Mostrando postagens com marcador Ferrovías. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ferrovías. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 25 de março de 2013

Ferroanel de Belo Horizonte (MG), pode ser opção para sua região Metropolitana

Ferroanel pode ser opção na região metropolitana de Belo Horizonte (MG)

Adicionar legenda
Estado de Minas
A implantação de um contorno ferroviário pode servir de alternativa à mobilidade urbana na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Ao apresentar a proposta do Ferroanel na abertura da reunião extraordinária da Assembleia Metropolitana da RMBH, ontem, o governador Antonio Anastasia destacou que a iniciativa privada demonstrou interesse em um novo projeto de viabilidade técnica, econômica e ambiental para a obra. Ele informou ainda que a MRS Logística, uma das empresas que detêm a concessão de linhas, anunciou que em breve começará os estudos.
A liberação dos trilhos que hoje servem para o transporte de cargas que circulam na Grande BH seria o primeiro passo para a implantação de um sistema de trens de passageiros. O mestre em engenharia de transportes Márcio Aguiar, professor da Universidade Fumec e defensor do transporte sobre trilhos nos grandes centros urbanos, aprova a proposta, mas se preocupa com os entraves financeiros. “Se não estão conseguindo implantar o Rodoanel, que tem custo entre R$ 10 milhões e R$ 15 milhões o quilômetro, o Ferroanel torna-se um desafio maior, já que cada quilômetro custa acima de R$ 30 milhões. Considero, porém, uma obra necessária para colocar fim ao colapso do sistema de transporte urbano”, afirmou.
Fonte - São Paulo Trem Jeito  24/03/2013

Comentário Pregopontocom:
E pensar que um dia ( na década de 70 ) quase tivemos isso por aqui...o anel ferroviário de Salvador.

quarta-feira, 20 de março de 2013

CBTU,A MELHOR OPERADORA DE PASSAGEIROS


A Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) é a vencedora do Prêmio Revista Ferroviária de Melhor Operadora De Passageiros. A companhia foi escolhida após análise dos indicadores de produtividade de todos os seus sistemas, com base nos dados de 2011 e 2012.
A CBTU foi criada a partir da junção de uma empresa de projetos ferroviários, a Empresa de Engenharia Ferroviária S.A. (Engefer), e da Diretoria de Transportes Metropolitanos – DTM, da Rede Ferroviária Federal S.A. (RFFSA), responsável pela operação e manutenção do transporte de passageiros em todo o Brasil. A sede da companhia é no Rio de Janeiro e ela está ligada ao Ministério das Cidades.
A entrega do troféu será durante um almoço, no dia 22 de abril, no Rosa Rosarum, em São Paulo. Durante o almoço haverá também a entrega dos prêmios setoriais aos outros melhores do ano, eleitos pelos leitores da Revista Ferroviária e do site www.revistaferroviaria.com.br : Alstom, AmstedMaxion, IAT , Odebrecht, OnixSat, Progen, Randon, Rumo Logística e Siemens. A MRS Logística receberá o prêmio de Melhor Operadora de Carga, escolhida pelos clientes, e a presidenta Dilma Rousseff receberá o prêmio de Ferroviária do Ano.
Fonte - Revista Ferroviária  20/03/2013

Comentário Pregopontocom:
Tai o quanto nos perdemos com a transferência dos nossos trens do subúrbio, da CBTU para a Prefeitura de Salvador com os seus desastrados administradores.

terça-feira, 19 de março de 2013

Congresso aproxima experiência francesa do Brasil

Foto - ilustração
Durante o Congresso Franco-Brasileiro de Mobilidade Urbana 2013, nesta segunda-feira (19/03), em São Paulo, diversas empresas e autoridades francesas divulgaram seus trabalhos e experiências no setor de mobilidade.
Os palestrantes falaram o conhecimento da , com PPPs e dos investimentos franceses no setor de transporte aqui no Brasil. A Agência Francesa de Desenvolvimento aprovou, em abril de 2012, um empréstimo de 394,5 milhões de dólares para apoiar a política de mobilidade urbana do Estado na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Essa política inclui ações nas áreas de infraestrutura, compra de equipamentos, governança metropolitana dos transportes públicos e integração tarifária entre trens, metrô e ônibus. O contrato de financiamento foi assinado em 9 de outubro do ano passado. Um primeiro desembolso (de 263 milhões de dólares) foi efetuado em novembro e o segundo desembolso (de 131,5 milhões de dólares) em dezembro.
Durante uma coletiva de imprensa, o presidente da Associação de Prefeitos das Grandes Cidades Francesas, Michel Destot, e o diretor-geral da SNCF Proximités, Joel Lebreton, falaram sobre o TGV (trem de alta velocidade francês), e as semelhanças de implantação aqui e na França. Segundo Destot, no início, assim como acontece no Brasil, o TGV sofreu com a desconfiança da população, mas hoje ele rivaliza facilmente com o setor aéreo. “A maioria da população prefere usar o TGV que o avião” informa Lebreton. Ele completa dizendo que já é hora de um grande país como o Brasil ter um transporte de alta velocidade sobre trilhos, principalmente em um eixo tão importante como São Paulo e Rio de Janeiro. A companhia de ferrovias francesa, SNCF, mostrou intenção de participar com uma porcentagem minoritária do consórcio que disputará a concessão e, também, como uma fornecedora de tecnologia.
"Queremos ser investidores. É uma questão de honra para nós participar do TAV brasileiro. Será um projeto esplêndido", disse Alain Bullot, diretor da SNCF durante o evento.
Além da SNCF, outras empresas francesas também têm interesse em participar do Trem de Alta Velocidade Brasileiro. A Egis, que é sócia do aeroporto de Viracopos (Campinas), montou escritórios no Brasil para poder acompanhar as oportunidades em elaboração de estudos e projetos.
Trens regionais também foi tema das palestras onde empresas como Alstom e Keolis mostraram suas experiências e querem participar do mercado brasileiro, aproveitando esses investimentos que vem sendo feitos no setor ferroviário no país.
Fonte - Revista Ferroviària  19/03/2013

CPTM republicará edital dos 65 trens nesta semana

Foto - ilustração
Segundo o secretário de Transportes Metropolitanos de São Paulo, Jurandir Fernandes, a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) publicará o novo edital para a compra de 65 trens até a próxima sexta-feira (22/03). A licitação que era nacional passará a ser internacional após a CPTM receber uma única proposta da indústria brasileira, com valor acima do previsto no edital anterior.
A reformulação do edital foi realizada após quatro adiamentos de entrega de propostas, onde apenas um consórcio apresentou proposta, o Frota CPTM (CAF Brasil Indústria e Comércio e Alstom Brasil Energia e Transporte), que foi desclassificado por apresentar orçamento acima do estimado pelo governo, que é de R$ 23,7 milhões por trem (R$ 2,96 milhões por carro). Os 65 trens serão compostos por oito carros, totalizando 520 carros. Essa é a maior encomenda de trens elétricos do país.
A licitação mudou seu formato após sofrer uma pressão da indústria, através da Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (Abifer), para que os trens fossem fabricados no Brasil. O fato da indústria nacional apresentar somente uma proposta e acima do valor de referência não foi bem recebida pelo Estado e incomodou membros do Governo. No inicio deste mês, Jurandir Fernandes definiu a maneira como a indústria fez a proposta como “belicosa, jocosa e estranha”.
Para acelerar o novo processo, o governo fez uma consulta ao mercado e seis empresas estrangeiras, entre elas a CAF da Espanha e a Alstom francesa, demonstraram interesse na nova licitação. O governo espera, antecipando os pagamentos aos fornecedores, que parte dos trens seja entregue ainda no governo Alckmin, que encerra no final de 2014.O presidente da Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (Abifer), Vicente Abate, disse que a entidade respeita o direito da CPTM de buscar o melhor serviço com melhor preço, assim como o dos fabricantes de preservar seus investimentos. Abate destaca que deve ser levada em conta a igualdade de condições entre as indústrias brasileiras e internacionais. O presidente da entidade citou que poderia ser levado em consideração o decreto Nº 7.812, que prestigia a indústria nacional com restabelecimento de isonomia tributária, dando uma margem de preferência de 20% na aquisição de material da indústria nacional.
Fonte - Revista Ferroviária 19/03/2013