UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Neojiba comemora 10 anos com quatro concertos especiais

Arte & Cultura  🎻

O ponto alto da comemoração será o megaconcerto do dia 21 (sábado), na Concha Acústica, às 18h, quando todas as gerações do Neojiba estarão reunidas para uma grande homenagem musical ao trabalho realizado nesses 10 anos.

Da Redação
foto - Lenon Reis
Uma grande festa musical na Concha Acústica, duas apresentações sinfônicas na Sala Principal do Teatro Castro Alves (TCA) e um concerto de câmera liderado pelo violinista alemão Markus Däunert. É com essa programação que os Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia (Neojiba) comemoram seu 10º aniversário, entre os dias 14 e 21 deste mês, em Salvador. Cerca de 1.200 crianças, adolescentes e jovens do programa participam dos eventos, que reúnem integrantes dos 12 Núcleos do Neojiba e da Orquestra Infantil da Bahia, formação especialmente criada para a ocasião.
O ponto alto da comemoração será o megaconcerto do dia 21 (sábado), na Concha Acústica, às 18h, quando todas as gerações do Neojiba estarão reunidas para uma grande homenagem musical ao trabalho realizado nesses 10 anos. A Orquestra Juvenil da Bahia, a Orquestra Castro Alves (OCA) e o Coro Juvenil do Neojiba – formações do Núcleo de Gestão e Formação Profissional – se juntam ao Coro Sinfônico do Neojiba e a integrantes dos 11 Núcleos de Prática Musical, sediados em Salvador, Simões Filho (RMS), Feira de Santana (centro norte), Trancoso, em Porto Seguro (extremo sul) e Vitória da Conquista (sudoeste).
O espetáculo terá intervenções cênicas dirigidas por Andrezão Simões e contará com a participação de vários maestros do programa. “Durante todo o ano de 2017 estamos celebrando os 10 anos do Neojiba, comemorados oficialmente no dia 20 de outubro, data histórica da primeira apresentação pública da Orquestra Juvenil da Bahia. Uma década de trabalho ininterrupto e de resultados excepcionais de uma política pública bem-sucedida é sem dúvida um marco a ser celebrado. Para isso, preparamos uma série de ações que ocorrem desde outubro de 2016 em todo o estado e que culminam, agora, com esses concertos para o público baiano, que poderá assistir ao vivo e pela TVE alguns dos principais frutos dessa linda trajetória”, afirma a diretora do Neojiba, Beth Ponte.
A programação começa com um concerto no Museu de Arte Sacra, dia 14, às 17h. Ricardo Castro, diretor fundador do Neojiba, o violinista alemão Markus Däunert e jovens músicos apresentam obras de Shostakovich, Mahler, Dvořák e Mozart. Däunert é professor da Escola Superior de Música, em Frankfurt, na Alemanha, foi spalla da Orquestra de Câmera Mahler durante 10 anos, sob a regência de Cláudio Abbado, e tem colaborado frequentemente com o Neojiba desde 2010.
No dia 20, data oficial do aniversário, a programação segue com sessão dupla na Sala Principal do TCA. Às 15h, a Orquestra Infantil da Bahia faz sua estreia, com entrada gratuita, com obras como ‘Prelúdio para Te Deum’, de Charpentier; ‘Abertura Guilherme Tell’, de Rossini; ‘Batuque’, de Fernandez; ‘Dança Húngara’, de Brahms; e ‘Danzon nº 2’, de Marquez. A Orquestra Infantil da Bahia conta com o patrocínio da Cielo e Cateno, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.
“Remontar essas obras com crianças de toda a Bahia é um marco. Essas crianças representam a expansão do Programa e o trabalho desenvolvido por toda a equipe na capital e no interior do estado”, afirma o coordenador do projeto da Orquestra Infantil da Bahia, Marcos Rangel. Esta iniciativa é inédita e reúne em Salvador cerca de 100 crianças, entre 9 e 15 anos, de 17 cidades do estado.
Na segunda sessão do dia 20, no TCA, às 19h, com um programa sinfônico dirigido por vários maestros, se apresentam três orquestras sinfônicas - a Juvenil da Bahia, a Infantil da Bahia e a Castro Alves (OCA) -, além de três coros - o Infantil, o Juvenil e o Sinfônico do Neojiba. Os ingressos custam R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia). No repertório, obras emblemáticas da história do projeto, como a ‘Sinfonia nº 5’, de Beethoven; ‘Carmina Burana’, de Orff; 'Marcha Eslava', de Tchaikovsky; 'Pássaro de Fogo', de Stravinsky; e 'Bachianas Brasileiras nº 4', de Vila-Lobos.

Programa
Criado em 2007 como um dos programas prioritários do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS), o Neojiba tem o objetivo de promover na Bahia o desenvolvimento e a integração social prioritariamente de crianças, adolescentes e jovens em situações de vulnerabilidade, por meio do ensino e prática musical coletivos. Beneficia cerca de 4.600 crianças, adolescentes e jovens em todo o estado.
Com informações da Secom Ba.  04/10/2017

domingo, 14 de maio de 2017

Comemoração de reabertura da Concha reúne artistas e grande público

Cultura  🎶

O som dançante de uma das artistas da nova safra que mais tem sido reconhecida pela crítica e pelo público, Márcia Castro, agitou a plateia e abriu a festa, seguida de Nara Gil, que participou do projeto Janela Baiana e lançou a plataforma colaborativa sobre os 50 anos do TCA.

Secom
foto - Carol Garcia/GOVBA
Milhares de pessoas compareceram ao show da cantora Gal Costa, neste sábado (13), em noite que celebra um ano de reabertura da Concha Acústica do Teatro Castro Alves (TCA), após reforma realizada pelo Governo do Estado. O som dançante de uma das artistas da nova safra que mais tem sido reconhecida pela crítica e pelo público, Márcia Castro, agitou a plateia e abriu a festa, seguida de Nara Gil, que participou do projeto Janela Baiana e lançou a plataforma colaborativa sobre os 50 anos do TCA.
Márcia revelou a alegria de fazer parte da festa de celebração desse espaço que é tão importante para a música baiana e brasileira. “Esta é uma noite de muita alegria. A Concha faz parte da minha história como artista, e também como plateia. Aqui, já assisti a shows antológicos, como o Caia na Gandaia, de Gilberto Gil, o acústico de Cássia Eller, que ela fez três meses antes de morrer, entre tantos outros que influenciaram meu campo de percepção em relação à música, destacou a cantora.
A bibliotecária Roquelina Conceição dos Santos, 50 anos, diz que já foi com a filha, Queli Nascimento, 30, a uns 15 shows desde a reinauguração da Concha Acústica. “Eu estou achando a festa ótima, comemorar o Dia das Mães com minha filha é maravilhoso. Eu sou assídua tanto da Concha como do TCA, mas aqui a gente descontrai mais”. Queli também aprovou. “Viemos na reinauguração da concha há um ano e hoje eu trouxe minha mãe para comemorar também o dia das mães” .

Acessibilidade
Durante as comemorações, foram inauguradas na Concha dez plataformas de acessibilidade para portadores de deficiência. O espaço também é ideal para acomodar os gêmeos Renato e Rafael, enquanto oito pessoas da família curtiram a festa, o pai, Herval Júnior, a mãe, o bisavô, a mãe, a avó, a tia avó. “A estrutura da Concha melhorou bastante. A acessibilidade era um pouco complicada, mas com essa reforma eu pude trazer a família, inclusive os meus filhos, que ainda nem completaram dois anos. A gente pode assistir e ouvir o show sossegado. Tudo de bom”, disse Herval.

Comemoração
O público estava ansioso pelo show de Gal Costa, ponto alto da noite. Pessoas que são do meio artístico reencontraram amigos e viveram momentos de plateia, como a produtora Ju Veloso, 54 anos. “Para mim, nada é mais belo do que comemorar um ano assistindo ao show da Gal. E a Concha é um espetáculo, é um lugar que traz a alegria de tudo o que a gente viveu aqui, está lindíssima”.
Segundo o diretor-geral do TCA, Moacyr Gramacho, a Concha movimenta uma cadeia de espetáculos, atrai turistas, movimenta o mercado das artes e gera empregos. “É um equipamento que incrementa a cadeia produtiva da cultura”, destacou.
A reabertura da concha, há um ano, finalizou a primeira fase do projeto novo TCA. As obras custaram ao Governo do Estado R$ 80 milhões e mais um aporte de R$ 10 milhões do Ministério da Cultura. O resultado se traduz em aumento de público. A diretora artística do TCA, Rose Lima, faz o balanço. “A gente conseguiu aumentar em muito o público médio anual, que era de 120 mil e está em 240 mil pessoas. Foram 66 shows maravilhosos em um ano para públicos diferenciados, para crianças, adolescentes, adultos, hip hop, mpb, axé. A Concha é um espaço democrático”.
Também presente no show, Ivan Farias, 43 anos, elogiou a infraestrutura e acessibilidade da nova Concha. “Já vim cinco vezes depois da reabertura e gostei bastante das mudanças. Frequento a Concha desde a adolescência. Parte da minha vida foi marcada por experiências em shows realizados aqui. É o lugar que eu mais gosto em Salvador”.

Plataforma colaborativa

Durante a apresentação da DJ Nara Gil, foi apresentada a plataforma colaborativa em homenagem aos 50 anos do Teatro Castro Alves (TCA). A plataforma multimídia estará disponível, ainda neste mês de maio, no site do TCA. De acordo com o diretor geral do Teatro, Moacyr Gramacho, trata-se de uma espécie de livro digital, que está sendo construído a várias mãos.
Para Gramacho, a plataforma digital é uma grande aposta que gira em torno das comemorações dos 50 anos do TCA. “A partir de depoimentos de pessoas do Brasil inteiro, músicos e frequentadores, além de pessoas que estão debruçadas nos arquivos do TCA, a plataforma vai contar a história do espaço, ano a ano”, explicou.
Com informações da Secom Ba.  13/05/2017

sexta-feira, 3 de março de 2017

Osba convida Gil, Baby e Saulo para comemorar 50 anos do TCA

Cultura  🎻 🎶

O concerto será realizado neste sábado (4), a partir das 18h30, na Concha Acústica, tendo o Balé do TCA (BTCA) e a Orquestra Sinfônica da Bahia (Osba) como anfitriões.Esse evento foi pensado a partir da importância histórica desses 50 anos e ninguém melhor para representar esse significado que os nossos convidados.

Da Redação
foto - Pedro Moraes/GOVBA
Gilberto Gil, Saulo, Baby do Brasil, Filhos de Gandhy, Jackson Costa e os jovens dos Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia (Neojiba). Este é o time convidado para o show de comemoração dos 50 anos do Teatro Castro Alves (TCA), em Salvador. O concerto será realizado neste sábado (4), a partir das 18h30, na Concha Acústica, tendo o Balé do TCA (BTCA) e a Orquestra Sinfônica da Bahia (Osba) como anfitriões.
Nos ajustes finais de preparação para a grande noite, o maestro da Osba, Carlos Prazeres, destaca que show será um verdadeiro presente para o público, que vai lotar as arquibancadas da Concha. “Estou muito feliz por fazer parte desse momento histórico. Esse evento foi pensado a partir da importância histórica desses 50 anos e ninguém melhor para representar esse significado que os nossos convidados. Quem estiver presente no show vai também entrar para essa história”, afirma o regente, que está à frente da Osba desde 2011.
Os ingressos para o show, que custavam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia), já estão esgotados. A apresentação do cinquentenário vai ser inciada com exibição do vídeo 'Kick On Taish To?', do Balé Teatro Castro Alves. O vídeo é um stop motion, realizado em locações na Concha Acústica (durante as obras de reforma), na Sala Principal e em todos os outros espaços do TCA.

Décadas de história
Pelos corredores do complexo que forma o TCA circulam pessoas que viveram boa parte desses 50 anos de história. Funcionária da Ouvidoria do TCA, Marthinha Cardoso trabalha há 25 anos no teatro e já passou por diversos setores do equipamento. “Vi inúmeros shows acontecerem aqui. Parte dos meus amigos de hoje eu também conheci no TCA. É um celeiro de técnicos de excelente qualidade. Qualquer baiano ou turista pode entrar aqui e conhecer o teatro. Imagine algo como abrir a porta do elevador e dar de cara com a Fernanda Montenegro?”, comenta Marthinha sobre um dos episódios já vividos durante o trabalho.
Palco de importantes espetáculos locais, nacionais e internacionais, das mais variadas linguagens artísticas, o TCA também é responsável por uma série de atividades formativas, tais como oficinas e bate-papos, além de abrigar exposições e lançamentos de livros. Patrimônio nacional tombado pelo Instituto Nacional de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 2014, o teatro é vinculado à Fundação Cultural (Funceb) e à Secretaria de Cultura do Estado (Secult).

Camerata Opus Lumen é atração do Projeto Terças Musicais

No dia 7 de março, a sexteto Opus Lumen, que integra o programa de Cameratas da Orquestra Sinfônica da Bahia (Osba), será atração do projeto Terças Musicais, que é realizado mensalmente no Museu Geológico da Bahia (Av. Sete de Setembro, 2195, Corredor da Vitória). O evento é gratuito e começará às 16h30.
A iniciativa reforça o objetivo da Osba de democratizar o acesso à música erudita e popular, contribuindo para a formação de novas plateias, explorando e divulgando obras de grandes compositores. Ao abraçar a ideia, o Museu deseja ampliar o leque de suas ações abrigando em suas instalações uma proposta musical cultural, visando oferecer à sociedade mais uma opção de lazer e cultura.
Com informações da Secom Ba. 03/03/2017

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Vasta programação irá celebrar os 404 anos de São Luís (MA)

Cultura

Em alusão à data comemorativa ao anivesário da cidade de São Luis,o Governo do Maranhão preparou uma ampla programação a ser realizada durante o mês de setembro em vários pontos da cidade. A festa será realizada nas praças Nauro Machado (Centro Histórico), Lagoa da Jansen e no Espigão da Ponta D’Areia

Da Redação
foto - ilustração/Pregopontocom
O mês de setembro terá uma vasta programação, com várias atrações culturais para celebrar os 404 anos de fundação da cidade de São Luís, comemorado no dia 8 de setembro. Em alusão à data, o Governo do Maranhão preparou uma ampla programação a ser realizada durante o mês de setembro em vários pontos da cidade. A festa será realizada nas praças Nauro Machado (Centro Histórico), Lagoa da Jansen e no Espigão da Ponta D’Areia, e o público já pode contar com espetáculos teatrais, shows musicais, espetáculos circenses, roda de capoeira e apresentação de grupos folclóricos.
Ao anunciar a comemoração, o secretário de estado da Cultura e Turismo, Diego Galdino falou da importância do evento. “Este é um momento de alegria para a cidade e toda a comunidade, preparamos uma programação com o que há de melhor na cena cultural maranhense para que toda a população possa festejar os 404 anos de São Luís”, comentou.
A programação começa no dia 7 de setembro, com o espetáculo teatral “Pão com Ovo – A vingança de Zé Maria”, na Praça Nauro Machado, com entrada franca, a partir das 19h. A comédia é sucesso de público há cinco anos em São Luís e já conquistou as plateias do Maranhão e de outros estados brasileiros como São Paulo, Rio de Janeiro, Piauí e Rio Grande do Norte. Desde o ano passado o grupo vem se apresentando em diversas cidades do interior do Maranhão no projeto ‘Caravana Pão com Ovo’, que conta com o apoio do Governo do Maranhão, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura.

Festival internacional do folclore
Ainda na Praça Nauro Machado, as comemorações pelo aniversário da cidade continuarão no período de 9 a 11 com a realização do 2º Festival Internacional do Folclore, com muitos shows, bumba meu boi, tambor de crioula e outros grupos folclóricos, oficinas de intercâmbio e workshops gratuitos. Participarão do festival, grupos culturais internacionais da Colômbia, Argentina, Peru e Paraguai, além de representantes dos estados do Ceará e Pará. As atrações culturais serão realizadas das 19h30 às 23h30.
O festival aguarda a chegada de aproximadamente 200 pessoas de outros países entre os quais uma delegação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) que vem conhecer o folclore maranhense e ver a possibilidade de inserir os grupos locais no roteiro internacional de grandes eventos folclóricos do mundo.
Serão realizadas ainda atividades culturais diversas na, Praça da Lagoa da Jansen e no Espigão costeiro da Ponta D’Areia.
Com informações do Governo de Maranhão  02/09/2016

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Metrô homenageia a Independência da Bahia

Independência da Bahia

“Sabemos que o bairro de Pirajá tem um simbolismo muito forte nas comemorações da Independência da Bahia e como responsáveis por um meio de transporte cada vez mais importante para a população não podíamos deixar de homenagear uma data tão significativa”, afirma o Gestor de Atendimento, Hamilton Trindade.

Da Redação

As comemorações da Independência do Estado da Bahia chegam pela primeira vez à Estação Pirajá. Amanhã, 1/7, às 16h30, um conjunto musical formado por alunos e professores do Centro de Formação em Artes da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb) apresentará o Hino ao 2 de Julho e outras canções.
A iniciativa da concessionária reflete o nosso vínculo com a cultura, a história e com os ícones baianos. “Sabemos que o bairro de Pirajá tem um simbolismo muito forte nas comemorações da Independência da Bahia e como responsáveis por um meio de transporte cada vez mais importante para a população não podíamos deixar de homenagear uma data tão significativa”, afirma o Gestor de Atendimento, Hamilton Trindade.
O repertório que será executado inclui músicas de Gilberto Gil, Milton Nascimento, Chico Buarque, Tom Jobim e Ary Barroso, entre outros compositores brasileiros e internacionais. O espetáculo contará com o som de percussão, guitarra, bateria, saxofone, piano, flauta, clarinete e voz.
Com informações da CCR Metrô Bahia  30/06/2016

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Dia da Consciência Negra é comemorado em mais de mil cidades brasileiras

Dia da Consciência Negra

A data, incluída em 2003 no calendário nacional, refere-se à morte de Zumbi dos Palmares, o último líder do maior dos quilombos do período colonial, o Quilombo dos Palmares.Comemorada há mais de 30 anos por ativistas do movimento negro, a data foi oficializada pela Lei 12.519 de 2011.

Da Agência Brasil
imagem- Ag.Brasil
Mais de mil cidades brasileiras comemoram, em 20 de novembro, o Dia da Consciência Negra. A data, incluída em 2003 no calendário nacional, refere-se à morte de Zumbi dos Palmares, o último líder do maior dos quilombos do período colonial, o Quilombo dos Palmares.
Comemorada há mais de 30 anos por ativistas do movimento negro, a data foi oficializada pela Lei 12.519 de 2011.
Levantamento realizado pela Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) em 2014 apresenta a lista completa das cidades que comemoram a data.
As decisões dos estados e cidades da Federação, em relação à adoção do Dia da Consciência Negra, são as seguintes:

Acre: o 20 de novembro não é feriado oficial em nenhum município.

Alagoas: de acordo com a Lei Estadual n° 5.724 de 1995, todos os municípios do estado de Alagoas têm feriado no Dia da Consciência Negra.

Amazonas: desde 2010, por força de uma lei estadual, o dia 20 de novembro passou a ser considerado feriado em todos os municípios do Amazonas. A capital Manaus também tem uma lei municipal que decreta 20 de novembro feriado do Dia da Consciência Negra.

Amapá: a Lei Estadual Nº 1169, de 2007, garantiu feriado oficial em 20 de novembro em todas as cidades do estado do Amapá.

Bahia: apenas três municípios baianos têm o Dia da Consciência Negra no calendário oficial de comemorações: Alagoinhas, Camaçari e Serrinha. Em todos eles, o feriado foi determinado por lei municipal.

Ceará: o Dia da Consciência Negra não é feriado em nenhum município.

Distrito Federal: Distrito Federal não tem feriado para comemorar o Dia da Consciência Negra.

Espírito Santo: as cidades de Cariacica e Guarapari têm feriado oficial no dia 20 de novembro, por determinação de leis municipais.

Goiás: quatro cidades goianas celebram oficialmente o Dia da Consciência Negra em 20 de novembro: Goiânia, Aparecida de Goiânia, Flores de Goiás e Santa Rita do Araguaia.

Maranhão: apenas o município de Pedreiras terá feriado no dia 20 de novembro, garantido por uma lei municipal de 2008.

Minas Gerais: dez cidades mineiras têm feriado do Dia da Consciência Negra em 20 de novembro: Além Paraiba, Betim, Guarani, Ibiá, Jacutinga, Juiz De Fora, Montes Claros, Santos Dumont, Sapucai-Mirim e Uberaba. Em Belo Horizonte não haverá o feriado.

Mato Grosso do Sul: só a cidade de Corumbá tem feriado oficial em 20 de novembro, por força de lei municipal de 2008.

Mato Grosso: lei de 2002 determina feriado do Dia da Consciência Negra em 20 de novembro em todos os municípios do estado.

Paraíba: o 20 de novembro é oficialmente feriado apenas na capital, João Pessoa.

Pará: não é feriado em 20 de novembro em nenhuma cidade do estado.

Paraná: só duas cidades paranaenses, Guarapuava e Londrina, têm feriado oficial no 20 de novembro. Nos dois casos, o feriado foi determinado por lei municipal de 2009.

Pernambuco: não é feriado em 20 de novembro em nenhuma cidade do estado.

Piauí: não é feriado em 20 de novembro em nenhuma cidade do estado.

Rio de Janeiro: lei estadual de 2002 garante o feriado do Dia da Consciência Negra em todos os municípios fluminenses.

Rio Grande do Norte: não é feriado em 20 de novembro em nenhuma cidade do estado.

Rio Grande do Sul: desde 1987, lei estadual determina que o 20 de novembro é feriado em todos os municípios gaúchos.

Rondônia: não é feriado em 20 de novembro em nenhuma cidade do estado.

Roraima: não é feriado em 20 de novembro em nenhuma cidade do estado.

Santa Catarina: só a cidade de Florianópolis tem feriado oficial em 20 de novembro.

São Paulo: não há uma lei estadual que detemine o feriado de 20 de novembro no estado. No entanto, a data está no calendário oficial de 101 cidades por leis municipais, incluindo a capital São Paulo. Segue a lista dos municípios: Aguaí, Águas Da Prata, Águas de São Pedro, Altinópolis, Americana, Américo Brasiliense, Amparo, Aparecida, Araçatuba, Aracoiaba da Serra, Araraquara, Araras, Atibaia, Bananal, Barretos, Barueri, Bofete, Borborema, Buritama, Cabreuva, Cajeira, Cajobi, Campinas, Campos do Jordão, Canas, Capivari, Caraguatatuba, Carapicuíba, Charqueada, Chavantes, Cordeirópolis, Cruz das Almas, Diadema, Embu, Embu das Artes, Estância de Atibaia, Flórida Paulista, Franca, Franco da Rocha, Francisco Morato, Franco da Rocha, Getulina, Guaira, Guarujá, Guarulhos, Hortolândia, Ilhabela, Itanhaém, Itapecerica da Serra, Itapeva, Itapevi, Itararé, Itatiba, Itu, Ituverava, Jaguariuna, Jambeiro, Jandira, Jarinu, Jaú, Jundiaí, Juquitiba, Lajes, Leme, Limeira, Mauá, Mococa, Olímpia, Paraiso, Paulo de Faria, Pedreira, Pedro de Toledo, Pereira Barreto, Peruíbe, Piracicaba, Pirapora do Bom Jesus, Porto Feliz, Ribeirão Pires, Ribeirão Preto, Rincão, Rio Claro, Rio Grande da Serra, Salesópolis, Salto, Santa Albertina, Santa Isabel, Santa Rosa de Viterbo, Santo André, Santos, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, São João da Boa Vista, São Paulo, São Roque, São Vicente, Sete Barras, Sorocaba, Sumaré e Suzano.

Sergipe: não há feriado em 20 de novembro em cidades do estado.

Tocantins: só o município de Porto Nacional tem, por lei municipal, feriado em 20 de novembro.
Fonte - Agência Brasil  16/11/2015

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Sedur é homenageada em Brasília em evento da ANPTrilhos por obras no Metrô de Salvador

Transportes sobre trilhos

O secretário da Sedur Ba Carlos Martins, esteve em Brasília na noite desta terça-feira (20), para participar de um jantar em comemoração aos cinco anos da ANPTrilhos.O evento também marcou as homenagens da ANPTrilhos às entidades que trabalham em prol da mobilidade urbana no Brasil.

Da Redação
foto montagem - ilustração
O secretário estadual de Desenvolvimento Urbano (Sedur), Carlos Martins, esteve em Brasília, na noite desta terça-feira (20), para participar de um jantar em comemoração aos cinco anos da Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos (ANPTrilhos). O evento também marcou as homenagens da ANPTrilhos às entidades que trabalham em prol da mobilidade urbana no Brasil.
Com obras que estão mudando a configuração urbana de Salvador, a Sedur despontou entre os cinco sistemas sobre trilhos que mais avançaram ao longo de 2014 e 2015 no país. “Salvador, hoje, conta com uma população de 2,7 milhões de habitantes. Por mês, são cerca de 28 milhões de usuários do transporte urbano que dependiam, basicamente, de ônibus. Com os novos investimentos em mobilidade, a partir do metrô e, posteriormente, do Veículo Leve Sobre Trilhos, a população ganha mais conforto, qualidade e, especialmente, acessibilidade, já que a cidade estará, literalmente, conectada e interligada por trilhos”, destacou Carlos Martins.
O metrô segue com obras em ritmo avançado. A Linha 1, ligando a Lapa a Pirajá, será concluída e inaugurada mês que vem, completando 12 km e oito estações - com previsão de extensão até Águas Claras/Cajazeiras. Já a Linha 2, ligando a região do Iguatemi até o Aeroporto - e com previsão de expansão até Lauro de Freitas -, tem previsão de entrega das estações Detran e Acesso Norte já no primeiro semestre do ano que vem. Ao todo, serão doze estações, com estimativa de conclusão em 2017, completando 41 km.
O sistema metroviário ainda será interligado ao VLT, que vai substituir o atual Trem do Subúrbio. Serão 18,5 quilômetros de extensão e 21 estações, ligando o Comércio a São Luis (Paripe), com previsão de beneficiar mais de 1,5 milhão de moradores do Subúrbio Ferroviário.
“O transporte sobre trilhos representa um segmento importante e cada vez mais necessário para a melhoria do transporte coletivo de massa nas grandes cidades. E, no caso da Bahia, isso tem sido prioridade e faz parte do Programa de Mobilidade do Governo do Estado”, pontuou o presidente da Companhia de Transportes da Bahia (CTB), Eduardo Copello.
A ANPTrilhos congrega todos os operadores do sistema de trilhos e os principais fornecedores do setor metroviário em todo país. A cerimônia reuniu o presidente da entidade, Joubert Flores; o ministro das Cidades, Gilberto Kassab; o secretário nacional de Transporte e Mobilidade Urbana do Ministério das Cidades, Dario Rais; o presidente da CCR Metrô Bahia, Luis Valença; e lideranças do setor.
Com informações da Sedur Ba.  21/2015

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Semana Nacional de Trânsito leva conscientização para a CBTU Belo Horizonte

Semana Nacional de Trânsito

A conscientização veio em formato de música, interpretada pelos atores do Mobiliza SUS, da Secretaria Municipal de Saúde. A letra da canção trazia as dicas de como adotar um comportamento mais responsável nas ruas e estradas.

CBTU

As ações da Semana Nacional do Trânsito movimentaram os trens da CBTU Belo Horizonte, na última quarta (23/9). A conscientização veio em formato de música, interpretada pelos atores do Mobiliza SUS, da Secretaria Municipal de Saúde. A letra da canção trazia as dicas de como adotar um comportamento mais responsável nas ruas e estradas.
O público do metrô assistiu à paródia do musical “Grease”, cantado por John Travolta e Olivia Newton John, em 1977. Direto dos tempos da brilhantina, os figurinos foram inspirados em roupas dos anos 60 e 70, misturando saias rodadas, camisas de manga curta e laços de fita.


Os passageiros entraram no ritmo da canção e bateram palmas ao final de cada esquete. A secretária Daniela Oliveira e seu filho Ricardo Junior se divertiram com a apresentação. “A ação no metrô foi animada e reforçou a necessidade de estar alerta aos perigos do trânsito”, explicou Daniela. Já Ricardo aproveitou para decorar o refrão. “Gostei muito do teatro e deu até para aprender um pedacinho da música”, comemora. A cantineira Zena Barbosa ficou surpresa ao encontrar a Semana Nacional do Trânsito no metrô. “Não imaginava assistir a uma apresentação dentro do trem. A letra da música brincou com as situações do dia a dia o que contribui para a conscientização de todos”.
O evento: A Semana Nacional do Trânsito realiza, anualmente, diversas ações voltadas a promover a educação e a conscientização de condutores, pedestres, cliclistas e passageiros. Em 2015, a mobilização levou atividades para diferentes locais da capital, explorando o tema “Década Mundial de Ações para a Segurança do Trânsito – 2011/2020: Seja você a mudança do trânsito”. Realizado nacionalmente pelo Ministério das Cidades, através do Denatran, o evento conta com a participação dos órgãos do Sistema Nacional de Trânsito, em parceria com mais de 30 instituições municipais, estaduais, federais e empresas privadas.
Fonte - CBTU  25/09/2015

terça-feira, 28 de abril de 2015

Sessão Solene marca o Dia do Ferroviário em Brasília

Transportes sobre trilhos

“O Brasil precisa, para seu próprio bem, transportar muito mais pessoas e cargas no modal ferroviário, que além de mais barato, seguro, confiável e confortável, é menos poluente do que o transporte rodoviário. Mas os investimentos no setor demoram quatro, cinco anos para apresentarem resultados operacionais. Assim, considerando as linhas de trem e metrô de todo o País, o Brasil só adicionou 30 km de trilhos para transporte de passageiros, em 2014. 

RF
foto - ilustração
Foi realizada na manhã de ontem, dia 27, a Sessão Solene em comemoração ao Dia do Ferroviário, no Plenário da Câmara dos Deputados, em Brasília (DF). A sessão foi um requerimento do deputado federal pelo Rio de Janeiro e presidente da Comissão de Desenvolvimento Urbano (CDU), Julio Lopes.
“O Brasil precisa, para seu próprio bem, transportar muito mais pessoas e cargas no modal ferroviário, que além de mais barato, seguro, confiável e confortável, é menos poluente do que o transporte rodoviário. Mas os investimentos no setor demoram quatro, cinco anos para apresentarem resultados operacionais. Assim, considerando as linhas de trem e metrô de todo o País, o Brasil só adicionou 30 km de trilhos para transporte de passageiros, em 2014. O comprimento total de todas as linhas metroviárias e ferroviárias destinadas a passageiros soma, 161 anos depois da primeira ferrovia, apenas mil quilômetros, aproximadamente. Num País como o nosso, chega a ser uma vergonha”, ressaltou Julio Lopes em seu discurso.
Durante a solenidade, quatro ferroviários foram homenageados e receberam uma placa em nome de todos os ferroviários brasileiros. São eles: José Kenshiti Tuguimoto (Metrô SP), Nelson Luiz Walker de O. Santos (Metrô Rio), Ernani da Silva Fagundes (Trensurb) e Inalba Maria Morais Galvão (Metrô DF).
Rodrigo Vilaça, presidente da Seção Ferroviária da CNT, destacou que “é necessário olhar mais para o setor de infraestrutura do País”.
Em seu discurso, a superintendente da ANPTrilhos, Roberta Marchesi, enfatizou a importância dos profissionais que trabalham os sistemas de trens e metrôs e nas ferrovias brasileiras. “Nossos ferroviários trabalham ininterruptamente, 24 horas por dia, se multiplicando, se dividindo e se doando para atender ao deslocamento dos passageiros em todo o país. Ferrovia é sinônimo de dedicação, paixão, saudosismo, progresso. Nossos ferroviários são apaixonados pelo seu ofício, se orgulham do que fazem e passam esse sentimento de geração em geração”.
Participaram da solenidade: Jorge Bastos, diretor-geral da ANTT; Carlos Nascimento, diretor da ANTT; João Gouveia, diretor da SuperVia; Marcelo Dourado, presidente do Metrô DF; Humberto Kasper, diretor-presidente da Trensurb; Pedro Augusto Cardoso da Silva, diretor de expansão do Metrô Rio; Bernardo Medeiros, assessor da presidência da CBTU; Bento José de Lima, presidente interino da Valec; Josias Cavalcante, presidente da EPL; Emiliano Stanislau Affonso Neto, presidente da Aeamesp; Bruno Batista, diretor-executivo da CNT; deputado Mauro Pereira (PMDB/RS); deputado Gonzaga Patriota (PSB/PE); Herbert Drummond, secretário de Política Nacional de Transporte do Ministério dos Transportes; Julio Eduardo, ex-secretário de mobilidade urbana do Ministério das Cidades; José Felinto, presidente da Conut; entre outros.
A cerimônia foi coordenada pela Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados, em conjunto com Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos (ANPTrilhos). Pela primeira vez a Câmara dos Deputados abriu seu Plenário para receber a comunidade metroferroviária, com intuito de homenagear todos os trabalhadores do setor que contribuem para a mobilidade urbana e a logística brasileira.
O Dia do Ferroviário é comemorado em 30 de abril. A data foi escolhida por conta da inauguração da primeira ferrovia do Brasil, a Estrada de Ferro Petrópolis, em 1854. A inauguração contou com a presença do imperador Dom Pedro II e da imperatriz Tereza Cristina. A ferrovia, com de 14 km, ligava o Rio de Janeiro a Raiz da Serra. A construção foi conduzida pelo empresário Irineu Evangelista de Sousa, o Barão de Mauá.
Fonte - Revista Ferroviária  28/04/2015

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Trens e Metrô estendem funcionamento na comemoração dos 450 anos do Rio

Transportes sobre trilhos

Neste sábado (28), em oito trens extras, haverá 18 mil vagas no retorno para casa de quem estiver na Quinta da Boa Vista.Já o esquema de funcionamento do Metrô, neste sábado, também por causa do show na Quinta da Boa Vista, será estendido até as 2h de domingo nos embarques na Estação São Cristóvão. 

Cristina Indio do Brasil
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração
Rio de Janeiro  - A SuperVia, concessionária responsável pelo transporte de trens urbanos no Rio de Janeiro, fez um esquema especial para atender aos passageiros neste fim de semana, quando se comemora no domingo (1º), o aniversário de 450 anos de fundação da cidade. Por causa do show que vai ocorrer na Quinta da Boa Vista e o jogo entre Flamengo e Botafogo, no Maracanã, os dois eventos na zona norte, a empresa aumentou o número de lugares à disposição do público.
Neste sábado (28), em oito trens extras, haverá 18 mil vagas no retorno para casa de quem estiver na Quinta da Boa Vista. Três delas para Santa Cruz, duas para Japeri, duas para Saracuruna e uma para Belford Roxo. Todas partirão da Estação São Cristóvão, a mais próxima do local do show e podem atender aos usuários das zonas norte e oeste, além da Baixada Fluminense. As outras estações do sistema ferroviário estarão abertas somente para desembarque dos passageiros.
No domingo, os torcedores que forem ao jogo no Estádio Mario Filho, o Maracanã, marcado para as 16h, contarão com três viagens extras, que representam mais de 7 mil lugares adicionais na volta para casa. As linhas partem da Estação Intermodal Maracanã, com destino às estações terminais dos ramais de Santa Cruz, Japeri e Saracuruna.
Já o esquema de funcionamento do Metrô, neste sábado, também por causa do show na Quinta da Boa Vista, será estendido até as 2h de domingo nos embarques na Estação São Cristóvão. As demais estações ficarão abertas apenas para desembarque. As linhas de extensão - metrô na superfície (Botafogo – Gávea e Ipanema – Gávea) funcionarão até a chegada do último trem.
Fonte - Agência Brasil  27/02/2015

terça-feira, 8 de abril de 2014

Restaurante no Comércio faz 100 anos

Salvador

O restaurante marcou uma fase importante da sociedade baiana, reunindo empresários, comerciantes e políticos, num mesmo ambiente, de gastronomia rica e diversificada. .
Criado em 1912 por José Maria Orge, imigrante espanhol, o Colon enfrentou algumas dificuldades, mas fez história na Bahia. Na década dos 40, já economicamente independente, José trouxe seus familiares para a boa terra onde viveram até hoje seus filhos, netos e bisnetos

Daniela Pereira - TB
foto - ilustração
O Restaurante Colon comemorou no último sábado, dia 05, 100 anos de existência, com buffet livre de feijoada e grandes atrações artísticas, como Nelson Rufino e apresentações de baianas caracterizadas e danças flamencas. Localizado próximo à Associação Comercial da Bahia, Praça Conde dos Arcos, no Comércio. O restaurante marcou uma fase importante da sociedade baiana, reunindo empresários, comerciantes e políticos, num mesmo ambiente, de gastronomia rica e diversificada. .
Criado em 1912 por José Maria Orge, imigrante espanhol, o Colon enfrentou algumas dificuldades, mas fez história na Bahia. Na década dos 40, já economicamente independente, José trouxe seus familiares para a boa terra onde viveram até hoje seus filhos, netos e bisnetos. Na década dos 50 entrou na sociedade Manuel Arlindo Orge Casqueiro, seu filho, mas conhecido como “Manolo do Colon” e José Maria Orge Alonso, “Pepe”, seu genro. A partir de 1966 estes dois assumiram o controle da firma e mantiveram honrosamente acesa a chama do Colon até a metade dos anos 90.
Segundo Maria Orge, atual proprietária juntamente com o marido, a festa de aniversário do restaurante foi crescendo de forma inesperada. “No último dia 31, o Colon completou 100 anos, mas a Casa ficou muito cheia e a festa foi crescendo muito, sem eu sentir.
Com isso a Associação Comercial me cedeu o espaço para fazermos nossa comemoração”, explicou Orge, relembrando um pouco da história do restaurante. “A história é fascinante, pois em 1912, José Maria, que é bisavô do meu filho, abriu o Bar Marítimo porque tudo no local era mar. Em 1914, ele pôde vir para cá e em homenagem a Cristóvão Colombo, colocou o nome de Colon Choperia. Atualmente podemos dizer que o restaurante já é um patrimônio da Bahia”, contou.
Bastante frequentado por Jorge Amado e Zélia Gattai, o restaurante está presente na página 355 do livro, O Sumiço da Santa, sendo eternizado na literatura brasileira. Para comemorar o centenário do Colon foram convidados o prefeito ACM Neto, o governador da Bahia, Jaques Wagner, o presidente da Bahiatursa e outras autoridades locais. Além de Nelson Rufino, a festa contou com apresentações de Roque Bentenguê, Peu Meu Ray, Fanfarra e músicos convidados.
Fonte - Tribuna da Bahia  08/04/2014

terça-feira, 2 de julho de 2013

Cortejo em comemoração ao 2 de Julho tem início em Salvador

Da Redação, com informações de Anderson Sotero
A Tarde
Policiamento é reforçado para desfile cívico
O cortejo em comemoração à Independência da Bahia teve início por volta das 9h30 desta terça-feira, 2, no Largo da Lapinha, em Salvador. O desfile começou após a execução do hino ao Dois de Julho e o hasteamento da bandeira do Brasil por autoridades como o governador Jaques Wagner e o prefeito ACM Neto.
O cortejo seguiu pelas ruas do Centro da cidade em direção à Praça Municipal e ao Terreiro de Jesus, no Pelourinho. Os festejos começaram com uma alvorada de fogos, por volta das 6 horas, no Largo da Lapinha. Cerca de uma hora depois, o caboclo e a cabocla, símbolos da Independência da Bahia, já haviam sido posicionados para o início do desfile.
População participa de cortejo do Dois de Julho

Manifestantes aproveitam cortejo do Dois de Julho para protestar

Manifestante segura placa em protesto contra o prefeito ACM Neto
A Tarde
                
A Tarde      





A Tarde

A Tarde
Fonte - A Tarde 02/07/2013

quarta-feira, 1 de maio de 2013

1º DE MAIO – MUITO ALÉM DO FERIADO



Muito além do feriado
O 1° de maio surgiu como símbolo mundial da luta por direitos trabalhistas. No Brasil, teve significados distintos antes de ser incorporado por Vargas

Bernardo Kocher

No Dia do Trabalho não se trabalha. Esta homenagem às avessas vigora em boa parte do mundo capitalista. O 1º de maio hoje é vivido por muitos apenas como mais um feriado no calendário, mas sua criação foi fruto de uma história de lutos e lutas da classe operária.
As referências simbólicas desse período do ano vêm de longe. Os romanos festejavam entre 30 de abril e 3 de maio as “floralias”, festa dos cereais e das flores. A Idade Média manteve viva a tradição, em comemorações pela “expansão da primavera” ou o “signo da alegria”. Ainda no século XVI, surgiu a primeira associação da estação com o mundo do trabalho, quando legislações corporativas instituíram a jornada de trabalho de oito horas. Foi o caso da legislação de Felipe II, da Espanha, que estabeleceu este direito para os mineiros em 1573 e para os demais trabalhadores em 1593.
No século XIX, esta simbologia foi retomada pelo proletariado moderno, que começava a se organizar. Antes mesmo da consagração da data, reivindicações trabalhistas se inspiravam naquele período do ano. O movimento de padeiros irlandeses contra o trabalho noturno e o dominical no século XIX resultou nos “comícios de maio”, como os descreveu Karl Marx (1818-1883).
Mas foi nos Estados Unidos que se consolidou o moderno significado do 1º de maio, numa série de manifestações que culminaram em tragédia. Em 1832, a jornada de oito horas foi a principal reivindicação das greves que estouraram em Boston, na Filadélfia e em Nova York. Três décadas depois, os operários ainda lutavam pela mesma causa, tanto é que em 1869 criaram a “Liga pelas Oito Horas”. Apesar da crescente organização da classe, as condições de vida dos trabalhadores ficaram ainda piores com a depressão econômica que assolou os Estados Unidos entre 1884 e 1885. A situação se tornou tão calamitosa que em 1886 foi convocada uma greve geral para 1° de maio, usualmente o dia nacional da renovação dos contratos de trabalho. No dia 3, cerca de seis mil operários que permaneciam em greve se reuniram em frente à fábrica Mc Cormick Harvest Works, em Chicago. A manifestação, a princípio, era pacífica, mas a polícia resolveu intervir com violência. Graves incidentes deixaram um saldo de seis mortos e 50 feridos. No dia seguinte, operários anarquistas convocaram, com autorização oficial, um ato de protesto contra a ação da polícia. No meio do comício, uma bomba foi arremessada na direção de policiais que tentavam dispersar a multidão.
O episódio desencadeou uma perseguição a líderes do movimento operário. Depois de um processo suspeito, com caráter marcadamente político, sete deles foram condenados à morte por enforcamento e outro, a quinze anos de prisão.
A luta pela comprovação da inocência dos acusados transformou os “oito mártires de Chicago” em símbolo mundial da injustiça do Estado capitalista contra uma classe trabalhadora oprimida. Ainda mais depois que cinco deles foram, de fato, executados. O incidente americano teve influência crucial nos rumos da 2ª Internacional dos Trabalhadores, organização criada em Paris, em 1889, reunindo representantes operários de vários países sob orientação marxista. Neste congresso, a entidade decretou o 1° de maio como Dia Internacional do Trabalho. A data nasce sob o signo da revolta e da luta.
Em torno dela, os operários passaram a promover um grande número de atividades políticas, sociais e culturais — comícios, greves, passeatas, poesias, peças de teatro, bailes, caricaturas etc. — canalizando a pressão pela melhoria de suas condições de vida. O ponto de partida era, ainda, a necessidade de uma jornada de trabalho de oito horas, que lhes permitiria oito horas de lazer e outras oito de descanso.
As manifestações chegaram ao Rio de Janeiro, então capital do Brasil, justamente no período de transição do Império para a República. O novo regime criou a expectativa de que vários direitos de cidadania seriam adotados, e as manifestações que o movimento operário local promoveu entre 1890 e 1906 refletiram esta esperança. Os trabalhadores braçais foram os que mais se interessaram pela proposta, já que não tinham qualquer proteção social nas suas relações com o patronato.
Pouco numerosa e ainda fortemente vinculada ao passado escravista, a classe trabalhadora carioca adotava uma atitude respeitosa na forma de fazer suas demandas. Nas primeiras comemorações do 1º de maio no Brasil, os manifestantes começavam o dia com uma salva de tiros ou de fogos de artifício. Em seguida, uma comissão de operários ia ao cemitério para visitar túmulos de líderes e de antigos companheiros mortos. O sacrifício dos “oito de Chicago” era lembrado em clima de luto.
Outra parte expressiva das manifestações ficava por conta dos “préstitos”, desfiles em que cada categoria profissional carregava seu estandarte pelas ruas do centro da cidade, acompanhadas por bandas que tocavam músicas oficiais. Para a ocasião, os operários vestiam roupas de qualidade, muito diferentes dos trapos usados no ambiente de trabalho. Queriam ser reconhecidos não só pela sua profissão, mas como cidadãos comuns e civilizados, iguais aos demais. Mais do que buscar melhores condições de vida, tratava-se da reivindicação de um novo status social numa sociedade elitista e excludente.
Neste mesmo sentido, eram feitas visitas às redações dos jornais para divulgar a boa conduta da classe, e depois, geralmente havia um comício. À noite, as manifestações continuavam nas sedes sociais das entidades de classe, intercalando comícios e sessões solenes com atividades de lazer.
Mas as reformas políticas e sociais esperadas do novo regime não vieram. Por conta disso, as manifestações do 1º de maio sofreram profundas mudanças. Com o 1º Congresso Operário Brasileiro, entre 15 e 20 de abril de 1906, uma nova orientação torna-se predominante nas formas de se celebrar a data. A tendência do período anterior é invertida: o luto se transforma em luta.
Um jornal editado por trabalhadores do setor gráfico, publicado em 1916, traduz essa mudança de tom no discurso operário brasileiro, ao tentar convencer seus leitores do novo significado do 1° de maio: “Companheiros, hoje não é dia de festas, foguetórios, bailes, etc… mas sim um dia de protesto, de irmos pedir aos senhores conta do sangue de nossos irmãos derramado por nossa redenção a estes senhores desta sociedade sem igualdade e sem liberdade”. Esta era a ótica dos anarcossindicalistas, para quem a greve deveria ser a forma preferencial de manifestação dos trabalhadores. Esta corrente política foi responsável pela mudança, duradoura, do eixo no qual as manifestações de 1º de maio passaram a se inspirar: era um dia de LUTO, não de LUTA, como até então vinha sendo defendido por setores do operariado.
Embora hegemônica, a interpretação dos anarcossindicalistas para o 1º de maio não era a única. “O Congresso aconselha aos operários e respectivos sindicatos que, no caso em que essa data seja decretada dia feriado, iniciem uma forte propaganda no sentido de patentear a incompatibilidade da adesão do Estado a tal manifestação, que é revolucionária e de luta de classes, apontando o seu trágico epílogo a 11 de novembro de 1887”.
Ao longo dos anos 1910 e 1920, a disputa pelo significado da data ocorreu em ambiente de conflito aberto: as áreas não-operárias não buscavam mais conciliação com o discurso dos trabalhadores, e elaboravam outras interpretações. Nesta direção atuaram a imprensa, o Estado e até a Igreja.
Bendito o 1º de Maio, que nos trazes contigo a alegria das flores, o consolo da prece e o descanso festivo dos que trabalham.
(Correio da Manhã, 1/5/1911).
É que ela – a data de 1º de Maio – deixou de ser uma simples comemoração dos mártires de Chicago, sacrificados em holocausto aos interesses vitais das classes trabalhadoras, para se transformar numa homenagem da própria Civilização aos seus maiores obreiros, quer mourejem no interior das fábricas e oficinas, quer laborem na liberdade dos campos e dos mares. Pode-se dizer, portanto, que o socialismo a instituiu como a marca inicial de suas reivindicações, e a sociedade aceitou como a festa simbólica de sua gratidão.
(A Razão 1/5/1918)
A luta para se definir o significado do 1° de maio se tornaria ainda mais intensa a partir dos anos 1920, quando o comunismo substituiu o anarcossindicalismo na preferência dos operários. Com a ascensão do regime comunista na Rússia em 1917 – e mais tarde no restante da Europa Oriental, após a Segunda Guerra Mundial –, a data ganhou fortes contornos políticos. Enquanto a classe operária conclamava seus companheiros à luta, setores mais conservadores davam outro tratamento à efeméride. Em maio de 1929, o jornal Correio da Manhã publicava uma visão religiosa do feriado, em resposta à influência comunista: “Ontem, os trabalhadores que ainda não se deixaram seduzir pelas utopias comunistas foram à tarde à matriz de Sant’Anna (…). Que ensinamentos lhes terá comunicado o Filho do Carpinteiro?”
Somente na Era Vargas seria elaborado um discurso unificado sobre o 1° de maio no Brasil. O curioso é que esse discurso foi modelado pelo Estado, e não pela sociedade civil. Levantando a bandeira trabalhista, o governo instaurado em 1930 se apropriou da data e a utilizou para fins políticos – para não dizer propagandísticos. Paralelamente às políticas concretas — jornada de oito horas, férias, carteira de trabalho e criação do Ministério do Trabalho —, Vargas investiu em um novo caráter subjetivo para o 1º de maio, afastando-se do significado inicial dado pelos operários à data. O protagonista não é mais o operariado, e sim o Estado, o desenvolvimento econômico, a Nação e o seu dirigente máximo.
Foi uma década de repressão ao movimento operário livre e de instituição de sindicatos atrelados ao Estado. Para regular as atividades do movimento operário, e o mercado de trabalho de forma mais ampla, os sindicatos passaram a ser controlados por normas oficiais, criou-se a carteira de trabalho e foi instituída a Consolidação das Leis do Trabalho. A partir de 1939, o Dia do Trabalho consolidou-se como festividade oficial, conduzida pelo governo. As manifestações passaram a contar com pomposos discursos do presidente no recém-construído estádio do Vasco da Gama. Após a execução do Hino Nacional, postados em torno de um círculo que a todos igualava simbolicamente, Getulio Vargas assim se dirigia ao povo:
Todo trabalhador, qualquer que seja a sua profissão, é (…) um patriota que conjuga o seu esforço individual à ação coletiva em prol da independência econômica da nacionalidade. O nosso progresso não pode ser obra exclusiva do governo, e sim de toda a Nação, de todas as classes, de todos os homens e mulheres que se enobrecem pelo trabalho, valorizando a terra em que nasceram.
(…)
A sociedade brasileira felizmente repele, por índole, as soluções extremistas. Corrigidos os abusos e imprevidências do passado, poderemos encarar o futuro com serenidade, certos de que as utopias ideológicas, na prática verdadeiras calamidades sociais, não conseguirão afastar-nos das normas de equilíbrio e bom senso em que se processa a evolução da nacionalidade.
(Correio da Manhã, 3/5/1940).
Nem luto, nem luta. O 1º de maio nunca mais seria o mesmo no Brasil. E no mundo, também não. As décadas recentes nos afastaram do significado político que lhe deu origem. Isto se deve, por um lado, à derrocada da União Soviética e dos regimes comunistas do Leste europeu, e, por outro, às novas formas de produção: flexível e volátil, o capitalismo globalizado disseminou fábricas por vastas regiões do planeta, articuladas pela informática e pelos meios de comunicação. Este processo desconstruiu o proletariado industrial típico dos séculos XIX e XX, disseminando a produção industrial por vários continentes do planeta, alcançando a Ásia.
Foi-se o proletariado. Sobrou o feriado.

BERNARDO KOCHER é professor de História da Universidade Federal Fluminense (UFF) e autor da dissertação “Luto-Luta: O Primeiro de Maio no Rio de Janeiro (1890-1940)” (UFF, 1987).

Saiba Mais – Livros:

ABENDROTH, Wolfgang. A História Social do Movimento Trabalhista Europeu. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977.
DEL ROIO, José Luiz. O 1º de Maio. Cem Anos de Luta. 1886-1986. São Paulo: Global, 1986.
DOMANGET, Maurice. Historia del Primero de Mayo. Buenos Aires: Editorial América, 1956.
ELEY, Geoff. Forjando a democracia. A história da esquerda na Europa, 1850-2000. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 2005.
Fonte - Mania de História 

1º de MAIO EM CUBA - HAVANA

Internacional

Representantes de diversas organizações e movimentos de solidariedade com Cuba se juntou às celebrações em vários locais do país. uma paisagem bem atendidas milhares de estudantes estrangeiros que estudam em Cuba, vestindo trajes e agitando bandeiras de seus países. só na capital, Mais de 1.500 estudantes de 98 países, representando a Escola Latino-Americana de Medicina (ELAM), bloco integrado de 50 000 jovens na Praça da Revolução fechou a marcha para o Dia do Trabalho.

ISLA mia
foto - Ismael Francisco
Um bloco composto por cientistas e especialistas em grandes centros de pesquisa cubanos em Havana liderou o caminho na Praça da Revolução em Havana, capital de Cuba, em Internacional dos Trabalhadores do dia, presidida pelo presidente cubano Geral Raul Castro. Dois banners presidiu o desfile, o líder da classe trabalhadora cubana Lázaro Peña, eo recentemente falecido Comandante Hugo Rafael Chávez Frias, presidente do povo irmão da Venezuela, cuja homenagem foi dedicada especialmente este desfile pela primeira de Maio. A manifestação durou vários quilômetros de comprimento ao longo das principais avenidas da cidade e também em todas as capitais provinciais do país.
Representantes de diversas organizações e movimentos de solidariedade com Cuba se juntou às celebrações em vários locais do país. uma paisagem bem atendidas milhares de estudantes estrangeiros que estudam em Cuba, vestindo trajes e agitando bandeiras de seus países. só na capital, Mais de 1.500 estudantes de 98 países, representando a Escola Latino-Americana de Medicina (ELAM), bloco integrado de 50 000 jovens na Praça da Revolução fechou a marcha para o Dia do Trabalho. Vestida com roupas em que cores predominantes do país de mãe, um coro ecoou em centenas de cenários nas capitais de distrito de províncias e municípios: Chávez vive, a luta continua, como uma homenagem àqueles que deram até o último suspiro de sua vida para a Revolução Bolivariana! e amado irmão é e será dos filhos de Martí e Fidel. foi a festa para o Dia dos Trabalhadores oportunidade excepcional Internacional para reafirmar a decisão inalienável que com orgulho esquerda e revolucionário ganha voar a partir de suas tarefas envolvidas na atualização modelo econômico cubano, lenta mas seguramente, mais e mais imbuídos como indispensável é fazer com ordem, disciplina e exigência. | jornais locais cubano
Fonte - ISLA mia  01/05/2013

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foto - Ismael Francisco

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foto - Ismael Francisco



domingo, 21 de abril de 2013

Brasília completa neste domingo 53 anos com vasta programação

Brasília completa 53 anos neste domingo com intensa programação


Da Agência Brasil
Brasília - Com o tema “Capital Ibero-Americana da Juventude 2013”, Brasília comemora 53 anos amanhã (21). Desde o início da semana, uma série de atividades vem ocorrendo na capital do país, como um
Foto-ilustração
campeonato de balonismo. Neste sábado, na Praça Ibero-Americana da Juventude, localizada no Complexo Cultural da República, na Esplanada dos Ministérios, foram montados um circo, um pista de skate, um quadra de basquete, entre outros espaços, destinados à diversão de crianças e adultos.
Um dos eventos, que reuniu um grande público foi o campeonato patrocinado pela Liga Internacional de Basquete de Rua, com a final prevista para amanhã (21). Para as crianças, está em funcionamento durante todo o fim de semana um parque de diversões com aproximadamente 40 brinquedos.
Há ainda demonstrações de le parkour, um esporte radical no qual as pessoas vencem obstáculos saltando, e de slickline, uma atividade na qual o praticante percorre de um ponto ao outro se equilibrando sobre uma fita estreita e flexível, próxima ao chão.
Para amanhã, está prevista a entrega da medalha Mérito Cidadão Candango, a personalidades da cidade que se destacaram no último ano. Também estão programados campeonatos esportivos e shows musicais com Elen Oléria, Maria Gadu, Fundo de Quintal, Marcelo D2 e Coisa Nossa . A programação completa está disponível no site da Secretaria de Cultura do Distrito Federal.
Fonte - Agencia Brasil 20/04/2013

domingo, 17 de fevereiro de 2013

POSTAGEM Nº "500" COMEMORATIVA

 

Esta é a edição comemorativa da 500ª postagem do nosso Blog agradecemos a todos os nossos amigos,leitores,seguidores e colaboradores a sua parceria e a preciosa atenção que todos sempre tem nos dispensado. E vamos em frente......