UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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sexta-feira, 30 de junho de 2017

Greve Geral: Central dos Sindicatos Brasileiros espera barrar Reforma Trabalhista

Política  👀

Trabalhadores, centrais sindicais e movimentos sociais de 23 estados e o Distrito Federal realizam desde as primeiras horas desta sexta-feira (30) uma nova manifestação pelo país, como a Greve Geral ocorrida em Abril e a Marcha em Brasília em Maio, em protesto contra as reformas trabalhista e previdenciária, em tramitação no Congresso Nacional.

Sputnik
Sputnik - divulgação/CSB
Para as centrais sindicais, as reformas são consideradas com as maiores ameaças aos direitos dos cidadãos brasileiros e à organização do movimento sindical desde a promulgação da Constituição Federal de 1988. A organização vem acompanhando com atenção a realização dos atos em todo o Brasil durante o dia.
Em entrevista exclusiva para a Sputnik Brasil, o Presidente Nacional da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), Antonio Neto, fez um balanço da manifestação e os próximos passos do movimento, especialmente com foco na votação da Reforma Trabalhista.
"Apesar da pressão sendo feita [contra] — em alguns estados a justiça do trabalho deu liminar para empresas, tentando impedir a mobilização dos trabalhadores — a gente viu uma grande adesão em vários estados", comemorou o sindicalista.
"Naqueles estados, nos quais os transportes não aderiram, a adesão foi um pouco menor. O dia foi marcado mais por manifestações, paradas, atos em estradas, como tivemos aqui em São Paulo, nas principais acessos à cidade", disse Antonio Neto.
Segundo o presidente da CSB, a multa aos trabalhadores do setor de transporte de diversas capitais seria muito expressiva. Levando em consideração que a votação da reforma trabalhista no senado foi adiada para a semana que vem, os sindicatos do setor decidiram poupar os esforços para realizar atos mais expressivos na ocasião das discussões no legislativo, na esperança de mudar o voto de uma parte dos senadores.
De todo modo, o sindicalista comemorou a expressividade da greve nos estados do Paraná e de Minas Gerais. Além disso, grandes manifestações são aguardadas no Rio de Janeiro e no centro de São Paulo.
"Já conseguimos virar grandes votos no senado, e essas manifestações no Brasil todo também devem repercutir na mudança de alguns votos", disse Neto, que prometeu alerta do movimento sindicalista "antes, durante e depois" da votação no senado.
Fonte - Sputnik  30/06/2017

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Governo investiu R$ 567 milhões na compra de alimentos da agricultura familiar

Agricultura

Agricultores de Luziânia (GO) acompanham divulgação do balanço do Programa de Aquisição de íAlimentos. Em 2015, governo comprou R$ 567 milhões em alimentos da agricultura família.

Felipe Pontes - Repórter da Agência Brasil
Valter Campanato/Agência Brasil
O governo federal comprou, em 2015, R$ 567,2 milhões em alimentos produzidos por agricultores familiares por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.
O montante ultrapassou o gasto do programa em 2014, R$ 565,6 milhões, mas ainda está abaixo do volume desembolsado por outras iniciativas do governo que destinam recursos para a agricultura familiar, como o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), que repassa cerca de R$ 1,1 bilhão para compra desse tipo de produto.
“A diferença é que, por meio do PAA, o agricultor não somente vende seu produto quando está pronto, mas recebe acompanhamento durante todo o ano através de parceria com a Conab [Companhia Nacional de Abastecimento] e com as prefeituras”, explicou o secretário de Segurança Alimentar do ministério, Arnoldo de Campos
Criado em 2003, o programa beneficia atualmente mais de 38 mil famílias, em cerca de 2,3 mil municípios. Elas vendem seus produtos por intermédio da Conab e das prefeituras, por sua vez responsáveis por indicar e acompanhar os projetos atendidos, assim como definir a destinação dos alimentos comprados com os recursos do ministério.
Os alimentos podem ser destinados a abastecer restaurantes populares, hospitais e postos de saúde, ou ser distribuídos a comunidades em situação de insegurança alimentar, por exemplo.
O resultado do PAA em 2015 foi divulgado hoje (13) durante visita da ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, a uma cooperativa composta por 250 famílias em Luziânia (GO).
“A agricultura familiar é a grande responsável hoje por botar comida na mesa do povo”, disse a ministra para uma plateia de agricultores locais, ao lado do prefeito Cristóvam Tormim (PSD), cotado para disputar a reeleição este ano.
“Essa agricultura não estava forte o suficiente para garantir que essa comida chegasse ao prato do brasileiro, isso mudou, por isso temos muito o que comemorar”, acrescentou a ministra.
Desde o início do ano, um decreto do governo obriga os órgãos federais a adquirirem no mínimo 30% dos alimentos de que precisarem da agricultura familiar, o que deve injetar R$ 1,4 bilhão neste mercado. Para isso, foi criado um mecanismo facilitado de compra, por meio de chamada pública.
Fonte - Agência Brasil  13/10/2016

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

BNDES aumenta em 5% investimentos em infraestrutura, em relação a 2014

Economia

A informação é do diretor de Planejamento, Pesquisa e Acompanhamento Econômico do BNDES, João Carlos Ferraz, que falou hoje (16) durante evento do Conselho Empresarial da America Latina, no Rio de Janeiro.Segundo ele, o aumento dos desembolsos em infraestrutura refletem o potencial da economia brasileira e miram no crescimento sustentado, com oportunidades competitivas de baixo risco para os empresários.

Isabela Vieira
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração
O setor de infraestrutura foi um dos menos impactados com as reduções de financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Mesmo diante da queda de desembolsos prevista para esse ano, o setor vai receber mais recursos que em anos anteriores, com aumento de 5% em relação à 2014.
A informação é do diretor de Planejamento, Pesquisa e Acompanhamento Econômico do BNDES, João Carlos Ferraz, que falou hoje (16) durante evento do Conselho Empresarial da America Latina, no Rio de Janeiro.
Segundo ele, o aumento dos desembolsos em infraestrutura refletem o potencial da economia brasileira e miram no crescimento sustentado, com oportunidades competitivas de baixo risco para os empresários.
João Ferraz aposta no mercado interno, exportações e infraestrutura como "vetores do crescimento" no país. Para ele, a alavancagem da economia brasileira é uma questão de tempo. "Temos que atravessar esse inferno astral, mas as oportunidades são grandes", disse aos empresários latino-americanos, cobrando também mais participação do setor privado no financiamento de grandes projetos.
O setor de infraestrutura ajuda a criar condições para o crescimento da economia, destinando recursos para portos, aeroportos e rodovias, que reduzem custos de produção e passam a atender melhor a população.
Financiando obras de empresas brasileiras na África e a na América Latina, como o metrô de Caracas, na Venezuela, e o porto Mariel, em Cuba, o BNDES também movimenta a economia no Brasil, acrescentou o diretor. Ele disse aos empresários que as criticas a esses financiamentos são " ideológicas".
"É nosso papel [financiar], enquanto apoiadores de empresas brasileiras, mas que cumprem papel de fortalecer e expandir a infraestrutura na América Latina e na África, em particular", disse. O diretor acrescentou que o montante destinado a esses projetos não chega a 4% dos desembolsos do banco.
João Carlos Ferraz também aproveitou para negar qualquer influência política na concessão de financiamentos pelo BNDES. O banco é alvo de investigação em uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) na Câmara dos Deputados que investiga supostas irregularidades supostas irregularidades em contratos de empréstimo.
"Até hoje não foi levantado nenhum caso e não será encontrado nenhum caso de tráfico de influência ou de irregularidade em nossos financiamentos. O BNDES tem 63 anos de lisura completa em seus negócios. Quem viver, verá", declarou, aplaudido.
Ele informou ainda que desde a criação da CPI, há 60 dias, todos as informações solicitadas foram apresentadas.
Fonte - Agência Brasil  16/10/2015

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Berzoini assume Comunicações e diz que fará debate democrático sobre regulação

Comunicação

O novo ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, disse que vai começar o processo de discussão sobre a regulamentação econômica da mídia.“É importante abrirmos um debate muito fraterno, muito transparente para que a população brasileira, suas representações empresariais, sindicais, sociais, possam debater com muita profundidade e muita democracia o que significam as comunicações geral no Brasil.....

Mariana Jungmann 
Repórter da Agência Brasil 
Marcelo Camargo/Agência Brasil
O novo ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, recebeu o cargo hoje (2) do ex-ministro Paulo Bernardo e disse que vai começar o processo de discussão sobre a regulamentação econômica da mídia. Segundo Berzoini, todos os setores interessados no assunto serão ouvidos e não há ainda prazos ou ações concretas definidos.
“É importante abrirmos um debate muito fraterno, muito transparente para que a população brasileira, suas representações empresariais, sindicais, sociais, possam debater com muita profundidade e muita democracia o que significam as comunicações geral no Brasil, especialmente as comunicações que são objeto de concessão pública”, disse.
Ainda segundo ele, não há uma proposta prioritária nesse sentido: serão ouvidos todos os setores interessados, sem prazos ainda para a conclusão do debate.
“Vamos ouvir todas as propostas apresentadas. Estamos abrindo um processo com tranquilidade, lembrando que o Ministério das Comunicações tem várias missões importantes. Essa é uma delas. Se for bem conduzida, pode ser bem sucedida. Se houver participação popular, tanto melhor. E se houver o envolvimento de todos nesse debate certamente produziremos algo que será bom para o país”, disse.
O novo ministro disse ainda que a Constituição garante a liberdade de expressão em diversos de seus artigos: isto não será ameaçado pelo projeto de regulação. Ele lembrou ainda é o Congresso Nacional que regulamenta artigos constitucionais, mas disse que o governo pode fazer propostas e tomar a frente no processo de debate sobre essa questão.
Durante a cerimônia de transmissão de cargo para Berzoini, Paulo Bernardo lembrou diversos projetos que tocou à frente do ministério durante os últimos quatro anos. “Quando me confiou a chefia da pasta de Comunicações, a presidenta Dilma estabeleceu como prioridade principal trabalhar pelo acesso à banda larga e ampliar o acesso às comunicações”, disse.
Segundo ele, entre dezembro de 2010 e agosto de 2014 o acesso à banda larga cresceu mais de 300%, crescimento de 57% em banda larga fixa e de mais de 600% em banda larga móvel, como 3G e 4G. Uma das missões de Berzoini, segundo ele, será universalizar o acesso à internet no país.
Além disso, Bernardo disse que a cumpriu com a missão de implementar a TV Digital, mas caberá a Berzoini concluir o processo de migração do modelo analógico para o digital. O ex-ministro apontou ainda outras questões que devem ser resolvidas pelo novo titular. “Passarão temas e decisões fundamentais para vida dos cidadãos, como governança mundial na internet, associada à regulamentação que deve ser feita este ano à lei do marco civil da internet, atuação de mídia e sua situação regulatória, TV digital e banda larga para todos”, disse.
Fonte - Agência Brasil  02/01/2014

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Partida entre Brasil e Camarões movimenta os bares em Salvador

Copa em Salvador

O dia 23 de junho antecede o tradicional festejo de São João,e muitos soteropolitanos aproveitam o feriado para curtir a festa em cidades do interior da Bahia.Assim,os bares e restaurantes sempre encontram mais dificuldades para vender nesta época do ano. Porém, a sorte mudou em 2014, com a Copa do Mundo.

TB
foto - ilustração
A partida entre Brasil e Camarões ocorre numa data, não tão festiva para quem reside em Salvador. O dia 23 de junho antecede o tradicional festejo de São João, e muitos soteropolitanos aproveitam o feriado para curtir a festa em cidades do interior da Bahia. Assim, os bares e restaurantes sempre encontram mais dificuldades para vender nesta época do ano.
Porém, a sorte mudou em 2014, com a Copa do Mundo. Com o megaevento, diversos estabelecimentos, sejam eles de grande, médio ou pequeno porte, têm conquistado uma alta clientela para conferir os jogos da seleção brasileira, além de duelos históricos, como foi o caso de Espanha x Holanda, Alemanha x Portugal, ou Itália x Inglaterra.
No caso do Sindicato da Cerveja, que fica no bairro do Bonfim, os proprietários Paulo Sérgio Andrade e Samuel Guimarães têm vivido dias gratificantes de muito trabalho, todas as tardes em que a equipe de Luiz Felipe Scolari entrou em campo. “Meia-hora antes de começar o jogo, todas as nossas mesas estão lotadas, e esse movimento só começa a diminuir após uma ou duas horas, após o jogo”, afirmou Samuel.
Na mesma região, um estabelecimento menor, conhecido como o Bar da Mercearia, também tem visto boas mudanças por conta do Mundial. Segundo a proprietária Vera Oliveira, o jogo do Brasil hoje, é uma forma de compensar o pouco movimento dos festejos juninos. “Acabou sendo nossa salva-guarda, e está fazendo a diferença dos outros anos”, explicou Vera.
Além dos estabelecimentos de Paulo Sérgio e Samuel, e de Vera, outros bares e restaurantes espalhados por Salvador estarão fazendo uma programação especial com a exibição da última partida da seleção canarinho válida para esta primeira fase da Copa. Regiões como o Centro Histórico, e bairros com grande número de estabelecimentos gastronômicos – como o Rio Vermelho e a Barra – prometem ser os mais disputados.
Quem estiver na capital baiana também poderá assistir ao jogo nos telões e comemorar após o duelo
Fonte - Tribuna da Bahia  23/06/2014

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Banco do Brasil inaugura primeira agência na China

Economia

De acordo com o BB, a nova agência atuará principalmente no segmento de atacado e ajudará a ampliar o intercâmbio de comércio e de investimentos entre Brasil e China.

Da Agência Brasil
foto - ilustração
O Banco do Brasil (BB) inaugurou hoje (30) a primeira agência de um banco latino-americano na China. O estabelecimento funcionará em Xangai, onde o banco tem um escritório de representação desde 2004.
De acordo com o BB, a nova agência atuará principalmente no segmento de atacado e ajudará a ampliar o intercâmbio de comércio e de investimentos entre Brasil e China. A expectativa é atender empresas brasileiras com unidades na China e empresas chinesas com negócios no Brasil.
A agência de Xangai inicialmente terá um administrador brasileiro e 16 funcionários contratados na China. O banco, no entanto, pretende aumentar o número de trabalhadores nos próximos dois anos, conforme o crescimento do volume de transações.
Maior parceiro comercial do Brasil, a China teve fluxo comercial – soma das importações e exportações – de US$ 83 bilhões com o país em 2013. Nos próximos anos, o volume poderá atingir US$ 100 bilhões.
Fonte - Agência Brasil  30/05/2014

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Economia brasileira tem mesmo crescimento do PIB norte-americano

Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – No primeiro trimestre deste ano, em relação ao trimestre anterior, o crescimento de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro (soma de todos os bens e serviços produzidos no país), foi o mesmo registrado pela economia norte-americana. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no entanto, a economia do Brasil cresceu menos que a japonesa e a coreana (ambas com alta de 0,9%).
O Brasil cresceu mais que países como México (0,5%), Reino Unido (0,3%) e Alemanha (0,1%). Outros países tiveram queda no primeiro trimestre de 2013 em relação ao trimestre anterior: Portugal (-0,3%), Itália (-0,5%) e Espanha (-0,5%). A economia da União Europeia caiu 0,1%.
Na comparação com o Brics, o crescimento de 1,9% do Brasil no primeiro trimestre de 2013 em relação ao mesmo período do ano passado foi o mesmo observado pela África do Sul e superior ao registrado pela Rússia (1,6%). A China teve crescimento econômico de 7,7%. A Índia ainda não divulgou seu PIB.
Fonte - Agência Brasil  29/05/2013