UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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terça-feira, 18 de julho de 2017

Governo do Estado (BA) vai construir mais 174 unidades habitacionais em Alagados

Habitação  🏠

Os apartamentos terão dois quartos, cozinha, sala e sanitário. As obras incluem serviços complementares de abastecimento de água, drenagem pluvial, esgotamento sanitário e pavimentação.O tempo previsto para a execução do empreendimento é de 15 meses, a partir da ordem de serviço autorizando o inicio das obras, representando um investimento de 13 milhões. 

Da Redação
Divulgação
Mais 174 unidades habitacionais serão construídas pelo Governo do Estado no bairro da Massaranduba, em Salvador, beneficiando diretamente 696 pessoas da comunidade de Alagados. Os apartamentos terão dois quartos, cozinha, sala e sanitário. As obras incluem serviços complementares de abastecimento de água, drenagem pluvial, esgotamento sanitário e pavimentação.
O tempo previsto para a execução do empreendimento é de 15 meses, a partir da ordem de serviço autorizando o inicio das obras, representando um investimento de 13 milhões. A urbanização da área do projeto compreende a construção de praças, parque infantil, espaço para prática de ginástica, vagas de estacionamento e caminhos de interligação entre os 29 prédios, dotados de três pavimentos.
Com financiamento da Caixa Econômica Federal e contrapartida do Governo do Estado, as obras integram o total de outras 539 unidades habitacionais já construídas e entregues aos beneficiários em Alagados desde 2007.
Com informações da Sedur Ba.  18/07/2017

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Haddad garante que moradores de favela incendiada terão suas casas no mesmo local

Política

Prefeito de São Paulo prometeu construir 500 apartamentos, em dois anos, para reassentar famílias da comunidade do Piolho. Nesse tempo, eles poderão optar por auxílio-aluguel ou permanência no terreno - Haddad repetiu várias vezes que não vai retirar os moradores do local e garantiu diálogo permanente

Rodrigo Gomes da RBA
RENATO MENDES/BRAZIL PHOTO PRESS/FOLHAPRESS
São Paulo – O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), assumiu na manhã de hoje (12) o compromisso de que as famílias da favela do Piolho, no Campo Belo, zona sul da cidade, vão permanecer no local e de que serão ali construídos 500 apartamentos para acomodá-las. Ele determinou que o secretário municipal da Habitação, José Floriano Marques, instale hoje mesmo um escritório com funcionários da pasta e da Assistência Social para atender aos moradores. Um incêndio no domingo (7) deixou ao menos 640 famílias desabrigadas – algumas só com a roupa do corpo.
O prefeito afirmou que a construção das moradias vai levar cerda de dois anos. O dinheiro, segundo Haddad, está garantido e virá da Operação Urbana Água Espraiada que, embora não pretendesse desapropriar a área da favela do Piolho inicialmente, já tinha seus moradores contados nas ações de realocação. A área a ser desapropriada tem cerca de 7 mil metros quadrados e começou a ser ocupada nos anos 1970. A prefeitura já tem reservados R$ 300 milhões para realizar a medida.
“A lei (da Operação Urbana) garante o direito de vocês permanecerem aqui. Vamos desapropriar o terreno e construir as moradias aqui mesmo. Sem expulsar ninguém como se fez no passado”, afirmou Haddad.
Questionado se isso não infringiria a ordem do cadastro municipal para moradias, Haddad explicou que as ações habitacionais da Operação Urbana não se relacionam com o cadastro municipal, pois estão regidas por legislação própria.
O valor da obra ainda não está definido. Floriano espera que em 90 dias o projeto e as licenças para início dos trabalhos sejam concluídos. O secretário lembrou que embora as famílias prioritárias sejam as afetadas pelo incêndio, toda a comunidade do Piolho vai receber moradias próprias no andamento da Operação Urbana.
Haddad conversou por cerca de uma hora com os moradores e definiu com eles o atendimento que será prestado pela prefeitura. O escritório receberá os moradores para fazer o cadastramento e eles poderão optar por permanecer na área ou sair dela e receber auxílio-aluguel no valor de R$ 400, “até que as chaves sejam entregues”, frisou o prefeito. O primeiro depósito do auxílio, com adiantamento de três meses (R$ 1.200) deve ser liberado em dez dias.
MAURICIO CAMARGO/ELEVEN/FOLHAPRESS
Incêndio destruiu ao menos 600 barracos. O fogo se alastrou rápido e as famílias não conseguiram retirar seus pertencesQuem optar pela permanência vai ser acompanhado por engenheiros da Secretaria Municipal de Habitação (Sehab), que vão dividir o terreno em quatro partes e determinar onde as pessoas podem reocupar, sem afetar o andamento da obra ou implicar riscos à segurança. Nessa caso, as famílias vão construir as moradias por conta própria. A construção dos apartamentos será feita em outra parte do terreno e, quando concluída, vai receber os moradores ocupantes, para que o empreendimento possa ser realizado na parte restante.
Haddad se comprometeu a manter diálogo permanente com a população e disse que ela poderá monitorar o processo passo a passo. “Vamos voltar aqui quantas vezes forem necessárias. Faço questão que vocês acompanhem.”
Estão em processo de desapropriação outros 200 terrenos na região abrangida pela Operação Urbana. O objetivo é construir oito mil moradias para abrigar as famílias removidas das favelas do complexo Alba e outras ao longo da avenida Jornalista Roberto Marinho. Mas caso não seja possível a permanência de todos os moradores que desejem ficar no terreno da favela do Piolho, a administração municipal vai avaliar a possibilidade de encaminhá-las a uma dessas áreas.
Já no caso do auxílio-aluguel, as famílias poderão fazer contratos informais com familiares ou amigos, pois o prefeito admitiu que o valor é baixo para alugar uma casa na região. No Campo Belo, o preço do metro quadrado construído chega a R$ 11 mil e o aluguel de um cômodo não sai por menos que R$ 500. “Vamos discutir esse valor no Conselho Gestor da Operação Urbana Água Espraiada, pois existe uma proposta de o valor ser aumentado para R$ 600”, ponderou Haddad.
O auxílio-aluguel divide opiniões, pois muitas pessoas temem a irregularidade do pagamento, problema bastante comum. No entanto, algumas famílias estão dispostas a receber, como a de Fábio Teixeira, que vive com a esposa Fabiana e as filhas Giovana e Gabriela. “Só não queremos ir parar no fim do mundo. Nossa vida está organizada aqui. Eu já vim do Eldorado (bairro no extremo sul da cidade) para cá porque não tinha condições de ir de lá para a Avenida Paulista trabalhar”, explicou.
Mesmo assim, os moradores se sentiram contemplados pela proposta. “Eu moro aqui desde que nasci e não quero deixar este lugar. A gente já ouviu muita coisa e nada se cumpriu. Temos fé que vai acontecer e esperamos que o prefeito não nos decepcione”, disse Natália Santos, de 19 anos, grávida do primeiro filho.
O prefeito também se comprometeu a solicitar ao governador Geraldo Alckmin (PSDB) que um posto de atendimento móvel do Poupatempo fique disponível no local para que as famílias façam as segundas vias dos documentos perdidos no incêndio.
Na saída, Haddad foi convidado a conhecer uma das cozinhas comunitárias construídas pelos moradores para concentrar as doações de alimentos e garantir que todos façam as refeições. Tomou café e comeu pão com margarina, acompanhado do secretário Floriano e do senador Eduardo Suplicy (PT-SP), que também foi ver a situação da comunidade.
Desde o incêndio, os moradores estão vivendo em barracas improvisadas nas calçadas do entorno. Eles vêm acumulando doações de roupas, mantimentos e materiais – madeira, lonas, pregos – para reconstruir as moradias. Muitos não têm conseguido ir trabalhar e as crianças não estão indo para a escola.
Fonte - RBA (Rede Brasil Atual)  12/09/2014

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Número de domicílios no país cresce mais do que a população

Brasil

Akemi Nitahara
Repórter da Agência Brasil
foto ilustração - pregopontocom

Rio de Janeiro – Enquanto a população brasileira aumentou 0,8% em 2012, com relação a 2011, o número de domicílios subiu 2,5%, chegando a 62,8 milhões. Na Região Norte, o crescimento foi 3,3%. Do total no Brasil, 17,7% são alugados, 7,1% cedidos e 74,8% eram próprios, sendo que 70% deles estavam quitados. Os dados foram divulgados hoje (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2012.
Quanto ao número de moradores, os domicílios com menos pessoas aumentaram de quantidade, ao passo que os que têm mais moradores reduziram. Do total, 13,5% dos domicílios tinham uma pessoa, 24,4% tinham duas, 25,6% tinham três e 20,5% dos domicílios tinham quatro moradores. Residências com oito ou mais moradores representam 1,2%. Em 2011, 12,7% eram ocupados por uma pessoa, 23,9% por duas, 25,7% por três, 21% tinham quatro e os que tinham oito pessoas ou mais somavam 1,4%.
O abastecimento de água chega a 53,4 milhões de domicílios, o que corresponde a 86,4%, crescimento de 0,8% em relação a 2011. A coleta de esgotos avançou 2,1%, chegando a 58% dos domicílios do país. Em 2002, 81,9% tinham água em casa e 46,4% tinham o esgoto coletado. No ano passado, 89,9% dos domicílios eram atendidos pela coleta de lixo, enquanto em 2002 a coleta chegava a 84,8% das casas.
A rede elétrica está presente em 99,7% dos domicílios, ante 96,6% em 2002. Esses dados não incluem a área rural da Região Norte, por ter entrado na pesquisa apenas em 2004, impedindo, portanto, a comparação com anos anteriores.
O serviço de telefonia cresceu 4,1% e chegou a 91,2% dos domicílios. Em 2012, 1,85 milhão (3%) tinham apenas telefone fixo, mostrando a tendência de queda nesse serviço, que foi 12,5% em relação a 2011. Por outro lado, o número de domicílios que têm apenas telefone celular subiu de 49,7% para 51,4%, somando 32,28 milhões de lares. E 36,9% têm telefone móvel e fixo.
Quanto aos bens duráveis, 98,7% têm fogão e 96,7% tem geladeira, números que eram, respectivamente, 98,6% e 95,8% em 2011. A presença da máquina de lavar roupa passou de 51% para 55,1% e a televisão subiu de 96,9% para 97,2%. O aparelho de DVD está presente em 76% dos domicílios e o rádio caiu de 83,4% para 80,9%. Já o microcomputador, passou de 42,9% para 46,4%. Na questão da mobilidade, o número de domicílios com carro passou de 40,9% para 42,4%, e com motocicleta subiu de 19,1% para 20%.
Fonte - Agência Brasil  27/09/2013