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terça-feira, 17 de outubro de 2017

Sasc/Piauí realiza divulgação do Passe Livre para pessoas com deficiência nesta quarta (18)

Mobilidade 

Com estande informativo, profissionais vão prestar informações e orientações sobre o Passe Livre Intermunicipal e Passe Livre Cultura. Somente no Piauí, de acordo com dados do Censo 2010 (IBGE), há aproximadamente 860 mil pessoas com algum tipo de deficiência, cerca de 27,59% da população piauiense, colocando o estado em 4º lugar na lista dos estados brasileiros com maiores índices de pessoas com deficiência.

Ascom/Sasc - PI

A equipe da Coordenação de Apoio à Pessoa com Deficiência da Secretaria de Estado da Assistência Social e Cidadania (Sasc) estará, nesta quarta-feira (18), a partir de 8h, no Espaço Cidadania do Shopping Rio Poty, com o Projeto de Intervenção: divulgação do Passe Livre Intermunicipal e Passe Livre Cultura para pessoas com deficiência (física, auditiva, intelectual ou mental, visual e múltipla).
Com estande instalado no local, os profissionais da Sasc estarão durante toda a manhã prestando informações e esclarecimentos sobre quem tem direito ao passe livre, como usar, onde solicitar, qual a documentação exigida, dentre outras informações. Somente no Piauí, de acordo com dados do Censo 2010 (IBGE), há aproximadamente 860 mil pessoas com algum tipo de deficiência, cerca de 27,59% da população piauiense, colocando o estado em 4º lugar na lista dos estados brasileiros com maiores índices de pessoas com deficiência.
“Existem muitas pessoas que não têm acesso a jornais impressos, à internet, à mídia online, dentre outros meios. Então, essa ação da Sasc, juntamente com estudantes de Serviço Social, é levar a informação a um espaço em que muita gente circula, levar informação às pessoas que não têm acesso, que não sabem do que têm direito”, declarou o coordenador de Apoio à Pessoa com Deficiência, Claude Girão. “As pessoas com deficiência precisam de transporte, precisam de lazer e muitas vezes não sabem que têm direito à gratuidade ou como proceder para adquirir o passe livre, como usar, onde usar. Esse direito e conhecimento sobre ele facilita muito a relação social das pessoas com deficiência”, destacou.
Por meio da Lei nº 5.583, de 11/07/2006, regulamentado pelo Decreto nº 12.569, de 16/042007, o Passe Livre Intermunicipal garante que as pessoas com deficiência no Estado do Piauí tenham o direito de ir e vir em todo o território estadual com a gratuidade da passagem em ônibus intermunicipais.
O Passe Livre Cultura, por sua vez, garante o acesso e a gratuidade de entrada livre de pessoas com deficiência nos estabelecimentos de entretenimento no estado, como cinemas, teatros, casas de espetáculos, estádios, ginásios esportivos e nos locais similares que tenham apresentações de eventos culturais, de lazer e esportivos. O benefício é assegurado pela Lei Estadual nº 6.194 de 13/03/012 e Decreto 15.995 de 07/04/2015.
Com informações do Gov. do PI  17/10/2017

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

A falta de rampas dificulta acessibilidade em Salvador

Acessibilidade/Salvador

A situação se agrava em bairros da periferia e no centro da cidade, conforme Giese Nascimento, analista técnico do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia da Bahia (Crea-BA).

Priscila Machado - A Tarde
Fernando Amorim | Ag. A TARDE
Em ruas onde existem faixas de pedestre, as rampas de acessibilidade são obrigatórias, de acordo com a Norma Brasileira (NBR) 9.050, da Associação Brasileira de Normas Técnicas. Em Salvador, entretanto, esta regra é desrespeitada.
Das 20 faixas vistas pela equipe de A TARDE, apenas cinco tinham rampas de acesso. A situação se agrava em bairros da periferia e no centro da cidade, conforme Giese Nascimento, analista técnico do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia da Bahia (Crea-BA).
O Comércio, no centro da cidade, foi o bairro visitado pela reportagem que concentrava o maior número de faixas sem rampas de acesso (seis das oito vistas).
No Caminho das Árvores, a ausência desse equipamento é menos frequente (das seis vistas, apenas duas não contavam com rampa).

Telma pede ajuda para subir no passeio na rua Milton Cayres de Brito, no Caminho das Árvores

Também engenheiro e arquiteto, Giese lembra que o texto da Norma Brasileira de Acessibilidade diz que todo o percurso deve ser contínuo e desimpedido, para que as pessoas possam circular com conforto e segurança.
"No entanto, o que vemos são passeios estreitos, esburacados, com piso inadequado e bloqueado por ambulantes, árvores e postes", diz.
Para ele, Salvador é uma cidade inacessível. "A iniciativa da prefeitura, de reformar os passeios, é louvável, mas tardia", acrescenta.
Conforme Fábio Mota, titular da Secretaria de Urbanismo e Transporte (Semut), as rampas também devem ser construídas pelos proprietários dos passeios. "Assim como o piso tátil, o proprietário deve acrescentar a inclinação no projeto", afirma.
Apenas em calçadas públicas é obrigação da prefeitura implantá-las, de acordo com o secretário.
Proprietários notificados pela Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município (Sucom) dizem desconhecer a obrigatoriedade da rampa.
"O documento que recebi pede apenas para implantar o piso tátil. Não diz nada a respeito de inclinação", diz um proprietário, que preferiu não se identificar.

Sacrifício
A cadeirante Telma de Jesus, 29, sabe bem o que é lidar com a ausência de rampas e faixas de pedestre na cidade.
Moradora de Camaçari, ela trabalha como assistente administrativa em um edifício da avenida Tancredo Neves e todos os dias vai ao trabalho sozinha em uma cadeira de rodas motorizada.
Ao atravessar a rua professor Milton Cayres de Brito, Caminho das Árvores, ela precisa da ajuda de mototaxistas ou ambulantes para subir no passeio, porque uma das rampas está quebrada. Além disso, atravessar a rua é muito difícil, porque a faixa de pedestre que existia no local está apagada.
"É uma luta diária, mas não quero ficar desempregada, porque fico ansiosa em casa", diz. Telma conta que perdeu o movimento das pernas aos 11 anos, após uma queda.
Fonte - A Tarde  05/09/2014

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Monumentos restaurados pelo PAC Cidades Históricas terão obras de ACESSIBILIDADE

Acessibilidade

Danilo Macedo
Repórter da Agência Brasil


Brasília – Todos os monumentos e espaços públicos que serão restaurados dentro do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Cidades Históricas receberão obras de acessibilidade. Segundo a presidenta Dilma Rousseff, o compromisso faz parte do Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência – Viver sem Limite.
“Dentro do Viver sem Limite, nós nos comprometemos com o acesso fácil para permitir o deslocamento das pessoas com deficiência ou até as pessoas idosas para esses monumentos, para essas obras e garantir que cada vez mais brasileiros possam conhecer o patrimônio do nosso país”, disse Dilma ao participar, nesta segunda-feira (26), do programa semanal Café com a Presidenta.
Segundo Dilma, a melhor forma de preservar monumentos históricos é torná-los úteis e admiráveis. “Um edifício abandonado, sem gente usando, se deteriora e acaba por ser destruído”, disse. “Muitas vezes, a restauração de um bem histórico recupera uma área degradada, atrai pessoas, restaurantes, movimenta o turismo, cria empregos”.
O PAC Cidades Históricas prevê a restauração de igrejas, obras de arte, museus, bibliotecas, prédios históricos, mercados, praças e estações de trem. Na semana passada, a presidenta anunciou R$ 1,6 bilhão para o programa, para obras a serem executadas até 2015. Ao todo, 425 imóveis e espaços públicos em 44 cidades de 20 estados serão beneficiadas. Cento e dezenove projetos já estão prontos para serem licitados.
Além do R$ 1,6 bilhão anunciado, a presidenta também lançou, na última terça-feira (20), em São João Del Rei (MG), uma linha de crédito de R$ 300 milhões para financiar obras em imóveis particulares localizados em 105 cidades com áreas tombadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
Entre as cidades com obras previstas estão Ouro Preto (MG), Olinda (PE), Salvador, Porto Alegre, Belém, Fernando de Noronha, Natal e Rio de Janeiro. A presidenta disse que as obras vão melhorar a qualidade de vida dos moradores das cidades contempladas e atrair mais turistas. Segundo ela, as 44 cidades históricas com obras de restauração receberam, juntas, 14,5 milhões de turistas. “Esse número certamente vai crescer ainda mais com as obras que serão feitas pelo PAC Cidades Históricas”.
Fonte - Agência Brasil   26/08/2013

quarta-feira, 13 de março de 2013

Bonde de Santa Teresa terá ACESSIBILIDADE para usuários com dificuldades de locomoção


Bonde de Santa Teresa com acesso para portadores de necessidades especiais

Christina Nascimento
O Dia 12/03/2013


Projeto de bondinho de Santa Teresa prevê facilidade para cadeirantes
Rio - Previsto para voltar a circular somente em 2014, o bonde de Santa Teresa promete ser inovador em pelo menos em um quesito: acessibilidade. Se o projeto que prevê um espaço no meio do corredor dos carros para cadeirantes sair do papel, o Rio terá o primeiro bondinho do mundo adaptado para portadores de necessidades especiais.
A ideia é que o cadeirante acesse o bonde por um elevador, que ficará em alguns pontos de embarque e desembarque do bairro. Para isso, seria colocada porta na lateral do carro. A proposta, no entanto, precisa de aprovação do Inepac (Instituto Estadual do Patrimônio Cultural) e do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional). A resposta deve ser dada até o fim do mês.
Outra novidade em fase de análise é que, em vez de apenas um bondinho circular, dois fariam o trajeto. Os carros ficariam acoplados. Um teria acessibilidade e outro, não.
“Estamos estudando essa possibilidade de acessibilidade, mas ainda não é algo que foi fechado. O Inepac está nos acompanhando neste processo. Com o elevador, o design do bonde não será afetado tanto. Além disso, eles já circularam acoplados no passado”, explicou o presidente da Central Logística do governo do Estado, Eduardo Macedo.
Para adaptar um bondinho tradicional, será necessário fazer um reforço na sua estrutura. “A acessibilidade não era uma exigência do edital de licitação, mas foi colocada como uma possibilidade para que o veículo seja ‘politicamente correto”. De acordo com Andrea Massimo Giavinna, presidente da TTrans — empresa que ganhou a concorrência pública para fabricar os 14 bondinhos que vão circular em Santa Teresa —, a adaptação não trará nenhum custo adicional ao projeto.
“Assim que os órgãos responsáveis aprovarem as alterações para cadeirantes, entregaremos o primeiro bonde em seis meses. Os restantes vão ficar prontos, um a cada mês”, afirmou Giovanna, que formou equipe multidisciplinar para o projeto pioneiro.
Nesta segunda-feira, o governo do Estado afirmou que não haverá suspensão da revitalização dos bondinhos de Santa Teresa com a perda dos royalties.
Licitação ainda está parada
A licitação para os trilhos do sistema de bonde e para a rede aérea de cabos e fios ainda está parada na Secretaria da Casa Civil. Segundo a assessoria do governo do Estado, a documentação está em fase de análise. Não há previsão para ser concluída.
Duas empresas estão participando da concorrência pública. Quando Santa Teresa começar a receber as obras para a circulação dos bondinhos, muitas ruas ficarão interditadas e vários buracos serão abertos para a instalação da fundação da estrutura férrea. O presidente da Central Logística, Eduardo Macedo, afirmou que os bondinhos vão funcionar por trechos, na medida em que as obras forem sendo concluídas.
Fonte - São Paulo Trem Jeito  12/03/2013