UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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terça-feira, 1 de maio de 2018

1º de maio em Curitiba: sindicalistas se unem no primeiro Dia do Trabalhador sem Lula

Dia do Trabalhador  👷

Neste Dia do Trabalhador, sete centrais sindicais se reúnem em Curitiba em ato político para pedir a liberdade do ex-presidente Lula e protestar contra as reformas trabalhistas.- Três fatos unificam as sete maiores centrais sindicais do Brasil neste 1º de Maio: a crise econômica, política e social que tomou conta do país desde o golpe de Estado; a prisão do ex-presidente Lula, em mais uma tentativa de o tornar inelegível e impedir sua vitória nas urnas nas eleições deste ano; e a violência, estimulada pelas crises econômica e política", escreveu Freitas em artigo divulgado pelo sindicato.

Sputnik
fotospublicas.com
O ato está agendado para acontecer no centro de Curitiba, na praça Santos Andrade, e reunirá a CUT (Central Única dos Trabalhadores), Força Sindical, UGT (União Geral dos Trabalhadores), Nova Central, CSB (Central dos Sindicatos do Brasil) e a Intersindical.
Lideranças do PT, como Fernando Haddad e Jaques Wagner, possíveis candidatos à presidência pelo partido, no caso do Lula não conseguir concorrer as eleições, também devem estar presentes. Além disso, os sindicatos prometem abrir o palanque para outros candidatos de esquerda. Manuela D'Ávila (PCdoB) e Guilherme Boulos (PSOL) confirmaram a presença.
"É o maior ato desde a criação da CUT", disse Vagner Freitas, presidente nacional Central Única dos Trabalhadores aos jornalistas.
"Três fatos unificam as sete maiores centrais sindicais do Brasil neste 1º de Maio: a crise econômica, política e social que tomou conta do país desde o golpe de Estado; a prisão do ex-presidente Lula, em mais uma tentativa de o tornar inelegível e impedir sua vitória nas urnas nas eleições deste ano; e a violência, estimulada pelas crises econômica e política", escreveu Freitas em artigo divulgado pelo sindicato.
O cientista político Pedro Curado, professor do Instituto de Relações Internacionais e Defesa (IRID-UFRJ), em conversa com Sputnik Brasil, concordou com avaliação do sindicalista.
Segundo ele, uma forte oposição ao projeto político petista se articulou há alguns anos e atua nesse sentido desde o impedimento da presidenta Dilma Rousseff.
"Existe um interesse de instrumentalizar a justiça para tirar o PT do poder. E o meio para chegar nisso é a través do suposto combate à corrupção. Como exemplo, não existe até hoje explicação para o fato da justiça não ter investigado o período da presidência do FHC, sendo que os principais delatores que deram origem à Lava Jato trabalhavam na política ainda no período anterior ao governo do PT", disse o interlocutor da Sputnik.
"É de extrema irresponsabilidade retirar da corrida eleitoral o candidato que está na liderança com um argumento tão frágil e um julgamento tão controverso, feito em tempo recorde. Isso faz crer que a prisão do Lula tenha uma relação direta com impeachment da Dilma e que a Lava Jato tem o interesse de tirar o PT do poder. O efeito de instabilidade política que essa tática pode provocar é difícil de calcular".

São Bernardo sem Lula
Além da instabilidade política, os sindicatos, e principalmente a CUT, devem trazer esse ano um forte componente emocional para os discursos.
Segundo o João Cayres, Secretário Geral da CUT/SP, muitos companheiros do ex-presidente se reunirão neste sábado para a missa na Igreja Matriz de São Bernardo de Campo. Ali, todos os anos, é realizada a "tradicional" missa no Dia do Trabalhador.
"Essa será a primeira missa do Dia do Trabalhador sem Lula em muitos anos", lamentou o sindicalista, que planeja se juntar ao acampamento de defesa ao ex-presidente em Curitiba assim que puder.
"Todo ano ele [Lula] participa, como um bom católico", disse João Cayres.
"No acampamento de apoio ao Lula tem muita gente, tanto o pessoal dos movimentos sociais, quanto o do movimento sindical. Na CUT nós estamos revesando. Toda semana alguém vai", explicou Cayres.
Neste primeiro dia de maio o acampamento deve crescer ainda mais.
E se depender das centrais sindicais, esse Dia do Trabalhador também será dia de #LulaLivre.
Fonte - Sputnik  01/05/2018

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Dia do Trabalhador é marcado por protestos em todo o Brasil

Dia do Trabalhador  👷

Dias depois da greve geral que mobilizou milhões de pessoas no Brasil, cidades como Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo, entre outras, voltaram a sediar atos de forte oposição à administração de Michel Temer

Sputnik
foto - ilustração
Milhares de pessoas aproveitaram as comemorações do Dia do Trabalhador em todo o país para realizar mais uma rodada de protestos contra o atual governo brasileiro, cuja popularidade vem caindo vertiginosamente, sobretudo após o anúncio das reformas do trabalho e da Previdência, consideradas por muitos um ataque a direitos básicos dos cidadãos.
Dias depois da greve geral que mobilizou milhões de pessoas no Brasil, cidades como Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo, entre outras, voltaram a sediar atos de forte oposição à administração de Michel Temer, que, nos últimos dias, atingiu a marca de 9% de aprovação, segundo o Datafolha, e de apenas 4%, de acordo com o Instituto Ipsos.
Fonte - Sputnik  01/05/2017


sábado, 29 de abril de 2017

Sistema Ferry-Boat opera com esquema especial durante o período do feriado de 1º de maio

Travessia marítima  🚢

O sistema Ferry-Boat terá durante o período do feriado Dia do Trabalho,entre 28 de abril e 2 de maio,o mesmo esquema do último feriado, com viagens nos horários regulares e saídas extras sempre que  demanda aumentar. 

Da Redação
foto - ilustração
Para atender aos usuários que optarem pelo sistema Ferry-Boat durante o período de 28 de abril a 02 de maio – operação especial do feriado Dia do Trabalho – a ITS deverá manter o mesmo esquema do último feriado, com viagens nos horários regulares e saídas extras sempre que a demanda aumentar. Neste sábado (29), o funcionamento será antecipado no terminal São Joaquim, tendo início já a partir das 4h. Também já está programada a antecipação para às 4h no dia 02/05, a partir do terminal Bom Despacho.
Para este período,cinco embarcações, Maria Bethânia, ​Anna Nery, Ivete Sangalo, Juracy Magalhães Júnior e Zumbi dos Palmares permanecem à disposição da operação. Nestes cinco dias, a expectativa é de que circulem entre os dois terminais, São Joaquim e Bom Despacho, mais de 64.400 passageiros e mais de 9.700 veículos. O volume é equivalente ao transportando no mesmo feriado ano passado.
Os condutores de veículos interessados no serviço Hora Marcada podem verificar a disponibilidade de vagas atuais acessando o site -portalsits.internacionaltravessias.-, através do qual também deverá ser feita a compra das passagens por meio dos cartões de crédito e débito.Para esse serviço 
foram disponibilizadas ao todo 5.780 vagas.
Horários de funcionamento,com viagens extras em caso de aumento de demanda igual ou superior a 70% da capacidade da embarcação:
28/04: até 23h30 - 29/04: 4h às 23h30 - 30/04: 6h às 23h30 - 01/05: 6h às 23h30 - 02/05: 4h às 23h30
Com informações da ITS  28/04/2017

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Brasileiros denunciam no 1º de maio em Lisboa ameaça aos direitos dos trabalhadores no Brasil

Internacional

Um grupo de brasileiros se juntou à tradicional marcha do Dia do Trabalhador organizada pela CGTP (Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses), em Lisboa neste domingo, para denunciar que o golpe à democracia em curso no Brasil ameaça principalmente os direitos e as conquistas dos trabalhadores.

Sputnik
Sputnik
Identificados pela bandeira brasileira, cartazes e uma faixa onde se lia “golpe nunca mais”, o grupo conquistou a simpatia dos portugueses no percurso da marcha, na avenida Almirante Reis.
Ao explicar a quem assistia a tradicional manifestação o motivo de sua presença no ato, os brasileiros entregavam um texto intitulado “Não ao golpe no Brasil” contextualizando a situação. “A FIESP (Federação das Indústrias de São Paulo), que financiou a campanha a favor deste golpe diz que ‘não paga o pato’ – mas o que ela pretende é que sejam os trabalhadores brasileiros a ‘pagarem o pato’ da crise econômica mundial, que também atinge o Brasil”, diz o panfleto.
“Em Portugal ou no Brasil, sempre em defesa dos valores de abril”, gritavam os manifestantes brasileiros, acompanhados por alguns portugueses, em referência ao 25 de abril, data da Revolução dos Cravos que pôs fim à ditadura de Marcelo Caetano em Portugal. O vice-presidente brasileiro Michel Temer foi chamado de golpista em cartazes e gritos de guerra: “Temer, golpista, não passará”, foi outro grito ouvido.
A mobilização começou antes da marcha. No Largo do Intendente, perto dali, os brasileiros se concentraram junto ao evento PrecFest, uma feira realizada anualmente para denunciar o trabalho precário em Portugal. No local, o cantor brasileiro Fery Nery cantou clássicos da MPB e Bianca Ribeiro declamou poesias sociais.
Brasileiros manifestam em Lisboa em 1 de maio de 2016Uma manifestante vestindo camisa do Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra mostra cartaz dizendo A tua piscina tá cheia de ratos em um ato com participação brasileira em 1 de maio de 2016 em Lisboa. No fundo da foto, umas pessoas mostram outro cartaz com as palavras Se não tens oportunidades, cria-asManifestantes mostram bandeira brasileira sobre fundo de cartaz dizendo Golpe nunca mais em um ato de 1 de maio de 2016 em Lisboa
Entre os manifestantes, um casal chamava a atenção. Ele pela imensa bandeira da Palestina que carregava e ela, Cladine Chouya, francesa – mas que reluta ao ser questionada sobre sua nacionalidade — pela camiseta do Movimento dos Sem Terra e um pequeno cartaz com uma charge e um pedaço da letra de Cazuza: “Tua piscina está cheia de ratos”. Um terceiro cartaz, pendurado na mochila, defendia a Palestina. Falando em um português solto conquistado após um período no Brasil, ela diz que “todas as causas são únicas e importantes”. “Me juntei [à manifestação] porque faz parte da minha história”, justifica.
As manifestações de brasileiros denunciando um golpe no Brasil tornaram-se frequentes na capital portuguesa. Essa foi a sexta. Os protestos foram organizados pelas redes sociais e juntaram pessoas simpáticas às mesmas causas. Alguns deles se uniram e criaram o Coletivo Andorinha. Igor d’Angelis, estudante de doutorado, é um dos braços desse coletivo. Ele conta que o grupo continuará organizado independente do que acontecer para defender a democracia brasileira.
Nos dias importantes para a política nacional, como em 17 de abril, quando a Câmara dos Deputados votou a abertura do processo de impeachment, o Coletivo Organiza reuniões abertas para acompanhar. Nesse dia, entre poesias, discursos e conversas, eles se reuniram em um espaço de uma organização local. No próximo dia 11, quando ocorrer a votação no Senado, haverá nova reunião.
Igor e os colegas do coletivo comemoram a receptividade dos movimentos sociais locais. No dia 25 de abril, eles marcharam junto com a Casa do Brasil na manifestação realizada na Avenida da Liberdade. Dessa fez, foram convidados pelos organizadores da PrecFest para se juntar a eles.
A professora brasileira Gabriela Antunes, que mora e trabalha em Portugal, soube que também havia gente disposta a contestar o impeachment após uma busca na internet. “Eu estava me sentindo isolada”, diz Gabriela, ao lembrar que há algumas semanas só sabia da realização de manifestação pró-impeachment em Lisboa. Ela teve acesso a uma entrevista de um dos integrantes do coletivo e entrou em contato pelas redes sociais. Resultou que neste 1º de maio, ela segurava a bandeira brasileira à frente da faixa “golpe nunca mais” na marcha. “Eu sentia mais a solidariedade dos meus amigos estrangeiros”, lembra Gabriela, enquanto segue caminhando com a bandeira brasileira.​
Fonte - Sputnik  01/05/2016

domingo, 1 de maio de 2016

Em Salvador, crianças recebem cartilha sobre momento político atual

Política

Crianças aprendem brincando o significado de termos como impeachment. O Ato Dos Trabalhadores Contra o Golpe começou com a participação de crianças, na parte da manhã, que interagiram em rodas de capoeira, pintura e bambolê no espaço Brincança no Ato.

Sayonara Moreno
Correspondente da Agência Brasil

Sayonara Moreno/Agência Brasil
Famílias e representantes de movimentos sociais e centrais sindicais participam, desde as 10h de hoje (1º), no Farol da Barra, em Salvador, de manifestação pelo Dia do Trabalho e contra o impeachment da presidenta Dilma Rousseff. O Ato Dos Trabalhadores Contra o Golpe começou com a participação de crianças, na parte da manhã, que interagiram em rodas de capoeira, pintura e bambolê no espaço Brincança no Ato. Também para as crianças foi distribuída uma cartilha que explica o atual momento político brasileiro e o processo de impeachment, em linguagem infantil.
"Somos um coletivo de mães, pais, amigos e parentes de crianças e estamos preocupados em como responder às demandas das crianças. O meu filho Pietro,de 6 anos, quer saber o que é impeachment e faz outras perguntas”, disse a professora universitária Rosana Boullosa.
Ela explicou que o Brincança no Ato é um espaço lúdico para se divertir com as crianças e ajudar outros pais e mães que têm dificuldade de explicar essas questões aos filhos. “Por isso, criamos a cartilha, que as próprias crianças estão distribuindo. Mas sabemos que há limitações da idade que não nos permitem tratar o assunto de forma séria e aprofundada", acrescentou.
Em cima de um trio elétrico, líderes sindicais deram início ao ato político ao meio-dia e dialogaram com os manifestantes sobre o processo de impeachment que está sendo analisado no Senado Federal. Caso o processo seja aprovado, Dilma Rousseff será afastada do governo por 180 dias e o vice-presidente Michel Temer assumirá o posto.
A possibilidade de Temer assumir a Presidência é perigosa para os trabalhadores, afirmou um dos organizadores do ato, Walter Takemoto, da Frente Brasil Popular Bahia. "A classe trabalhadora tem que sair às ruas para manter seus direitos. O programa do Temer já anuncia uma série de medidas contrárias aos trabalhadores; por isso, hoje é um dia de luta contra o golpe e contra as medidas que ele já anunciou", diz Takemoto.

Sayonara Moreno/Agência Brasil
Em Salvador, vermelho e branco são as cores predominantes entre os manifestantes

Participam do ato estudantes, professores, representantes de movimentos feministas, sindicatos municipais e estaduais, das centrais Única dos Trabalhadores (CUT) e dos Trabalhadores do Brasil (CTB).
Para o presidente da CUT Bahia, Cedro Silva, a mobilização dos trabalhadores deve continuar, porque a possibilidade de aprovação do impeachment no Senado é grande. "A expectativa de aprovação no Senado é a pior possível, porque temos um Senado aliado ao Supremo Tribunal Federal, entreguista e golpista, que não merece confiança. A confiança é o povo na rua para barrar o golpe”, afirmou o sindicalista.
Cedro ressaltou que o ato deste domingo é uma comemoração do Dia do Trabalho, mas também de luta em defesa da democracia e contra o “golpe”, porque não o trabalhador não pode perder os direitos que conquistou legitimamente.
Por volta das 14h30, ao chegar ao Farol da Barra, a deputada Moema Gramacho (PT-BA) foi recebida pelos manifestantes com elogios e agradecimentos por ter votado contra oimpeachment na Câmara dos Deputados. À Agência Brasil, a parlamentar petista disse que "o golpe só mudou de endereço", já que agora está no Senado.
"Custou muito para conseguirmos as conquistas que temos hoje. O que acontece, hoje, no Brasil é um golpe contra a democracia e, mais que isso, contra a classe trabalhadora. Continuaremos denunciando esse golpe porque não há crime de responsabilidade [fiscal, cometido por Dilma Rousseff]. No dia 17, nenhum deputado a favor do impeachment falou de crime, porque não há", afirmou Moema, que acompanhou uma fanfarra local no momento da chegada e conversou com algumas feministas.
Entre os presentes ao ato, as cores vermelho e branco predominaram nas roupas, faixas, cartazes e bandeiras de partidos políticos, de apoio a Dilma, contra Cunha e denunciando o que chamam de "golpe". Bandas locais também se apresentam no ato cultural de hoje, alternando-se com os discursos de líderes trabalhistas.
Fonte - Agência Brasil  01/05/2016

sábado, 2 de maio de 2015

Dilma cria fórum para discutir emprego e defende diálogo "franco e transparente"

Política

A presidenta Dilma Rousseff usa as redes sociais para fazer pronunciamento no Dia do Trabalho.Dilma ressaltou que é preciso “nos acostumar às vozes das ruas” e defendeu o diálogo “franco e transparente” entre o governo e a sociedade como instrumento para a busca de consenso entre os diferentes setores da sociedade.

Luciano Nascimento 
Repórter da Agência Brasil 
Reprodução de vídeo da Presidência da República
A criação de um fórum para debater políticas de emprego e renda foi anunciada hoje (1º) pela presidenta Dilma Rousseff em mais uma de suas mensagens divulgadas nas redes sociais pelo Dia do Trabalho. A presidenta disse também que é preciso reconhecer como legítimas as reivindicações de todos os segmentos sociais.
Dilma ressaltou que é preciso “nos acostumar às vozes das ruas” e defendeu o diálogo “franco e transparente” entre o governo e a sociedade como instrumento para a busca de consenso entre os diferentes setores da sociedade.
“Temos que nos acostumar a fazer isso sem violência e sem repressão. Para isso, nada melhor do que o diálogo franco e transparente entre governo e sociedade”, disse Dilma.
A presidenta informou que o fórum criado para debater políticas de emprego, trabalho, renda e previdência social reunirá as centrais sindicais, representantes dos aposentados e pensionistas, dos empresários e o governo.
A pauta será a discussão da sustentabilidade do sistema previdenciário, abordando temas como regras de acesso, idade mínima, tempo de contribuição e fator previdenciário. Dilma também propôs debater medidas de redução da rotatividade, formalização e aumento da produtividade do trabalho.
“Caberá a nós todos encontrarmos a melhor estratégia e definir os mais eficientes instrumentos para que possamos atingir os nossos objetivos de fazer o Brasil crescer, aumentando emprego e renda de todos os trabalhadores”, disse.
Fonte - Agência Brasil  01/05/2015

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Mensagem da presidenta Dilma pelo Dia do Trabalhador

Política

Na terceira e última parte da mensagem feita por Dilma Rousseff para o Dia Do Trabalhador, comemorado na sexta-feira (1º/05/15), a presidenta defende o respeito ao direito de manifestação dos trabalhadores. Ela destaca que somente o diálogo pode construir consensos em direção ao crescimento do país, com mais emprego e renda. Assista e saiba mais no Blog do Planalto: http://blog.planalto.gov.br/



quinta-feira, 30 de abril de 2015

Viagens no feriado de 1º de maio devem movimentar R$ 2,5 bilhões

Economia

O estudo da FGV pesquisou viagens no feriado por avião, automóvel, ônibus e navio.A projeção foi feita com base em dados como gasto médio das pessoas e a frequência de viagens em feriados nacionais. Foram considerados deslocamentos por avião, ônibus, navio e carro. - PS -(Pregopontocom)Nem um trenzinho?????!!!!!........

Alex Rodrigues
Repórter da Agência Brasil 
Arquivo/Agência Brasil 
As viagens dentro do país deverão movimentar R$ 2,58 bilhões no feriado de 1º de maio, Dia do Trabalho. A expectativa é do Ministério do Turismo que, com base em estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV), estima que 1,51 milhão de turistas se desloquem pelo país no fim de semana prolongado.
A projeção foi feita com base em dados como gasto médio das pessoas e a frequência de viagens em feriados nacionais. Foram considerados deslocamentos por avião, ônibus, navio e carro. Entre os estados que mais devem arrecadar estão São Paulo (R$ 315,2 milhões), Rio Grande do Sul (R$ 270,6 milhões) e Bahia (R$ 171,5 milhões). A estimativa é que essas três unidades da federação recebam, respectivamente, 286 mil turistas, 122 mil e 115 mil.
Para o ministro do Turismo, Henrique Alves, a ocasião é uma oportunidade para as pessoas conhecerem melhor o próprio país mas, também, para o setor faturar gerando novos negócios e empregos.
“Quando há um feriadão, as pessoas viajam. Então é muito importante tentarmos conquistar esse mercado e aproveitar esse período para, em um ano atípico como este, desenvolver o turismo interno. Porque há muito brasileiro que não conhece o país e que pode aqui mesmo encontrar coisas belíssimas”, disse Alves. Ele destacou que as estimativas podem ser superadas caso estados e municípios façam um bom trabalho ao se promoverem como destino turístico.
De acordo com o boletim mensal que monitora a intenção de viagem em sete capitais do país, 70,9% dos entrevistados que pretendem passear pelos próximos seis meses em algum lugar do Brasil.
Fonte - Agência Brasil  30/04/2015

quinta-feira, 1 de maio de 2014

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Pronunciamento da Presidenta Dilma Rousseff pelo dia 1º de Maio - Dia do Trabalho





Pronunciamento da presidenta Dilma Rousseff veiculado em rede nacional de TV e rádio no dia 30 de abril de 2014 pelo Dia Internacional do Trabalho, celebrado no dia 1º de maio.



quarta-feira, 1 de maio de 2013

1º DE MAIO – MUITO ALÉM DO FERIADO



Muito além do feriado
O 1° de maio surgiu como símbolo mundial da luta por direitos trabalhistas. No Brasil, teve significados distintos antes de ser incorporado por Vargas

Bernardo Kocher

No Dia do Trabalho não se trabalha. Esta homenagem às avessas vigora em boa parte do mundo capitalista. O 1º de maio hoje é vivido por muitos apenas como mais um feriado no calendário, mas sua criação foi fruto de uma história de lutos e lutas da classe operária.
As referências simbólicas desse período do ano vêm de longe. Os romanos festejavam entre 30 de abril e 3 de maio as “floralias”, festa dos cereais e das flores. A Idade Média manteve viva a tradição, em comemorações pela “expansão da primavera” ou o “signo da alegria”. Ainda no século XVI, surgiu a primeira associação da estação com o mundo do trabalho, quando legislações corporativas instituíram a jornada de trabalho de oito horas. Foi o caso da legislação de Felipe II, da Espanha, que estabeleceu este direito para os mineiros em 1573 e para os demais trabalhadores em 1593.
No século XIX, esta simbologia foi retomada pelo proletariado moderno, que começava a se organizar. Antes mesmo da consagração da data, reivindicações trabalhistas se inspiravam naquele período do ano. O movimento de padeiros irlandeses contra o trabalho noturno e o dominical no século XIX resultou nos “comícios de maio”, como os descreveu Karl Marx (1818-1883).
Mas foi nos Estados Unidos que se consolidou o moderno significado do 1º de maio, numa série de manifestações que culminaram em tragédia. Em 1832, a jornada de oito horas foi a principal reivindicação das greves que estouraram em Boston, na Filadélfia e em Nova York. Três décadas depois, os operários ainda lutavam pela mesma causa, tanto é que em 1869 criaram a “Liga pelas Oito Horas”. Apesar da crescente organização da classe, as condições de vida dos trabalhadores ficaram ainda piores com a depressão econômica que assolou os Estados Unidos entre 1884 e 1885. A situação se tornou tão calamitosa que em 1886 foi convocada uma greve geral para 1° de maio, usualmente o dia nacional da renovação dos contratos de trabalho. No dia 3, cerca de seis mil operários que permaneciam em greve se reuniram em frente à fábrica Mc Cormick Harvest Works, em Chicago. A manifestação, a princípio, era pacífica, mas a polícia resolveu intervir com violência. Graves incidentes deixaram um saldo de seis mortos e 50 feridos. No dia seguinte, operários anarquistas convocaram, com autorização oficial, um ato de protesto contra a ação da polícia. No meio do comício, uma bomba foi arremessada na direção de policiais que tentavam dispersar a multidão.
O episódio desencadeou uma perseguição a líderes do movimento operário. Depois de um processo suspeito, com caráter marcadamente político, sete deles foram condenados à morte por enforcamento e outro, a quinze anos de prisão.
A luta pela comprovação da inocência dos acusados transformou os “oito mártires de Chicago” em símbolo mundial da injustiça do Estado capitalista contra uma classe trabalhadora oprimida. Ainda mais depois que cinco deles foram, de fato, executados. O incidente americano teve influência crucial nos rumos da 2ª Internacional dos Trabalhadores, organização criada em Paris, em 1889, reunindo representantes operários de vários países sob orientação marxista. Neste congresso, a entidade decretou o 1° de maio como Dia Internacional do Trabalho. A data nasce sob o signo da revolta e da luta.
Em torno dela, os operários passaram a promover um grande número de atividades políticas, sociais e culturais — comícios, greves, passeatas, poesias, peças de teatro, bailes, caricaturas etc. — canalizando a pressão pela melhoria de suas condições de vida. O ponto de partida era, ainda, a necessidade de uma jornada de trabalho de oito horas, que lhes permitiria oito horas de lazer e outras oito de descanso.
As manifestações chegaram ao Rio de Janeiro, então capital do Brasil, justamente no período de transição do Império para a República. O novo regime criou a expectativa de que vários direitos de cidadania seriam adotados, e as manifestações que o movimento operário local promoveu entre 1890 e 1906 refletiram esta esperança. Os trabalhadores braçais foram os que mais se interessaram pela proposta, já que não tinham qualquer proteção social nas suas relações com o patronato.
Pouco numerosa e ainda fortemente vinculada ao passado escravista, a classe trabalhadora carioca adotava uma atitude respeitosa na forma de fazer suas demandas. Nas primeiras comemorações do 1º de maio no Brasil, os manifestantes começavam o dia com uma salva de tiros ou de fogos de artifício. Em seguida, uma comissão de operários ia ao cemitério para visitar túmulos de líderes e de antigos companheiros mortos. O sacrifício dos “oito de Chicago” era lembrado em clima de luto.
Outra parte expressiva das manifestações ficava por conta dos “préstitos”, desfiles em que cada categoria profissional carregava seu estandarte pelas ruas do centro da cidade, acompanhadas por bandas que tocavam músicas oficiais. Para a ocasião, os operários vestiam roupas de qualidade, muito diferentes dos trapos usados no ambiente de trabalho. Queriam ser reconhecidos não só pela sua profissão, mas como cidadãos comuns e civilizados, iguais aos demais. Mais do que buscar melhores condições de vida, tratava-se da reivindicação de um novo status social numa sociedade elitista e excludente.
Neste mesmo sentido, eram feitas visitas às redações dos jornais para divulgar a boa conduta da classe, e depois, geralmente havia um comício. À noite, as manifestações continuavam nas sedes sociais das entidades de classe, intercalando comícios e sessões solenes com atividades de lazer.
Mas as reformas políticas e sociais esperadas do novo regime não vieram. Por conta disso, as manifestações do 1º de maio sofreram profundas mudanças. Com o 1º Congresso Operário Brasileiro, entre 15 e 20 de abril de 1906, uma nova orientação torna-se predominante nas formas de se celebrar a data. A tendência do período anterior é invertida: o luto se transforma em luta.
Um jornal editado por trabalhadores do setor gráfico, publicado em 1916, traduz essa mudança de tom no discurso operário brasileiro, ao tentar convencer seus leitores do novo significado do 1° de maio: “Companheiros, hoje não é dia de festas, foguetórios, bailes, etc… mas sim um dia de protesto, de irmos pedir aos senhores conta do sangue de nossos irmãos derramado por nossa redenção a estes senhores desta sociedade sem igualdade e sem liberdade”. Esta era a ótica dos anarcossindicalistas, para quem a greve deveria ser a forma preferencial de manifestação dos trabalhadores. Esta corrente política foi responsável pela mudança, duradoura, do eixo no qual as manifestações de 1º de maio passaram a se inspirar: era um dia de LUTO, não de LUTA, como até então vinha sendo defendido por setores do operariado.
Embora hegemônica, a interpretação dos anarcossindicalistas para o 1º de maio não era a única. “O Congresso aconselha aos operários e respectivos sindicatos que, no caso em que essa data seja decretada dia feriado, iniciem uma forte propaganda no sentido de patentear a incompatibilidade da adesão do Estado a tal manifestação, que é revolucionária e de luta de classes, apontando o seu trágico epílogo a 11 de novembro de 1887”.
Ao longo dos anos 1910 e 1920, a disputa pelo significado da data ocorreu em ambiente de conflito aberto: as áreas não-operárias não buscavam mais conciliação com o discurso dos trabalhadores, e elaboravam outras interpretações. Nesta direção atuaram a imprensa, o Estado e até a Igreja.
Bendito o 1º de Maio, que nos trazes contigo a alegria das flores, o consolo da prece e o descanso festivo dos que trabalham.
(Correio da Manhã, 1/5/1911).
É que ela – a data de 1º de Maio – deixou de ser uma simples comemoração dos mártires de Chicago, sacrificados em holocausto aos interesses vitais das classes trabalhadoras, para se transformar numa homenagem da própria Civilização aos seus maiores obreiros, quer mourejem no interior das fábricas e oficinas, quer laborem na liberdade dos campos e dos mares. Pode-se dizer, portanto, que o socialismo a instituiu como a marca inicial de suas reivindicações, e a sociedade aceitou como a festa simbólica de sua gratidão.
(A Razão 1/5/1918)
A luta para se definir o significado do 1° de maio se tornaria ainda mais intensa a partir dos anos 1920, quando o comunismo substituiu o anarcossindicalismo na preferência dos operários. Com a ascensão do regime comunista na Rússia em 1917 – e mais tarde no restante da Europa Oriental, após a Segunda Guerra Mundial –, a data ganhou fortes contornos políticos. Enquanto a classe operária conclamava seus companheiros à luta, setores mais conservadores davam outro tratamento à efeméride. Em maio de 1929, o jornal Correio da Manhã publicava uma visão religiosa do feriado, em resposta à influência comunista: “Ontem, os trabalhadores que ainda não se deixaram seduzir pelas utopias comunistas foram à tarde à matriz de Sant’Anna (…). Que ensinamentos lhes terá comunicado o Filho do Carpinteiro?”
Somente na Era Vargas seria elaborado um discurso unificado sobre o 1° de maio no Brasil. O curioso é que esse discurso foi modelado pelo Estado, e não pela sociedade civil. Levantando a bandeira trabalhista, o governo instaurado em 1930 se apropriou da data e a utilizou para fins políticos – para não dizer propagandísticos. Paralelamente às políticas concretas — jornada de oito horas, férias, carteira de trabalho e criação do Ministério do Trabalho —, Vargas investiu em um novo caráter subjetivo para o 1º de maio, afastando-se do significado inicial dado pelos operários à data. O protagonista não é mais o operariado, e sim o Estado, o desenvolvimento econômico, a Nação e o seu dirigente máximo.
Foi uma década de repressão ao movimento operário livre e de instituição de sindicatos atrelados ao Estado. Para regular as atividades do movimento operário, e o mercado de trabalho de forma mais ampla, os sindicatos passaram a ser controlados por normas oficiais, criou-se a carteira de trabalho e foi instituída a Consolidação das Leis do Trabalho. A partir de 1939, o Dia do Trabalho consolidou-se como festividade oficial, conduzida pelo governo. As manifestações passaram a contar com pomposos discursos do presidente no recém-construído estádio do Vasco da Gama. Após a execução do Hino Nacional, postados em torno de um círculo que a todos igualava simbolicamente, Getulio Vargas assim se dirigia ao povo:
Todo trabalhador, qualquer que seja a sua profissão, é (…) um patriota que conjuga o seu esforço individual à ação coletiva em prol da independência econômica da nacionalidade. O nosso progresso não pode ser obra exclusiva do governo, e sim de toda a Nação, de todas as classes, de todos os homens e mulheres que se enobrecem pelo trabalho, valorizando a terra em que nasceram.
(…)
A sociedade brasileira felizmente repele, por índole, as soluções extremistas. Corrigidos os abusos e imprevidências do passado, poderemos encarar o futuro com serenidade, certos de que as utopias ideológicas, na prática verdadeiras calamidades sociais, não conseguirão afastar-nos das normas de equilíbrio e bom senso em que se processa a evolução da nacionalidade.
(Correio da Manhã, 3/5/1940).
Nem luto, nem luta. O 1º de maio nunca mais seria o mesmo no Brasil. E no mundo, também não. As décadas recentes nos afastaram do significado político que lhe deu origem. Isto se deve, por um lado, à derrocada da União Soviética e dos regimes comunistas do Leste europeu, e, por outro, às novas formas de produção: flexível e volátil, o capitalismo globalizado disseminou fábricas por vastas regiões do planeta, articuladas pela informática e pelos meios de comunicação. Este processo desconstruiu o proletariado industrial típico dos séculos XIX e XX, disseminando a produção industrial por vários continentes do planeta, alcançando a Ásia.
Foi-se o proletariado. Sobrou o feriado.

BERNARDO KOCHER é professor de História da Universidade Federal Fluminense (UFF) e autor da dissertação “Luto-Luta: O Primeiro de Maio no Rio de Janeiro (1890-1940)” (UFF, 1987).

Saiba Mais – Livros:

ABENDROTH, Wolfgang. A História Social do Movimento Trabalhista Europeu. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977.
DEL ROIO, José Luiz. O 1º de Maio. Cem Anos de Luta. 1886-1986. São Paulo: Global, 1986.
DOMANGET, Maurice. Historia del Primero de Mayo. Buenos Aires: Editorial América, 1956.
ELEY, Geoff. Forjando a democracia. A história da esquerda na Europa, 1850-2000. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 2005.
Fonte - Mania de História 

1º de MAIO EM CUBA - HAVANA

Internacional

Representantes de diversas organizações e movimentos de solidariedade com Cuba se juntou às celebrações em vários locais do país. uma paisagem bem atendidas milhares de estudantes estrangeiros que estudam em Cuba, vestindo trajes e agitando bandeiras de seus países. só na capital, Mais de 1.500 estudantes de 98 países, representando a Escola Latino-Americana de Medicina (ELAM), bloco integrado de 50 000 jovens na Praça da Revolução fechou a marcha para o Dia do Trabalho.

ISLA mia
foto - Ismael Francisco
Um bloco composto por cientistas e especialistas em grandes centros de pesquisa cubanos em Havana liderou o caminho na Praça da Revolução em Havana, capital de Cuba, em Internacional dos Trabalhadores do dia, presidida pelo presidente cubano Geral Raul Castro. Dois banners presidiu o desfile, o líder da classe trabalhadora cubana Lázaro Peña, eo recentemente falecido Comandante Hugo Rafael Chávez Frias, presidente do povo irmão da Venezuela, cuja homenagem foi dedicada especialmente este desfile pela primeira de Maio. A manifestação durou vários quilômetros de comprimento ao longo das principais avenidas da cidade e também em todas as capitais provinciais do país.
Representantes de diversas organizações e movimentos de solidariedade com Cuba se juntou às celebrações em vários locais do país. uma paisagem bem atendidas milhares de estudantes estrangeiros que estudam em Cuba, vestindo trajes e agitando bandeiras de seus países. só na capital, Mais de 1.500 estudantes de 98 países, representando a Escola Latino-Americana de Medicina (ELAM), bloco integrado de 50 000 jovens na Praça da Revolução fechou a marcha para o Dia do Trabalho. Vestida com roupas em que cores predominantes do país de mãe, um coro ecoou em centenas de cenários nas capitais de distrito de províncias e municípios: Chávez vive, a luta continua, como uma homenagem àqueles que deram até o último suspiro de sua vida para a Revolução Bolivariana! e amado irmão é e será dos filhos de Martí e Fidel. foi a festa para o Dia dos Trabalhadores oportunidade excepcional Internacional para reafirmar a decisão inalienável que com orgulho esquerda e revolucionário ganha voar a partir de suas tarefas envolvidas na atualização modelo econômico cubano, lenta mas seguramente, mais e mais imbuídos como indispensável é fazer com ordem, disciplina e exigência. | jornais locais cubano
Fonte - ISLA mia  01/05/2013

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