terça-feira, 30 de julho de 2013

Metrô do Rio transportou mais de 3 milhões durante a JMJ

foto - ilustração
Milhões de pessoas participaram da Jornada Mundial da Juventude, para atender essa demanda o MetrôRio preparou um esquema especial de atendimento que teve início às 7h de quinta-feira (25/07) e foi encerrado à 0h de segunda-feira para terça-feira, foram 127 horas de operação ininterrupta.
A empresa contabilizou que desde terça-feira (23/07), até a 0h de segunda para terça, mais de 3 milhões de passageiros fizeram seus deslocamentos para os eventos em Copacabana através do sistema metroviário.
Durante a Jornada, sistema de metrôs do Rio operou com 42 trens e utilização eventual de mais três trens extras. Esta frota realizou 4.250 partidas. Nos horários mais carregados de retorno dos eventos, a concessionária recebeu quase sete passageiros por segundo. Vale ressaltar que no horário de pico, nas principais estações (Cardeal Arcoverde, Siqueira Campos e Botafogo), o fluxo de entrada era de 500 passageiros por minuto, o correspondente a lotação de 10 ônibus.
Fonte - Revista Ferroviária  30/07/2013

Acordo coletivo garante piso de R$ 755 para domésticas em São Paulo


É o primeiro acordo coletivo para a categoria após a Emenda Constitucional nº 72. O documento, assinado pela Federação das Empregadas e Trabalhadores Domésticos do Estado de São Paulo e pelo Sindicato dos Empregadores Domésticos do Estado de São Paulo, vale a partir de 26 de agosto

Da Agência Brasil
São Paulo – O primeiro acordo coletivo para empregados domésticos no país garante piso de R$ 755 para a categoria em São Paulo. O documento, assinado na última sexta-feira (26) entre a Federação das Empregadas e Trabalhadores Domésticos do Estado de São Paulo e o Sindicato dos Empregadores Domésticos do Estado de São Paulo, passa a valer no dia 26 de agosto. É o primeiro após a entrada em vigor da Emenda à Constituição 72, que assegurou aos doméstimos direitos trabalhistas semelhantes aos empregados em outros setores.
Para os domésticos que moram no serviço, o vencimento-base chega a R$ 1,2 mil. Os maiores salários serão pagos aos trabalhadores que pernoitam no local e o piso aumenta de acordo com o tipo de trabalho. O salário das babás varia entre R$ 1,6 mil (para cuidar de uma criança) e R$ 2 mil (duas ou mais crianças). Copeiras e cozinheiras receberão R$ 2 mil, enquanto cuidadores de idosos terão piso salarial de R$ 2,3 mil. O maior vencimento será o de governanta, que alcança R$ 5 mil.
A assistente jurídica da federação, Camila Ferrari, explica que o acordo só não é válido para diaristas, tendo em vista que elas trabalham menos do que três dias por semana em uma mesma residência. Ao todo, 26 municípios paulistas, que compõem a área de atuação da federação, foram contemplados pela negociação. Segundo a advogada Margareth Galvão, que representa os patrões, outros sindicatos manifestaram interesse em participar da convenção.
Camila Ferrari calcula que existam cerca de 700 mil trabalhadores domésticos na Grande São Paulo. Ela acredita que o acordo minimiza o risco de demissões no setor, pois é resultado de um diálogo entre empregadores e funcionários. A advogada do sindicato dos empregadores reforçou que o "objetivo não foi onerar o patrão. Não foi criar mais e mais atritos. O objetivo dessa convenção coletiva foi harmonizar a relação”, disse.
Fonte - Agência Brasil   30/07/2013

Um escândalo embaixo do tapete

Pesos & Medidas
Por Luciano Martins Costa
Comentário para o programa radiofônico do Observatório, 29/7/2013

Há uma enorme ilusão na ideia de que a imprensa tradicional trabalha com uma visão objetiva da realidade. Aliás, é nesse mito que a imprensa fundamenta seu valor simbólico, como instituição que suporta a modernidade: quanto mais objetiva a visão de mundo, mais distantes estaremos, supostamente, dos
foto - ilustração
arcaísmos e da barbárie.
Com base nessa suposição, a imprensa cobra da sociedade um respeito e uma reputação que a colocam entre os principais poderes institucionais. No entanto, para qualquer lado que se olhe, pode-se notar que a objetividade é somente uma ficção, não apenas como resultado da narrativa, mas como na própria intencionalidade da ação jornalística.
O que move, condiciona e determina o trabalho jornalístico é uma crença – e, uma vez que se abandonou a ambição da objetividade, pouco resta de valor real das crenças que, afinal, têm como objetivo apenas a imposição de uma moral específica, não a busca da verdade. Tanto faz se um jornal está falando da visita do papa, de economia ou de política, a linguagem jornalística institucional produz sempre um discurso comprometido com uma crença, sob o disfarce de uma narrativa desprendida e fundada na realidade objetiva.
Observe-se, por exemplo, como os jornais tratam o caso do pagamento de propinas que denuncia a existência de um vasto sistema de corrupção nos governo do estado de São Paulo e do Distrito Federal, associado a obras do metrô. O assunto foi tema de capa da revista IstoÉ na semana passada, em ampla reportagem intitulada “O propinoduto do tucanato paulista”, ilustrada com montagem de fotografias de Mário Covas, José Serra e Geraldo Alckmin, que se sucederam no governo de São Paulo durante o período em que teriam ocorrido pagamentos de propinas em troca de contratos para obras do metrô.
Embora potencialmente, segundo uma visão objetiva dos fatos, fosse o caso de os jornais darem curso às revelações de IstoÉ, como tem sido rotina em outros escândalos, a reação da imprensa, em geral, é um silêncio capaz de fazer ruborizar a imagem de Nossa Senhora Aparecida – para fazer referência objetiva a uma crença. Com certeza, os editores acreditam que, se eles não falarem do assunto, ele não vai existir.
Uma suposta eventual possibilidade
Acontece que a realidade objetiva indica que o Brasil precisa continuar investindo em obras de infraestrutura, o que inclui muitos quilômetros de metrô e uma nova e moderna rede ferroviária. E as empresas que fornecem materiais e tecnologia para esses projetos bilionários têm que estar em dia com a Justiça, para participar de tais licitações.
A multinacional Siemens, de origem alemã, faz parte do seleto grupo de corporações habilitadas a fornecer essa tecnologia e disputar o bolo de dinheiro que está em jogo. Por isso, seu conselho de administradores resolveu colaborar com as investigações. Foi daí que saiu o material que informa a reportagem da revista IstoÉ. Mas a mesma fonte parece não ter provocado comichões de curiosidade nos editores que decidem o que é importante nos grandes jornais.
Assim, o que vemos é uma notinha de um parágrafo no Estado de S.Paulo, na edição de sábado (27/7), informando que o conselho de supervisão da Siemens se reuniria no fim de semana para discutir o futuro da administração do grupo. Segundo o texto, o desafio da reunião seria encontrar caminhos para melhorar o desempenho da empresa. Nenhuma referência ao processo criminal que a multinacional está sofrendo por haver comprado contratos com o metrô de São Paulo e Brasília à custa de propinas.
Na segunda-feira (29/7), na Folha de S. Paulo, uma reportagem um pouco mais alentada informa que a Siemens está discutindo com promotores a devolução aos cofres públicos de um valor correspondente a sobrepreço no fornecimento de serviços e equipamentos.
São onze as grandes empresas envolvidas no esquema, um cartel montado para elevar custos, pagando milhões de reais em propinas a autoridades do governo de São Paulo e do Distrito Federal, durante anos. O resultado pode ser percebido nos trens lotados, no atraso do sistema de transporte sobre trilhos e na origem dos protestos do mês de junho.
Geralmente, a imprensa faz muito barulho contra supostos corruptos, mas costuma poupar os corruptores. Neste caso, com um corruptor confesso, o trem dos jornais passa direto pela estação da corrupção.
No infográfico da Folha, uma pérola da “objetividade” jornalística: a denúncia formal, apurada pela promotoria e admitida pela Siemens, se transforma em “suposto cartel de empresas fornecedoras de equipamentos”. Então, aquilo que é um escândalo concreto e comprovado, vira “talvez uma suposta eventual possibilidade”. E aqueles que se descabelaram com outras denúncias de repente ficam mansos como cordeiros.
Fonte - Observatório da Imprensa  30/07/2013

Obras de construção do VLT Parangaba-Mucuripe ultrapassam os 30% de execução - Ceará

Metrofor
Com o objetivo de acompanhar o andamento das obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) ramal Parangaba-Mucuripe, o governador Cid Gomes reuniu nesta segunda-feira (29), no Palácio da Abolição, as equipes da Secretaria de Infraestrutura, DER, PGE, construtoras e órgãos envolvidos na execução da obra. A reunião tem o objetivo de fazer a checagem de cada trecho e cada frente de serviço com o intuito de destravar empecilhos e resolver entraves pontuais que podem retardar o cronograma. Toda semana o Governador reúne as equipes com a mesma finalidade durante cerca de três horas. As obras do ramal VLT Parangaba-Mucuripe já ultrapassaram os 30% de execução.

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VLT Parangaba Mucuripe

O novo modal vai operar em via dupla e fará conexão ferroviária de 12,7 km entre a Estação Parangaba e o Porto do Mucuripe, sendo 11,3 km em superfície e 1,4 km em elevado e se constitui em uma das grandes obras estruturantes no conceito de mobilidade urbana em Fortaleza para a Copa do Mundo da FIFA no Brasil em 2014. O VLT cruzará 22 bairros de Fortaleza e beneficiará cerca de 100 mil pessoas por dia quando em operação. Estão sendo investidos no novo modal recursos da ordem de R$ 276,9 milhões. São 20 frentes de obras em execução ao longo de todo a linha Parangaba-Mucuripe.
Fonte -  Gov. do Estado do Ceará  29/07/2013

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Funcionária pública é condenada por sumir com processo da TV Globo



A mulher recebeu condenação de quatro anos e 11 meses por furtar milhares de páginas de um processo da Globopar, empresa controladora da TV Globo. No documento, a emissora é acusada de simular operações para fugir do pagamento de impostos na compra dos direitos de transmissão da Copa do Mundo de 2002. Em nota, a Globo disse que não foi beneficiada pelo furto.

Moscou terá o maior parque da Europa

Sergei Sobyanin divulgou o novo espaço

O Prefeito de Moscou, Sergei Sobyanin, revelou que a capital russa terá o maior parque natural de toda a Europa. A nova grande área de lazer da Rússia será composta pelos territórios dos Parques Muzeon e Gorky, do Jardim Neskuchny e pelas colinas Vorobievy Gory.
O Parque Muzeon ficará no novo espaço da capital russa
De acordo com Sergei Sobyanin, a junção de todas estas áreas numa só fará com que Moscou tenha a maior avenida natural da Europa, voltada para o conforto e bem-estar da população.O Parque Muzeon ficará no novo espaço da capital russa.
Fonte - Diário da Russia  29/07/2013

Até 2014, Brasil deve ter 60 mil escolas públicas com aulas em período integral

Karine Melo
Repórter da Agência Brasil
foto ilustração - revistapontocom
Brasília - Mais de 49,3 mil escolas públicas em todo o país têm atividades em período integral. A expectativa é que até o ano que vem sejam 60 mil. No turno complementar, além de acompanhamento pedagógico obrigatório com aulas de reforço escolar em matemática, português, ciências e uma língua estrangeira, os alunos podem praticar esportes e participar de atividades culturais, que ajudam a melhorar a disciplina e a concentração.
“Nossa prioridade tem sido as escolas onde estão as crianças mais pobres, que são aquelas que recebem o Bolsa Família”, disse hoje (29) Dilma Rousseff, durante o programa Café com a Presidenta.
Segundo ela, a educação em dois turnos é importante para o aluno, para a família do aluno e para todo o país, pois o modelo ajuda no aprendizado de crianças e adolescentes. “Nenhum país do mundo chegou a se transformar em uma nação desenvolvida sem que as crianças tenham dois turnos na escola, nos colégios”, ressaltou.
Estudantes de 19,7 mil escolas rurais também participam do programa de ensino em dois turnos. Nessas escolas, além das atividades oferecidas nas demais escolas, os alunos ainda têm aulas ligadas à realidade do campo e da agricultura.
Só este ano, o governo federal já investiu R$ 1,8 bilhão no programa de educação integral. A maior parte dos recursos é repassada diretamente para a escola contratar monitores e professores, comprar material e preparar os espaços para receber as crianças nas atividades do chamado contra turno. O Ministério da Educação também repassa às prefeituras recursos para garantir alimentação de quem fica o dia todo na escola.
Fonte - Agência  Brasil 29/07/2013

Brasil conquista quatro medalhas na Olimpíada Internacional de Matemática

Yara Aquino
Repórter da Agência Brasil
Brasília – Com seis estudantes competindo, o Brasil conquistou três medalhas de prata e uma de bronze na 54ª Olimpíada Internacional de Matemática. No ranking de classificação, o Brasil ficou em 28° lugar entre os países participantes. O evento reuniu 528 competidores de 97 países e terminou ontem (28), em Santa Marta, na Colômbia.
Nesta edição, participaram estudantes brasileiros do ensino fundamental e médio que tiveram treinamento de um mês. Durante a competição, os jovens enfrentaram provas durante dois dias consecutivos quando resolveram problemas de matemática envolvendo álgebra, teoria dos números, análise combinatória e geometria.
Os estudantes que representaram o Brasil no evento internacional foram selecionados pela Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM), competição que ocorre todos os anos nas escolas públicas e privadas do país. Para integrar a equipe, os jovens passam por um processo de seleção, que considera a colocação na disputa nacional, além dos resultados obtidos em cinco provas seletivas e de listas de exercícios que são resolvidas ao longo de seis meses.
As medalhas de prata são dos estudantes Rodrigo Sanches Ângelo (SP), Rafael Miyazaki (SP) e Victor Reis (PE). Franco Severo (RJ) ficou com o bronze. Os estudantes, Alessandro Pacanowski (RJ) e Victor Bitarães (MG) receberam menção honrosa. A equipe foi liderada pelos professores, Edmilson Motta (SP) e Onofre Campos (CE).
Fonte - Agência Brasil  29/07/2013

Evolução do IDHM mostra "progresso impressionante" do Brasil, diz representante da ONU

Economia

Na comparação entre os dados de 1991 e 2010, o IDHM no Brasil subiu de 0,493 para 0,727, avanço de 47,5% em duas décadas. O índice considera indicadores de longevidade, renda e educação e varia de 0 a 1. Quanto mais próximo de 1, melhor o desenvolvimento do município.
Na avaliação do representante na ONU, nos últimos 20 anos, o país registrou “progresso impressionante” na redução das desigualdades e melhoria do desenvolvimento humano. 

Luana Lourenço
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração
Brasília – Os dados apresentados hoje (29) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) sobre o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) mostram “melhora significativa” nos indicadores brasileiros, segundo o coordenador do sistema Nações Unidas (ONU) no Brasil e representante do Pnud no país, Jorge Chediek.
Na comparação entre os dados de 1991 e 2010, o IDHM no Brasil subiu de 0,493 para 0,727, avanço de 47,5% em duas décadas. O índice considera indicadores de longevidade, renda e educação e varia de 0 a 1. Quanto mais próximo de 1, melhor o desenvolvimento do município.
Na avaliação do representante na ONU, nos últimos 20 anos, o país registrou “progresso impressionante” na redução das desigualdades e melhoria do desenvolvimento humano. “Olhamos o Brasil como exemplo de país que tinha passivos históricos de desigualdade econômica, regional e racial. O relatório mostra que, com uma ação clara e forte compromisso da política pública, é possível atacar desigualdades históricas em pouco tempo”, avaliou.
O IDHM faz parte do Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013, ferramenta online de consulta do índice municipal e de mais 180 indicadores, construídos com base nos Censos de 1991, 2000 e 2010. O atlas foi produzido pelo Pnud em parceria com Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e a Fundação João Pinheiro.
Depois de mapear indicadores do 5.565 municípios, a próxima etapa do levantamento, segundo Chediek, será agrupar com maior nível de detalhamento dados das 14 maiores regiões metropolitanas do país. Além disso, o Pnud deverá lançar um relatório com análise qualitativa das informações – e não apenas quantitativa – com sugestões para elaboração de políticas públicas.
“Os atlas podem e devem ser usados com instrumentos para o planejamento. O documento dá dicas do que precisa ser feito. Gostaríamos que virasse um instrumento para construção de um país melhor, baseado em informações fortes”, sugeriu o representante da ONU.
O ministro interino da Secretaria de Assuntos Estratégicos e presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcelo Neri, disse que o IDHM é um indicador de muita relevância para a população, por fornecer informações sobre o local onde elas vivem e por agrupar todas etapas do ciclo da vida na composição do índice. “O IDHM é só um começo. O trabalho tem pelo menos mais 770 outros indicadores que vão permitir captar e entender outras dimensões”, disse, em referência a outros dados disponíveis no atlas.
Fonte - Agência Brasil  29/07/2013
Atualizado em 03/05/2014

domingo, 28 de julho de 2013

RESOLUÇÃO 4.131 DA ANTT PODE SER MAIS UM GRANDE GOLPE NO MODAL FERROVIÁRIO‏

A resolução 4.1431 da ANTT, pode não passar um grande golpe para a tão castigada ferrovia brasileira! Os movimentos de preservação e revitalização ferroviária enxergaram isso e André Tenuta Físico aposentado, Presidente do Instituto cidades e diretor executivo do CFVV, vai mais além... Segundo sua analise, há uma perda óbvia e revoltante de 4.000 km de linhas férreas prontas! Segundo ele observa ainda, esta resolução incorpora um golpe que pode ter passado despercebido para muitos, mas desde que detectada, provocou revolta entre os defensores da ferrovia que já começam a se mobilizar contra a resolução.
RESUMINDO:
"Esta resolução encapa um golpe de uma gravidade monumental que expõe o conluio entre a ANTT e a Fca quem a autorizou. É de se lamentar a perda dos 4.000 km de linhas com suas implicações sociais e patrimoniais, mas as perdas para a nação não se resumem a elas."
Se quiserem entender o "alcance" real da 4.131 leiam o texto no link:
DURANTE UMA REUNIÃO DA ANTT EM MONTES CLAROS FICA CLARA A REAÇÃO DAS ENTIDADES COM ESTA DECLÃRAÇÃO DO PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO AMIGOS DO TREM BAIANO: ALBERTO DE OLIVEIRA OUCHARDET.

ALBERTO DE OLIVEIRA BOUCHARDET
SEM O TREM DE PASSAGEIROS, O DE CARGA NÃO RODA.
Na Audiência Pública da Superintendência de Infraestrutura de Serviços de Transporte Ferroviário de
Carga (SUFER), da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), condenando a Resolução 4131 da ANTT e exigindo Trens de Passageiros.

UMA PRÉ-ANALISE DA RESOLUÇÃO FOI FEITA POR ANDRÉ TENUTA, APRESENTAMOS PARTE DELA AQUI PARA APRECIAÇÃO DE TODOS:

A “RESOLUÇÃO” 4.131:
Recheada de “CONSIDERANDOS” da melhor qualidade, em 04/07/2013 o DOU publica a Resolução 4.131. Para quem sabe ler, entretanto, fica claro imediatamente que esta Resolução nada mais é do que um primor de subserviência de uma Agência, que deveria zelar pelo patrimônio e interesses de longo prazo do povo brasileiro, aos interesses momentâneos de uma empresa comercial.

Nela a FCA é autorizada a “devolver” 740 km de trechos que ela considera“antieconômicos“, e 3.240 km de trechos “economicamente viáveis”.Conversemos um pouco sobre estas duas categorias de trecho, começando pelas“economicamente viáveis”.
SÓ MESMO MESTRES:
À primeira vista parece que estamos diante de um contrassenso, já que não faz sentido se livrar de trechos “economicamente viáveis”. Mas, caro leitor, nada é o que parece neste caso. Aliás, se livrar deles agora é uma parte sutil e importante do orquestrado.
Explica-se:
De forma não explícita, das entrelinhas consegue-se depreender que um arremedo de justificativa para se livrar dos trechos “economicamente viáveis” está no fato de que ALGUNS deles terão futuras linhas do PIL fazendo aproximadamente o mesmo corredor.
Este aproximadamente é aproximadamente mesmo. Não utilizarão o mesmo leito e não passarão exatamente pelas mesmas cidades. Embora tais linhas do PIL não passem hoje de quimeras, e assim permanecerão por longo tempo, o fato de se livrarem delas agora, já de cara livra a partir de agora a empresa de eventuais outras multas e obrigações decorrentes dos compromissos assumidos no Contrato de Concessão em relação a estas linhas, porque embora tenham viabilidade econômica óbvia (até para a FCA), as suas condições técnicas atuais e os clientes em suas pontas não são exatamente os dos sonhos da FCA. E continuar operando significa investimentos de manutenção de linha. Portanto, o ideal é “devolver” a linha agora, antes que a coisa se avolume. Por 17 anos, (1996-2013), TODAS elas foram subutilizadas pela FCA, pois a ela apenas interessam clientes e operações mamute, e nestas linhas, atualmente, eles inexistem.
E então, a jogada se completa com as seguintes linhas: “a devolução dos trechos economicamente viáveis, implica a compensação da Concessionária em razão da perda de receita auferida na operação de tais trechos”, ou seja, como ela vai perder receita por deixar de operar nos trechos que ela mesma quer devolver, terá de ser compensada! Dá para acreditar?
E, para tal compensação, fica desde já “assegurada à FCA a quantidade de capacidade operacional indicada no Anexo II da presente Resolução, para ser utilizada nos novos trechos correspondentes, a partir da entrada em operação”.Os “novos trechos correspondentes” para quem não percebeu, são as futuras linhas do PIL. Ou seja, à FCA já está garantida a passagem desonerada pelas futuras linhas novinhas que poderão vir a ser construídas, em tonelagem constante da tal tabela do Anexo II. E é uma tonelagem respeitável. E, então, o leitor pode achar que a FCA tem pressa das novas linhas, mas sentimos dizer – não tem pressa nenhuma! Explica-se: cada ano parada, esperando a nova linha ficar pronta, é mais perda de receita que será compensada! Ou seja, o taxímetro da FCA, vai girar a partir de agora sem data de parar, ela só tem de esperar. Aliás, quanto mais esperar melhor. Quem não quer ganhar dinheiro sem fazer absolutamente nada? Só esperando. Já imaginou onde estará o taxímetro daqui aos inúmeros anos que a linha do PIL levará para ficar pronta, se é que ficará?
Entretanto, o leitor, que ainda tenha um resto de credulidade, poderá argumentar que transportar tanta tonelagem será na realidade um ônus, uma tarefa hercúlea que a FCA executará para o bem da nação. Sentimos muito, mas não é nada disto. Tudo já foi pensado. Na realidade todo este direito de tonelagem acumulada de braços cruzados“poderá ser utilizada diretamente pela FCA, ou sub-rogada a terceiros, desde que por valor equivalente à TDCO (Tarifa de Disponibilidade de Capacidade Operacional) resultante do processo licitatório do respectivo trecho ferroviário”. Trocando no que interessa, ela poderá VENDER tal tonelagem, passando a perna, já de antemão, no modelo que o governo federal quer implantar nas ferrovias do PIL, onde a VALEC (estatal) será a dona das tonelagens, e quem quiser terá de comprar dela!
Ou seja, já ludibria com espetacular antecedência um modelo que nem foi sacramentado ainda, e de devedora de compromissos passou instantaneamente a credora de tonelagem.
Com a 4.131 a nação brasileira já passou imediatamente de cobradora de compromissos assumidos em Contrato, para a posição de devedora de créditos de milhões e milhões em tonelagem. Mesmo se nenhuma ferrovia do PIL vir a ser construído, o “débito” já está instituído, e será cobrado com certeza. Sem dúvida, a 4.131 é um primor. Obra de profissionais, com visão de futuro.
Fonte - CFVV - SUL DE MINAS (via e-mail)  28/07/2013

Volta de bonde elétrico em Manaus custará quase R$ 2 milhões

Projeto é de 2011 e ainda está sem data para sair do papel; será apenas um bonde com 10 assentos

Izinha Toscano
MANAUS - Anunciada inicialmente em dezembro de 2011, a reativação de um bonde elétrico em Manaus ainda está sem data, mas tem custo: R$ 1,950 milhão. O bonde faria parte da quarta etapa do programa 'Cartão Postal', da Secretaria de Estado de Cultura (SEC) do Amazonas, e seria concluído em outubro de 2012.
Foto: Reprodução/ Shutterstock
Modelo do bonde de Manaus será de tamanho similar ao que circula em San Francisco, nos Estados Unidos.


Na época do anúncio da reativação, o governador do Estado Omar Aziz afirmou que “os turistas vão
descer dos navios e embarcar no bonde até o Teatro Amazonas”. No entanto, de acordo com o projeto
básico, o bonde circulará bem longe do Porto de Manaus. O trajeto começa na Rua Costa Azevedo, segue pela Rua Dez de Julho e Avenida Eduardo Ribeiro até a Rua 24 de Maio.
O veículo é bidirecional: quando chegar ao ponto final, retorna para o início pelo mesmo caminho, mas no sentido contrário. Apesar de ter apenas dez assentos, a capacidade do veículo é de 40 pessoas - pelo menos é o que garantiu a SEC à reportagem do Portal Amazônia. a tarifa também está indefinida, mas deve ser acima dos atuais R$ 2,75 do transporte coletivo da cidade, por se tratar de um veículo turístico.
O projeto de instalação do bonde inclui, ainda, construção de rede aérea, subestação retificadora, sinalização, estação de passageiros, garagem e oficina de manutenção do veículo. As especificações do bonde estão de acordo com características históricas dos veículos que já circularam na cidade. A condução turística deverá medir 9,35 metros de cumprimento, 2,35 metros de largura e 3,40 metros de altura.
A SEC informou que a empresa ZGS Tecnologia Ltda, do Rio de Janeiro, venceu a licitação para elaboração do projeto executivo do bonde, ao custo de R$ 450 mil. O projeto ficará pronto até 30 de outubro deste ano.
Uma nova licitação, desta vez para a execução da obra em si será realizada, mas ainda está sem data definida. O valor real do bonde será conhecido após a conclusão desta segunda licitação. Entretanto, a SEC prevê que a fabricação do bonde custará em torno de R$ 1,5 milhão. Somado ao preço do projeto executivo, o único bonde que a cidade custará R$ 1,950 milhão.
Cartão Postal:
O programa Cartão Postal contempla a revitalização de parte do Centro de Manaus e foi orçado em R$ 11 milhões. A primeira etapa consistia no restauro da praça Congresso, concluída em dezembro de 2012. A segunda previa a reconstituição das fachadas do entorno da praça e, em seguida, das fachadas da Avenida Eduardo Ribeiro, no trecho entre as ruas Monsenhor Coutinho e 24 de Maio. Por meio de nota, a SEC comunicou que esta fase está "quase finalizada e que é composta pelo Teatro Amazonas, Palácio da Justiça e Ideal Clube".
O programa também inclui urbanização do entorno da mesma praça, com pavimentação, calçamento, rede elétrica subterrânea, instalações diversas e equipamentos urbanos. "Essa terceira fase - associada com a Amazonas Energia e a Prefeitura de Manaus - corresponde ao rebaixamento da rede elétrica daquela área, que vai se transformar em rede subterrânea, cujo projeto foi concluído pela Amazonas Energia", relatou a secretaria, em nota. "A conclusão depende da retirada dos vendedores ambulantes, a ser realizada pela Prefeitura de Manaus", completou o órgão.
Fonte - Portal Amazônia 27/07/2013

ENTRONCAMENTO FERROVIÁRIO em Alagoinhas corre risco de fechar


G1 BA
A Bahia corre o risco de perder um entrocamento ferroviário para escoamento de minérios e produtos. Em Alagoinhas, a 100 km de Salvador, por onde passa a linha férrea, a ameaça de fechamento preocupa funcionários, comerciantes e moradores, que cresceram vendo a cidade se desenvolver em torno da ferrovia.
São mais de 1.600 km de estrada de ferro, que devem ser desativados. A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) autorizou a empresa Centro Atlântica, concessionária da ferrovia, a desativar quatro trechos com a justificativa de que não são viáveis economicamente - o que vai de Alagoinhas a Juazeiro e de Alagoinhas até Propriá, em Sergipe; e, em Salvador, de Paripe a Mapele e do Terminal de Cargas ao Porto.
Segundo a ANTT, uma nova malha será construída e os funcionários transferidos para outras cidades. No entanto, de acordo com o Sindicato dos Ferroviários, não existe a garantia de manutenção dos 600 funcionários da empresa.
Além disso, a entidade alega que as transferências seriam para cidades muito distantes de Alagoinhas. "Relocação não garante posto de trabalho. Está aqui em Alagoinhas e ir para outro ponto, a 1000 km, poucos trabalhadores irão. Portanto, o sindicato entende que haverá demissão em massa", afirma Paulino Moura.
Há 26 anos trabalhando como maquinista, Wilson Pereira está preocupado. "Depois de laborar esse tempo em uma empresa e em um trabalho específico, que é essa função de maquinista, e, de uma hora para a outra, a empresa diz que vai fechar, acabar, com promessas obscuras de transferência, com ilusão de garantia de emprego...A gente hoje vive um temor", aponta.
A ferrovia chegou a Alagoinhas há mais de um século e trouxe desenvolvimento. Em 1997, a atual concessionária recebeu a malha da antiga Rede Ferroviária Federal. Na época, moradores tiveram a promessa de que um novo ciclo de progresso chegaria à cidade. Hoje, Iraci Gomes, que é de uma família de ferroviários, lamenta. "Alagoinhas é uma cidade ferroviária, nasceu pela ferrovia. Não podemos abrir mão disso, vamos continuar lutando para que haja revitalização dos nossos trechos", diz.
Raimundo Rocha já conta com prejuízos com a ameaça de fechamento da linha férrea. A pousada que gerencia recebe 60 reservas por mês a serviço da ferrovia. "São pessoas desse interior todo para prestar serviço na ferrovia. Isso não deixa de trazer prejuízos a esse hotel e a outros dessa cidade", comenta.
A previsão dos comerciantes é de queda de 10% no faturamento com a transferência ou com demissão dos ferroviários. A indústria também pode sair perdendo. "Se perdermos a ferrovia, perdemos a atração de empresas, a exemplo das mineradoras. Temos o produto, temos o minério. O que favorecia a implantação da indústria é justamente a ferrovia", relata Benedito Vieira, do Sindicato dos Empresários do Comércio.
Os trens que passam pelo entroncamento de Alagoinhas carregam madeira, combustíveis e minérios pelo estado. Com a desativação desse trecho, seriam necessários 51 mil caminhões para fazer o transporte de todo esse volume.
Em nota, a ferrovia Centro Atlântica disse que não estão previstas demissões por causa da desativação dos trechos. E que, através de um plano integrado de logística, o governo federal está elaborando um projeto para não prejudicar as empresas que são clientes da ferrovia. Além diso, explica que uma nova ferrovia será construída, mais moderna e com maior capacidade para os usuários do modal.
Fonte - Revista Ferroviária  27/07/2013

Cientistas criticam baixo uso de energia solar



Para pesquisadores que participam da Reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência deste ano, o baixo uso de energia solar é um problema. Para o uso deste tipo de energia, mais barata e sustentável, falta vontade política.

sábado, 27 de julho de 2013

Trens e Metrô de SP superfaturados em 30%

Ao analisar documentos da Siemens, empresa integrante do cartel que drenou recursos do Metrô e trens de São Paulo, o Cade e o MP concluíram que os cofres paulistas foram lesados em pelo menos R$ 425 milhões
Alan Rodrigues, Pedro Marcondes de Moura e Sérgio Pardellas


PROPINODUTO 
Segundo integrantes do MP e do Cade, seis projetos de
trem e metrô investigados apresentaram sobrepreço de 30%

Istoé
Na última semana, ISTOÉ publicou documentos inéditos e trouxe à tona o depoimento voluntário de um ex-funcionário da multinacional alemã Siemens ao Ministério Público. Segundo as revelações, o esquema montado por empresas da área de transporte sobre trilhos em São Paulo para vencer e lucrar com licitações públicas durante os sucessivos governos do PSDB nos últimos 20 anos contou com a participação de autoridades e servidores públicos e abasteceu um propinoduto milionário que desviou dinheiro das obras para políticos tucanos. Toda a documentação, inclusive um relatório do que foi revelado pelo ex-funcionário da empresa alemã, está em poder do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), para quem a Siemens – ré confessa por formação de cartel – vem denunciando desde maio de 2012 as falcatruas no Metrô e nos trens paulistas, em troca de imunidade civil e criminal para si e seus executivos. Até semana passada, porém, não se sabia quão rentável era este cartel.
Ao se aprofundarem, nos últimos dias, na análise da papelada e depoimentos colhidos até agora, integrantes do Cade e do Ministério Público se surpreenderam com a quantidade de irregularidades encontradas nos acordos firmados entre os governos tucanos de São Paulo e as companhias encarregadas da manutenção e aquisição de trens e da construção de linhas do Metrô e de trens. Uma das autoridades envolvidas na investigação chegou a se referir ao esquema como uma fabulosa história de achaque aos cofres públicos, num enredo formado por pessoas-chaves da administração – entre eles diretores do metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) –, com participação especial de políticos do PSDB, os principais beneficiários da tramoia. Durante a apuração, ficou evidente que o desenlace dessa trama é amargo para os contribuintes paulistas. A investigação revela que o cartel superfaturou cada obra em 30%. É o mesmo que dizer que os governantes tucanos jogaram nos trilhos R$ 3 de cada R$ 10 desembolsado com o dinheiro arrecadado dos impostos. Foram analisados 16 contratos correspondentes a seis projetos. De acordo com o MP e o Cade, os prejuízos aos cofres públicos somente nesses negócios chegaram a RS 425,1 milhões. Os valores, dizem fontes ligadas à investigação ouvidas por ISTOÉ, ainda devem se ampliar com o detalhamento de outros certames vencidos em São Paulo pelas empresas integrantes do cartel nesses e em outros projetos.
Entre os contratos em que o Cade detectou flagrante sobrepreço está o de fornecimento e instalação de sistemas para transporte sobre trilhos da fase 1 da Linha 5 Lilás do metrô paulista. A licitação foi vencida pelo consórcio Sistrem, formado pela empresa francesa Alstom, pela alemã Siemens juntamente com a ADtranz (da canadense Bombardier) e a espanhola CAF. Os serviços foram orçados em R$ 615 milhões. De acordo com testemunhos oferecidos ao Cade e ao Ministério Público, esse contrato rendeu uma comissão de 7,5% a políticos do PSDB e dirigentes da estatal. Isso significa algo em torno de R$ 46 milhões só em propina. “A Alstom coordenou um grande acordo entre várias empresas, possibilitando dessa forma um superfaturamento do projeto”, revelou um funcionário da Siemens ao MP. Antes da licitação, a Alstom, a ADtranz, a CAF, a Siemens, a TTrans e a Mitsui definiram a estratégia para obter o maior lucro possível. As companhias que se associaram para a prática criminosa são as principais detentoras da tecnologia dos serviços contratados.
O responsável por estabelecer o escopo de fornecimento e os preços a serem praticados pelas empresas nesse contrato era o executivo Masao Suzuki, da Mitsui. Sua empresa, no entanto, não foi a principal beneficiária do certame. Quem ficou com a maior parte dos valores recebidos no contrato da fase 1 da Linha 5 Lilás do Metrô paulista foi a Alstom, que comandou a ação do cartel durante a licitação. Mas todas as participantes entraram no caixa da propina. Cada empresa tinha sua própria forma de pagar a comissão combinada com integrantes do PSDB paulista, segundo relato do delator e ex-funcionário da Siemens revelado por ISTOÉ em sua última edição. Nesse contrato específico, a multinacional francesa Alstom e a alemã Siemens recorreram à consultoria dos lobistas Arthur Teixeira e Sérgio Teixeira. Documentos apresentados por ISTOÉ na semana passada mostraram que eles operam por meio de duas offshores localizadas no Uruguai, a Leraway Consulting S/A e Gantown Consulting S/A. Para não deixar rastro do suborno, ambos também se valem de contas em bancos na Suíça, de acordo a investigação...
Veja mais em http://www.istoe.com.br/capa (Trens e metrô superfaturados )

Fonte - Istoé (independente) 26/07/2013

Relógio no lugar do cartão VEM


Tânia Passos
Mobilidade Urbana

O Vale Eletrônico Metropolitano (VEM), o tradicional cartão magnético de recarga do transporte público da Região Metropolitana do Recife, seja no modelo trabalhador, estudante, comum, infantil ou especial,poderá ser substituído por um relógio. Isso mesmo. A rede Ponto Certo pretende oferecer o produto ao Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros (Urbana-PE). O chip que fica localizado dentro do cartão poderá ser inserido no relógio.

A tecnologia já existe há oito anos e está sendo trazida para o Brasil pela Rede Ponto Certo. A estimativa é que até setembro cerca de 180 unidades sejam trazidas para o Recife para medir o interesse do mercado local. “A pessoa pode fazer a opção de não mais carregar o cartão magnético e utilizar o relógio. Será uma opção, ficará a critério do consumidor”, detalhou Eduardo Muniz, diretor geral da Ponto Certo. O relógio no modelo watch2pay ainda não tem preço definido. Hoje, o cartão do Vem sai por R$ 2,00. O relógio já está disponível em São Paulo, Rio de Janeiro e Ribeirão Preto.

Fonte - Diário de Pernambuco  26/07/2013