Mostrando postagens com marcador revista. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador revista. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Golpe midiático não vai dar em nada?

Política

Está na hora daquelas autoridades que falam em nome do Estado brasileiro cumprirem o dever legal de garantir os direitos dos cidadãos de escolher os governantes através de eleições livres e limpas, sem golpes sujos.

Por Paulo Moreira Leite, em seu blog:
foto - ilustração
O golpe eleitoral midiático destinado a interferir na eleição presidencial completa uma semana hoje e cabe perguntar: vai ficar tudo por isso mesmo?
É curioso registrar que estamos diante de um caso que a Polícia Federal e o Ministério Público têm todos os meios de apurar e chegar aos responsáveis sem muita dificuldade, até porque muitos nomes são de conhecimento público. Não é diz-que-diz. Nem simples cortina de fumaça.
Os indícios criminais estão aí, à vista de 140 milhões de eleitores.
Até o momento, temos uma discussão de mercado. Jornalistas debatem o que aconteceu, analistas dão seus palpites, políticos de um lado de outro têm sua opinião. Não basta.
Está na hora daquelas autoridades que falam em nome do Estado brasileiro cumprirem o dever legal de garantir os direitos dos cidadãos de escolher os governantes através de eleições livres e limpas, sem golpes sujos.
O golpe midiático não foi um ato delinquente sem maiores consequências. Trouxe prejuízos inegáveis a candidatura de Dilma Rousseff e poderia, mesmo, ter alterado o resultado da eleição presidencial - a partir de uma denúncia falsa. Mesmo eleita, é inegável que Dilma saiu do pleito com um desfalque de milhões de votos potenciais, subtraídos nas últimas 48 horas. “Se a eleição não fosse no domingo, ela até poderia ter perdido a presidência,” admite um membro do Ministério Público Federal.
Boa parte da investigação já está pronta. Sabemos qual o lance inicial - uma capa da revista 'Veja', intitulada “Eles sabiam de tudo”, dizendo que o doleiro Alberto Yousseff dizia que Lula e Dilma estavam a par do esquema de corrupção. Sabemos que, prevendo uma possível ação judicial, a própria revista encarregou-se de esclarecer que não podia provar aquilo que dizia que Yousseff havia dito. O próprio advogado de Yousseff também desmentia o que a revista dizia. Mesmo assim, VEJA foi em frente, espalhando aquilo que confessadamente não poderia sustentar.
Seria divulgado, mais tarde, que a referência a Lula e Dilma, uma suposição (alguma coisa como “é difícil que não soubessem”) sequer fora feita no próprio depoimento a Polícia Federal, mas numa segunda conversa, 48 horas depois.
Se essa hipótese é verdadeira, isto quer dizer que a própria frase da capa, “eles sabiam de tudo”, pode ter sido obtida artificialmente, sem caráter oficial, apenas para que fosse possível produzir uma manchete na véspera da eleição.
Colocada diante de um fato consumado, Dilma foi levada a gravar um pronunciamento para seu programa político. O assunto foi tema no debate da TV Globo, na noite de sexta-feira. Também foi tratado pela Folha de S. Paulo, no dia seguinte, e no Jornal Nacional, menos de doze horas antes da abertura das urnas e dos primeiros votos.
Se antecipou a impressão e distribuição da revista em 24 horas, num esforço para garantir de qualquer maneira que a acusação que não podia ser provada contra Dilma e Lula tivesse impacto sobre os eleitores, a revista também fez um esforço especial de divulgação. No sábado, espalhou out-doors pelo país e foi acusada de não acatar decisão judicial para que fossem retirados - pois o próprio texto do anúncio servia como propaganda negativa contra Dilma. Obrigada a publicar um direito de resposta em seu site, a revista respondeu ao direito de resposta, o que é um desrespeito com a vítima.
No domingo, quando o doleiro Alberto Yousseff foi internado por uma queda de pressão, a pagina falsa de um site de notícias de grande audiência circulou pela internet, dizendo que ele fora assassinato num hospital de Curitiba. No mesmo instante, surgiram cidadãos que gritavam em pontos de circulação que Yousseff fora assassinado numa queima de arquivo, numa campanha de mentira que ajudou a elevar a tensão entre militantes, ativistas e cabos eleitorais de PT e PSDB.
O ministro José Eduardo Cardozo teve de intervir pessoalmente para desmentir a mentira.
Talvez não seja tudo. Olhados em retrospecto, os números risíveis de determinados institutos de opinião, que apontavam para uma vantagem imensa e ridícula de Aécio Neves sobre Dilma, poderiam servir para dar sustentação a trama.
Caso o golpe midiático viesse a ser bem sucedido, produzindo uma incompreensível virada de última hora, estes números de fantasia poderiam ser usados como argumento para se dizer que a candidata do PT já estava em queda e que sua derrota fora antecipada em algumas pesquisas. Verdade? Mentira? Cabe investigar.
Há uma boa notícia neste campo.
No final da tarde de ontem, era possível captar sinais de que uma investigação oficial sobre o golpe midiático pode estar a caminho. Cabe torcer para que isso aconteça e que ela seja feita com toda seriedade que o caso merece.
O eleitor agradece.
Fonte - Blog do Miro  31/10/2014

sábado, 9 de agosto de 2014

O ICH publica a revista Ciência - Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC)

Meio Ambiente

Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Responsável por uma série de projetos de divulgação científica, o ICH publica a revista Ciência Hoje

RA
Link / fotógrafo - Vyacheslav Mishchenko
O Instituto Ciência Hoje (ICH) é uma organização social de interesse público sem fins lucrativos vinculada à Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Responsável por uma série de projetos de divulgação científica, o ICH publica a revista Ciência Hoje desde 1982, a Ciência Hoje das Crianças desde 1986 e os livros da série Ciência Hoje na Escola desde 1996. Desde 1997, o instituto mantém também um portal de divulgação científica na internet: a Ciência Hoje On-line.
Vida de inseto - A natureza é vibrante e colorida não somente nas densas florestas, mas também em nossos quintais, jardins e parques. É o que mostram os registros do fotógrafo Vyacheslav Mishchenko e sua infinita capacidade de observar a ‘vida secreta’ dos pequenos seres, em cenários idílicos que parecem saídos de uma obra de fantasia.Mishchenko se diz um apaixonado pelos caramujos, criaturas que considera extraordinárias por suas formas, seu comportamento e sua beleza. Não é à toa que esses animais são as principais estrelas de sua obra, que também registra momentos únicos vividos por formigas, joaninhas e outros pequenos seres –tudo ao ar livre, em ambientes que poderiam ser um cantinho do seu jardim. Confira algumas imagens:


fotógrafo  - Vyacheslav Mishchenko
fotógrafo  - Vyacheslav Mishchenko
fotógrafo  - Vyacheslav Mishchenko
fotógrafo  - Vyacheslav Mishchenko
fotógrafo  - Vyacheslav Mishchenko
As belas imagens são tão perfeitas que parecem montagens, mas o fotógrafo jura que todos os insetos são registrados em seu hábitat natural e que é questão de sorte estar no lugar certo, no momento certo, para capturar esses instantes. Confira mais na página de Mishchenko no Facebook -    https://www.facebook.com/pages/Vyacheslav-Mishchenko/425528437562422 - . Com certeza depois dessas imagens você não conseguirá mais olhar para um canteirinho ou um parquinho com os mesmo olhos…
Fonte - Revista Amazônia  08/08/2014

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Graça Foster é a mulher mais poderosa do mundo fora dos EUA

Economia


É o segundo ano consecutivo em que a presidenta da Petrobras é apontada pela revista Fortune como a executiva mais poderosa do ranking global, entre 50 candidatas de diversos países e setores, como a Inglaterra, Austrália, Suécia, Turquia

Presidenta da Petrobras é eleita a mulher mais poderosa do mundo fora dos EUA

Flávia Villela*
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – A presidenta da Petrobras, Graça Foster, foi eleita pela revista norte-americana Fortune a mulher mais poderosa do mundo fora dos Estados Unidos. A revista fez dois rankings, um com executivas norte-americanas e outro com internacionais. A classificação levou em consideração quatro critérios: a importância e o tamanho do negócio liderado pela executiva na economia global, o sucesso e a condução dos negócios, a trajetória de carreira da executiva e sua influência social e cultural.
Este foi o segundo ano consecutivo em que Graça Foster foi apontada pela revista como a executiva mais poderosa do ranking global, entre 50 candidatas de diversos países e setores, como a Inglaterra, Austrália, Suécia, Turquia.
Maria das Graças Foster é engenheira química e funcionária de carreira da Petrobras, onde ingressou como estagiária há mais de 30 anos. É a primeira mulher a comandar a estatal. Assumiu a presidência em fevereiro do ano passado e antes foi diretora de Gás e Energia da empresa e presidenta da Petrobras Distribuidora, entre outros cargos executivos.
Também neste ano, Graça Foster foi eleita a melhor executiva do setor de petróleo, gás e petroquímica na América Latina pela Revista Institucional Investor, a mulher mais poderosa no setor de negócios do Brasil e uma das 20 mulheres mais poderosas do mundo pela revista Forbes, e uma das 500 pessoas mais poderosas do mundo, segundo a revista Foreign Policy.
A Petrobras vem sendo citada como uma das maiores empresas do mundo pela revista Fortune. Neste ano, a empresa ficou em 25º lugar, com receitas de US$ 144 bilhões. A estatal brasileira planeja investir US$ 236 bilhões até 2017.
A estatal, que já responde por mais de 90% da produção de petróleo e gás no país, terá papel importante na exploração da camada pré-sal brasileira, que concentra grandes reservatórios de óleo de boa qualidade. Segundo a legislação brasileira, a Petrobras será operadora de todos os campos do pré-sal licitados a partir de agora, com pelo menos 30% de participação no bloco.
A primeira licitação do pré-sal sob o contrato de partilha está marcada para o próximo dia 21 e permitirá a exploração e produção na área de Libra, na Bacia de Santos, que tem reservas recuperáveis de petróleo entre 8 bilhões e 12 bilhões de barris. Com o pré-sal e também com a ajuda de outros campos de petróleo, a empresa espera dobrar sua produção de óleo até 2020, da média de 2 milhões de barris por dia, para 4,2 milhões.
A Petrobras também tem investido na construção de novas refinarias para reduzir a dependência do Brasil em relação a combustíveis e a outros derivados de petróleo. Pelo menos quatro grandes complexos petroquímicos estão em construção e devem ser inaugurados até 2020: no Rio de Janeiro, em Pernambuco, no Rio Grande do Norte e Ceará. A ideia é ampliar a capacidade de refino nacional de 2 milhões para 3 milhões de barris por dia.
Fonte - Agência Brasil  11/10/2013

sábado, 8 de junho de 2013

Opinião - Quem manda aqui?

Jornal do Brasil

"The Economist" surgiu no auge da desapiedada exploração dos trabalhadores britânicos, e por iniciativa da indústria têxtil de Manchester - a vanguarda daquele old liberalism, que inspirou Marx e Engels a redigirem seu Manifesto Comunista. Bons tempos eram aqueles, nos quais os operários - entre eles crianças de 8 e 10 anos - trabalhavam de 12 a 16 horas por dia e, quando faltavam aos domingos, pagavam multa pela ausência. O mundo tem mudado, menos "The Economist". Naqueles tempos magníficos, a revista acompanhava os investimentos britânicos no Brasil e aplaudia o punho de ferro do imperialismo em nossas terras.
-Em nossos tempos atuais, na defesa dos bancos ingleses e dos especuladores da City, a publicação pretende nomear o Ministro da Fazenda de nosso país: um ministro que faça tudo o que o governo britânico está fazendo hoje contra seu próprio povo, com o arrocho fiscal e o corte até o osso nos gastos sociais, para que sobre para o capital financeiro.
-A revista, depois de haver sugerido (em nome de que e de quem?) a demissão de Guido Mantega em dezembro do ano passado, volta a fazê-lo agora. Esquecem-se seus editores de que a Inglaterra é hoje um leão desdentado, que vive à sombra do poder de sua antiga colônia americana, e se tornou o grande valhacouto de banqueiros bandidos, como os fraudadores do Barclay's, e confessos lavadores de dinheiro do narcotráfico, como os senhores do HSBC.
-O Brasil é um país soberano, com suas instituições democráticas recuperadas há quase trinta anos, e quem manda aqui é o seu povo, mediante o parlamento e a Chefia do Estado, eleitos diretamente pelos cidadãos. Aqui mandamos nós, e os ministros são escolhidos e nomeados por quem tem o poder constitucional de fazê-lo: a chefia do poder executivo.

Assim, e, por favor, Shut Up!.
Fonte - Jornal do Brasil  07/06/2013

quarta-feira, 20 de março de 2013

CBTU,A MELHOR OPERADORA DE PASSAGEIROS


A Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) é a vencedora do Prêmio Revista Ferroviária de Melhor Operadora De Passageiros. A companhia foi escolhida após análise dos indicadores de produtividade de todos os seus sistemas, com base nos dados de 2011 e 2012.
A CBTU foi criada a partir da junção de uma empresa de projetos ferroviários, a Empresa de Engenharia Ferroviária S.A. (Engefer), e da Diretoria de Transportes Metropolitanos – DTM, da Rede Ferroviária Federal S.A. (RFFSA), responsável pela operação e manutenção do transporte de passageiros em todo o Brasil. A sede da companhia é no Rio de Janeiro e ela está ligada ao Ministério das Cidades.
A entrega do troféu será durante um almoço, no dia 22 de abril, no Rosa Rosarum, em São Paulo. Durante o almoço haverá também a entrega dos prêmios setoriais aos outros melhores do ano, eleitos pelos leitores da Revista Ferroviária e do site www.revistaferroviaria.com.br : Alstom, AmstedMaxion, IAT , Odebrecht, OnixSat, Progen, Randon, Rumo Logística e Siemens. A MRS Logística receberá o prêmio de Melhor Operadora de Carga, escolhida pelos clientes, e a presidenta Dilma Rousseff receberá o prêmio de Ferroviária do Ano.
Fonte - Revista Ferroviária  20/03/2013

Comentário Pregopontocom:
Tai o quanto nos perdemos com a transferência dos nossos trens do subúrbio, da CBTU para a Prefeitura de Salvador com os seus desastrados administradores.