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sábado, 2 de maio de 2015

Dilma cria fórum para discutir emprego e defende diálogo "franco e transparente"

Política

A presidenta Dilma Rousseff usa as redes sociais para fazer pronunciamento no Dia do Trabalho.Dilma ressaltou que é preciso “nos acostumar às vozes das ruas” e defendeu o diálogo “franco e transparente” entre o governo e a sociedade como instrumento para a busca de consenso entre os diferentes setores da sociedade.

Luciano Nascimento 
Repórter da Agência Brasil 
Reprodução de vídeo da Presidência da República
A criação de um fórum para debater políticas de emprego e renda foi anunciada hoje (1º) pela presidenta Dilma Rousseff em mais uma de suas mensagens divulgadas nas redes sociais pelo Dia do Trabalho. A presidenta disse também que é preciso reconhecer como legítimas as reivindicações de todos os segmentos sociais.
Dilma ressaltou que é preciso “nos acostumar às vozes das ruas” e defendeu o diálogo “franco e transparente” entre o governo e a sociedade como instrumento para a busca de consenso entre os diferentes setores da sociedade.
“Temos que nos acostumar a fazer isso sem violência e sem repressão. Para isso, nada melhor do que o diálogo franco e transparente entre governo e sociedade”, disse Dilma.
A presidenta informou que o fórum criado para debater políticas de emprego, trabalho, renda e previdência social reunirá as centrais sindicais, representantes dos aposentados e pensionistas, dos empresários e o governo.
A pauta será a discussão da sustentabilidade do sistema previdenciário, abordando temas como regras de acesso, idade mínima, tempo de contribuição e fator previdenciário. Dilma também propôs debater medidas de redução da rotatividade, formalização e aumento da produtividade do trabalho.
“Caberá a nós todos encontrarmos a melhor estratégia e definir os mais eficientes instrumentos para que possamos atingir os nossos objetivos de fazer o Brasil crescer, aumentando emprego e renda de todos os trabalhadores”, disse.
Fonte - Agência Brasil  01/05/2015

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Mobilidade Urbana será tema de fórum em SP

Mobilidade,

A abertura do evento deve ocorrer às 8h50, seguida de apresentação do Plano Federal de Mobilidade Urbana. O Secretário Nacional de Transportes e Mobilidade Urbana, do Ministério das Cidades, Raphael Resende Neto, deve traçar um panorama e falar dos critérios de distribuição dos investimentos da união para o desenvolvimento da mobilidade urbana.

RF
foto - Pregopontocom
Na próxima semana, entre os dias 3 e 5 de dezembro, em São Paulo, será realizado o Fórum Movecidades. A abertura do evento deve ocorrer às 8h50, seguida de apresentação do Plano Federal de Mobilidade Urbana. O Secretário Nacional de Transportes e Mobilidade Urbana, do Ministério das Cidades, Raphael Resende Neto, deve traçar um panorama e falar dos critérios de distribuição dos investimentos da união para o desenvolvimento da mobilidade urbana.
O primeiro dia de evento conta ainda com uma chamada para potenciais investidores, que tratará das principais oportunidades de negócio em mobilidade urbana pelo país. Participarão representantes dos estados do Rio de Janeiro e São Paulo e das prefeituras de Cuiabá, Porto Alegre, Belo Horizonte, Manaus e Fortaleza.
O segundo dia de fórum (04/11) deve tratar do planejamento para o futuro, integração de modais, equação tarifária e bilhetagem, entre outros temas.
Para o último dia de evento está programada uma visita técnica no monotrilho da Linha 15-Prata do Metrô de São Paulo, que teve seu primeiro trecho, entre as estações Vila Prudente e a nova estação Oratório, inaugurado no final de agosto deste ano. Confira a programação preliminar do Fórum Movecidades: http://www.revistaferroviaria.com.br/upload/programação_MOVECIDADES.pdf

Serviço:
Fórum Movecidades
Onde: Hotel Golden Tulip Paulista Plaza.
Alameda Santos, 85, Jardins, São Paulo - SP
Outras informações: www.informagroup.com.br/site/hotsite_ibc.asp?idevento=496
Fonte - Revista Ferroviária  27/11/2014

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Fórum vai discutir propostas para fortalecer comunicação pública

Comunicação

Fórum Brasil de Comunicação Pública 2014 na Câmara dos Deputados discute propostas para fortalecer o setro e seu sistema no Brasil.Entre os temas abordados estão a universalização do acesso à comunicação,a convergência de linguagens e conteúdo interativo,as formas de financiamento do sistema público e as políticas de fomento para o segmento de audiovisual.

Sabrina Craide
Repórter da Agência Brasil 
Antonio Cruz/Agência Brasil
Debater propostas para a comunicação pública,com o objetivo de fortalecer o sistema no país, é o objetivo do Fórum Brasil de Comunicação Pública,que ocorre hoje (13) e amanhã (14) no Auditório Nereu Ramos,da Câmara dos Deputados. Entre os temas abordados estão a universalização do acesso à comunicação,a convergência de linguagens e conteúdo interativo,as formas de financiamento do sistema público e as políticas de fomento para o segmento de audiovisual.
O evento é promovido pela Secretaria de Comunicação da Câmara dos Deputados e pela Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão e o Direito à Comunicação com Participação Popular (FrenteCom),grupo composto por mais de 100 entidades que atuam no campo da comunicação social.Além dos painéis principais,haverá reuniões setoriais de grupos de discussão.
Para o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC),uma das questões prioritárias a ser debatida no evento é a garantia de espectro para as emissoras públicas, especialmente para a criação de novos canais.“Não adianta a gente defender mais financiamento para o setor ou melhoria das condições de produção de conteúdo pelo campo público se não tiver espaço físico para outros canais existirem no espectro”,explica Bia Barbosa, da coordenação executiva do FNDC.
Segundo ela, também serão abordadas no fórum questões como a garantia de canais permanentes de diálogo da sociedade civil na definição dos rumos das emissoras do campo público,a atualização do marco regulatório para a comunicação como um todo,em especial para o campo público, e uma atenção especial aos veículos comunitários.
Além de parlamentares,a programação do evento conta com professores,representantes de associações do setor de comunicações,do Ministério das Comunicações e da Agência Nacional do Cinema (Ancine).O diretor-presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC),Nelson Breve,participa do debate sobre Tecnologia e Infraestrutura do Sistema Público e a presidenta do Conselho Curador da EBC,Ana Luiza Fleck Saibro,participa do evento como mediadora.
O Fórum Brasil de Comunicação Pública dá sequência aos dois primeiros fóruns de TVs Públicas e ao Seminário Internacional da Comunicação Pública, realizados em 2006, 2009 e 2012, respectivamente. Ao final do evento, as organizações participantes entregarão a plataforma consolidada de demandas para a comunicação pública à presidenta Dilma Rousseff.
Fonte - Agência Brasil  13/11/2014

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Rio sedia fórum para debater mudanças climáticas

Meio Ambiente

O objetivo das autoridades brasileiras é uma redução de 84% do desmatamento, principal fonte das emissões de gases responsáveis pelo efeito estufa. Isso significa chegar a um patamar inferior a 4 mil quilômetros desmatados por ano, que foi o compromisso estabelecido na Conferência do Clima de Copenhague (Dinamarca), em 2009.

Alana Gandra 
Repórter da Agência Brasil
Combate ao desmatamento ainda
 é desafio para as autoridades brasileiras
Arquivo/Agência Brasil
Começou hoje (2), no Rio, o primeiro encontro de trabalho do projeto IES-Brasil (Implicações Econômicas e Sociais) do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas (FBMC), que traçará cenários sobre a emissão de gases causadores do efeito estufa para os períodos de 2020 a 2030 e de 2030 a 2050, além de identificar políticas de redução dessas emissões.
O secretário executivo do FBMC, professor Luiz Pinguelli Rosa, disse que as emissões do desmatamento, no Brasil, foram diminuíram. Isso dá a oportunidade de o Brasil “até cumprir a meta que foi levada a Copenhague”, ressaltou.
O objetivo das autoridades brasileiras é uma redução de 84% do desmatamento, principal fonte das emissões de gases responsáveis pelo efeito estufa. Isso significa chegar a um patamar inferior a 4 mil quilômetros desmatados por ano, que foi o compromisso estabelecido na Conferência do Clima de Copenhague (Dinamarca), em 2009.
Pinguelli Rosa destacou, entretanto, que o problema agora vai ficando mais difícil porque as emissões do desmatamento são de ordem de magnitude igual à dos setores energético e agrícola. “E no setor energético, nós estamos na contramão”, acrescentou.
Investimentos na matriz eólica
contribui para a geração de energia limpa
Arquivo/Agência Brasil
Segundo o secretário executivo, o Brasil está aumentando o consumo de energia das usinas termelétricas, que emitem muito mais gás carbônico do que as hidrelétricas e, também, com o consumo de gasolina superior ao de etanol. Pinguelli Rosa destacou que o consumo de gasolina tinha ficado abaixo do etanol, no início do governo Luiz Inácio Lula da Silva, com os carros flex. “Mas, agora, está o contrário”.
De positivo, ele citou o aumento da disponibilização de energia eólica - dos ventos – no atual governo, embora essa expansão ainda seja pequena em valores absolutos. “Esse é o quadro que nós estamos agora”.
Para diminuir essas emissões, ele sugeriu que o governo deve, em primeiro lugar, “enfrentar o problema do preço dos combustíveis, que não está estimulando o etanol. Em segundo lugar, cabe ao governo enfrentar o problema elétrico, que está com uma distorção enorme”.
Pinguelli Rosa, que também é diretor do Instituto Luiz Alberto Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe-UFRJ), disse que as duas iniciativas têm de ser feitas imediatamente porque vão repercutir nas emissões, além de estimular a eficiência energética. Para ele, disse que o país ainda não tem uma política voltada para a eficiência energética.
Outras três reuniões do IES-Brasil estão programadas para este ano, quando serão divulgados os primeiros dados do projeto.
O resultado final deverá ser anunciado somente em 2015, após os encontros. Pinguelli Rosa admitiu que as conclusões do projeto serão levadas ao governo federal como subsídio à posição brasileira que será apresentada na próxima Conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre Mudanças Climáticas (Cop 20), que ocorrerá em Lima, no Peru, em dezembro próximo.
Fonte - Agência Brasil  02/04/2014

sábado, 25 de janeiro de 2014

Moscou adverte Estados Unidos a não interferir na situação da Ucrânia

Internacional

Voltaram a acontecer manifestações em Kiev na madrugada deste sábado, 25


Em entrevista à televisão russa, o ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Sergei Lavrov, advertiu os Estados Unidos a não interferir nos acontecimentos da Ucrânia. Lavrov disse que discutiu a crise ucraniana com o secretário de Estado americano, John Kerry, durante a conferência Genebra-2, para a paz na Síria, e que, então, chamou a atenção de seu colega dos EUA para o fato de que “agora é muito importante não interferir nos acontecimentos e evitar quaisquer declarações que apenas agravarão a situação”. E Lavrov concluiu: “Espero que ele tenha me ouvido.”Um oposicionista fotografa a linha de defesa da polícia, em Kiev, durante a trégua de sexta-feira, 24
Na sexta-feira, 24, o Secretário de Estado John Kerry tinha reafirmado o apoio dos Estados Unidos aos manifestantes ucranianos, dizendo que Washington está trabalhando com os seus aliados e altos funcionários do Governo da Ucrânia para pôr fim à violência entre as forças de segurança e os oposicionistas. “Nós estamos com o povo da Ucrânia”, proclamou Kerry no Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça.
Neste sábado, 25, o líder do partido Svoboda (Liberdade), Oleg Tyahnibok, apoiado por dois outros oposicionistas, Vitali Klitschko e Arseni Yatsenyuk, convocou os ucranianos a criar unidades de defesa contra o Governo, e a tomar o poder em suas próprias mãos.
Na noite de sexta-feira para sábado foram reiniciados no centro de Kiev os confrontos entre manifestantes e a polícia. Milhares de pessoas ainda continuam na Praça de Independência. Durante toda a madrugada os manifestantes queimaram pneus e reforçaram suas barricadas, sendo ouvidos aguns tiros.
Ainda durante o dia da sexta-feira, 24, durante a breve trégua nas manifestações, as autoridades e a oposição acordaram em conceder anistia aos manifestantes detidos durante os protestos em Kiev. A informação foi do presidente do país, Viktor Ianukovich. Segundo ele, na reunião da quinta-feira, 23, foi acordado que aceitariam a decisão do Parlamento de introduzir uma lei da anistia para todos os que foram detidos durante o processo das manifestações, inclusive os radicais, mas que não tenham cometido crimes graves.
No dia 19 de janeiro os protestos da oposição em Kiev tiveram os confrontos intensificados entre os oposicionistas e as forças policiais. Os grupos mais radicais tentaram romper o cordão de isolamento em volta da quadra do Governo, jogando coquetéis molotov nos policiais. Durante os confrontos, três manifestantes morreram.
Fonte - Diário da Russia  25/01/2014