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sábado, 14 de maio de 2016

Vibrações nos Trens é Tema de Dissertação de Mestrado

Transportes sobre trilhos

A análise de vibrações é uma técnica de manutenção preditiva que monitora a “saúde da máquina”, fornecendo através de gráficos característicos diagnósticos que pontuam defeitos e seu grau de severidade. Ao longo de um ano foram realizadas medições mensais nos motores de tração e nos conjuntos motor-compressor de 6 TUEs da frota CISM, obtendo resultados significativos.

CBTU

A funcionária da CBTU Recife, Sandra Holanda, coordenadora da Coordenadoria Operacional de Planejamento e Engenharia de Manutenção - Copem, concluiu agora no mês de abril, a dissertação de mestrado realizada no Programa de Engenharia Mecânica da UFPE com o tema “Aplicação da Manutenção Preditiva por Análise de Vibrações em Equipamentos de Trens Urbanos com Plano de Manutenção Proposto”.
A análise de vibrações é uma técnica de manutenção preditiva que monitora a “saúde da máquina”, fornecendo através de gráficos característicos diagnósticos que pontuam defeitos e seu grau de severidade. Ao longo de um ano foram realizadas medições mensais nos motores de tração e nos conjuntos motor-compressor de 6 TUEs da frota CISM, obtendo resultados significativos.
Além do professor Dr. Tiago Leite Rolim, compôs a banca examinadora da defesa da dissertação o professor Dr. Adalberto Nunes de Siqueira, gerente da Gerência Regional de Manutenção – Giman. 


Para que o estudo fosse realizado, a funcionária mestranda contou com a colaboração de colegas da Copem, Comap, Comac, Coofi, Coset e CCO, além do apoio da Giman.
“Entendo que o atendimento ao crescimento sistemático da demanda operacional do Metrô do Recife, que passou de 8 mil para 16 mil viagens mensais, associado ao cenário de contingenciamento orçamentário, só será possível a partir da adoção de práticas de manutenção centrada em confiabilidade. Fico muito feliz cada vez que sou convidado a ajudar os nossos colegas trabalhadores estudantes, que utilizam os seus conhecimentos acadêmicos para contribuir na melhoria dos nossos processos de manutenção, que é o caso de Sandra Holanda”, nos conta Adalberto.
“Estou muito satisfeita e grata com o resultado do trabalho conjunto envolvendo CBTU e UFPE, o qual agregou valores de pesquisa e tecnologia à nossa Companhia, subsidiando a manutenção com diagnósticos essenciais na correção de anomalias que podem culminar em falhas. A missão agora será a implantação dessa técnica no nosso material rodante”, completa Sandra.
Fonte - CBTU  13/05/2016

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Gestão dos recursos hídricos do Maranhão é tema de pesquisa realizada pelo Imesc

Recursos Hídricos

No Maranhão as áreas de plantio estão passando por expansão, registrando entre os anos de 2000 e 2013 um crescimento de 5,9%, fato que se relaciona diretamente com o aumento da utilização da água. Além desses exemplos, agravantes como o assoreamento de nascentes, retificação de rios para obras de engenharia ou expansão urbana. 

Revista Amazônia
foto - Técnicos do Imesc em visita às comunidades dos municípios
 de Cajari e Serrano, participantes do Sistec’s
Segundo o Censo Demográfico de 2010, divulgado pelo Instituto Brasileiro de geografia e Estatística (IBGE), apenas 55,45% dos domicílios brasileiros são atendidos por rede geral de esgoto e, no Maranhão este número é ainda menor, chegando a apenas 11,64%, o que resulta em grande quantidade desses lançados irregularmente em rios, lagos e fossas rudimentares.
No Maranhão as áreas de plantio estão passando por expansão, registrando entre os anos de 2000 e 2013 um crescimento de 5,9%, fato que se relaciona diretamente com o aumento da utilização da água. Além desses exemplos, agravantes como o assoreamento de nascentes, retificação de rios para obras de engenharia ou expansão urbana. Pensando nisso, o Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos ( Imesc) iniciou, em janeiro deste ano, um trabalho de pesquisa voltado para o uso correto dos recursos hídricos em municípios do Maranhão.
Foram escolhidos os municípios incluídos no Plano de Ações do Mais IDH, Serrano do Maranhão, localizado na Bacia do Rio Turiaçu e Cajari, na Bacia do Rio Mearim para a pesquisa sobre ‘Arranjos Produtivos na gestão dos recursos hídricos’, a partir da instalação do Sistema Integrado de Tecnologias Sociais (Sistec) nos municípios de Serrano e Cajari. Ambos contam com a base da economia pautada na agropecuária e no extrativismo, com destaque para agricultura familiar no município de Serrano e a pesca no município de Cajari, atividades que demandam atenção para o uso da água e sua gestão.
O objetivo do Imesc é analisar a aplicabilidade do Sistec, também chamado “Sisteminha”, na melhoria da oferta de alimentos de boa qualidade para essa população e na promoção da transferência e capacitação da tecnologia, para moradores dos povoados desses municípios. “Como os recursos hídricos são essenciais para o sucesso do Sistema de produção de alimentos, é importante um direcionamento na análise da utilização destes recursos, e assim, aumentar a produção sem provocar impactos ambientais”, comentou o técnico do Imesc, Ribamar Carvalho.

foto - Técnicos do Imesc em visita às comunidades dos municípios
 de Cajari e Serrano, participantes do Sistec’s
O Sistec é uma tecnologia desenvolvida pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa ) e ampliada para o Plano de Ações Mais IDH do Governo Flávio Dino, desenvolvidos em 100 famílias nos municípios e sob a orientação da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (SAF). O objetivo do Sistec é garantir a sustentabilidade alimentar da família, que pode optar por atividades, como avicultura de postura ou corte, minhocário, psicultura, horticultura e suinocultura.
A equipe formada pelo Departamento Ambiental do Imesc, Ribamar Carvalho, André Leal, Laiane Rabelo e Alfredo Bacelar visitaram os municípios do projeto, entre os dias 11 e 15 de janeiro para o procedimento de análise inicial. Acompanharam a instalação dos Sistec’s em 10 povoados de Serrano e Cajari nas atividades de produção agrícola, psicultura e criação de galinha caipira para corte e produção de ovos. “Todas estas atividades necessitam de água para funcionar, o nosso trabalho é verificar neste momento de início da instalação dos Sisteminhas de onde as famílias estão captando a água utilizada, qual é o recurso hídrico que vai garantir a sustentabilidade destas culturas e a qualidade”, explicou o técnico André Leal.
A pesquisa foi realizada com base na observação das comunidades nas residências que já iniciaram os trabalhos da produção de alimentos, registros fotográficos, georeferenciamentos dos corpos hídricos e locais de produção, entrevistas com os beneficiados do sistema e técnicos agrícolas que estão dando formação para a comunidade.
Uma das principais reclamações dos moradores dos povoados próximos às áreas de campos alagados da Baixada e Litoral é a salinização, que provoca a morte dos peixes e a escassez de água potável. Essa problemática acontece todos os anos a partir dos meses de setembro e outubro quando a água salgada ultrapassa os diques feitos de “barro e areia” pela própria comunidade. Segundo a pesquisadora Laiane Rabelo, há muita esperança para mudar o cenário: “Nós observamos que as famílias estão muito entusiasmadas com o projeto. Por ser um trabalho de base, estão todos bastante envolvidos”, ressaltou.
A pesquisa é financiada com recursos da Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão (Fapema), coordenada e executada pela equipe do Imesc, constituída por técnicos de diferentes áreas de conhecimento, como sustentabilidade, saúde e ambiente e desenvolvimento sócio espacial e econômico.
Para a segunda parte do projeto, a equipe deve retornar aos municípios de Serrano e Cajari no final de 2016 para observar e avaliar os resultados da primeira remessa dos Sistec’s, analisando como as famílias realizaram a gestão hídrica nesse primeiro momento e suas dificuldades iniciais.
Fonte - Revista Amazônia  02/02/2016

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Mobilidade Urbana será tema de fórum em SP

Mobilidade,

A abertura do evento deve ocorrer às 8h50, seguida de apresentação do Plano Federal de Mobilidade Urbana. O Secretário Nacional de Transportes e Mobilidade Urbana, do Ministério das Cidades, Raphael Resende Neto, deve traçar um panorama e falar dos critérios de distribuição dos investimentos da união para o desenvolvimento da mobilidade urbana.

RF
foto - Pregopontocom
Na próxima semana, entre os dias 3 e 5 de dezembro, em São Paulo, será realizado o Fórum Movecidades. A abertura do evento deve ocorrer às 8h50, seguida de apresentação do Plano Federal de Mobilidade Urbana. O Secretário Nacional de Transportes e Mobilidade Urbana, do Ministério das Cidades, Raphael Resende Neto, deve traçar um panorama e falar dos critérios de distribuição dos investimentos da união para o desenvolvimento da mobilidade urbana.
O primeiro dia de evento conta ainda com uma chamada para potenciais investidores, que tratará das principais oportunidades de negócio em mobilidade urbana pelo país. Participarão representantes dos estados do Rio de Janeiro e São Paulo e das prefeituras de Cuiabá, Porto Alegre, Belo Horizonte, Manaus e Fortaleza.
O segundo dia de fórum (04/11) deve tratar do planejamento para o futuro, integração de modais, equação tarifária e bilhetagem, entre outros temas.
Para o último dia de evento está programada uma visita técnica no monotrilho da Linha 15-Prata do Metrô de São Paulo, que teve seu primeiro trecho, entre as estações Vila Prudente e a nova estação Oratório, inaugurado no final de agosto deste ano. Confira a programação preliminar do Fórum Movecidades: http://www.revistaferroviaria.com.br/upload/programação_MOVECIDADES.pdf

Serviço:
Fórum Movecidades
Onde: Hotel Golden Tulip Paulista Plaza.
Alameda Santos, 85, Jardins, São Paulo - SP
Outras informações: www.informagroup.com.br/site/hotsite_ibc.asp?idevento=496
Fonte - Revista Ferroviária  27/11/2014