UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Quarta revolução industrial é tema do Fórum Econômico Mundial em Davos

Internacional

Fórum Econômico Mundial vai discutir consequências da quarta revolução industrial EPPA. Depois da primeira revolução (com o aparecimento da máquina a vapor, da segunda (eletricidade, cadeia de montagem) e da terceira (eletrônica, robótica), surge a quarta revolução industrial que combinará numerosos fatores como a internet dos objetos ou a "big data” para transformar a economia.

Da Agência Lusa
foto - ilustração
A quarta revolução industrial, que implicará a perda de 5 milhões de empregos nos próximos cinco anos nas principais economias mundiais, vai ser o tema principal do Fórum Econômico Mundial, que começa hoje (20) em Davos, Suíça.
Além da perda de 5 milhões de empregos nos próximos cinco anos em todo o mundo, a quarta revolução industrial provocará "grandes perturbações não só no modelo dos negócios, mas também no mercado de trabalho nos próximos cinco anos", indica um estudo da entidade que organiza o Fórum de Davos.
Depois da primeira revolução (com o aparecimento da máquina a vapor, da segunda (eletricidade, cadeia de montagem) e da terceira (eletrônica, robótica), surge a quarta revolução industrial que combinará numerosos fatores como a internet dos objetos ou a "big data” para transformar a economia.
"Sem uma atuação urgente e focada a partir de agora para gerir esta transição a médio prazo e criar uma mão de obra com competências para o futuro, os governos vão enfrentar desemprego crescente constante e desigualdades", alerta o presidente e fundador do Fórum de Davos, Klaus Schwab, citado num comunicado.
Esta 46ª edição do Fórum de Davos, que termina em 23 de janeiro, ocorre num momento em que o medo da ameaça terrorista e a falta de respostas coerentes para a crise de refugiados na Europa se juntam às dificuldades que a economia mundial encontra para voltar a crescer e à forte desaceleração das economias emergentes.
Apesar de ter passado quase meio século desde que começou, a atração do Fórum de Davos não diminui, pelo contrário parece reforçar-se, sobretudo tendo em conta a lista de participantes, entre os quais estão mais de 40 chefes de Estado e de Governo de todas as regiões do mundo.
Várias edições do Fórum Econômico proporcionaram encontros e diálogos inesperados, que, em determinadas ocasiões, contribuíram para baixar tensões entre países ou encaminhá-los para aproximações posteriores.
Assim, este ano, especula-se sobre eventuais encontros para ajudar a frear crises como as atuais, entre a Turquia e a Rússia ou a do Irã com a maioria dos países do golfo Pérsico, depois da execução na Arábia Saudita de um líder religioso xiita.
A localidade suíça de Davos, apreciada pelos esquiadores pelas ótimas infraestruturas, recebe anualmente delegações oficiais de alto nível de 80 países, além de entre 2 mil e 3 mil empresários executivos e líderes da sociedade civil, de confissões religiosas, da juventude e da arte.
A concentração de personalidades obriga os organizadores e o governo suíço a tomar medidas de segurança excepcionais, mas este ano estima-se que assumam dimensões nunca vistas até agora porque um encontro desse tipo é visto como um objetivo para os terroristas. Um porta-voz da organização garantiu que não há motivo para preocupação, porque a segurança será "muito boa".
Fundado em 1971, o Fórum de Davos apresenta-se como um “laboratório de ideias” para debater grandes temas relevantes para o mundo a curto e médio prazo.
Fonte - Agência Brasil  20/01/2016

Concessão da ferrovia de Ouro Verde de Goiás (GO) a Três Lagoas (MS) é tema de audiência pública

Infraestrutura

O projeto integra a segunda etapa do Programa de Investimentos em Logística (PIL) do Governo Federal.Contribuições podem ser enviadas até as 18h do dia 19/2/2016. Os interessados ainda poderão participar das sessões presenciais em Anápolis (GO), Três Lagoas (MS) e Brasília (DF).

ANTT
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A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) abre, hoje (19/1), a Audiência Pública nº 001/2016, com o objetivo de colher subsídios para aprimorar os estudos técnicos e as minutas de edital e de contrato que disciplinarão as condições em que se dará a concessão do trecho ferroviário compreendido entre os municípios de Ouro Verde de Goiás (GO) e Três Lagoas (MS). O projeto integra a segunda etapa do Programa de Investimentos em Logística (PIL) do Governo Federal.
Contribuições podem ser enviadas até as 18h do dia 19/2/2016. Os interessados ainda poderão participar das sessões presenciais em Anápolis (GO), Três Lagoas (MS) e Brasília (DF).
Todas as informações sobre o objeto da audiência e o formulário para envio das contribuições estão disponíveis no site http://pilferrovias.antt.gov.br. Mais esclarecimentos podem ser obtidos pelo e-mail ap001_2016@antt.gov.br.
Concessão – Com extensão de cerca de mil quilômetros, a ferrovia passará por 33 municípios nos estados de Goiás (Acreúna, Brazabrantes, Damolândia, Goianira, Indiara, Jandaia, Nova Veneza, Ouro Verde de Goiás, Palmeiras de Goiás, Paranaiguara, Quirinópolis, Rio Verde, Santa Bárbara de Goiás, Santa Helena de Goiás, São Simão, Trindade e Turvelândia), Minas Gerais (Santa Vitória, União de Minas e Iturama), São Paulo (Ouroeste, Guarani d’Oeste, Fernandópolis, Estrela d’Oeste, São João das Duas Pontes, Pontalinda, Guzolândia, Sud Mennucci, Pereira Barreto, Itapura e Ilha Solteira) e Mato Grosso do Sul (Selvíria e Três Lagoas).
O trecho é a continuação da Ferrovia Norte-Sul nos estados de Goiás e São Paulo e está em fase final de construção pela Valec. A chegada ao município de Estrela d’Oeste (SP) permitirá a conexão da Ferrovia Norte-Sul com a ALL Malha Paulista, possibilitando o acesso ao Porto de Santos.

Sessão presencial da AP nº 001/2016
Data: 16/2/2016
Horário: das 14h às 18h
Local: Auditório do edifício-sede da ANTT (Setor de clubes Esportivos Sul, trecho 03, lote 10, polo 8 do Projeto Orla – Brasília/DF).
*As informações de data, local e hora das outras sessões presenciais serão divulgadas posteriormente.
Com informações da ANTT  19/01/2016

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

CBTU teve um incremento de 55% no número de passageiros transportados em 2015

Transportes sobre trilhos 

Dentre os principais fatores que levaram ao incremento desses valores está a implantação do VLT no sistema ferroviário da Grande Natal.Ao longo do ano passado foram transportados 2.390.099 passageiros, número superior aos 1.541.452 transportados em 2014.

CBTU

A CBTU Natal fechou o ano de 2015 com aumento de 55% no número de passageiros transportados em relação a 2014. Dentre os principais fatores que levaram ao incremento desses valores está a implantação do VLT no sistema ferroviário da Grande Natal.
Ao longo do ano passado foram transportados 2.390.099 passageiros, número superior aos 1.541.452 transportados em 2014. Foi em 2015 que três composições de VLT passaram a circular na grade diária operada pela CBTU Natal, além das duas novas locomotivas.
Com essas implementações, a regularidade e pontualidade do serviço melhoraram consideravelmente, acrescido do conforto trazido pelos novos veículos como o ar-condicionado, painéis informativos, dentre outras modernidades do VLT.
Contribuíram ainda para o bom resultado da Companhia, a implantação de duas novas viagens à grade horária na Linha Norte de segunda a sexta, entre as estações Natal e Extremoz; e a criação do Projeto Trem da Praia, realizando oito viagens, sendo quatro na Linha Norte e quatro na Linha Sul, durante os domingos e alguns feriados.
O aumento do número de passageiros transportados é uma consequência direta da melhora desses índices. Mais frequência e pontualidade implicam maior confiança dos passageiros e usuários dos diversos modais de transporte público. Aqueles que antes deixavam de utilizar o sistema ferroviário devido à regularidade instável e pontualidade duvidosa dos trens, com o VLT e seus atrativos, passaram a utilizar o modal sobre trilhos.
A expectativa da CBTU é manter o ritmo de crescimento dos números de passageiros transportados no Rio Grande do Norte, com o recebimento gradativo dos outros nove VLT já adquiridos e o andamento do projeto de modernização do sistema.
Fonte - CBTU  19/01/2016

Acesso à pré-escola aumentou 17 pontos percentuais em uma década

Educação

Acesso à educação básica cresceu mais entre crianças da área rural, mais pobres e pardas.Também houve avanço constante nos últimos dez anos no acesso à educação básica para as crianças e jovens de 4 a 17 anos, passando de 89,5% para 93,6% entre 2005 e 2014, aumento de quatro pontos percentuais no período.

Yara Aquino
Repórter da Agência Brasil
Arquivo/Tomaz Silva/Agência Brasil
Na última década, as crianças de 4 a 5 anos, idade correspondente a pré-escola, foram as que mais tiveram avanço no acesso à educação básica. O percentual de atendimento nessa faixa etária evoluiu de 72,5% em 2005, para 89,1% em 2014, o que representa uma variação de quase 17 pontos percentuais.
Também houve avanço constante nos últimos dez anos no acesso à educação básica para as crianças e jovens de 4 a 17 anos, passando de 89,5% para 93,6% entre 2005 e 2014, aumento de quatro pontos percentuais no período.
Os dados são de levantamento divulgado hoje (19) pela organização não-governamental Todos Pela Educação, feito com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A pesquisa tem como objetivo monitorar a meta 1 da entidade, de garantir que toda criança e jovem de 4 a 17 anos frequente a escola. A meta estabelece que, até o ano de 2022, 98% dessas crianças e jovens devem estar matriculados na escola ou ter concluído o ensino médio.
A diretora executiva do Todos Pela Educação, Priscila Cruz, diz que, em parte, esses avanços se devem à Emenda Constitucional 59, de 2009, que dá prazo até este ano para que seja garantida a matrícula escolar a todos os brasileiros com idades entre 4 e 17 anos.
Outro fator, segundo ela, é o aumento da conscientização sobre a importância da educação infantil para garantir a aprendizagem nos anos seguintes da vida escolar. “Quanto antes a criança entra na escola, isso vai ajudá-la a se alfabetizar corretamente na idade certa e, consequentemente, aprender tudo que ela tem direito nas etapas posteriores”, disse.

Educação no campo
Na faixa de 4 a 17 anos, que abrange os estudantes da educação básica, o atendimento aos alunos que vivem na área rural cresceu mais que entre a população das áreas urbanas. Entre 2005 e 2014, o percentual de acesso à educação nessa faixa de idade na área rural passou de 83,8% para 92,5%; e o da área urbana, de 90,9% para 93,9%. O levantamento também mostra que o avanço foi maior entre pardos, seguido por pretos e brancos.
Em relação à faixa etária de 4 a 5 anos, também houve maior avanço no acesso à educação nas áreas rurais e entre as crianças pardas.
Segundo Priscila Cruz, esses segmentos eram os que estavam mais atrasados, portanto, era esperado que apresentassem maior evolução nos indicadores. Ela diz que os dados são motivo de comemoração e que é preciso mobilizar esforços para que os avanços se mantenham nos próximos anos.
“É uma boa notícia o Brasil conseguir avançar na inclusão, principalmente de uma população historicamente excluída. Você tem aí área rural, os 25% mais pobres, os pardos e negros. Eles constituem o grupo que mais cresceu. Isso é motivo de celebração e temos que nos inspirar nessa conquista dos últimos dez anos e aprofundá-la nos próximos”, disse.
Entre os estados que em que o acesso à educação básica na faixa de 4 a 17 anos mais cresceu na última década, em pontos percentuais, estão Rondônia (8,4), Pará (8,2) e Maranhão (6,7). Entre as crianças e jovens de 4 e 5 anos, o aumento no atendimento foi maior em Rondônia (36,6 pontos percentuais), Rio Grande do Sul (33,4) e Mato Grosso (25,1).
Fonte - Agência Brasil  19/01/2016

Empreiteiras acusam Metrô de São Paulo por atraso em obras do monotrilho

Transportes sobre trilhos

Em nota enviada ao Valor, o consórcio disse ter ajuizado em 10 de dezembro uma ação para rescindir o escopo das obras civis dos contratos, "muito antes da suposta rescisão" informada pelo Metrô.O Valor antecipou, na edição impressa de ontem, que o Metrô de São Paulo comunicou a rescisão do contrato com o consórcio, alegando abandono das obras. 

Valor Econômico
foto - ilustração
O consórcio AG-CRA, formado pelas empresas Andrade Gutierrez e CR Almeida, questionou a declaração do Metrô de São Paulo de que teria abandonado parte das obras da Linha 17-Ouro, acusando a companhia estatal de ser responsável pelos atrasos do projeto.
Em nota enviada ao Valor, o consórcio disse ter ajuizado em 10 de dezembro uma ação para rescindir o escopo das obras civis dos contratos, "muito antes da suposta rescisão" informada pelo Metrô.
O Valor antecipou, na edição impressa de ontem, que o Metrô de São Paulo comunicou a rescisão do contrato com o consórcio, alegando abandono das obras. A Andrade Gutierrez foi procurada, mas não quis se manifestar na ocasião. A CR Almeida não retorno ao contato.
Vistorias feitas pelo Metrô no início de dezembro indicaram o abandono das obras do monotrilho. As empresas teriam sido notificadas para retornarem, o que não aconteceu. Segundo o Metrô, na semana passada, ao consórcio formalizou a saída, alegando dificuldades para executar as obras dentro do orçamento previsto.
A versão do consórcio é diferente e responsabiliza o Metrô pelos problemas. Na nota enviada ontem, o consórcio disse buscar "há meses" uma negociação para os problemas enfrentados nas obras, que incluem falta de liberação de serviços e fornecimentos de projetos. Essas questões seriam, de acordo com a empreiteira, as principais responsáveis pelos atrasos nos cronogramas das obras da linha, que vai ligar o aeroporto de Congonhas à estação Morumbi da CPTM.
Segundo as empresas, causou "estranheza" a divulgação da rescisão dos contratos pelo Metrô ter sido realizada agora, "apenas depois do ajuizamento da ação por parte do consórcio e mais de dois anos de constantes tentativas de negociação".
O consórcio disse ainda que não foi notificado pela decisão do Metrô e foi informado pelo jornal. "Causa espanto, justamente porque estavam em curso diversas negociações com o Metrô, nunca tendo sido aventada a possibilidade de abandono da obra por parte do consórcio", informa o comunicado.
Fonte - Revista Ferroviária  19/01/2016

Mais de 70% dos paulistanos consideram risco de falta d'água alto, diz pesquisa

Crise hídrica

Apenas 7% dos paulistanos desconsideram a possibilidade de colapso no abastecimento,revela a pesquisa Irbem.O levantamento foi divulgado hoje (19) pela Rede Nossa São Paulo.Entretanto, o percentual dos que consideravam que havia grandes chances de colapso hídrico na capital caiu 10 pontos percentuais em relação à pesquisa anterior. Realizado no final de 2014, o levantamento mostrava que 82% das pessoas ouvidas tinham essa percepção.

Daniel Mello
Repórter da Agência Brasil
Divulgação/Cesan
O risco de falta d'água por longos períodos na capital paulista é alto, dizem 72% dos moradores da cidade, conforme a pesquisa Indicadores de Referência de Bem-Estar no Município (Irbem). O levantamento foi divulgado hoje (19) pela Rede Nossa São Paulo.
Entretanto, o percentual dos que consideravam que havia grandes chances de colapso hídrico na capital caiu 10 pontos percentuais em relação à pesquisa anterior. Realizado no final de 2014, o levantamento mostrava que 82% das pessoas ouvidas tinham essa percepção.
Para elaboração do estudo atual, foram entrevistadas 1,5 mil pessoas entre 30 de novembro e 18 de dezembro do ano passado. Os resultados mostram ainda que 20% dos paulistanos consideram que existe um pequeno risco de que a população seja obrigada a viver sem água por longos períodos. Apenas 7% não acreditam nessa possibilidade. No levantamento anterior, 3% dos moradores desconsideravam a possibilidade de colapso no abastecimento.
Desde o dia 18 de dezembro, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) amenizou o racionamento d'água na região metropolitana. Segundo a estatal, as casas paulistanas recebiam menos água durante, em média, 15 horas diárias no período de crise. A duração do racionamento caiu para oito horas diárias, em média. A redução da pressão atualmente ocorre, na maioria dos bairros, à noite.
De acordo com a companhia, os reservatórios fecharam o ano passado em melhores condições do que em 2014. Entre o ano passado e o anterior, houve acréscimo de 402,13 bilhões de litros de água, um aumento de 133%.
Na comparação com a pesquisa Irbem anterior, houve aumento de 61% para 67% entre os que atribuem o problema da crise hídrica à Sabesp. Para 45% da população, a falta d'água foi provocada pela ausência de planejamento do governo estadual. Na pesquisa anterior, o índice era 42%.
Fonte - Agência Brasil  19/01/2016

Trensurb transporta 57,5 milhões de passageiros em 2015

Transportes sobre trilhos

A média de usuários transportados por dia útil foi de 189.924. No dia 2 de setembro, durante a Expointer 2015, o metrô gaúcho atingiu seu recorde de passageiros no ano, com 221.114 embarques.

Trensurb
foto - ilustração
Em 2015, a Trensurb transportou 57.554.522 usuários, o que equivale a uma média de 4.796.210 passageiros mensais. A média de usuários transportados por dia útil foi de 189.924. No dia 2 de setembro, durante a Expointer 2015, o metrô gaúcho atingiu seu recorde de passageiros no ano, com 221.114 embarques.
Por duas vezes, a demanda mensal no metrô ultrapassou os cinco milhões de passageiros. Em março foram 5.223.091 usuários transportados e em agosto foram 5.205.285.
As estações que registraram, em 2015, o maior número de embarques no metrô foram Mercado (8.956.303), Canoas (5.572.239) e Mathias Velho (4.367.833).
Fonte - Trensurb  18/01/2016

Prefeitura do Rio promete concluir 28 km de VL ainda esse ano

Transportes sobre trilhos

A segunda linha, entre a Central do Brasil e a estação das Barcas, na Praça 15, também no centro – passando pelo Campo de Santana e Rua da Carioca – está prevista para entrar em operação no segundo semestre. Ao todo, o circuito cobrirá 28 quilômetros, com 29 paradas abertas e três em estações fechadas com roletas

O Estado RJ
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A prefeitura do Rio de Janeiro estima que a primeira linha do Veículo leve sobre Trilhos (VLT) começará a funcionar até junho, entre a Rodoviária Novo Rio, na região portuária, e o Aeroporto Santos Dumont, no centro da cidade, passando pela Avenida Rio Branco. A segunda linha, entre a Central do Brasil e a estação das Barcas, na Praça 15, também no centro – passando pelo Campo de Santana e Rua da Carioca – está prevista para entrar em operação no segundo semestre. Ao todo, o circuito cobrirá 28 quilômetros, com 29 paradas abertas e três em estações fechadas com roletas: Central do Brasil, Praça 15 e Rodoviária Novo Rio.O prefeito Eduardo Paes acompanhou neste sábado (16) o fechamento, às 6h, de um trecho de 600 metros na Avenida Rio Branco, que será transformado em passeio público, com áreas exclusivas para pedestres, ciclistas e passagem do VLT. O novo passeio público será localizado na área cultural que inclui o Museu Nacional de Belas Artes, o Theatro Municipal, a Biblioteca Nacional, o Centro Cultural da Justiça Federal e o Cine Odeon. “Não dá para todo mundo vir para o centro do Rio de carro, por isso este esforço que a gente vem fazendo. Tem muita coisa a ser feita para melhorar o transporte público, e o VLT tem esse papel de integrar todos os modais e fazer com que as pessoas se desloquem sem a necessidade de pegar transporte que não seja público”, disse Paes.
Com o fechamento do trecho da Avenida Rio Branco será alterado o trajeto de 82 linhas de ônibus. Para reduzir os impactos da interdição e das mudanças no itinerário dos ônibus, a Secretaria Municipal de Transportes e a Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro desenvolveram, em parceria com a Concessionária VLT Carioca, um plano com instalação de faixas de atenção no trajeto, com avisos sobre as alterações e novas rotas. Placas informativas e monitores orientam os usuários de ônibus nos pontos desativados. Também estão sendo distribuídos 60 mil folhetos explicativos com detalhes das mudanças.
Fonte - ANPTrilhos  18/01/2016

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Indústria ferroviária aumenta faturamento

Economia

Faturamento em 2015 foi 6,2 bilhões de reais; 10,7% a mais que os R$ 5,6 bi registrados em 2014.O crescimento foi atribuído ao aumento no número de locomotivas produzidas, além do aumento no setor de serviços.

RF
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A indústria ferroviária nacional registrou em 2015 faturamento de 6,2 bilhões de reais; valor que supera em 10,7% os R$ 5,6 bi registrados no ano anterior. A informação é da Abifer (Associação Brasileira da Indústria Ferroviária) e do Simefre (Sindicato Interestadual da Indústria de Materiais e Equipamentos Ferroviários e Rodoviários), associações que representam juntas cerca de 110 empresas ou 90% do faturamento nacional para o setor. O crescimento foi atribuído ao aumento no número de locomotivas produzidas, além do aumento no setor de serviços.
Em 2015, foram produzidos no Brasil 4.683 vagões (75 destinados à exportação), 129 locomotivas (6 para exportação); e 322 carros de passageiros (78 para exportação). Os números estão abaixo dos registrados em 2014 para vagões e carros de passageiros (4.703 vagões e 374 carros de passageiros), mas superam — em 49 unidades — o número produzido de locomotivas, que em 2014 ficou em 80 máquinas. As 129 locomotivas produzidas em 2015, aliás, representam um recorde histórico, desde 1971.
Para 2016, há a expectativa da produção de mais 4.000 vagões (50 para exportação), 100 locomotivas (10 para exportação) e 473 carros de passageiros (72 para exportação). Apesar de um cenário aparentemente empolgante, principalmente em vista do período econômico brasileiro, a indústria se mantém cautelosa. “Nós temos que ter algum otimismo, mas tem que ser um otimismo cauteloso, pela situação do país.”, afirma Vicente Abate, presidente da Abifer e diretor do Simefre. “Nesses dois anos em que a economia do país de uma forma geral está com problemas, o setor não está. Então dá a impressão que a gente está ‘bombando’, mas não, a gente tem preocupação, porque mais um ano, 2016, que a gente vai sofrer com recessão de recursos, pode eventualmente nos afetar”, completa.
Em relação a 2016, a indústria depende de uma demanda que vem principalmente do setor público, especialmente nos carros de passageiros. Parte dos números projetados para 2016 são encomendas já em carteira, mas outra parte ainda precisa ser conseguida. “O que a gente está projetando são números bons ainda para o nosso mercado, mas são números que a gente vê preocupação; que eles possam se cumprir efetivamente, que tudo dê certo naquilo que a gente está imaginando e que, mais ainda no caso de [carros de] passageiros, comecem a surgir as licitações para poder cobrir anos posteriores, como 2017”, explica Abate.

Confira abaixo alguns números dos últimos anos:


Fonte - Revista Ferroviária  18/01/2016

Ferry Boat abre 1.050 horários extras no Carnaval

Travessia marítima

O objetivo é atender à alta demanda de motoristas que procuram o sistema nesse período.O agendamento prévio da viagem (hora marcada),para o período do Carnaval,será com venda exclusiva pela internet.Para verificar a disponibilidade e efetuar a compra, o motorista deve acessar o site da administradora Internacional Travessias.

A Tarde
Lúcio Távora/Ag. A TARDE
O sistema Ferryboat abriu 1.050 horários extras na Hora Marcada, que permite o agendamento prévio da viagem, para o período do Carnaval. Com venda exclusiva pela internet, para verificar a disponibilidade e efetuar a compra, o motorista deve acessar o site da administradora Internacional Travessias.
Os horários estão distribuídos da seguinte forma: nos dias 5 e 6 de fevereiro, nos horários 1h, 2h, 3h e 4h, com saídas a partir do terminal São Joaquim; e para o terminal Bom Despacho, no dia 9, à 1h, 2h, 3h, 4h e 5h; além dos dias 10 e 11 de fevereiro à 1h, 2h, 3h e 4h. O pagamento para esta modalidade pode ser feito através dos cartões de débito ou crédito.
Segundo a Internacional Travessias, as viagens vão funcionar em operação especial durante os dias 29 de janeiro e 15 de fevereiro.
Para ter mais informações sobre o serviço Hora Marcada, é possívelter contato com a Central de Atendimento ao Cliente (CAC), localizada no Terminal São Joaquim, aberta de segunda a sexta, das 8h às 18h, e aos sábados, das 7h às 13h (71 3032-0475 e cac@internacionaltravessias.com.br).
Fonte - A Tarde  18/01/2016

domingo, 17 de janeiro de 2016

Rio inaugura ciclovia ao longo do costão rochoso da Avenida Niemeyer

Ciclismo

A ciclovia conta tem 3,9 km e liga o Leblon a São Conrado.O prefeito Eduardo Paes entregou à população a ciclovia da Avenida Niemeyer, ligando os bairros do Leblon e São Conrado, na zona sul, numa extensão de 3,9 km, com vista total para o mar, que já começou a ser percorrida por cariocas e turistas.

Paulo Virgílio
Repórter da Agência Brasil

Tomaz Silva/Agência Brasil
A partir de hoje (17), mais um trecho da orla oceânica do Rio de Janeiro já pode ser percorrido com segurança pelos ciclistas. O prefeito Eduardo Paes entregou à população a ciclovia da Avenida Niemeyer, ligando os bairros do Leblon e São Conrado, na zona sul, numa extensão de 3,9 km, com vista total para o mar, que já começou a ser percorrida por cariocas e turistas.
De carona em um triciclo elétrico, já que se recupera de um acidente no pé, Paes percorreu a pista construída sobre o costão rochoso da Niemeyer e batizada de Ciclovia Tim Maia, numa homenagem ao cantor e compositor, falecido em 1998, que enalteceu a orla carioca em sua música Do Leme ao Pontal. As obras foram iniciadas em junho de 2014 e duraram um ano e seis meses.
Placa de inauguração Ciclovia Tim Maia
Tomaz Silva/Agência Brasil
De acordo com a prefeitura, ainda neste semestre, com a inauguração do trecho que liga São Conrado à Barra da Tijuca, pelo Elevado do Joá, será possível seguir do Centro à Grumari, na zona oeste, ao longo de ciclovias sem interrupções. Da região central da cidade ao Leblon, já existem há anos as ciclovias, o mesmo ocorrendo da Barra ao Recreio dos Bandeirantes.
Proprietário de uma farmácia homeopática em São Conrado e morador em Botafogo, o farmacêutico Gian Paulo Bonaccorsi ficou feliz com a nova ciclovia. “Acabei de estrear. Fui a pé e voltei de bicicleta'', contou.
Segundo ele, a ciclovia “representa um momento histórico para a inserção do bairro na cidade, que vai se concretizar com o metrô. São Conrado tem o estigma de um bairro de passagem”, disse o farmacêutico. “Tenho clientes no Vidigal e agora eles poderão ir de bicicleta à minha farmácia”, espera Bonaccorsi.
O prefeito do Rio, Eduardo Paes passeia em triciclo
pela Ciclovia Tim Maia no dia de sua inauguração
Tomaz Silva/Agência Brasil
Cidade que detém a maior malha cicloviária urbana da América Latina, o Rio de Janeiro passa contabilizar 438,9 km com a inauguração da Ciclovia Tim Maia. A meta da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, à qual está vinculado o programa da prefeitura Rio capital da bicicleta, é alcançar 450 km até o fim de 2016, 300 km a mais do que havia em 2009.
Segundo a secretaria, a cidade conta hoje com 2.500 bicicletários, o que corresponde a 5 mil vagas, disponíveis nas estações do BRT, do metrô, dos trens e barcas, nas rodoviárias e em vias públicas. Os bicicletários permitem que o usuário e siga o seu trajeto em um transporte coletivo, evitando assim o uso do carro.
A cada dia, são registradas mais de 2 milhões de viagens bicicleta na cidade, número que inclui o uso do veículo por parte do comércio, na realização de entregas domiciliares e prestações de serviço. Veículo não poluente, a bicicleta já representa 5% do total dos meios de transporte no Rio de Janeiro.
Apesar de extensa, a malha cicloviária ainda não satisfaz plenamente a população carioca. É o que aponta a última edição da Pesquisa de Percepção, realizada a cada dois anos pela ONG Rio Como Vamos.
Ciclistas, cariocas e turistas desfrutam da nova
ciclovia - Tomaz Silva/Agência Brasil
De acordo com a pesquisa, 45% dos cariocas ouvidos destacaram a construção de mais ciclovias como fundamental para se usar mais a bicicleta. A maior preocupação apontada na pesquisa, no entanto, foi com relação à segurança dos ciclistas.
É o que querem mais da metade (51%) dos moradores ouvidos no estudo. De fato, dados divulgados pelo Instituto de Segurança Pública (ISP), órgão da Secretaria Estadual de Segurança, referentes ao período de setembro a novembro de 2015, mostram que foram registrados 260 roubos e furtos de bicicletas na cidade.
Fonte - Agência Brasil  17/01/2016

sábado, 16 de janeiro de 2016

Plantas da Caatinga podem ajudar a combater Aedes aegypti

Ciência/Pesquisas

Árvore de umburana, planta da Caatinga que pode ser usada no combate ao mosquito Aedes aegypt. Os testes mostraram que os compostos dessas plantas são capazes de exterminar até 50% das larvas dos mosquitos, valor de referência para que sejam classificados como eficazes.

Maiana Diniz 
Repórter da Agência Brasil
Divulgação/Embrapa
Duas plantas comuns na Caatinga – a cutia e a umburana – estão sendo estudadas por um grupo de pesquisadores do Instituto Nacional do Semiárido por terem compostos que funcionam como biopesticidas no combate aoAedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, do vírus Zika e da chikungunya. Os testes mostraram que os compostos dessas plantas são capazes de exterminar até 50% das larvas dos mosquitos, valor de referência para que sejam classificados como eficazes.
O coordenador da pesquisa, Alexandre Gomes, contou que desde 2011 um grupo de pesquisadores do Núcleo de Bioprospecção e Conservação da Caatinga vem estudando plantas desse bioma em busca de substâncias com propriedades larvicidas contra o mosquito. “Já sabíamos que os compostos aromáticos, ou terpenoides, reconhecidos a partir do cheiro forte de certas plantas, são inseticidas. Se eu pegar a folha da pitanga e amassar, por exemplo, vou sentir o cheiro da pitanga. O mesmo ocorre com o cravo da índia. Essas plantas têm uma quantidade boa desses compostos chamados terpenóides”, explicou. Os óleos essenciais da cutia e da umburana também são obtidos por meio do sumo da folha.
Os pesquisadores testaram os óleos essenciais de diversas plantas, seguindo o modelo definido pela Organização Mundial da Saúde (OMS). “A gente pega um recipiente, no caso, um copo descartável, faz uma solução do óleo essencial com água e, em cada copinho, coloca 50 ml de líquido e 10 larvas do mosquito. Após 24h, averiguamos quantas larvas morreram e se o resultado foi satisfatório.”

Alexandre Gomes explicou que a grande vantagem de usar pesticidas vegetais, orgânicos, é que essas substâncias são mais seletivas e agem em pragas específicas. Os resultados dos testes mostraram que os óleos matam mais de 50% das larvas, número de referência na biologia para saber se um composto funciona. “Um produto é considerado eficaz quando mata 50%”, ressaltou.

Testes
Agora, para que esses óleos essenciais possam se tornar produtos comerciais, os pesquisadores estão investigando se só fazem mal aos mosquitos. “Apesar de ser um produto natural, precisamos saber até que dose podemos utilizar, até que ponto não fazem mal. Estamos em fase de teste de toxicidade para saber se não causam danos a células humanas e a outros organismos”, explicou. Segundo ele, os testes de toxicidade vão permitir que saibam a dose exata. “Ainda no primeiro semestre teremos os resultados”, acrescentou.
A expectativa do pesquisador é que no segundo semestre a equipe comece a buscar parcerias com a iniciativa privada para que esses óleos possam chegar ao mercado. “Infelizmente, no Brasil, o pesquisador não é preparado para ser empreendedor. Esta é a grande limitação dos pesquisadores: conseguir transformar a pesquisa em produtos. A gente só vai conseguir fazer isso com a iniciativa privada.”
As plantas usadas foram coletadas no Parque Nacional do Catimbau, em Pernambuco, e também podem ser encontradas em Sergipe e no Espírito Santo.
Fonte - Agência Brasil 16/01/2016

Prorrogada mais uma vez conclusão da inventariança da extinta RFFSA

Ferrovias

Trabalhos devem ser encerrados até o final de 2016.A nova data para conclusão dos trabalhos é 31 de dezembro de 2016, segundo portaria publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (15). Esta é a 9ª vez que o prazo é prorrogado, desde 2008. 

Natália Pianegonda Agência CNT
Foto -Divulgação/AGU
O Ministério dos Transportes decidiu prorrogar, mais uma vez, o prazo para conclusão dos trabalhos de inventariança da extinta RFFSA (Rede Ferroviária Federal S.A.). A nova data para conclusão dos trabalhos é 31 de dezembro de 2016, segundo portaria publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (15). Esta é a 9ª vez que o prazo é prorrogado, desde 2008.
A inventariança foi regulamentada por um decreto publicado em 2007, dez anos depois da privatização da malha ferroviária brasileira. Conforme o relatório de atividades mais recente, do terceiro trimestre de 2015, 94,2% do trabalho está concluído.
A RFFSA foi criada em 1957 e operou por 40 anos. Em 1992 foi incluída no Programa Nacional de Desestatização, o que ocorreu entre 1996 e 1998. A liquidação da empresa iniciou em 1999. Os ativos operacionais, que incluem infraestrutura, locomotivas e vagões, por exemplo, foram arrendados às concessionárias operadoras das ferrovias. Os não operacionais e o pagamento de passivos ficaram sob responsabilidade do governo federal.
O processo de inventário dos bens, direitos e obrigações da extinta empresa é realizado sob coordenação do Ministério dos Transportes, mas envolve outros órgãos do governo federal.
O encerramento definitivo das atividades da RFFSA foi incluído como uma das medidas do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) em 2007, com previsão orçamentária de R$ 452 milhões, dos quais R$ 300 milhões foram para a criação do Fundo Contingente, criado para garantir a quitação de eventuais passivos da extinta Rede. Até então, a RFFSA gerava uma despesa de custeio de R$ 187 milhões por ano à União.
Fonte - Agência CNT de Notícias 15/01/2016

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Edital do VLT de Salvador será lançado nos próximos meses

Transportes sobre Trilhos

Com edital a ser lançado nos próximos meses, o projeto do veículo leve sobre trilhos (VLT) foi apresentado pelo Governo do Estado, nesta sexta-feira (15), a um grupo de 40 empresários, na Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), na capital.Na primeira etapa de implantação, o VLT substituirá o trem do subúrbio, e o trajeto ainda será ampliado.

Da Redação
foto - Secom Ba.
Com 33 milhões de passageiros mensais, o sistema de transporte urbano de Salvador e região metropolitana terá um novo modal. Com edital a ser lançado nos próximos meses, o projeto do  VLT, foi apresentado pelo Governo do Estado, nesta sexta-feira (15), a um grupo de 40 empresários, na Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), na capital.
Na primeira etapa de implantação, o VLT substituirá o trem do subúrbio, e o trajeto ainda será ampliado, compreendendo 21 paradas, entre a Avenida São Luís, em Paripe, e o Comércio. A segunda etapa depende de estudos entre duas possibilidades: ligar Paripe à estação do metrô no Retiro, passando pelo Largo do Tanque, ou ir do Comércio até a Lapa.
Este foi mais um passo dado para a concretização do projeto,com a apresentação para a sociedade da primeira modelagem do VLT do Comércio até São Luís de Paripe, através de uma estrutura de Parceria Público-Privado (PPP), Em uma segunda etapa, o sistema poderá fazer uma integração direta com o metrô, seja no Retiro, com uma ligação Santa Luzia-Retiro, seja na Lapa, com uma ligação Comércio-Lapa”, segundo o secretário da Casa Civil, Bruno Dauster.
O Secretário disse ainda que o projeto entra em uma fase de diálogos constantes com todos os interessados, para que eles conheçam o projeto e o governo saiba quais são as intenções e demandas dos investidores.Segundo ele, participaram da apresentação fornecedores de equipamentos, projetistas, consultores e empresas de construção civil, convocados por meio de anúncio público feito em jornais de grande circulação em Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro, para garantir a maior participação possível.

Sucesso do metrô
O diretor de Desenvolvimento de Negócios da Alston, Cristiano Lopes, conta que acompanha o processo desde quando era previsto o Regime Diferenciado de Contratação para a construção. “Agora, como PPP, é uma possibilidade de se replicar o sucesso do metrô de Salvador. Os projetos de VLT em geral têm uma capacidade de reurbanização associada muito grande, e uma PPP faz com que seja possível uma captura de valores entre os entes privados e públicos. É uma formatação muito interessante para a implantação de um equipamento moderno e com a confiabilidade e a capacidade que Salvador necessita”.
Representante da BF Capital, Felipe Guidi disse que “o projeto apresentado é uma iniciativa proativa. O governo busca os investidores antes mesmo da licitação. Essa é uma inovação do Governo da Bahia e atrai os investidores que estão em um momento econômico delicado”.

Programa de mobilidade
foto - Secom Ba.
Segundo o secretário de Desenvolvimento Urbano, Carlos Martins, a apresentação é mais uma etapa do Programa de Mobilidade da Região Metropolitana. “O governador Rui Costa recomendou com ênfase a recuperação do transporte de massa no subúrbio. Estamos apresentando uma possibilidade concreta para o investimento privado em um modal que proporcionará maior conforto e segurança de transporte, além de uma demanda garantida que fará com que este modal seja um bom negócio para os empresários”.
Martins informou ainda que estão sendo investidos R$ 8 bilhões na região metropolitana, por meio do programa de mobilidade, somando-se metrô, VLT e corredores estruturantes, além do futuro VLT metropolitano, perfazendo um grande complexo de integração metropolitana.
Com informações da Secom Ba,  15/01/2916

Petrobras aumenta produção de petróleo e supera meta de 2015

Economia

A média anual da produção operada na camada pré-sal em 2015 foi a maior da história, atingindo uma média de 767 mil barris por dia, superando a produção de 2014 em 56%.Se considerada também a extração de gás natural, que cresceu 9,8% em relação ao ano anterior, a produção total chega a 2,6 milhões de barris de óleo equivalente por dia.

Douglas Corrêa 
Repórter da Agência Brasil
Arquivo/Agencia Brasil
A produção de petróleo da Petrobras em 2015 superou a meta anual pela primeira vez nos últimos 13 anos. O volume de 2,128 milhões de barris por dia atingido no período representa alta de 4,6% na comparação com o resultado do ano anterior e supera em 0,15% os 2,125 milhões previstos no plano de negócios da empresa.
A média anual da produção operada na camada pré-sal em 2015 foi a maior da história, atingindo uma média de 767 mil barris por dia, superando a produção de 2014 em 56%.
Se considerada também a extração de gás natural, que cresceu 9,8% em relação ao ano anterior, a produção total chega a 2,6 milhões de barris de óleo equivalente por dia. O resultado é 5,5% maior que os 2,46 milhões de barris de óleo equivalente por dia obtidos em 2014
“O resultado é importante por demonstrar a grande capacidade operacional da empresa, mesmo em um cenário global adverso para o setor de óleo e gás, e por reiterar, diante do mercado, a previsibilidade e a transparência dos rumos da companhia”, disse, em nota, o presidente da Petrobras, Aldemir Bendine. Segundo ele, o resultado reforça a convicção pelo caminho de priorizar os investimentos com capacidade efetiva de gerar resultado para a companhia, com prioridade para os projetos de exploração e produção.
O rápido crescimento da produção da plataforma P-58, que opera no complexo do Parque das Baleias, na porção capixaba da Bacia de Campos, e do Flutuador de Produção, Armazenagem e Descarga (FPSO) Cidade de Mangaratiba, no pré-sal da Bacia de Santos, foram alguns dos principais destaques na expansão da produção no ano passado. Além desses fatores, houve a antecipação – de novembro para julho – do início da operação do FPSO Cidade de Itaguaí, na Bacia de Santos.
“Temos consolidado nossa excelência na exploração em águas profundas e ultraprofundas. Em 2015, conseguimos conciliar o avanço tecnológico com a redução dos nossos custos operacionais, o que nos levou à marca de custo de extração de US$ 8 por barril nos campos do pré-sal no terceiro trimestre”, afirmou a diretora de Exploração e Produção da Petrobras, Solange Guedes.
Segundo a estatal, o desempenho satisfatório das demais frentes de produção também teve papel decisivo para o alcance da meta de 2015. No ano passado, a produção do campo de Marlim, na Bacia de Campos, se estabilizou acima dos 200 mil barris por dia, e a do Campo de Roncador chegou ao seu pico ao superar a barreira dos 400 mil barris por.
Fonte Agência Brasil  15/0'1/2016