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segunda-feira, 22 de maio de 2017

Astronautas fazem caminhada espacial de emergência para reparar computador

Ciência & Tecnologia  🚀

O computador é um dos dois sistemas que operam radiadores, painéis solares, refrigeração e outras máquinas da estação, porém, segundo a Nasa, os membros da tripulação não se encontram em perigo, já que o outro computador, que não sofreu danos, serve para operar de maneira redundante o mesmo sistema do aparelho que apresentou falhas.

Paola De Orte
Correspondente da EBC em Washington

Divulgação/Nasa
Dois astronautas membros da 51ª Expedição à Estação Espacial Internacional fazem uma caminhada espacial de emergência amanhã (23) para consertar um computador que apresentou defeito no sábado (20) pela manhã. A ação deve durar cerca de duas horas. As informações são da Agência Espacial Norte-Americana, a Nasa.O computador é um dos dois sistemas que operam radiadores, painéis solares, refrigeração e outras máquinas da estação, porém, segundo a Nasa, os membros da tripulação não se encontram em perigo, já que o outro computador, que não sofreu danos, serve para operar de maneira redundante o mesmo sistema do aparelho que apresentou falhas.
A causa da falha é desconhecida. A caminhada será chefiada pela comandante da chamada Expedição 51, Peggy Whitson, e pelo engenheiro de aviação da Nasa Jack Fischer. Whitson foi a responsável por preparar, ao longo do domingo (21), um sistema para substituir o computador que apresentou defeitos. Esta será a décima caminhada espacial da carreira de Whitson e a segunda de Fischer.
Ainda segundo a Nasa, no último dia 30 de março, quando participava da Expedição 50, Whitson já havia realizado uma caminhada espacial com o comandante Shane Kimbrough para instalar a atualização do software do computador que falhou no último sábado.
Fonte - Agência Brasil  22/05/2017

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Novo projeto da asa reduz o consumo de combustível em até 50%

Aviação

As tecnologias atuais estão melhorando o design da asa através da incorporação de material leve, incluindo ligas de titânio e fibra de carbono.Os engenheiros da NASA e da Boeing projetaram uma asa que irá reduzir as emissões de gás carbônicos e o consumo de combustível em até 50%.

Revista Amazônia
RA
Asas foram criadas para sustentar uma aeronave, no entanto, elas também somam pesos. Quanto mais peso, mais combustível e dinheiro são usados, a fim de manter a aeronave no ar. Uma proporção ideal deve ser atendida para satisfazer tanto a redução de peso quanto a sustentação para criar um design eficiente, no quesito economia de combustível. As tecnologias atuais estão melhorando o design da asa através da incorporação de material leve, incluindo ligas de titânio e fibra de carbono.
Agora,um avanço revolucionário foi feito através do esforço conjunto entre a NASA e a Boeing.A equipe de engenheiros designada para orquestrar o desenho das novas asas reduziu significativamente o peso através da concepção de estruturas incrivelmente leves.Geralmente, asas super leves podem reduzir a durabilidade da aeronave e comprometer a integridade estrutural das asas durante o voo. As asas devem ser capazes de suportar o peso da fuselagem incluindo o peso das asas. Então como é que os engenheiros construíram uma estrutura tão leve com os mesmos materiais, sem comprometer a resistência?
Surpreendentemente para realizar a façanha, técnicas rudimentares foram implementadas. Voltando para os fundamentos da engenharia, naturalmente, triângulos formam as estruturas mais fortes. Fazendo uso deste conceito, treliças diagonais aerodinâmicas foram introduzidas para produzir muita das tensões vividas pelas asas. Ao fazer isso, a redução de peso fará com que a eficiência aumente em até 50% em relação às aeronaves com asas tradicionais.
Enquanto treliças são usadas por muitos anos, NASA e a Boeing têm refinado significativamente a aerodinâmica para acomodar aviões de maiores dimensões que podem agora aproveitar as reduções do uso de combustível.
O peso de uma asa do Boeing 747 é de 43.090 kg , somando as duas o total é de quase 90.000 kg . Considerando a aeronave inteira que pesa 184.567 kg , até mesmo uma ligeira porcentagem na redução de peso nas asas podem se traduzir em ganhos incríveis de eficiência.
Enquanto o modelo atual está provando ser um avanço na aviação, quantidade significante de testes devem ser realizados para determinar se as reduções de peso podem suportar dezenas de milhares de libras de empuxo exercida sobre eles. No entanto, se verificar que o conceito é viável, o mercado de aviação poderá ver uma enorme reformulação para aproveitar a incrível economia.
Fonte - Revista Amazônia  13/09/2016

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Um terço dos aquíferos do mundo está secando, alerta Nasa

Água

Para chegar aos dados, a entidade levou em consideração pequenas variações na força da gravidade do planeta, medidas pelos satélites gêmeos da missão espacial Grace.No Brasil, a situação dos principais aquíferos ainda é confortável. Localizado inteiramente no país, o Aquífero Alter do Chão chegou a apresentar pequeno ganho de volume no período, enquanto o Aquífero Guarani – compartilhado com Uruguai, Paraguai e Argentina – apresentou redução de água considerada “mínima”.

The Greenest Post

Levantamento inédito realizado pela Nasa apontou dados preocupantes sobre a situação dos principais sistemas aquíferos da Terra. Entre 2003 e 2013, 21 dos 37 maiores aquíferos do mundo tiveram mais perda do que recarga de água. Em 13 deles, a diferença foi classificada como de “grande estresse”, o que agrava ainda mais a situação.
Para chegar aos dados, a entidade levou em consideração pequenas variações na força da gravidade do planeta, medidas pelos satélites gêmeos da missão espacial Grace.
No Brasil, a situação dos principais aquíferos ainda é confortável. Localizado inteiramente no país, o Aquífero Alter do Chão chegou a apresentar pequeno ganho de volume no período, enquanto o Aquífero Guarani – compartilhado com Uruguai, Paraguai e Argentina – apresentou redução de água considerada “mínima”.
Apesar do resultado positivo, o hidrólogo brasileiro Augusto Getirana, pesquisador da Universidade de Maryland e do Centro de Voo Espacial Goddard da Nasa, ressaltou que as necessidades decorrentes da crise hídrica vivenciada pelo país podem representar um alerta a longo prazo. “Todos esperamos que a atual seca no sudeste brasileiro seja temporária, mas caso seja uma condição prolongada ou permanente teremos que pensar nos impactos negativos em aquíferos, uma vez que essa é outra fonte potencial de água para abastecimento da população”.
Muitos desses depósitos de água começaram a ser utilizados nas últimas décadas para suprir diversas necessidades humanas – como irrigação e consumo. Com a retirada desregulada de água, algumas fontes estão começando a secar, colocando em risco a segurança hídrica global.
Fonte - Revista Amazônia  24/02/2016

sábado, 23 de janeiro de 2016

O pior do El Niño já passou,segundo a NASA

Clima

O fenômeno ocorre quando as águas oceânicas superficiais do Pacífico equatorial começam a esquentar, deslocando o fluxo de água do sul, o que acaba perturbando os padrões de circulação atmosférica e dos oceanos.

Revista Amazônia
No mapa é possível se ter uma ideia
de como foram os últimos 12 meses.
O El Niño é como aquele pior tipo de convidado em uma festa: ele é daqueles que aparece tarde e com fúria para, tropeçar em sua casa e vazar após uma hora. No último mês, estávamos nos perguntando quando ele iria nos deixar, e a NASA disse que o fenômeno climático que causa essa confusão no tempo está ficando menos potente. Isso significa que a gente pode ter atingido o pico do El Niño.
O fenômeno ocorre quando as águas oceânicas superficiais do Pacífico equatorial começam a esquentar, deslocando o fluxo de água do sul, o que acaba perturbando os padrões de circulação atmosférica e dos oceanos. Você pode imaginar o Pacífico equatorial como um gigante caldeirão de água que está fervendo aos poucos nos últimos 12 meses. Em dezembro, este caldeirão começou a ferver, e um pouco mais tarde, todo mundo percebeu que o El Niño chegou pesado. Na Califórnia, choveu torrencialmente, na costa leste dos EUA parecia que era verão. Enquanto isso, o polo norte começou a derreter.
Como a NASA gosta de observar, o El Niño parece assustadoramente parecido com o El Niño de 97-98. Após esse aquecimento, o Pacífico equatorial deveria começar a esfriar, em tese. O fato é que ainda não podemos afirmar isso com certeza, pois precisamos de dados para reforçar essa tese. O satélite Jason-2 tem monitorado o El Niño da órbita da Terra medindo as variações da da altura da superfície do mar e correlacionando com a temperatura do oceano (a água se expande quando é aquecida, causando, fazendo com que o oceano “inche”).
Há ainda um coringa que pode entrar em cena, segundo a previsão da NASA: o aquecimento global. 2015 foi o ano mais quente nos últimos 135 anos, e não foi só o El Niño que contribuiu para isso. O caldeirão gigante de água pode estar ficando mais frio, porém, um idiota ligou um aquecedor na cozinha. Se a tendência geral de aquecimento fará com que o El Niño seja um pouco mais longo, nós ainda não sabemos.
Mas considerando que o El Niño atingiu seu pico, isso significa que o clima voltará a ficar normal em breve? É melhor não se adiantar nas conclusões. Em um comunicado recente, o Centro de Previsão de Clima NOAA disse que o “EL Niño já produziu impactos globais significantes e é esperado que afete a temperatura e os padrões de precipitação nos Estados Unidos durante os próximos meses. A maioria dos modelos indica que um El Niño mais forte ficará fraco com uma transição ENSO (El Niño/Oscilação para o sul) durante o fim da primavera ou no início do verão no Hemisfério Norte”.
O El Niño pode estar indo embora, mas ele não vai para a casa sem deixar estragos.
Fonte - Revista Amazônia  23/01/2016

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Foguete explode seis segundos após lançamento, informa Nasa

Internacional

Nasa, foguete Antares explode logo após lançamento - A causa da explosão, que ocorreu às 18h22 (horário local) após a decolagem de Walops Island, na Virginia, ainda não é conhecida.

Da Agência Lusa
Joel Kowsky/Divulgação Nasa
O foguete Antares, da empresa norte-americana Orbital Sciences, transportando a cápsula não tripulada Cygnus para a Estação Espacial Internacional (ISS) explodiu hoje seis segundos depois do seu lançamento, informou a NASA.
“O foguete Antares teve um acidente logo após a decolagem”, informou o centro de controle da Nasa, em Houston.
A causa da explosão, que ocorreu às 18h22 (horário local) após a decolagem de Walops Island, na Virginia, ainda não é conhecida.
Segundo um comentarista da televisão da Nasa, “não há indicação de que existam pessoas em perigo”, mas houve “danos materiais significativos”.
A Cygnus entregaria 2,2 toneladas de mantimentos e de experiências científicas à estação espacial, onde estão seis astronautas.
De acordo com a Orbital, este foi o primeiro lançamento noturno do foguete Antares.
Fonte - Agência Brasil  29/10/2014

sábado, 14 de junho de 2014

Nave capaz de viajar à velocidade da luz começa ser projetada por cientistas

Ciência & Tecnologia

O modelo de nave para viajar a velocidade superluminal foi construído para receber um motor de dobra

VdR de Nova York, EUA

O designer Mark Rademaker e o cientista da NASA Harold White apresentaram, neste sábado, o projeto de uma nave espacial capaz de transportar pessoas pelo universo a uma velocidade superior à da luz.
A viagem com velocidade superluminal é teoricamente possível, utilizando o chamado motor de dobra espacial (ou propulsão de Alcubierre) que faz um campo de dobra para criar mini dobras espaciais, o que põe a nave em movimento. White é físico que passou anos para conseguir obter a velocidade da luz das naves espaciais.
Visão frontal da nave projetada por Mark Rademaker
Em 2011, ele publicou um relatório em que apresentou, pela primeira vez, o conceito de movimento com velocidade superluminal. Agora, a sua equipe apresentou o projeto da nave que incorpora este conceito.
O espaço atrás da nave irá expandir-se rapidamente, empurrando-a para a frente. Usando este método, será possível atingir o sistema Alpha Centauri durante apenas duas semanas (a distância entre a Terra e este sistema constitui 4,3 anos-luz).
Fonte - Correio do Brasil  14/06/2014

Assista o vídeo




quinta-feira, 17 de abril de 2014

Astrônomos anunciam descoberta de planeta habitável semelhante à Terra

Ciência

Cientistas anunciam a descoberta do planeta Kepler-186f, de tamanho semelhante ao da Terra e considerado habitável

Da Agência Lusa
Divulgação/Nasa
Astrônomos anunciaram a descoberta do primeiro planeta fora do Sistema Solar com um tamanho comparável ao da Terra e no qual a água poderá existir em estado líquido, informou hoje (17) a revista norte-americana Science.
"É o primeiro exoplaneta [planeta fora do Sistema Solar] do tamanho da Terra, encontrado na zona habitável de uma outra estrela", ressaltou a astrônoma Elisa Quintana, do Instituto de Pesquisa de Inteligência Extraterrestre, da agência espacial norte-americana (Nasa). Ela integra a equipe internacional que conduziu a investigação.
O planeta, batizado Kepler-186f, orbita a estrela anã Kepler-186 e se localiza na "zona temperada, onde a água pode ser líquida", de acordo com a astrônoma. Essa zona é considerada habitável, uma vez que, segundo os cientistas, a vida – que depende da presença de água – tem mais probabilidade de se desenvolver ali.
O Kepler-186f encontra-se num sistema estelar situado a 490 anos-luz do Sol, com cinco planetas de tamanho próximo ao da Terra. Contudo, só o Kepler-186f está na "zona habitável", os outros estão muito perto da estrela.
Entre os cerca de 1,7 mil exoplanetas já detectados, em 20 anos, duas dezenas estão ao redor da sua estrela na "zona habitável". Todavia, muitos desses planetas são maiores do que a Terra, o que torna difícil verificar se são gasosos ou rochosos. Localizado na Constelação do Cisne, o Kepler-186f está na categoria de planetas rochosos como a Terra, Marte ou Vênus.
Em fevereiro, a Nasa anunciou que o telescópio Kepler tinha detectado 715 novos exoplanetas, quatro deles potencialmente habitáveis, mas 2,5 vezes o tamanho da Terra. A maioria desses novos planetas extrassolares foi identificada nos últimos cinco anos.
O Kepler foi lançado em 2009 para detectar mais de 150 mil estrelas semelhantes ao Sol, localizadas nas constelações do Cisne e da Lira, e encontrar planetas-irmãos da Terra
Fonte - Agência  Brasil  17/04/2014

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Solidão

A SOLIDÃO para testar o comportamento humano em condições de completo isolamento durante longos períodos de tempo, iguais ao que o homem terá que enfrentar na exploração do espaço. 


foto ilustração - noticiasterra
Finalmente liberadas as gravações que a NASA fez das experiências realizadas com o tenente da Marinha John Smith para testar o comportamento humano em condições de completo isolamento durante longos períodos de tempo, iguais ao que o homem terá que enfrentar na exploração do espaço. O tenente Smith foi escolhido pelas suas perfeitas condições físicas e mentais. Foi colocado dentro de um simulador de vôo com comida bastante para dois anos e os instrumentos que normalmente levaria numa missão, inclusive um computador. Todos os dias Smith teria que fazer um relatório verbal para que seu estado fosse avaliado. O que segue são trechos das gravações feitas dos seus relatórios.
Primeiro dia. “Meu nome é John Smith. Estou ótimo. Passei todo o dia me familiarizando com este meu pequeno lar. Já desafiei o computador para uma partida de xadrez. Acho que nos daremos muito bem. (Risadas.) Só tenho uma queixa: esta comida em bisnagas não se parece nada com a comida de mamãe... (Risadas.) Dois mais dois são quatro. Encerro”.
Uma semana depois. “John Smith aqui. Continuo muito bem. Ainda não consegui vencer nenhuma partida de xadrez deste computador. Acho que ele está trapaceando. (Risadas.) Três vezes três é nove. Encerro”.
Um mês depois. “(Risadas.) Meu nome é John maldito Smith. Tudo bem. Um pouco entediado, mas tudo bem. Consegui finalmente ganhar uma do computador, embora ele negue. Vou ter que derrotá-lo de novo para convencer este cretino. Calculei mal e já comi todas as bisnagas de torta de maçã. Agora só tem maldito limão. Dois vezes três são, deixa ver. Seis. Quer dizer... Não. Está certo. Seis. Encerro”.
Dois meses depois. “Vocês sabem quem eu sou. John qualquer coisa. Não agüento mais a arrogância deste computador. Ele não é humano! Insiste que me deu xeque-mates inexistentes e se recusa a admitir que está errado. Tivemos uma briga feia hoje. Dois mais dois são... sei lá. Encerro”.
Quatro meses. “Alô. Tenho provas irrefutáveis de que o computador está tentando boicotar esta missão! Ouvi claramente ele dizer alguma coisa desagradável sobre mamãe. Canta Strangers in the Night em falsete e não me deixa dormir. Não me responsabilizo pelo que possa acontecer. Estou muito bem, lúcido e bem disposto. Com licença que estão batendo na porta”.
Sexto mês. “Meu nome é Smith. Maggie Smith. Por hoje é só”.
Oitavo mês. “(Risadas)”

Nono mês. “Smith aqui. Aconteceu o inevitável. Matei o computador. Estávamos com um problema, onde colocar as bisnagas vazias, e ele fez uma sugestão deselegante. Agora está morto. Não tenho remorsos. Ontem recebi a visita de um vendedor de enciclopédias. Não sei como ele conseguiu entrar aqui. Dois mais dois geralmente é nove. Encerro”.
Décimo mês. “Meu nome é Brown ou Taylor. Um mais um é umum. Dois mais dois, não. Iniciei um projeto importantíssimo. Com as bisnagas vazias e partes do computador, estou construindo uma mulher”.
Um ano. “Redford aqui. Sinto falta de um espelho para poder ver a minha barba, que está bem comprida. A mulher que fiz de bisnagas vazias e partes do falecido computador ficou ótima mas, infelizmente, nossos gênios não combinavam. Ela foi para casa de seus pais. Dois mais dois...”
Décimo-quarto mês. “Minha barba está tentando boicotar a missão! Faz um estranho barulho eletrônico e várias vezes já tentou me estrangular. Deve ser comunista. Começaram a chegar as enciclopédias que comprei. Tenho jogado xadrez comigo mesmo e ganho sempre”.
Décimo-quinto mês. “Aqui fala Zaratustra. Atenção. Encontrei pegadas humanas dentro da cabine. Estou investigando. Mandarei um relatório depois. Duas vezes três é demais. Encerro”.
No dia seguinte. “Grande notícia. Há outro ser humano dentro da cabine! Seu nome é Smith, John Smith, mas como o encontrei numa terça-feira o chamarei de “Quinta”. Ele não fala, mas joga xadrez como um mestre. (Risadas). Talvez tenha que matá-lo”.
Neste ponto, os cientistas da NASA acharam melhor abrir a cápsula. Encontraram Smith com as mãos em volta do próprio pescoço gritando: “Trapaceiro! Trapaceiro!”
Fonte - Circuito Ferroviário Vale Verde via e-mail  em 11/07/2013

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Vazamento assusta tripulação da Estação Espacial Internacional

Astronautas farão caminhada de emergência pelo espaço para corrigir o problema...

A tripulação da Estação Espacial Internacional (ISS) passou por um grande susto que mudará a rotina próxima de seus integrantes. Segundo a Agência Espacial Norte-Americana (NASA), eles observaram pequenos flocos brancos saindo da base orbital em quantidades cada vez maiores e descobriram que era amoníaco.
Apesar do vazamento de amoníaco, a ISS não corre perigo...
O vazamento deverá ser consertado no sábado, 11, quando os astronautas norte-americanos Thomas Marshburn e Christopher Cassidy farão uma caminhada espacial de emergência para corrigir o problema. A NASA, porém, informou que tudo continua funcionando normalmente na ISS e que o acidente não oferece perigo para a tripulação ou para o trabalho da base orbital.Apesar do vazamento de amoníaco, a ISS não corre perigo
A agência dos Estados Unidos divulgou, ainda, que a Rússia foi notificada sobre o vazamento e que está acompanhando o processo. Atualmente, há três cosmonautas russos na Estação Espacial Internacional: Pavel Vinogradov, Aleksander Misurkin e Roman Romanenko. O canadense Chris Hadfield completa o sexteto atual na ISS.
Fonte - Diário da Russia  10/05/2013

sexta-feira, 15 de março de 2013

Rússia e Europa assinam acordo definitivo sobre missão a Marte Módulo orbital será enviado ao Planeta Vermelho em 2016

Um foguete Proton levará o módulo orbital da Roskosmos e da ESA para o espaço
A Agência Espacial Russa (Roskosmos) e a Agência Espacial Europeia (ESA) selaram na quinta-feira, 14, o acordo final sobre o Exo Mars, projeto conjunto de exploração de Marte. O documento foi assinado pelos chefes dos organismos, respectivamente, Vladimir Popovkin e Jean-Jacques Dordain.
As partes planejam enviar um módulo orbital ao Planeta Vermelho em 2016 e um veículo Marte Rover em 2018. Segundo a porta-voz da Roscosmos, Anna Vedisheva, a Rússia fornecerá foguetes Proton para as duas missões.
Inicialmente, o ExoMars foi uma iniciativa conjunta entre a ESA e a NASA, mas os norte-americanos suspenderam sua participação no projeto alegando cortes no financiamento.
Fonte - Diário da Russia 15/03/2013