quinta-feira, 11 de outubro de 2018

A Solaris fornecerá 5 ônibus elétricos para Bascharage em Luxemburgo

Ônibus elétrico  🚌

Os ônibus de 12 m serão tracionados por dois motores elétricos de 125 kWh, já os articulados terão um motor de tração central de 240 kW. Todos os ônibus serão equipados com ar-condicionado, sistema de informações para passageiros, CCTV, iluminação LED e cintos de segurança.

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
Operador de transportes de Luxemburgo encomendou a fabricante polonesa Solaris, cinco ônibus  elétrico a  bateria  para operar em Bascharage.
Dois ônibus Solaris de 12 metros deverão ser entregues em março de 2019, e mais três ônibus articulados de 18 m serão entregues em junho.Todos os cinco ônibus serão equipados com baterias Solaris High Energy,que serão recarregadas através do sistema de plug-in de carregamento ou através de um pantógrafo montado no teto em outras ocasiões.
Os ônibus de 12 m serão tracionados por dois motores elétricos de 125 kWh, já os articulados terão um motor de tração central de 240 kW. Todos os ônibus serão equipados com ar-condicionado, sistema de informações para passageiros, CCTV, iluminação LED e cintos de segurança.
A Solaris teve a sua compra anunciada recentemente pela CAF,a multinacional espanhola fabricante de veículos metroferroviários.
Pregopontocom  11/10/2018

Grupo comemora Dia das Crianças em uma viagem animada no Metrô de Salvador nesta quinta-feira (11)

Transportes sobre trilhos  🚇

A viagem que vai levar meninos e meninas de 3 a 14 anos,cerca de 60 crianças do Colégio Divino Alfa, situado em Barra do Jacuípe e do grupo da Igreja de Bom Juá,integra o programa de visitas Nos Trilhos da CCR Metrô Bahia, que recebe pessoas interessadas em conhecer melhor o sistema metroviário, seus bastidores e curiosidades.

Da Redação
Divulgação/CCR
Uma viagem especial sobre trilhos vai celebrar o Dia das Crianças antecipado. Nesta quinta-feira (11), cerca de 60 crianças do Colégio Divino Alfa, situado em Barra do Jacuípe, e do grupo da Igreja de Bom Juá irão embarcar no metrô da alegria às 9h30. A manhã será de muita diversão e conhecimento com personagens infantis, pintura facial, escultura de balões, jogo da memória da Liga da Segurança e distribuição de gibis - com orientações sobre condutas no metrô - e trens de papel para montagem. O passeio irá percorrer a Linha 1, com partida e chegada na Estação Retiro.
A viagem que vai levar meninos e meninas de 3 a 14 anos, integra o programa de visitas Nos Trilhos da CCR Metrô Bahia, que recebe pessoas interessadas em conhecer melhor o sistema metroviário, seus bastidores e curiosidades. As visitas são voltadas para a comunidade técnica, setores acadêmicos, empresas, representantes de governo, instituições, escolas públicas e privadas, grupos e público em geral. Desde que foi instituído, em 2014, o programa já recebeu mais de 15 mil pessoas da capital, interior e de outros estados. As visitas são acompanhadas por colaboradores da empresa e realizadas em horários alternativos aos de pico.
Com informações da CCR Metrô Bahia  11/10/2018

Prefeitos do ABC pedem compromisso com Metrô

Transportes sobre trilhos  🚄

Três dos seis prefeitos que integram o Consórcio Intermunicipal do ABC (Diadema não faz mais parte do grupo), aprovaram ontem termo de compromisso que será entregue nesta semana aos dois candidatos que disputam o segundo turno – Márcio França (PSB) e João Doria (PSDB). O documento pede que, a partir de 1º de janeiro, as obras sejam iniciadas em 12 meses.

Jornal Metro

Prevista inicialmente para ser inaugurada neste ano, mas ainda sem obras, a linha 18-Bronze do Metrô, que prevê ligar São Bernardo à capital pelo sistema monotrilho, passando por Santo André e São Caetano, será objeto de cobrança da região ao próximo governador do estado.
Três dos seis prefeitos que integram o Consórcio Intermunicipal do ABC (Diadema não faz mais parte do grupo), aprovaram ontem termo de compromisso que será entregue nesta semana aos dois candidatos que disputam o segundo turno – Márcio França (PSB) e João Doria (PSDB). O documento pede que, a partir de 1º de janeiro, as obras sejam iniciadas em 12 meses.
O texto foi aprovado por Paulinho Serra (PSDB), de Santo André, Orlando Morando (PSDB), de São Bernardo e também presidente da entidade regional, e Kiko Teixeira (PSB), de Ribeirão Pires, – os três foram os únicos a participarem da reunião mensal dos prefeitos, realizada na manhã de ontem.
Embora São Caetano esteja entre os municípios beneficiados com a linha, o prefeito José Auricchio Júnior (PSDB) não participou da reunião para assinatura do documento – a ausência dele nos encontros do Consórcio tem sido frequente.

Histórico
Em agosto de 2014, foi assinada a PPP (Parceria Público-Privada) entre o Estado e o consórcio Vem ABC, vencedor da licitação para construção e operação do ramal. A previsão inicial era começar as obras no mesmo ano e finalizá-las em quatro anos.
O entrave está na obtenção de recurso para as desapropriações ao longo do trecho, estimado em aproximadamente R$ 500 milhões. Até o fim do ano passado, o governo estadual tinha nota baixa de capacidade financeira, o que impedia a contratação de empréstimo internacional. Em 10 meses deste ano, mesmo com melhor avaliação de crédito, o estado ainda não conseguiu avançar no financiamento.
“O estado tem orçamento para isso, depende do foco. As demandas são várias, por isso, queremos condicionar um prazo máximo de 12 meses para o assunto não ficar solto”, disse Morando. A linha 18-Bronze deve ter 13 estações, com 15,7 km e custar R$ 4,2 bilhões.
Fonte - Revista Ferroviária  10/10/2018

Parte da Rodoviária de Brasília é interditada

Mobilidade  🚌

Segundo nota da empresa de Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans), "quatro linhas de ônibus tiveram o embarque e desembarque alterado. As mudanças vigoram enquanto durarem os reparos técnicos no local". Não foi informado data ou horário de retorno à normalidade.

Agência Brasil
Marcello Casal jr/Agência Brasil
Parte da Rodoviária do Plano Piloto de Brasília, onde se cruzam os eixos que formam o desenho urbanístico da cidade e onde há um grande número de terminais de ônibus urbanos, está interditada. Segundo nota da empresa de Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans), "quatro linhas de ônibus tiveram o embarque e desembarque alterado. As mudanças vigoram enquanto durarem os reparos técnicos no local". Não foi informado data ou horário de retorno à normalidade.
A interdição começou na tarde de hoje (10) em parte do térreo da rodoviária, onde há embarque e desembarque de quatro linhas de ônibus. "Os passageiros das linhas 620.1 e 0.620, que vão para Planaltina, passam a embarcar no Eixinho L, ao lado da plataforma superior. Já os usuários que utilizam as linhas 2302 (Gama) e 2202 (Santa Maria), que são paradoras do BRT, podem embarcar no Eixinho W, entre o Conjunto Nacional e o Conic. Os passageiros que utilizam a Plataforma B, onde operam as demais linhas do BRT, continuam embarcando na mesma plataforma".
O DFTrans não informou o motivo da interdição. A Agência Brasil solicitou informações à Defesa Civil, que repassou a demanda à Secretaria de Segurança Pública que, por fim, repassou à Subsecretaria de Relações com a Imprensa do Governo do Distrito Federal. Até a publicação deste texto, não houve retorno.
Fonte - Agência Brasil 10/10/2018

terça-feira, 9 de outubro de 2018

Ciência brasileira pede socorro

Ciência & Tecnologia 

A ciência não significa saberes que começam e permanecem em "laboratórios". O avanço científico está na vida social e econômica de uma Nação. Impedir que o Brasil invista nessa área é a mesma coisa que condená-lo ao atraso intelectual, social e econômico.

Portogente
foto - ilustração/arquivo
Depois do corte ou congelamento de verbas destinadas a diversos setores, entre esses educação, saúde e ciência, tramita no Senado Federal projeto que veda o bloqueio de recursos orçamentários destinados ao desenvolvimento científico e tecnológico do País. O Projeto de Lei do Senado (PLS) 315/2017, do senador Otto Alencar (PSD-BA), altera a Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101, de 2000) para determinar que, além das despesas com serviço da dívida pública, não poderão ser objeto de cortes as verbas do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).
De acordo com o parlamentar, em 2016 o fundo conseguiu empenhar apenas R$ 1 bilhão do total de R$ 2,7 bilhões de sua dotação orçamentária, ou seja, 60,9 % dos recursos para inovação foram contingenciados naquele ano. “O fundo é um instrumento importante sem o qual dificilmente haverá desenvolvimento econômico e social do país”, observou.
O projeto muda a natureza do fundo, de contábil para financeira. Essa alteração permitirá a separação dos recursos do fundo dos da Conta Única do Tesouro Nacional, viabilizando a aplicação dos recursos no sistema financeiro. A matéria eleva ainda o percentual de recursos orçamentários, de até 25% para até 50%, a serem emprestados pelo fundo à Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Um benefício adicional da medida apontado pelo senador é que, “ao tomar empréstimos, haverá um incentivo à escolha de projetos com maior probabilidade de sucesso, o que tende a ser positivo para a inovação”.
A ciência não significa saberes que começam e permanecem em "laboratórios". O avanço científico está na vida social e econômica de uma Nação. Impedir que o Brasil invista nessa área é a mesma coisa que condená-lo ao atraso intelectual, social e econômico.
Fonte - Portogente  09/10/2018

Metrô de Salvador se torna modelo de sucesso

Transportes sobre trilhos  🚇

A história bem-sucedida começou em outubro de 2013, quando o Grupo CCR venceu a licitação e assinou o contrato para assumir o sistema. Até então, os soteropolitanos amargavam uma má experiência. Desde 2000, a obra havia avançado apenas 6 quilômetros em meio a polêmicas, falta de recursos e suspeitas de superfaturamento. O governo estadual assumiu o controle e propôs uma parceria público-privada integral. 

O Estado de S. Paulo - ANPTrilhos
foto - ilustração/arquivo
Uma esperança para acelerar os projetos de mobilidade urbana no País percorre os 33 quilômetros de trilhos de Salvador. Na capital baiana, o metrô se tornou um exemplo de obra de infraestrutura na área de transportes executava com rapidez e competência.
A história bem-sucedida começou em outubro de 2013, quando o Grupo CCR venceu a licitação e assinou o contrato para assumir o sistema. Até então, os soteropolitanos amargavam uma má experiência. Desde 2000, a obra havia avançado apenas 6 quilômetros em meio a polêmicas, falta de recursos e suspeitas de superfaturamento. O governo estadual assumiu o controle e propôs uma parceria público-privada integral. Em vez de erguer a obra e contratar uma empresa para cuidar dos trens, o estado optou por chamar, por meio de leilão, um único consórcio parar assumir todo o processo (construção, operação e manutenção do sistema), ditando o ritmo dos investimentos no período de 30 anos.
Com a parceria público-privada integral, a empresa contratada também arca com os gastos, o que estimula a economia. No caso baiano, a obra custou R$ 4,8 bilhões, com uma contrapartida estadual e federal de pouco mais da metade desse valor. Outra vantagem é o estímulo à rapidez na construção: como os empresários têm interesse no funcionamento do sistema tendo em vista o retorno financeiro, o tempo é administrado com mais rigor.
Na Bahia, quem saiu ganhando foram os usuários. Pesquisas indicam que 90% dos passageiros estão satisfeitos. “Para o concessionário que presta o serviço, o importante não é a obra propriamente dita. Ele faz um investimento pesado e, se demorar demais para concluí-lo, perde dinheiro – porque gastou e não arrecadou. Quanto mais cedo o metrô ficar pronto para operar, mais receita irá gerar, dado que o prazo de concessão é fixo”, explicou o ex-presidente da CCR Metrô Bahia Luís Valença, que hoje comanda a ViaQuatro e a ViaMobilidade, responsáveis pela operação e manutenção das linhas 4-Amarela, 5-Lilás e 17-Ouro do metrô de São Paulo.
Fonte - ANPTrilhos 08/10/2018

sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Ferrofrente leva a Brasília propostas para malha ferroviária brasileira

Transportes sobre trilhos  🚄🚃🚃🚃

O presidente José Manoel Ferreira Gonçalves,diz que a Ferrofrente defende um projeto de governo que contemple a questão ferroviária de forma ampla, por meio de políticas públicas e que haja maior utilização de critérios técnicos e não políticos.Da forma como está organizada hoje, a utilização das ferrovias só está a serviço do escoamento de matérias-primas de um reduzido grupo empresarial, sem atender a interesses coletivos e beneficiar as cidades cortadas pelas ferrovias. Esses grupos acenam com investimentos pontuais para conseguir a renovação das concessões até 2058, o que seria catastrófico para o país", comenta.

Revista Ferroviária
foto - ilustração/arquivo
A Ferrofrente (Frente Nacional pela volta das Ferrovias) realiza nesta quinta-feira, dia 4, uma agenda em Brasília para defender mudanças no projeto nacional para o modal ferroviário. Além disso, a entidade irá apresentar um documento aos dois presidenciáveis que chegarem ao segundo turno.
O presidente da Ferrofrente, José Manoel Ferreira Gonçalves, declarou que estão previstos encontros com a ministra Cármen Lúcia (relatora da ação proposta pela Procuradoria-Geral da República contra a renovação antecipada das ferrovias); no TCU, com técnicos e o ministro Augusto Nardes e na ANTT (ainda sem nome definido).
Ao lado da Ferrofrente, Gonçalves conta que participam da iniciativa associações ligadas a categorias econômicas e profissionais do setor como Bernardo Figueiredo, ex-presidente da ANTT, Frederico Bussinger, consultor, e Jean Pejo, presidente da Alaf (Associação Latino-Americana de Ferrovias).
Gonçalves diz que a Ferrofrente defende um projeto de governo que contemple a questão ferroviária de forma ampla, por meio de políticas públicas e que haja maior utilização de critérios técnicos e não políticos.
"Da forma como está organizada hoje, a utilização das ferrovias só está a serviço do escoamento de matérias-primas de um reduzido grupo empresarial, sem atender a interesses coletivos e beneficiar as cidades cortadas pelas ferrovias. Esses grupos acenam com investimentos pontuais para conseguir a renovação das concessões até 2058, o que seria catastrófico para o país", comenta.
A minuta da proposta da Ferrofrente (que, segundo Gonçalves, ainda será submetida ao grupo que apoia a frente) diz que a primeira necessidade é a reestruturação dos marcos regulatórios, ajustando a lei 13.448 (que trata da renovação antecipada), em especial no sentido de:
- Revogar os atuais artigos referentes a prorrogações;
- Fixar critérios para alocação de recursos das outorgas, destinando-os a novos investimentos ferroviários (acima de tudo naqueles que dão acesso aos portos);
- Prever Análise de Impacto Regulatório para todas as normas;
- Prever novos critérios de julgamento de licitação de concessões.
A Ferrofrente recomenda ainda uma atualização da Agenda Regulatória da ANTT, estabelecendo normas sobre interoperabilidade, definindo um modelo de precificação do Direito de Passagem e do Tráfego Mútuo e pontuando os Serviços Acessórios.
Fonte - Revista Ferroviária  04/10/2018

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Brasil joga sua sorte no domingo

Ponto de Vista/Política  🔍

Mais obscura fica essa questão quando o líder das pesquisas tem como símbolo da sua campanha disparar uma arma de fogo. Esse cenário beligerante preocupante passa uma impressão de que surge uma alienação entre os grupos sociais e indivíduos que passam a considerar o outro um estranho e uma ameaça. 

Portogente
foto - ilustração
Impossível formular qualquer previsão de rumo do Brasil enquanto não se der o resultado definitivo das eleições à Presidência da República. Mais obscura fica essa questão quando o líder das pesquisas tem como símbolo da sua campanha disparar uma arma de fogo. Esse cenário beligerante preocupante passa uma impressão de que surge uma alienação entre os grupos sociais e indivíduos que passam a considerar o outro um estranho e uma ameaça. Infelizmente, falta um discurso que faça entender a conjuntura e as ações necessárias para superar as adversidades.
Por que um capitão reformado, não tão aceito dentro das forças armadas e que por 28 anos vem exercendo mandato político sem expressão, pode resolver os complexos problemas do Brasil com um discurso com ênfase em dar tiros? Será uma reprise do Collor eleito com o Ypon nos marajás, golpe perfeito e mortal das artes marciais? Bem provável que essa confusa realidade seja consequência do impacto da tecnologia da Internet e suas redes sociais na política, conjunto com uma total decomposição do sistema político do Brasil.
No entanto, essa desordem é a grande oportunidade de mudanças no meio das trevas em que vivemos. É preciso também considerar que essa crise ocorre em dimensão global, acima dos problemas brasileiros. Nesse cenário mundial de relacionamentos multilaterais teremos que construir nossos instrumentos e fortalecer nossas instituições para promover justiça e esperança. É um pacto que não se consegue edificar com clichês econômicos de impacto do tipo reinstituir a CPMF e cortar 13º salário do trabalhador. E sempre é bom lembrar que não se consegue enganar a todos todo o tempo.
O fato do nosso produto não estar ainda bem posicionado no comércio internacional exige esforços para alinhar o País com a dinâmica e pressões de competitividade, bem como dar respostas às mudanças do mercado e ter sucesso no ambiente comparativo. Trata-se de uma série de fatores que abrangem a produção inovadora, logísticas ágeis, regulação, fomento e negociação comercial. Fatores que se constituem a base da economia e que constroem o valor da moeda. Será que o Posto Ipiranga tem combustível suficiente para o Brasil vencer esse desafio?
Findadas as eleições dominadas pelo marketing eleitoral, a recorrente frustração dessas esperanças de campanha vai erodindo a legitimidade. A resignação vai sendo substituída pela indignação. A elite do dinheiro e seus comandados na vida intelectual que dominam a classe média não consegue atingir as classes populares menos influenciáveis por esses mecanismos. Este conflito é o que se vive hoje no Brasil, por conta de um presidente mal acabado. Num mundo de redes digitais, onde todos podem se expressar, a greve dos caminhoneiros deixa o recado.
Fonte - Portogente  04/10/2018

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Força-tarefa pela indústria naval

Política/Desenvolvimento 👷 🚢

O maior estaleiro do País único de quinta geração no Brasil,localizado ás margens do Rio Paraguaçu no município de Maragogipe na Bahia, com área de 1,6 milhão de metros quadrados, capacidade de processar 100 mil toneladas de aço por turno/ano e com potencial de gerar 4 mil empregos, promoveu o desenvolvimento territorial do Recôncavo, no auge de sua operação, iniciada em 2012.

Portogente
Comitiva da Secretaria de Desenvolvimento Econômico
visitou instalações do estaleiro Enseada, em Maragogipe.
foto -  Divulgação.
O governo do Estado da Bahia criou uma força-tarefa, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), para viabilizar o reaquecimento do setor da Indústria Naval na Bahia. O foco é a retomada de operação do estaleiro Enseada, instalado e licenciado em Maragogipe, no Recôncavo baiano. Único de quinta geração no Brasil, com tecnologia de ponta e qualidade na produtividade, o Enseada já foi um celeiro de oportunidades e chegou a empregar mais de 7,4 mil pessoas, em sua maioria do Recôncavo. A intenção é atrair investidores e parcerias, além do apoio institucional, para que o empreendimento volte a gerar emprego e renda na região.

foto - ilustração/Gov.Bahia
O maior estaleiro do País, com área de 1,6 milhão de metros quadrados, capacidade de processar 100 mil toneladas de aço por turno/ano e com potencial de gerar 4 mil empregos, promoveu o desenvolvimento territorial do Recôncavo, no auge de sua operação, iniciada em 2012. Para se ter um recorte deste passado, o produto Interno Bruto (PIB) de Maragogipe, em três anos, saltou de R$ 194 milhões para R$ 753 milhões, crescendo 272%. Além disso, no período de 2012 a 2015, mais de 7 mil empresas foram abertas na região, segundo dados da Junta Comercial da Bahia (JUCEB). Os acionistas que deram origem à Enseada, à época, investiram R$ 3 bilhões no empreendimento. Hoje, os 35 funcionários lotados no estaleiro cuidam da manutenção dos equipamentos na planta industrial, situada às margens do Rio Paraguaçu.
“Precisamos fazer este importante ativo operar. Não tem ninguém que não se sensibilize com este panorama. Trata-se de um empreendimento com investimento altíssimo, que fomentou a economia do Estado, mas que sofreu um revés devido à crise nacional do petróleo e da Indústria Naval. Nosso primeiro passo, enquanto governo, é a construção deste fórum de debate, para reestruturação deste setor da nossa economia. Há condições para um clima de esperança e viabilidade, pois a tecnologia e o potencial produtivo do estaleiro são fatos concretos”, afirma Luiza Maia, Secretária Estadual de Desenvolvimento Econômico.
O compromisso de se constituir a força-tarefa, ou grupo de trabalho, que deverá integrar outras Secretarias, ocorreu no dia 5 de setembro, durante visita de uma comitiva da SDE às instalações da Enseada Indústria Naval. Na ocasião, o presidente do empreendimento, Maurício de Almeida, destacou que o estaleiro foi preparado para construir navios de alta complexidade e mudou o cenário do Recôncavo baiano com a qualificação de mão de obra local.
Fonte - Portogente  03/10/2018

terça-feira, 2 de outubro de 2018

Como foi construída a 1ª capsula de passageiros Hyperloop do mundo

Tecnologia/🚅 

A primeira cápsula Hyperloop de passageiro em grande escala do mundo, construída na Espanha pela Airtificial, prepara-se para a otimização das instalações de pesquisa e desenvolvimento da Toulouse. A cápsula, chamada 'Quintero One', é construída quase totalmente em Vibranium,feito especialmente de um material compósito inteligente de dupla camada,foi construído nas instalações aeroespaciais do sul da Espanha da Airtificial.





imagem - ilustração/YouTube

Trensurb e RGE iniciam projeto-piloto para colocar ar-condicionado nos trens antigos

Transportes sobre trilhos  🚄

Por meio do programa de eficiência energética, a empresa pretende trocar os motores dos veículos antigos, que consomem muita energia e impedem a utilização do ar-condicionado.O primeiro passo será a retirada de um dos 24 veículos antigos de circulação, para que seja possível trocar seus motores. Depois, será feita a instalação do ar-condicionado.

Gaúcha ZH
foto - ilustração/arquivo
A Trensurb e a Rio Grande Energia (RGE) assinaram, na última sexta-feira (28), um protocolo de intenções que irá garantir o início do atendimento de uma das principais reivindicações dos usuários do transporte público: a colocação de ar-condicionado em todos os trens. Por meio do programa de eficiência energética, a empresa pretende trocar os motores dos veículos antigos, que consomem muita energia e impedem a utilização do ar-condicionado.
O primeiro passo será a retirada de um dos 24 veículos antigos de circulação, para que seja possível trocar seus motores. Depois, será feita a instalação do ar-condicionado.
A intenção é que ainda em 2019 este trem volte a operar e sirva como modelo para que a Trensurb tenha uma noção de quanto investimento será necessário para realizar todo o processo. Com os custos definidos, a empresa conseguirá projetar quanto precisará para fazer a adaptação nos demais 23 trens e poderá voltar a buscar recursos do projeto de eficiência energética.
Pelo cronograma, após a assinatura, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) precisa aprovar a parceria.
Depois disso, um estudo de viabilidade técnica e econômica será desenvolvido pelos técnicos da Trensurb. Quando essa etapa for cumprida, a RGE poderá destinar recursos, a fundo perdido, do Programa de Eficiência Energética, que prevê investimento anual de 0,5% da sua receita líquida operacional no ano.
A próxima etapa é a abertura de licitação para contratar a empresa que irá fazer a troca dos motores. Enquanto isso, a Trensurb seguirá buscando verba para a compra dos aparelhos de ar-condicionado.
Pela expectativa da Trensurb, quando for possível concluir o serviço em todos os trens, a empresa conseguirá economizar R$ 12 milhões por ano, o que equivale a 30% do que será gasto em 2018, mesmo após a instalação dos aparelhos de ar-condicionado.
— Hoje não há energia disponível. Os motores atuais (dos trens antigos) consomem quase toda energia — diz o diretor-presidente da Trensurb, David Borille.


Energia solar nas estações
Dentro do mesmo protocolo de intenções, a Trensurb também está buscando investimento para instalar painéis solares.
O primeiro teste será feito na estação Niterói, em Canoas. A estimativa da empresa é que seja necessário R$ 1,5 milhão para fazer a instalação das placas. A projeção atual é que o investimento se paga em até seis anos.
Este processo é mais rápido do que a colocação de ar-condicionado nos trens, pois não seria preciso buscar recurso extra para concluir o processo. Concluída essa etapa, a empresa poderá planejar os investimentos nas demais 21 estações.
Atualmente, a Trensurb compromete 50% do seu orçamento em gasto com pessoal. Outros 30% são investimentos na manutenção da empresa. Os demais 20% são referentes aos gastos com energia, que a Trensurb pretende reduzir consideravelmente nos próximos anos, o que ajudaria a evitar reajustes maiores da tarifa.
Fonte - Abifer  01/10/2018

Terceirização no setor público ameaça concurso público no Brasil, afirma especialista

Ponto de Vista   👷

Para o especialista em Direito do Trabalho e advogado do escritório Mauro Menezes &; Advogados, Rodrigo Torelly, o decreto é inconstitucional, pois permite na prática a terceirização no setor público e ameaça consequentemente a investidura nos cargos e empregos públicos por meio dos concursos. “É facilmente percebível que o decreto padece de inconstitucionalidade, porque viola frontalmente o artigo 37, II, da Constituição Federal, que prevê a exigência do concurso público para investidura em cargo ou emprego público, corolário dos princípios da legalidade, da impessoalidade, da eficiência, da moralidade, da publicidade, da eficiência, da isonomia e da segurança jurídica”, afirma o especialista.

Portogente
foto - ilustração
Foi publicado no último dia 21 de setembro no Diário Oficial da União, pelo Governo Federal, o Decreto 9.507/2018 que regulamenta e permite a contratação de serviços indiretos no setor privado por parte da Administração Pública Federal Direta, autárquica e fundacional e pelas empresas públicas e sociedades de economia mista controladas pela União.
Para o especialista em Direito do Trabalho e advogado do escritório Mauro Menezes & Advogados, Rodrigo Torelly, o decreto é inconstitucional, pois permite na prática a terceirização no setor público e ameaça consequentemente a investidura nos cargos e empregos públicos por meio dos concursos. “É facilmente percebível que o decreto padece de inconstitucionalidade, porque viola frontalmente o artigo 37, II, da Constituição Federal, que prevê a exigência do concurso público para investidura em cargo ou emprego público, corolário dos princípios da legalidade, da impessoalidade, da eficiência, da moralidade, da publicidade, da eficiência, da isonomia e da segurança jurídica”, afirma o especialista.
De acordo com Torelly, o decreto ainda apresenta “conceitos vagos e imprecisos” que abre margem para uma ampliação desmedida dos serviços em tese podem ser terceirizados. “O concurso público é a ferramenta mais adequada e democrática para o preenchimento de cargos, empregos e funções públicas, afastando qualquer tipo de influência, apadrinhamento e perseguições e a escolha do melhor candidato. Foi uma conquista obtida por todos os cidadãos na Constituição de 1988”, defende.
O especialista lembra que o Supremo Tribunal Federal no recente julgamento sobre terceirização não apreciou à questão sob a ótica da exigência constitucional do concurso público e dos princípios a ele inerentes. “O decreto materializa e instrumentaliza a nefasta prática da terceirização nos serviços públicos, que traz consigo o esvaziamento da garantia constitucional da relação de emprego protegida, inviabiliza a defesa dos interesses e direitos da categoria profissional, viola o princípio constitucional da progressividade social dos direitos fundamentais e deixa de garantir igualdade salarial”, afirma.
O decreto diz em seu artigo 10º, § 7º, que o objetivo das contratações indiretas é “desincumbir-se das tarefas de planejamento, coordenação, supervisão e controle” e “impedir o crescimento desmesurado da máquina administrativa” para “desobrigar-se da realização material de tarefas executivas, recorrendo, sempre que possível, à execução indireta, mediante contrato, desde que exista, na área, iniciativa privada suficientemente desenvolvida e capacitada a desempenhar os encargos de execução”.
Caso o decreto seja mantido, poderão ser contratados serviços terceirizados, em substituição ao trabalho de funcionários concursados, por empresas públicas como a Caixa Econômica Federal e autarquias como o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).
Fonte - Portogente  02/10/2018

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Lewandowski manda cumprir decisão que autoriza entrevistas com Lula

Política  👀

Na sexta-feira (28), Lewandowski tinha emitido liminar autorizando Lula a conceder entrevistas na carceragem da Polícia Federal, em Curitiba, onde está preso desde 7 de abril. Os pedidos de entrevista foram feitos pelos jornalistas Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo, e Florestan Fernandes. Os jornalistas reclamaram ao STF depois de decisão da 12ª Vara Federal de Curitiba de negar acesso da imprensa a Lula.

Débora Brito
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração/arquivo
O ministro do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski determinou hoje (1) que o magistrado responsável pela 12ª Vara Federal de Curitiba e o Superintendente da Polícia Federal de Curitiba (PR) “permitam, com urgência e imediatamente”, o acesso dos jornalistas Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo, e Florestan Fernandes, com equipe técnica e equipamentos, para entrevistarem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Na sexta-feira (28), Lewandowski tinha emitido liminar autorizando Lula a conceder entrevistas na carceragem da Polícia Federal, em Curitiba, onde está preso desde 7 de abril. Os pedidos de entrevista foram feitos pelos jornalistas Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo, e Florestan Fernandes. Os jornalistas reclamaram ao STF depois de decisão da 12ª Vara Federal de Curitiba de negar acesso da imprensa a Lula.
Em seguida à decisão de Lawandowski, o ministro Luiz Fux, também do Supremo, suspendeu a decisão, em resposta à reclamação do Partido Novo, que se opôs à autorização para entrevistas nas vésperas das eleições.
Nos mandatos expedidos hoje, o ministro Lewandowski acolheu as petições dos jornalistas e determinou o cumprimento de sua decisão da última semana. O ministro acrescenta no despacho que a apresentação da decisão proferida na Superintendência da PF seja suficiente para sua execução, “sob pena de configuração de crime de desobediência, com o imediato acionamento do Ministério Público para as providências cabíveis, servindo a presente decisão como mandado”.
Lewandowski expõe que a suspensão proferida por seu colega [Luiz Fux] “incorre em vícios gravíssimos” e não é capaz de produzir qualquer efeito legal, pois “não possui forma ou figura jurídica admissível no direito vigente”.
Na autorização concedida a Florestan Fernandes, o ministro destaca que preserva sua reclamação para garantir “o direito constitucional de exercer a plenitude da liberdade de imprensa como categoria jurídica proibitiva de qualquer tipo de censura prévia, bem como o direito do próprio custodiado de conceder entrevistas a veículos de comunicação”.
Fonte - Agência Brasil  01/10/2018

Bicicleta roda mais na era digital

Ciclismo/Mobilidade  🚲

Congestionamento e poluição são dois grandes desafios para os planejadores das cidades modernas, da era da tecnologia.Ao falarmos de poluição nos centros urbanos, são indesejáveis a sonora e a do ar. Entretanto, não basta tirar a circulação dos veículos motorizados, sem propor solução para o deslocamento ágil. Nesse contexto, toma vulto o papel da bicicleta compartilhada com tecnologia.

Editor Portogente
Porto Gente
Inventada na China no século XVII, a bicicleta se destaca nos dias de hoje como parte da solução da mobilidade humana nas cidades modernas. Congestionamento e poluição são dois grandes desafios para os planejadores das cidades modernas, da era da tecnologia.
Ao falarmos de poluição nos centros urbanos, são indesejáveis a sonora e a do ar. Entretanto, não basta tirar a circulação dos veículos motorizados, sem propor solução para o deslocamento ágil. Nesse contexto, toma vulto o papel da bicicleta compartilhada com tecnologia.
A resposta dos usuários foi muito animadora. O primeiro grande esquema público de compartilhamento de bicicletas, o Velib, lançado em Paris em 2007, atraiu 20 milhões de usuários em seu primeiro ano. Além dos óbvios benefícios ambientais, também trouxe consideráveis ​​vantagens à saúde - estima-se que os usuários do Velib tenham queimado mais de 19 bilhões de calorias nos primeiros seis anos do esquema.
Quinze anos atrás, havia apenas quatro esquemas de compartilhamento de bicicletas em cidades ao redor do mundo, mas agora há quase 1.000. Agora, novos esquemas como Ofo, apelidado de Uber para motos, querem uma fatia da ação.
Ofo é a maior operadora de compartilhamento de bicicletas da China, com uma estimativa de três milhões de usuários diários em 34 cidades do país. Está em mais 150 cidades em todo o mundo. Os usuários clicam no aplicativo para localizar a bicicleta mais próxima e receber um código de quatro dígitos para desbloqueá-lo. Simples.
Novos tempos com a antiga e sempre prazerosa bicicleta na era da tecnologia.
Fonte - Portogente 29/09/2018

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Queremos trens urbanos e metrôs

Transportes sobre trilhos  🚄  🚇

Precisamos urgentemente de uma política permanente para o financiamento dos transportes públicos, com ênfase no modo metroferroviário, que tem de ser considerado como o coração do sistema de transporte público de qualquer grande cidade brasileira, devido à sua enorme capacidade de atender às crescentes demandas por transporte de massa e por sua reconhecida produtividade, competitividade e eficácia.

Marcus Quintela
Jornal do Brasil*

foto - ilustração/arquivo (linha 2 Metrô de Salvador)
Há pouco mais de 12 anos, em março de 2006, estávamos entrando no período eleitoral e resolvi escrever este mesmo artigo, aqui no JB, para chamar a atenção dos candidatos à Presidência e aos governos estaduais da época para os gravíssimos problemas dos transportes urbanos, que afetam a vida das pessoas e que são serviços públicos fundamentais para a qualidade de vida da população. Como poucos projetos foram implementados, desde então, e a situação continua periclitante em quase todas as grandes cidades brasileiras, volto a escrever sobre o assunto.
O transporte urbano precisa imperiosamente ser tratado pelos governantes como uma necessidade humana básica, assim como a educação, saúde, habitação, saneamento, segurança e nutrição. Entretanto, não é isso que constatamos em nossas cidades, que possuem sistemas de transportes deficientes, sacrificantes e altamente dependentes do transporte sobre pneus, em vez de privilegiar o transporte sobre trilhos, mais eficaz, econômico e menos poluente.
Precisamos urgentemente de uma política permanente para o financiamento dos transportes públicos, com ênfase no modo metroferroviário, que tem de ser considerado como o coração do sistema de transporte público de qualquer grande cidade brasileira, devido à sua enorme capacidade de atender às crescentes demandas por transporte de massa e por sua reconhecida produtividade, competitividade e eficácia. Além disso, o transporte de passageiros sobre trilhos tem um grande poder estruturante sobre a economia das áreas urbanas. Todavia, há o problema da viabilidade financeira para a expansão, modernização e construção de novos sistemas sobre trilhos.
Em praticamente todos os países, as receitas tarifárias dos metrôs e ferrovias de passageiros não cobrem seus custos totais, mas, nem por isso, deixam de ser implementados permanentemente, mesmo subsidiados oficialmente, de alguma forma, e continuam considerados como a principal solução de mobilidade urbana. No Brasil, a cobertura dos custos operacionais pelas receitas é muito baixa e os subsídios governamentais são muito elevados. Dessa forma, sugiro aos candidatos que, para as próximas eleições, incluam em seus planos de governo projetos de transporte público sobre trilhos e apresentem soluções orçamentárias e financeiras para seus financiamentos.
Para ajudar os candidatos, posso citar as seguintes ações para o financiamento de projetos metroferroviários: (a) destinação de percentual significativo da Cide para o sistema metroferroviário e garantia do restante para financiar a infraestrutura rodoviária do país; (b) determinação ao BNDES para a concessão de financiamentos para a infraestrutura, equipamentos e material rodante metroferroviário; (c) redução ou isenção dos tributos incidentes sobre o transporte público, incluindo combustíveis e energia elétrica; (d) apoio e fomento ao uso de energias renováveis, conforme definido no Protocolo de Kyoto, para que os recursos da venda do crédito carbono sejam investidos em infraestrutura de transportes; (e) criação de condições mais favoráveis para a decolagem das PPP federais, que ainda dependem de regras claras por parte do governo, segurança jurídica, marcos regulatórios definitivos e fundos garantidores consistentes e líquidos; (f) elaboração de estudos de viabilidade e de projetos básicos e executivos, para facilitar a atração de recursos financeiros, nacionais e estrangeiros; (g) criação de uma autoridade federal única para planejamento, execução, gerenciamento e fiscalização de projetos; e (g) incentivo fiscal e tributário à indústria metroferroviária nacional.
Espero que os candidatos percebam que o transporte metroferroviário de passageiros é de suma importância para o desenvolvimento econômico, social e ambiental do país, além de gerar dividendos políticos, pois proporciona forte geração de empregos, com reativação da indústria ferroviária nacional, evita perda de vidas humanas, com menos acidentes fatais, contribui com a qualidade de vida das pessoas, como menos poluições sonora e atmosférica, menos danos psicológicos, ganhos de tempo e mais segurança.
* Doutor em Engenharia de Produção pela Coppe/UFRJ, mestre em Transportes pelo IME e professor da FGV
Fonte - Revista Ferroviária  28/09/2018