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quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

Empresa de patinetes e bicicletas encerra atividade em 14 cidades

Mobilidade  🚲

A companhia deixará de atuar em Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Florianópolis (SC), Goiânia (GO), Guarapari (ES), Porto Alegre (RS), Campinas (SP), Santos (SP), São Vicente (SP), São José dos Campos (SP), São José (SC), Torres (RS), Vitória (ES) e Vila Velha (ES).Em nota, a firma justificou a decisão como parte de um processo de reestruturação. 

Jonas Valente
Repórter Agência Brasil

Valter Campanato/Agência Brasil
A Grow, empresa de mobilidade que reúne patinetes e bicicletas da Grin e Yellow, anunciou o encerramento das atividades em 14 cidades. A companhia permanecerá atuando apenas em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Curitiba. Nessas três cidades, o será permitido apenas o uso de patinetes, enquanto as bicicletas estão suspensas sem prazo de retomada.
A companhia deixará de atuar em Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Florianópolis (SC), Goiânia (GO), Guarapari (ES), Porto Alegre (RS), Campinas (SP), Santos (SP), São Vicente (SP), São José dos Campos (SP), São José (SC), Torres (RS), Vitória (ES) e Vila Velha (ES).
Em nota, a firma justificou a decisão como parte de um processo de reestruturação. “As medidas fazem parte de um processo de reestruturação da empresa. A decisão foi tomada para que a companhia promova um ajuste operacional e continue prestando serviços de forma estável, eficiente e segura”, informou no texto.
O comunicado acrescenta que a empresa buscará “parcerias públicas e privadas” para “fortalecer e expandir sua operação”. A Grow nasceu em 2019 na fusão da Grin e da Yellow. Ela possui atuação em sete países da América Latina. Segundo o informe, a startup é a terceira maior firma de micromobilidade do mundo.
Fonte - Agência Brasil  23/01/2020

sexta-feira, 18 de outubro de 2019

ViaMobilidade firma parceria com serviço de compartilhamentos de patinetes elétricos

Mobilidade  🚇 🚲

Iniciativa inédita, de compartilhamento de patinetes elétricos,promoverá intermodalidade aos passageiros da Linha 5-Lilás, com integração de metrô a bicicletas e patinetes.A partir de dezembro, a SCOO (empresa de serviço de compartilhamento de patinetes elétricos) irá dispor de locais em todas as estações da Linha 5-Lilás.

ViaMobilidade
ANPTrilhos
A ViaMobilidade, concessionária responsável pela operação e manutenção da Linha 5-Lilás de metrô de São Paulo, e a SCOO, empresa de serviço de compartilhamento de patinetes elétricos, acabam de firmar uma parceria inédita e exclusiva ao unir a expertise das empresas para o transporte de passageiros que se torna um case mundial de intermodalidade.
A partir de dezembro, a SCOO irá dispor de locais em todas as estações da Linha 5-Lilás com patinetes e bicicletas. Trata-se da primeira iniciativa no Brasil que integrará metrô, bicicletas e patinetes que valoriza a mobilidade ativa e promove mais comodidade e praticidade ao paulistano.
A Linha 5-Lilás transporta cerca de 600 mil passageiros por dia útil, é composta por 17 estações e atende a Zona Sul de São Paulo, de Capão Redondo a Chácara Klabin. Ela se integra ao Metrô na Estação Santa Cruz (Linha 1-Azul) e na Estação Chácara Klabin (Linha 2-Verde) e à CPTM (Linha 9-Esmeralda) na Estação Santo Amaro.
Fonte - ANPTrilhos  17/10/2019

quarta-feira, 26 de junho de 2019

Patinetes desafiam cidades brasileiras

Mobilidade/Sustentabilidade  🚲

Tal questão chamou a atenção do Senado Federal que realizou duas audiências públicas, onde as opiniões convergiram para a necessidade de uma regulação discutida e planejada com antecedência pelo poder público. No limite, o que deve ser preservado é o direito à integridade física dos que circulam pelas cidades, mas parlamentares e especialistas recomendam equilíbrio para que não se joguem fora alternativas promissoras ao meio ambiente e à fluidez do tráfego.

Portogente
foto 0 ilustração/arquivo
Os problemas criados nos últimos meses em várias cidades brasileiras pelo uso inadequado de patinetes elétricas desfez a ilusão de que empresas e consumidores pudessem resolver sozinhos, e num passe de mágica, certos embaraços à mobilidade urbana. Tal questão chamou a atenção do Senado Federal que realizou duas audiências públicas, onde as opiniões convergiram para a necessidade de uma regulação discutida e planejada com antecedência pelo poder público como melhor caminho para que as comunidades reinventem seu modelo de trânsito, sem que tenham de passar pelo caos ou cair no proibicionismo.
No limite, o que deve ser preservado é o direito à integridade física dos que circulam pelas cidades, mas parlamentares e especialistas recomendam equilíbrio para que não se joguem fora alternativas promissoras ao meio ambiente e à fluidez do tráfego.
De janeiro a maio, num crescendo, a combinação de novidades tecnológicas com modelos de negócio arrojados surpreendeu a população, provocando alvoroço. A empolgação inicial, entretanto, vem sendo arrefecida por sustos, quedas e atropelamentos nas ruas de São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro e uma dezena de outras cidades nas quais as patinetes estão presentes, mostrando que também as autoridades responsáveis pelo planejamento urbano se surpreenderam.
Pelo menos parte dos danos provocados por esse afluxo repentino poderia ter sido evitada, caso tivesse sido cumprido à risca o que recomenda desde 2013 a Resolução 465 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) para esses veículos: circulação em áreas de pedestres a 6 quilômetros por hora (km/h) e a 20 km/h em ciclovias e ciclofaixas.
Fonte - Portogente  26/06/2019