terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Governo tentará levar marco civil da internet a votação

Internet

Ricardo Della Coletta 
Eduardo Bresciani - Agência Estado
foto - ilustração
O governo trabalha para levar o Marco Civil da Internet a voto mesmo sem acordo com o principal partido aliado, o PMDB. Visando angariar forças para o embate em plenário com os peemedebistas, os ministros da Justiça, José Eduardo Cardozo, e das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, estiveram nesta terça-feira, 11, com as demais siglas da base para sentir o clima de votação na Casa e tentar costurar o apoio aos dois itens que ainda geram divergências no relatório do deputado Alessandro Molon (PT-RJ): a neutralidade da rede e a exigência de manutenção de datacenters no País.
"Posso dizer que a base governista tem um bom nível de coesão em torno do relatório do deputado Molon, é uma proposta equilibrada que significa um avanço", avaliou o ministro Cardozo. "Acho que a Casa tem a tendência de aprovar o projeto do deputado Molon", concluiu o ministro. Cardozo não disse se o governo defendia a votação do texto ainda nesta semana. A decisão final sobre isso cabe ao Colégio de Líderes da Câmara, que se reúne nesta tarde.
O governo calcula que tem maioria para sair vencedor na questão da neutralidade, mesmo com a oposição declarada do líder do PMDB, Eduardo Cunha (RJ). Apenas o PSD teria manifestado dúvidas em relação à neutralidade. "A esmagadora maioria dos parlamentares é a favor do relatório", disse há pouco Molon.
Na neutralidade, o ponto central que tem sido levantado pelo líder do PMDB é a defesa da liberdade de modelo de negócio. Eduardo Cunha sustenta que, da forma como está no texto, seria possível proibir as empresas até de venderem pacotes de dados ou por velocidade.
A insistência do peemedebista fez com que o relator colocasse em seu texto que os modelos de negócios serão respeitados, desde que se enquadrem no princípio da neutralidade da rede, que proíbe os provedores de conexão de privilegiar ou depreciar o acesso a determinado conteúdo sem justificativa técnica. Cunha, porém, quer desvincular os dois conceitos.

Datacenters
Molon espera um confronto mais duro em relação ao dispositivo do texto que torna obrigatória a instalação de datacenters em território nacional. Além do PMDB e de partidos da oposição, o PP tampouco concorda com essa exigência. Para garantir a votação, os deputados podem acertar ainda um acordo de procedimento em relação ao dispositivo que trata dos datacenters. Molon disse que esse item pode ser destacado para ser votado separadamente do restante do texto.
Fonte - A Tarde  11/02/2014

RAMONA E O DEM

Mais médicos

A cubana alegou que tomou a decisão de procurar o DEM, ao sentir-se traída por “descobrir” que no Brasil profissionais de outras nacionalidades estavam recebendo 10 mil reais por mês enquanto, para os cubanos, o salário seria de mil dólares, 400 pagos no Brasil e 600 depositados em Cuba. 
É difícil acreditar que Ramona tenha sido particularmente escolhida pelo governo de Havana, para ser “enganada”, entre centenas de médicos cubanos que estão trabalhando no Brasil.


Mauro Santayana

(JB) - A médica Ramona Matos Rodriguez, cubana contratada por uma organização ligada a seu governo, para prestar serviços no Brasil no programa Mais Médicos no município paraense de Pacajá, “fugiu” de seu posto e “refugiou-se” no gabinete da liderança do DEM, na Câmara dos Deputados.
A cubana alegou que tomou a decisão de procurar o DEM, ao sentir-se traída por “descobrir” que no Brasil profissionais de outras nacionalidades estavam recebendo 10 mil reais por mês enquanto, para os cubanos, o salário seria de mil dólares, 400 pagos no Brasil e 600 depositados em Cuba.
É difícil acreditar que Ramona tenha sido particularmente escolhida pelo governo de Havana, para ser “enganada”, entre centenas de médicos cubanos que estão trabalhando no Brasil. Assim como é perfeitamente compreensível que, vinda de um país socialista, na qual teve acesso, durante toda a sua formação, a educação fornecida pelo Estado, do berço à universidade (foto), Ramona seja chamada a devolver ao povo cubano a parte maior do que recebe para que esse dinheiro seja aplicado na educação, saúde e melhora da condição de vida de outros cubanos, que vivem em uma nação que sofre, há décadas, os efeitos do boicote econômico norte-americano. E na qual, apesar disso - ao contrário do Brasil - não se encontra uma criança sem alimento ou dormindo na rua.
Se no Brasil houvesse esse tipo de mentalidade, ou uma espécie de serviço social obrigatório, que permitisse que jovens formandos, especialmente aqueles que estudaram em escolas e universidades públicas, devolvessem um pouco do que a sociedade brasileira lhes possibilitou, atendendo pessoas e comunidades carentes, quem sabe não teríamos casos de médicos pedindo para serem acordados no final de seu plantão em hospitais públicos, ou fazendo uso de falsas impressões digitais de silicone, para simular presença em postos de saúde.
O Conselho Federal de Medicina pode estar dando um tiro no pé ao apoiar o caso Ramona.
Ao dizer que gostaria de fazer o Revalida e ficar no Brasil, e, ao mesmo tempo, pedir um visto para os Estados Unidos, Ramona Sanchez mostra claramente qual é seu objetivo.
A intenção, longe de qualquer altruísmo político, é trocar os desafios e dificuldades da pequena Pacajá, no interior do Pará, pelas praias e a badalação da comunidade anticastrista de Miami, onde será incensada e receberá as benesses daqueles que a maioria de seus compatriotas chamam, pejorativamente, de “gusanos”.
Longe de inviabilizar ou prejudicar o Programa Mais Médicos, o Conselho Federal de Medicina e outras organizações médicas nacionais podem estar dando um tiro no pé ao apoiar e transformar em uma bandeira o caso Ramona.
Ao tomar essa atitude, o CFM pode estar incentivando dezenas, centenas de médicos cubanos a copiarem Ramona fazendo com que passem a concorrer, com residência e Revalida, com médicos brasileiros, não apenas no interior mas também nos grandes centros.
Afinal, o DEM já deixou claro — em aberta convocação — que suas portas estão abertas para qualquer médico cubano que queira “desertar”.
A sorte do Conselho Federal de Medicina e dos “democratas” é que, dos 5.378 médicos cubanos que estão no Brasil, só dois, ou 0,038 %, tiveram, até agora, a cara de pau e a falta de caráter de tomar essa atitude.
Fonte - Do Blog de Mauro Santayana  11/02/2014

Dia da Internet Segura alerta jovens para cuidados no ambiente virtual

Internet




Ana Cristina Campos 
Repórter da Agência Brasil

Pelo sexto ano consecutivo, diversas instituições brasileiras públicas e privadas fazem uma programação para lembrar o Dia Mundial da Internet Segura, que ocorre nesta terça-feira (11). Com o tema "Construindo juntos uma internet melhor", a ação é feita em mais de 100 países e tem como objetivo mobilizar os jovens para criar um ambiente seguro na internet e alertar para os perigos de expor informações pessoais na rede. No Brasil, a data está sendo marcada pela apresentação de 45 palestras e atividades em escolas e organizações da sociedade civil. A expectativa é reunir mais de 6 mil pessoas nas ações presenciais.
O alvo do Dia Mundial da Internet Segura são jovens, blogueiros e pais. Na página do evento, há ainda jogos para testar o conhecimento dos adolescentes sobre segurança na internet. Hoje, as entidades envolvidas também estão promovendo debates virtuais, grafitagem eplantão tira-dúvidas online. O plantão tem uma equipe de especialistas que ficará online até as 20h. Por chat e e-mail, os plantonistas atendem às crianças, aos adolescentes, pais e professores com orientações sobre atitudes seguras na web. A ação também disponibiliza um guia para uso responsável da internet.
As ações alusivas à data são promovidas no Brasil pela SaferNet, organização não governamental (ONG) criada para combater crimes e violações dos direitos humanos na rede, com patrocínio da empresa GVT e apoio de instituições públicas e privadas como a Polícia Federal, o Ministério Público Federal, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), a Secretaria de Direitos Humanos (SDH) da Presidência da República do Brasil e a NET, além de colégios e ONGs.
Segundo o diretor de Atendimento e Prevenção da SaferNet, Rodrigo Nejm, o tema deste ano promove a cidadania na internet. "Mais do que nos proteger ou proteger alguém de crimes pelaweb, somos responsáveis pelo ambiente que frequentamos e pelo conteúdo que geramos no ambiente online”, disse. O objetivo é alertar o internauta para a importância de pensar bem antes de publicar conteúdos, nas piadas que curte ou compartilha e na forma como expõe suas informações pessoais.
Pesquisa sobre hábitos de navegação feita pela GVT e pela SaferNet com 2,8 mil participantes de todo o Brasil, divulgada em dezembro, mostrou que 65% dos pais não acompanham a rotina dos filhos na rede, 11% divulgam o telefone pessoal e 5%, o endereço de casa na internet.
Fonte - Agência Brasil  11/02/2014

Nomes da lista de espera do Sisu começam a ser convocados

Educação

Yara Aquino
Repórter da Agência Brasil

A partir de hoje (11) as instituições de ensino superior começam convocar os candidatos da lista de espera do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). O candidato deverá se informar sobre os convocados na lista junto à instituição e verificar o local, horário e procedimentos para matrícula.

O Sisu é o sistema informatizado do Ministério da Educação por meio do qual instituições públicas de ensino superior oferecem vagas a candidatos participantes do Enem. Na primeira edição de 2014, o Sisu registrou cerca de 2,5 milhões de inscritos. Foram ofertadas 171.401 vagas em 4.723 cursos de 115 instituições públicas de educação superior. O sistema seleciona os estudantes de acordo com a nota obtida no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
Fonte - Agência Brasil  11/02/2014

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

O MENSALÃO TUCANO

Política

Eduardo Azeredo fará própria defesa no julgamento do Mensalão Tucano




O ex-governador de Minas Gerais e, agora, deputado federal é acusado de comandar o esquema, que deu origem ao Mensalão do PT. O Procurador-geral da Justiça, Rodrigo Janot, pede 22 anos de prisão pelos crimes de Eduardo Azeredo.



A lógica da violência

Bob Fernandes





O cidadão Santiago Ilídio Andrade, colega cinegrafista da Band, foi assassinado. Segmentos mais doentios da sociedade, e da baixa política, buscam um mártir desde junho passado. Santiago, atingido por aquele rojão ao cobrir uma manifestação no Rio de Janeiro na última quinta-feira. Um dia antes tratamos aqui da violência que se espalha. Violência que têm causas seculares. E que tantos fazem de conta ser produto apenas do aqui e do agora. Como fazem de conta ser produto apenas da ação do Outro, dos Outros. É produto também do aqui e do agora. Mas não apenas. Não cansaremos de repetir: nas últimas 3 décadas, a média de 50 mil brasileiros têm sido assassinados a cada ano. No estado de São Paulo, em dezembro, 436 mortes por violência. A violência está ai, num país que tem toque de recolher quando escurece e já nem se dá conta disso. A violência está, esteve num dos pilares da formação da sociedade brasileira. Ou a escravidão por 380 anos, quatro quintos da nossa história oficial, não é violência? O menino pobre e preto preso a um poste por "justiceiros", no Rio de Janeiro, não é só violência. É uma assombrosa revisita ao passado dos Pelourinhos. A violência não está só nas ruas. Quem viaja pelo país sabe qual é o prato servido, em cada cidade, antes do almoço ou do jantar: violência. Aqueles programas policiais com cenas cruas da barbárie nas ruas são mera informação? Ou terminam sendo uma formula, comercial, de retroalimentação da violência? E isso em espaços, Tv e rádio, que são concessões do Estado. Há quem se valha da violência que está aí para pregar ainda mais violência; filme já visto aqui e mundo afora e que sabemos como termina: com o fascismo no poder. Há quem, mesmo sem perceber, esteja alimentado essa caminhada. A violência, antes e depois de tudo, pode estar também na palavra, e nas linguagens todas. O banditismo é violência. Como é violência a ação de "justiceiros", "milícias", e a ação de polícias ainda treinadas com o receituário das ditaduras. Discursos de ódio induzem à violência, e tanto faz se nos parlamentos ou em púlpitos. Não importa se na mídia das redes sociais ou nas mídias tradicionais. Ódio é ódio. O verniz, seja ele real ou simulado, não esconde ódios e recalques, o ressentimento e o oportunismo que embalam a lógica da violência. Tanto faz se em nome da pátria, religião, futebol ou de ideologias. Assim como miséria pode alimentar a violência, os ódios fomentam essa lógica da violência. Santiago morreu nas ruas. A lógica daquela violência mais refinada, a da linguagem, quase sempre travestida, já opera em espaços midiáticos. Supõe ter encontrado seu mártir.
Publicado em 10/02/2014

Dilma determina presença da PF nas investigações da morte de cinegrafista

Manifestações

Paulo Victor Chagas 
Repórter da Agência Brasil 
Ag. - Brasil
A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (10) que a morte do cinegrafista da TV Bandeirantes Santiago Ilídio Andrade “revolta e entristece”, e determinou que a Polícia Federal apoie as investigações para “aplicação da punição cabível” aos responsáveis pelo ferimento do jornalista.

Santiago foi atingido por um rojão durante manifestação na última quinta-feira (6), no Rio de Janeiro, e teve morte cerebral confirmada no início desta tarde.

É inadmissível “protestos democráticos serem desvirtuados por quem não tem respeito por vidas humanas”, afirmou a presidenta.
“A liberdade de manifestação é um princípio fundamental da democracia e jamais pode ser usada para matar, ferir, agredir e ameaçar vidas humanas, nem depredar patrimônio público ou privado”, ressaltou Dilma, em sua conta no Twitter.
Fonte - Agência Brasil  10/02/2014

"FAVELINHA" - Um problema ou uma questão social ???...

Salvador a 1ª capital do Brasil

A prefeitura poderia ao invés de tal atitude antipática e truculenta,ter discutido antecipadamente com a comunidade do local a elaboração e criação de um projeto urbanístico para a requalificação,urbanização,reforma e humanização do local implantando ali uma infraestrutura adequada que oferecesse aos ocupantes da área condições de dignidade,inclusão social e cidadania.

Da Redação
foto - a tarde
A ocupação do local chamado "Favelinha" em Salvador já existe lá a décadas,não é nova nem nasceu ontem.Comerciantes ali estabelecidos alegam que pagam seus impostos inclusive IPTU,com licença  e alvará de funcionamento fornecido pela própria prefeitura o que logicamente tornam os seus estabelecimentos devidamente legalizados.A prefeitura ao invés de adotar uma atitude autoritária chegando ao,local as 5 hs da manhã pegando a todos de surpresa sem dar a mínima chance de defesa aos moradores e comerciantes da comunidade,deveria anteriormente ao fato, pelo menos ter promovido um entendimento com a mesma estabelecendo um acordo bilateral e uma estratégia para que tudo ocorresse de maneira plural e pacificamente,evitando assim desgastes políticos,amenizando os prejuízos para os moradores e comerciantes,dando direito a que todos pudessem retirar antecipadamente os seus equipamentos e suas mercadorias,sem o uso da fôrça e coação.Mais ainda que assim o fosse seria apenas um mero "remendo" menos tramático,e certamente estaria longe de ser uma solução mais correta e justa.Essa ideologia e atitude truculenta contribui apenas para aumentar mais ainda a grande desigualdade social e a segregação em nossa cidade cantada com 1ª capital do país...foi um dia e não é mais.Temos ai a velha formula elitista da higienização e faxina social preconizada pelo conceito neoliberal.A prefeitura poderia ao invés de tal atitude antipática e truculenta,ter discutido antecipadamente com a comunidade do local a elaboração e criação de um projeto urbanístico para a requalificação,urbanização,reforma e humanização do local implantando ali uma infraestrutura adequada que oferecesse aos ocupantes da área condições de dignidade,inclusão social e cidadania.Com certeza os resultados colhidos seriam bem diferentes, inclusive com dividendos políticos bem mais saudáveis.E quanto custaria isso???....talvez uma pequena fração do que foi gasto "prioritariamente" na tal "reforma" do rico e chique bairro da Barra onde foram gastos uma fortuna em" MILHÕES",e com apenas alguns "mil reais" e um bom projeto se integraria democraticamente e organizadamente o local e a comunidade (que perderia a pecha de favela) ao bairro dando a todos uma qualidade digna de vida,inclusão social e cidadania.A inclusão social é a unica forma de se resolver os graves problemas da grande distância ainda existente em nossa cidade entre as diversas camadas da população principalmente as mais pobres,periféricas e menos assistidas pelo poder público.O elitismo e o autorismo que hoje predomina nais decisões em ações preconizadas pela administração publica municipal (o que aliais não é um fato novo) da nossa cidade, elege como formula prioritária uma maneira singular para resolver essas questões..."para se acabar com a pobreza basta que se acabe os pobres"....assim o assunto estará sumariamente resolvido....e a desigualdade e a dignidade que se danem.......
A.Luis 10/02/2014

Hora de os mais fracos e perseguidos terem também seu lugar ao sol

Opinião

Jornal do Brasil
foto - ilustração
O Jornal do Brasil sempre foi prejudicado por ser imprensa livre. Principalmente no tempo da ditadura, quando alguns órgãos de circulação defendiam escancaradamente o regime militar.
Época em que o governador Carlos Lacerda, antes um dos sustentáculos da ditadura, viu militares se juntarem a segmento da imprensa para destruí-lo, quando ele se unia a Juscelino Kubitschek e João Goulart para fazer, em 1966, a Frente Ampla.

Segmentos da imprensa foram premiados pela ditadura, ganhando de presente vultosos valores de publicidade.
O Jornal do Brasil, em sua caminhada contra a ditadura, acabou destruído financeiramente. Mesmo assim até hoje vive, mas sempre prejudicado pela tal mídia técnica, na qual o mais forte será sempre mais forte, e os mais fracos não conseguirão subir.

Num país onde o mais forte defende os mais fortes, os mais fracos nunca poderão alcançar seu lugar ao sol.
Espera-se que o atual chefe de Comunicação Social do governo federal possa prestigiar mesmo as mídias sociais, e os jornais que não sobreviveram ao capitalismo selvagem na distribuição de recursos possam também ter seu lugar ao sol.
Fonte - Jornal do Brasil  10/02/2013

Governo Federal investe R$ 143 bilhões em mobilidade urbana

Mobilidade Urbana

No programa semanal Café com a Presidenta, Dilma informou que o investimento contempla mais de 3,5 mil quilômetros em obras de transporte coletivo, que incluem metrôs, trens urbanos, monotrilhos, veículos leves sobre trilhos (VLTs), além dos corredores de ônibus. “Começamos com R$ 93 bilhões e fomos aumentando os recursos em mais de R$ 50 bilhões, a partir do Pacto da Mobilidade Urbana que eu anunciei em junho do ano passado
Prioridade é investir em transporte sobre trilhos

Ana Cristina Campos 
Repórter da Agência Brasil 
Divulgação/Metrô Rio
A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (10) que o governo federal, em parceria com estados e municípios, está investindo R$ 143 bilhões em mobilidade urbana. Segundo a presidenta, a prioridade é o transporte sobre trilhos: são R$ 33 bilhões só do governo federal para construir metrôs em nove cidades brasileiras. "Nosso objetivo é ampliar e acelerar as obras, que vão tornar o transporte coletivo mais confortável, rápido e muito mais seguro e com um preço bem acessível".
No programa semanal Café com a Presidenta, Dilma informou que o investimento contempla mais de 3,5 mil quilômetros em obras de transporte coletivo, que incluem metrôs, trens urbanos, monotrilhos, veículos leves sobre trilhos (VLTs), além dos corredores de ônibus. “Começamos com R$ 93 bilhões e fomos aumentando os recursos em mais de R$ 50 bilhões, a partir do Pacto da Mobilidade Urbana que eu anunciei em junho do ano passado. Vamos diminuir o tempo que as pessoas perdem no trânsito e devolvemos a cada uma delas um tempo precioso de vida.”
Segundo a presidenta, o governo está priorizando o transporte sobre trilhos porque é um transporte de alta capacidade. “E, ao mesmo tempo, garante o deslocamento dos passageiros de forma muito mais rápida e segura. Não há interrupção pelo trânsito, por exemplo. É um transporte direto. Quanto maior a cidade ou quanto maior a região metropolitana, mais o transporte sobre trilho é importante.”
Dilma destacou que foram construídos ou estão em implantação em seu governo metrôs em nove cidades brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Fortaleza, Brasília, Curitiba, Porto Alegre e Belo Horizonte. “Só para fazer o metrô, o governo federal está colocando R$ 33 bilhões em investimentos. Outros R$ 15,5 bilhões são a contrapartida dos estados e municípios. E, além desses recursos, as empresas privadas também participam dos investimentos.”
A presidenta também lembrou que o governo está investindo em VLTs, monotrilhos, trens urbanos e aeromóveis (trens suspensos). “São R$ 14 bilhões para essas obras e, muitas delas, serão integradas aos metrôs. Isso porque integração é a palavra-chave do modelo de transporte coletivo que queremos para as nossas cidades.”
O prazo de financiamento das obras de transporte coletivo é 30 anos, com juros de 5,5% ao ano. Estados e municípios têm quatro anos de carência, ou seja, só começam a pagar quatro anos depois.
Fonte - Agência Brasil 10/02/2014

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Prefeitura (SSA) remove bares da "favelinha" na Magalhães Neto

Salvador

Moradores e proprietários dos comércios informais reclamam do trabalho da prefeitura. O comerciante Francisco, dono do Bar e Restaurante Barbicha, disse que tinha alvará e pagava imposto para funcionar no local, inclusive já tendo quitado o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) de 2014.

Moradores acompanham ação da PrefeituraHenrique Drumond | Reprodução | Facebook
A Tarde
Da Redação
Com informações de Estela Marques
Bares e lava-jatos da localidade conhecida como "Favelinha", na avenida Magalhães Neto, foram demolidos neste domingo, 9. Agentes da Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município (Sucom) e Guarda Municipal chegaram ao local por volta de 5 horas e iniciaram a ação.
Moradores e proprietários dos comércios informais reclamam do trabalho da prefeitura. O comerciante Francisco, dono do Bar e Restaurante Barbicha, disse que tinha alvará e pagava imposto para funcionar no local, inclusive já tendo quitado o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) de 2014.
Maria Dalva Sales, que também tinha um bar e lava-jato na região, calcula um prejuízo de cerca de R$ 40 mil. "Eles estouraram o cadeado e pegaram cerveja, dois freezers e 12 jogos de mesa. Eu pedi para não levar a cerveja, que eu tinha pego fiado, mas não adiantou. Agora como minha família vai ficar, se dependia do bar e lava-jato?", questiona a comerciante, que diz que os fiscais não apresentaram mandado judicial autorização a ação.
A comerciante também critica o prefeito ACM Neto. "Um homem desse não tem coração. Ele não sabe o que é humanidade. Falou que quando fosse eleito, ia limpar a cidade e eu falei que ele ia acabar com a raça humilde e trabalhadeira. No governo dele, pobre fica mais pobre e rico mais rico".

Vazamento
Durante a demolição, uma tubulação de gás natural da Bahiagás foi atingida, o que assustou os moradores. O vazamento foi controlado por funcionários da Bahiagás e ninguém ficou ferido.
O tenente da Polícia Militar, Sérgio Bahia, coordenador de policiamento da região 2, que abrange a Pituba, Amaralina e Boca do Rio, disse que não a ação foi pacífica e sem tumulto com os moradores. "Conversamos com eles. A população é ordeira e não houve violência da PM. Tudo foi resolvido com diálogo".


A Tarde
A Tarde








Fonte - A Tarde  09/02/2014

Dilma vai lançar o PAC 3, focado em mobilidade urbana e banda larga

Mobilidade Urbana

Os projetos estão sendo especialmente planejados para melhorar a mobilidade urbana nas grandes cidades. Também haverá fortes investimentos numa banda larga mais eficiente e mais rápida.


Miguel do Rosário
Segundo o Globo publica hoje, o governo federal lançará, em abril, o PAC 3.
O jornalão faz seu velho teatro oposicionista, focando mais nos atrasos pontuais de algumas obras do que revelando o desempenho geral e as perspectivas de futuro.
Mas será difícil convencer o leitor – e o eleitor – que ver o governo apostando num novo ciclo de investimentos em infra-estrutura não é uma coisa boa.
Os projetos estão sendo especialmente planejados para melhorar a mobilidade urbana nas grandes cidades. Também haverá fortes investimentos numa banda larga mais eficiente e mais rápida.
O governo ainda não desistiu do trem bala. Ainda bem. Uma nova tentativa de leilão para escolher a empresa que tocará as obras deverá acontecer ao fim do ano.
Para 2014, as obras do PAC 2 tem um orçamento previsto de R$ 64 bilhões. O valor do PAC 3 ainda não foi divulgado. O período de atuação dele será de 2015 a 2019.
Dentro de alguns dias, o governo divulga o nono balanço do PAC 2.
O último balanço divulgado em outubro de 2013, com dados até setembro, informou que 67% das obras estavam prontas. Também aí teremos novidades boas para o Brasil, embora talvez ruins para uma oposição sem projeto e que, quando no poder, não fez absolutamente nada.
Segundo o ministério do Planejamento, o número de casas contratadas para o programa Minha Casa Minha Vida alcançou a incrível marca de 3,4 milhões de moradias.






















Fonte - Do Blog Tijolaço  09/02/2014

Travessia SSA- Mar Grande volta a operar neste domingo

Transportes Marítimos

De acordo com a Associação dos transportadores Marítimos da Bahia( Astramab), o fluxo de passageiros é tranquilo e o embarque é imediato nos terminais Náutico, no Comércio, e no Hidroviário de Vera Cruz, na Ilha de Itaparica.

A Tarde
O último horário saindo de Salvador será
 às 20h e de Mar Grande, às 18h30
A travessia marítima do sistema Salvador-Mar Grande voltou a operar normalmente na manhã deste domingo, 9. O serviço foi interrompido na tarde deste sábado, 8, em decorrência de uma manifestação no Terminal Náutico da Bahia.
De acordo com a Associação dos transportadores Marítimos da Bahia( Astramab), o fluxo de passageiros é tranquilo e o embarque é imediato nos terminais Náutico, no Comércio, e no Hidroviário de Vera Cruz, na Ilha de Itaparica. Oito embarcações fazem a travessia, com horários de saída de 30 em 30 minutos. O último horário partindo de Salvador será às 20h e de Mar Grande, às 18h30.
Ainda segundo a Astramab, nos dias de domingo a tarifa da travessia é de R$ 6,60 e de R$ 5,20 de segunda a sábado. Esses valores só são praticados para quem embarca no Terminal Náutico da Bahia. De Mar Grande para a capital, os valores da passagem continuam sendo os anteriores: R$ 4,20 e R$ 5,60.
O embarque de turistas e baianos nas escunas do "Passeio às Ilhas" é intenso no Terminal Náutico da Bahia. O retorno a Salvador das escunas será às 17h e durante o passeio ocorrem duas paradas: Ilha dos Frades e Itaparica. A tarifa custa R$ 40.
Fonte - A Tarde  09/02/2014

Veja é barbárie: jornalismo justiceiro

Jornalismo

Rodrigo Vianna, 
Blog Escrevinhador
foto - ilustração
Nas redes sociais, tarde da noite de sexta-feira, jornalistas afinados com o tucanato e militantes da esquerda extremada se esparramavam em elogios à capa da “Veja”. Eu, que procuro manter distância sanitária da revista, aproximei-me da capa. E só consegui enxergar um gesto de oportunismo barato.
A “Veja” expõe a imagem – chocante, lamentável, triste – do rapaz preso pelo pescoço num poste na zona sul carioca, e aproveita a cena não para refletir sobre a tradição oligárquica brasileira, não para pensar sobre nossa história de 300 anos de escravidão, ou sobre nossa elite que reclama de pobres nos aviões e clama sempre pela resposta fácil do liberalismo de araque e da violência de capatazes. Não. “Veja” usa a foto terrível em mais uma tentativa para desgastar a imagem do Brasil; e também – que surpresa – para culpar o “governo”. Que governo? Ah, não é preciso ser muito esperto pra descobrir…
Emoldurando a foto triste, “Veja” berra em letras garrafais: “Civilização” e “Barbárie”. E depois acrescenta a legenda malandra, velhaca: “A volta dos justiceiros, criminosos impunes, colapso no transporte, caos aéreo. Onde está o Brasil equilibrado, rico em petróleo, educado e viável que só o governo enxerga”.
Certamente, o Brasil “equilibrado” não está nessa revista. “Veja” pratica o jornalismo da barbárie, um jornalismo que escreve “estado” assim – com “E” minúsculo – numa espécie de bravata liberal fora de época. “Veja” envenena o país todos os dias, com blogueiros obtusos, asquerosos, que falam para um Brasil pretensamente senhorial, como se ainda estivéssemos antes da Revolução de 30.
Curioso, também, ver a “Veja” falar em “barbárie” e em “criminosos impunes”. Logo essa revista, tão próxima do bicheiro Cachoeira, pautada pelo bicheiro, amiga do bicheiro. A tabelinha com Cachoeira é – sim – um exemplo perfeito desse Brasil de criminosos impunes.
A “Veja”, que tenta pegar carona na imagem do rapaz preso pelo pescoço, pratica um jornalismo justiceiro – que invade quartos de hotel, “julga” e “condena” sem provas, inventa fatos, publica grampos sem áudio, alardeia contas no exterior e dólares em caixa de whisky. Tudo falso, falsificado. Um jornalismo que acredita em boimate e Gilmar Mendes.
A revista não tem moral para falar contra a “barbárie”, nem contra os “justiceiros”. E não tem, precisamente, por praticar um jornalismo que é a própria encarnação da barbárie, da falta de escrúpulos, um jornalismo justiceiro.
O Brasil do lulismo tem muitos problemas. Isso é evidente. Mas não venha a “Veja” querer apresentar a receita de “Civilização” ao Brasil. A receita da “Veja” é a mesma que os EUA oferecem à Ucrânia.
Está claro, por essa capa oportunista e velhaca, qual é a pauta dos setores que não aceitam o Brasil um pouquinho mais avançado dos últimos anos: é jogar tudo no “caos”, na “barbárie”, na insegurança. O Brasil é a jóia da coroa na América Latina em 2014. Tão importante quanto a Ucrânia no leste europeu, tão estratégico quanto a Síria no Oriente Médio.
Não sejamos ingênuos. A velha imprensa brasileira – que se reúne com embaixadores dos EUA às escondidas (isso desde 64, mas também em 2010 – como nos revelou o Wikileaks) – é parte decisiva no jogo pesado que veremos em 2014.
A oposição brasileira não tem programa. A economia não afunda como gostariam os urubulinos. Portanto, é preciso produzir a pauta do caos. Esse é o caldo de cultura em que podem prosperar candidaturas “justiceiras” que a “Veja”, os mervais e outros quetais estão prontos a lançar.
Para retomar o Estado brasileiro, eles pouco se lixam se o preço a pagar for a ebulição social. Aécio e Eduardo não darão conta dessa pauta da “ordem contra a barbárie”. A pauta do caos e do Brasil “inviável” (que está na capa da “Veja”) é boa para aventuras autoritárias – semelhantes ao janismo de 1960.
Quem pode encarnar esse figurino? Quem? O terreno vai sendo preparado…
Não creio que o povo brasileiro – equilibrado, sim! E que trabalha duro para construir um país “viável”, sim – não creio que a maioria de nosso povo embarque na aventura da “ordem contra a barbárie” – proposta pela revista. Mas a direita asquerosa e velhaca vai tentar.
O roteiro está claro. É preciso estar atento. E não cair na esparrela de acreditar que a “Veja” – de repente – converteu-se à “Civilização”.
A “Veja” é a barbárie. No jornalismo, na política, na vida do brasileiro comum.
A “Veja” – se pudesse – prenderia o pescoço do povo brasileiro no poste. Mas não vai conseguir. Vai perder – de novo.
Fonte - Do Blog do Miro  (Altamiro Borges)  09/02/2014

MP-SP adota discurso de Alckmin no caso do cartel do Metrô, diz deputado

Política

Segundo Alencar Santana (PT), o Ministério Público tem de 'agir' também contra autoridades do governador de São Paulo
Jurandir Fernandes, atual secretário dos Transportes, também esteve à frente da secretaria no período investigado

Eduardo Maretti, da RBA
ALE VIANNA/BRAZIL PHOTO PRESS/FOLHAPRESS
São Paulo – O deputado estadual Alencar Santana Braga (PT) criticou a atuação do Ministério Público de São Paulo nas investigações do cartel do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), do qual participaram as gigantes da indústria Alstom e Siemens, entre outras menores. Segundo o parlamentar, é insuficiente a suspensão de quatro contratos referentes à reforma de 98 trens das Linhas 1 e 3 do Metrô paulistano, celebrados entre 2008 e 2009, anunciada na segunda-feira (3) pelo promotor Marcelo Milani, em entrevista à imprensa. No período em questão, o governador de São Paulo era José Serra (PSDB).
Para Alencar Santana, o MP-SP deveria dirigir suas investigações também a autoridades do governo estadual, como o secretário de Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, e o presidente da CPTM, Mário Manuel Seabra Rodrigues Bandeira, que ocupavam os mesmos cargos no primeiro governo Alckmin (2001-2006).
Na sua opinião, ao não tomar uma ação contra o governo estadual, o MP “está adotando o mesmo discurso do governador”, segundo o qual o governo é vítima do cartel. “Se o governo suspende os contratos, as autoridades públicas responsáveis por esses contratos têm que ser afastadas”, argumenta.

Como o sr. avalia o andamento das apurações das denúncias de formação de cartel para obras e reformas do sistema de metrô e trens de São Paulo?
O governo Alckmin consegue transformar mentira em verdade. Porque ele diz que quer apuração, que quer punir as empresas, e na prática não é isso que ocorre. Disse que a corregedoria ia apurar, que os órgãos internos iam apurar. E o Ministério Público finge que não tem nada acontecendo.

Mas o MP não está suspendendo quatro contratos de 2008/2009, relativos à reforma dos 98 trens, conforme anunciou o promotor Marcelo Milani no último dia 3?
Mas não basta só isso. O MP está agindo como se houvesse tão somente um conluio entre as empresas e não a participação do governo. O Ministério Público propõe que as empresas façam um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) para devolver o dinheiro, sob pena de o órgão entrar com uma ação contra essas empresas para encerrar suas atividades, para que elas sejam punidas e devolvam o dinheiro ao patrimônio público e, ao mesmo tempo, o MP não toma uma ação contra o governo? Ele está adotando o mesmo discurso do governador – “Existe o cartel e eu sou a vítima.” Ao fazer isso, o MP incorporou a fala do governo de que é vítima. Quando a gente sabe que não é isso. Se o governo suspende os contratos, as autoridades públicas responsáveis por esses contratos têm que ser afastadas. Se o MP entende que esses contratos têm de ser suspensos, as autoridades políticas também têm de ser afastadas de suas funções.

Quais autoridades?
Por exemplo, o senhor Jurandir Fernandes. Quando Alckmin foi governador de 2001 a 2006, Jurandir Fernandes era secretário de Transportes. O Alckmin tomou posse novamente em janeiro de 2011, e ele foi empossado mais uma vez como secretário de Transportes. O presidente da CPTM, Mário Manuel Seabra Rodrigues Bandeira, no mesmo período dos governos Alckmin, também foi presidente da CPTM sob a secretaria do Jurandir Fernandes. Então, querer punir as empresas é pouco. Eu não estou dizendo que não tenha que punir as empresas que cometeram irregularidades ou se buscar o dinheiro de volta. Mas é pouco, é como limpar a barra do governo. Tem muita coisa que precisa de esclarecimento com ação muito mais rigorosa por parte do Ministério Público.

Em setembro passado, na Assembleia Legislativa, Jurandir Fernandes disse que não pode evitar empresas denunciadas como membros do cartel de participar dos atuais contratos porque não há condenação contra elas...
Se do ponto de vista jurídico não tem nenhuma punição ainda, de fato elas poderiam estar participando de processo licitatório e ganhar. Mas o problema não é só jurídico, é político e moral. Porque o que está sob suspeita é a existência de um cartel com a conivência, participação e pagamento de propina a autoridades políticas. Portanto, se o MP suspeita disso – e tanto suspeita que quer que as empresas sejam obrigadas a devolver o dinheiro –, ele então tem que agir nesses novos contratos também. Tem que agir em cima da questão política, das autoridades responsáveis por esses contratos. Há suspeitas claras de participação de autoridades políticas.
Fonte - Rede Brasil Atual  09/02/2014