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terça-feira, 8 de dezembro de 2020

Futuro prefeito de Niterói se reúne com técnicos que farão estudo de viabilidade do VLT

Transportes sobre trilhos  🚄

Técnicos do consórcio, liderado pela empresa Des Villes et Des Hommes (DVDH), apresentaram ao prefeito eleito a metodologia do estudo que vai avaliar a implantação de uma linha que ligará Charitas ao Terminal João Goulart, no Centro, e seguirá para o Barreto. 

O Fluminense
foto - ilustração/arquivo
O prefeito eleito de Niterói, Axel Grael, se reuniu, na manhã desta segunda-feira (07) com representantes do consórcio que fará o estudo de viabilidade técnica e financeira do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos). A agenda de transição também contou com reuniões com o futuro secretário Executivo, Bira Marques, e com o secretário de Urbanismo, Renato Barandier, que se manterá no cargo. Técnicos do consórcio, liderado pela empresa Des Villes et Des Hommes (DVDH), apresentaram ao prefeito eleito a metodologia do estudo que vai avaliar a implantação de uma linha que ligará Charitas ao Terminal João Goulart, no Centro, e seguirá para o Barreto. O trabalho é financiado e contratado pelo Governo da França, através de um fundo pleiteado pela Prefeitura de Niterói. "Desafio para todas as grandes cidades do mundo, a mobilidade urbana continuará sendo uma das prioridades da Prefeitura de Niterói. Este estudo de viabilidade é estratégico para o desenvolvimento da nossa cidade", disse Grael, que teve Covid, cumpriu o período de isolamento orientado pelos médicos e retomou nesta segunda-feira agendas presenciais do trabalho de transição de governo.

Fonte - Revista Ferroviária  08/12/2020

quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

União vai apresentar estudo sobre viabilidade do VLT de Cuiabá ao Estado e prefeitura; valor da obra gera preocupação

Transportes sobre trilhos  🚄

O VLT foi projeto do Governo do MT para ser entregue em 2014, dentro do pacote de obras para a Copa do Mundo, realizada naquele ano no Brasil. Cuiabá foi uma das subsedes. As obras começaram em 2012. O empreendimento tem contrato de financiamento no Programa Pró-Transporte, com recursos da Caixa Econômica Federal e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).O modal de mobilidade urbana está projetado para ter uma extensão de 22 quilômetros, com dois itinerários.

O Documento 
foto - ilustração/arquivo
Uma reunião na Secretaria Nacional de Mobilidade Urbana, órgão do Ministério do Desenvolvimento Regional, nesta quarta-feira (22), marcou a retomada das discussões, em Brasília, para se encontrar uma solução que leve a conclusão das obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em Cuiabá e Várzea Grande. O senador Wellington Fagundes (PL-MT) discutiu a questão com o secretário José Carlos Medaglia e agendou uma reunião de toda equipe da Semob e do Governo do Estado para o dia 10 de fevereiro.
Nesse encontro, o Governo Federal deverá apresentar detalhes dos estudos técnicos sobre a viabilidade do VLT que estão sendo feitos por um Grupo de Trabalho criado pela secretaria governamental. O grupo estuda e analisa alternativas de solução à reestruturação do modal. Durante o encontro, Wellington Fagundes e o secretário José Carlos Medaglia conversaram, em conferência, com o governador Mauro Mendes (DEM) e acertaram a agenda de trabalho.
Temos uma ferida exposta que precisa ser fechada, disse. O senador reafirmou a importância da convergência de esforços e quer a participação efetiva dos prefeitos das duas cidades, Emanuel Pinheiro, de Cuiabá, e Lucimar Campos, de Várzea Grande. Temos que partir para objetivos práticos, de interesse da população das duas cidades, afirmou o senador.
Ex-diretor da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), o atual secretário de Mobilidade Urbana do Ministério do Desenvolvimento Regional afirmou, na reunião com o senador, que o Governo tem total interesse em criar uma equação eu favoreça a conclusão do empreendimento. Para ele, o VLT concluído representa um salto de qualidade para Cuiabá e Várzea Grande, tanto no tocante a mobilidade quanto na valorização das duas cidades.
Um dos aspectos que mais preocupa quanto ao VLT é a equalização de recursos necessários para conclusão da obra. A pauta de discussão envolve ainda, segundo o secretário José Carlos Medaglia, aspectos relacionados a modelagem de operação e custos tarifários.
O VLT foi projeto do Governo do MT para ser entregue em 2014, dentro do pacote de obras para a Copa do Mundo, realizada naquele ano no Brasil. Cuiabá foi uma das subsedes. As obras começaram em 2012. O empreendimento tem contrato de financiamento no Programa Pró-Transporte, com recursos da Caixa Econômica Federal e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
O modal de mobilidade urbana está projetado para ter uma extensão de 22 quilômetros, com dois itinerários. O primeiro trecho ligando o Aeroporto Marechal Rondon até a Avenida Rubens de Mendonça. O segundo sairia da Avenida Tenente Coronel Duarte até a região do Coxipó.
Fonte - Revista Ferroviária  23/01/2020

terça-feira, 2 de abril de 2019

Selecionadas empresas para elaborar estudo de viabilidade de VLT no DF

Transportes sobre trilhos  🚇

As empresas selecionadas devem apresentar à SEMOB, um plano de trabalho detalhado com a descrição das atividades previstas para elaboração dos estudos de viabilidade. Também será necessário indicar o valor do ressarcimento pretendido com gastos com pessoal (inclusive encargos), despesas gerais, custos administrativos e tributos.

Correio Brasiliense 
foto - ilustração/arquivo
Cinco empresas foram selecionadas pela Secretaria de Transporte e Mobilidade (SEMOB) e tem até o dia 18 de abril para apresentarem um estudo de viabilidade para a implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) na W3. A expectativa do Governo do Distrito Federal é que a execução das obras na W3 comece ainda este ano.
As empresas selecionadas devem apresentar à SEMOB, um plano de trabalho detalhado com a descrição das atividades previstas para elaboração dos estudos de viabilidade. Também será necessário indicar o valor do ressarcimento pretendido com gastos com pessoal (inclusive encargos), despesas gerais, custos administrativos e tributos.
Antes da licitação, o projeto também será apresentado à população e outras entidades interessadas por meio de audiência pública. Assim como ao Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) e demais órgãos de controle.
Estima-se que as obras do VLT na W3 sejam concluídas em até 36 meses após a licitação. No entanto, esse período pode ser estendido conforme prevê o estudo de viabilidade.

Mobilidade
A implantação do Veículo Leve sobre Trilhos na W3 prevê a ligação entre os terminais Asa Sul, Asa Norte e aeroporto com extensão de 22km. A capacidade do VLT é transportar quase 200 mil passageiros por dia. A nova tecnologia irá integrar ao metrô, BRT Sul e ao BRT Oeste. Os investimentos são estimados entre R$ 1 e 1,5 bilhão de reais, incluindo obras civis, material rodante, sistema de energia e sinalização.
Fonte - Revista Ferroviária  02/04/2019

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Governo do MT protocola hoje estudo sobre VLT de Cuibá

Transportes sobre trilhos

 A primeira etapa do relatório sobre o estudo realizado pela empresa de consultoria KPMG sobre a viabilidade financeira do Veiculo Leve sobre Trilhos, obra de mobilidade urbana que estava no “pacote” das obras da Copa do Mundo de 2014,deve ser protocolado nesta pelo Gov. do MT segunda-feira (25), na Justiça Federal 

A Gazeta – Cuiabá/MT
foto - ilustração
O governo do Estado deve protocolizar nesta segunda-feira (25), na Justiça Federal, a primeira etapa do relatório sobre o estudo realizado pela empresa de consultoria KPMG sobre a viabilidade financeira do Veiculo Leve sobre Trilhos, obra de mobilidade urbana que estava no “pacote” das obras da Copa do Mundo de 2014 e que já deveria ter sido entregue, mas, sequer 30% foram concluídos e os canteiros abandonados acabaram se tornando um grande contratempo para os empresários das avenidas da Prainha, em Cuiabá e da FEB, em Várzea Grande.
Muitos empresários antigos dessas avenidas acabaram sendo obrigados a fecharem seus negócios por causa da obstrução das vias e a impossibilidade de acesso dos clientes aos diversos serviços ali oferecidos. É comum hoje, no trecho entre a Praça Ipiranga e o início da avenida XV de Novembro, encontrar estabelecimentos fechados.
Durante visita a algumas obras em Poconé, com destaque para nove pontes de concreto, das quais quatro já foram entregues aos usuários da Rodovia Transpantaneira, no sábado (23), o governador Pedro Taques (PSDB) disse que recebeu a primeira parte do relatório na sexta-feira (22) e que estava terminando de ler para que hoje seja encaminhado à Justiça Federal.
De acordo com Taques, o relatório, quando finalizado, dará resposta a três questões importantes sobre o VLT, sendo o primeiro: o que foi gasto, quanto foi gasto e quanto ainda precisa ser gasto para que o modal entre em operação; segundo: qual a melhor forma de operação, se Parceria Público Privada (PPP) ou concessão e, terceiro e o que mais interessa ao usuário, quanto custará a tarifa e se será necessário algum subsídio.
A compra antecipada das composições do VLT, que consumiram valores em torno de R$ 700 milhões se tornou o grande empecilho para uma eventual mudança de modal (do VLT para o BRT, como foi previsto inicialmente), exatamente pelo dinheiro já consumido até aqui, em torno de R$ 1,2 bilhão.
Pedro Taques disse que após concluir a entrega do relatório da KPMG à Justiça Federal, vai conceder uma coletiva de imprensa para tornar público esses valores para a sociedade mato-grossense, que no final é quem vai pagar a conta.
Fonte - ANPTrilhos - 25/01/2016

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