UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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sábado, 4 de novembro de 2023

METRÔ DE SALVADOR - Fique por dentro

 Transportes sobre trilhos  🚇

Chegando em Salvador pelo aeroporto ou pela estação rodoviária é possível chegar diretamente ao centro da cidade utilizando a linha 2,e fazendo o transbordo para linha 1 na estação Acesso Norte. O trajeto saindo do aeroporto passa por grandes bairros, os principais Shoppings Centers, e pontos importantes da cidade tais como o CAB(Centro Administrativo da Bahia),Estádio de Pituaçu, Estação Rodoviária, Arena Fonte Nova, Campo da Pólvora, chegando a estação da Lapa no centro de Salvador onde é possível fazer  a integração com o sistema de ônibus urbanos para vários bairros da cidade.



COMPOSIÇÃO DO SISTEMA

Fonte - CCR Metrô Bahia




  
        Estação Acesso norte - Linha 1
fotos - Pregopontocom


Estação da Lapa - Fotos Pregopontocom



Estação Campo da Pólvora - Cúpula 
Foto - Pregopontocom



Estações - Aeroporto / Pituaçu 
Pregopotocom
 

Estação - Rodoviária





(*) A ampliação da linha 1 já foi concluída com a construção de mais 5 Km e duas estações(Campinas e Aguas Claras) ligando a estação de Pirajá ao novo complexo Metrô-Rodoviário (Estação do Metrô/Terminal de ônibus Urbanos e Metropolitanos e a nova Estação Rodoviária de Salvador no bairro de Aguas Claras.




segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

O SEU JORNAL DA TVT - 08/02/2021

 Notícias   📺

Doria reduz verba na saúde para 2021 - Lava Jato teve mais uma ação clandestina SJ 08/02

quarta-feira, 15 de abril de 2020

Não temos tempo a perder com desinformação

Ponto de Vista  🔍

"Não temos tempo a perder com desinformação, ilações e muito menos com as famosas “fake news”, lamentável tendência que se estabeleceu entre nós. Se o fenômeno é nefasto quando presente na política ou até no universo das fofocas sobre celebridades, pode ser trágico quando a questão é saúde pública."(Presidente do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo, Murilo Pinheiro)

Portogente
foto - ilustração/arquivo
Mais uma vez, vem da área técnica, a engenharia, mais especificamente, a boa reflexão sobre o momento conturbado em que o Brasil e o mundo passam.
Em mais uma artigo publicado, nesta semana, o presidente do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo, Murilo Pinheiro, nos provoca, de forma saudável, é bom esclarecer, a uma boa reflexão sobre os dias atuais, de tantas tragédias anunciadas. Como diz, "nessa crise econômica e sanitária causada pela pandemia do novo coronavírus e a multiplicação dos casos diagnosticados de Covid-19, são muitas e enormes as demandas. São necessários recursos bilionários para a saúde (incluindo leitos, equipamentos, material de proteção, apoio à pesquisa de vacinas e medicamentos eficazes etc.) e para garantir a sobrevivência da população e das empresas afetadas pela paralisação da atividade produtiva. Porém, há também um item essencial que se mostra a cada dia mais relevante, necessário e vital: informação de qualidade".
Por isso, destaca a liderança, necessário se faz que as "autoridades e sociedade ajam e tomem decisões com base em dados corretos, e que as informações de utilidade pública cheguem a todos rapidamente e de forma clara". Murilo é taxativo: "[...]não temos tempo a perder com desinformação, ilações e muito menos com as famosas “fake news”, lamentável tendência que se estabeleceu entre nós. Se o fenômeno é nefasto quando presente na política ou até no universo das fofocas sobre celebridades, pode ser trágico quando a questão é saúde pública."
Murilo sabiamente diz, e concordamos: "Informação correta faz bem à saúde."
Fonte - Portogente  15/04/2020

quinta-feira, 13 de março de 2014

Rádio CBTU começa a operar com novos equipamentos

Transportes sobre trilhos

 Agora, a rádio está aparelhada com equipamentos modernos e todas caixas acústicas instaladas na plataforma e hall da Estação João Pessoa estão sendo substituídas com a finalidade de oferecer um serviço sonoro com mais clareza e profundidade. 

CBTU João Pessoa

Mais qualidade, informação e música para os passageiros dos trens urbanos. É o que todos estão atestando com os novos equipamentos da Rádio CBTU que começou a funcionar nesta quinta feira, 13. Agora, a rádio está aparelhada com equipamentos modernos e todas caixas acústicas instaladas na plataforma e hall da Estação João Pessoa estão sendo substituídas com a finalidade de oferecer um serviço sonoro com mais clareza e profundidade.
Para chegar a este estágio de modernidade, a Rádio CBTU contou com a colaboração de uma equipe multidisciplinar. Em regime de mutirão, funcionários de várias áreas e prestadores de serviços arregaçaram as mangas e juntos conseguiram colocar todos os equipamentos em funcionamento. “É um sonho realizado”, afirma o jornalista Everaldo Ricardo.
Os equipamentos da rádio ainda estão passando por ajustes, mas já está funcionando a todo vapor. A equipe da Rádio CBTU agradece a todos que colaboraram com essa ação, especialmente aos colegas David Ribeiro, José Aílton, Sebastião Agostinho, Rinaldo Sérgio, Charles Silva, Othomagno Viegas e Márcia Cristina.
Fonte - CBTU  13/03/2014

sábado, 28 de setembro de 2013

Mudança no trânsito: falta de informação congestiona Barra

Cidade

Divulgação | Transalvador

Confira mapa com mudanças na Barra

Flávia Faria
A Tarde
Os motoristas que trafegam na Barra neste sábado, 28, reclamam de falta de informação no primeiro dia de mudança do tráfego no bairro. Sem saber que caminho seguir, os condutores pedem orientação aos agentes de trânsito que estão no local.
As placas de sinalização informam que o fluxo de veículos foi alterado, mas não indica o roteiro que deve ser seguido. Desorientados, os motoristas enfrentam congestionamento nos dois sentidos: Ladeira da Barra e Ondina.
Os condutores não são so únicos que estão "perdidos" diante das modificações. Usuários do transporte urbano também dizem que não sabem em que ponto o ônibus vai parar e que trajeto vai seguir. O roteiro de 76 linhas de ônibus foi modificado por conta das obras de requalificação da orla.
O corretor de imóveis, Alessandro Matos, que mora no bairro, é um dos insatisfeitos. "É um desrespeito aos moradores. Sou a favor do projeto (de requalificação da orla), mas sem a mudança radical do trânsito".
Por conta das obras na orla está suspensa a mão dupla da Rua Barão de Itapuã, sentido Farol da Barra, até o Barracenter. As ruas Marquês de Caravelas e Afonso Celso só pode ser acessada pela orla, sendo que a última é sentido único
Fonte - A Tarde 28/09/2013

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Pela preservação da Voz do Brasil

Chico Sant’Anna e Beto Almeida
Observatório da Imprensa
No FNDC



Eram 19 horas, mas Brasília ainda nem existia. Com a narração do locutor Luiz Jatobá e veiculado nas 50 emissoras de rádio existentes à época no Brasil, entrava no ar, pela primeira vez, em 22 de julho de 1935, o Programa Nacional, que mais tarde foi rebatizado de a Hora do Brasil e, atualmente, A Voz do Brasil.
Com as suas três denominações, A Voz do Brasil, informativo de abrangência nacional sobre as atividades dos três Poderes da República é hoje o programa radiofônico em operação mais antigo do mundo. Supera, inclusive, o Voci del Grigioni italiano (Voz dos Grisões italianos), criado pela Rádio e Televisão da Suíça Italiana, que data de 1939 e também teve denominações distintas.
A Voz do Brasil, certamente poderia entrar no Guiness Book por ser o programa radiofônico de maior penetração no território nacional, sendo transmitido em cadeia por 7.691 estações, já computadas as 3.154 emissoras comunitárias legalmente em operação (e, é claro, não considerando os boicotes e desrespeitos legais que muitas delas cometem).


Tramitação obscura. - Na trajetória deste programa, que em 1938, foi rebatizado com o nome A Hora do Brasil, a temática nem sempre se limitou aos feitos governamentais. Houve época em que se incluía até notas internacionais, em especial sobre a Segunda Guerra Mundial. A linha editorial dos primeiros anos se baseava em três regras básicas: ser informativo, objetivo – não comentando as notícias – e não usar off, sempre citando as fontes noticiosas. Segundo a Fundação Getúlio Vargas, o programa nasceu para cumprir três finalidades: informativa, cultural e cívica.

Engana-se quem pensa que A Voz do Brasil é fruto do DIP, o Departamento de Imprensa e Propaganda criado por Getúlio Vargas. Embora tenha sido uma idéia do então presidente, a Voz é mais antiga do que o DIP, que nasceu em 1939, ou seja, quatro anos após Luiz Jatobá entrar com seu vozeirão nas residências de todo o país.
Em 1971, A Hora do Brasil se transformou em A Voz do Brasil e o formato existente atualmente conta com uma única edição diária, com uma hora de duração, das 19h às 20h. Os primeiros 25 minutos são dedicados aos fatos gerados pelo Poder Executivo. Os tribunais integrantes do Poder Judiciário Federal dividem cinco minutos. As duas Casas do Legislativo e o Tribunal de Contas da União partilham 30 minutos (20 minutos para a Câmara dos Deputados, 10 minutos para o Senado Federal, e o TCU tem direito a um minuto às quartas-feiras). Cada instituição é responsável pela elaboração do respectivo conteúdo.
Programa mais antigo do país é também o menos querido pela Abert – Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão. Embora pesquisa do instituto Datafolha, feita em dezembro de 1995, informe que 88% dos brasileiros com idade acima de 16 anos conhecem o informativo, e que mais da metade dos ouvidos aprovava que a sua transmissão seja obrigatória pelas emissoras de rádio do Brasil, a Abert luta para pôr fim a essa obrigatoriedade.
Durante muito tempo, a estratégia da entidade representativa dos donos da mídia foi se valer de medidas judiciais para liberar a obrigatoriedade da transmissão. Depois que o assunto foi enterrado de vez pelo Supremo Tribunal Federal, acatando como justa e legal a obrigatoriedade da veiculação, os donos de rádio e TV atacaram via Legislativo.
Valendo-se do período eleitoral, quando o parlamentar não quer brigar com a mídia e o cidadão está com a atenção mais voltadas para a eleição, foi aprovado no Senado Federal um projeto de lei da deputada Perpétua Socorro (PCdoB-AC) que, em sua última versão, flexibiliza o horário de transmissão da Voz do Brasil, facultando a cada emissora escolher o horário fazê-lo, desde que não ultrapasse as 22h do mesmo dia.
O projeto, no seu nascedouro, não foi votado no plenário da Câmara dos Deputados. Talvez temerosos com o chamado "baixo clero", aquele que a mídia só cobre quando vira tema grotesco, os defensores do projeto conseguiram que ele fosse enviado diretamente para as comissões do Senado Federal. Em uma delas, foi relatado pelo senador Antonio Carlos Magalhães Filho, empresário ligado à radiodifusão na Bahia. Nem na tramitação da Câmara dos Deputados nem na do Senado o projeto foi submetido ao crivo do Conselho de Comunicação Social (CCS), órgão do Congresso Nacional que, regimentalmente, deve analisar todas as propostas legislativas vinculada à temática.

Áreas rurais

Alguns poderão não gostar daquele refrão de O Guarani, de autoria de Carlos Gomes, mas são obrigados a reconhecer que A Voz do Brasil tem desempenhado historicamente importante papel na construção da unidade nacional. A partir de 1962, no processo de mudança da capital federal para Brasília, e com o advento do Código Brasileiro de Telecomunicações, o programa passou a veicular informações sobre o Legislativo, levando a todos os rincões do país as notícias dos feitos parlamentares já instalados no Planalto Central, independentemente de cor partidária, nem sempre alvo das atenções da imprensa tradicional. Nos anos de chumbo do regime militar, A Voz do Brasil foi o único veículo em que as oposições tinham espaço para verbalizar suas críticas.
A partir da Nova República, com as mudanças editoriais que recebeu, em especial a adoção de um foco mais jornalístico, o programa contribuiu para a transparência dos feitos públicos e converteu-se em verdadeiro instrumento de fiscalização popular. A Voz do Brasil é o único veículo de comunicação do país que informa aos brasileiros dos pequenos municípios a chegada de recursos para a merenda escolar, do Fundeb, dos repasses oficiais, dos programas da Agricultura Familiar, da Previdência Social etc.
Ouvindo o rádio, os cidadãos das áreas mais remotas do país podem melhor exercitar a sua cidadania, cobrando das prefeituras e câmaras municipais as medidas necessárias, já que os aportes federais de recursos públicos foram efetivados. Podem também tomar conhecimento das decisões judiciais e das fiscalizações do Tribunal de Contas, sem falar na crítica parlamentar, que nem sempre ecoa na imprensa comercial.
É notório que o setor radiofônico brasileiro não cumpre a lei que obriga que pelo menos 5% da programação sejam de produtos jornalísticos. É ridícula a quantidade de profissionais de imprensa contratados por esse setor, que recentemente foi alvo de anistia do Ministério das Comunicações por abuso do limite permitido de veiculação de publicidade. Para as 7.691 estações, segundo dados oficiais do Ministério do Trabalho, não chegam a 2.300 radiojornalistas – ou seja, a cada cinco emissoras em operação, existe um profissional produzindo informação.
A investida dos radioempresários contra A Voz do Brasil se dá num momento em que eles acabam de conseguir a renovação de um acordo entre o Ministério da Educação e a Abert. Assinado originalmente pelo então ministro da Educação do governo Collor, Carlos Alberto Chiarelli – e renovado desde então –, o convênio define que as emissoras de rádio que operam em ondas médias não serão mais obrigadas a veicular a programação de ensino à distância do Projeto Minerva. Este projeto federal de ensino à distância, utilizado para reduzir o analfabetismo no Brasil, previa a veiculação de meia hora, todos os dias, entre 20h e 20h30, apenas nas emissoras de ondas médias. Pelo acordo, esta meia hora de educação gratuita foi transformada em 5 minutos no rádio e, na TV, em comerciais institucionais do Ministério da Educação. No MEC, o marketing fala mais alto do que a erradicação do analfabetismo.
Outra questão importante é que pesquisas apontam que A Voz do Brasil é hoje a única fonte de informação de 80 milhões de brasileiros, localizados principalmente nas periferias dos grandes centros, nas áreas rurais e nos municípios de pequeno e médio porte do Brasil e, em especial, nas áreas rurais das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Para o camponês, veicular A Voz do Brasil mais tarde é o mesmo de tirá-la do ar, pois ele dorme e acorda com as galinhas.

Patrimônio cultural imaterial

Por sua trajetória histórica, importância para a integração nacional e contribuição para a construção da cidadania brasileira, teve início em Brasília um movimento de preservação da Voz do Brasil. Nascido entre jornalistas e radialistas da cidade, o movimento conta com apoio da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Federação Interestadual dos Radialistas (Fitert), sindicatos dos jornalistas do Distrito Federal e do Estado do Rio, sindicato dos radialistas do DF, Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), Central Geral de Trabalhadores do Brasil (CGT-B), CNBB, MST e outras entidades civis.
O movimento "Em Brasília 19 Horas" defende a preservação desse importante instrumento de comunicação e o seu tombamento como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. O país não pode perder seu informativo radiofônico mais antigo do mundo. A proposta foi abraçada pela senadora Marinor Brito (PSOL-PA), que já a apresentou na forma de projeto de lei. Este conta com apoio pluripartidário, dentre outros, do senador Roberto Requião (PMDB-PR) e da senadora Vanessa Graziotin (PCdoB-AM).
Além de classificar como patrimônio imaterial cultural do Brasil, o projeto de lei determina que seu horário seja obrigatoriamente das 19h às 20h, segundo o horário oficial de Brasília. Em última instância, trata-se da defesa de uma bem sucedida experiência de regulamentação informativa paradoxalmente ameaçada quando cresce na sociedade e no governo federal a consciência sobre a importância da regulamentação democrática das comunicações.
Fonte - Com Texto Livre 25/04/2013

sexta-feira, 19 de abril de 2013

DISCOS VOADORES - Ministério da Defesa e ufólogos trocam informações

Ministério da Defesa e ufólogos abrem canal para troca de informações sobre óvnis

Pedro Peduzzi
Repórter da Agência Brasil

Foto ilustração - blogbrasil
Brasília – Motivado pelo grande número de pedidos sobre arquivos envolvendo óvnis –objetos voadores não identificados - apresentados com base na Lei de Acesso à Informação, o Ministério da Defesa abriu ontem (18) o primeiro canal de comunicação com estudiosos sobre o assunto, chamados ufólogos, em reunião ocorrida na capital federal.
“Foi uma reunião super-histórica e inédita, não só no Brasil como em todo o mundo. Nunca um Ministério da Defesa recebeu ufólogos para debater o tema”, disse à Agência Brasil o editor da revista UFO, Ademar José Gevaerd.
Segundo o coronel da Aeronáutica Alexandre Emílio Spengler, responsável pelo Serviço de Informações ao Cidadão do Ministério da Defesa, o tema é, disparado, o mais buscado entre os cidadãos que fazem uso da Lei de Acesso à Informação para pedidos dirigidos à área militar, o que acabou dando mais relevância à abertura de diálogo entre governo e estudiosos.
“Até o momento foram 107 pedidos. Só para a Força Aérea foram feitas 65 solicitações. Em segundo lugar, com apenas 27 pedidos, estão as informações sobre remuneração de militares”, informou à Agência Brasil o coronel.
Os ufólogos ficaram otimistas com a recepção. “As autoridades deixaram claro que o ministro [da Defesa] Celso Amorim respeita a ufologia e o trabalho dos ufólogos, e que vão levar adiante a ideia de estabelecer, com a Comissão Brasileira de Ufólogos, um canal de comunicação para alcançarmos, sem obstáculos ou desvios, as três Forças Armadas, sempre que precisarmos de informações sobre o assunto”, disse Gevaerd.
Os entendimentos iniciados com o governo brasileiro serão divulgados mundialmente pelos estudiosos brasileiros. “Isso será informado a ufólogos de todo o mundo na semana que vem, quando participaremos do Congresso Mundial de Ufologia em Washington. Sem dúvidas, todos os holofotes estarão sobre o Brasil”, acrescentou.
De acordo com o Ministério da Defesa, dos 107 pedidos de informação relacionados a óvnis, 26 foram deferidos e resultaram na entrega de algum tipo de documento ao solicitante. Os demais foram negados.
“Todos os [pedidos] negados, até o momento, foram por não termos a informação ou por ela ainda estar sob sigilo”, explicou Spengler. Segundo ele, há a possibilidade de o sigilo estar justificado pelo fato de envolver “assuntos relacionados à segurança nacional”. Alguns deles, classificados como secretos ou ultrassecretos.
O Comando da Aeronáutica já entregou os documentos não classificados relativos a óvnis ao Arquivo Nacional, por determinação de uma portaria. Há, segundo a Defesa, alguns documentos do Exército que não foram entregues porque foram extraviados.
“O Exército já admitiu que parte dos documentos pode ter sido destruída, o que de fato era permitido por um decreto de 1977 [Decreto 79.099], que permitia a destruição de documentos sigilosos, bem como de eventuais termos pedindo a destruição”, informou Spengler. Segundo ele, não há estimativas sobre o número de documentos destruídos sob respaldo do decreto.
Entre os documentos mais solicitados pelos ufólogos, mas ainda sem resposta, está o da Operação Prato, ocorrida no município de Colares (PA), na década de 70, em que militares da Aeronáutica fizeram uma operação tendo por base relatos de cidadão da região sobre avistamentos de objetos luminosos. Segundo os ufólogos, durante o episódio, médicos atenderam diversas vítimas de queimaduras causadas pelos óvnis.
A expectativa é que, a partir do próximo 1º de junho e no máximo até a mesma data do ano que vem, após seguir os trâmites legais, as autoridades comecem a divulgar informações sobre casos como este.
Em nota divulgada pelo Ministério da Defesa, o secretário de Coordenação e Organização Institucional do Ministério, Ari Matos, disse que as informações que ainda não se tornaram públicas são exceções, e que a regra geral é "disponibilizar todos os documentos". Segundo ele, alguns casos ainda têm que obedecer ao prazo legal, "mas isso é uma questão que em breve será solucionada".
Fonte - Agência Brasil  19/04/2013

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Brasil tem três computadores para cada cinco habitantes, diz pesquisa da FGV


Fernanda Cruz
Repórter da Agência Brasil

São Paulo – A quantidade de computadores em uso no Brasil, somados os corporativos e os domésticos, chega a 118 milhões, aponta pesquisa do Centro de Tecnologia de Informação Aplicada da Escola de Administração de Empresas de São Paulo, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), divulgada hoje (18). Isso significa que existem, no país, três computadores para cada cinco habitantes.
O estudo mostrou também que o número de computadores dobrou no período de quatro anos. Para este ano, a FGV estima que serão comercializados 22,6 milhões de unidades, o que equivale a uma unidade por segundo.
A projeção para daqui três anos é que o país tenha um computador por habitante, com 200 milhões de unidades. Esse crescimento será puxado, explica o professor Fernando Meirelles, coordenador da pesquisa, pelo aumento previsto nas vendas de tablets, também classificado como computador pela pesquisa.
O levantamento, que é feito há 24 anos e divulgado anualmente, consultou 5 mil grandes e médias empresas com 2,2 mil respostas válidas.
Fonte - Agência Brasil  18/04/2013