UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Metrô de Salvador facilita acesso a postos da Rede SAC

Utilidade pública  🚇

Por meio da Estação Acesso Norte; do Salvador Shopping, pela Estação Pernambués; e do Shopping Paralela, pela Estação Tamburugy. Juntos, os três postos SAC têm capacidade para mais de 6,7 mil atendimentos diários, com a oferta de 431 serviços.

Da Redação
Divulgação/CTB
Atualmente, três postos SAC estão diretamente conectados ao metrô de Salvador: as unidades do Bela Vista, por meio da Estação Acesso Norte; do Salvador Shopping, pela Estação Pernambués; e do Shopping Paralela, pela Estação Tamburugy. Esta última é uma das quatro novas estações recentemente entregues pelo Governo do Estado na Avenida Paralela. Juntos, os três postos SAC têm capacidade para mais de 6,7 mil atendimentos diários, com a oferta de 431 serviços.

Hora marcada
As três unidades possuem atendimento por hora marcada. Para o Salvador Shopping e o Shopping Paralela, o agendamento pode ser feito para os dois turnos do dia. Já para o Bela Vista, a hora marcada funciona apenas para o período vespertino, estando pela manhã aberto para atendimento por ordem de chegada. O agendamento pode ser feito pelo site da Rede SAC, pelo aplicativo SAC Mobile e pelos terminais de autoatendimento.
“A Rede SAC e o metrô de Salvador são dois dos serviços públicos estaduais com maiores índices de satisfação de clientes na Bahia. São também projetos de grande destaque da administração estadual e merecem estar juntos para prover um melhor atendimento à população baiana”, declara o secretário da Administração, Edelvino Góes.
Com informações da CTB  05/10/2017

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

FecomercioSP estima queda de R$ 2,1 bi nas vendas na semana do Natal

Economia  $

O cálculo é feito a partir das consultas realizadas no banco de dados da Boa Vista SCPC, com abrangência nacional. Foram consideradas as consultas realizadas no período de 18 a 24 de dezembro de 2016 comparado com 18 a 24 de dezembro de 2015.

Portogente
foto - ilustração/ultimo segundo
De acordo com dados da Boa Vista SCPC, as vendas do comércio varejista brasileiro na semana que antecede o natal caíram 4,8% na comparação com o mesmo período do ano passado. O cálculo é feito a partir das consultas realizadas no banco de dados da Boa Vista SCPC, com abrangência nacional. Foram consideradas as consultas realizadas no período de 18 a 24 de dezembro de 2016 comparado com 18 a 24 de dezembro de 2015.
Vale ressaltar que essas consultas contemplam todos os setores varejistas como concessionárias de veículos, móveis e decoração, material de construção, os quais não estão diretamente relacionados à data e têm sofrido fortes quedas nas vendas ao longo de todo o ano, o que pode ter puxado para baixo o resultado geral do comércio neste natal.
De acordo com sondagem realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (FecomercioSP), entre os dias 15 e 19 de dezembro, com comerciantes da capital paulista, a expectativa era de alta de 3% nas vendas. São comerciantes dos setores de vestuário, calçados e eletroeletrônicos, que são os produtos preferidos na hora de presentear e por esse motivo a Federação acredita que o Natal tenha sido positivo para essas atividades.
Fonte - Portogente  29/12/2016

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Shoppings em Salvador vão cobrar estacionamento

Salvador

A afirmação é do coordenador da Associação Brasileira de Shoppings Centers (Abrasce), Edson Piaggio.Segundo ele, o valor que será cobrado,se for cobrado, “vai caber a cada estabelecimento decidir,” diz Piaggio.

Chayenne Guerrero -TB
Foto: Romildo de Jesus
“Já está decidido. Até o final do ano os shoppings da cidade vão começar a usufruir o direito garantido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) de cobrar um valor pelos estacionamentos do estabelecimento”.
A afirmação é do coordenador da Associação Brasileira de Shoppings Centers (Abrasce), Edson Piaggio. Segundo ele, o valor que será cobrado, e se será cobrado, “vai caber a cada estabelecimento decidir,” diz Piaggio.
Segundo o coordenador é possível que nem todos os shoppings possam aderir à prática. “Um deles pode decidir cobrar e o outro pode usar isso como estratégia para atrair mais clientes e decidir que não vai cobrar. Isso é um direito de cada um. Além disso, as lojas podem fazer promoções do tipo: Compre aqui e pagamos o seu estacionamento,” explica Piaggio.
A autorização para a cobrança do valor foi dada em 2013, pelo Ministro do STF, Luiz Fux, que julgou improcedente o recurso da Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município de Salvador (Sucom), junto ao Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA), que impedia a cobrança de estacionamento em shoppings na capital baiana.
Acostumada a ir jantar no shopping, a professora Patrícia França vê a decisão da cobrança como mais um empecilho para frequentar o local. “Já não gosto muito de passear por aqui, acho sempre cheio e inseguro. Conheço pessoas que foram assaltadas no estacionamento do shopping, e o local não tomou nenhuma providência. Venho por que meu marido trabalha próximo e como sempre há engarrafamento no horário que ele sai do trabalho, criamos o hábito de jantar aqui. Mas agora, com essa cobrança extra, vou preferir ir a um restaurante, que me oferece um serviço melhor e com direito até a manobrista gratuito,” conta França.
O dentista Pedro Araújo torce para que pelo menos um dos shoppings da cidade, opte por não fazer a cobrança. “O engraçado é que vi os estabelecimentos alegando que custa caro a manutenção do estacionamento, e que isso se reflete no aluguel das lojas e no preço das mercadorias. Ora, então depois dessa cobrança deveríamos encontrar sempre promoção, não é? Mas a realidade é que só é mais uma forma que eles encontraram de tirar dinheiro da gente, “afirma o dentista
Não ter carro não diminui a revolta de quem frequenta os locais. “Eu ando de ônibus, mas acho injusta a cobrança. Sempre que vou ao shopping consumo algo, o estacionamento livre deveria ser o diferencial atrativo. Mesmo usando transporte coletivo vou acabar pagando, por que se a cobrança não é feita do cliente, vai ser feita dos lojistas e ele, claro, vai repassar pro cliente, que sou eu. Então vou pagar de qualquer jeito e isso me revolta mais ainda, “ revolta-se a estudante, Tassia Manuele.
Procurados pela equipe da Tribuna da Bahia, os shoppings Salvador e Salvador Norte Shopping informaram que não há definição de data para o início da cobrança de estacionamento nos centros de compras.
O Shopping Lapa confirmou que haverá cobrança de estacionamento, mas ainda não tem data prevista para o início da cobrança. Já o Outlet Center informou que não vai fazer nenhum tipo de cobrança para o uso do estacionamento.
Os shoppings: Iguatemi, Paralela, Barra e Piedade foram contactados pela Tribuna, mas não deram um retorno.
Em nota, a Sucom informou que estão sendo interpostos todos os recursos judiciais cabíveis com o objetivo de afastar a referida pretensão, e que a matéria ainda encontra-se posta em Juízo.
O órgão disse também que não autorizou a cobrança de estacionamento de nenhum dos empreendimentos ligados à Abrasce até a presente data.
Fonte - Tribuna da Bahia   22/08/2014

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Integrantes do MTST protestam em shoppings de São Paulo por direito de fazer rolezinho

Brasil

Daniel Mello
foto - ilustração
Repórter da Agência Brasil
São Paulo – Um grupo de pelo menos 200 militantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) faz um protesto desde as 18h20 de hoje (16) em frente ao Shopping Jardim Sul, zona sul de São Paulo. O ato é em apoio aos chamados “rolezinhos”, encontros que têm sido promovidos, desde dezembro de 2013, por jovens da periferia em centros comerciais da cidade.
O shopping foi evacuado por volta das 17h30 e todas as áreas de acesso bloqueadas com grades. O centro comercial também reforçou o seu corpo de seguranças para impedir a entrada dos manifestantes. O ato ocorre simultaneamente a outro protesto, no Shopping Campo Limpo, na mesma região.
Em 21 de dezembro, o Shopping Campo Limpo já havia sido alvo de um rolezinho. Na ocasião, pelo menos oito homens da Força Tática da Polícia Militar entraram com armas carregadas com munição de balas de borracha e com granadas de gás no estabelecimento, que estava cheio em razão do Natal. Os policiais chegaram a abordar grupos de jovens dentro do centro comercial, que acabaram abandonando o local.
Segundo a coordenadora estadual do MTST, Ana Ribeiro, o movimento decidiu apoiar os rolezinhos porque entende que os jovens estão reivindicando cultura para a periferia. “A gente está em uma luta por moradia na periferia, mas isso é uma luta imediata. Tudo que tem relação com a cidadania do povo da periferia a gente apoia”, disse.
Os manifestantes que participam do ato no Shopping Jardim Sul são, em sua maioria, moradores das ocupações Faixa de Gaza, em Paraisópolis, e Capadócia, no Campo Limpo. No Shopping Campo Limpo, os participantes são moradores das ocupações Vila Nova Palestina, no Jardim Ângela, e Dona Deda, no parque Ipê, todas na Zona Sul de São Paulo.
Fonte -  Agência Brasil  16/01/2014

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Ato de sem-teto em apoio a “rolezinhos” faz shoppings fecharem em São Paulo

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

ESPAÇOS URBANOS e a fobia do isolamento

Cidades

Espaços Urbanos
Frei Betto
Adital


Restam nas cidades brasileiras poucas casas erguidas antes de 1930. A especulação imobiliária, associada à nossa insensibilidade à preservação da memória histórica, derrubou-as.
Observe esses detalhes: casas antigas têm a porta de entrada colada na calçada. Tempo em que havia quintais e os moradores punham cadeiras na calçada para um dedo de prosa à hora do crepúsculo. A sala de visitas, e mesmo quartos, davam diretamente para a rua, já que quase não havia ruído exterior.
Aos poucos, as casas recuaram das calçadas. Trocou-se o quintal da parte de trás pelo jardim na parte da frente. O ruído de bondes, ônibus, caminhões, exigiu sala na ala posterior e quartos nos fundos.
Ainda morei em casa de esquina rodeada de jardim. O muro baixo era um detalhe estético. Criança, eu preferia saltá-lo que atravessar o portão.
A explosão urbana e sua violência desfiguraram o casario. Agora, com seus muros altos e grades intransponíveis, as casas escondem a "cara”. Muitas adotam perfil penitenciário: cercas eletrificadas, câmeras de vigilância, portões acionados por controle remoto etc. Algumas têm até guaritas e holofotes para clarear a calçada quando alguém transita ali.
Os prédios verticalizaram os moradores e, na medida do possível, abriram espaços para eles evitarem ao máximo transitarem neste lugar "perigoso” chamado rua. Assim, surgiram edifícios de luxo dotados de piscina, academia de ginástica, playground, churrasqueira, salão de festa etc.
Havia, contudo, um inconveniente para os moradores imbuídos da síndrome de agorafobia ou dromofobia: teriam que sair à rua para se abastecer. Percorrer armazéns, mercearias, quitandas, lojas.
O supermercado engoliu quase tudo isso ao concentrar em um único espaço tudo que se necessita para o lar, de alimentação a produtos de limpeza. Com a vantagem de as mercadorias ficarem expostas à mão do freguês e sem ninguém a exigir que seja rápido na escolha.
Não combinava, porém, o supermercado dispor de prateleiras de joias, sapatos e roupas. Criou-se, então, o shopping center, onde se embute todo tipo de comércio, de supermercado (dotado de verduras frescas) a artefatos de pesca, incluindo lanchonetes, restaurantes e salas de cinema e espetáculos.
Agora surge um novo conceito: o Atoll, um super shopping (71 mil metros quadrados) erguido próximo à cidade francesa de Angers. Todo ele é "ecologicamente correto”. Nenhuma logomarca em sua carcaça de alumínio. Nada de poluição visual.
Além de 60 lojas e 12 restaurantes, o Atoll abriga academias de ginástica, salão de beleza, playground, parques com fontes, árvores e alamedas ajardinadas. Enquanto os pais fazem compras, as crianças brincam em grandes módulos ou assistem a DVDs sob os cuidados de funcionários especializados.
A filosofia de marketing do Atoll é simples: saia de sua casa apertada, do estresse familiar, e ingresse no Jardim do Éden do consumismo, onde você desfrutará de requinte, espaço verde, atenção de elegantes recepcionistas. Em suma, o Atoll vende algo mais que produtos materiais: a ilusão de que o consumidor se iguala em status àqueles que têm alto poder aquisitivo.
Ora, como em sociedade de classes sonhos e ambições são socializados, mas não o acesso real a eles, o Atoll oferece um lounge a quem gasta pelo menos 1.500 euros, onde o consumidor tem acesso gratuito a internet, bebidas, revistas e jornais, máquinas de café expresso e até fraldário.
Pelo andar da carruagem, não ficarei surpreso se os shoppings do futuro oferecerem serviço de hotelaria, permitindo que o consumidor, abraçado a seu individualismo, se livre do convívio familiar.
[Frei Betto é escritor, autor de "O que a vida me ensinou” (Saraiva), entre outros livros].
Fonte - Adtal  12/09/2013

sábado, 6 de julho de 2013

STF vai decidir sobre cobrança de estacionamento em shopping

Da Redação
A Tarde
Margarida Neide
Ag. A TARDE
Estabelecimentos já se equiparam para a cobrança, apesar de ainda não ter autorização

A decisão sobre a cobrança da taxa de estacionamento pelos shoppings de Salvador foi encaminhada ao Supremo Tribunal Federal (STF). O desembargador Mário Alberto Hirs avaliou que o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) não tem competência para julgar a ação, de acordo com determinação publicado no Diário Oficial de Justiça desta quinta, 4.
O assunto vem sendo motivo de disputa na justiça baiana entre a Superintendência de Controle do Uso do Solo do Município (Sucom) e Associação Brasileira de Shopping Centers na Bahia (Abrasce). Em fevereiro, o presidente suspendeu a decisão do juiz Benedito dos Anjos, da 7ª Vara da Fazenda, que permitia a cobrança.
Na ocasião, a Sucom entrou com recurso questionando a necessidade de pagar para usar as vagas nos shoppings. O órgão argumentava a Lei de Uso e Ordenamento do Solo prevê que qualquer empreendimento em Salvador deve oferece uma quantidade mínima de vagas para os usuários.
Após a suspensão da cobrança, a Abrasce também recorreu alegando que pagar para deixar o carro em propriedade privada não causaria desordem pública.
Não há previsão para o STF apreciar a ação.
Fonte - A Tarde  06/07/2013