Mostrando postagens com marcador lançamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador lançamento. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 21 de agosto de 2018

Apple já planeja o lançamento de seu carro elétrico

Tecnologia/carro elétrico  🚗

A chave para a Apple Car, diz Kuo,analista de produtos de tecnologia, é a capacidade da empresa de integrar software, hardware e serviços com um produto sólido e de alta qualidade.

Engenharia é

A Apple nos surpreendeu com iphones, ipods, ipads, imac e outros. Agora, o carro elétrico da Apple Car será a nova aposta da empresa para o lançamento previsto entre 2023 e 2025.
A chave para a Apple Car, diz Kuo,analista de produtos de tecnologia, é a capacidade da empresa de integrar software, hardware e serviços com um produto sólido e de alta qualidade.

Estas são as quatro razões do especialista em tecnologia para o qual a Apple Car será revolucionária:

1 As principais vantagens tecnológicas da Apple redefiniriam carros e diferenciariam a Apple Car dos produtos de seus concorrentes.
2 Potencialmente grandes demandas estão surgindo no setor automotivo, conforme novas tecnologias estão redefinindo esse nicho. O mesmo aconteceu com o setor de smartphones 10 anos atrás.
3 O serviço da Apple crescerá notavelmente entrando no enorme mercado de financiamento de automóveis através da Apple Car.
4 A Apple pode criar uma melhor integração entre software, hardware e serviços do que os concorrentes atuais no setor de eletrônicos de consumo e concorrentes em potencial no setor automotivo.
Fonte - Revista Amazônia  20/08/2018

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Foguete explode seis segundos após lançamento, informa Nasa

Internacional

Nasa, foguete Antares explode logo após lançamento - A causa da explosão, que ocorreu às 18h22 (horário local) após a decolagem de Walops Island, na Virginia, ainda não é conhecida.

Da Agência Lusa
Joel Kowsky/Divulgação Nasa
O foguete Antares, da empresa norte-americana Orbital Sciences, transportando a cápsula não tripulada Cygnus para a Estação Espacial Internacional (ISS) explodiu hoje seis segundos depois do seu lançamento, informou a NASA.
“O foguete Antares teve um acidente logo após a decolagem”, informou o centro de controle da Nasa, em Houston.
A causa da explosão, que ocorreu às 18h22 (horário local) após a decolagem de Walops Island, na Virginia, ainda não é conhecida.
Segundo um comentarista da televisão da Nasa, “não há indicação de que existam pessoas em perigo”, mas houve “danos materiais significativos”.
A Cygnus entregaria 2,2 toneladas de mantimentos e de experiências científicas à estação espacial, onde estão seis astronautas.
De acordo com a Orbital, este foi o primeiro lançamento noturno do foguete Antares.
Fonte - Agência Brasil  29/10/2014

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

O Cavalo de Troia

EL CAVALO DE TRÓIA

Mauro Santayana

(JB) - O lançamento, na semana passada, da seção em português da edição de internet do jornal espanhol El Pais, elucida e ilustra, com clareza, a visão neocolonial e rasteira que continua dominando o comportamento dos espanhóis com relação ao Brasil — apesar da condição de crise e de extrema fragilidade que caracteriza a Espanha neste momento.
Sem entrar nos detalhes do regabofe promovido pelo Grupo Prisa em São Paulo, vale a pena analisar o fato, e o que se pode ler nas entrelinhas do evento e da publicação.
Controlado em pouco mais de 30% pela família Polanco, e com o restante do capital na mão de investidores e fundos internacionais — não espanhóis — oGrupo Prisa, que edita o El Pais, tem atravessado sucessivas crises nos últimos anos.
Em 2008, o valor de suas ações despencou 80%, o lucro diminuiu em 56%, foi preciso suspender o pagamento de dividendos aos acionistas e vender ativos imobiliários, entre os quais a própria sede do jornal El Pais, no valor de 300 milhões de euros, para fazer frente a compromissos.
Isso não impede, no entanto, que o Grupo Prisa seja conhecido tanto pelos altíssimos salários que paga aos seus executivos — Juan Luis Cebrian ganha mais de 1 milhão de euros por mês — quanto pelos problemas que tem com os sindicatos locais.
Os jornalistas do grupo têm ido às ruas protestar contra as frequentes ondas de demissões que varrem as redações de suas publicações e emissoras. A última, no mês passado, atingiu a revista ON Madrid.
Com uma dívida de mais de 3 bilhões de euros, o Prisa multiplicou por 6 suas perdas até setembro deste ano. El Paisperdeu 25% de sua circulação desde 2008. A circulação do diário esportivo AS caiu 23% e a do diário econômico Cinco Dias, quase 30%, e o faturamento em publicidade — segundo informa também o jornalista Pascual Serrano, na revista asturiana Atlántica XXI — diminuiu pela metade nos últimos anos.
Na mesma matéria, Serrano relata como coube a Javier Moreno — o mesmo executivo que veio lançar a seção em português do El Pais em São Paulo — em outubro do ano passado, explicar a seus jornalistas que o Grupo Prisa estava “arruinado”, para justificar a demissão de quase um terço do pessoal.
Isso não impediu, no entanto, Moreno de adotar um tom entre paternal e triunfalista no seu pequeno discurso na capital paulista, para um grupo de seletos convidados. O viés neocolonial fica claro quando ele se refere ao El Pais como um veículo, procurado por inúmeros “intelectuais, artistas e políticos” de nossa região, para “defender seus projetos e conectar suas inquietações com o resto do mundo ibero-americano”, e expõe o caráter intervencionista — considerando-se que se trata de uma publicação estrangeira — quando diz que o jornal estará ligado às “inquietações e batalhas — da sociedade brasileira — para consolidar seus avanços econômicos e sociais, e as liberdades democráticas”.
Dá a entender que a imprensa do Brasil não é livre, ou competente, na medida em que afirma que “centenas de milhares de brasileiros se informaram na edição América de El Pais, sobre as maciças manifestações de julho passado” — como se no Brasil houvesse censura ou necessidade de recorrermos a publicações estrangeiras para saber o que ocorre por aqui. E, finalmente, dispensou a modéstia quando se referiu “às expectativas que o projeto — de lançamento do El Pais Brasil— suscitou em amplos segmentos da sociedade brasileira”.
Pelo hábito se reconhece o monge. Como se pode ver pelas primeiras matérias, o El Pais está vindo ao Brasil para defender nossas minorias; lembrar que o presidente Peña Nieto está — segundo o FMI — se comportando melhor do que o Brasil, embora o México vá crescer menos da metade do que nós neste ano; que gastamos muito com nossos estádios na Copa; que não conseguimos reduzir a criminalidade; que temos o menor crescimento entre os países emergentes, etc, etc, etc .
A verdade sobre a Espanha dos dias de hoje não está no coquetel servido aos convidados em São Paulo, pago com o lucro auferido aqui mesmo no Brasil por empresas como a Vivo — devedora em mais de 1 bilhão de dólares do BNDES — ou do Grupo Indra, também espanhol, cuja publicidade já começa a aparecer na edição “brasileira” de El Pais.
A Espanha real está na ausência sutil — como um elefante, desses que o pai gosta de abater — do príncipe Felipe, que deveria ter vindo ao Brasil na mesma ocasião, para abrir um seminário econômico e participar do lançamento deEl Pais.
Pouco antes da decolagem, foi localizada uma avaria em um flap do avião que deveria transportá-lo a São Paulo. Ao procurar o avião substituto, do mesmo modelo, descobriu-se que ele também estava em solo, sem condições de voar. Mecânicos tentaram, durante mais de sete horas, consertar o problema, sem conseguir, até que o infante e sua comitiva desistissem de fazer a viagem e voltassem para casa para desfazer a bagagem.
Por causa do problema do avião, em solo e sem manutenção como o próprio país, no lugar de sua majestosíssima presença, o príncipe teve de mandar, ao Brasil, uma mensagem em vídeo pela internet.
Tudo somado, pelo que se pode ver pelo lançamento de sua seção em português, oEl Pais, apesar de, aparentemente, abrir espaço para comentaristas de diferentes tendências — até artigo do Lula já saiu na edição em português — continuará, agora na língua de Machado de Assis, fazendo o que sempre fez: defendendo e protegendo a cada vez mais combalida “Marca Espanha”; atuando como um Cavalo de Tróia dos interesses neoliberais e eurocêntricos em nosso continente; e das empresas espanholas — com milhares de reclamações de consumidores como oSantander e a Telefónica (do qual o próprioGrupo Prisa é acionista)— que atuam no Brasil.
Nesse contexto, o melhor negócio que os futuros leitores podem fazer é “comprar” a Espanha pelo que vale — altamente endividada e com um crescimento de menos 1,6% este ano, segundo o FMI — e vender pelo preço que o El Pais acha que vale. Com a imagem e o valor que vai tentar nos impingir
Fonte -  Mauro Santayana  03/12/2013

terça-feira, 29 de outubro de 2013

“O príncipe da privataria” em Manaus

Política

Do blog Pressão Popular

O polêmico livro “O Príncipe da Privataria”, do jornalista Palmério Dória, será lançado em Manaus no dia 06 novembro. Além do lançamento, o autor fará uma palestra sobre a preparação do livro e o Brasil dos anos 1990, governado sob a lógica do desmantelamento nacional pelas mãos de Fernando Henrique Cardoso. O evento será realizado no Hotel Taj Mahal, a partir das 18h30 (horário local).
A grande reportagem traz muito mais do que dados sobre a viabilização do desmonte do patrimônio público por meio da privataria. O autor revela a identidade do famoso “Senhor X”, então deputado federal pelo Acre e que gravou depoimentos de vários de seus colegas da Câmara dos Deputados revelando a venda de votos para a reeleição de FHC. Isso tudo em 400 páginas divididas em 36 capítulos.
O subtítulo “A história de como o Brasil perdeu seu patrimônio e Fernando Henrique Cardoso ganhou sua reeleição” tem levado centenas de pessoas às livrarias e aos lançamentos em vários estados. A “Geração Editorial”, responsável pela publicação, já recebeu várias solicitações para realizar eventos com essa finalidade. A agenda de viagens é tamanha que a editora passou a divulgar o que chama de “Caravana do Príncipe da Privataria”.
O jornalista Palmério Dória chama atenção para outro fator que tem gerado a procura elevada. “Nada é falado sobre o livro nos maiores jornais e nas revistas de maior circulação. E, curiosamente, é o título que tem tudo sobre o que ocorreu no período FHC. Por isso, já fomos em várias cidades e estaremos em Manaus no dia 6 de novembro”, destacou.
Na capital do Amazonas, o evento ganha outro ingrediente. O então líder de FHC na Câmara dos Deputados, Arthur Virgílio, é prefeito da cidade. Nesse período, contribuiu para a privatização da Companhia de Saneamento do Amazonas (Cosama), Telemazon e o porto da Manaus. Detalhe: o serviço de distribuição de água e de telefonia são os mais questionados na capital.
A editora que leva o livro às prateleiras das livrarias em todo país é responsável também pelo não menos estrondoso “Privataria Tucana”. Ambos os títulos fazem parte da coleção “História Agora”, que já publicou outros sete livros.
Fonte - Blog do Miro ( Altamiro Borges) 29/10/2013

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Dilma assina contrato para implantação da Linha 3 do metrô em Niterói

Política 

Em lançamento de metrô em São Gonçalo, Dilma é aplaudida e Cabral é vaiado
Governador do Rio ironizou: "Apesar de o prefeito organizar protestos, estamos investindo aqui

Jornal do Brasil
Claudia Freitas

Em solenidade em São Gonçalo, a presidenta Dilma Rousseff assinou, na manhã desta quarta-feira (11), um contrato com o governo do Estado do Rio de financiamento para a implantação da Linha 3 do metrô. O governador Sérgio Cabral, que participou do evento, foi vaiado durante seu discurso, e rebateu: "Apesar de o prefeito de São Gonçalo estar organizando protestos contra o governo do Estado, estamos investindo aqui", disse, referindo-se a Neilton Mulim, do PR.
Em determinado momento de seu discurso, quando Cabral citou a ex-prefeita Aparecida Panisset referindo-se ao início do projeto da construção da linha 3, novamente foi intensamente vaiado. O ex-secretário de Obras de São Gonçalo e atual deputado estadual, Márcio Panisset (PDT-RJ), também foi intensamente vaiado. "Neilton, você tem que treinar sua turma para ser mais educada", ironizou Cabral, mais uma vez se referindo ao atual prefeito.
Por sua vez, a presidenta Dilma reforçou em seu discurso a importância da parceria entre os governos federal, do estado e prefeituras. "Na hora de governar, tem que haver cooperação. O governo governa, não disputa. Independentemente de partido, há o interesse da população", destacou.
A solenidade aconteceu no dia seguinte à aprovação na Alerj de projeto de lei que veta o uso de máscaras em manifestações. Um grupo com cerca de 10 integrantes ocupou a frente do Clube Mauá, em São Gonçalo, onde aconteceu o evento, com faixas de protesto: "O povo tem que continuar usando máscaras. Quem tem que tirar são os corruptos". Um dos manifestantes, vestido de gorila, usou um megafone para gritar palavras de ordem.
O governador Sérgio Cabral ressaltou em seu discurso a importância dos investimentos em São Gonçalo, que segundo ele representou 70% total dos votos do estado em favor da sua administração, somente no primeiro turno das últimas eleições. Cabral, em meio às vaias, enumerou os feitos da sua gestão direcionadas para a região, entre eles as cifras de milhões investidos em um Posto do Poupa Tempo, mais um bilhão em rede de água e esgoto e o Programa Renda Melhor, que atende a mais de 30 mil famílias do município.
Ao citar a antiga parceria do governo estadual com a ex-prefeita Aparecida Panisset (PDT), que trouxe melhorias para São Gonçalo, Cabral foi novamente vaiado e deixou o palanque aos gritos dos manifestantes: "União, União, tira o Cabral e o Pezão". 
Com cartaz, moradores agradecem pelo
programa mais Médicos
Mais Médicos
Durante o evento, Dilma destacou ainda do programa Mais Médicos, enfatizando a importância de levar profissionais de saúde aos locais mais carentes. "Em Ipanema e Leblon não faltam médicos, mas sabemos que aqui falta", disse.
Ela destacou que criou o programa porque ouviu a demanda da população. Em discurso, Dilma disse que é obrigação de um governo conhecer as necessidades do povo.
“O governo não pode ser surdo. Um governo tem de ouvir muito. E, além de ouvir, sabemos que o Brasil tem um problema sério na área da saúde. Por isso, nós fizemos o Mais Médicos”, disse a presidenta. Ela foi aplaudida ao final do seu discurso, e deixou o palanque ao som de "Olê, olê, olá, Dilma, Dilma."
Dilma anuncia outras melhorias para o Rio
A presidente Dilma Rousseff abriu o seu discurso enfocando os avanços do governo federal, como a diminuição do desequilíbrio social e os índices de desemprego, que segundo ela são passos importantes. "Mas precisamos avançar ainda mais, em direção a tudo que podemos ser", completou. Dilma elogiou o capacidade que os governos estaduais têm de atuar em parceria com as suas prefeituras e em sintonia com o governo federal. "No Rio, a parceria foi vitoriosa e mudou a vida da população. O trabalho combinado faz as coisas acontecerem e é o que o governo federal está fazendo, é o que estamos fazendo aqui, estamos compartilhando com os governadores e prefeitos, porque governo coopera e não disputa, como pode naturalmente acontecer durante um período eleitoral. Eu sou presidente de todos", disse Dilma.
Pela primeira vez em São Gonçalo, a presidente da República lembrou que a visita dela aconteceu às vésperas do aniversário do município, 22 de setembro, e trouxe para a população um presente significativo: a Linha 3 do metrô. Dilma garantiu que a segunda fase do empreendimento já é uma realidade e vai chegar até o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), localizado a poucos metros do Clube Mauá. A região metropolitana de Niterói terá total atenção do governo federal, segundo Dilma. Ela ressaltou três números que na sua avaliação representam os investimentos destinados ao local: o tamanho do investimento na fase do projeto, R$2,57 bilhões, que mostra o seu potencial produtivo; os 22 quilômetros de extensão da obra, que vai transformar a mobilidade urbana em São Gonçalo, permitindo as pessoas que tenham acesso ao transporte de primeiro mundo e as 1,8 mil pessoas que serão beneficiadas com o projeto, ganhando mais tempo para ficar com suas famílias. "A mobilidade urbana compõe aqueles cinco pactos que fiz com os governantes, prefeitos, movimentos sociais e com o Congresso", disse.
Além da Linha 3, Dilma Rousseff anunciou também outras mudanças para a cidade do Rio. O município de São Gonçalo vai ganhar também o sistema viário, com corredor expresso, o município de Duque de Caxias será beneficiado com um BRT, no trecho Gramacho e Imbariê e um VLT (Ve ligando Santa Cruz da Serra e o Centro e mais a construção de corredores expressos para os ônibus. Nova Iguaçu também está na lista de investimentos e vai receber dois corredores expressos e as obras de conclusão da sua via expressa, a Via Light, que liga a Baixada Fluminense ao Rio.
Com relação à concepção de transporte no Brasil, Dilma disse que o país "tinha um pensamento muito errado". Nas décadas de 80 e 90, existia a teoria nacional de que o país não era grande o suficiente para investir em transportes de primeiro mundo, como o metrô, monotrilho, BRT e VLT. "A gente só tinha ônibus. Estamos correndo atrás do prejuízo e mudando esse pensamento e aqui em São Gonçalo os avanços devem chegar logo, porque é uma região de alto índice populacional e o erro deve ser corrigido logo, antes que fique grande demais", comentou a presidente.
Obras
A Linha 3 do metrô vai ligar as cidades de São Gonçalo e Niterói, na região metropolitana. O projeto custará mais de R$ 2 bilhões. A União deverá arcar com dois terços desse total, enquanto o governo fluminense será responsável pelo restante.
Inicialmente, a linha terá 14 estações distribuídas em 22 quilômetros e que deverão receber 600 mil passageiros, reduzindo em 40 minutos o tempo de travessia. Em um segundo momento, o trajeto deverá ser estendido até o município de Itaboraí, onde está sendo construído o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), um projeto bilionário da Petrobras.
A nova linha, no sistema monotrilho, tem seu início de obras previsto para dezembro, com termino em três anos.
O prefeito Neilton Mulim destacou que a obra da Linha 3 é um sonho esperado e um marco para a melhoria da mobilidade urbana em São Gonçalo. Os investimentos fazem parte do Plano de Mobilidade Urbana do governo federal.
Fonte -  Jornal do Brasil  11/09/2013

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Governador de Sergipe em exercício participa de lançamento do 1º Plano Safra para o semiárido pela presidenta Dilma

Jackson acompanha ato histórico de lançamento do 1º Plano Safra para o semiárido pela presidenta Dilma

Governo Federal anuncia R$ 7 bilhões exclusivamente para prioridades da região Nordeste. Solenidade aconteceu em Salvador (BA)

 Jackson acompanha ato histórico de lançamento do 1º Plano Safra para o semiárido pela presidenta Dilma
Fotos: Marcos Rodrigues/ASN
*Com informações do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA)
Um conjunto de medidas voltadas ao atendimento de necessidades emergenciais e estruturais dos agricultores que sofreram prejuízos com uma das maiores secas da história. Este é o resumo que define o foco estabelecido pelo Plano Safra 2013/2014, apresentado no início da tarde desta quarta-feira, 4, em Salvador (BA). O governador em exercício, Jackson Barreto, acompanhou o lançamento da iniciativa assessorado pelo secretário de Estado da Agricultura, José Macedo Sobral.
A solenidade foi realizada no Centro de Convenções da Bahia, contando com a presença de diversas autoridades, governadores nordestinos, ministros de Estado, parlamentares, prefeitos e representantes de diversos movimentos dos trabalhadores do campo. A presidente Dilma Rousseff também promoveu a entrega de 323 máquinas a diversos prefeitos de municípios baianos, dentro das medidas do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC 2).
Dos R$ 7 bilhões anunciados pela presidenta da República, Dilma Rousseff, serão investidos R$ 4 bilhões para a agricultura familiar e ou outros R$ 3 bilhões para médios e grandes produtores. Dentre as principais medidas, estão ações voltadas para a estruturação hídrica dos municípios atingidos (envolvendo ações como a instalação de cisternas) e a infraestrutura para produção e armazenagem de forragem para alimentação animal no período da seca.
Outro foco das ações é a promoção do acesso ao crédito e uma medida há muito esperada pelos agricultores que é a prorrogação das dívidas de linhas de crédito agrícola com a suspensão de todos os processos de execução até dezembro de 2014. A medida também prevê a possibilidade de desconto na renegociação de dívidas contratadas até dezembro de 2006 (que pode chegar a 85%), dentre outras ações.
Momento Histórico
Para o governador em exercício, Jackson Barreto, os anúncios realizados pela presidenta Dilma Rousseff e pelos ministros marcam um momento histórico onde o Governo Federal demonstra a sua sensibilidade social ao promover medidas específicas para atender ao semiárido nordestino. “Estamos diante do primeiro Plano Safra que teve como objetivo atender especificamente aos nordestinos. Este é um avanço inegável e reflete a sensibilidade da presidenta Dilma, oferecendo o suporte do Governo Federal para que os pequenos produtores nordestinos possam recuperar sua produção após essa terrível seca que enfrentamos”, destacou.
Segundo ele, medidas como o investimento na infraestrutura hídrica, na produção de forragem para os animais, o Programa de Aquisição de Alimentos do leite, que foi redimensionado e a proposta da criação de uma agência federal para oferecer assistência técnica são de importância fundamental. “Além dessas medidas, a possibilidade de renegociar suas dívidas com desconto de 85% é uma demonstração da visão social desse governo. Esses anúncios certamente animarão muitos produtores sergipanos que poderão ter acesso a novas linhas de crédito para reorganizar sua produção, seus ganhos e sua qualidade de vida”, contextualizou o governador em exercício, ao mencionar outros pleitos formulados por agricultores sergipanos.
Já o secretário de Estado da Agricultura, José Macêdo Sobral, destacou a importância prioritária que foi dada à agricultura familiar nas iniciativas anunciadas. “O apoio à agricultura familiar que foi ratificado pela presidenta Dilma com essas ações, revela que esta atividade que já é exitosa e tem transformado a vida de diversas famílias em Sergipe e em todo o Brasil, receberá cada vez mais incentivo”, salientou.
VEJA MAIS  AQUI

Fonte - "ASN"  Agência Sergipe de Notícias  04/07/2013