UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA
UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM,EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA
Mostrando postagens com marcador isolamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador isolamento. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Metrô de Recife inicia fase de testes do Carro Rosa,exclusivo para mulheres

Transportes sobre trilhos   🚇

Carro Rosa inicia fase de testes por 15 dias no metrô de Recife.- Por dia,400 mil pessoas se deslocam de metrô pela Região Metropolitana do Recife (RMR).Cerca de 56% desse público,segundo dados de pesquisa realizada em 2010 pelo sistema,é de mulheres.Em média,250 mulheres serão transportadas no espaço exclusivo,demarcado inicialmente apenas por adesivos cor-de-rosa nas portas.

Diário de Pernambuco
foto - ilustração/arquivo
Consolidado em capitais como Rio de Janeiro e São Paulo, o carro exclusivo para mulheres começou a operar ontem no Metrô do Recife. Em fase de testes pelos próximos 15 dias, o carro irá circular em horários de pico (6h às 8h30 e 16h às 19h30), na Linha Centro, entre as estações de Camaragibe e Jaboatão dos Guararapes. Em média, 250 mulheres serão transportadas no espaço exclusivo, demarcado inicialmente apenas por adesivos cor-de-rosa nas portas. A primeira viagem aconteceu ontem, no fim da tarde, sob aplausos de muitas passageiras.
Por dia, 400 mil pessoas se deslocam de metrô pela Região Metropolitana do Recife (RMR). Cerca de 56% desse público, segundo dados de pesquisa realizada em 2010 pelo sistema, é de mulheres. A vendedora Elienai Melo, 31 anos, utiliza o metrô há três anos. Em uma das viagens, percebeu que havia um homem sem cueca passando partes do corpo nela e em outra passageira. Uma das primeiras mulheres a testar o carro segregado, Elienai concordou com a iniciativa. “Me sinto mais segura, mais confortável”, justificou.
O carro rosa foi assunto entre a roda de colegas de trabalho de Elienai. “A nossa única dúvida é se ele irá funcionar mesmo”, questionou a vendedora. A professora Bernadete Lira, 57 anos, também usuária da primeira viagem do carro rosa, discordou da medida. “Até quando vamos nos sentir inseguras? À noite, quando estivermos sozinhas, será que vai funcionar? É preciso trabalhar a questão da educação e também melhorar a segurança como um todo.” A ideia também é criticada por coletivos feministas.
O Carro Rosa funcionará com o apoio de cinco seguranças: quatro deles distribuídos entre as portas e um entre o carro rosa e o carro misto. Ele fará uma média de seis viagens por turno. Apenas crianças do sexo masculino acompanhados da mãe ou outra mulher responsável poderão usar o espaço. Ontem, uma grade foi colocada para facilitar a divisão entre homens e mulheres. Ainda assim, foi preciso impedir a passagem de alguns desavisados.
Para o superintendente do metrô, Leonardo Villar Beltrão, a primeira experiência foi positiva. “A nossa intenção com o teste é observar a aceitação, analisar as melhorias que precisam ser realizadas, como vamos adaptar a segurança. Acreditamos que houve um respeito grande na entrada”, disse.
Segundo ele, o Recife tem um carro segregado em um trem de quatro carros, enquanto outras cidades oferecem a segregação em um trem com seis carros. A quantidade de seguranças para o Carro Rosa foi estabelecida visando não descobrir outras áreas do sistema. Durante os 15 dias, haverá ainda um trabalho de educação, com distribuição de panfletos e anúncios sonoros sobre a nova modalidade de acomodação do transporte. Também serão estudadas formas de intensificar a identificação visual do vagão. Após a fase de testes, será feita uma avaliação para a continuidade do serviço.

Câmeras
Em fevereiro, começarão a ser instaladas câmeras de alta definição nas estações. Serão instalados 1,3 mil equipamentos. Também entrará em funcionamento um aplicativo no qual as pessoas poderão enviar imagens e textos informando sobre qualquer problema. A partir da plataforma, serão identificados e acionados os seguranças mais próximos às ocorrências.
Também estão sendo relicitados os contratos de serviço terceirizado de vigilância, com a exigência de maior qualificação entre os profissionais. Tudo estará implementado até julho. No ano passado, R$ 18 milhões do orçamento do metrô foram usados em segurança. Neste ano, o valor será de R$ 33 milhões. “Ações estão sendo tomadas para atacar um problema que consideramos importante solucionar”, acrescentou Beltrão.
Fonte - Diário de Pernambuco  17/01/2017

COMENTÁRIO  Pregopontocom

Sempre apelam para a maneira mais fácil de encontrar "soluções"nem sempre corretas e adequadas,em vez da "educação" vão pelo caminho da segregação.Aonde vai parar isso?.....concordo com os Coletivos Feministas,questionável essa ideia tosca de colocar as mulheres num "curralzinho".Em vez de proverem meios de garantirem os seus direitos como cidadãs,preferem segrega-las,separa-las,como se fossem elas as grandes culpadas. 👎

domingo, 27 de julho de 2014

Para analista, a Alemanha planeja participar do BRICS

Economia

O escritor de boletim financeiro, Jim Willie, diz que não importa quem derrubou o jato comercial da Malásia sobre a Ucrânia que haverá massivas consequências.Willie afirma: "Aqui está a grande consequência. Os EUA, basicamente, estão dizendo à Europa: você tem duas opções aqui. Junte-se a nós na guerra contra a Rússia.

Stanilaw Calandreli

O analista financeiro Jim Willie categoricamente afirmou que a Alemanha está se preparando para abandonar o sistema unipolar apoiado pela NATO e os EUA e juntar-se às nações do BRICS, e por isso a NSA foi pego espionando Angela Merkel e outros líderes alemães.
Em entrevista à Greg Hunter, do blog USA Watchdog, Willie, um analista e PhD em estatística, afirmou que a verdadeira razão por trás do recente escândalo de espionagem da NSA, visando a Alemanha, é o clima de medo que ronda os Estados Unidos de que as potências financeiras da Europa estejam procurando fugir do inevitável colapso do dólar.
O escritor de boletim financeiro, Jim Willie, diz que não importa quem derrubou o jato comercial da Malásia sobre a Ucrânia que haverá massivas consequências. 
Willie afirma: "Aqui está a grande consequência. Os EUA, basicamente, estão dizendo à Europa: você tem duas opções aqui. Junte-se a nós na guerra contra a Rússia. Junte-se a nós nas sanções contra a Rússia. Junte-se a nós nas constantes guerras e conflitos, isolamento e destruição à sua economia, na negação do seu fornecimento de energia e na desistência dos contratos.

Junte-se a nós nessas guerras e sanções, porque nós realmente queremos que você mantenha o regime do dólar. Eles vão dizer que estão cansados ​​do dólar. . . Estamos empurrando a Alemanha para fora do nosso círculo. Não se preocupem com a França, nem se preocupem com a Inglaterra, se preocupem com a Alemanha. A Alemanha tem, no momento, 3.000 empresas fazendo negócios reais, e elas não vão se juntar ao período de sanções".
Willie continua: "É um jogo de guerra e a Europa está enjoada dos jogos de guerra dos EUA. Defender o dólar é praticar guerra contra o mercado. Você está conosco ou está contra nós?". Quanto a espionagem da NSA sobre a Alemanha, Willie diz: "Eu acho que estão à procura de detalhes no caso de suporte à Rússia sobre o ‘dumping’ ao dólar. Eu penso, também, que estão à procura de detalhes de um possível movimento secreto da Alemanha em relação ao dólar e juntar-se ao BRICS. Isto é exatamente o que eu penso que a Alemanha fará".
Willie calcula que quando os países se afastarem do dólar dos EUA, a impressão de dinheiro (quantitative easing, QE) aumentará e a economia piorará. Willie chama isso de ‘feedback loop’, e afirma, "Você fecha o ‘feedback loop’ com as perdas dos rendimentos causados pelos custos mais elevados que vêm da QE. Não é estímulante. É um resgate ilícito de Wall Street que degrada, deteriora e prejudica a economia num sistema vicioso retroalimentado... Você está vendo a queda livre da economia e aceleração dos danos. A QE não aconteceu por acaso. Os estrangeiros não querem mais comprar os nossos títulos. Eles não querem comprar o título de um banco central que imprime o dinheiro para comprar o título de volta! A QE levanta a estrutura de custos e causa o encolhimento e desaparecimento dos lucros. A QE não é um estímulo.É a destruição do capital".
Na chamada "recuperação" a grande mídia tem batido na mesma tecla durante anos, Willie diz: "Eu acredito que os EUAentrou em uma recessão que não sairá até que o dólar tenha desaparecido. Se calcular-mos a inflação corretamente... veremos uma recessão monstro de 6% ou 7% agora. Eu não penso que a situação melhore até que o dólar seja descartado”. “Portanto, estamos entrando na fase final do dólar".
Para finalizar, Willie diz: "Você quer se livrar de obstáculos políticos? Vá direto para o comércio e negócios. Por que é que a Exxon Mobil continua realizando projetos no Ártico e no mar Negro (na Crimeia) com os russos e suas empresas de energia? Nós já temos empresas de energia dos Estados Unidos desafiando nossas próprias sanções, e mesmo assim estamos processando os bancos franceses por fazerem a mesma coisa. Isso é loucura. Estamos perdendo o controle.
Entrevista com Jim Willie - http://usawatchdog.com/germany-secretly-planning-on-joining-brics-jim-willie/
Fonte - Luis Nassif on Line GGN  27//07/2014

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

ESPAÇOS URBANOS e a fobia do isolamento

Cidades

Espaços Urbanos
Frei Betto
Adital


Restam nas cidades brasileiras poucas casas erguidas antes de 1930. A especulação imobiliária, associada à nossa insensibilidade à preservação da memória histórica, derrubou-as.
Observe esses detalhes: casas antigas têm a porta de entrada colada na calçada. Tempo em que havia quintais e os moradores punham cadeiras na calçada para um dedo de prosa à hora do crepúsculo. A sala de visitas, e mesmo quartos, davam diretamente para a rua, já que quase não havia ruído exterior.
Aos poucos, as casas recuaram das calçadas. Trocou-se o quintal da parte de trás pelo jardim na parte da frente. O ruído de bondes, ônibus, caminhões, exigiu sala na ala posterior e quartos nos fundos.
Ainda morei em casa de esquina rodeada de jardim. O muro baixo era um detalhe estético. Criança, eu preferia saltá-lo que atravessar o portão.
A explosão urbana e sua violência desfiguraram o casario. Agora, com seus muros altos e grades intransponíveis, as casas escondem a "cara”. Muitas adotam perfil penitenciário: cercas eletrificadas, câmeras de vigilância, portões acionados por controle remoto etc. Algumas têm até guaritas e holofotes para clarear a calçada quando alguém transita ali.
Os prédios verticalizaram os moradores e, na medida do possível, abriram espaços para eles evitarem ao máximo transitarem neste lugar "perigoso” chamado rua. Assim, surgiram edifícios de luxo dotados de piscina, academia de ginástica, playground, churrasqueira, salão de festa etc.
Havia, contudo, um inconveniente para os moradores imbuídos da síndrome de agorafobia ou dromofobia: teriam que sair à rua para se abastecer. Percorrer armazéns, mercearias, quitandas, lojas.
O supermercado engoliu quase tudo isso ao concentrar em um único espaço tudo que se necessita para o lar, de alimentação a produtos de limpeza. Com a vantagem de as mercadorias ficarem expostas à mão do freguês e sem ninguém a exigir que seja rápido na escolha.
Não combinava, porém, o supermercado dispor de prateleiras de joias, sapatos e roupas. Criou-se, então, o shopping center, onde se embute todo tipo de comércio, de supermercado (dotado de verduras frescas) a artefatos de pesca, incluindo lanchonetes, restaurantes e salas de cinema e espetáculos.
Agora surge um novo conceito: o Atoll, um super shopping (71 mil metros quadrados) erguido próximo à cidade francesa de Angers. Todo ele é "ecologicamente correto”. Nenhuma logomarca em sua carcaça de alumínio. Nada de poluição visual.
Além de 60 lojas e 12 restaurantes, o Atoll abriga academias de ginástica, salão de beleza, playground, parques com fontes, árvores e alamedas ajardinadas. Enquanto os pais fazem compras, as crianças brincam em grandes módulos ou assistem a DVDs sob os cuidados de funcionários especializados.
A filosofia de marketing do Atoll é simples: saia de sua casa apertada, do estresse familiar, e ingresse no Jardim do Éden do consumismo, onde você desfrutará de requinte, espaço verde, atenção de elegantes recepcionistas. Em suma, o Atoll vende algo mais que produtos materiais: a ilusão de que o consumidor se iguala em status àqueles que têm alto poder aquisitivo.
Ora, como em sociedade de classes sonhos e ambições são socializados, mas não o acesso real a eles, o Atoll oferece um lounge a quem gasta pelo menos 1.500 euros, onde o consumidor tem acesso gratuito a internet, bebidas, revistas e jornais, máquinas de café expresso e até fraldário.
Pelo andar da carruagem, não ficarei surpreso se os shoppings do futuro oferecerem serviço de hotelaria, permitindo que o consumidor, abraçado a seu individualismo, se livre do convívio familiar.
[Frei Betto é escritor, autor de "O que a vida me ensinou” (Saraiva), entre outros livros].
Fonte - Adtal  12/09/2013

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Solidão

A SOLIDÃO para testar o comportamento humano em condições de completo isolamento durante longos períodos de tempo, iguais ao que o homem terá que enfrentar na exploração do espaço. 


foto ilustração - noticiasterra
Finalmente liberadas as gravações que a NASA fez das experiências realizadas com o tenente da Marinha John Smith para testar o comportamento humano em condições de completo isolamento durante longos períodos de tempo, iguais ao que o homem terá que enfrentar na exploração do espaço. O tenente Smith foi escolhido pelas suas perfeitas condições físicas e mentais. Foi colocado dentro de um simulador de vôo com comida bastante para dois anos e os instrumentos que normalmente levaria numa missão, inclusive um computador. Todos os dias Smith teria que fazer um relatório verbal para que seu estado fosse avaliado. O que segue são trechos das gravações feitas dos seus relatórios.
Primeiro dia. “Meu nome é John Smith. Estou ótimo. Passei todo o dia me familiarizando com este meu pequeno lar. Já desafiei o computador para uma partida de xadrez. Acho que nos daremos muito bem. (Risadas.) Só tenho uma queixa: esta comida em bisnagas não se parece nada com a comida de mamãe... (Risadas.) Dois mais dois são quatro. Encerro”.
Uma semana depois. “John Smith aqui. Continuo muito bem. Ainda não consegui vencer nenhuma partida de xadrez deste computador. Acho que ele está trapaceando. (Risadas.) Três vezes três é nove. Encerro”.
Um mês depois. “(Risadas.) Meu nome é John maldito Smith. Tudo bem. Um pouco entediado, mas tudo bem. Consegui finalmente ganhar uma do computador, embora ele negue. Vou ter que derrotá-lo de novo para convencer este cretino. Calculei mal e já comi todas as bisnagas de torta de maçã. Agora só tem maldito limão. Dois vezes três são, deixa ver. Seis. Quer dizer... Não. Está certo. Seis. Encerro”.
Dois meses depois. “Vocês sabem quem eu sou. John qualquer coisa. Não agüento mais a arrogância deste computador. Ele não é humano! Insiste que me deu xeque-mates inexistentes e se recusa a admitir que está errado. Tivemos uma briga feia hoje. Dois mais dois são... sei lá. Encerro”.
Quatro meses. “Alô. Tenho provas irrefutáveis de que o computador está tentando boicotar esta missão! Ouvi claramente ele dizer alguma coisa desagradável sobre mamãe. Canta Strangers in the Night em falsete e não me deixa dormir. Não me responsabilizo pelo que possa acontecer. Estou muito bem, lúcido e bem disposto. Com licença que estão batendo na porta”.
Sexto mês. “Meu nome é Smith. Maggie Smith. Por hoje é só”.
Oitavo mês. “(Risadas)”

Nono mês. “Smith aqui. Aconteceu o inevitável. Matei o computador. Estávamos com um problema, onde colocar as bisnagas vazias, e ele fez uma sugestão deselegante. Agora está morto. Não tenho remorsos. Ontem recebi a visita de um vendedor de enciclopédias. Não sei como ele conseguiu entrar aqui. Dois mais dois geralmente é nove. Encerro”.
Décimo mês. “Meu nome é Brown ou Taylor. Um mais um é umum. Dois mais dois, não. Iniciei um projeto importantíssimo. Com as bisnagas vazias e partes do computador, estou construindo uma mulher”.
Um ano. “Redford aqui. Sinto falta de um espelho para poder ver a minha barba, que está bem comprida. A mulher que fiz de bisnagas vazias e partes do falecido computador ficou ótima mas, infelizmente, nossos gênios não combinavam. Ela foi para casa de seus pais. Dois mais dois...”
Décimo-quarto mês. “Minha barba está tentando boicotar a missão! Faz um estranho barulho eletrônico e várias vezes já tentou me estrangular. Deve ser comunista. Começaram a chegar as enciclopédias que comprei. Tenho jogado xadrez comigo mesmo e ganho sempre”.
Décimo-quinto mês. “Aqui fala Zaratustra. Atenção. Encontrei pegadas humanas dentro da cabine. Estou investigando. Mandarei um relatório depois. Duas vezes três é demais. Encerro”.
No dia seguinte. “Grande notícia. Há outro ser humano dentro da cabine! Seu nome é Smith, John Smith, mas como o encontrei numa terça-feira o chamarei de “Quinta”. Ele não fala, mas joga xadrez como um mestre. (Risadas). Talvez tenha que matá-lo”.
Neste ponto, os cientistas da NASA acharam melhor abrir a cápsula. Encontraram Smith com as mãos em volta do próprio pescoço gritando: “Trapaceiro! Trapaceiro!”
Fonte - Circuito Ferroviário Vale Verde via e-mail  em 11/07/2013