Mostrando postagens com marcador Usinas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Usinas. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 29 de julho de 2014

Com mais de mil projetos inscritos, eólicas predominam em leilão de energia

Energia

Foram cadastrados 626 projetos de energia eólica com um potencial de energia elétrica de 15.356 MW - Segundo informações divulgadas hoje (29) pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), foram cadastrados 1.034 empreendimentos interessados em participar do leilão, com uma oferta total de 26.297 megawatts (MW) de capacidade instalada.

Nielmar de Oliveira, 
Agência Brasil 
ARQUIVO/CERNE
Rio de Janeiro – Os empreendimentos voltados para a construção de usinas eólicas (proveniente dos ventos) voltaram a predominar entre as empresas cadastradas para participar do Leilão de Energia de Reserva 2014, que o governo federal fará em 31 de outubro deste ano.
Segundo informações divulgadas hoje (29) pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), foram cadastrados 1.034 empreendimentos interessados em participar do leilão, com uma oferta total de 26.297 megawatts (MW) de capacidade instalada. O Leilão de Reserva
Foram cadastrados 626 projetos de energia eólica com um potencial de oferta de energia elétrica da ordem de 15.356 MW. Em número de empreendimentos inscritos estão os projetos de energia solar (fotovoltaica), com 400 usinas e capacidade instalada de 10.790 MW, e que pela primeira vez, segundo a EPE, não irão disputar o leilão com outras fontes.
Ao avaliar a resultado do cadastramento, o presidente da EPE, Maurício Tolmasquim, disse que a grande surpresa foi o número relevante de projetos de energia solar. “O número de projetos fotovoltaicos (400) totalizam mais de 10 mil megawatts de capacidade instalada, ou seja, praticamente uma (usina hidrelétrica) Belo Monte".
Entre os 626 projetos inscritos estão, ainda, oito usinas termelétricas a biogás e Resíduos Sólidos Urbanos, totalizando 151 MW de capacidade instalada.
Caracterizado por bons ventos e ótima insolação, o estado da Bahia foi o que mais apresentou projetos, tanto para energia eólica (236) como para fotovoltaica (161), totalizando mais de 10 mil megawatts de capacidade instalada. Para Tolmasquim, “o alto número de projetos cadastrados já permite antecipar que este será um leilão bastante competitivo”.
Além da Bahia, o Leilão de Energia de Reserva 2014 traz, ainda como destaque o Ceará, com 95 empreendimentos eólicos (2.397 MW) e 15 fotovoltaica (324 MW); Rio Grande do Norte com 104 empreendimentos eólicos (2.556 MW) e 42 solares (1.155 MW); e o Rio Grande do Sul, com 113 usinas eólicas (2.534 MW).
Fonte - Rede Brasil Atual  29/07/2014

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Capacidade do parque gerador de energia aumentou em 8 mil megawatts com PAC 2

10/06/2013 - 12h39
Nacional
Pedro Peduzzi*
Repórter da Agência Brasil
Brasília – A segunda edição do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) aumentou em 8.457 megawatts (MW) a capacidade do parque gerador de energia do país, com a entrada em operação das hidrelétricas de Simplício (333 MW), no Rio Paraíba do Sul (entre os estados de Minas Gerais e do Rio de Janeiro), e da 13ª unidade geradora da Usina de Santo Antônio, em Rondônia, que já está gerando 908 MW - ou 29% da capacidade total da usina (3.304 MW).

De acordo com o balanço do programa, divulgado hoje (10) por uma equipe interministerial do governo, 28 usinas eólicas (UEE) entraram em operação desde 2011. Isso agregou uma capacidade instalada de 727 MW a mais para o sistema. Entre os parques eólicos concluídos estão o Parque Eólico de Mangue Seco, no Rio Grande do Norte (104 MW de capacidade instalada); e o da Fazenda Rosário, no Rio Grande do Sul (42 MW).
Nove hidrelétricas estão em construção. Juntas elas agregarão mais de 18 mil MW ao sistema. Entre elas está a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, com 25% das obras concluídas. Há ainda 11 usinas termelétricas em construção, que poderão agregar 3.525 MW ao sistema; e 99 eólicas (2.575 MW). Somados aos 100 MW de energia a serem produzidas a partir de cinco pequenas centrais hidrelétricas, a expectativa é que, ao serem concluídas as obras, o país aumente em mais de 24 mil MW sua capacidade de geração.
Foram concluídas 22 linhas de transmissão que totalizam 5.256 quilômetros de extensão, para possibilitar que a energia gerada chegue aos consumidores. Há outras 33 linhas em obras (10.704 km de extensão), e 30 subestações de energia em construção.
No setor petrolífero, o balanço do PAC destaca os 142 blocos arrematados na 11ª rodada de licitação de blocos. Em termos de investimentos, isso corresponde a R$ 7 bilhões. Segundo o governo, foi iniciada a perfuração de 329 poços no pós-sal. Destes, 153 estão localizados no mar e 176 em terra. Foram concluídas 257 perfurações de poços.
Na área do pré-sal, o documento destaca as descobertas nas áreas de Iara, Sul de Tupi e Florim. Foram concluídas também dez obras de modernização e melhoria da qualidade de combustíveis em oito refinarias.
A indústria naval já concluiu e entregou cinco navios de grande porte. O último deles, Zumbi, tem capacidade para transportar 1 milhão de barris. Isso corresponde à metade da produção diária de petróleo no país.
Fonte - Agência Brasil  10/06/2013

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Brasil, Rússia e China disputam construção de usinas na Argentina

Dilma Rousseff se encontrou com Cristina Kirchner em Buenos Aires

Empresas da Rússia e da China são as principais concorrentes das brasileiras Andrade Gutierrez, Odebrecht, OAS e Camargo Correa na licitação internacional promovida pelo governo da Argentina para a construção de duas usinas de energia interligadas. Este foi apenas um dos muitos itens discutidos durante a visita da Presidente do Brasil, Dilma Rousseff, e à sua colega da Argentina, Cirstina Kirchner, em Buenos Aires, na quinta-feira, 25.
Junto com esta discussão, Cristina Kirchner apresentou à Dilma Rousseff a proposta para que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) financie a construção deste projeto avaliado em US$ 5 bilhões, aproximadamente R$ 10 bilhões. A líder brasileira apresentou à sua correspondente argentina uma outra ideia de financiamento, no valor de US$ 1,5 bilhão, ou R$ 3 bilhões, para obras na linha férrea de Sarmiento, tidas como um dos principais projetos de infraestrutura de transportes na Argentina. A empresa brasileira Odebrecht participa diretamente deste projeto.
Fonte - Diário da Russia  26/04/2013