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quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Requalificação de calçadas facilita acesso à Igreja de Sant'Ana em Salvador

Infraestrutura viária  👪

As intervenções facilitam o acesso de fieis à Igreja do Santíssimo Sacramento e Sant'Ana e melhoram o fluxo de veículos na região. As calçadas ainda receberam nova iluminação e piso tátil. O comerciário Leandro das Neves lembra que a intervenção "trouxe de volta os turistas.

Da Redação
foto - Manu Dias
Localizada no bairro de Nazaré e conhecida pela igreja fundada em 1723, a Ladeira de Santana recebeu novas calçadas e pavimentação. As intervenções facilitam o acesso de fieis à Igreja do Santíssimo Sacramento e Sant'Ana e melhoram o fluxo de veículos na região.
"Estou aqui nessa comunidade paroquial de Sant'Ana há quase 11 anos. Esse serviço de requalificação do entorno e da praça de Santana foi um trabalho muito bonito. É um trabalho que traz um benefício enorme para a comunidade transeunte, para quem frequenta a igreja e para o trânsito também", destaca o padre José Abel Pinheiro.
As calçadas ainda receberam nova iluminação e piso tátil. O comerciário Leandro das Neves lembra que a intervenção "trouxe de volta os turistas. Mesmo durante o processo da obra, as pessoas estavam voltando para tirar foto. É um local que dá para trazer a família".
Executadas pelo Governo do Estado, por meio da Companhia de Desenvolvimento Urbana (Conder), as obras fazem parte do projeto ‘Pelas Ruas do Centro Antigo’. A iniciativa investe R$ 124 milhões na pavimentação de vias e requalificação de calçadas da região central de Salvador.
Com informações da Sedur Ba.  17/08/2017 

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Melhorias na acessibilidade de ruas do Centro Antigo de Salvador

Infraestrutura Urbana  ♿  🚶

Um dos principais desafios do projeto é implantar melhorias na acessibilidade em vias antigas de Salvador. Nossa proposta é buscar em conjunto soluções para garantir a todos os cidadãos o direito de transitar com segurança e conforto pelo Centro Antigo de Salvador”, declara o gestor da Diretoria do Centro Antigo de Salvador (Dircas/Conder), Maurício Mathias, responsável pela execução do projeto.

Da Redação
foto - ilustração
A Companhia de Desenvolvimento Urbano de Salvador (Conder) e a Superintendência dos Direitos da Pessoa com Deficiência, da Secretaria Estadual de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (Sudef/SJDHDS) iniciam parceria para implementar melhorias na acessibilidade nas ruas do centro da cidade, que estão sendo requalificadas com o projeto ‘Pelas Ruas do Centro Antigo de Salvador’, do Governo do Estado.
“Um dos principais desafios do projeto é implantar melhorias na acessibilidade em vias antigas de Salvador. Nossa proposta é buscar em conjunto soluções para garantir a todos os cidadãos o direito de transitar com segurança e conforto pelo Centro Antigo de Salvador”, declara o gestor da Diretoria do Centro Antigo de Salvador (Dircas/Conder), Maurício Mathias, responsável pela execução do projeto.
A parceria entre as duas instituições já rendeu resultados positivos, a exemplo do projeto ‘Pelô Acessível’, circuito de 1,3 quilômetros de extensão, numa área que vai do Terreiro de Jesus ao Largo do Pelourinho, onde foram instalados rampas de acessibilidade, piso tátil e travessias de pedestres.
“Importante é verificar a preocupação do Governo do Estado com o direito do ir e vir de todos os cidadãos. As pessoas devem entender que as calçadas acessíveis não vão beneficiar apenas o cadeirante, mas outras pessoas com dificuldade de locomoção, como crianças e idosos”, lembra o superintendente dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Sudef/SJDHDS), Alexandre Baroni. Para ele, com esse novo projeto, será possível democratizar a mobilidade da região.

Pelas Ruas
O projeto foi planejado para ser executado por etapas, simultaneamente, em diferentes pontos do Centro Antigo. Assim, os bairros próximos foram interligados por cinco lotes, sendo quatro já iniciados. Um investimento de R$ 124 milhões.
Aos poucos, as calçadas danificadas, obstáculos para quem quer circular pela região do Centro Antigo de Salvador, vão sendo alargadas, ganhando rampas de acessibilidade, piso tátil, travessias para pedestres, 13 km de ciclofaixas, além de faixa de serviços ao longo do passeio, onde deverão ser alocados postes, lixeiras e dispositivos de sinalização para facilitar o acesso de pedestres e pessoas com necessidades especiais.
Com informações da Sedur Ba.  15/05/2017

quarta-feira, 20 de julho de 2016

#Nada atrapalha meu caminho: um mutirão para avaliar a acessibilidade

Acessibilidade

Mapeamento de lugares para receber pessoas com mobilidade reduzida acontece no dia 28 de julho em várias cidades do Brasil. Calçadas e transportes também estão na mira.O encontro de lançamento reuniu jornalistas de todo o Brasil e ativistas, entre eles o atleta Fernando Fernandes. Os debates foram mediados pelo jornalista Marcos de Sousa, editor do Mobilize Brasil.

Marcos de Sousa - Mobilize
Mobilize
#Nada atrapalha meu caminho é o mote da campanha lançada ontem (19) pelo aplicativo Biomob em parceria com a Advil Brasil . A ideia é estimular a mobilidade a pé nas cidades brasileiras e melhorar as condições de acessibilidade para todos, em especial para idosos e pessoas com deficiência.
O encontro de lançamento reuniu jornalistas de todo o Brasil e ativistas, como o atleta Fernando Fernandes, o arquiteto Mario Cezar da Silveira, o empresário Rodrigo Credídio, um dos criadores do app Biomob, e Elio Dilburt, representante da Pfizer Consumer Healthcare, fabricante do Advil. Os debates foram mediados pelo jornalista Marcos de Sousa, editor do Mobilize Brasil.
Como parte dessa campanha, na sexta-feira, 28 de julho, pessoas de todo o país estarão mobilizadas para avaliar a acessibilidade em centros esportivos, escolas, hospitais, shoppings e outros estabelecimentos comerciais, além de calçadas e pontos de acesso ao transporte público.
O aplicativo Biomob foi criado em 2015 como uma ferramenta para ajudar as pessoas a encontrarem locais acessíveis utilizando seus celulares. O mutirão é mais uma etapa de avaliação para ampliar o mapeamento dos estabelecimentos em cidades brasileiras. A população está convidada a participar, avaliando a acessibilidade de estabelecimentos por meio do aplicativo Biomob e, assim, promover cidades melhores para todos. Após um pequeno treinamento, todos sairão às ruas juntos, para visitar lugares acessíveis e, em tempo real, dar uma nota para cada item de acessibilidade.
Quem não puder comparecer à ação presencial pode contribuir mesmo assim. Ao visitar um local, basta procurá-lo no aplicativo e fazer a avaliação, a qualquer momento. O Biomob também detecta a localização do usuário e sugere lugares próximos - que atendam à necessidade específica dele – e também permite a busca por nome ou tipo de estabelecimento. Bares, restaurantes, academias, teatros, shoppings, hotéis e parques são avaliados com base na norma NBR 9050 – que estabelece as regras de acessibilidade para edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos - e recebem notas de 0 a 5 para todos os itens (calçada, entrada, banheiro adaptado, sinalizações etc.).

Direito de ir e vir

"Seja para trabalhar, passear, fazer compras ou estudar, nossa rotina está repleta de atividades e compromissos que envolvem a mobilidade. Idosos, gestantes, pais com carrinhos de bebê, obesos ou pessoas com deficiência física também precisam ter seu direito de ir e vir garantido. Por isso, por pensar na necessidade de todos os cidadãos e, principalmente, para inspirar as pessoas a realizarem o que elas desejam é estamos promovendo a campanha #Nada Atrapalha Meu Caminho junto com o Biomob", frisa Elio Dilburt, ao explicar porque a Pfizer está apoiando a ação do Biomob.

Envelhecimento da população
Durante o evento de ontem, em São Paulo, o arquiteto especialista em acessibilidade Mario Cezar da Silveira lembrou que acessibilidade é uma necessidade que todas as pessoas têm ou terão no futuro, devido ao envelhecimento, perdas funcionais, deficiência adquirida ou até mesmo uma gravidez. De acordo com o IBGE, o Brasil tem hoje 13 milhões de pessoas com deficiência motora, mais de 20 milhões de idosos, quase 19 milhões de obesos e 800 mil gestantes por ano. A previsão é que, em 2040, 27% da população tenha mais de 60 anos, ou seja, 55 milhões de pessoas. "Um local acessível é mais confortável para todos e a adaptação de um estabelecimento deve ser vista como investimento, já que incentiva a frequência de novos clientes”, reitera Mario Silveira.

Como obter o app Biomob
O aplicativo Biomob é gratuito para os usuários e também para as empresas que quiserem incluir seus estabelecimentos, desde que apresentem um nível mínimo de acessibilidade. O app está disponível para Android e Ios e também no site www.biomob.com.br. Biomob é uma iniciativa da Goodbros e da BioMais, empresas que atuam para melhorar o bem-estar das pessoas com deficiência, e tem o apoio do Advil Brasil.
Fonte - Mobilize Brasil  20/07/2016

terça-feira, 5 de julho de 2016

Intervenções da Conder no entorno da Fonte Nova já oferecem mais comodidade

Desenvolvimento Urbano

Serviços de substituição de meio-fio,demolição dos passeios antigos e construção de novos,com piso podotátil e granito polido,rampas de acessibilidade e a colocação de asfalto novo nas pistas (quando necessário),de veículos.Estão sendo investidos R$ 10,5 milhões em todo o projeto,com recursos dos governos estadual e federal,e obras sendo executadas pela Conder.

Da Redação
foto - Divulgação/Gov.Ba
Salvador - Palco das emoções para os apaixonados por esporte e cultura, a Arena Fonte Nova já apresenta o entorno à altura de sua história. Por meio do Plano de Reabilitação do Centro Antigo de Salvador, diversas intervenções estão sendo realizadas para a garantia da segurança e comodidade de quem passa pelo local.
Estão sendo realizados os serviços de substituição de meio-fio, demolição dos passeios antigos e construção de novos em concreto lavado, com piso podotátil e granito polido, assim como rampas de acessibilidade e a colocação de asfalto novo nas pistas (quando necessário), onde transitam diariamente milhares de veículos.
"Está ótimo. Antes estava tudo esburacado, a gente não conseguia andar direito, tinha que se desviar dos buracos. Agora está tudo pavimentadinho. Estou gostando", destaca a moradora Rosemeire Silva em vídeo da série Pelas Ruas, realizada pela Secretaria de Comunicação Social do Estado (Secom). A obra em andamento já traz benefícios para a população.
Estão sendo investidos R$ 10,5 milhões em todo o projeto, com recursos dos governos estadual e federal. As obras, executadas pela Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), vão beneficiar as ruas na poligonal ao redor do estádio, melhorando a qualidade de vida e potencializando o comércio local.
foto - Divulgação/Gov.Ba
As intervenções tiveram início na Avenida Presidente Costa e Silva, entre o estádio, seguindo até a Estação da Lapa. Esse trecho está em fase de conclusão, dependendo apenas da relocação dos postes por parte da Prefeitura para liberar a faixa de percurso para os pedestres.
A obra segue na Avenida Castelo Branco (Vale de Nazaré); a partir da Avenida Vasco da Gama, tangenciando o Dique do Tororó, até a Arena Fonte Nova; e em toda a Rua Djalma Dutra. As intervenções vão acontecer também na Avenida J.J.Seabra, da Sete Portas até a Estação Aquidabã.
"Antes da pavimentação, não tinha comércio quase nenhum por aqui. Hoje tem pizzaria, restaurante. Agora está melhor. [Após a requalificação], você pode andar com mais segurança nas ruas, sem cair e se machucar", destaca o cozinheiro José Luiz.
Com informações da Secom Ba  05/07/2016


sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Alfenas (MG) aprova Lei proibindo anúncio e obstáculos nas ruas

Acessibilidade

A lei complementar nº 24, de 23/12/2015, sancionada pelo prefeito Maurilio Peloso, altera o "Código de Posturas" do município, e cria critérios para o combate à poluição visual e a obstáculos colocados nas vias públicas e calçadas. O intuito é preservar o trânsito de veículos e pedestres, segundo o próprio texto da Lei.

O Melhor do Sul de Minas
imagem - O Melhor do Sul de Minas
A cidade de Alfenas, no Sul de Minas, aprovou uma lei que busca responder ao direito da população, em especial pedestres e deficientes, de caminhar livremente pelas calçadas, com maior acessibilidade e sem interferências físicas ou visuais.
A lei complementar nº 24, de 23/12/2015, sancionada pelo prefeito Maurilio Peloso, altera o "Código de Posturas" do município, e cria critérios para o combate à poluição visual e a obstáculos colocados nas vias públicas e calçadas. O intuito é preservar o trânsito de veículos e pedestres, segundo o próprio texto da Lei.

Sem propaganda
Com a nova legislação, ficam proibidos os usos de anúncios, cavaletes, placas, faixas, bandeiras, cartazes ou similares, quando provocarem aglomerações, poluição visual ou restrição de passagem, tais como propagandas publicitárias de qualquer espécie, do tipo faixas ou bandeiras em semáforos, cavaletes e bandeiras em calçadas e outras análogas. Uma das justificativas da medida é também que estes objetos são causadores de desatenção de motoristas e pedestres.
Nenhum tipo de propaganda, inclusive móvel, poderá ser feito em praças e vias públicas. Quem descumprir, e dispuser cavaletes ou placas em calçadas, praças e canteiros e faixas em semáforos está sujeito a receber multa de 10 UFPA (a Unidade Fiscal Padrão Alfenas equivale a aproximadamente R$ 140) e apreensão do material. Já bandeiras e faixas serão multadas em 5 UFPA e, havendo reincidência, com valor da multa dobrado.
Fonte - Mobilize  28/01/2016

sábado, 8 de agosto de 2015

Dia 8 é o Dia do Pedestre. E não há nada a comemorar

Mobilidade

Calçadas continuam esburacadas e os seres caminhantes continuam a ser tratados como gado. Pedestre, quem faz 40% do total das viagens/dia pelas ruas

Meli Malatesta*
Mobilize Brasil 
créditos - Marcos Santos/ USP Imagens
Dia 8 de agosto foi definido para ser o DIA DO PEDESTRE, muito embora como aconteça com as mães, todo dia é dia de ser pedestre. Segundo consta, a data surgiu em função da famosa foto dos Beatles atravessando uma faixa de pedestres para ser capa de um de seus mitológicos LPs. Também poderia ser outra data, como por exemplo, o dia em que o genial Adoniran Barbosa compôs ou gravou a belíssima Iracema, a melhor crônica já feita de um atropelamento paulistano ...
Mas melhor do que chamar a atenção para o atropelamento, o acidente que mais fataliza a população brasileira, vale a pena destacar o PEDESTRE como aquele cara que fica com o “fim da festa” ao se dividir o espaço público e o tempo de direito de uso destes espaços nas nossas cidades . Mesmo assim é um corajoso, campeão de presença, já que as viagens cotidianas feitas exclusivamente a pé correspondem quase à metade (40%) do total das viagens diárias feitas em ambientes urbanos precários, que submetem seus heróis ao estresse e ao medo.
Assim ainda não há ainda o que comemorar, mas sim chamar a atenção de toda a sociedade para a importância da mais primordial e importante forma de deslocamento e assim cobrar, de si mesma e do poder público, posturas e obrigações que permitam proporcionar à Mobilidade a Pé seu real desempenho com dignidade, eficiência e harmonia necessárias à vida urbana com qualidade.
*Meli Malatesta - Doutora e ativista
Fonte - Mobilize  07/08/2015

segunda-feira, 23 de março de 2015

Motorista em Recife cobra fim da corrupção,mas estaciona carro na calçada

Mobilidade

Em Recife motorista cobra fim da corrupção, mas estaciona na calçada.- As calçadas teriam a função original, a de ser espaço para os pedestres, resgatada, em lugar de serem vagas de estacionamento, vitrines e continuidade de bares, restaurantes e oficinas. As mensagens de adesivos teriam o sentido reforçado e os responsáveis por divulgá-las em seus carros deixariam de ter dedos apontando incoerências sobre suas cabeças.

Jaílson da Paz 
Diário de Pernambuco
foto André Duarte/Divulgação
Quem nunca ouviu, seja por aconselhamento ou seja por crítica, o recado de que “um erro não justifica outro?” A afirmação, ao se andar pelas ruas do Recife, deixou de ser levada a sério. Ou talvez, pela falta do exercício da autocrítica, motoristas tenham esquecido de que cidadania possui mão dupla. Por um lado, é legítimo se cobrar correção do poder público e daqueles à frente da gerenciamento desse poder, mas por outro também se é cobrado a contribuir para o bom funcionamento da cidade, do estado e do país. Compreendido isso, flagrantes iguais ao da Rua Deputado Pedro Pires Ferreira, no bairro da Jaqueira, diminuiriam bastante.
As calçadas teriam a função original, a de ser espaço para os pedestres, resgatada, em lugar de serem vagas de estacionamento, vitrines e continuidade de bares, restaurantes e oficinas. As mensagens de adesivos teriam o sentido reforçado e os responsáveis por divulgá-las em seus carros deixariam de ter dedos apontando incoerências sobre suas cabeças.

Em queda…
A mobilidade agradece se a média mensal do crescimento da frota pernambucana for mantida. A média de janeiro e fevereiro foi de 0,4% e repetindo-se o ritmo chegaria a 4,8% em dezembro. No ano passado, a frota teve um salto de 6,6% e o estado atingiu a marca de 2.627.802 veículos.

…Há cinco anos
A queda no percentural de crescimento da frota vem sendo contrabilizada pelo Detran desde 2010, quando se registrou 12,1%, o maior aumento dos últimos 24 anos. Desde então, a curva de carros emplacados pela primeira vez apenas desceu, anotando-se 11,7% em 2011, 9,9% em 2012, 8,1% em 2013.
Fonte - Mobilize  23/03/2015

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Cabos elétricos colocam em risco a vida de quem vai a uma praia em Salvador

Salvador

O risco de acidentes envolvendo cabos elétricos é uma constante entre os pedestres em Salvador.Na praia de Pituaçu, próximo ao circo Picolino, o desnível na calçada causado pela falta da tampa que protegeria os fios afeta principalmente os ciclistas.

Kelly Cerqueira - TB
TB
Em vários pontos da Orla de Salvador, caixas subterrâneas de acomodação de material elétrico estão danificadas, expondo ligações elétricas que alimentam os postes públicos de iluminação.
De responsabilidade da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop), a situação se repete em vários pontos de Salvador, não se restringindo apenas à região da orla marítima.
Na praia de Pituaçu, próximo ao circo Picolino, o desnível na calçada causado pela falta da tampa que protegeria os fios afeta principalmente os ciclistas.
Os poucos centímetros que separam o buraco da ciclovia fizeram com que o estudante Fernando Santos Souza invadisse a área destinada para os pedestres para não correr o risco de sofrer um acidente. “Se a bicicleta cair aí, o pneu estoura na hora. Sem contar o risco de choque elétrico”, justificou.
Quem também reclamou da situação foi Rodrigo Bahia, morador do jardim Califórnia. “Quando havia barraca de praia aqui na Orla eu pisei em um fio solto na areia e tomei choque. Nunca esqueci disso, então já ando de olho nestas coisas”, contou. Frequentador assíduo da orla, ele diz que nunca presenciou um acidente envolvendo a fiação pública, mas garante que a situação das caixas subterrâneas na orla é um risco constante.
“São fios descascados. Não precisa ser um expert em eletricidade para ver que isso aí pode causar um acidente. Se chover, qualquer material pode virar um condutor e acabar machucando alguém”, continuou. A aposentada Vânia Cássia alerta que o quadro é encontrado em vários pontos da cidade e não só na Orla. “Tudo isso é falta de manutenção. Antigamente a prefeitura tampava esses compartimentos com chapas de ferro, mas acabou trocando o tipo de material para concreto por conta da ação de vândalos que acabavam furtando para trocar em ferros velhos”, informou.
Segundo ela, com a mudança, a tampa das caixas passou a ser feita de concreto e, a cada necessidade de manipular os fios subterrâneos, é preciso quebrar as estas estruturas. “A gente pode resumir o problema como falta de manutenção. O município está focando em grandes obras, mas pequenas manutenções também são importantes para manter a cidade funcionando bem”, opinou o engenheiro civil José Luiz.
Na última quarta-feira (25), a Tribuna entrou em contato com a Semop para saber quando a situação no local será regularizada. O órgão municipal ficou de enviar, no mesmo dia, representantes das empresas terceirizadas para verificar o quadro na Orla. Na tarde da última sexta-feira, um novo prazo para a resolução do problema foi apresentado pela Semop, ficando o conserto das irregularidades para o início desta semana.
Fonte - Tribuna da Bahia  01/12/2014

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

A falta de rampas dificulta acessibilidade em Salvador

Acessibilidade/Salvador

A situação se agrava em bairros da periferia e no centro da cidade, conforme Giese Nascimento, analista técnico do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia da Bahia (Crea-BA).

Priscila Machado - A Tarde
Fernando Amorim | Ag. A TARDE
Em ruas onde existem faixas de pedestre, as rampas de acessibilidade são obrigatórias, de acordo com a Norma Brasileira (NBR) 9.050, da Associação Brasileira de Normas Técnicas. Em Salvador, entretanto, esta regra é desrespeitada.
Das 20 faixas vistas pela equipe de A TARDE, apenas cinco tinham rampas de acesso. A situação se agrava em bairros da periferia e no centro da cidade, conforme Giese Nascimento, analista técnico do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia da Bahia (Crea-BA).
O Comércio, no centro da cidade, foi o bairro visitado pela reportagem que concentrava o maior número de faixas sem rampas de acesso (seis das oito vistas).
No Caminho das Árvores, a ausência desse equipamento é menos frequente (das seis vistas, apenas duas não contavam com rampa).

Telma pede ajuda para subir no passeio na rua Milton Cayres de Brito, no Caminho das Árvores

Também engenheiro e arquiteto, Giese lembra que o texto da Norma Brasileira de Acessibilidade diz que todo o percurso deve ser contínuo e desimpedido, para que as pessoas possam circular com conforto e segurança.
"No entanto, o que vemos são passeios estreitos, esburacados, com piso inadequado e bloqueado por ambulantes, árvores e postes", diz.
Para ele, Salvador é uma cidade inacessível. "A iniciativa da prefeitura, de reformar os passeios, é louvável, mas tardia", acrescenta.
Conforme Fábio Mota, titular da Secretaria de Urbanismo e Transporte (Semut), as rampas também devem ser construídas pelos proprietários dos passeios. "Assim como o piso tátil, o proprietário deve acrescentar a inclinação no projeto", afirma.
Apenas em calçadas públicas é obrigação da prefeitura implantá-las, de acordo com o secretário.
Proprietários notificados pela Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município (Sucom) dizem desconhecer a obrigatoriedade da rampa.
"O documento que recebi pede apenas para implantar o piso tátil. Não diz nada a respeito de inclinação", diz um proprietário, que preferiu não se identificar.

Sacrifício
A cadeirante Telma de Jesus, 29, sabe bem o que é lidar com a ausência de rampas e faixas de pedestre na cidade.
Moradora de Camaçari, ela trabalha como assistente administrativa em um edifício da avenida Tancredo Neves e todos os dias vai ao trabalho sozinha em uma cadeira de rodas motorizada.
Ao atravessar a rua professor Milton Cayres de Brito, Caminho das Árvores, ela precisa da ajuda de mototaxistas ou ambulantes para subir no passeio, porque uma das rampas está quebrada. Além disso, atravessar a rua é muito difícil, porque a faixa de pedestre que existia no local está apagada.
"É uma luta diária, mas não quero ficar desempregada, porque fico ansiosa em casa", diz. Telma conta que perdeu o movimento das pernas aos 11 anos, após uma queda.
Fonte - A Tarde  05/09/2014

sábado, 19 de julho de 2014

Andar pelas calçadas em Salvador é uma operação de risco para a saúde

Salvador

Em horário de pico, principalmente, é possível encontrar inúmeras pessoas se arriscando ao caminhar pela pista, por não ter espaço na calçada, além de alguns carros tomarem parte da lateral da pista. Como se não bastassem, veículos passam em alta velocidade na pista, e chegam a reclamar das pessoas nas ruas.

Rayllanna Lima - TB
Arquivo - Pregopontocom
Lixo, buracos e objetos atrapalhando a passagem de pedestres, veículos estacionados e carcaça de carros nas calçadas ainda são comuns na capital baiana, apesar do empenho da Prefeitura para fazer a fiscalização. Basta dar um giro na cidade para perceber as irregularidades. Com a situação, transeuntes são obrigados a caminhar pela pista, ficando vulneráveis a acidentes.
A Rua Djalma Dultra é um exemplo de local onde é possível encontrar essas irregularidades. Do início ao fim da rua, carros ficam estacionados em passeios, lixos espalhados pelas calçadas, buracos e objetos são encontrados no caminho dos pedestres.
Em horário de pico, principalmente, é possível encontrar inúmeras pessoas se arriscando ao caminhar pela pista, por não ter espaço na calçada, além de alguns carros tomarem parte da lateral da pista. Como se não bastassem, veículos passam em alta velocidade na pista, e chegam a reclamar das pessoas nas ruas.
“Já quase fui atropelada aqui, enquanto ia para o trabalho. Quando não é carro no passeio, é lixo impedindo a passagem. Sem falar nos diversos buracos que têm nas calçadas. É uma vergonha!”, exclamou a faxineira, Diana da Silva, 42.
Outra queixa de muitos transeuntes da Djalma Dultra é relacionada aos passeios que se encontram com buracos, entulhos, e objetos que dificultam a passagem. No início dessa semana, um trabalhador da região caiu dentro de um buraco e torceu o pé. “Não tinha sinalização nenhuma, me descuidei e caí. Por sorte não fraturei o pé, mas com a torção estou estou impossibilitado de trabalhar”, disse Crispiniano Oliveira, 56.
Já no bairro de Mussurunga, uma das maiores queixas é a presença de carcaças de carros pela rua. “Em cada 5 metros deve ter pelo menos uma carcaça aqui. Não sei de onde vem tanto carro. O pior de tudo são as oficinas que não têm espaço para guardar os carros, e deixam espalhados pela rua”, disse um morador que preferiu não se identificar.
“Uma vez vi um rapaz estacionando o carro, e questionei o lugar. Ele disse que o mesmo direito que eu tinha de passar por ali, ele tinha também”, contou a vendedora Eliane Soares, na Djalma Dultra.
Diferente do que pensa o motorista questionado por Eliane, estacionar em passeios é infração grave. A fiscalização da Operação Tolerância Zero, realizada pela Superintendência de Trânsito e Transporte de Salvador (Transalvador), foi intensificada em toda a cidade.
De acordo com o órgão, o condutor que for autuado poderá ter seu carro removido para o pátio, além de tomar multa de cinco pontos na carteira, por estacionamento proibido. O condutor autuado terá que desembolsar R$ 264,25 para a taxa de reboque, somada às diárias de permanência no pátio, que custa R$ 42,28. Além da multa por estacionamento em local proibido no valor de R$ 127,69.
O veículo pode ser retirado do pátio pelo proprietário, mediante apresentação do documento do carro e Carteira de Habilitação e pagamento da(s) diárias(s) e reboque.
Fonte - Tribuna da Bahia  19/07/2014

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Calçada, terra de ninguém

Mobilidade

A primeira constatação da falta de prioridade para o ato de caminhar é a exclusão legal da calçada do “sistema de mobilidade”, com a atribuição ao proprietário do lote da responsabilidade de construir e cuidar das calçadas.

Por
Eduardo Alcântara de Vasconcelos

Nas cidades brasileiras andar a pé é a forma mais utilizada de deslocamento, compreendendo entre 35% e 45% das viagens diárias das pessoas. No entanto, nossas políticas de mobilidade historicamente ignoraram o ato de caminhar.
A primeira constatação da falta de prioridade para o ato de caminhar é a exclusão legal da calçada do “sistema de mobilidade”, com a atribuição ao proprietário do lote da responsabilidade de construir e cuidar das calçadas. Esta decisão torna explícito o conceito implícito na decisão: o ato de caminhar não é considerado um assunto público, mas privado. Em conseqüência, toda a engenharia viária foi desenvolvida com atenção exclusiva à pista de rolamento dos veículos.
Nos projetos de transporte a calçada é não apenas ignorada como não dispõe de método técnico para seu dimensionamento físico, de forma a que seja confortável, segura e compatível com o fluxo de pedestres. Ao contrário dos métodos de dimensionamento de vias de trânsito veicular – que se encontram às centenas na literatura técnica – os técnicos brasileiros não têm nenhuma forma de dimensionar a calçada para acomodar adequadamente o fluxo provável de pedestres.
Isto tem o beneplácito geral das pessoas, que em sua maioria aceita a posição do pedestre como cidadão de segunda classe. A calçada é “terra de ninguém” e, portanto, ninguém precisa se preocupar com ela. Como conseqüência, não há nenhuma prefeitura no Brasil que tenha um mapa detalhado de todas as suas calçadas, ao passo que a maioria tem um mapa detalhado de todas as vias para os veículos.
Nas cidades brasileiras a maioria das calçadas tem condições inadequadas e inseguras para os pedestres, o que foi demonstrado por estudos feitos nas universidades brasileiras e o por organizações não governamentais como o Mobilize.
Existe grande variedade de pisos em um mesmo quarteirão, a largura é freqüentemente insuficiente para acomodar os pedestres com conforto, há obstáculos de toda ordem à circulação fluida das pessoas, em terrenos acidentados as rampas de acesso de veículos aos lotes transformam a calçada em uma escada. Na pesquisa do Mobilize feita em 228 ruas de 39 cidades do país a nota final foi de 3,4 em uma escala de 1 a 10.

Adicionalmente, a presença de buracos, obstáculos e irregularidades leva a muitos acidentes: um estudo do Hospital das Clínicas de São Paulo feito em 2001 mostrou que 9,5% das pessoas que deram entrada no pronto-socorro eram pedestres que caíram na calçada e uma pesquisa domiciliar feita no estudo IPEA/ANTP sobre custos dos acidentes de trânsito mostrou que ocorriam na Região Metropolitana de São Paulo 91 mil quedas de pedestres em calçadas por ano, com um custo hospitalar de R$ 2.500 por pessoa.
A posição secundária do pedestre dentro das políticas de circulação pode ser vista também por um estudo feito nos semáforos de São Paulo, que mostrou que os pedestres encontram 52 situações distintas para atravessar as vias, ao passo que condutores de veículos encontram apenas 11, o que mostra que os cruzamentos foram projetados para condutores de veículos e não para pedestres, dentro da visão tradicional que privilegia os veículos. Pode ser acrescentado que a maioria dos cruzamentos com semáforos no Brasil não têm focos dedicados a pedestres.
Por último, mas igualmente importante, os pedestres não dispõem de sinalização de orientação para os seus deslocamentos. Quem caminha não encontra indicações sobre a direção a seguir para chegar a equipamentos públicos, museus, zonas de comércio, pontos de parada de transporte público e outros destinos desejados.
Apesar de todos estes problemas, são raros os movimentos individuais ou sociais na defesa dos interesses de pedestres ou ciclistas. Salvo movimentos pontuais, causados por situações específicas (por exemplo, protestos pela interrupção de circulação em áreas de obras), nada de relevante aconteceu em relação a uma atuação política concreta e permanente por parte dos usuários de calçadas.
É um caso claro de auto-admissão de cidadania de segunda classe, como se isto fosse natural e justo: para isto, basta lembrar que o pedestre no Brasil, quando atravessa a rua sobre uma faixa de pedestres, agradece o motorista que o deixa passar.

Por todos estes motivos, uma das ações mais importantes que podemos fazer é insistir na discussão do tema, na divulgação de dados e experiências bem sucedidas e na organização das pessoas para introduzir definitivamente o ato de caminhar nas nossas políticas de mobilidade.

Eduardo Alcântara de Vasconcellos é sociólogo e engenheiro com pós-doutorado pela Universidade de Cornell (EUA), consultor da ANTP - Associação Nacional dos Transportes Públicos
Fonte - Do blog Mobilidade de Tânia Passos (DP)

terça-feira, 22 de abril de 2014

São Paulo cria espaço destinado às pessoas em vagas de carros na rua

Cidade 

A primeira estrutura foi construída na rua Padre João Manuel, nos Jardins, próximo à Avenida Paulista. O local ganhou novos assentos, floreiras e paraciclos. A iniciativa tem como objetivo humanizar e democratizar o uso da rua e desenvolver espaços de convivência que possam proporcionar aos pedestres maior interação social.

TB
Mais espaço para a convivência, em São Paulo
O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad inaugurou o primeiro ‘parklet’ na cidade, espaço temporário de lazer instalado sobre vagas de estacionamento de automóveis em espaços públicos.
A primeira estrutura foi construída na rua Padre João Manuel, nos Jardins, próximo à Avenida Paulista. O local ganhou novos assentos, floreiras e paraciclos. A iniciativa tem como objetivo humanizar e democratizar o uso da rua e desenvolver espaços de convivência que possam proporcionar aos pedestres maior interação social.

Os parklets são plataformas que podem ser equipadas com bancos, floreiras, mesas, cadeiras, guarda-sóis, aparelhos de exercícios físicos, paraciclos ou outros elementos de mobiliário, sempre com a função de recreação ou de manifestações artísticas.
A instalação da estrutura poderá ser de iniciativa da Administração Pública ou de qualquer munícipe (pessoa física ou jurídica). Os custos financeiros referentes à instalação, manutenção e remoção do parklet são de responsabilidade exclusiva do mantenedor.
“Qualquer calçada que respeite os termos do decreto pode ser estendida. A pessoa pode ser comerciante, um lojista, pode ter um restaurante e eventualmente a própria comunidade pode ter interesse em manter o Parklet. A manutenção é privada e a fruição é pública, ou seja, você não pode privatizar o espaço, você não pode reservar o espaço para o seu uso pessoal. Ele é um espaço público, é uma extensão do calçamento”, disse Haddad.
Criados em São Francisco, nos EUA, os parklets surgiram como forma de converter o espaço do estacionamento dos automóveis na via pública em áreas recreativas temporárias, estimulando a discussão do uso dos espaços da cidade de forma mais equilibrada. No Brasil o conceito de parklet surgiu em São Paulo, em 2012. A primeira implantação aconteceu no ano seguinte, liderada por um grupo composto por arquitetos, designers e ONGs.












Fonte - Tribuna da Bahia 21/04/2014

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Sucatas atrapalham a vida de pedestres na cidade

De olho na Cidade

Muitos moradores da região têm reclamado da falta de organização dos donos que deixam o material no meio da passagem, nas calçadas e até na pista, causando problemas para pedestres e motoristas. 

Maíra Côrtes - TB
Sucatas atrapalham pedestres
Foto: Romildo de Jesus/Tribuna da Bahia
Ao longo da Avenida Afrânio Peixoto (Suburbana) é possível encontrar dezenas de pontos de ferro velho. Muitos moradores da região têm reclamado da falta de organização dos donos que deixam o material no meio da passagem, nas calçadas e até na pista, causando problemas para pedestres e motoristas.
Além disso, alguns comerciantes de peças usadas daquela localidade fazem atendimento e serviços no próprio passeio, dificultando ainda mais a vida de transeuntes, que têm de disputar espaços com os carros. A situação se complica ainda mais no sentido centro da cidade. “Em horário de pico, seja pela manhã ou final da tarde, o trânsito fica muito ruim porque é muito carro parado no lado direito. São veículos quebrados ou simplesmente que ficam estacionados”, reclama o servente Valfredo Santos.
O comerciante Raimundo Cardoso disse que não acha justo ocupar as calçadas com resto de maquinário ou mesmo de carros. “O que acontece aqui é muito perigoso. O passeio tem que ficar livre para o pedestre. Seria muito melhor se alguns donos de ferro velho arranjassem um local para seu material e liberassem as calçadas”, sugere ele, que tem uma loja de autopeças na região, mas que não atrapalha o fluxo normal. A Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop) tem realizado apreensões de sucatas em diversos bairros de Salvador. O material apreendido é encaminhado para o depósito da Prefeitura, no Setor de Guarda de Bens Apreendidos, no bairro da Fazenda Grande do Retiro (Avenida General San Martin, 734).
Caso o veículo não seja retirado em até 60 dias, o material é leiloado ou doado a instituições de caridade. A multa para quem teve a carcaça apreendida é de R$ 562. Para quem desejar denunciar veículos abandonados, basta entrar em contato com o Setor de Serviços Diversos da Semop, através dos números 156 ou 3186-5134. Se o veículo está obstruindo o tráfego ou cometendo alguma irregularidade no trânsito, a Superintendência de Trânsito e Transporte de Salvador (Transalvador) orienta que a pessoa ligue para o 118 e solicitar a remoção.
Fonte - Tribuna da Bahia  04/04/2014

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Bairro da Barroquinha é um buraco só

Cidade


Carros transitam com dificuldade entre a Barroquinha e as ruas estreitas da região

Rayllana Lima - TB
Já não é novidade que os soteropolitanos sofrem com constantes buracos que aparecem pela cidade. No bairro da Barroquinha, local onde transitam muitos pedestres e onde estão instaladas várias lojas, a quantidade e dimensão dos buracos são revoltantes.Comerciantes alegam que a situação tem gerado prejuízos, principalmente em dias chuvosos.
No fim de linha da Barroquinha, o calçamento deu lugar aos buracos. Buracos são obstáculos para pedestres, veículos e, principalmente, pessoas com deficiência. Mas quem já não suporta mais a situação do bairro são os comerciantes.
“Nesses dias de chuva, os buracos ficam inundados. Os carros passam e jogam água por toda mercadoria. Quando jorra lama em roupa branca, perdemos a mercadoria porque enferruja”, desabafou a comerciante Edvanda Moreira, 51.
Ela ainda informou que são os próprios comerciantes da região que se mobilizam pra melhorar o lugar. “Minha coluna já anda doendo de tanto tirar água dos buracos. Pagamos licença, o IPTU já está chegando, e nada é feito. É um descaso total”, completou.
Assim como dona Edvanda, a comerciante Maria José ajuda a retirar água das crateras para evitar que produtos sejam perdidos. “Se nós não nos mobilizarmos, nada é feito. Já tem mais de cinco anos que estamos nessa situação”, informou.
Durante a tarde de ontem (28), o entregador de mercadorias Wellington Barbosa, 36, afirmou que é um transtorno passar pelo local. “Tenho que fazer entregas diárias e passo por essa rua todos os dias. O carro está sempre pesado e já caí várias vezes em buracos. É um absurdo”, exclamou.
Comerciantes informaram que, diariamente, cinco a seis carros chegam a cair nos buracos. “Caiu um carro na segunda-feira, que, pra sair, precisou ser empurrado. Os próprios comerciantes que juntam entulhos para tapar os buracos. Mas como passam muitos carros, fecha um e abre outro”, informou um vendedor que preferiu se identificar apenas com Alfredo.

Até o fechamento dessa matéria, a equipe de reportagem da Tribuna tentou entrar em contato com a Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município (Sucom),
Fonte - Tribuna da Bahia  29/01/2014

sábado, 30 de novembro de 2013

QUEM VAI BOTAR ORDEM NESSA BAGUNÇA???!!!!...

Salvador

BAIXA DE QUINTAS O INFERNO É AQUI

Da Redação

Transito desorganizado e travado,carros estacionados nas calçadas e em fila dupla ou atravessados nas vias.Oficinas estrelas em cima das calçadas e ao longo das vias,comércios irregulares,locais públicos ocupados com oficinas e um sucatão, calçadas bloqueadas,pedestres obrigados a andarem pelo meio da rua dividindo o espaço com os veículos,ônibus presos no engarrafamento,uma baderna total,... FISCALIZAÇÃO??????...... NENHUMA.
Tempo que levamos hoje pela manhã as 10:45 hs para dar uma volta completa (contornar) nas duas vias de mão única,(entrada e saída) no local,quase uma hora,(52 minutos) entrando e retornando a Av.Heitor Dias (Bairro Reis) num percusso de menos de "dois Km". - Fomos ao local para comprovar - ISSO É SALVADOR....UMA CIDADE "NÃO" PARA PESSOAS.
Pregopontocom 30/11/2013






















































domingo, 29 de setembro de 2013

Calçadas em Salvador servem para tudo... menos para os pedestres

Mobilidade

Faça um passeio de 15 minutos pelas calçadas de Salvador e veja os absurdos.O “Movimento Passeio Livre – Salvador” analisa as condições dos passeios públicos da cidade por meio de imagens, textos e estudos de caso.

CicloVivo
foto - ilustração/Pregopontocom
Estudantes da Escola Politécnica da UFBA (Universidade Federal da Bahia), em Salvador, criaram um blog para mostrar as péssimas condições das calçadas na capital baiana.
De acordo com o grupo, a circulação de pedestres é dificultada por falta de infraestrutura e por situações de desrespeito da própria população. Em ambos os casos, os moradores ficam expostos a diversos tipos de riscos.
O “Movimento Passeio Livre – Salvador” analisa as condições dos passeios públicos da cidade por meio de imagens, textos e estudos de caso. O grupo aponta os erros e sugere mudanças para que a mobilidade seja facilitada.
O grupo se propõe a analisar tanto a manutenção de calçadas, como os perigos de determinadas vias – é o caso das regiões em que os pedestres precisam sair da calçada e caminhar pela pista de automóveis, por exemplo.
Má colocação de postes, presença de lixo na calçada, veículos estacionados em cima do passeio público e falta de sinalização são alguns dos empecilhos apontados pelo movimento. O material produzido pelos estudantes conta com a ajuda do professor Asher Kiperstok, do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental da UFBA.
“A cidade não está preparada para os portadores de necessidades especiais (cadeirantes, deficientes visuais, gestantes, pessoas com mobilidade reduzida e idosos). Em Salvador, o passeio não é adequado para a parcela sem deficiência da população, muito menos para os deficientes”, afirmou a arquiteta Lorena de Souza Moreira, em entrevista ao Movimento Passeio Livre.
O nome escolhido é uma alusão ao movimento passe livre, que ficou muito conhecido em junho devido às manifestações pela redução da passagem dos transportes públicos.
O grupo convida os soteropolitanos a também enviarem suas denúncias. As fotos, junto à explicação de onde foram tiradas, devem ser enviadas para o e-mail  - passeiolivresalvador@gmail.com. - Blog Movimento Passeio  Livre.
Fonte - Tribuna da Bahia 29/09/2013

Veja o vídeo feito pelo grupo


quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Dia mundial sem carro. Vá de ônibus, metrô, a pé ou de bicicleta

MOBILIDADE



Tânia Passos
Mobilidade Urbana
Dia 22 de setembro é o Dia Mundial Sem Carro. É um movimento que surgiu na França, no final dos anos 90 e chegou ao Brasil em 2001. O objetivo principal da iniciativa é estimular uma reflexão sobre os problemas causados pelo uso intenso de automóveis como forma de deslocamento, sobretudo nos grandes centros urbanos, e um convite ao uso de meios de transporte sustentáveis.
A idéia é deixar o carro na garagem e buscar formas alternativas de transporte, diminuindo a quantidade de veículos nas ruas e reduzindo assim os congestionamentos, e consequentemente, a poluição.
Boa opção para quem deseja aderir ao Dia Mundial Sem Carro é utilizar o ônibus ou a bicicleta como meio de transporte. No caso da bike, além de permitir a prática de uma atividade física simultânea ao deslocamento, ela ajuda a diminuir a poluição e é minimamente afetada por engarrafamentos.
Pensando nisso, durante os dias 18 e 25 deste mês de setembro, em Recife, alguns voluntários estarão dispostos a ajudar aqueles que têm vontade de pedalar ao trabalho, mas tem receio, por qualquer que seja o motivo.
A iniciativa partiu de Rudiney Barbosa, da Ameciclo (Associação Metropolitana de Ciclistas da Grande Recife) e conta com o apoio do Porto Digital. “Há um tempo atrás, uma empresa de comunicação daqui de Recife promoveu um dia de bike ao trabalho, para seus funcionários. A empresa criou um bicicletário e forneceu um café da manhã no tal dia. Neste mês de setembro, devido esta data do dia mundial sem carro, pensei em aumentar a abrangência desta ideia”, conta Rudiney.
A campanha não se restringirá apenas à Semana do Trânsito. Os voluntários prometem atender a todos os inscritos. Para participar, basta se inscrever aqui https://docs.google.com/forms/d/1zcDONaW8XTamG_80yT_Zq3zJ-5LYh7ncD2YcOzYLCSU/viewform e um voluntário lhe acompanhará da sua casa ao trabalho.


Sobre a campanha
O objetivo é estimular a reflexão sobre a real necessidade da utilização de seu carro, visando à percepção sobre a existência de outros meios de transporte alternativos, em Recife.
A Bicicleta pode e deve ser utilizada, no mínimo em pequenos deslocamentos contribuindo dessa forma parar a melhoria da mobilidade de sua cidade. Pois pedestres e ciclistas, assim como os veículos motorizados, compõem o trânsito.
Sobre os Condutores-Voluntários:
São pessoas que já utilizam a bicicleta em seus deslocamentos e estão dispostas a te conduzir. Fazendo com que aos poucos você tenha a opção de mais um modal. Muitos condutores são cidadãos, que assim como você, desejam uma cidade melhor pra se viver e voltada para as pessoas, alguns são Bike Anjos, outros são Ameciclistas (associados da Ameciclo – associação metropolitana de ciclistas do grande Recife), ou simplesmente entusiastas da Bicicleta.
Fonte - Blog Mobilidade Urbana (Diário de Pernambuco)  19/09/2013

COMENTÁRIO PREGOPONTOCOM 

O grande problema é que em Salvador  isso é muito pouco provável e bastante difícil,ainda não temos um METRÔ aguardado a 13 anos,o precário TREM do suburbio vem resistindo heroicamente embora caindo aos pedaços, o transporte público por ÔNIBUS é uma imoralidade,a cidade esburacada,a inexistência de sistemas cicloviários que incentive e possibilite o uso da bicicleta na cidade,calçadas degradadas em péssimas condições de uso e conservação e sem sinalização,e a maior parte dos pretensos projetos para a mobilidade urbana são sempre voltados a beneficiar a circulação dos automóveis, o transporte individual...muito complicado,muito difícil,...mais mesmo assim vamos lá.....VAMOS TENTAR

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Calçadas de Salvador um problema para os pedestres

Cidade
Postes, buracos e falta de espaço atrapalham pedestres
Falta de espaço para circulação nos passeios é um desafio enfrentado pela população 
Há trechos da orla em que o espaço da calçada mal permite que o pedestre caminhe


Foto: Reginaldo Ipê
Calçadas de Salvador têm até postes

Rayllana Lima
Como se enfrentar a buraqueira pelas calçadas de Salvador já não causasse transtornos suficientes, o soteropolitano é obrigado a desviar de postes localizados bem no meio das calçadas para chegar ao local de destino. É o que vem acontecendo na Avenida Otávio Mangabeira.
Na calçada da boate Night Club, localizada entre o restaurante Paraíso da Carne do Sol e o Hotel Nacional INN, pedestres precisam disputar espaço com um poste e, em casos extremos, passar pelas vias dos carros, colocando as próprias vidas em risco. A equipe da Tribuna da Bahia esteve no local e testemunhou o transtorno que o pedestre enfrenta ao passar pelo passeio, ao lado da boate.
Carolina Nascimento, 25 anos, moradora da Rua Fernando de Noronha – rua que também dá acesso à boate –, costuma passar quase todos os dias pelo local para visitar a tia e reclama da situação. “É visível que a boate toma um pequeno espaço da calçada, mas o que atrapalha mesmo é o poste que fica bem no meio. Os magrinhos podem até passar encolhidinhos, quase se encostando à parede da boate. Mas as pessoas cheiinhas,como eu, têm que desviar e invadir a pista. Isso é muito perigoso, colocamos nossa vida em risco porque os carros passam em alta velocidade”, desabafou a estudante.
A estudante também se diz insatisfeita com a estrutura do passeio. “As pessoas ainda têm que desviar dos buracos da calçada. O concreto está todo destruído. Se não prestar atenção, a pessoa corre até o risco de tropeçar ou cair em um dos buracos e torcer o tornozelo”, reclamou.
A equipe de reportagem deste jornal tentou entrar em contato com a Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo (Sucom), mas não obteve retorno até o fechamento desta matéria.
Na Avenida Magalhães Neto, sentido Iguatemi, a situação da ausência de espaço na calçada à direita também é visível. Há trecho em que apenas o poste ocupa toda a largura do passeio.
Fonte - Tribuna da Bahia  09/09/2013

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

SALVADOR "NÃO" TEM JEITO....

Nem fiscalização.......

estacionamento em cima do passeio-rua C.Gomes
estacionamento em cima do passeio - rua C.Gomes









estacionamento em cima do passeio - rua J.das Botas
estacionado em local proibido - rua J.das Botas

carga e descarga -Av Sete (Campo Grande)

estacionado no meio da rua - Campo Grande

carga e descarga -Av Sete ( Campo grande)




carga e descarga - Av Sete (Campo Grande)


carga e descarga - Av Sete ( Piedade)
carga e descarga -Av Sete ( Merces)
Fotos dia 28/08/2013 - horário entre as 14:00 e 14:30 hs

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Controle do uso de espaço público em Salvador gera polêmica

Cidade


Margarida Neide | Ag. A TARDE
No largo de Santana, no Rio Vermelho, um estabelecimento já foi notificado

Priscila Machado
A fiscalização do uso do espaço público por bares e restaurantes, realizada pela Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop), nos últimos dias 14 e 15, na Barra e no Rio Vermelho, tem gerado polêmica e apreensão entre comerciantes e consumidores.
Tirson Maltez, 65, dono de um bar no Campo Grande, é um dos que contestam a operação. "Essa ação vai afetar o turismo, além de piorar a crise que os restaurantes vêm enfrentando. Na Europa, é comum ocupar as ruas destinadas ao lazer com mesas e cadeiras", argumenta.
Para a administradora Luciana Dias, 32, as mesas não atrapalham as pessoas, porque são colocadas no final da tarde e em locais de lazer. Já o presidente do Sindicato dos Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Salvador (BHRS), Sílvio Pessoa, elogia a operação. Segundo ele, é preciso fiscalizar toda a cidade, inclusive estabelecimentos informais e irregulares.
A secretária de Ordem Pública, Rosemma Maluf, defende que o objetivo da ação municipal é disciplinar o uso do espaço público para facilitar a acessibilidade do pedestre. "O espaço é de todos, não pertence apenas aos empresários", salienta.
Segundo ela, a operação pode causar estranhamento devido à falta de fiscalização na gestão passada, mas as vistorias são fundamentais.
Foto: Margarida Neide | Ag. A TARDE
Na Mouraria, mesas e cadeiras ocupam calçada 

Outras ações - Entre os próximos dias 26 e 30, novas fiscalizações serão realizadas pela Semop. Os alvos das próximas ações serão Centro Histórico, Comércio e Lagoa do Abaeté, em Itapuã.
Segundo a secretária, constantemente o órgão municipal recebe reclamação de moradores sobre a ocupação indevida de ruas e calçadas. A Ribeira é o bairro campeão em reclamação, tanto de poluição sonora como visual.
"Esse bairro é uma zona de conflito permanente por ser, ao mesmo tempo, empresarial e comercial. O nosso papel é conciliar interesses opostos para proporcionar bem-estar à população", diz.
Nas últimas operações, houve 71 apreensões de materiais irregulares. Victor Souza, 34, gerente do Bar e Restaurante Santa Maria Pita e Nina, no Rio Vermelho, reclama da falta de diálogo entre fiscais e comerciantes.
"Eles chegaram aqui e levaram 5 mesas e 20 cadeiras, sem ao menos nos comunicar", conta. Segundo ele, em momento algum, o órgão fez uma comunicação verbal para, em seguida, apreender. Outro ponto comercial notificado no Rio Vermelho foi o Acarajé da Regina.
Já na Barra, foram advertidos os bares Oásis do Porto, Habeas Corpus, a lanchonete Bom Sabor e o restaurante Macau Chinês.
A ação é realizada com base no Decreto Municipal 12.105/ 1998, que dispõe sobre o respeito, pelos estabelecimentos, de faixa de pelo menos um metro de largura, entre o meio-fio e a área de acesso, para circulação de pedestres.
Dispõe, ainda, que o limite de mesas emitido no Documento de Arrecadação Municipal (DAM), atualizado anualmente pelos comerciantes, deve ser respeitado.
Fonte - A Tarde  23/08/2013