quarta-feira, 3 de julho de 2013

Dilma: proibição a avião de Morales compromete diálogo com a Europa


A presidenta classificou de inaceitável a atitude de alguns países europeus de proibir que o avião do presidente da Bolívia, Evo Morales, sobrevoasse seus espaços aéreos. “O constrangimento ao presidente Morales atinge não só a Bolívia, mas toda a América Latina. Compromete o diálogo entre os dois continentes"

Luana Lourenço
Repórter da Agência Brasil

Brasília - A presidenta Dilma Rousseff classificou hoje (3) de inaceitável e constrangedora a atitude de alguns países europeus de proibir que o avião do presidente da Bolívia, Evo Morales, sobrevoasse seus espaços aéreos na noite de ontem (2). Morales voltava de uma viagem a Moscou quando foi obrigado a fazer uma escala 13 horas em Viena (Aústria), depois que Portugal, França, Itália e Espanha desautorizaram o sobrevoo sobre seus territórios.
“O governo brasileiro expressa sua indignação e repúdio ao constrangimento imposto ao presidente Evo Morales por alguns países europeus, que impediram o sobrevoo do avião presidencial boliviano por seu espaço aéreo, depois de haver autorizado seu trânsito”, disse a presidenta, por meio de nota.
Dilma disse que a atitude dos europeus causou “surpresa e espanto” ao governo brasileiro e que o constrangimento atinge não só Morales, mas todos os países latino-americanos e compromete o diálogo com a Europa. “O constrangimento ao presidente Morales atinge não só a Bolívia, mas toda a América Latina. Compromete o diálogo entre os dois continentes e possíveis negociações entre eles. Exige pronta explicação e correspondentes escusas por parte dos países envolvidos nesta provocação”, ponderou.
O incidente com o avião presidencial boliviano ocorreu por suspeitas de que o ex-consultor da CIA, a agência de inteligência dos Estados Unidos, Edward Snowden estivesse a bordo. Snowden é acusado de traição nos Estados Unidos. Segundo Dilma, a justificativa é “fantasiosa” e desrespeita as regras internacionais, além de ter colocado a vida de Morales em risco.
“O noticiado pretexto dessa atitude inaceitável – a suposta presença de Edward Snowden no avião do presidente –, além de fantasiosa, é grave desrespeito ao direito e às práticas internacionais e às normas civilizadas de convivência entre as nações. Acarretou, o que é mais grave, risco de vida para o dirigente boliviano e seus colaboradores”, condenou Dilma.
A presidenta diz ainda que o governo brasileiro “encaminhará iniciativas em todas instâncias multilaterais, especialmente em nosso continente, para que situações como essa nunca mais se repitam”. A União das Nações Sul-Americanas (Unasul) já convocou uma reunião extraordinária para discutir o incidente com Morales. Dilma deve enviar um representante ao encontro, que ainda não tem data confirmada.
Mais cedo, o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, conversou por telefone com o chanceler da Bolívia, David Choquehuanca, e expressou repúdio do governo brasileiro ao episódio e classificou de arrogante a atitude dos europeus.
A Bolívia já anunciou que vai denunciar Portugal, Espanha, França e Itália na Comissão dos Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) por terem fechado o espaço aéreo ao avião do presidente Evo Morales.
Fonte - Agência Brasil  03/07/22013

A COVARDIA EUROPEIA CONTRA O PRESIDENTE MORALES


A covardia europeia contra o presidente Evo Morales
Os europeus, os campeões da defesa da democracia, do Estado de Direito e da liberdade, demonstraram que suas relações com a Casa Branca estão acima de tudo e que podem pisotear os direitos de um avião presidencial caso isso seja preciso para que o grande império não se incomode com eles. Um rumor infundado sobre a presença no avião presidencial boliviano do ex-espião estadunidense Edward Snowden, conduziu a um sério incidente diplomático aeronáutico entre Bolívia, França, Portugal e Espanha.
Por Eduardo Febbro.

Os europeus são incorrigíveis. Para não ficar mal com o império norte americano são capazes de violar todos os princípios que defendem nos fóruns internacionais. O presidente boliviano Evo Morales foi o último a experimentar as consequências dessa política de palavras solidárias e gestos mesquinhos. Um rumor infundado sobre a presença no avião presidencial boliviano do ex-membro da Agência Nacional de Segurança (NSA) norte americana, o estadunidense Edward Snowden, conduziu a um sério incidente diplomático aeronáutico entre Bolívia, França, Portugal e Espanha.
Voltando de Moscou, onde havia participado da segunda cúpula de países exportadores de gás, realizada na capital russa, Morales se viu forçado a aterrissar no aeroporto de Viena depois que França, Portugal e Espanha negaram permissão para que seu avião fizesse uma escala técnica ou sobrevoasse seus espaços aéreos. Os “amigos” do governo norte americano avisaram os europeus que Morales trazia no avião Edward Snowden, o homem que revelou como Washington, por meio de vários sistemas sofisticados e ilegais, espionava as conversações telefônicas e as mensagens de internet da maioria do planeta, inclusive da ONU e da União Europeia.
O certo é que Edward Snowden não estava no avião de Evo Morales. No entanto, ante a negativa dos países citados em autorizar o sobrevoo do avião presidencial, Morales fez uma escala forçada na Áustria. As capitais europeias coordenaram muito bem suas ações conjuntas para cortar a rota de Evo Morales. Surpreende a eficácia e a rapidez com que atuaram, tão diferente das demoradas medidas que tomam quando se trata de perseguir mafiosos, traficantes de ouro, financistas corruptos ou ladrões do sistema financeiro internacional.
Segundo a informação da chancelaria boliviana, o avião havia obtido a permissão da Espanha para fazer uma escala técnica nas Ilhas Canárias. Essa autorização também foi cancelada e, finalmente, o avião teve que aterrissar no aeroporto de Viena. Segundo declarou em La Paz o chanceler boliviano David Choquehuanca, “colocou-se em risco a vida do presidente que estava em pleno voo”. “Quando faltava menos de uma hora para o avião ingressar no território francês nos comunicam que tinha sido cancelada a autorização de sobrevoo”. O ministro pediu uma explicação tanto da França quanto de Portugal, país que tomou a mesma decisão que a França.
“Queriam nos amedrontar. É uma discriminação contra o presidente”, disse Choquehuanca. Em complemento a esta informação, o portal de Wikileaks também acusou a Itália de não permitir a aterrisagem do avião presidencial boliviano. Em Paris, o conselheiro permanente dos serviços do primeiro-ministro Jean-Marc Ayrault disse que não tinha nenhuma informação sobre esse assunto. Por sua vez, a chancelaria francesa disse que não estava em condições de comentar ocaso. Bocas fechadas, mas atos concretos.
Ao que parece, todo esse enredo se armou em torno da presença de Snowden no aeroporto de Moscou. Alguém fez circular a informação de que Snowden estava no aeroporto da capital russa com a intenção de subir no avião de um dos países latino-americanos dispostos a lhe oferecer asilo político. Snowden é procurado por Washington depois de revelar a maneira pela qual o império filtrava as conversações no mundo. O chanceler boliviano qualificou como uma “injustiça” baseada em “suspeitas infundadas sobre o manejo de informação mal intencionada” o cancelamento das permissões de voo para o avião de Evo Morales. “Não sabemos quem inventou essa soberana mentira; querem prejudicar nosso país”, disse Choquehuanca. “Não podemos mentir à comunidade internacional e não podemos levar passageiros fantasmas”, advertiu o responsável pela diplomacia boliviana.
Em La Paz, as autoridades adiantaram que não receberam nenhum pedido de asilo por parte de Edward Snowden. Evo Morales havia evocado a possibilidade de conceder asilo a Snowden, mas só isso. O mesmo ocorreu com outra vítima da informação e da perseguição norte americana, o fundador do Wikileaks, Julian Assange. O mundo ficou pequeno para Edward Snowden.
Assange está refugiado na embaixada do Equador em Londres e Snowden encontra-se há dez dias na zona de trânsito do aeroporto de Sheremétievo, em Moscou. Segundo Dmitri Peskov, o secretário de imprensa do presidente Vladimir Putin, o norte americano havia solicitado asilo a Rússia, mas depois “renunciou a suas intenções e a sua solicitação”. Peskov esclareceu, porém, que o governo russo não entregaria o fugitivo para a administração norte-americana: “o próprio Snowden por sincera convicção ou qualquer outra causa se considera um defensor dos direitos humanos, um lutador pelos ideais da democracia e da liberdade pessoal. Isso é reconhecido pelos ativistas e organizações de direitos humanos da Rússia e também por seus colegas de outros países. Por isso é impossível a entrega de Snowden por parte de quem quer que seja a um país como os EUA, onde se aplica a pena de morte.
Quando se referiu ao caso de Snowden em Moscou, Evo Morales assinalou que “o império estadunidense conspira contra nós de forma permanente e quando alguém desmascara os espiões, devemos nos organizar e nos preparar melhor para rechaçar qualquer agressão política, militar ou cultural”. Os europeus, os campeões da defesa da democracia, do Estado de Direito e da liberdade, demonstraram que suas relações com a Casa Branca estão acima de tudo e que podem pisotear os direitos de um avião presidencial caso isso seja preciso para que o grande império não se incomode com eles.
* Tradução de Marco Aurélio Weissheimer
Fonte - Carta Maior  03/07/1013

Protestos obedecem um roteiro - Quem são os autores?

Foto: Werther Santana/Estadão Conteúdo (B.K)

Caminhoneiros protestaram na Castello Branco (SP) por 15 horas /


Com o esvaziamento das manifestações nas ruas e praças das cidades, os protestos tomaram o rumo das estradas e caminhoneiros bloquearam ontem 22 rodovias em nove Estados, fechando inclusive o acesso ao porto de Santos, que só foi liberado na manhã desta terça-feira.
Desde o dia 6 de junho, quando dois mil manifestantes do Movimento Passe Livre protestaram na avenida Paulista, em São Paulo, contra o aumento de 20 centavos nas passagens de ônibus, os protestos se espalharam por todo o pais e foram multiplicando sua pauta de reivindicações, que foi da PEC 37 ao combate à corrupção, dos gastos com a Copa à melhoria nos serviços públicos, atacando todos os governos, políticos e partidos.
Depois de três semanas, os protestos urbanos perderam o folego e foram para as estradas. O Movimento Brasil Caminheiros, liderado há 14 anos pelo empresário Nélio Botelho, que em 1999 fechou as principais rodovias do país e provocou até desabastecimento em algumas cidades, apresenta agora as mesmas reivindicações daquele tempo: redução do preço dos pedágios e do óleo diesel, entre outras benfeitorias para a categoria.
Mesmo depois que o governo de São Paulo suspendeu a cobrança de pedágio para caminhões sem carga, razão primeira do protesto, o movimento decidiu que continuará nas estradas até quinta-feira, infernizando a vida de quem precisa viajar.
É no mínimo estranho que os caminhoneiros de Nélio Botelho voltem aos bloqueios justamente agora que a situação estava começando a se normalizar nas cidades, depois que a maior parte das reivindicações do povo nas ruas foi atendida rapidamente pelos três poderes.
Na mesma hora em que as estradas eram fechadas, apenas 100 gatos pingados apareceram ontem no mesmo Largo da Batata, em São Paulo, que reuniu 65 mil pessoas do Movimento Passe Livre no último dia 17 de junho, desta vez para protestar contra o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-SP).
No início da noite, 40 pessoas saíram às ruas de Florianópolis para pedir mais ética na politica; 200 manifestantes pediram o fim da corrupção em Manaus; mais 200 saíram em Maceió contra a contratação de médicos estrangeiros; outros 80 fecharam a PR-116 em Fortaleza, pedindo sinalização e uma passarela; com pedidos variados, 60 protestaram em Foz do Iguaçu, o mesmo número que saiu às ruas em Santos para pedir a integração das tarifas de balsas e ônibus; só em Vitória o número chegou a 1.000 para pedir o fim da cobrança de pedágio.
Geradas nas redes sociais e amplificadas pela cobertura generosa da grande mídia, inclusive durante transmissões esportivas e em programas de auditório, as manifestações de protesto parecem seguir um roteiro para que não parem nunca mais, encadeando uma pauta na outra. Certamente não se trata da obra de um único e criativo pauteiro. Pode ser tudo uma grande coincidência, mas não custa perguntar quem podem ser seus autores e quais seriam seus reais objetivos, já que até hoje tudo nos é apresentado como algo espontâneo, que brota de uma difusa insatisfação popular não registrada pelas pesquisas nem pelos agentes da Abin.
Em seu artigo de hoje no "Observatório da Imprensa", sob o título "A história ainda não foi contada, falta o narrador", Alberto Dines deixa uma pergunta no ar:
"No sábado, 6 de julho, o vulcão completará um mês de atividade ininterrupta. Hora de perguntar: alguém já contou esta história _ como começou, mudou e o que ainda vai acontecer?"
Em busca de respostas, Dines constata: "Estamos observando os escombros, identificando vítimas, avaliando efeitos, conscientes da dimensão do ocorrido, testemunhas mais ou menos informadas. Poucos, no entanto, sabem com exatidão por que a cratera adormecida, de repente, começou a cuspir fogo".
Talvez só os historiadores do futuro, daqui a muitos anos, nos contem como foi construído e desenvolvido este roteiro.
Fonte - Balaio do Kotscho 02/07/2013

VLT retirara 80% dos ônibus que circulam nas avenidas de Cuiabá

O Documento
O estudo elaborado pela Secretaria da Copa (Secopa) em parceria com a Prefeitura de Cuiabá sobre o funcionamento e alimentação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), deve ser concluído neste segundo semestre, conforme previsão do secretário da Copa, Maurício Guimarães. Através deste Plano de Mobilidade Urbana serão redefinidas as linhas dos ônibus que operam em Cuiabá.
Atualmente, existem 371 ônibus que compõe a frota em Cuiabá, sendo 24 ônibus de reserva. O aum
Foto - ilustração
ento ou redução desta frota será feito a partir deste estudo. O secretário municipal de Transporte, Antenor Figueiredo, aponta que equipe da Secretaria participa da Comissão que elabora o projeto de estudo sobre a alimentação do VLT.
“Enquanto não soubermos como será o funcionamento do VLT, não saberemos como será a questão das linhas dos ônibus que devem alimentar o modal. Este estudo concreto deve apontar quantos ônibus seriam precisos para alimentar o VLT”, disse Antenor.
A previsão deste Plano de Mobilidade Urbana é de que cerca de 80% dos ônibus deixem de circular nas principais avenidas da cidade, sendo que as linhas municipais de Cuiabá devem sofrer uma redução de cerca de 50%. O estudo irá apontar quais linhas serão extintas e quais devem permanecer. Sobre o valor da passagem, o governo do Estado exigiu que deve ser compatível e integrado aos sistemas de arrecadação do transporte público em Cuiabá e Várzea Grande, atualmente, fixado em R$2,85.
Já o presidente da Associação Matogrossense de Transportes Urbanos (MTU), Ricardo Caixeta, criticou o atraso da Secopa em realizar este estudo. “Este Plano de Mobilidade Urbana deveria ter sido uma das primeiras coisas a se fazer quando decidiu pela implantação do modal”, apontou.
Caixeta descarta conclusão do VLT em março de 2014, conforme cronograma da Secopa. Para o presidente do MTU, as obras devem ficar prontas apenas do trecho do Aeroporto em Várzea Grande até o bairro do Porto em Cuiabá. “Não acredito que a obra fique pronta para 2014, mas ela ficará e com isso, haverá mudança em todas as linhas do ônibus”, observou.
O secretário Antenor Figueiredo observa que o transporte é o mais prejudicado com as obras da Copa. “As obras tem causado grande transtorno ao trânsito e o transporte público sofre com este desgaste, mas estudaremos o aumento da frota a partir deste estudo do VLT, mas, até o fim do ano, os ônibus com mais de 10 anos, serão trocados. Então, a renovação dos ônibus é garantida”, destacou.
Dos 395 ônibus, incluindo os reservas, devem ser trocados 13 ônibus, já que existem 10 ônibus com 9 a 10 anos, e três ônibus com 10 a 11 anos. “Existe o prazo de cinco anos para se trocar a frota dos ônibus antigos, quando chega aos 10 anos de uso, temos uma média permitida de tempo de uso, e a Secretaria tem fiscalizado isto constantemente”, garantiu Figueiredo.
São mais de 367 mil usuários do transporte coletivo em Cuiabá, que rendem mensalmente, o valor de mais de R$4 milhões.
Fonte - Revista Ferroviária 02/07/2013

TAV RIO / SP - Concessionária deve arrecadar R$ 244,1 bi

G1
A empresa que vencer o leilão para operar o primeiro trem-bala brasileiro, que vai ligar as cidades de Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro, deverá arrecadar um total de R$ 244,2 bilhões ao longo dos 40 anos de concessão, de acordo com minuta de contrato publicada nesta terça-feira (2) pela Agência Nacional de Transportes Terrestre (ANTT).
foto ilustração - Pregopontocom
Os R$ 244,1 bilhões se referem à soma de receitas com a exploração do trem-bala, incluindo desde a arrecadação com a cobrança de passagens até fontes alternativas como oferta de serviço aos passageiros nos terminais e estações.
Leilão previsto para setembro -
A ANTT manteve a previsão de realizar o leilão do trem-bala em 19 de setembro. A assinatura do contrato com a vencedora está marcada para 27 de fevereiro de 2014. O prazo é necessário para permitir questionamentos ao resultado da licitação, além-análise de documentos.
Este primeiro leilão vai escolher a tecnologia do trem-bala brasileiro. Além de oferecer o veículo, a empresa vencedora vai operá-lo. Um segundo leilão será feito pelo governo para a construção da infraestrutura (linha, estações) para a passagem do trem.
Pela minuta do contrato, o governo tem até 1º de janeiro de 2019 para entregar a estrutura para passagem do trem-bala. Concluído isso, a operadora tem até junho de 2020 para oferecer o serviço completo, em toda a extensão da linha.
Fonte - Revista Ferroviária  02/07/2013

Foguete russo explode após o lançamento e espalha substâncias tóxicas no ar

Vídeo do acidente que causou prejuízo de US$ 200 milhões está na internet

Um foguete Proton-M lançado pela Rússia do cosmódromo de Baikonur, no Casaquistão, caiu 17 segundos após a sua partida, nesta terça-feira, 2, às 8h38 no horário local. O aparelho desviou-se da trajetória vindo a colidir com o solo da própria base de saída. O acidente não causou vítimas, mas um prejuízo inicialmente estimado em US$ 200 milhões.

O Proton-M levava três satélites do sistema de navegação russo Glonass e a explosão causada pela queda lançou para o ar 500 toneladas de combustível, com substâncias tóxicas, segundo a companhia de seguros responsável pelo foguete. Todo o cosmódromo passará por um processo de limpeza e os moradores locais estão orientados a não deixarem suas casas. Os especialistas, porém, acreditam que a contaminação deve ser mínima, uma vez que todos os produtos devem ter sido queimados.O Proton-M, momentos antes do lançamento, colocaria em órbita três satélites do sistema Glonass

         O vídeo do momento do acidente



Fonte - Diário da Russia  02/07/2013

terça-feira, 2 de julho de 2013

Edward Snowden pede asilo político ao Brasil

Embaixada brasileira em Moscou não se posicionou sobre a solicitação do ex-espião


A Embaixada do Brasil em Moscou tomou a mesma posição das diplomacias na capital russa de dos países aos quais o ex-agente de informações dos Estados Unidos Edward Snowden pediu asilo. Todas não quiseram se manifestar sobre a solicitação. O ex-espião, que continua na área de trânsito do Aeroporto de Shemeretyevo em Moscou e desistiu do asilo na Rússia, fez este mesmo pedido, também, para Alemanha, Áustria, Bolívia, China, Cuba, Espanha, Finlândia, França, Holanda, Índia, Irlanda, Itália, Nicarágua, Noruega, Polônia, Suíça e Venezuela, além do Equador, que já lhe concedeu status de refugiado político desde que saiu de Hong Kong e chegou à Rússia no domingo, 23 de junho.
Fonte - Diário da Russia  02/07/2013

TSE define prazo mínimo de 70 dias para realização do plebiscito

Foto ilustração -Wikipédia 
O Tribunal Superior Eleitoral informou que o prazo mínimo para realizar o plebiscito sobre reforma política é 70 dias, a contar de 1º de julho ao segundo domingo de setembro (dia 8), "se tiverem início imediato as providências no sentido da realização da consulta". O prazo foi  efinido em reunião entre a presidenta do TSE, Cármen Lúcia, e os presidentes dos 27 tribunais regionais eleitorais


Jorge Wamburg
Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou hoje (2) que o prazo mínimo necessário para realizar o plebiscito sobre a reforma política é 70 dias, a contar do dia 1º de julho ao segundo domingo de setembro (dia 8), "se tiverem início imediato as providências no sentido da realização da consulta". O prazo foi definido em reunião que durou mais de três horas entre a presidenta do TSE, ministra Cármen Lúcia, e os presidentes dos 27 tribunais regionais eleitorais do país.
Na ata da reunião, o TSE ressalta que "atrasos na definição da consulta terão consequência óbvia e inevitável sobre esse calendário, porque não é possível ter o início de providências com dispêndio de esforços humanos e de dinheiros públicos, senão com a específica finalidade que está prévia e legalmente estabelecida."
O prazo de 70 dias definido pelo TSE é uma resposta à consulta feita ontem (1º), formalmente, pela presidenta Dilma Rousseff ao tribunal, por intermédio do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.
A posição do TSE é baseada em estudos preliminares feitos por órgãos internos dos tribunais regionais eleitorais, "em regime de urgência, e sujeitas essas análises às adaptações necessárias a partir da superveniência da convocação formal que venha a ser feita."
Na ata, o TSE diz ainda que o prazo de 70 dias foi definido "para garantir a informação do eleitorado sobre o que lhe venha a qer questionado".
Fonte - Agência Brasil  02/07/2013

Cortejo em comemoração ao 2 de Julho tem início em Salvador

Da Redação, com informações de Anderson Sotero
A Tarde
Policiamento é reforçado para desfile cívico
O cortejo em comemoração à Independência da Bahia teve início por volta das 9h30 desta terça-feira, 2, no Largo da Lapinha, em Salvador. O desfile começou após a execução do hino ao Dois de Julho e o hasteamento da bandeira do Brasil por autoridades como o governador Jaques Wagner e o prefeito ACM Neto.
O cortejo seguiu pelas ruas do Centro da cidade em direção à Praça Municipal e ao Terreiro de Jesus, no Pelourinho. Os festejos começaram com uma alvorada de fogos, por volta das 6 horas, no Largo da Lapinha. Cerca de uma hora depois, o caboclo e a cabocla, símbolos da Independência da Bahia, já haviam sido posicionados para o início do desfile.
População participa de cortejo do Dois de Julho

Manifestantes aproveitam cortejo do Dois de Julho para protestar

Manifestante segura placa em protesto contra o prefeito ACM Neto
A Tarde
                
A Tarde      





A Tarde

A Tarde
Fonte - A Tarde 02/07/2013

Maiores capitais já podem usar os R$ 50 bi liberados por Dilma para o transporte

Lei federal obriga municípios a aprovarem um plano de longo prazo para receber verba da União para mobilidade


Antonio Cruz/ABr
Dilma Rousseff recebe representantes de centrais sindicais, no Palácio do Planalto




As seis maiores capitais brasileiras já estão prontas para receber o repasse federal de R$ 50 bilhões que a presidente Dilma Rousseff anunciou na última segunda-feira (24) para ajudar as cidades brasileiras a reestruturar o transporte público.
São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Fortaleza e Belo Horizonte já se adaptaram à lei federal 12.587, aprovada no ano passado. De acordo com ela, as cidades com mais de 20 mil habitantes terão até 2015 para apresentar um Plano Municipal de Mobilidade ou não receberão um centavo da União a partir dessa data. Apenas Salvador, a terceira capital mais populosa, está sem projeto, mas o Ministério das Cidades vai aceitar uma adaptação de seu plano de mobilidade para a Copa do Mundo.
A informação é do próprio ministério, que colheu as informações a pedido doiG . A pasta não tabulou, no entanto, o número total de cidades que já entregou seu plano. Especialistas acreditam que os municípios retardatários correm o risco de desperdiçar a verba recém-liberada em obras que depois precisarão ser refeitas quando o Plano de Mobilidade finalmente sair do papel.

“As prioridades no transporte público variam de acordo com a cidade. A única necessidade em comum é o Plano de Mobilidade, fundamental para que as obras ocorram de acordo com o perfil e prioridades de cada município”, diz Ailton Brasiliense Pires, presidente da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP).Renato S. Cerqueira/Futura Press
Modelo de Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) em exposição na 9ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, em 2012. Projeto é apontado por especialistas como boa solução
Para evitar o uso indevido da verba, o gerente de política pública do Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento, Pedro Torres, acredita que as cidades deveriam evitar grandes construções e priorizar a qualificação do que já existe.
“No curto prazo, é recomendável melhorar o que já existe”, diz ele ao lembrar que a falta de qualidade dos serviços foi uma das bandeiras levantadas pelo Movimento Passe Livre (MPL), que levou milhares de pessoas às ruas de todo o País. “Há um descompasso entre o preço da passagem e a qualidade do serviço. É melhor usar o dinheiro para melhorar a frota, fazer pequenas reformas em terminais e corredores e investir na pontualidade.”
“Não basta implantar um novo sistema sem que exista um projeto integrado com o desenvolvimento da cidade”, concorda o professor de pós-graduação em Transporte na Universidade de Brasília (UnB), Paulo César Marques. “A lei federal deve ser o critério para a aplicação dos recursos. Dinheiro usado sem planejamento pode deixar de atender quem precisa urgentemente de transporte. Sem esse estudo, não dá pra saber onde precisa de mais metrô, por exemplo.“
Depois que todo o sistema estiver melhor estruturado e o Plano Municipal aprovado, será hora de investir em grandes obras - o que as seis capitais mais populosas já podem fazer. “Aí será hora dos investimentos de médio e longo prazo”, concorda o presidente da ANTP.
O professor da UnB aponta as vantagens do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). “É o bonde moderno. Além de poluir menos, não exige uma grande estrutura, como o metrô.” Ele espera que a opção pelos trilhos ganhe força. “Ele não atende apenas a demanda, mas induz desenvolvimento do município.”
Os especialistas concordam que cravar algumas soluções para todas as cidades é ilusório. “Esses Planos Municipais exigem a participação popular em sua elaboração. Também por isso ele é indispensável”, diz Marques.
Restrição a carros - 
Torres critica a “contradição” entre a verba anunciada para o transporte público e o incentivo à indústria automobilística, que coloca cada vez mais carros de passeio na rua. “O governo zerou o IPI e aumentou o crédito para comprar carro. Do que adianta investir em transporte de massa se as vias estão entupidas? A política de restrição já deveria ter começado.” Ele concorda, no entanto, que o transporte público precisa melhorar antes que a sociedade opte pelo ônibus ou trem, e é aí que a verba federal pode ser útil.
Impopular no Brasil, o pedágio urbano é considerado um sucesso em Londres, onde também se adotou uma política de estacionamentos. “O dinheiro arrecadado com o pedágio e com estacionamentos é revertido para a melhoria do transporte público. É isso que deveria ser discutido no Brasil”, diz ele.
Defensor da Tarifa Zero, Marques lembra que o transporte rodoviário é "grátis", uma vez que a construção de pontes, viadutos e novas pistas é feita com dinheiro do orçamento. “E quem precisa de transporte público é a cidade, não o passageiro. Se o município não oferecer transporte, a cidade para. Ela depende dessa mobilidade, mas quem paga é a parcela mais pobre da população.”
Fonte - Ultimosegundo 01/07/2013

Dilma diz que governo pode ampliar investimentos em mobilidade urbana e transporte público

Luana Lourenço, Sabrina Craide e Wellton Máximo
Repórteres da Agência Brasil
Brasília - A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (1°) que o governo está avaliando possibilidades de redução de gastos em algumas áreas para aumentar investimentos em mobilidade urbana e transporte público. No último dia 24, o governo anunciou que vai disponibilizar mais R$50 bilhões para investimentos em obras no setor em resposta à onda de manifestações que ocorreram no país e que tiveram origem na reivindicação do Movimento Passe Livre pela redução da tarifa de ônibus em São Paulo.
foto - ilustração
“Estamos olhando a possibilidade de, reduzindo outros gastos, ver o que conseguimos fazer em programas muito mais robustos junto com governadores e prefeitos. Esta é uma questão relevante que deve ser tratada”, disse a presidenta em entrevista após reunião ministerial. Em relação à proposta de tarifa zero, Dilma disse que a redução tem que ter fonte de financiamento definida. “Não há como supor que qualquer redução tarifária possa sair de outro bolso que não o nosso, como contribuinte ou como usuário, por isso a necessidade de discutir investimentos”.
A presidenta disse que os investimentos em transporte público, principalmente metrô, foram negligenciados durante muitos anos. “É impossível conceber um país com cidades que chegam a 20 milhões sem uma estrutura de trasporte urbano baseado em metrô, VLT [veículo leve sobre trilhos], BRT [sigla em inglês para trânsito rápido de ônibus], transporte integrado e com a questão, tão bem colocada, dos preços das tarifas”, avaliou.
Dilma interrompeu a reunião ministerial para dar a entrevista coletiva. A presidenta está reunida com sua equipe ministerial para discutir a onda de manifestações no país e as medidas que serão adotadas pelo governo em resposta aos protestos. A reunião ocorre na residência oficial da Granja do Torto.
Além dos 36 ministros e representantes do governo, os líderes do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM) e no Congresso, José Pimentel (PT-CE), também participam da reunião. Apenas os ministros da Cultura, Marta Suplicy, e das Relações Exteriores, Antonio Patriota, que estão em viagem ao exterior, e da Educação, Aloizio Mercadante, que está doente, não participaram da reunião, mas enviaram representantes.
Fonte -  Agência Brasil  01/07/2013

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Veículo Leve sobre Pneu pode ser alternativa para Manaus

O transporte coletivo de Manaus, alvo de manifestações, deve passar por reformulações e mudanças


O sistema (VLP) pode ser adequado para a capital amazonense

Isabelle Valois
Em Tempo
Novas tecnologias para o transporte de massa estão sendo estudadas pela Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU).
O titular da Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU) e do Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização do Trânsito (Manaustrans), Pedro Carvalho, garantiu que está fazendo estudos e pesquisas, desde que assumiu os órgãos, para ter uma base melhor do sistema de transporte público moderno.
Foto ilustração - VLP Translohr
Das novas tecnologias existentes para o transporte público, Carvalho destaca três modelos que são mais utilizados: o metrô, o Veículo Leve sobre Trio (VLT) e o Veículo Leve sobre Pneu (VLP).
Hoje, Pedro Carvalho qualifica o VLP como o sistema mais cabível para o novo sistema a ser implantado na cadeia do trânsito em Manaus.
“O Veículo Leve sobre Pneu tem uma tecnologia que ultimamente está proliferando no mundo. Uma tecnologia nova, de modo que hoje está sendo implantado em Paris (França), com um custo inferior ao VLT e superior ao BRT. Está em nível intermediário. Esse é o único do sistema que, implantado, terá a mesma tarifa que o transporte coletivo urbano de hoje”, garantiu.
A vantagem, como assegura, é que o sistema ocupa menos espaço em relação ao VLT, que em compensação, é necessário de sete metros de largura para implantar nas duas faixas. Já no VLP são necessários apenas 5,20 metros.
Se ganha mais de um metro quando comparadas as tecnologias em espaço para sua implantação, o que é importante para a cidade, principalmente por diminuir os custos com desapropriação nos lugares por onde for implantado.
O VLP também é um sistema que pode ser misturado ao trânsito, pois é totalmente flexível; não polui, pois se alimenta de energia e não precisa de combustível para funciona, além de ser um veículo que sobe rampas até 13% a mais que os tradicionais, pois seus pneus são iguais aos de caminhão.
Com toda a infraestrutura necessária para ele trafegar, o custo do sistema fica em R$ 40 milhões por quilômetro, enquanto o VLT está na faixa de R$ 60 milhões o quilômetro. “É uma boa tecnologia sobre trilhos, rodas de ferro e entre as três modalidades seria o mais caro dos três”, explicou.
O VLP tem a capacidade de transportar em média de 500 passageiros ou até mais dependendo do número de vagões que o sistema terá. Na capital em média 20 milhões de passageiros utilizam o transporte coletivo.
“Estamos buscando uma saída para Manaus, como técnico indico escolhermos apenas uma forma, para poder colaborar com o trânsito, um que seja mais acessível em preço, tanto em sua construção como para o bolso do passageiro”, disse.
Para qualquer implantação desses serviços é necessário recursos. “A prefeitura, mesmo tendo apoio do estado teria dificuldades de implantar qualquer tipo desses sistemas já citados, pois necessitamos da ajuda do governo federal, caso contrário nenhum dos sistemas sairá do papel”, explicou.
Fonte - Mobilize 01/07/2013

COMENTÁRIO Pregopontocom
O VLP embora use pneus  e em vez de rodas de aço para sustenta-lo é considerado um veículo genuinamente ferroviário, pois é um meio de transporte sobre um trilho,(trilho central), onde rodas de aço acopladas ao mesmo servem como guia que asseguram a sua condução e direção nas vias onde trafegam.Existem também outras alternativas de guias e direção como sistemas óticos ou magnéticos.O sistema de alimentação elétrica pode ser através de rede no solo,com rede aérea continua ,ou com redes  aéreas pontuais (localizadas apenas nas paradas) com sistemas de acumuladores embarcados no VLP/VLT  que lhes dão uma autonomia de 1200 metros a cada recarga que é feita em apenas 25 segundos durante cada parada.

Os Inglêses se achando

“Antes de falar mal do meu país, olhe para o seu”, diz Felipão a inglês 



UOL
Em um raro momento que perdeu o bom humor, no seu encontro com os jornalistas depois da conquista da Copa das Confederações, o técnico Luiz Felipe Scolari se irritou com a pergunta de um jornalista inglês e o criticou duramente: “Antes de falar mal do meu país, olhe para o seu”.
Tariq Panja, da Bloomberg, questionou o técnico sobre o contraste entre a alegria dentro do Maracanã e os protestos fora do estádio, reprimidos pela polícia. “Um amigo comentou que havia policiais em número suficiente para invadir o Paraguai.” De pronto, Felipão disse: “Não vou responder”.
Mas emendou: “Aos ingleses, eu gostaria de perguntar: o que aconteceu lá antes dos Jogos Olímpicos?” A referência era às manifestações ocorridas em Londres por causa dos gastos com o evento.
O tom nacionalista do técnico reapareceu, mas em chave bem-humorada, em várias respostas sobre o papel do público na conquista da seleção. “O que estivemos vendo é muito bonito, gente. É assim que precisamos agir, não só no futebol como na vida”.
O técnico também observou: “A nossa equipe hoje representa os anseios do povo brasileiro. É isso que queremos: representar o povo na nossa área. Na outra (a política), não podemos”.
Fonte - do Blog Brasil Mostra a Tua Cara 01/07/2013

ANTT promove reuniões sobre ferrovia Salvador-Recife

Transportes sobre trilhos

Em Feira de Santana, a reunião será realizada no dia em 1º de julho ocorrerá de 14 às 18h, no Hotel Ibis, na rua Coronel José Pinto dos Santos, nº 700 – Bairro São João.Em Recife, a reunião será no dia 03 de julho, entre 14 e 18h no Recife Praia Hotel, na Avenida Boa Viagem, nº 9 – Pina.

ANTT 
foto ilustração - skyscrapercity
Duas reuniões participativas serão realizadas na próxima semana em Feira de Santana/BA (segunda-feira) e Recife/PE (quarta-feira) vão discutir o projeto do traçado do trecho ferroviário entre Feira de Santana e Ipojuca.
Em Feira de Santana, a reunião será realizada no dia em 1º de julho ocorrerá de 14 às 18h, no Hotel Ibis, na rua Coronel José Pinto dos Santos, nº 700 – Bairro São João.
Em Recife, a reunião será no dia 03 de julho, entre 14 e 18h no Recife Praia Hotel, na Avenida Boa Viagem, nº 9 – Pina.
Esse trecho ferroviário integra o Plano de Investimento em Logística lançado pelo governo em agosto do ano passado. A ferrovia terá 893 km de extensão, cortando 37 municípios nos estados da Bahia, Sergipe, Alagoas e Pernambuco.
O ponto de partida localiza-se em Feira de Santana, onde será instalado o pátio de interligação com o trecho ferroviário Belo Horizonte (MG)-Salvador (BA). Em Ipojuca (PE) os trilhos farão ligação com a Ferrovia Nordestina.
A principal obra de arte desse trecho será a ponte sobre o rio São Francisco entre os estados de Sergipe e Alagoas, com extensão de 2.700 metros.
Na Bahia a ferrovia passará pelos municípios de Feira de Santana, Coração de Maria, Santanópolis, Irará, Ouriçangas, Aramari, Inhambupe, Crisópolis, Olindina, Itapicuru, Fátima, Adustina, Paripiranga, Coronel João Sá e Pedro Alexandre.
Em Sergipe os trilhos cortarão os municípios de Tobias Barreto, Poço Verde,Carira, Nossa Senhora da Glória, Monte Alegre de Sergipe, Porto da Folha e Poço Redondo.
Em Alagoas a ferrovia passará pelos municípios de Pão de Açúcar, São José da Tapera, Senador Rui Palmeira, Poço das Trincheiras, Maravilha e Ouro Branco.
Em Pernambuco serão atravessados os municípios Rio Formoso, Gameleira, Ribeirão, Sirinhaém e Ipojuca.
Fonte - Revista Ferroviária  01/07/2013

Metrô DF ( Brasilia) apresenta novidades

foto ilustração - mobilize
Após a assinatura do o acordo coletivo do biênio 2013/2015, os metroviários terão o Plano de Carreiras e Salários (PCS) para finalizarem as conquistas das negociações trabalhistas da data-base da categoria. O plano visa atender várias reivindicações da categoria, além de organizar a carreira e viabilizar a realização de um novo concurso público.
Com o aumento da demanda de usuários no metrô, com a futura expansão da via e projeção para funcionamento de novas estações, a valorização da categoria e a contratação de novos empregados se faz necessária para que o Metrô-DF amplie suas possibilidades de atender a população com mais qualidade, eficiência e segurança.
Outra conquista importante para os usuários do sistema, acontece a partir desta segunda-feira, 1º de julho, quando será destinado um carro exclusivo para mulheres e deficientes em todos os trens do Metrô-DF nos horários de pico, ou seja, das 6h às 8h45 e das 16h45 às 20h15, exceto aos sábados, domingos e feriados. A medida cumpre a Lei Distrital 4.848/2012, que estabeleceu que o metrô tivesse local exclusivo para as mulheres e pessoas com deficiência.
Desde 17 de junho o Metrô DF vem realizando uma campanha educativa e informativa em todo o sistema, com o objetivo de conscientizar o usuário sobre a importância da medida e pedir a colaboração de todos.
O carro exclusivo será sempre o primeiro, o chamado carro líder, localizado logo após a cabine onde está o piloto. Nos demais carros, o uso continuará misto, inclusive permitindo a presença de mulheres e deficientes. “Julho será o mês de testes para sabermos como as pessoas e o próprio sistema irá reagir à mudança. Vamos avaliar a situação e fazer os ajustes necessários, pois nosso foco será sempre a satisfação dos usuários”, garantiu a presidente do Metrô-DF, Ivelise Longhi.
Fonte - Revista Ferroviária  01/07/2013