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segunda-feira, 23 de maio de 2016

Prefeitura de Curitiba lança PMI de transporte público movido a eletricidade

Mobilidade

O PMI é uma espécie de concurso de ideias entre empresas interessadas e servirá de base para uma futura licitação do novo modal. A eletromobilidade pode comportar Veículos Leves sobre Trilhos (VLT) ou Sobre Pneus (VLP), que, além de silenciosos e de não emitirem poluentes, podem alcançar capacidade de transporte quase duas vezes maior que a dos BRTs (Bus Rapid Transit).

ANPTrilhos
foto - ilustração
A Prefeitura de Curitiba publica nesta sexta-feira (20) o edital de chamamento para interessados em participar do Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) para a implantação e operação de linhas de transporte público com acionamento elétrico (eletromobilidade). O PMI é uma espécie de concurso de ideias entre empresas interessadas e servirá de base para uma futura licitação do novo modal. A eletromobilidade pode comportar Veículos Leves sobre Trilhos (VLT) ou Sobre Pneus (VLP), que, além de silenciosos e de não emitirem poluentes, podem alcançar capacidade de transporte quase duas vezes maior que a dos BRTs (Bus Rapid Transit).
Ao anunciar o lançamento do edital, o prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet, ressaltou que a multimodalidade faz parte da estratégia da cidade para tornar seu sistema ainda mais seguro e eficiente. “Uma cidade moderna precisa apostar na multimodalidade e em soluções sustentáveis. A eletromobilidade chega, portanto, para se somar aos demais modais, contribuindo de maneira significativa para o aumento da capacidade do sistema de transporte público e também para a sustentabilidade”, comentou.
O prefeito destacou ainda o fato de Curitiba estar inovando ao utilizar para este PMI uma solução de caráter interfederativo – ou seja, que pode envolver outros estados e municípios. “Curitiba inova com a edição desta PMI interfederativa. Este procedimento permite celebrar parcerias públicos privadas (PPPs) com mais de uma cidade ou outros entes da federação, visando a execução de serviços públicos de interesse comum, como o de transporte”, comentou.

Os planos da Prefeitura para o novo modal incluem quaro diferentes trechos e também um “traçado livre”. Este último se caracteriza por abrir espaço para que as próprias empresas apresentem propostas diferenciadas, que explorem as possibilidades de inovação urbanística, técnica, institucional e operacional, ou outras que desejar fazer.

Os quatro trajetos pré-definidos são:
a) Terminal CIC – Centro de Feiras (a ser construído no Parque da Imigração Japonesa). Na hipótese de uma abordagem metropolitana, o trajeto poderá se estender até o Aeroporto Affonso Pena e, na ponta Sul
b) Barreirinha – Marechal Floriano – da divisa com Almirante Tamandaré até a Linha Verde, na altura da estação Marechal Floriano.
c) Aeroporto – Centro Cívico. As propostas podem seguir dois traçados: 1) Centro Cívico – Boqueirão, via Marechal Floriano (estação Wilson Dacheaux); e 2) Centro Cívico – Centro de Feiras (Parque da Imigração Japonesa), via Avenida das Torres.
Em ambos os casos, caso se opte por uma abordagem metropolitana, o trajeto poderá estender-se até o Aeroporto Affonso Pena.
d) Linha Atuba – Tatuquara. Parte da estação Atuba e segue por toda a extemsão da Linha Verde. No caso de uma abordagem metropolitana, o itinerário poderá ser estendido até Colombo e Fazenda Rio Grande.

Capacidade
Em termos de número de passageiros, os veículos leves sobre trilhos ou pneus se enquadram como de média capacidade, ou seja, se situam entre o metrô e os BRTs. Segundo dados da Urbs, a capacidade de transporte deste modal é da ordem de 25 mil passageiros/hora; o BRT – no eixo sul, o mais carregado do sistema, com um biarticulado por minuto – pode transportar aproximadamente 15 mil passageiros/hora e o metrô, 45 mil passageiros/hora.
Entre outras vantagens, os VLT/VLP são reconhecidos por serem confortáveis, silenciosos e, especialmente, por não emitem poluentes na atmosfera. Como as projeções são de um aumento na demanda na Linha Verde depois de concluídas as obras de reurbanização e modernização, a expectativa é de que o novo sistema permita transportar até 120 mil passageiros por dia.
Fonte - ANPTrilhos  23/05/2016

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Prefeitura de Curitiba prevê novo edital do metrô em até três meses

Transportes sobre trilhos

O processo licitatório está parado desde agosto de 2014, quando o Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) apontou irregularidades e suspendeu o certame. Era preciso, conforme a decisão, que fosse detalhado o objeto da Parceria Público-Privada (PPP), que fosse apresentada uma pesquisa origem-destino,e que sanados problemas com o laudo ambiental.

G1 - RF
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O secretário municipal de Planejamento de Curitiba, Fábio Scatolin, afirmou nesta segunda-feira (10) que o novo edital para licitação do metrô da cidade deve ser lançado em até três meses. O processo licitatório está parado desde agosto de 2014, quando o Tribunal de Contas do Estado doParaná (TCE-PR) apontou irregularidades e suspendeu o certame.
Em dezembro do mesmo ano, o TCE-PR liberou o andamento da licitação, desde que a Prefeitura de Curitiba atendesse a algumas exigências na elaboração do edital. Era preciso, conforme a decisão, que fosse detalhado o objeto da Parceria Público-Privada (PPP), que fosse apresentada uma pesquisa origem-destino, e que sanados problemas com o laudo ambiental.
Em audiência na Comissão Especial do Metrô da Câmara Municipal de Curitiba, Scatolin afirmou que os pontos elencados pelo TCE-PR foram atendidos, e que o edital depende apenas de algumas definições, como o marco de aportes públicos, e qual parte irá assumir a correção inflacionária sobre o valor da obra.
O secretário explicou que devem ser acrescidas ao custo da obra duas correções inflacionárias – uma desde setembro de 2013, até a realização da licitação; e outra desde o início da obra, até a conclusão. Scatolin afirmou, ainda, que o atual mau momento econômico também não favorece a retomada da licitação.
O custo inicial previsto para a licitação é de R$ 4,7 bilhões. Deste total, R$ 1,8 bilhão vem do governo federal, R$ 700 milhões do governo do Paraná, R$ 700 milhões da Prefeitura de Curitiba, e R$ 1,5 bilhão da iniciativa privada.

Metrô
O projeto atual do metrô prevê uma linha de 17,6 quilômetros, entre o Terminal do Cabral e a CIC Sul. Neste trecho, devem ser construídas 15 estações. A expectativa da prefeitura é entregar a obra em até cinco anos. Num segundo momento, a linha deverá ser estendida até o Terminal Santa Cândida. Porém, essa parte da obra ainda não possui orçamento e nem prazo de entrega.
Pelo primeiro edital lançado, o custo máximo da passagem deveria ser de R$ 2,55 – corrigido no início da operação. A empresa vencedora deve ser a que oferecer o menor valor de passagem.
Após o início das obras, a previsão é de que o trecho que vai até o Centro, na Rua das Flores, seja concluído em quatro anos. O trecho até o Cabral terá cinco anos para ser terminado, mas as operações poderão começar apenas com a primeira etapa concluída. A construção será feita através do método Shield, ou “Tatuzão”, que escava por debaixo da terra, através de uma tuneleira. Dos 17,3 quilômetros de extensão, 2,2 quilômetros devem ser elevados.
Os trens do metrô devem ser automatizados e movidos a energia elétrica, sem a presença de motoristas. Segundo a prefeitura, o modelo permitirá uma maior frequência dos trens, diminuindo o tempo da viagem. Por medida de segurança, o acesso dos passageiros aos trens só será aberto, por uma porta automática, quando o trem estiver já parado sobre o trilho das estações.
Além da integração com os ônibus, a intenção da prefeitura é de integrar o metrô ainda com outros modais, como a bicicleta. Isso deve ser feito através da implantação de bicicletário e banheiros em terminais e nas estações do metrô.
Fonte - Revista Ferroviária  11/08/2015

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Curitiba aguarda reajuste da União para lançar licitação do Metrô

Transportes sobre trilhos

O valor corresponde ao acúmulo estimado da inflação do período entre agosto de 2013 até meados de 2021, data estimada para que a linha fique pronta. Em 2013 a presidente Dilma Rousseff se comprometeu a desembolsar R$ 1,8 bilhão do orçamento da União. Mas, no entendimento da prefeitura esse valor precisa ser agora de R$ 2,263 bilhões.

Via Trolebus
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A prefeitura de Curitiba pretende lançar o edital de licitação para obras da primeira linha do Metrô da cidade no segundo semestre deste ano. No entanto, segundo o secretário municipal de Planejamento e Administração, Fábio Scatolin, só há a certeza da obra caso o reajuste de R$ 463,4 milhões seja concedido pelo Governo Federal.
O valor corresponde ao acúmulo estimado da inflação do período entre agosto de 2013 até meados de 2021, data estimada para que a linha fique pronta. Em 2013 a presidente Dilma Rousseff se comprometeu a desembolsar R$ 1,8 bilhão do orçamento da União. Mas, no entendimento da prefeitura esse valor precisa ser agora de R$ 2,263 bilhões.
O custo da obra do Metrô está hoje em R$ 4,691 bilhões. Cerca de R$ 1,8 bilhão seria bancado pela União, R$ 1,491 bilhão ficaria por conta da iniciativa privada, R$ 700 milhões pela prefeitura da capital e outros R$ 700 milhões pelo governo do estado. Com o reajuste, o valor pode passar a R$ 5,899 bilhões.
O Metrô de Curitiba já está em discussão desde a década passada. A linha denominada “azul” ligará a Santa Cândida ao CIC/Sul, terá 22,4 km de extensão e 21 estações. O tempo de viagem será de 38 minutos.
Fonte - Revista Ferroviária n 29/04/2015

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Prefeito de Curitiba pede mais R$ 463,4 milhões para iniciar metrô da cidade

Transportes sobre trilhos

Segundo o prefeito, Kassab sinalizou que é favorável à proposta. Fruet vai marcar uma reunião com Barbosa para explicar a situação. A resposta definitiva deve sair até o fim do mês.O valor corresponde ao acúmulo estimado da inflação do período entre agosto de 2013 a meados de 2021, quando a obra estaria pronta.

Paraná Online
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O prefeito Gustavo Fruet pediu ontem ao ministro das Cidades, Gilberto Kassab, um reajuste de R$ 463,4 milhões no desembolso da União para o metrô de Curitiba. Fruet frisou que a recomposição é a “última etapa” para conseguir relançar o edital da obra ainda neste semestre. Kassab vai discutir a demanda com o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, e com a presidente Dilma Rousseff.
Segundo o prefeito, Kassab sinalizou que é favorável à proposta. Fruet vai marcar uma reunião com Barbosa para explicar a situação. A resposta definitiva deve sair até o fim do mês.
O valor corresponde ao acúmulo estimado da inflação do período entre agosto de 2013 a meados de 2021, quando a obra estaria pronta. Na primeira divisão de recursos para o empreendimento, formalizada há 21 meses, a presidente Dilma Rousseff se comprometeu a desembolsar R$ 1,8 bilhão do orçamento da União. O reajuste de 26% sobe esse valor para R$ 2,263 bilhão.
O restante do valor da obra seria compartilhado entre a prefeitura e governo do estado. Inicialmente, cada um deles ficariam responsáveis por mais R$ 700 milhões. Mais R$ 1,491 bilhão viria de uma parceria público-privada (PPP). Fruet afirmou que o mesmo percentual de reajuste do repasse federal será aplicado a essas parcelas. Mas que as fatias que cabem aos tesouros municipal e estadual só devem começar a ser pagas depois da entrada do dinheiro da União, em um estágio mais avançado da obra.
Na prática, porém, a recomposição das participações do estado, município e do parceiro privado também terá impacto para o governo federal, que deve financiá-la via BNDES. O orçamento total corrigido da obra passaria de R$ 4,691 bilhões para R$ 5,899 bilhões. Ainda assim, a estimativa de correção pode ser considerada baixa – se fosse reproduzida, ao longo dos próximos seis anos, a inflação registrada no ano passado (6,41%, de acordo com o IPCA), o índice acumulado seria de pelo menos 38%.
“Queremos deixar claro, com o reajuste solicitado à União, que estamos trabalhando com parâmetros corretos, sérios”, justificou Fruet. “Se não for assim, o consórcio vencedor do edital vai pegar R$ 1,8 bilhão não reajustado e um ano depois vai pedir reequilíbrio do contrato. Vai ficar pior para todo mundo.”
O prefeito calculou que, caso o governo federal acate o pedido, é possível finalizar o processo licitatório ainda em 2015 e começar as obras em 2016. A conclusão do empreendimento deve demorar entre quatro e cinco anos.
A primeira tentativa de licitação do metrô foi barrada em agosto do ano passado em decisão do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TC) Ivan Bonilha. A prefeitura havia chegado a anunciar a abertura dos envelopes com os consórcios concorrentes, mas o TC suspendeu o processo com a alegação de que o edital continha irregularidades.
Em dezembro, a concorrência foi liberada, com recomendação de mudanças, como a definição de diretrizes que deverão ser seguidas obrigatoriamente pelo consórcio vencedor. Ao todo, as discussões sobre o projeto atual do metrô somam 13 anos.
Fonte - Revista Ferroviária  09/04/2015

COMENTÁRIO Pregopontocom

Bem....já assistimos a essa experiência aqui em Salvador,Prefeitura tentando construir e operar um sistema de Metrô,o resultado foram 14 anos de espera e especulações e apenas 5 Km de linha mal concluída.....não funcionou,..........torcemos para que no caso de Curitiba tudo de certo......

quarta-feira, 25 de março de 2015

Mobilidade Urbana é tema de intercâmbio entre Sedur Ba e Prefeitura de Curitiba

Mobilidade

O secretário afirmou que "eles estão interessados [em saber] como implantamos uma PPP e resolvemos um problema, que se arrastava há 13 anos, o Metrô de Salvador. Eles estão com o mesmo problema, há três anos, tentando fazer uma licitação e não conseguem. Iremos ajudá-los a viabilizar uma PPP que torne possível a construção do Metrô de Curitiba. Ao mesmo tempo, nos interessa saber como funciona o sistema de integração na capital paranaense”.

Secom
foto-ilustração/Pregopontocom
Troca de experiências. Este foi o objetivo da reunião, que aconteceu na manhã desta quarta (25), entre o secretário de Desenvolvimento Urbano, Carlos Martins, e o secretário de Planejamento e Administração de Curitiba, Fábio Dória Scatolin, na sede da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur), no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador
No encontro, o intercâmbio de ideias ocorreu principalmente em torno de dois aspectos prioritários: o modelo de Parceria Público-Privada (PPP), que o Governo do Estado tem realizado com o metrô de Salvador, e a experiência no modelo de integração de modais implantado pela Prefeitura de Curitiba, referência em mobilidade urbana no Brasil.
Segundo Carlos Martins, "são duas cidades que têm projetos muito significativos de mobilidade. Curitiba tem experiência em planejamento urbano e de integração que data de algum tempo. Ao discutirmos e trocarmos a experiência da PPP do Metrô de Salvador e a integração tarifária de lá, as duas capitais saem ganhando".
O secretário afirmou que "eles estão interessados [em saber] como implantamos uma PPP e resolvemos um problema, que se arrastava há 13 anos, o Metrô de Salvador. Eles estão com o mesmo problema, há três anos, tentando fazer uma licitação e não conseguem. Iremos ajudá-los a viabilizar uma PPP que torne possível a construção do Metrô de Curitiba. Ao mesmo tempo, nos interessa saber como funciona o sistema de integração na capital paranaense”.
Fábio Dória fez boa avaliação do encontro. “Um aspecto importante para nós é que Salvador foi a primeira PPP que recebeu recursos do governo federal e, dessa maneira, tem uma metodologia que está sendo colocada e que nós vamos ter que seguir também. Salvador serve um pouco como farol, o olhar inicial. O que é feito em Salvador pelo Governo da Bahia, nós vamos fazer também. Nosso processo está um pouco atrasado, devemos licitar e começar a obra no ano que vem”.
Também estiveram presentes no encontro a superintendente de Mobilidade da Sedur, Grace Gomes, a diretora de Mobilidade da secretaria, Ana Cláudia Nascimento, e o coordenador de Concessões e Parcerias da Prefeitura de Curitiba, Carlos Augusto Nissel.
Fonte - Secom Ba  25/03/2015

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Câmara aprova R$ 700 mi para o metrô de Curitiba

Transportes sobre trilhos

A Prefeitura de Curitiba pretende obter até R$ 700 milhões em empréstimo junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para usá-los como contrapartida na construção do metrô. O orçamento total da obra está fixado em R$ 4,8 bilhões.

G1
foto - ilustração
A Câmara Municipal de Curitiba aprovou em primeiro turno, nesta terça-feira (2), o projeto que autoriza a prefeitura a contratar empréstimo para a construção do metrô. Foram 32 votos favoráveis à proposta, que tramita em regime de urgência na Casa. O texto ainda deve ser votado em segundo turno e receber redação final antes de seguir para apreciação do Executivo.
A Prefeitura de Curitiba pretende obter até R$ 700 milhões em empréstimo junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para usá-los como contrapartida na construção do metrô. O orçamento total da obra está fixado em R$ 4,8 bilhões.
Do total da obra, a prefeitura já conseguiu levantar R$ 1,8 bilhão, que foram liberados pelo governo federal, para o início da construção. Além do empréstimo, a prefeitura conta com mais R$ 700 milhões, que devem ser levantados junto ao governo estadual, que precisará fazer um segundo empréstimo para cobrir a construção. O restante será pago pela iniciativa privada, que poderá explorar o serviço após a entrega da obra.

Projeto
O projeto atual do metrô prevê uma linha de 17,6 quilômetros, entre o Terminal do Cabral e a CIC Sul. Neste trecho, devem ser construídas 15 estações. A expectativa da prefeitura é entregar a obra em até cinco anos. Num segundo momento, a linha deverá ser estendida até o Terminal Santa Cândida. Porém, essa parte da obra ainda não possui orçamento e nem prazo de entrega.

Edital suspenso
Na sexta-feira (22), o Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) suspendeu o andamento da licitação para construção e operação do metrô. A Diretoria de Fiscalização de Obras Públicas do órgão apontou as irregularidades no edital, o que levou o órgão a determinar a suspensão cautelar da licitação, que estava prevista para segunda-feira (25).
Conforme o relatório, não há no edital detalhamento do objetivo da Parceria Público-Privada (PPP), bem como não foi apresentada pesquisa de origem-destino. O relatório ainda afirma que as diretrizes para obtenção do licenciamento ambiental foram feitas por órgão sem competência legal.
O TCE-PR estabeleceu, então, prazo de 15 para que a prefeitura se manifestasse. A administração municipal informou que os questionamentos alegados já haviam sido respondidos anteriormente.
Fonte - Revista Ferroviária  02/09/2014

COMENTÁRIO Pregopontocom

Que se tome como exemplo o "metrô" de Salvador que sobre a responsabilidade da prefeitura local levou 14 anos para construir apenas 5 km do total de 13 km da linha 01 e nem se quer conseguiram colocar em funcionamento esse pequeno trecho.Tomara que no caso de Curitiba de tudo certo,mas.... mesmo assim acho um contrassenso um Metrô ser construído e operado por uma prefeitura,a mesma pode até colaborar,quando o correto seria ficar sobre a responsabilidade do Gov. do Estado,por questões obvias,inclusive as ligadas aos subsídios quando o mesmo entrar na faze de operação.