ferroviária  22/11/2016

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Praça Almeida Couto no bairro de Nazaré não tem mais o charme e a paz de antes

Cidade

Uma das praças mais antigas em de bairro tradicional de Salvador hoje se encontra abandonada e entregue a própria sorte.Segundo alguns comerciantes, o abandono da praça não é novidade. Além das pichações, os monumentos estão danificados, e até mesmo uma placa de bronze que continha informações sobre uma das estátuas foi roubada.

Matheus Fortes - TB
Foto: Francisco Galvão
Salvador - Principal espaço de lazer de um dos bairros mais antigos da cidade, a Praça Conselheiro Almeida Couto, em Nazaré, enfrenta um processo de degradação com atos contínuos de vandalismo, roubos, e uso de drogas – problemas que tem afastado a população de um lugar, outrora conhecido como espaço de lazer familiar, principalmente aos casais de namorados.
Segundo alguns comerciantes, o abandono da praça não é novidade. Além das pichações, os monumentos estão danificados, e até mesmo uma placa de bronze que continha informações sobre uma das estátuas foi roubada. A fonte, situada no centro não está funcionando, e sua grade de um dos monumentos é utilizada pelos flanelinhas e moradores de rua para pendurar roupas. A presença dos mendigos, pedintes, e guardadores de carro na praça já é uma realidade que muitos transeuntes precisaram se acostumar.
Para a dona de casa Lucimara Couto, estacionar nos arredores da praça sempre é uma dor de cabeça, pois são vários flanelinhas, e, não bastando a intimidação, eles vivem se desentendendo. “Certa vez, fui buscar meu carro, e quando fui dar o dinheiro a um deles, veio outro, no mesmo momento, reivindicando o espaço. É revoltante porque isso aqui é espaço público, eu pago a eles, com medo de acontecer alguma coisa comigo ou com meu carro”, ela explicou.
Karla Suzane também trabalha como secretária em um consultório médico ao lado da praça, e afirma que o verdadeiro perigo é na parte da tarde. “Durante a manhã, o movimento da praça é muito tranquilo. É problema é com o passar do dia. À tarde o fluxo diminui e as pessoas se arriscam menos em sentar-se aqui para descansar, pegar um ar livre”, relata ela, explicando que o consumo de drogas normalmente é feito à noite.
Se durante o dia, transitar pelo lugar exige atenção constante, à noite todo cuidado é pouco. Há dezesseis anos trabalhando em uma farmácia ao lado da Almeida Couto, a balconista Ana Meire dos Santos diz que após 20h, o fluxo de pessoas diminui, enquanto usuários de droga se aproveitam do espaço para o consumo das substâncias ilícitas, como o crack.
A Secretaria de Manutenção de Salvador (Seman) informou que a praça Conselheiro Almeida Couto passa por revisões periódicas, e que hoje mesmo estará enviando técnicos para averiguar os danos ao patrimônio público. Além disso, o órgão municipal está planejando uma grande ação de manutenção da praça que deverá ocorrer depois do carnaval.

Menores de idade
Mas os problemas da praça não se restringem a falta de políticas para cidadãos em situação de vulnerabilidade. Alguns transeuntes, como a balconista Eunice Silva, afirmaram já ter visto barracas nas proximidades da Biblioteca Infantil Monteiro Lobato vendendo bebidas alcoólicas a menores de idade,sem qualquer preocupação. “O ideal aqui seria ter alguma cabine fixa para fiscalizar e fazer segurança o tempo todo, só que isso não acontece”, opinou.
Fonte - Tribuna da Bahia  04/02/2015

sábado, 19 de julho de 2014

Andar pelas calçadas em Salvador é uma operação de risco para a saúde

Salvador

Em horário de pico, principalmente, é possível encontrar inúmeras pessoas se arriscando ao caminhar pela pista, por não ter espaço na calçada, além de alguns carros tomarem parte da lateral da pista. Como se não bastassem, veículos passam em alta velocidade na pista, e chegam a reclamar das pessoas nas ruas.

Rayllanna Lima - TB
Arquivo - Pregopontocom
Lixo, buracos e objetos atrapalhando a passagem de pedestres, veículos estacionados e carcaça de carros nas calçadas ainda são comuns na capital baiana, apesar do empenho da Prefeitura para fazer a fiscalização. Basta dar um giro na cidade para perceber as irregularidades. Com a situação, transeuntes são obrigados a caminhar pela pista, ficando vulneráveis a acidentes.
A Rua Djalma Dultra é um exemplo de local onde é possível encontrar essas irregularidades. Do início ao fim da rua, carros ficam estacionados em passeios, lixos espalhados pelas calçadas, buracos e objetos são encontrados no caminho dos pedestres.
Em horário de pico, principalmente, é possível encontrar inúmeras pessoas se arriscando ao caminhar pela pista, por não ter espaço na calçada, além de alguns carros tomarem parte da lateral da pista. Como se não bastassem, veículos passam em alta velocidade na pista, e chegam a reclamar das pessoas nas ruas.
“Já quase fui atropelada aqui, enquanto ia para o trabalho. Quando não é carro no passeio, é lixo impedindo a passagem. Sem falar nos diversos buracos que têm nas calçadas. É uma vergonha!”, exclamou a faxineira, Diana da Silva, 42.
Outra queixa de muitos transeuntes da Djalma Dultra é relacionada aos passeios que se encontram com buracos, entulhos, e objetos que dificultam a passagem. No início dessa semana, um trabalhador da região caiu dentro de um buraco e torceu o pé. “Não tinha sinalização nenhuma, me descuidei e caí. Por sorte não fraturei o pé, mas com a torção estou estou impossibilitado de trabalhar”, disse Crispiniano Oliveira, 56.
Já no bairro de Mussurunga, uma das maiores queixas é a presença de carcaças de carros pela rua. “Em cada 5 metros deve ter pelo menos uma carcaça aqui. Não sei de onde vem tanto carro. O pior de tudo são as oficinas que não têm espaço para guardar os carros, e deixam espalhados pela rua”, disse um morador que preferiu não se identificar.
“Uma vez vi um rapaz estacionando o carro, e questionei o lugar. Ele disse que o mesmo direito que eu tinha de passar por ali, ele tinha também”, contou a vendedora Eliane Soares, na Djalma Dultra.
Diferente do que pensa o motorista questionado por Eliane, estacionar em passeios é infração grave. A fiscalização da Operação Tolerância Zero, realizada pela Superintendência de Trânsito e Transporte de Salvador (Transalvador), foi intensificada em toda a cidade.
De acordo com o órgão, o condutor que for autuado poderá ter seu carro removido para o pátio, além de tomar multa de cinco pontos na carteira, por estacionamento proibido. O condutor autuado terá que desembolsar R$ 264,25 para a taxa de reboque, somada às diárias de permanência no pátio, que custa R$ 42,28. Além da multa por estacionamento em local proibido no valor de R$ 127,69.
O veículo pode ser retirado do pátio pelo proprietário, mediante apresentação do documento do carro e Carteira de Habilitação e pagamento da(s) diárias(s) e reboque.
Fonte - Tribuna da Bahia  19/07/2014

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Moradores pedem conclusão da requalificação de vias na Ribeira

Salvador

Ribeira: moradores pedem conclusão da requalificação de vias - Moradores convivem com entulho jogado na calçada. Este é o atual cenário da avenida Beira-Mar, no bairro da Ribeira.

Anderson Sotero - A Tarde
Marco Aurélio | Ag. A TARDE
Rua esburacada e com pontos de alagamento. Calçadas inacabadas. Montes de pedras, terra e concreto, além do estresse de moradores e comerciantes. Este é o atual cenário da avenida Beira-Mar, no bairro da Ribeira.
O trecho integra o projeto municipal de requalificação da orla, mas, por conta do rompimento com a empresa TRD - que executava o serviço -, a obra ainda não foi finalizada.
Iniciada em 5 de julho do ano passado, a intervenção, orçada em R$ 5 milhões, tinha uma primeira previsão de conclusão até dezembro de 2013. Em seguida, a prefeitura informou nova data: até janeiro deste ano. Depois, foi adiada para junho, início da Copa do Mundo 2014.
A atual nova estimativa, segundo o secretário de Infraestrutura, Paulo Fontana, é até o final deste ano.
A orla da Ribeira foi dividida em quatro trechos, três deles sob responsabilidade da prefeitura e um do governo estadual. No trecho 2, a obra era executada pela TRD, mas a prefeitura rescindiu o contrato no início de junho.
"Identificamos o atraso há seis meses, mas há um rito de notificação e defesa da empresa que deve ser cumprido. Só essa burocracia levou mais de 120 dias. Era uma empresa que não andava", afirmou Fontana. Representantes da TRD não foram localizados pela reportagem.
O secretário disse que a obra não foi interrompida. "Eles faziam um pequeno serviço num dia. Outro no seguinte. A obra andou fora do cronograma", acrescentou.
O secretário estima que a TRD executou apenas 30% do contratado, mas não soube informar quanto a empresa recebeu da prefeitura.

Atrasos
Segundo comerciantes da região, dos 12 restaurantes instalados na avenida, cinco não funcionam mais.
"A obra vem a passo de tartaruga, e há dois meses não tem um funcionário. Os restaurantes desempregaram mais de 100 pessoas, e cinco deles estão fechados por conta da demora da obra, que tem afastado clientes", disse o proprietário de um dos restaurantes, sem se identificar.
"A prefeitura tem vindo aqui com frequência com guardas municipais e retira todas as nossas mesas e cadeiras da rua. Disseram que quando acabar teremos um espaço. Não somos contra a requalificação, mas queríamos que finalizassem logo", justificou o comerciante.
"Há um ano começaram a obra e não terminam. É uma dificuldade para passar com carro. É muita dor de cabeça para quem mora aqui", reclamou o morador Sebastião Fagundes, 59.
O aposentado Antônio Carlos Fontoura, 73, e a mulher, Carolina Queiroz, 71, relataram que ficaram quatro dias sem conseguir retirar o carro da garagem por conta das obras. "A gente já passou por muita coisa. É uma falta de planejamento e administração. Espero que concluam, porque está demorando demais", disse.
"Jogaram um asfalto na rua de tanto a gente reclamar. Quando chove, faz muita lama. Para entrar em casa, é um sacrifício", disse Carolina.

Requalificação
Conforme o projeto apresentado pela prefeitura em 2013, o local terá, após requalificação, piso compartilhado para veículos e pedestres, anfiteatro, bancos, quiosques, rampas e escadas de acesso.
Segundo Fontana, as obras do trecho 2 já foram retomadas. A conclusão, somente desta parte, está prevista para até 60 dias. Nos próximos dez dias, terá início a construção de vala única para instalação de fiação subterrânea. Os trechos 3 e 4 serão licitados.
Sobre os outros trechos da orla que serão requalificados (Barra, Rio Vermelho, Itapuã, Piatã, Jardim de Alah, São Tomé de Paripe e Tubarão), o secretário disse que "é difícil" estimar, mas até o final de 2015 todos deverão ficar prontos. Das nove áreas contempladas, apenas a da Boca do Rio foi entregue na íntegra.
Fonte - A Tarde  10/07/2014

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Imbuí está esquecido pela Prefeitura de Salvador

Salvador

Falta de infraestrutura urbana no Imbuí continua causando problemas a quem vive no local - Há cerca de quatro meses, a Tribuna denunciou o descaso do poder público com a população que mora nas ruas Mestre Manoel, Jayme Simas, Bombeiro Eliezer Alexandrino e da Mangueira, próximas ao Empório do Imbuí, localidades que nunca receberam asfalto, mas nenhuma medida efetiva foi tomada no local.

Kelly Cerqueira - TB
Foto: Romildo de Jesus/Tribuna da Bahia
Alvo de reclamação dos moradores, principalmente em período de chuvas como o enfrentado nos últimos dias na capital baiana, a falta de infraestrutura urbana nas ruas secundárias do Imbuí continua causando problemas a quem vive no local.
Há cerca de quatro meses, a Tribuna denunciou o descaso do poder público com a população que mora nas ruas Mestre Manoel, Jayme Simas, Bombeiro Eliezer Alexandrino e da Mangueira, próximas ao Empório do Imbuí, localidades que nunca receberam asfalto, mas nenhuma medida efetiva foi tomada no local.
“Há mais ou menos dois meses a prefeitura começou a colocar restos de asfalto, retirados do recapeamento de outros locais da cidade aqui nas ruas. Não sei qual é o objetivo disso, só sei que não resolve o nosso problema”, afirmou o motorista Cássio de Jesus Guimarães, 36 anos, que mora na região há 11.
Além da falta de asfalto, ele também denuncia outros problemas da região, como a falta de sistema de drenagem da água da chuva e o mau cheiro causado pela parte aberta que ainda restou do canal do Imbuí. Moradores alegam que a região também não foi beneficiada no calendário da limpeza de canais do município.
Sobre os restos de asfaltos espalhados na região, a prefeitura explicou que se trata de uma ação paleativa, utilizada em locais onde, por conta de algum empecilho, não seja possível a chegada do asfalto definitivo. Ainda segundo o município, este é o caso das ruas da Mangueira, Mestre Manoel, Jayme Simas e Bombeiro Eliezer Alexandrino. Em nota, a Superintendência de Conservação e Obras Públicas (Sucop) informou que, em 2005, a região recebeu vistoria do órgão “quando à época ficou constatada a inexistência de qualquer saneamento básico no local”.

Jogo de empurra
Por meio da assessoria de comunicação, a superintendência confirmou ainda que a região não possui pavimentação e não consta registro de realização de nenhuma obra nesse sentido, nos controles da SUCOP. “Para a realização de obra de pavimentação, antes, é primordial que exista saneamento básico na área a ser pavimentada”, ressalta a nota.
Enquanto o município diz que o asfalto na região está condicionado a implantação de saneamento básico, a Empresa Bahiana de Abastecimento e Saneamento (Embasa) informou que todas as ruas reclamadas são atendidas com redes de esgotamento sanitário e de abastecimento de água. A informação foi confirmada por Cássio e outros moradores da região.
“Desde época do projeto da Bahia Azul todas as casas tiveram o esgoto interligado como sistema da Embasa, esta justificativa não se aplica”, reclama o motorista, lembrando que o IPTU na região é cobrado todos os anos, assim como nos demais bairros que recebem melhor atenção do município.
Fonte - Tribuna da Bahia 30/06/2014

sábado, 30 de novembro de 2013

QUEM VAI BOTAR ORDEM NESSA BAGUNÇA???!!!!...

Salvador

BAIXA DE QUINTAS O INFERNO É AQUI

Da Redação

Transito desorganizado e travado,carros estacionados nas calçadas e em fila dupla ou atravessados nas vias.Oficinas estrelas em cima das calçadas e ao longo das vias,comércios irregulares,locais públicos ocupados com oficinas e um sucatão, calçadas bloqueadas,pedestres obrigados a andarem pelo meio da rua dividindo o espaço com os veículos,ônibus presos no engarrafamento,uma baderna total,... FISCALIZAÇÃO??????...... NENHUMA.
Tempo que levamos hoje pela manhã as 10:45 hs para dar uma volta completa (contornar) nas duas vias de mão única,(entrada e saída) no local,quase uma hora,(52 minutos) entrando e retornando a Av.Heitor Dias (Bairro Reis) num percusso de menos de "dois Km". - Fomos ao local para comprovar - ISSO É SALVADOR....UMA CIDADE "NÃO" PARA PESSOAS.
Pregopontocom 30/11/2013






















































terça-feira, 17 de setembro de 2013

LINHA VIVA - " Parabéns Salvador "???!!... É isso que você merece???!!...

CIDADANIA

O IMPÉRIO DOS AUTOMÓVEIS
Pregopontocom
Por  A.Luis
A incoerência e a obtusidade não tem limites.....os nossos administradores públicos continuam com o mesmo "ranço" fielmente seguido a décadas, sempre favorecendo e criando mais espaços para a circulação do transporte individual e sobre pneus. A velha máxima reacionária do rodoviarísmo. Não se dão conta de que mais do que nunca é preciso investir no sistema de transporte público moderno de massa sobre trilhos,em sistemas complementares e alimentadores, em sistemas cicloviários e calçadas para pedestres.Provavelmente,pelo andar da carruagem,daqui mais 2 anos certamente estarão convidando a "todos" nos, para mais um "arremedo" de audiência pública,de um certo projeto para construção de uma tal "Linha da Maré", um provável extenso e " belo elevado de concreto" ao longo de toda orla marítima da cidade,"fincado na beira da praia", banhado pelas águas do Atlântico (pois certamente não teremos mais espaços vazios dentro da nossa cidade), e com certeza,até os poucos córregos urbanos que ainda restam nas avenidas de vale e em outros locais, juntamente com o mínimo verde que lhe amparam, já estarão transformados em meros esgotos,cobertos com concreto e asfalto,tudo em nome da "modernidade"...Tudo isso para que mais carros possam ocupar cada vez mais os espaços públicos,em detrimento da cidade para pessoas,numa metrópole desprezada,desconstruída e delapidada, vitima da desordem urbana perpetrada pelas administrações públicas que se sucederam ao longo de muitos anos,e que, a cada dia que passa vai ficando mais feia e tosca, calorenta e alagada,travada e imóvel,esburacada e suja.Uma cidade agonizante e visualmente poluída,que sofre com o desprezo irreparável ao seu patrimônio histórico cultural e arquitetônico, vitima constante da agressão ao meio ambiente, da especulação imobiliária,do oligopólio dos ônibus e do excessivo uso dos automóveis pela falta de um transporte de qualidade e eficiente".Uma cidade onde o "planejamento urbano sustentável " não faz parte dos programas de governo da sua "administração",tende a sucumbir, e a conta a ser paga será muito alta por todos os seu habitantes,até mesmo por todos aqueles que "negligenciaram" nesta questão.Que cidade deixaremos de presente para as futuras gerações???...Pagarão eles pelos erros que hoje cometemos???...  "PARABÉNS SALVADOR"???!!... mais não é isso que vc merece....Uma rodovia pedagiáda somente para automóveis (classe A) dentro da cidade,... a quem irá beneficiar mais exatamente????????????.............

"Vamos Salvar Salvador"
"Salvador Sobre Trilhos"
CIDADANIA NÃO É SÓ UM ESTADO DE DIREITO,É TAMBÉM UM ESTADO DE ESPÍRITO
Pregopontocom


foto - ilustração

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Stella Maris um bairro de Salvador abandonado

Cidade

Stella Maris é um bairro abandonado
Kelly Cerqueira
TB
foto - ilustração - web
Embora já tenha carregado o estigma de bairro bom para morar devido à tranquilidade e a proximidade com o mar, Stella Maris enfrenta, como outras localidades de Salvador, situações difíceis relacionadas à falta de infraestrutura. Buracos ao longo das vias, principalmente no Condomínio Petromar, um dos mais populares da região e pontos de alagamento tiram a tranquilidade de quem há muitos anos escolheu a região para viver o resto da vida.
Os problemas no asfalto começam ainda no limite entre o bairro e a Avenida Paralela, mas fica ainda mais acentuado na Rua Alameda das Praias, que faz a ligação entre Stella Maris e Praia do Flamengo. Lá, verdadeiras crateras são motivo de dor de cabeça não só entre os motoristas, mas também para os pedestres, já que, no período de chuvas, buraco vira sinônimo de banho de água suja, como pontuaram pessoas que trabalham no bairro.
É o caso da cabeleireira que há mais de um ano trabalha em um salão de beleza localizado na principal via do condomínio Petromar, Nelma Barreto. “Neste tempo todo a operação tapa buraco nunca chegou aqui. Esses buracos ai são antigos já causaram até acidente. A Via B vai e vem carro, todo mundo quer desviar ao mesmo tempo e acaba em acidente, como já ocorreram algumas vezes”, disse.
O mesmo foi relatado pelo técnico de edificações Luciano Bonifácio, que embora não more no local, afirmou se sentir prejudicado com a situação. “Vou viajar esta semana vou ter que deixar o carro na oficina pra fazer alguns reparos porque não dá pra confiar. São tantas pancadas que a suspensão do carro recebe no dia a dia aqui que é até perigoso viajar deste jeito”, afirmou.
Dono de uma oficina mecânica na região, Márcio Cerqueira confirmou as queixas apresentadas pelos frequentadores do bairro. “O movimento de clientes com veículos apresentando problemas na suspensão é grande por conta dos buracos do bairro, e geralmente não são serviços baratos”, informou, lembrando que os valores de serviços de suspensão variam de acordo com o carro, mas geralmente custam em torno de R$ 300.
Além dos buracos, a falta de manutenção dos quebra-molas, coleta de lixo e entupimento de bueiros também são motivos de queixa dos moradores. “Aqui quando chove as pessoas só entram nos condomínios de carro, porque a pé é impossível”, denunciou José de Souza Aguiar, mostrando a marca da água de chuva nas paredes da rua. Ele diz que a falta de manutenção do bairro já foi alvo de reclamações ao município, mas até então as demandas não foram atendidas.
Fonte - Tribuna da Bahia  13/08/2013

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Situação nos pontos de ônibus em Salvador é de calamidade pública

Leidiane Brandão
Tribuna da Bahia
Foto - Romildo de Jesus
Falta de iluminação e cobertura, bancos quebrados, sujeira, mato, teto com rachaduras, ferragens expostas, ausência de rampa de acessibilidade e da placa de sinalização com informações sobre quais as linhas circulam no local. Essa é a atual realidade da maior parte dos pontos de ônibus de Salvador.
A equipe da Tribuna da Bahia percorreu alguns bairros da cidade, constatando a precariedade dos equipamentos. Quem precisa todos os dias utilizar os ônibus da capital enfrenta muitas dificuldades, já que as paradas de ônibus não oferecem nenhum conforto e abrigo, e os usuários chegam a ficar horas debaixo do sol ou de chuva. Muitos pontos também não têm assentos, o que dificulta a vida de grávidas, deficientes físicos, idosos e pessoas com criança de colo.
Em alguns locais da cidade, como na Rua Marquês de Maricá, no Pau Miúdo, a situação é preocupante. Há pelo menos três meses, parte do teto de um dos pontos despencou e até nessa segunda-feira (5/8), a peça não havia sido removida. Os moradores ainda convivem com a falta de iluminação no local, além de toda a calçada está quebrada. “Ficamos apreensivos por medo de o teto cair sobre nós. Por sorte desabou durante a madrugada quando não havia ninguém por perto. Os órgãos responsáveis já foram informados sobre a situação e nada foi feito. Eles só vão retirar o material e consertar o equipamento quando a estrutura cair sobre as pessoas e acontecer uma tragédia. Muita gente já caiu por conta dos buracos no local”, disse a aposentada Dinalva Pereira, 65 anos, moradora do bairro.
Na Mata Escura, a única estrutura que existe está em estado de abandono. Além das ferragens do teto estarem expostas e da falta de iluminação, moradores informaram que quando chove existem goteiras em toda parte. “A situação do equipamento está precária. Como pode uma cidade que vai sediar jogos da Copa do Mundo não oferecer pontos de ônibus de qualidade. Os poderes públicos esquecem que moradores da periferia também pagam impostos. Já sofremos com a precariedade do transporte público, temos que conviver com a precariedade dos pontos de ônibus. Essa realidade precisa mudar”, completou a dona de casa Joelma Santos, 45 anos.
Em nota, a assessoria de imprensa da Superintendência deTrânsito e Transporte de Salvador (Transalvador), órgão responsável pela implantação e manutenção dos equipamentos, informou que há um projeto para revitalizar os pontos de ônibus até a próxima estação, atendendo, a princípio, prioridades e áreas emergenciais, como Orla, do Abaeté à Barra; Centro Histórico; parques e praças de bairros, a partir das queixas das comunidades recebidas pelo órgão. Ainda de acordo com a Transalvador, até o próximo dia 15, as principais demandas de estrutura de pontos de ônibus, e também de sinalização de vias, estarão sendo levantadas por uma equipe das gerências de Equipamentos Urbanos e de Sinalização. A estimativa é que até o mês de novembro a revitalização dos pontos seja concluída. Após esta fase, outras áreas da cidade serão contempladas.
Segundo o órgão, Salvador tem aproximadamente 3.100 pontos de ônibus. Destes, 688 tem estrutura completa, com cobertura e banco.
Fonte - Tribuna da Bahia  06/08/2013


foto - pregopontocom

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Trens do Brasil - um patrimônio esquecido a história vencida pelo descaso

Trens do Brasil: vagões e locomotivas estão abandonados em Iperó (SP)



Carlos Dorneles foi até a cidade de Iperó, no interior de São Paulo, um importante centro ferroviário no passado. No local, cerca de 6.000 vagões e locomotivas estão totalmente abandonados.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Estação Mussurunga - Podridão dos banheiros é sentida já na entrada

Podridão dos banheiros da Estação Mussurunga é sentida já na entrada

Foto: Francisco Galvão
Situação da Estação Mussurunga é sentida nos banheiros

Kelly Cerqueira - TB
Da entrada da Estação Mussurunga é possível perceber qual o principal problema enfrentado por motoristas, cobradores, usuários e funcionários que trabalham no local. O mau cheiro proveniente do abandono dos banheiros da estação, uma das mais movimentadas da cidade, pode ser percebido a metros de distância.
A falta de estrutura, manutenção e material, unida a má conservação e a ação de vândalos são os principais responsáveis pela situação dos banheiros públicos do local, que segundo os usuários do terminal são impossíveis de ser frequentados.
Embora seja apontada pela população como uma das estações rodoviárias mais organizadas, a Estação Mussurunga enfrenta este e outros problemas, segundo relatou um dos encarregados pela administração do local, que preferiu não se identificar. “Nós temos algumas pendências, alguns reparos que precisam ser feitos não só nos banheiros, mas em outras estruturas da estação”.
Segundo ele, um relatório sobre as necessidades mais urgentes da estação foi feito e enviado a superintendência da Transalvador, órgão responsável pela administração do local. “A comunicação foi feita desde o início da gestão, justamente para deixar os novos administradores a par do que está acontecendo. Agora é esperar as providências”, continuou.
Mesmo com outras limitações como apontou o encarregado, a falta de higiene nos banheiros é o problema que mais incomoda os usuários da estação. De acordo com o vendedor ambulante Antonio Gilson de Jesus Anunciação, que há quatro anos trabalha no local em uma banca de doces em frente aos banheiros, não há profissionais pontuais designados para a realização da limpeza das unidades masculina e feminina. “Às vezes aparece uma pessoa, limpa e vai embora. Demora semanas para aparecer outra pessoa e limpar de novo, chega a dar bicho”, relatou o trabalhador. Ele também aponta a falta de materiais básicos para higiene como papel e sabão nas unidades masculina e feminina.
A equipe da Tribuna esteve na estação na manhã desta quarta-feira, 10, presenciando a limpeza de um dos banheiros por uma pessoa que se identificou como funcionária terceirizada da Monkal, empresa contratada pela prefeitura para a realização de serviços gerais na Estação Mussurunga.
Segundo a servente, que preferiu não se identificar, a falta de materiais de limpeza dificulta a higienização dos banheiros. “Estou há pouco tempo aqui e desde então nunca chegou material. Este sabão que estou usando hoje foi comprado graças a uma vaquinha feita pelo próprio pessoal aqui da estação, passageiro e motorista, se não seria impossível”, afirmou. Ainda segundo ela, a empresa diz que a situação é resultado do atraso do pagamento das faturas por parte da prefeitura. “Nosso 13º, salário de fevereiro, março, também estão todos em atraso”, pontuou a auxiliar de limpeza.
Se no banheiro masculino a ferrugem e a sujeira tomam conta dos cômodos, vasos sanitários e pias, na unidade feminina três compartimentos estão sem funcionar e outros três não possuem portas, restando poucas unidades para o uso da população.
Além da precariedade do local, usuários também denunciam a utilização do local como ponto de sexo entre alguns casais. “Ouvimos muitas histórias de gente que transa lá dentro, fica se masturbando na frente de quem entra, sem o menos respeito”, afirmou a usuária da estação Cremilda Lima Godoy.
O gerente de Equipamentos Urbanos, setor da Transalvador responsável pela manutenção das estações de ônibus, Mauricio Lima, informou que os banheiros públicos da Estação Mussurunga passarão por reforma. “Assim como aconteceu com as unidades da Estação Pirajá, vamos revitalizar toda a estrutura”, afirmou o gerente.
Embora não haja prazo para a entrega, ele garantiu que as obras devem começar dentro de um mês. Sobre a inadimplência junto às empresas terceirizadas, Lima disse que o problema está sendo resolvido e dentro de poucos dias a situação já deve estar regularizada. “Acredito que ainda esta semana a rotina dos trabalhadores terceirizados volte a ficar normal, com a realização da limpeza diária em todas as estações”, concluiu.
Fonte -  Tribuna da Bahia 11/04/2013

quarta-feira, 13 de março de 2013

O METRÔ DE SALVADOR - Um trem parado a 12 anos na estação do DESCASO

Metrô de Salvador

O PREJUÍZO PARA A CIDADE E A SUA POPULAÇÃO

Da Redação
A MAIS DE UM ANO A LICITAÇÃO DO SISTEMA METROVIÁRIO DE SALVADOR DEPENDE ÚNICA E EXCLUSIVAMENTE DA "BOA VONTADE" DA PREFEITURA EM DESTRAVAR A TRANSFERÊNCIA DO ATUAL METRÔ DE 6 KM JUNTAMENTE COM A CTS ( CIA DE TRENS DE SALVADOR) RESPONSÁVEL PELA ADMINISTRAÇÃO DO ATUAL METRÔ PARADO,INCOMPLETO E PELO DEGRADADO SISTEMA DE TRENS DO SUBÚRBIO.ESSE PERRENGUE VEM DESDE A "ADMINISTRAÇÃO" MUNICIPAL (se é que assim podemos chama-la) PASSADA E AGORA SE ESTENDE PELA ATUAL . ENQUANTO ISSO OS PROBLEMAS DE TRÂNSITO E TRANSPORTE EM SALVADOR SE AGRAVAM DE MANEIRA ACELERADA SEM QUE SOLUÇÕES SÉRIAS,EFETIVAS E BEM PLANEJADAS SEJAM SEQUER PENSADAS OU MESMO ESTUDADAS PELAS AUTORIDADES "RESPONSÁVEIS"POR ESSAS QUESTÕES.ENQUANTO ISSO A POPULAÇÃO QUE DEPENDE DE UM TRANSPORTE PÚBLICO HORROROSO,DEFICIENTE,ARCAICO,LENTO E DE PÉSSIMA QUALIDADE PARA OS SEUS DESLOCAMENTOS PELA CIDADE E "RMS" SOFRE VITIMA DA FALTA DE BOM SENSO, VISÃO E COMPROMISSO,DAQUELES QUE FORAM ESCOLHIDOS PARA CUIDAR DA NOSSA CIDADE E DA SUA POPULAÇÃO.É INADMISSÍVEL QUE UM TRABALHADOR CHEGUE A GASTAR 2:30 HS EM SEUS DESLOCAMENTOS DA CASA PRO TRABALHO E VICE VERSA PERFAZENDO UM TOTAL DE 5:00 HS (EQUIVALENTE A 2/3 DO TEMPO TRABALHADO), VÍTIMA DE UM TRANSPORTE PÚBLICO SEM CONFORTO, SEM SEGURANÇA,CARO,OBSOLETO E DOS ENGARRAFAMENTOS CONSTANTES CAUSADOS PELO EXCESSO DE VEÍCULOS EM CIRCULAÇÃO EM UMA CIDADE QUE CONVIVE COM A REGÊNCIA DE LEIS MUTANTES (LOUS,PDDU,etc de acordo com a conveniência dos seus administradores) E DA ABSURDA FALTA DE PLANEJAMENTO URBANO AO LONGO DE DÉCADAS. NÃO HÁ MAIS TEMPO PARA ESPERAS,PARA DEMORAS OU MESMOS NOVAS PROMESSAS,PACIÊNCIA TEM LIMITES,OU A POPULAÇÃO DE SALVADOR TOMA CONSCIÊNCIA JÁ,IMEDIATAMENTE,DA GRAVIDADE DA ATUAL SITUAÇÃO QUE SE ENCONTRA A NOSSA CIDADE NA QUESTÃO DA MOBILIDADE URBANA (e em muitas outras questões) E COBRA DE MANEIRA ENÉRGICA, FAZENDO VALER O SEU DIREITO COM CIDADÃO EXIGINDO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA A SOLUÇÃO IMEDIATA DESSA PENDÊNCIA OU EM BREVE AMARGARÃO TODOS,...O PESO E A CULPA PELA OMISSÃO.
Pregopontocom 13/03/13



FAÇA VOCÊ TAMBÉM A SUA PARTE ENTRE NESSA CAMPANHA,AJUDE A MELHORAR A NOSSA CIDADE "VAMOS SALVAR SALVADOR" "VAMOS SALVAR O NOSSO METRÔ"