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terça-feira, 19 de janeiro de 2021

Edital do VLT do DF prevê linha da W3 Norte até o aeroporto

Transportes sobre trilhos  🚄

Pela previsão do Executivo, o custo total do empreendimento será de R$ 2,1 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão de aporte público. A contraprestação mensal sugerida em edital é de R$ 19,8 milhões para operação e manutenção. A empresa que assumir a concessão patrocinada ficará responsável pela implantação e prestação de serviço público de transporte urbano coletivo por meio do VLT.

Metrópoles
foto - ilustração/arquivo
A Secretaria de Transporte e Mobilidade do Distrito Federal (SEMOB) trabalhou durante a pandemia do novo coronavírus para concluir editais de parcerias público-privadas anunciadas no início deste ano pelo governador Ibaneis Rocha (MDB). Uma das PPPs com texto pronto e parâmetros definidos é a do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT). O documento com especificações técnicas iniciais está no Tribunal de Contas do DF para apreciação. O TCDF vai avaliar se os pontos estão em conformidade com a legislação e se podem avançar para o recebimento de propostas das empresas. Pela previsão do Executivo, o custo total do empreendimento será de R$ 2,1 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão de aporte público. A contraprestação mensal sugerida em edital é de R$ 19,8 milhões para operação e manutenção. A empresa que assumir a concessão patrocinada ficará responsável pela implantação e prestação de serviço público de transporte urbano coletivo por meio do VLT. O transporte, similar ao que existe hoje na Praça Mauá do Rio de Janeiro, próximo ao Museu do Amanhã, circulará em estações ao longo de toda a W3 Sul e Norte e, posteriormente, se estenderá até o Aeroporto de Brasília. A extensão total será de 22 quilômetros -16 Km cortando a W3. A previsão em edital é que a frota do VLT seja de 39 trens. Os veículos terão 45 metros, com sete módulos e capacidade para 560 passageiros. Na descrição do projeto, o valor sugerido da passagem é R$ 3,50. Calçadas e ciclovias A empresa que vencer o certame, quando ele for aprovado pelo TCDF e virar licitação, deverá fornecer operação do material rodante e todos os sistemas, além de implantação, adequação e manutenção de sistema de calçadas, ciclovias e passagens de pedestres entres as quadras 600 e 900. O critério de seleção previsto e sugerido ao TCDF é pelo menor valor de contraprestação. Análise pelo Conplan Em 23 de abril de 2020, a proposta de implementação do VLT na via W3 foi apresentada aos integrantes do Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal (Conplan). Na ocasião, a incorporação do VLT foi apresentada aos conselheiros. A Secretaria de Habitação e Urbanismo, que também participou da construção do projeto, levou duas premissas a serem analisadas pelo conselho: a de fortalecimento da mobilidade urbana e a de revitalização da via. Isso porque a implementação do modal prevê a integração com terminais rodoviários na ponta das duas asas e a requalificação urbana de becos, passagens e quadras nas imediações do VLT. A intenção foi aprimorar a proposta, que também passou por audiência pública. "A proposta agora está com o TCDF. Eles vão analisar se está em conformidade. Podem pedir correções e nós faremos, caso precise. Depois disso, é feita a liberação para licitação da PPP", afirmou o secretário de Mobilidade do DF, Valter Casimiro.
Fonte - Revista Ferroviária  19/01/2021

quarta-feira, 15 de abril de 2020

GDF(Brasília) calcula que construção do VLT na W3 custará R$ 2 bilhões

Transportes sobre trilhos  🚄

Estima-se que o valor de R$2 bilhões serviria para construir a linha, pavimentar e instalar os trilhos e deve ser pago com dinheiro de iniciativa privada.Nesta terça-feira (14/04), a Semob-DF realizou audiência pública para ouvir a opinião dos brasilienses sobre a construção do novo sistema de transporte

Metrópoles
foto - ilustração/arquivo
A Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob) estima que a construção do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) ligando as W3 Norte e Sul custe R$ 2 bilhões aos cofres públicos.
O montante serviria para construir a linha, pavimentar e instalar os trilhos e deve ser pago com dinheiro de iniciativa privada.
Nesta terça-feira (14/04), a Semob realizou audiência pública para ouvir a opinião dos brasilienses sobre a construção do novo sistema de transporte.
Segundo a pasta, mais de 500 pessoas acessaram o canal de transmissão da secretaria entre 10h e 12h15. Do total, 35 participantes opinaram sobre o projeto.
Faixa exclusivaO Governo do Distrito Federal (GDF) calcula que, para o projeto sair do papel, seja preciso instalar uma faixa exclusiva com 22 km de extensão.
O VLT viria para substituir todas as linhas de ônibus do trecho. Os trens ligariam o final da Asa Norte ao Aeroporto Internacional de Brasília, trafegando pelas faixas mais próximas ao canteiro central das vias da W3. Seriam mantidas duas faixas para os demais veículos.
Cada trem tem 45 metros com sete vagões e seis articulações. A capacidade total é de até 560 passageiros.
O projeto também prevê a instalação de 24 pontos de embarque e desembarque para o VLT, sem contar com um terminal rodoviário no Aeroporto. Não haverá qualquer tipo de parada semafórica ao longo do trajeto.
Fonte - Revista Ferroviária 15/04/2020

terça-feira, 14 de abril de 2020

Em formato on-line, audiência pública debate projeto de VLT de Brasília

Transportes sobre trilhos  🚄

Em formato on-line, o evento terá transmissão ao vivo, entre as 10h e as 12h, por meio do canal do YouTube da Secretaria de Transporte e Mobilidade do Distrito Federal (Semob).Na audiência, aberta ao público, haverá apresentação dos estudos e das minutas de edital e contrato que subsidiarão a futura licitação da parceria público-privada (PPP).

Revista Ferroviária
foto - ilustração/arquivo
Está marcada para esta terça-feira (14) a audiência pública referente à concessão patrocinada do Sistema Integrado de Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) na Via W3. Em formato on-line, o evento terá transmissão ao vivo, entre as 10h e as 12h, por meio do canal do YouTube da Secretaria de Transporte e Mobilidade do Distrito Federal (Semob).
A Semob mantém disponível, para contato, o número de WhatsApp (61) 99228-0824, por meio do qual qualquer pessoa pode enviar dúvidas ou pedidos de informações em texto, áudio ou vídeo. As manifestações devem conter a identificação do interessado, sendo automaticamente desconsideradas contribuições impertinentes ou impróprias.
Na audiência, aberta ao público, haverá apresentação dos estudos e das minutas de edital e contrato que subsidiarão a futura licitação da parceria público-privada (PPP).

Novo formatoA realização da audiência pública em formato on-line está de acordo com o Plano de Contingência Distrital do GDF, que determinou a suspensão de todos os eventos no Distrito Federal como forma de prevenção e combate à pandemia da Covid-19.
A Semob estendeu o prazo para apresentação de contribuições escritas até o dia 30 deste mês. Com exceção dos prazos e da forma de participação, ficam valendo todos os demais critérios previstos no Aviso de Consulta e Audiência Públicas publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) em 12 de março deste ano.s informações sobre consultas e audiências públicas.
Fonte - Revista Ferroviária  14/04/2020

sexta-feira, 13 de março de 2020

Propostas para implantar o VLT de Brasília serão discutidas em audiência pública

Transportes sobre trilhos  🚄

A implantação do Veículo Leve sobre Trilhos na W3 prevê a ligação entre os terminais Asa Sul, Asa Norte e aeroporto com extensão de 22km. A nova tecnologia irá integrar ao metrô, BRT Sul e ao BRT Oeste.Existe, ainda, a previsão de implantar um sistema de calçadas e ciclovias na Asa Sul e na Asa Norte que irá facilitar os deslocamentos de pedestres e ciclistas.

Jornal de Brasília
Com informações da Agência Brasília

foto - ilustração/arquivo
Em março, estudos para implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) serão apresentados em audiência pública acontecerá no auditório da sede do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER/DF), às 10h. Podem participar usuários, potenciais licitantes e demais interessados. O aviso que traz detalhes da consulta e da audiência públicas está publicado na edição desta quinta-feira (12) do DODF.
Os documentos que serão apresentados na audiência - como os estudos de modelagem técnica, econômico-financeira e jurídica, minutas do edital de licitação e do contrato, além de planilha detalhada da modelagem financeira - podem ser acessados no site da Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob).
As contribuições escritas relacionadas à implantação do VLT podem ser enviadas entre os dias 12 de março e 13 de abril por meio deste email; no protocolo da Semob, na Estação Ferroviária e por via postal. Também há a possibilidade de entregá-las durante a audiência pública.
Após a audiência, as propostas serão submetidas ao Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) e, em seguida, divulgado o edital de licitação do empreendimento, que será por meio de Parceria Público-Privada.
A implantação do Veículo Leve sobre Trilhos na W3 prevê a ligação entre os terminais Asa Sul, Asa Norte e aeroporto com extensão de 22km. A nova tecnologia irá integrar ao metrô, BRT Sul e ao BRT Oeste.
Existe, ainda, a previsão de implantar um sistema de calçadas e ciclovias na Asa Sul e na Asa Norte que irá facilitar os deslocamentos de pedestres e ciclistas.
Os investimentos são estimados entre R$ 2 bilhões, incluindo obras, material rodante, sistema de energia e sinalização. VLT terá capacidade para transportar cerca de 200 mil passageiros por dia.
Cinco empresas foram selecionadas para desenvolver o estudo de viabilidade do VLT, por meio de Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI), que tem como objetivo permitir que particulares apresentem projetos e estudos para auxiliar o governo a modelar suas licitações.
Para realizar a avaliação e seleção dos estudos de viabilidade, a Semob criou uma comissão técnica, que selecionou o estudo do grupo de empresas BF Capital Assessoria em Operações Financeiras, Serveng Civilsan Empresas Associadas de Engenharia, T'Trans Sistemas de Transportes e Viação Piracicabana para servir de parâmetro para a licitação.
Técnicos da Semob realizaram ajustes e complementações ao estudo selecionado, que originaram as propostas que serão apresentadas na audiência pública do dia 27/3.
Fonte - Revista Ferroviária  13/03/2020

terça-feira, 24 de setembro de 2019

Perto de sair do papel: grupo que fará projeto do VLT de Brasília é escolhido

Transportes sobre trilhos  🚄

O projeto prevê a construção de 22 km de linha. As empresas selecionadas ainda contarão com alimentação elétrica. O modelo também exigirá que o GDF reavalie a circulação dos ônibus que hoje trafegam na via W3.Dentro do plano está prevista a implementação, entre as quadras 600 e 900, de sistema para que ciclistas e pedestres circulem em segurança. O objetivo do governo é firmar uma parceria público-privada (PPP) a fim de viabilizar o empreendimento.

Metrópoles
foto - ilustração/arquivo
O Governo do Distrito Federal divulgou nesta segunda-feira (23/09/2019) o resultado do pregão eletrônico para a escolha das empresas que vão tocar o projeto de implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) na W3. Segundo a publicação, o grupo autorizado é formado pelas empresas BF Capital Assessoria em Operações Financeiras, Serving, Civilsan, Empresas Associadas de Engenharia, Trans Sistemas de Transportes e Viação Piracicabana.
A partir de agora, elas trabalharão em um documento para que o sistema de transporte dentro do Plano Piloto saia do papel. Com tentativas frustradas desde a gestão do então governador José Roberto Arruda (PL), o VLT terá de obedecer diversas etapas e parâmetros para que, de fato, atenda a população.
Segundo o Chamamento de Manifestação de Interesse n.º 01/2019, o modal deve ligar o terminal da Asa Sul ao da Asa Norte, passando pela via W3, utilizando tecnologia VLT e sua extensão até o aeroporto. O escopo dos projetos, estudos, levantamentos ou investigações devem obedecer aos parâmetros exigidos por lei, além de passar pelo crivo da Secretaria de Mobilidade.

O projeto prevê a construção de 22 km de linha. As empresas selecionadas ainda contarão com alimentação elétrica. O modelo também exigirá que o GDF reavalie a circulação dos ônibus que hoje trafegam na via W3.
Dentro do plano está prevista a implementação, entre as quadras 600 e 900, de sistema para que ciclistas e pedestres circulem em segurança. O objetivo do governo é firmar uma parceria público-privada (PPP) a fim de viabilizar o empreendimento.
O estudo selecionado terá seus direitos associados transferidos à administração pública e só poderá ser divulgado após a publicação do Aviso de Audiência Pública sobre o tema.

VLT para 2020
No fim de julho, o governador Ibaneis Rocha (MDB) já havia reforçado sua intenção de retomar o projeto do VLT dentro de uma parceria público-privada (PPP). De acordo com o chefe do Executivo local, a iniciativa foi completamente remodelada. Em 30 de julho, o GDF assinou o distrato do projeto anterior com a Caixa Econômica Federal (CEF) a fim de iniciar o novo modelo. A decisão foi tomada após a União negar pedido de reconsideração do Palácio do Buriti para devolver R$ 26 milhões, antes destinados ao VLT.
A linha do novo VLT sairá do Aeroporto JK em direção ao Terminal da Asa Sul, próximo a 1ª Delegacia de Polícia. O transporte seguirá pela W3 Sul e W3 Norte. Nesta fase inicial, os trilhos acabam no Noroeste. "É um projeto que precisa acontecer, mas não aquele do passado", pontuou Ibaneis. Por enquanto, o governo não tem os valores consolidados. Pelo planejamento de Ibaneis, as obras do VLT começarão no início de 2020.

O que diz a Semob
Em nota, a Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob) informou que o próximo passo do projeto será "discutir com o grupo selecionado a necessidade de fazer alguns ajustes e esclarecer algumas dúvidas, visando a sua apresentação em audiência pública".
Segundo a pasta, após a realização de audiência pública - ainda sem data marcada -, o estudo será "submetido ao Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) e, em seguida, divulgado o edital de licitação".
Fonte - Revista Ferroviária  24/09/2019

quarta-feira, 10 de julho de 2019

União corta R$ 26 mi para VLT e recusa pedido de reconsideração do GDF

Transportes sobre trilhos   🚄

Uma investida do governador Ibaneis Rocha (MDB) e do secretário de Fazenda, Planejamento, Orçamento e Gestão, André Clemente, para reaver os recursos recebeu negativa, na quinta-feira (04/07/2019), do Executivo federal. Mesmo assim, o Palácio do Buriti mantém em andamento processo que busca uma parceria público-privada para o sistema de transporte.A recusa ao pedido de reconsideração foi emitida pelo secretário Nacional de Mobilidade e Serviços Urbanos, Jean Carlos Pejo.

Metrópoles 
foto - ilustração/arquivo
O Governo do Distrito Federal (GDF) perdeu R$ 26 milhões da União que seriam aplicados na implantação do veículo leve sobre trilhos (VLT) no Plano Piloto. Uma investida do governador Ibaneis Rocha (MDB) e do secretário de Fazenda, Planejamento, Orçamento e Gestão, André Clemente, para reaver os recursos recebeu negativa, na quinta-feira (04/07/2019), do Executivo federal. Mesmo assim, o Palácio do Buriti mantém em andamento processo que busca uma parceria público-privada para o sistema de transporte.
A recusa ao pedido de reconsideração foi emitida pelo secretário Nacional de Mobilidade e Serviços Urbanos, Jean Carlos Pejo. Segundo o gestor, a pasta não pode rever a Portaria nº 422, de 6 de julho de 2018, que cortou sete contratos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), entre eles, o do GDF.
O Termo de Compromisso nº 445.450-67/2015 tinha como objeto a elaboração de estudos e projeto básico da Linha 1 do VLT, entre o Terminal da Asa Sul e o Terminal da Asa Norte. O extinto Ministério das Cidades, substituído pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), usou como argumentos a recessão econômica e a necessidade de aperfeiçoar a alocação de recursos para garantir a execução de empreendimentos.
Em nota, o MDR esclareceu que o contrato previa uma cláusula suspensiva, acionada até que a documentação técnica que serviria de base para a licitação dos estudos e projetos fosse apresentada pelo governo local e aprovada pela Caixa Econômica Federal. "Como as exigências básicas do acordo não foram atendidas, mesmo após seguidos adiamentos de prazo, o processo foi encerrado", concluiu.
Responsável pelo acordo, a Companhia do Metropolitano do DF (Metrô-DF) informou que o ministério não chegou a liberar qualquer montante. "Não há nada a ser devolvido", reforçou. Segundo a empresa pública, o acordo foi reduzido para R$ 3,93 milhões em 2017. A alteração, contudo, não consta nos registros oficiais do governo federal e é negada pelo MDR.
Questionada se há outro acordo para substituir o que foi anulado, a Secretaria Nacional de Mobilidade e Serviços Urbanos informou que possui seleção aberta para o Avançar Cidades. Segundo a pasta, o objetivo do programa é "melhorar a qualidade dos deslocamentos da população nos ambientes urbanos por intermédio do financiamento de ações de mobilidade voltadas ao transporte público coletivo, ao transporte não motorizado, à elaboração de planos de mobilidade, estudos e projetos executivos."

PPP
Clemente disse ao Metrópoles que a intenção do Executivo local é manter todos os investimentos no DF. "O objetivo é preservar toda verba já disponibilizada, esteja contratada ou não", afirmou. Segundo o secretário, o processo em andamento para uma parceria público-privada não inviabiliza a aplicação de recursos por parte do governo. "As PPPs podem ser construídas com o Estado entrando com a infraestrutura, por exemplo", pontuou.
De toda forma, a Secretaria de Transporte e Mobilidade disse que o projeto anterior para o VLT não tem vínculo com o que está sendo estruturado pelo governo atual. Segundo a pasta, a alternativa para levantar recursos ao modelo de transporte entre as asas Sul e Norte é a parceria com a iniciativa privada, que contará com recursos desse setor.
Atualmente, de acordo com a secretaria, estão sendo elaborados estudos por empresas no âmbito do Edital de Chamamento de Manifestação de Interesse Nº 01/2019. "Após conclusão, avaliação e seleção desses estudos, a modelagem do projeto final será consolidada pelo governo e apresentada à sociedade por meio de audiência pública", assinalou.
Fonte - Revista Ferroviária  10/07/2019

terça-feira, 4 de junho de 2019

Governo do DF faz testes com trem que liga Brasília a Valparaíso-GO

Transportes sobre trilhos  🚄

Por enquanto, o trem só vai fazer o trajeto de ida. O carro que irá rodar hoje é experimental, e só tem capacidade para 10 pessoas, sendo apenas sete passageiros. O objetivo é fazer testes e verificar uma manutenção feita recentemente na malha ferroviária. O tempo também será cronometrado.

Jornal de Brasília
foto - ilustração/arquivo
O Governo do Distrito Federal (GDF) começa a fazer testes reais com a via ferroviária que liga Brasília a Valparaíso-GO nesta terça-feira (4). Um trem não-oficial fará a primeira viagem nesta manhã, a partir das 8h30. Ele sairá da Estação Rodoferroviária e segue para o Entorno.
O trem irá transportar o governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB); o secretário de Desenvolvimento da Região Metropolitana, Paulo Roriz; o secretário de Transporte e Mobilidade, Valter Casimiro; o secretário nacional de Mobilidade e Serviços Urbanos do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), Jean Pejo; e um representante da VLi, concessionária responsável pela linha.
Por enquanto, o trem só vai fazer o trajeto de ida. O carro que irá rodar hoje é experimental, e só tem capacidade para 10 pessoas, sendo apenas sete passageiros. O objetivo é fazer testes e verificar uma manutenção feita recentemente na malha ferroviária. O tempo também será cronometrado.
A ideia, segundo o Governo do Distrito Federal (GDF), é verificar a recente manutenção realizada na malha ferroviária, além de contabilizar o tempo estimado de deslocamento, quando a operação estiver regularizada. A viagem experimental deveria ter acontecido em janeiro, mas a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) pediu tempo para novos estudos, o que atrasou o cronograma.
Fonte - Revista Ferroviária  04/06/2019

terça-feira, 2 de abril de 2019

Selecionadas empresas para elaborar estudo de viabilidade de VLT no DF

Transportes sobre trilhos  🚇

As empresas selecionadas devem apresentar à SEMOB, um plano de trabalho detalhado com a descrição das atividades previstas para elaboração dos estudos de viabilidade. Também será necessário indicar o valor do ressarcimento pretendido com gastos com pessoal (inclusive encargos), despesas gerais, custos administrativos e tributos.

Correio Brasiliense 
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Cinco empresas foram selecionadas pela Secretaria de Transporte e Mobilidade (SEMOB) e tem até o dia 18 de abril para apresentarem um estudo de viabilidade para a implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) na W3. A expectativa do Governo do Distrito Federal é que a execução das obras na W3 comece ainda este ano.
As empresas selecionadas devem apresentar à SEMOB, um plano de trabalho detalhado com a descrição das atividades previstas para elaboração dos estudos de viabilidade. Também será necessário indicar o valor do ressarcimento pretendido com gastos com pessoal (inclusive encargos), despesas gerais, custos administrativos e tributos.
Antes da licitação, o projeto também será apresentado à população e outras entidades interessadas por meio de audiência pública. Assim como ao Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) e demais órgãos de controle.
Estima-se que as obras do VLT na W3 sejam concluídas em até 36 meses após a licitação. No entanto, esse período pode ser estendido conforme prevê o estudo de viabilidade.

Mobilidade
A implantação do Veículo Leve sobre Trilhos na W3 prevê a ligação entre os terminais Asa Sul, Asa Norte e aeroporto com extensão de 22km. A capacidade do VLT é transportar quase 200 mil passageiros por dia. A nova tecnologia irá integrar ao metrô, BRT Sul e ao BRT Oeste. Os investimentos são estimados entre R$ 1 e 1,5 bilhão de reais, incluindo obras civis, material rodante, sistema de energia e sinalização.
Fonte - Revista Ferroviária  02/04/2019

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

VLT entre Brasília e Valparaíso (GO) terá viagem gratuita por 6 meses

Transportes sobre trilhos  🚄

O projeto irá usar a linha férrea já existente, hoje exclusiva para o transporte de cargas, e que será adaptada para a condução de passageiros. Já o vagões para transporte de passageiros virão de Recife (PE), onde o sistema de VLT já atende a cidade.

Destak Brasília
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Deverá começar operar até o final deste mês, o trem que ligará Brasília a Valparaíso (GO) em caráter experimental por 30 dias. Logo após esse período, o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) passará a operar em fase de testes durante seis meses, quando os passageiros poderão conhecer o trajeto e o novo tipo de transporte.
O projeto irá usar a linha férrea já existente, hoje exclusiva para o transporte de cargas, e que será adaptada para a condução de passageiros. Já o vagões para transporte de passageiros virão de Recife (PE), onde o sistema de VLT já atende a cidade.
Com 18 metros de comprimento por vagão, as três unidades que já estão a caminho do Distrito Federal terão capacidade de transportar até 600 pessoas por viagem. Internamente, há cadeiras fixas, alças de teto e ambiente climatizado. Embora consiga alcançar velocidade de até 76 km/h, a viagem não deve durar menos que uma hora e meia para transpor os 45 km de trilhos que separam Brasília e Valparaíso.
Atualmente, de ônibus, um cidadão precisa desembolsar R$ 4,65 de Brasília até Valparaíso (GO) por viagem. Para Luziânia, o valor aumenta para R$ 6,45 por trecho. Na linha férrea de Maceió (AL), que tem distância semelhante, a tarifa é de R$ 1, com valor atualizado em maio de 2018.
O secretário de Desenvolvimento da Região Metropolitana, Paulo Roriz, afirmou que a equipe da pasta passa a se debruçar sobre os estudos para determinar o preço futuro da passagem. O coordenador do projeto garante que a experiência dos próximos meses servirá, também, para avaliar a aceitação dos passageiros do DF quanto ao novo modal.
“Nesta primeira fase, vamos aproveitar a ferrovia já existente até Valparaíso, mas nada impede que estendamos o trecho até Luziânia futuramente. Como o transporte público não é feito para dar lucro, fixaremos o valor da tarifa de forma que fique mais atraente do que a dos ônibus”, afirmou Paulo Roriz.
Fonte - Abifer  15/01/2019