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domingo, 25 de março de 2018

Edital de PMI para Parceria Público Privada do Metrofor será publicado na próxima quarta-feira(28)

Transportes sobre trilhos  🚄

O documento será divulgado simultaneamente no Diário Oficial do Estado (DOE) e nos sites da Cia Cearense de Transportes Metropolitanos (Metrofor), Secretaria da Infraestrutura (Seinfra) e Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag).No dia 13 de abril, serão iniciadas as inscrições para participar das visitas técnicas aos sistemas de metrô e VLT incluídos na PPP.

Metrofor
foto - ilustração/arquivo
Será lançado, na próxima quarta-feira (28), o Edital da Proposta de Manifestação de Interesse (PMI) que antecede a Parceria Público Privada (PPP) para concessão do sistema em operação do Metrofor (Linha Sul e VLT Parangaba-Mucuripe, em Fortaleza, VLT do Cariri e VLT de Sobral). O documento será divulgado simultaneamente no Diário Oficial do Estado (DOE) e nos sites da Cia Cearense de Transportes Metropolitanos (Metrofor), Secretaria da Infraestrutura (Seinfra) e Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag).
No dia 13 de abril, serão iniciadas as inscrições para participar das visitas técnicas aos sistemas de metrô e VLT incluídos na PPP. As visitas serão direcionadas a empresas interessadas em participar da PMI e que desejam conhecer presencialmente os objetos da Parceria Público Privada. Também será disponibilizado um endereço de e-mail para o recebimento de eventuais dúvidas sobre o Edital.
A Parceria Público Privada, que será realizada após a PMI, tem objetivo de conceder a ente privado o direito de operação e exploração das linhas Sul, VLT Parangaba-Mucuripe, VLT de Sobral e VLT do Cariri, tendo como contrapartida a obrigatoriedade de prestar serviços de alta qualidade para os cidadãos e seguir uma agenda de manutenções e ampliações em todas as linhas, a longo prazo, sob fiscalização do Governo do Ceará.

Saiba mais
O documento que será lançado na próxima semana passou por um rigoroso processo de elaboração, no qual as regras da PMI foram analisadas e aprovadas previamente pelo Tribunal de Contas do Estado do Ceará (TCE-CE) e pelo Comitê Gestor de Parceria Público Privada (CGPPP) do Governo do Estado – órgão formado pela Casa Civil, Seinfra, Seplag, Secretaria da Fazenda (Sefaz) e Procuradoria Geral do Estado (PGE). Numa segunda etapa, os termos da PMI foram submetidos à consulta pública, através da qual pessoas físicas e jurídicas puderam ler e fazer sugestões, que foram analisadas e respondidas pela Cia Cearense de Transportes Metropolitanos.
A Linha Sul possui 24.1 km de extensão, 19 estações em operação, uma em construção e interliga três cidades na Região Metropolitana de Fortaleza (Maracanaú, Pacatuba e Fortaleza). Já o Ramal Parangaba-Mucuripe encontra-se em fase de implantação. No total, este ramal terá 13,4 Km de extensão e 12 estações. Uma parte de 5 km e quatro estações já está em operação assistida, transportando passageiros gratuitamente. (Esta obra deve ser concluída no final deste ano). No Cariri, o VLT possui 9 estações, em 13,6 km de extensão. No VLT de Sobral, são duas linhas que totalizam 12 estações e 13,9 km de via férrea.
Com informações do Metrofor  24/03/2018

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Curitiba recebe três propostas para redes de transportes não poluentes

Mobilidade

Curitiba recebeu na sexta-feira, 30 de setembro de 2016, três propostas de redes de transportes limpos no âmbito da PMI – Pesquisa de Manifestação de Interesse lançada em maio pelo poder público municipal.

Adamo Bazani* - Ponto de Ônibus
Ônibus elétrico foi testado entre Curitiba e Fazenda Rio Grande
 na região Metropolitana. Também há testes somente na capital 
de outros modelos. foto - Divulgação COMEC
Enquanto cidades como São Paulo ainda não introduzem marcos regulatórios consistentes e que podem ser cumpridos de fato para deixar os transportes por ônibus menos poluentes, a prefeitura de Curitiba recebeu nesta sexta-feira, 30 de setembro de 2016, três propostas de redes de transportes limpos no âmbito da PMI – Pesquisa de Manifestação de Interesse lançada em maio pelo poder público municipal.
Havia a expectativa de propostas de VLTs – Veículos Leves sobre Trilhos, no entanto, todas os três projetos envolvem soluções para modernizar os transportes sobre pneus na capital paranaense.
Além da implantação dos sistemas de transportes, os projetos também levaram em consideração custos de operação, modelos de contrato, integração com a Região Metropolitana e estimativa de crescimento populacional para os modais não nascerem saturados. Até o final do ano, a prefeitura de Curitiba deve lançar um edital para escolher essas propostas. Outros projetos poderão ser enviados.

Confira cada uma delas:

VLP – Veículo Leve sobre Pneus
Uma delas diz respeito ao VLP – Veículo Leve sobre Pneus, sugerido pelo consórcio das empresas JMaluceli Construtora, M4 Consultoria e Pontoon Participações.
A tecnologia proposta deve ser da empresa francesa NTL, que e já administra sistemas semelhantes em cidades como, Paris na França; Medellín, na Colômbia; e Xangai, na China.
O trajeto seria o mesmo do BRT da cidade e haveria rede elétrica aérea. Os veículos teriam capacidade para 358 passageiros. O projeto teve base a tarifa técnica atual de R$ 3,66, com uma média de 8 a 12 mil passageiros hora sentido nos horários de pico. Mas o sistema teria muita margem para expansão, defende o consórcio. Foi considerada uma taxa de crescimento de 1,36% por ano na demanda de passageiros, tendo como base a taxa de crescimento da população da região metropolitana de Curitiba.
City Vehicles Interconnectd (Civi)/BRT 2.0
A outra proposta é do consórcio formado pela Nórdica Volvo (resentante da rede de vendas de veículos pesados da Volvo no Paraná), pela Cesbe Engenharia (construtora paranaense que atua em projetos de infraestrutura) e pela Associação Metrocard (que reúne as empresas de ônibus da região metropolitana de Curitiba).
Chamada de City Vehicles Interconnectd (Civi) ou ainda o BRT 2.0, é mais abrangente de todas do ponto de vista territorial porque, além de envolver os quatro trechos sugeridos pela prefeitura, também leva em consideração o eixo Norte-Sul e engloba parte da Região Metropolitana.
Seriam ônibus articulados e híbridos, cujo motor a combustão já estaria baseada nas normas Euro 6 de restrição à poluição, além do motor elétrico.
O sistema teria 300 novas estações. Todas elas seriam conectadas por fibra ótica, haveria monitoramento por câmera em todo o sistema e informações disponíveis em tempo real, usando painéis, internet e aplicativos. A pavimentação seria feita de concreto, haveria pontos de ultrapassagem e a velocidade operacional poderia subir em cerca de 50 % ultrapassando a de um VLT por causa da eficiência operacional, garantem os idealizadores. O custo por quilômetro seria de R$ 27 milhões, sendo dois terços para infraestrutura e um terço para compra dos veículos. A tarifa média estimada é de R$ 3,80, se estive em operação hoje. Seriam requalificados 106 quilômetros de vias exclusivas para ônibus. Também foi levada em consideração a taxa de crescimento da população de Curitiba. A chamada Linha Verde poderia pular, dentro das estimativas de crescimento populacional, dos atuais 31 mil passageiros por dia para 120 mil passageiros por dia. O modelo proposto de contrato seria uma PPP – Parceria Público-Privada.
Cooperativa de Ônibus Elétricos:
Já a Sociedade Peatonal, representada pelo engenheiro André Caon, propõe ônibus elétricos com baterias no trajeto entre a CIC e o Parque da Imigração Japonesa.
Foi usado como base o modelo de negócio da empresa chinesa BYD, que testou ônibus elétricos em Curitiba e, pela Leblon Transporte, na região metropolitana, pelo qual o ônibus seria adquirido, mas a baterias seriam financiadas. Isso, segundo o projeto, faria o investimento inicial cair de R$ 45 milhões para R$ 12,7 milhões.
O investimento seria privado e o retorno para o investidor, como lucro livre, seria de R$ 5 milhões.
Um dos diferenciais é que o projeto prevê uma cooperativa de trabalhadores de transportes para operação. A sociedade também levou em conta a possibilidade de tarifa zero na linha, desde que houvesse a Cide Municipal, imposto sobre as vendas dos combustíveis direcionados para este sistema.
Agora a prefeitura de Curitiba vai analisar essas propostas e comparar com os resultados da pesquisa de origem e destino que devem ficar prontos até o final do ano.
Após o procedimento, será lançado o edital para a implantação do sistema escolhido, prevê administração municipal.
Na licitação, mais propostas de outros grupos ou consórcios podem ser apresentadas.
*Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes
Fonte - Blog Ponto de Ônibus  03/10/2016

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Prefeitura de Curitiba lança PMI de transporte público movido a eletricidade

Mobilidade

O PMI é uma espécie de concurso de ideias entre empresas interessadas e servirá de base para uma futura licitação do novo modal. A eletromobilidade pode comportar Veículos Leves sobre Trilhos (VLT) ou Sobre Pneus (VLP), que, além de silenciosos e de não emitirem poluentes, podem alcançar capacidade de transporte quase duas vezes maior que a dos BRTs (Bus Rapid Transit).

ANPTrilhos
foto - ilustração
A Prefeitura de Curitiba publica nesta sexta-feira (20) o edital de chamamento para interessados em participar do Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) para a implantação e operação de linhas de transporte público com acionamento elétrico (eletromobilidade). O PMI é uma espécie de concurso de ideias entre empresas interessadas e servirá de base para uma futura licitação do novo modal. A eletromobilidade pode comportar Veículos Leves sobre Trilhos (VLT) ou Sobre Pneus (VLP), que, além de silenciosos e de não emitirem poluentes, podem alcançar capacidade de transporte quase duas vezes maior que a dos BRTs (Bus Rapid Transit).
Ao anunciar o lançamento do edital, o prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet, ressaltou que a multimodalidade faz parte da estratégia da cidade para tornar seu sistema ainda mais seguro e eficiente. “Uma cidade moderna precisa apostar na multimodalidade e em soluções sustentáveis. A eletromobilidade chega, portanto, para se somar aos demais modais, contribuindo de maneira significativa para o aumento da capacidade do sistema de transporte público e também para a sustentabilidade”, comentou.
O prefeito destacou ainda o fato de Curitiba estar inovando ao utilizar para este PMI uma solução de caráter interfederativo – ou seja, que pode envolver outros estados e municípios. “Curitiba inova com a edição desta PMI interfederativa. Este procedimento permite celebrar parcerias públicos privadas (PPPs) com mais de uma cidade ou outros entes da federação, visando a execução de serviços públicos de interesse comum, como o de transporte”, comentou.

Os planos da Prefeitura para o novo modal incluem quaro diferentes trechos e também um “traçado livre”. Este último se caracteriza por abrir espaço para que as próprias empresas apresentem propostas diferenciadas, que explorem as possibilidades de inovação urbanística, técnica, institucional e operacional, ou outras que desejar fazer.

Os quatro trajetos pré-definidos são:
a) Terminal CIC – Centro de Feiras (a ser construído no Parque da Imigração Japonesa). Na hipótese de uma abordagem metropolitana, o trajeto poderá se estender até o Aeroporto Affonso Pena e, na ponta Sul
b) Barreirinha – Marechal Floriano – da divisa com Almirante Tamandaré até a Linha Verde, na altura da estação Marechal Floriano.
c) Aeroporto – Centro Cívico. As propostas podem seguir dois traçados: 1) Centro Cívico – Boqueirão, via Marechal Floriano (estação Wilson Dacheaux); e 2) Centro Cívico – Centro de Feiras (Parque da Imigração Japonesa), via Avenida das Torres.
Em ambos os casos, caso se opte por uma abordagem metropolitana, o trajeto poderá estender-se até o Aeroporto Affonso Pena.
d) Linha Atuba – Tatuquara. Parte da estação Atuba e segue por toda a extemsão da Linha Verde. No caso de uma abordagem metropolitana, o itinerário poderá ser estendido até Colombo e Fazenda Rio Grande.

Capacidade
Em termos de número de passageiros, os veículos leves sobre trilhos ou pneus se enquadram como de média capacidade, ou seja, se situam entre o metrô e os BRTs. Segundo dados da Urbs, a capacidade de transporte deste modal é da ordem de 25 mil passageiros/hora; o BRT – no eixo sul, o mais carregado do sistema, com um biarticulado por minuto – pode transportar aproximadamente 15 mil passageiros/hora e o metrô, 45 mil passageiros/hora.
Entre outras vantagens, os VLT/VLP são reconhecidos por serem confortáveis, silenciosos e, especialmente, por não emitem poluentes na atmosfera. Como as projeções são de um aumento na demanda na Linha Verde depois de concluídas as obras de reurbanização e modernização, a expectativa é de que o novo sistema permita transportar até 120 mil passageiros por dia.
Fonte - ANPTrilhos  23/05/2016

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Prefeitura de Curitiba lançará PMI para projetos de Eletromobilidade

Transportes sobre trilhos

As soluções mais comuns nesse campo têm sido de Veículos Leves Sobre Trilhos (VLT) ou Pneus (VLP). Elas são apontadas como opções de mobilidade menos poluentes para transporte de média capacidade.A consulta será aberta para três rotas distintas: do bairro Cachoeira à Rodoferroviária; da Rodoferroviária ao Aeroporto Afonso Pena; e do Pinheirinho ao Atuba, na Linha Verde

Gazeta do Povo
foto - ilustração
A prefeitura de Curitiba lançará, nas próximas semanas, uma Proposta de Manifestação de Interesse (PMI) para três linhas de eletromobilidade na capital. Essa etapa tem sido utilizada por gestores como uma espécie de pré-edital, no qual o mercado aponta a viabilidade técnica do projeto e caminhos para o edital definitivo. As soluções mais comuns nesse campo têm sido de Veículos Leves Sobre Trilhos (VLT) ou Pneus (VLP). Elas são apontadas como opções de mobilidade menos poluentes para transporte de média capacidade.
A consulta será aberta para três rotas distintas: do bairro Cachoeira à Rodoferroviária; da Rodoferroviária ao Aeroporto Afonso Pena; e do Pinheirinho ao Atuba, na Linha Verde. Os dois primeiros são resultado de um projeto pensando pelo escritório do arquiteto e ex-prefeito Jaime Lerner. Mas a implantação na Linha Verde, por ter uma infraestrutura adiantada, é vista como a “primeira da fila”, segundo o secretário do Planejamento, Fábio Scatolin.

Tendência
Diversas cidades ao redor do mundo têm apostado na solução de veículos leves, mas a opção mais comum é sobre trilhos. Medelin, na Colômbia, é a única cidade da América do Sul a ter o sistema sobre pneus. Já o VLT está presente em mais de 20 cidades francesas e também em cidades como Dublin, na Irlanda, e Barcelona, na Espanha, e Porto. O Rio de Janeiro irá inaugurar neste mês seu VLT entre a Rodoviária Novo Rio e o Aeroporto Santos Dumont. Serão 28 Km de extensão e 32 paradas. E a prefeitura já publicou edital de concorrência para uma PMI com o objetivo de levar o modal até a zona sul. As cidades de Santos e São Vicente também já ganharam um sistema no início deste ano.
“Esse traçado é o mais próximo de se concretizar porque já tem boa parte da infraestrutura pronta. As canaletas devem chegar até o Atuba já nos próximos meses“, afirmou Scatolin. Com essa infraestrutura pronta, segundo o secretário, o projeto nessa rota custasse algo em torno de R$ 300 milhões.
Em 2013, um projeto de VLP traçado pelo escritório do ex-governador Jaime Lerner já havia sido encaminhado pela gestão Gustavo Fruet ao Governo Federal. As rotas propostas naquela ocasião eram a do bairro Cachoeira ao centro e dali para a Avenida Marechal Floriano Peixoto. Naquela ocasião, o custo estimado dessas duas fases era R$ 950 milhões. Somando ao custo da Linha Verde, esse projeto poderia então superar R$ 1,250 bilhão.
A fonte desses recursos ainda não foi divulgada pelo município, mas Scatolin garante que o projeto não depende do R$ 1,8 bilhão que o governo federal havia prometido para o metrô. “Nada impede de buscarmos o recurso do metrô. Mas sendo franco,o secretário disse não precisar , afirmando que o projeto de eletromobilidade é complementar ao metrô. A Comissão de Gestão de Parcerias Público-Privada da prefeitura irá se reunir na próxima quinta-feira (14) para sacramentar o lançamento da concorrência para a PMI da eletromobilidade.

Capacidade
Em termos de capacidade, o VLT ou VLP é uma solução de transporte próxima a que já existe na Linha Verde. Mas a ideia da prefeitura é apostar na eletromobilidade, reduzindo a emissão de poluentes na atmosfera causada pelos veículos a diesel do sistema BRT.
Na média, sistemas de BRT são estruturados para atender entre 10 e 45 mil passageiros por hora/sentido dependendo da quantidade de carros. Na Linha Verde, o BRT transporta apenas 31 mil pessoas por dia. Mas a prefeitura projeta um aumento nessa demanda depois de concluídas as obras na região. A ideia é que o novo sistema transporte até 100 mil passageiros por dia.
Fonte - ANPTrilhos  11/04/2016

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Trem no final do túnel?

Ferrovias

Os estudos foram elaborados por empresas autorizadas, por meio de Proposta de Manifestação de Interesse (PMI), instrumento para subsidiar a elaboração do edital de licitação. Vale ressaltar que em setembro, o Ministério dos Transportes, recebeu os estudos referente ao trecho Estrela d’Oeste (SP) - Três Lagoas (MS) previsto no PIL.

Portogente
foto - ilustração
O Ministério dos Transportes recebeu, no dia 29 de outubro último, estudos que visam a concessão de dois trechos ferroviários previstos no Programa de Investimento em Logística (PIL). Um dos trechos liga Lucas do Rio Verde/ MT a Miritituba/PA e o outro Barcarena/PA a Açailândia/MA. Os estudos foram elaborados por empresas autorizadas, por meio de Proposta de Manifestação de Interesse (PMI), instrumento para subsidiar a elaboração do edital de licitação. Vale ressaltar que em setembro, o Ministério dos Transportes, recebeu os estudos referente ao trecho Estrela d’Oeste (SP) - Três Lagoas (MS) previsto no PIL.
O trecho Barcarena/PA- Açailândia/MA será agregado ao trecho Palmas (TO) – Anápolis (GO) da Ferrovia Norte- Sul, construída pela VALEC-Engenharia, Construções e Ferrovias S.A, e irá compor concessão específica. Os estudos foram disponibilizados pela empresa TPI - Triunfo Participações e Investimentos S.A. e complementam os Estudos de Viabilidade Técnica já desenvolvidos pela Agência Nacional de Transportes Terrestres- ANTT. A principal finalidade da ferrovia é concluir o corredor do trecho norte da Norte-Sul com saídas pelos portos do Arco Norte.
Para o trecho Lucas do Rio Verde/MT - Miritituba/PA, foram entregues estudos de viabilidade técnico-econômico-ambiental, de engenharia e de viabilidade financeira pela empresa Estação da Luz Participações (EDLP). O traçado visa melhorar o escoamento da produção agrícola do Mato Grosso pela hidrovia do Tapajós. A ligação com o Porto de Miritituba possibilitará o escoamento de grãos e insumos agrícolas criando alternativa logística intermodal para a circulação desse tipo de carga.
Uma equipe de técnicos do Ministério dos Transportes, Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), VALEC - Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. e Empresa de Planejamento e Logística (EPL) irá analisar os estudos. Após apreciação, serão abertas as audiências públicas das concessões do PIL, visando conferir amplo conhecimento à sociedade e as empresas interessadas, etapa requerida para a realização do processo licitatório por concessão. Finalizado esse processo o projeto será submetido ao Tribunal de Contas da União (TCU). Após a aprovação pelo Tribunal, o edital para a realização do leilão será lançado.
Fonte - Portogente  03/11/2015

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Ligação Londrina a Maringá (PR) por trilhos poderá ser feita por etapas

Transportes sobre trilhos

Para viabilizar a construção da nova linha de transporte por trilhos, o governo do Paraná, por meio da Secretaria Estadual de Planejamento e Coordenação Geral, anunciou na segunda-feira (19) o chamamento para o "Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI)". 

Folha de Londrina
foto - ilustração
Discutido pelo governo do Paraná desde o ano 2000, o projeto do "Trem Pé Vermelho", que servirá ao transporte de passageiros entre as regiões de Maringá e Londrina, agora começa a dar passos no sentido de sua realização.
Para viabilizar a construção da nova linha de transporte por trilhos, o governo do Paraná, por meio da Secretaria Estadual de Planejamento e Coordenação Geral, anunciou na segunda-feira (19) o chamamento para o "Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI)". No documento, as empresas deverão definir se preferem assumir a concessão do empreendimento ou fazer a gestão por meio de parceria público-privada (PPP).

Desmembrado
O projeto foi desmembrado em três subprojetos, que precisam ser assumidos em conjunto. Um de 24 km que ligará Paiçandu a Sarandi; o outro com 36 km, entre Ibiporã e Cambé; e um terceiro, ligando os dois trechos, com 93 km. "Existem trechos mais viáveis de início do que outros e é possível implantá-los em etapas. Mas o que definirá isso serão os estudos", disse o assessor técnico Guatassara Boeira, da Secretaria Estadual de Planejamento.


Segundo Boeira, uma possibilidade é aproveitar linhas férreas pré-existentes para a adoção de Veículos Leves Sobre Trilhos (VLTs) em conjunto com Veículos Leves sobre Pneus (VLPs) nas áreas urbanas. “É algo comum em muitas regiões da Europa e dos Estados Unidos, ou mesmo do Brasil, como em Santos, Rio de Janeiro e Natal”, lembrou.
Para o diretor executivo da Agência Terra Roxa de Desenvolvimento, Alexandre Farina, a ferrovia “daria maior acesso a serviços, lazer, estudo e empregos na região, o que pode atrair empresas pelo maior acesso à mão de obra”, sugere. Ele lembra ainda que a agência busca também enquadrar o projeto no Programa de Aceleração do Crescimento 2 (PAC 2).

Edital
O edital de chamamento para a PMI está disponível no site www.casacivil.pr.org.br, no banner "Conselho Gestor de Concessões", no link "Resolução de Chamamento". Os interessados têm de encaminhar as manifestações para elaboração de estudo de viabilidade em até 30 dias a partir de ontem.
Fonte - Mobilize  23/10/2015

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Ministério prevê consulta sobre trem ligando Brasília a Goiânia até outubro

Transportes sobre trilhos

O anúncio foi feito após reunião com o ministro dos Transportes, Antônio Carlos Rodrigues. Os governadores e o ministério informaram ainda que ficou acordado para até 17 de setembro o lançamento de um PMI para transformação da linha férrea entre Brasília e a cidade goiana de Luziânia em uma linha para trem de passageiros.

Mariana Branco
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração
A Agência Nacional dos Transportes Terrestres (ANTT), vinculada ao Ministério dos Transportes iniciará, até o fim de outubro, um procedimento de manifestação de interesse público (PMI) para construção de linha ferroviária para um trem de passageiros e carga entre Brasília e Goiânia. A informação foi divulgada hoje (17) pelos governadores do Distrito Federal (DF), Rodrigo Rollemberg, e de Goiás, Marconi Perillo. Procurado, o ministério confirmou o prazo.
O anúncio foi feito após reunião com o ministro dos Transportes, Antônio Carlos Rodrigues. Os governadores e o ministério informaram ainda que ficou acordado para até 17 de setembro o lançamento de um PMI para transformação da linha férrea entre Brasília e a cidade goiana de Luziânia em uma linha para trem de passageiros. Segundo os governadores, a mudança facilitará a vida da população da região.
“Eu diria que este é um dia histórico para essa região de Brasília e Goiânia. A transformação da linha férrea entre Brasília e Luziânia em [linha para] trem de passageiros vai atender a uma população muito grande que se desloca diariamente para trabalhar na capital”, disse Rollemberg.
A cidade de Luziânia fica a aproximadamente 60 quilômetros de Brasília e faz parte da região conhecida como Entorno do Distrito Federal. Muitos dos moradores de Luziânia e de outras cidades do Entorno, como Valparaíso e Cidade Ocidental, trabalham e estudam na capital federal.
Segundo Rollemberg, 15% das pessoas que trabalham no Distrito Federal moram no Entorno. A capital goiana, por sua vez, fica a cerca de 200 quilômetros de Brasília. De acordo com o governador do DF, a ideia é um trem de média velocidade ligando as duas capitais, que atenda também à população de Águas Lindas, cidade goiana localizada a 55 quilômetros da capital federal.
Além dos governos de Goiás e do DF, as propostas têm apoio da Assembleia Legislativa de Goiás e da Câmara Legislativa do DF, disse Rollemberg. Perillo informou que as ações também foram “muito bem recebidas” pelo Ministério dos Transportes e pela ANTT no encontro de hoje. Segundo o governador de Goiás, foi discutida na reunião, também, a possibilidade de estender o trajeto do BRT – ônibus que percorre linha exclusiva ligando Brasília a Santa Maria, região administrativa do Distrito Federal – até a cidade de Luziânia.
Fonte - Agência Brasil  17/08/2015

domingo, 14 de dezembro de 2014

Diretor da ANTT diz que ferrovia para Dourados está próxima da concessão

Ferrovias

Grandes empresas, entre elas o Grupo JBS, acompanham estudos complementares e já manifestaram interesse no trecho. Em outubro, o ex-secretário de Fazenda do Governo do Estado, Mário Sérgio Lorenzetto, revelou na sua coluna semanal no site campograndenews que este trecho, que liga Estrela D’Oeste (SP) a Dourados foi um dos que maior interesse despertou dos empresários que disputarão a concessão para operação.

Agora MS
foto - ilustração
O diretor-geral da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), Jorge Bastos, informou ao deputado federal Vander Loubet (PT) no final de novembro que o ramal da Ferrovia Norte-Sul que chegará a Dourados está na última etapa antes do processo de concessão à iniciativa privada pelo Governo Federal. A informação foi publicada no site do deputado.
Esta fase é a PMI (Manifestação de Interesse). Em outubro, o ex-secretário de Fazenda do Governo do Estado, Mário Sérgio Lorenzetto, revelou na sua coluna semanal no site campograndenews que este trecho, que liga Estrela D’Oeste (SP) a Dourados foi um dos que maior interesse despertou dos empresários que disputarão a concessão para operação. São 20 grupos empresariais, entre eles a J&F, empresa dona da JBS.
O PMI é um instrumento previsto no Decreto nº 5.977, de 1º de dezembro de 2006, pelo qual o setor público obtém, de consultores externos ou das empresas interessadas em disputar futuros contratos de concessão, estudos de viabilidade sobre projetos de infraestrutura. O PMI funciona como uma complementação dos estudos realizados pelo setor público.
“Essa é provavelmente a última etapa antes que o Governo prepare o edital de concessão dessa ferrovia. É uma obra muito aguardada pelo setor produtivo do nosso estado porque vai dinamizar a logística, vai agilizar o escoamento da nossa produção para os grandes portos do país. E isso é fundamental para reduzir o custo com frete, para baratear o preço final dos produtos que são exportados por MS”, diz Vander.
A ferrovia Estrela D’Oeste-Panorama-Dourados (EF-267) tem 681,6 quilômetros de extensão. Atravessa 19 municípios, sendo 12 no Estado de São Paulo e 7 em Mato Grosso do Sul (Brasilândia, Santa Rita do Pardo, Bataguassu, Nova Andradina, Angélica, Deodápolis e Dourados). Com um ramal de 40 quilômetros a partir de Brasilândia pode atender também a Três Lagoas.
O Governo não definiu ainda se oferece à iniciativa privada somente o trecho Dourados-Estrela D’Oeste ou integra a essa malha os trilhos até Anápolis (GO). Neste caso a ferrovia ficaria com 1.300 quilômetros. A definição vai depender da manifestação do interesse dos empresários. A Ferrovia Norte-Sul, da qual a EF-267 é um ramal, interligará o Brasil aos portos de Belém (PA), São Luís (MA), Santos (SP), Rio de Janeiro (RJ), Paranaguá (PR) e Rio Grande (RS). Ramais futuros inteligarão os trilhos a portos de Santa Catarina também.
O prefeito Murilo acompanha atentamente a movimentação sobre a implantação das ferrovias que atenderão Dourados. Além da EF-267, há em projeto a EF-487, que ligará Maracajú à Cascavel e Lapa (PR). Com isso Dourados será o grande modal de embarque e desembarque de mercadorias no Estado.
O prefeito tem ido várias vezes a Brasília acompanhar os projetos de infraestrutura que atendem Dourados e que tramitam no Governo Federal. Ele está também em constante contato com os deputados e senadores do Estado sempre acompanhando e defendendo os interesses de Dourados e região.
Fonte - STEFZS 14/12/2014

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Ferrovia SP-MS está em fase de complementação de estudos, informa ANTT

Ferrovias

Em Mato Grosso do Sul, dois lotes fazem parte das concessões a serem leiloadas pelo Governo Federal: a ferrovia Estrela dOeste/SP-Dourados/MS e a ferrovia Maracaju/MS-Lapa/PR.

A Crítica de Campo Grande/MS 

Em gestões realizadas junto à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), o deputado federal Vander Loubet (PT-MS) tem procurado acompanhar os projetos de construção e concessão de ferrovias inseridos no Programa de Investimento em Logística (PIL), lançado pelo Governo Federal em agosto de 2012.
No mês de novembro, Vander questionou a Agência sobre a situação do ramal Estrela d'Oeste/SP-Dourados/MS. De acordo com o diretor-geral da ANTT, Jorge Bastos, o trecho da ferrovia está em Processo de Manifestação de Interesse (PMI).
O PMI é um instrumento previsto no Decreto nº 5.977, de 1º de dezembro de 2006, pelo qual o setor público obtém, de consultores externos ou das empresas interessadas em disputar futuros contratos de concessão, estudos de viabilidade sobre projetos de infraestrutura. O PMI funciona como uma complementação dos estudos realizados pelo setor público.
"Essa é provavelmente a última etapa antes que o Governo prepare o edital de concessão dessa ferrovia. É uma obra muito aguardada pelo setor produtivo do nosso estado porque vai dinamizar a logística, vai agilizar o escoamento da nossa produção para os grandes portos do país. E isso é fundamental para reduzir o custo com frete, para baratear o preço final dos produtos que são exportados por MS", pontuou Vander.
Interligação - Em Mato Grosso do Sul, dois lotes fazem parte das concessões a serem leiloadas pelo Governo Federal: a ferrovia Estrela d'Oeste/SP-Dourados/MS e a ferrovia Maracaju/MS-Lapa/PR.
O projeto da ferrovia Anápolis-Estrela d'Oeste-Panorama-Dourados tem uma extensão aproximada de 1.300 km. A concessão do serviço público de exploração da ferrovia vai compreender a construção apenas do trecho Estrela D’Oeste-Panorama-Dourados, já que o trecho Anápolis-Estrela d'Oeste (681,6 km) está em construção pela Valec, empresa pública controlada pelo Ministério dos Transportes.
Além de Dourados, o traçado deve passar pelos municípios sul-mato-grossenses de Deodápolis, Angélica, Nova Andradina, Bataguassu, Santa Rita do Pardo, Brasilândia, Três Lagoas e Eldorado.
A ferrovia Anápolis-Dourados será integrada à Ferrovia Norte-Sul, cujo trecho, quando completo, vai interligar o interior do Brasil aos portos de Belém (PA), São Luís (MA), Santos (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Rio Grande (RS). Além disso, futuramente, a Norte-Sul deve se conectar à Ferrovia Ferroeste e essa interligação atingirá também o Porto de Paranaguá (PR).
Já a concessão da ferrovia Maracaju-Lapa envolve a construção de 989 km de trilhos. O trecho integrará justamente a Ferroeste, que cruza o Paraná de leste a oeste, e permitirá a inteligação ao Porto de Paranaguá. O traçado em Mato Grosso do Sul, a partir de Maracaju, deve incluir os municípios de Itaporã, Dourados, Caarapó, Amambai, Iguatemi, Eldorado e Mundo Novo.
Fonte - STEFZS  02/12/2014

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

EPL vai contratar consultoria técnica para projetos do PIL

Ferrovias

Vinte grupos apresentaram propostas para fazer os projetos dos seis trechos ferroviários do PIL, através do Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI). A abertura das propostas será em 10 de dezembro e a previsão é que a consultoria esteja contratada em três meses

RF
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A Empresa de Planejamento e Logística (EPL), do Governo Federal, abriu licitação para a contratação de uma consultoria técnica para elaborar a metodologia e analisar os estudos e projetos ferroviários do Programa de Investimentos em Logística (PIL).
Vinte grupos apresentaram propostas para fazer os projetos dos seis trechos ferroviários do PIL, através do Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI). A abertura das propostas será em 10 de dezembro e a previsão é que a consultoria esteja contratada em três meses.
Os trechos que totalizam 4.676 quilômetros de ferrovias são Açailândia (MA) – Barcarena (PA), com 457 km; Anápolis (GO) – Corinto (MG), com 775 km; Belo Horizonte (MG) – Guanambi (BA), com 845 km; Estrela D’Oeste (SP) – Dourados (MS), com 659 km; Sinop (MT) – Miritituba (PA), com 990 km; e Sapezal (MT) – Porto Velho (RO), com 950 km.
A divulgação das empresas selecionadas para fazer os estudos dos trechos foi em agosto deste ano e as empresas terão o prazo de seis meses, até fevereiro de 2015, para entregar os estudos dos trechos. Os trechos Sinop – Miritituba e Sapezal – Porto Velho terão prazos de oito meses, até abril de 2015, por serem trechos novos, sem estudos feitos pelo governo.
Fonte - Revista Ferroviária  13/11/2014

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Demora na análise de propostas deve atrasar metrô de Porto Alegre

Transportes sobre trilhos

De acordo com o gerente do Escritório MetrôPOA, Luís Cláudio Ribeiro, o adiamento dos prazos se deve à necessidade de esclarecimentos dos projetos apresentados pelas empresas. O pedido de detalhamento é do grupo formado por técnicos da prefeitura da Capital, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e do metrô de Madri, na Espanha.

Zero Hora
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Demora na análise das quatro propostas para construção do metrô de Porto Alegre, apresentadas em abril deste ano, deve atrasar o início da tão esperada obra de mobilidade urbana na Capital.
Antes prevista para setembro, a Proposta de Manifestação de Interesse deve ser finalizada pela comissão técnica em dezembro deste ano. Com isso, a previsão é de que o edital de licitação seja publicado somente no início de 2015 — as obras não devem começar antes do segundo semestre do ano que vem.
De acordo com o gerente do Escritório MetrôPOA, Luís Cláudio Ribeiro, o adiamento dos prazos se deve à necessidade de esclarecimentos dos projetos apresentados pelas empresas. O pedido de detalhamento é do grupo formado por técnicos da prefeitura da Capital, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e do metrô de Madri, na Espanha.
— Tínhamos a previsão de anunciar a proposta escolhida em setembro, mas como estudos dos quatro projetos devem ser utilizados, pois eles são complementares, pedimos especificações de cada um deles. E as empresas também precisam de um tempo para nos passar isso — afirma Ribeiro.
Depois da divulgação dos projetos selecionados, a apresentação da proposta mais adequada será submetida à consulta e audiência públicas, aos órgãos de controle e ao Ministério das Cidades. Os passos seguintes são a publicação do edital de licitação da parceria público-privada e a contratação da empresa escolhida, prevista para o segundo semestre de 2015.
O metrô de Porto Alegre está orçado em R$ 4,8 bilhões, sendo R$ 1,77 bilhão oriundo do Governo Federal a fundo perdido, R$ 690 milhões da prefeitura, R$ 1,08 bilhão do Governo do Estado e R$ 1,3 bilhão da iniciativa privada. A empresa terá cinco anos para concluir os trabalhos e mais 25 anos para explorar o novo empreendimento.
Fonte - Revista Ferroviária  03/09/2014

domingo, 22 de junho de 2014

Processo para escolher projeto de trem elétrico até Confins termina em 120 dias

Transportes sobre trilhos

O Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) para a construção do transporte leve sobre trilhos foi lançado nesta quarta-feira na Cidade Administrativa que deverá ligar a rodoviária de Belo Horizonte à Cidade Administrativa e ao Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins

João Henrique do Vale 
O Estado de Minas Gerais

Foi lançado na última quarta-feira na Cidade Administrativa, o Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) para a construção de um transporte leve sobre trilhos que deverá ligar a rodoviária de Belo Horizonte à Cidade Administrativa e ao Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, na região metropolitana. Na PMI, empresários, técnicos e interessados em geral podem sugerir a melhor alternativa de transporte público. O procedimento será concluído em até 120 dias.
Nesse período o governo decidirá qual o melhor meio de transporte. Os interessados devem entregar os estudos, com especificações do melhor traçado, tecnologia, entre outros, em até 45 dias. Em seguida, o projeto será analisado e um projeto executivo, com base no modal escolhido, será feito. Somente depois disso é que será aberta licitação para uma Parceria Público-Privada (PPP). “Eu espero que, até dezembro, possamos avançar, naturalmente sem prejuízo da qualidade do que deve ser colhido como sugestão para aprimorar o projeto e da sua concepção do ponto de vista técnico e de engenharia”, afirmou o governador Alberto Pinto Coelho (PP).
A exigência é que o projeto seja de um transporte sobre trilhos, que possua capacidade de transporte média/alta, ou seja, que possa levar mais pessoas do que outros tipos de modais. Ele deverá ser integrado com o sistema rápido por ônibus da capital, o BRT/Move, e o metrô.
As principais apostas do governo são o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), espécie de trem elétrico de superfície em implantação na capital carioca, ou o monorail, mais conhecido como monotrilho, sistema de trem elevado como está sendo construído em São Paulo. O investimento será detalhado no PMI, mas gira em torno de US$ 1 bilhão.
Para o governador, a ligação entre o novo modal e os outros meios de transporte é importante. “O traçado, tudo isso tem que ser pensado meticulosamente e, naturalmente, temos que desenvolver uma modelagem que leve em consideração a equação econômica do projeto, o volume de investimentos e seja atrativo para os investidores. Mas, a exemplo de outras iniciativas de Parcerias Público Privadas no Estado, essa será mais uma iniciativa exitosa e importante, certamente aí considerando a interligação com outros modais, pensando no BRT, no metrô”, destacou. 
Com informações de Flavia Ayer
Fonte STEFZS  22/06/2014

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Metrô de Porto Alegre tem oito interessados

Metrô

RF
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A prefeitura da cidade de Porto-Alegre realizou na segunda-feira (18/11) uma sessão pública para o recebimento das Propostas de Manifestação de Interesse (PMI) das obras do metrô. Foram recebidas oito propostas – seis empresas, um consórcio e uma de um engenheiro civil, como pessoa física.
As empresas que entregaram propostas foram ATP Engenharia, de São Paulo; CR Almeida Engenharia, do Paraná; ETM Engenharia, do Rio Grande do Sul; Triunfo Participações e Investimentos, do Paraná; Construtora Queiroz Galvão, do Rio de Janeiro; Logistel, de Portugal; o grupo Invepar/Odebrecht, do Rio de Janeiro; e o engenheiro civil gaúcho Paulo Affonso Soares Pereira.
A PMI consiste em entregar a documentação referente à habilitação jurídica, projeto funcional, modelo de negócio e plano de trabalho. O próximo passo para as empresas é desenvolver e entregar os projetos completos e detalhados no prazo de 90 dias.
Fonte - Revista Ferroviária  21/11/2013

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Porto Alegre recebe propostas para obra do metrô

Transportes sobre trilhos

 Zero Hora
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A eliminação de 4,5 quilômetros do trajeto do metrô de Porto Alegre, entre o Terminal Triângulo e a Fiergs, pode resultar na ligação do trem subterrâneo com o Trensurb e com o Aeroporto Salgado Filho. O termo de referência para as empresas interessadas em participar do projeto inclui uma parada originalmente não prevista, junto à Estação Aeroporto do Trensurb, o que permitiria o acesso ao terminal de passageiros por meio do aeromóvel.
A entrega das Propostas de Manifestações de Interesse ocorreu nesta segunda-feira entre as 14h e as 16h, na sede do escritório. Este foi momento para pessoas físicas, empresas e consórcios interessados em participar da elaboração do projeto se cadastrarem. Nesse primeiro momento, elas entregaram a documentação exigida e um projeto funcional, com as linhas gerais do desenho do metrô. Até às15h40min, oito empresas ou consórcios haviam entregue a documentação.
A possibilidade de uma conexão do metrô com o Trensurb e o aeroporto surgiu com a eliminação de 30% do percurso. Como o traçado deixou de ir até o extremo norte da cidade, onde ficaria a área de manutenção dos trens, tornou-se necessário encontrar outro terreno para esse fim. A solução foi criar um ramal subterrâneo de 1,4 quilômetro de extensão entre a futura Estação Cairu do metrô e uma antiga estação ferroviária próxima ao Salgado Filho, atrás do Trensurb.
A princípio, esse ramal servirá apenas para levar os vagões até a zona de manutenção, mas os técnicos do metrô resolveram incluir no termo de referência a possibilidade de uma estação no local, que poderá receber passageiros. Com isso, o túnel ganharia maior utilidade. A concretização dessa ideia, que facilitaria as ligações com o aeroporto e integraria o metrô ao Trensurb, dependerá dos projetos que serão apresentados.
– Deixamos a questão em aberto. As empresas interessadas terão a opção de apresentar essa estação no bairro Humaitá. Dependerá de elas oferecerem isso dentro da modelagem financeira existente – afirma o gerente do escritório do metrô, Luís Cláudio Ribeiro.
Empresas habilitadas terão 90 dias para entregar projetos
A documentação será analisada até o final do mês. Depois disso, os candidatos que tiverem a habilitação confirmada receberão um prazo de 90 dias para apresentar projetos e estudos técnicos detalhados para o metrô de Porto Alegre. A perspectiva é que essa fase chegue ao fim em fevereiro, com a escolha do projeto que será licitado. O edital de licitação da obra, no entanto, poderá aproveitar propostas de uma ou mais das empresas que participarem da PMI. As empresas serão remuneradas de acordo com o peso que suas proposições tiverem no projeto final. A expectativa é abrir a licitação até o final do primeiro semestre de 2014.
O processo para a apresentação de PMIs já foi realizado no ano passado, em setembro. Em abril, depois de sete meses de adiamentos, a prefeitura revelou que a única proposta habilitada era de R$ 9,5 bilhões – a previsão inicial para a obra era de R$ 2,4 bilhões. O metrô voltou à estaca zero. No mês passado, os governos municipal, estadual e federal reiniciaram o processo, agora para uma linha mais curta e com um orçamento maior, de R$ 4,8 bilhões.
– A novidade é que na PMI anterior não tinha a fase de cadastramento das empresas que vamos realizar agora. Essa fase é para que não seja dado seguimento a propostas que estejam fora da realidade, para evitarmos que apareça outro projeto de R$ 9 bilhões. Só vão ser aprovadas propostas que estiverem dentro da modelagem – afirma Ribeiro.
Se tudo der certo, as obras do metrô começarão no final do ano que vem e estarão concluídas em 2020.
Fonte -  Revista Ferroviária  18/11/2013

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Quatro propostas para o metrô de Curitiba

Metrô

RF
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Em maio deste ano a Prefeitura de Curitiba lançou uma PMI (Procedimento de Manifestação de Interesse)
para o metrô da capital paranaense. Na última segunda-feira quatro interessados entregaram propostas.
O primeiro a apresentar proposta foi a organização popular, Movimento Passe Livre (MPL). A empresa Triunfo Participações e Investimentos e dois grupos privados: um formado pelas empresas C.R Almeida Engenharia de Obras, J. Malucelli Construtora de Obras, Ghella S.A, Keolis S.A e Impreglio, e outro composto por Intertechne Consultores S.A, Vertrag Arquitetura e Urbanismo e Tetraarq, Arquitetura e Projetos, também apresentaram propostas.
Na sexta-feira anterior a PMI foi assinado um termo de cooperação com o BNDES, que fará o acompanhamento técnico e financeiro do projeto do metrô, a partir do novo projeto.
“Estamos satisfeitos com o resultado do PMI, que foi além de nossa expectativa. Temos quatro projetos para analisar, o que nos diferencia da experiência de outras cidades, que tiveram apenas um participante. Com este número de propostas, temos condição de montar o melhor projeto final”, disse o secretário municipal de Planejamento e Gestão, Fábio Scatolin.
A sessão pública de entrega das propostas ocorreu na sede da Secretaria Municipal de Administração. A Prefeitura tem 30 dias para analisar as propostas. O edital de licitação das obras está previsto para o fim do ano.
Segundo Scatolin, a próxima etapa é fazer a analise das propostas e a partir disso, dar início ao processo de licitação. O secretário destacou a participação do Movimento Passe Livre (MPL) no processo. “Uma das propostas vem de uma organização popular, o que fortalece o empenho da Prefeitura de viabilizar um novo projeto de mobilidade para a cidade. Esta participação vai contribuir para que a gente entenda as necessidades da população, e corresponde ao que o prefeito Gustavo Fruet quer, que é a participação popular neste processo”, disse.
Fonte - Revista Ferroviária  29/08/2013

domingo, 28 de agosto de 2011

SR. H B... A QUEM O SR.PENSA QUE ENGANA????

A QUEM O SR. H B  PENSA QUE ENGANA???? A muito tempo desde quando deixou a secretaria dos transportes da prefeitura na administração de MK ele esqueceu tudo que aprendeu no ITA para se transformar num dirigente sindical de empresas de ônibus frio e calculista,agora aparece com essa conversa mole de"apartheid" tentando confundir o povo com mentiras e manipulação.O que o Sr. chama de obras de artes??? 27 viadutos de concreto ao longo da via priorizando o trafego de veículos em detrimento do transporte publico???? como poluir a concepção do paisagista (canteiro central da Paralela) de Roberto Burle Marx?? quem... o metrô?... ou o seu BRTrambolho??? porque o Sr. não fala que o seu BRTrambolho o qual  quer empurrar goela abaixo  a qualquer custo na Av. Paralela ira roubar 20% da área verde a qual  se refere,e que o mesmo (BRT) ira despejar por mês 62 toneladas de CO2 CO SO2 NO2,e que as duas calhas de concreto e asfalto que serão construídas ao longo de toda Av. juntamente com os seus 27 viadutos irão causar a impermeabilização do solo e o aumento da temperatura ambiente no local, causando ai sim uma grave poluição visual e ambiental.Os trilhos do metro serão colocados em solo natural com cobertura de grama,as passagens de nível serão feitas em trincheiras,as estações do metro terão poucas estrutura de concreto,o metro usa  energia limpa e o canteiro central sera muito menos impactado com esse modal do que com o seu BRT. Diga Sr. H B que os seus buzus com nome sofisticado de BRT transportam 150 pasgs.(articulado) e 250 pasgs. (bi articulado) contra 1200 pasgs de um trem de metro.Diga Sr.HB que o seu BRT tem que operar com 3 sistemas simultâneos,uma linha paradora,uma linha semi expressa e uma linha expressa ao mesmo tempo, para transportar 19.000.pasgs/h em horário normal e 23,000.pasgs/h em horário de pico em um corredor de 4 faixas,enquanto a capacidade inicial de um metro é de 40.000 .pasgs/h, e 80.000/pasgs/h pico,podendo chegar até 100 mil pasgs./h com um headway menor,um ônibus articulado ou um bi tem vida útil de 7 anos operando no sistema contra 40 anos de um trem de Metro.Em 30 anos de vida útil,o Metrô é mais econômico que o BRT e tem menor custo por passageiro transportado.- APARTHEID???? o Sr. deve é estar brincando... como se ao longo da Av Paralela não existissem os bairros de Pernambués,Boca do Rio,Saboeiro,Narandiba,Cabula,Doron,Suçuarana,bairros ao longo da av.San Rafael,Trobogy,Paralela Parq, BAIRRO DA PAZ, MUSSURUNGA, Nova Brasilia,Km17,Coqueirinho,Itapoã,Jardim das Margaridas,Itinga e Lauro de Freitas que serão beneficiados com a implantação do novo Metrô,inclusive Cajazeiras cujo o seu centro está mais perto da estação de Mussurunga do que a de Pirajá. A quem o Sr. quer enganar com essa conversa mole e sentimentaloide de criancinha de 5 anos???... virou escritor de historinhas infantis agora?... Fale a verdade e diga porque o Metro Lapa/Pirajá não ficou pronto até hoje e quem é que lucra diretamente com isso.Diga que  o seu único e exclusivo motivo em defesa do BRT é manter vivo esse OLIGOPÓLIO nocivo para cidade,ao qual o Sr.defende a anos e agora tenta sobre todas as formas perpetua-lo por mais alguns anos com esse seu BRTrambolho que é chamado na cidade do México de "Desastre" e em Bogotá de "Transmicheio" (vejam o video -http://pregopontocomvideos.blogspot.com/2011/07/transmilenio-transmicheio.html) Nos não queremos o seu famigerado BRTrambolho estamos fartos do seus buzus (caminhões bau adaptados) com currais e obsoletos que nem sequer respeitam as normas padrão da ABNT - NBR 15570,e tão pouco mais viadutos e mais avenidas para veículos com pneus.CHEGA... ESTAMOS FARTOS DO SR.E SUA TURMA, CHEGA DE RETROCESSO,E HUMILHAÇÃO,SALVADOR E O SEU POVO MERECEM RESPEITO - VAMOS SALVAR SALVADOR - SALVADOR SOBRE TRILHOS - Obs.Com os R$ 570 milhões não se constrói o tal sistema BRT proposto para Salvador e a sua construção não duraria menos que 2 anos.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

PGE REJEITA RECURSO CONTRA ESCOLHA POR METRÔ

Mobilidade


Procuradoria Geral do Estado (PGE) não acatou o recurso administrativo da construtora Queiroz Galvão, que discordou do resultado do Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) da mobilidade urbana em Salvador, que escolheu o metrô como modal para o corredor entre a Rótula do Abacaxi e Lauro de Freitas. A empresa, que participou da concorrência, apresentou projeto de monotrilho. Segundo o procurador Paulo Moreno, "todos os aspectos que foram abordados no recurso já tinham sido analisados previamente, então reiteramos entendimento anterior", afirmou, ao jornal A Tarde. Outra participante do PMI, a Metropasse (Associação Baiana de Transportes Metropolitanos), que apresentou o BRT como projeto, também recorreu da decisão. O PGE ainda não julgou este pedido de revisão do resultado.
Fonte - Bahia Noticias  25/08/2011

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

HB - ONDE FOI QUE ELE ERROU

Mobilidade

Foto - Bahia Todo Dia
Da Redação
O fracasso do SETPS na questão da disputa pelo modal que será implantado passando na Av. Paralela e chegando a L. de freitas, agora já definido como Metro,tem um nome Horácio Brasil .Não fosse a sua falta de habilidade na condução desse assunto e a sua total falta de visão para o futuro poderia de maneira inteligente e competente ter obtido exito nas suas pretensões,e salvo o império que representa.O que mais me espanta é que sendo ele uma pessoa que possui uma excelente formação acadêmica tenha tido uma visão tão  limitada na condução desse tema.A visão casuística foi o caminho fatal para o seu fracasso.Tivesse ele uma visão moderna,voltada para o futuro e chamasse  os seus associados para convence-los que os mesmos são empresários do TRANSPORTE de passageiros e não simples proprietários de ônibus, pois da bicicleta ao avião qualquer veiculo é um meio de transporte,juntamente com  a construtora a qual se associaram, e ao invés de ficarem sentados no ponto do BRT, esperando o mesmo passar, apresentassem um projeto sobre trilhos,aproveitando a estrutura que já dispunham para complementar o sistema e utilizá-la como alimentadores,teriam ai muito mais chaces de poder obter exito no resultado da escolha do PMI, que foi realizada pelo  Gov. do Estado da Bahia.Mais ao invés disso,ficou olhando para o dedão do pé,confiante na sua  ideia equivocada e que tudo se resolveria do mesmo jeito de sempre .Foi o seu grande erro,ficou prisioneiro de um projeto obsoleto, fincado como um poste e enraizado num conceito antiguado e ultrapassado, contrariando a tendência mundial para a evolução e modernização do transporte publico. Não soube conduzir a questão,faltou visão,não soube explicar e convencer os seus associados que os mesmos são empresários do TRANSPORTE de passageiros e não simples proprietários de ônibus,e pagou caro por isso,e o pior quis fazer uma emenda que saiu pior que o soneto.Fosse eu um empresário de transportes de passageiros aqui em Salvador,o Sr.Horácio Brasil estaria na corda bamba, pelo seu equivoco e pela sua falta de visão demonstrada na condução dessa disputa.
Pregopontocom - 18/08/2011