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quinta-feira, 13 de novembro de 2014

EPL vai contratar consultoria técnica para projetos do PIL

Ferrovias

Vinte grupos apresentaram propostas para fazer os projetos dos seis trechos ferroviários do PIL, através do Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI). A abertura das propostas será em 10 de dezembro e a previsão é que a consultoria esteja contratada em três meses

RF
foto - ilustração
A Empresa de Planejamento e Logística (EPL), do Governo Federal, abriu licitação para a contratação de uma consultoria técnica para elaborar a metodologia e analisar os estudos e projetos ferroviários do Programa de Investimentos em Logística (PIL).
Vinte grupos apresentaram propostas para fazer os projetos dos seis trechos ferroviários do PIL, através do Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI). A abertura das propostas será em 10 de dezembro e a previsão é que a consultoria esteja contratada em três meses.
Os trechos que totalizam 4.676 quilômetros de ferrovias são Açailândia (MA) – Barcarena (PA), com 457 km; Anápolis (GO) – Corinto (MG), com 775 km; Belo Horizonte (MG) – Guanambi (BA), com 845 km; Estrela D’Oeste (SP) – Dourados (MS), com 659 km; Sinop (MT) – Miritituba (PA), com 990 km; e Sapezal (MT) – Porto Velho (RO), com 950 km.
A divulgação das empresas selecionadas para fazer os estudos dos trechos foi em agosto deste ano e as empresas terão o prazo de seis meses, até fevereiro de 2015, para entregar os estudos dos trechos. Os trechos Sinop – Miritituba e Sapezal – Porto Velho terão prazos de oito meses, até abril de 2015, por serem trechos novos, sem estudos feitos pelo governo.
Fonte - Revista Ferroviária  13/11/2014

sábado, 4 de outubro de 2014

Governo quer contratar obras da segunda fase do VLT de Santos em 2015

Transportes sobre trilhos

Com entrega prevista para março de 2015, a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU) estima que com o trecho inicial entre Barreiros (São Vicente) e a Conselheiro Nébias (Santos) de 11 km, pelo menos 33% das viagens na região sejam absorvidas pelo VLT.

A Tribuna On-line -Via Trolebus

O secretário de Transportes Metropolitanos do Estado, Jurandir Fernandes, disse durante o Seminário Mobilidade Urbana Sustentável da Baixada Santista, que ocorreu no ultimo dia 30 na Associação Comercial de Santos, que até o final do ano deverá ser realizada a pré-qualificação das empresas para a concorrência pública da segunda fase do VLT de Santos, que interligará o futuro terminal Conselheiro Nébias até a região central de Santos, no Valongo.
“No final de outubro vamos começar as audiências públicas, o que deve durar entre 45 e 60 dias. Nossa estimativa é lançar a pré-qualificação até o final do ano e a licitação no primeiro trimestre do ano que vem” disse o Secretário.

Readequação de sistema de transporte
Com entrega prevista para março de 2015, a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU) estima que com o trecho inicial entre Barreiros (São Vicente) e a Conselheiro Nébias (Santos) de 11 km, pelo menos 33% das viagens na região sejam absorvidas pelo VLT.
A analise é do próprio presidente da EMTU, Joaquim Lopes, durante o Seminário: “No cenário mais conservador, o VLT sozinho, operando nesse trecho inicial, vai responder por apenas 33% das viagens. Nessa primeira fase, a gente ainda vai absorver passageiros das áreas lindeiras (vizinhas) do corredor”, explica o chefe da EMTU.
Inicialmente o VLT deve atender a uma demanda de 70 mil usuários por dia, com intervalo médio de 210 segundos entre os veículos (22 no total). A estimativa é que com a reestruturação das linhas intermunicipais e municipais, que aconteceria nos próximos anos, cerca de 220 mil usuários seriam beneficiados.
“Não podemos criar uma sensação de que o VLT vai ser uma solução para tudo. É um sistema novo, mas é só o começo. A gente ainda tem muita coisa para fazer”, completou o presidente da EMTU.
Fonte - STEFZS  04/10/2014

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Micro e pequenas empresas poderão contratar aprendizes por meio do Pronatec

Educação

A ampliação do Pronatec Aprendiz foi anunciada hoje (10) pelos ministros da Educação, José Henrique Paim; do Trabalho, Manoel Dias, e da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos.Segundo Afif, com o acesso ao Pronatec Aprendiz, as micro e pequenas empresas poderão contratar jovens trabalhadores e ajudá-los a entrar no mercado de trabalho

Luana Lourenço 
Repórter da Agência Brasil 
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As micro e pequenas empresas poderão contratar jovens aprendizes por meio do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego, Pronatec Aprendiz. O credenciamento e certificação dos estudantes que serão encaminhados como aprendizes às micro e pequenas empresas serão custeados com recursos do programa federal.
A ampliação do Pronatec Aprendiz foi anunciada hoje (10) pelos ministros da Educação, José Henrique Paim; do Trabalho, Manoel Dias, e da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos.
Segundo Afif, com o acesso ao Pronatec Aprendiz, as micro e pequenas empresas poderão contratar jovens trabalhadores e ajudá-los a entrar no mercado de trabalho. “Pelo menos 97% das empresas do país são micro e pequenas. A microempresa é uma macrofamília, é um ambiente onde o jovem aprendiz vai ter uma visão empreendedora. A micro e pequena empresa é o ambiente quase que ideal para esse programa de trabalho”, avaliou.
De acordo com o Ministério da Educação, responsável pelo programa, há parcerias em pelo menos 17 estados para oferta de cursos relacionados ao trabalho de aprendizes. “Estamos fazendo um casamento entre interesses das micros e pequenas empresas e do país na formação desses jovens que, depois dessa experiência, vão seguir no mercado de trabalho”, explicou Paim.
As micro e pequenas empresas interessadas na contratação de jovens aprendizes deverão se inscrever no site do programa. A partir da demanda dos empregadores, serão definidas as vagas para os estudantes interessados. O Ministério do Trabalho fará a articulação entre os jovens matriculados no Pronatec e a empresa para a efetivação do contrato.
Segundo Manoel Dias, pesquisa do ministério mostra que 82% dos jovens aprendizes permanecem no mercado de trabalho após o fim dos contratos.
Assim como nas grandes e médias empresas, os jovens aprendizes contratados pelas micro e pequenas terão jornada de trabalho de quatro a seis horas, com salário mínimo hora, e terão vínculo empregatício, com anotação na Carteira de Trabalho. Ao final do programa, que pode durar no máximo dois anos, o jovem recebe certificação técnica e poderá ser efetivado na empresa. As vagas dessa modalidade do Pronatec poderão ser ocupadas por jovens de 15 a 24 anos.
Fonte - Agência Brasil  10/09/2014