UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA
UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM,EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA
Mostrando postagens com marcador Washington. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Washington. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 21 de julho de 2017

EUA pode ter trem subterrâneo que ligará NY a Washington em 29 minutos

Transportes sobre trilhos  🚅

"Acabo de receber aprovação verbal do governo para construir um trem subterrâneo que fará o percurso NY-Phil-Balt-DC", disse empresário Thinkstock 

R7 - Abifer
foto - ilustração
O empresário americano Elon Musk afirmou, na quinta-feira (10), que recebeu "aprovação verbal do governo" para construir um trem subterrâneo entre as cidades de Washington e Nova Iorque — embora não tenha confirmado quem deu o consentimento ou como o projeto sairia do papel.
Musk é chefe executivo da Tesla Inc, montadora de carros elétricos dos Estados Unidos. Ele defende a construção de trens subterrâneos de levitação magnética — veículos que "flutuam" sobre os trilhos graças a eletroímas e seriam mais eficientes e rápidos que os atuais trens-bala.
Musk deu a notícia por meio de sua conta no Twitter.
— Acabo de receber aprovação verbal do governo para construir um trem subterrâneo que fará o percurso NY-Phil-Balt-DC [Nova Iorque, Filadélfia, Baltimore, Washington] em 29 minutos.
Fonte - Abifer  21/07/2017

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Terminal ferroviário em Washington é evacuado por suspeita de terrorismo

Internacional

O principal terminal ferroviário de Washington, nos EUA, que interliga estações de trem e metrô da cidade, foi evacuada por suspeita de bomba na noite desta quarta-feira (27).

Sputnik
Sputnik
“Temos uma ameaça de explosão” – revelou à imprensa local um porta-voz da polícia da cidade.​Menos de uma hora após o incidente, no entanto, com o terminal ferroviário já evacuado por causa de uma sacola suspeita, a polícia cancelou o alerta. Uma testemunha informou a agência Reuters que as pessoas já estão voltando a circular pela estação.
​No momento do alerta, polícia do metrô de Washington informou estar cooperando com a empresa ferroviária americana Amtrack para investigar o caso.
Ainda de acordo com a polícia metroviária, o incidente não atrapalhou o funcionamento de nenhuma estação de metrô da cidade.
Fonte - Sputnik  27/07/2016

domingo, 10 de julho de 2016

Protestos contra violência policial nos EUA são marcados por confronto e prisões

Internacional

Os manifestantes protestam contra a morte de dois negros, por policiais brancos, em uma das semanas mais violentas – envolvendo questões raciais - da história recente dos Estados Unidos.Centenas de manifestantes marcharam da Prefeitura de Nova York, até a Union Square, uma área histórica importante da cidade. A multidão, que passou pela 5ª Avenida, ecoava as palavras de ordem: "Não à polícia racista" e "Sem justiça, não há paz".

José Romildo
Correspondente da Agência Brasil

foto - ilustração/Ag.Brasil
No terceiro dia consecutivo de protestos contra a ação violenta da polícia em relação aos negros, milhares de manifestantes fizeram passeatas ontem (9) pelas ruas de Nova York, Washington e dezenas de outras cidades dos Estados Unidos. Em algumas localidades, houve prisões, tumultos e pessoas feridas em consequência do conflito entre manifestantes e policiais. Os líderes dos movimentos pretendem continuar protestando hoje (10) e nos próximos dias.
Os manifestantes protestam contra a morte de dois negros, por policiais brancos, em uma das semanas mais violentas – envolvendo questões raciais - da história recente dos Estados Unidos.
Centenas de manifestantes marcharam da Prefeitura de Nova York, até a Union Square, uma área histórica importante da cidade. A multidão, que passou pela 5ª Avenida, ecoava as palavras de ordem: "Não à polícia racista" e "Sem justiça, não há paz".
Em Washington, a capital dos Estados Unidos, dezenas de pessoas protestaram pacificamente do lado de fora do prédio do Departamento de Justiça norte-americano. Os manifestantes seguravam velas e cantavam "Não nos moverão". As polícias local e federal monitoraram o protesto.
A Rodovia I-94, que atravessa Minneapolis e Saint Paul, as duas principais cidades do estado de Minnesota, foi bloqueada por manifestantes. Com a chegada da polícia, os manifestantes tiveram que desbloquear a estrada. Ao serem desmobilizados, porém, jogaram pedras, garrafas e até restos de material de construção civil nos policiais. Três integrantes das forças de segurança foram feridos. A polícia fez prisões, disparou balas de borracha e jogou bombas de gás lacrimogêneo para dispersar a multidão. Segundo a polícia, a estrada voltará a ser aberta hoje (10).
Nas ruas de São Francisco, no estado da Califórnia, centenas de manifestantes bloquearam ruas da cidade. Eles impediram a entrada e a saída de veículos da Ponte Bay, que liga São Francisco à cidade de Oakland. A polícia da Califórnia interveio em pelo menos duas ocasiões para liberar o tráfego pela ponte.
Houve também protestos na região central da Califórnia, onde manifestantes bloquearam estradas.
Em Denver, capital do estado de Colorado, manifestantes estão sentados em frente ao prédio da prefeitura ou acampadas no Parque Cívico da cidade. Eles afirmam que vão ficar lá por vários dias.
Centenas de pessoas fizeram passeata pacífica em West Palm Beach e Fort Lauderdale, na Flórida, como parte do movimento em favor das causas dos afrodescendentes.

Contexto
Os protestos estão ocorrendo em razão da morte de negros durante esta semana, em situações e locais distintos. As ações policiais foram filmadas em aparelhos celulares e divulgadas pelas redes sociais. A ampla exibição dos vídeos contribuiu para aumentar o sentimento de indignação em comunidades que lutam pelos direitos humanos nos Estados Unidos.
No primeiro incidente, Alton Sterling, 37 anos, estava vendendo CDs em uma loja de conveniência, terça-feira (5), em Baton Rouge, capital do estado de Louisiana, quando policiais que o abordaram, ordenaram que ele se deitasse ao chão e o mataram a tiros. A ação dos policiais foi filmada por uma testemunha.
No segundo caso, Philando Castile, 32 anos, foi morto a tiros na quarta-feira (6) por um policial em uma blitz de rotina próxima à cidade de Saint Paul, no estado de Minnesota. A morte de Philando foi filmada pela sua namorada, Diamond "Lavish" Reynolds, que estava no carro. A filha de Diamond, de quatro anos, encontrava-se igualmente no veículo.
Na quinta-feira (7), em Dallas, no estado do Texas, centenas de pessoas foram às ruas para protestar contra a morte de Alton Sterling e Philando Castile. O protesto, que estava sendo acompanhado por um cordão de segurança formado por policiais da cidade, transcorria calmo. Por volta das 21h, porém, um reservista do Exército americano, identificado como Micah Johnson de Mesquite, atirou e matou cinco policiais. Cercado pela polícia, durante negociações que duraram várias horas, o atirador negou-se a se entregar. A polícia, então, acionou um robô equipado com uma bomba e matou o reservista.
Fonte - Agência Brasil  10/06/2016

domingo, 24 de janeiro de 2016

Tempestade de neve nos EUA começa a se deslocar para o Oceano Atlântico

Internacional

A nevasca, que neste domingo (24) começa a se dirigir para o Oceano Atlântico, provocou o cancelamento de mais de 8 mil voos comerciais, paralisou cidades como Nova York e Washington e causou a morte de pelo menos 18 pessoas, a maioria em decorrência de acidentes de trânsito.

José Romildo
Correspondente da Agência Brasil

EPA - Andrew Gombert/Agência Lusa
A tempestade de neve que atingiu ontem (23) 11 estados norte-americanos está sendo considerada uma das maiores já ocorridas no país. A nevasca, que neste domingo (24) começa a se dirigir para o Oceano Atlântico, provocou o cancelamento de mais de 8 mil voos comerciais, paralisou cidades como Nova York e Washington e causou a morte de pelo menos 18 pessoas, a maioria em decorrência de acidentes de trânsito.
Depois de dias de avisos meteorológicos, cerca de 80 milhões de pessoas que estavam na rota da tempestade, na costa Leste dos Estados Unidos, atenderam aos pedidos de ficar em casa e fora das estradas, que ficaram em grande parte desertas.
Para este domingo, a previsão dos serviços de meteorologia é que o tempo melhore. Para as autoridades, no entanto, a preocupação é retirar a neve e o gelo das ruas que causa a derrapagem de veículos e aumenta a possibilidade de acidentes com pessoas.
Nova York, conhecida em todo o mundo como a cidade que nunca dorme, teve um dia raro ontem em razão da neve: ônibus, metrôs, táxis e automóveis não circularam, os espetáculos da Broadway foram suspensos e os restaurantes não abriram. Só ambulâncias e carros de polícia podiam andar nas ruas.
Em Washington, além da neve – que tornou impossível a circulação de veículos - houve ventos intensos que ameaçaram derrubar linhas de transmissão de energia elétrica. Para evitar riscos para a população, a prefeita da capital norte-americana, Muriel Bowser, fez apelos pela televisão para que as pessoas não saíssem de casa. "Há muitas pessoas nas ruas, voltem para casa", disse.
Em Nova Jersey, além da neve e dos ventos, houve inundações que atingiram o centro da cidade de Margate, impedindo a circulação de pessoas e obrigando o comércio a fechar as portas.
Fonte - Agência Brasil  24/01/2016

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Cuba e Estados Unidos reabrem hoje embaixadas

Internacional

O restabelecimento oficial das relações diplomáticas entre os dois países, após mais de meio século de tensões herdadas da Guerra Fria, marca o fim da primeira fase desse processo iniciado a 17 de dezembro de 2014. O presidente cubano, Raúl Castro, insiste em só normalizar as relações quando o presidente norte-americano, Barack Obama, utilizar seus “poderes executivos” para pôr fim ao embargo imposto à ilha em 1962.

Da Agência Lusa
foto - ilustração
Estados Unidos e Cuba reabrem hoje (20) embaixadas em Havana e Washington, reatando relações diplomáticas sete meses após o início de histórico processo de reaproximação, após de 54 anos de distanciamento.
O restabelecimento oficial das relações diplomáticas entre os dois países, após mais de meio século de tensões herdadas da Guerra Fria, marca o fim da primeira fase desse processo iniciado a 17 de dezembro de 2014. O presidente cubano, Raúl Castro, insiste em só normalizar as relações quando o presidente norte-americano, Barack Obama, utilizar seus “poderes executivos” para pôr fim ao embargo imposto à ilha em 1962.
Além disso, o chefe de Estado cubano exige também que os Estados Unidos devolvam o território “ilegalmente ocupado” da base naval de Guantanamo.
Outra das exigências de Havana para a normalização de relações com Washington é que acabe com as “transmissões de rádio e televisão ilegais”, elimine programas para promover a “subversão e a desestabilização internas” e compense o país “pelos danos humanos e económicos” que as políticas norte-americanas causaram.
“Podemos cooperar e coexistir civilizadamente, em benefício mútuo, acima das diferenças que temos e teremos, e com isso contribuir para a paz, a segurança, a estabilidade, o desenvolvimento e a equidade no nosso continente e no mundo”, disse Raúl Castro num discurso na Assembleia Nacional de Cuba.
As relações diplomáticas entre os dois países estavam suspensas desde 1961, após uma decisão do presidente norte-americano John F. Kennedy, em resposta a uma aproximação dos revolucionários cubanos à ex-União Soviética e ao confisco de bens norte-americanos.
Desde 1977, os dois países, separados apenas pelo estreito da Florida (Sudeste dos Estados Unidos), estão representados apenas através de seções de interesses em Washington e Havana, encarregadas de tarefas consulares.
A reabertura de embaixadas segue-se ao anúncio histórico, em dezembro, de uma reaproximação entre esses dois países, após mais de cinco décadas de hostilidade e desconfiança. No final de maio, Washington levantou o principal obstáculo ao reatamento de relações diplomáticas ao retirar Cuba da lista negra norte-americana de Estados que apoiam o terrorismo.
Fonte - Agência Brasil  20/07/2015

sábado, 25 de janeiro de 2014

Moscou adverte Estados Unidos a não interferir na situação da Ucrânia

Internacional

Voltaram a acontecer manifestações em Kiev na madrugada deste sábado, 25


Em entrevista à televisão russa, o ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Sergei Lavrov, advertiu os Estados Unidos a não interferir nos acontecimentos da Ucrânia. Lavrov disse que discutiu a crise ucraniana com o secretário de Estado americano, John Kerry, durante a conferência Genebra-2, para a paz na Síria, e que, então, chamou a atenção de seu colega dos EUA para o fato de que “agora é muito importante não interferir nos acontecimentos e evitar quaisquer declarações que apenas agravarão a situação”. E Lavrov concluiu: “Espero que ele tenha me ouvido.”Um oposicionista fotografa a linha de defesa da polícia, em Kiev, durante a trégua de sexta-feira, 24
Na sexta-feira, 24, o Secretário de Estado John Kerry tinha reafirmado o apoio dos Estados Unidos aos manifestantes ucranianos, dizendo que Washington está trabalhando com os seus aliados e altos funcionários do Governo da Ucrânia para pôr fim à violência entre as forças de segurança e os oposicionistas. “Nós estamos com o povo da Ucrânia”, proclamou Kerry no Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça.
Neste sábado, 25, o líder do partido Svoboda (Liberdade), Oleg Tyahnibok, apoiado por dois outros oposicionistas, Vitali Klitschko e Arseni Yatsenyuk, convocou os ucranianos a criar unidades de defesa contra o Governo, e a tomar o poder em suas próprias mãos.
Na noite de sexta-feira para sábado foram reiniciados no centro de Kiev os confrontos entre manifestantes e a polícia. Milhares de pessoas ainda continuam na Praça de Independência. Durante toda a madrugada os manifestantes queimaram pneus e reforçaram suas barricadas, sendo ouvidos aguns tiros.
Ainda durante o dia da sexta-feira, 24, durante a breve trégua nas manifestações, as autoridades e a oposição acordaram em conceder anistia aos manifestantes detidos durante os protestos em Kiev. A informação foi do presidente do país, Viktor Ianukovich. Segundo ele, na reunião da quinta-feira, 23, foi acordado que aceitariam a decisão do Parlamento de introduzir uma lei da anistia para todos os que foram detidos durante o processo das manifestações, inclusive os radicais, mas que não tenham cometido crimes graves.
No dia 19 de janeiro os protestos da oposição em Kiev tiveram os confrontos intensificados entre os oposicionistas e as forças policiais. Os grupos mais radicais tentaram romper o cordão de isolamento em volta da quadra do Governo, jogando coquetéis molotov nos policiais. Durante os confrontos, três manifestantes morreram.
Fonte - Diário da Russia  25/01/2014

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

NSA acessa secretamente dados do Google e Yahoo! em todo o mundo - Washington Post

Espionagem

WP

Quando a bomba da NSA estourou meses atrás, todo mundo pensou que a internet era monitorada o tempo todo, Obama tinha virado o Grande Irmão e que nada do que fazíamos ou digitávamos era sagrado. Exageros à parte, a verdade é que as empresas fizeram contratos para apenas fornecerem à agência aquilo que achavam conveniente. Claro que Google, Facebook e Microsoft entre outras protestaram, dizendo que a captação de dados era ilegal mas sinceramente, você acredita nisso?
O PRISM, assim como qualquer outra ação de espionagem de qualquer governo (não,não foi o Obama quem inventou isso) dá duas opções às empresas: ou está do nosso lado (o governo) ou está contra nós. Como nenhuma empresa norte-americana é besta de contrariar Washington, aceitam. Se não aceitam o fazem via mandados judiciais, o cenário mais provável.
O problema é que mesmo com mandados a NSA julgou que os dados fornecidos por Google e Yahoo! eram insuficientes. Segundo nova denúncia do Washington Post através de documentos fornecidos por Edward Snowden, o mais novo garoto do suporte da Rússia, a NSA e o GCHQ (Government Communications Headquarters, a correspondente britânica da agência norte-americana) utilizam em conjunto um programa chamado “MUSCULAR”, que permite recuperar dados trafegados por ambas empresas de tecnologia através de fibra óptica. O alvo são principalmente conversas de e-mail, e a estimativa é de que a coleta é massiva – o documento exibido tem data de 31/01, e relata que 181 milhões de elementos foram coletados nos 30 dias anteriores. E mais: toda a captura de dados foi feita sem um mandado judicial. Em suma, o PRISM é o que muita gente desconfiava: uma fachada para a real operação de captura de dados da internet, que pode ser MUITO maior do que se imaginava. E estamos falando de um documento que denuncia a invasão de apenas duas empresas.
A NSA, como de praxe negou as acusações. O diretor da agência, o general Keith Alexander disse que “a NSA não invade nenhuma base de dados sem um mandado judicial”. É, eu também ri. Google e Yahoo! ficaram possessos com a dita invasão de dados. O porta-voz do Google David Drummond se disse “escandalizado” e que “o Google não fornece seu dados a nenhum governo, nem mesmo ao norte-americano”. Segundo ele a empresa vai intensificar ainda mais seu projeto de criptografia de modo a rechaçar intrusos, sejam eles quem forem.
No fim é a mesma história: ainda que todos os dados da internet seja coletados, é humanamente impossível que eles sejam monitorados em tempo real, mas são armazenados e cruzados automaticamente. O problema é nossas informações não estão seguras de qualquer forma, mas isso qualquer um que costuma ir na Santa Ifigênia sabe, bastam alguns tostões e você sai de lá com um CD cheio de CPFs. Mesmo o mais ingênuo sabe que alguém está vendo o que você faz na internet, o problema é que essa coleta deveria ser silenciosa. No momento em que ela bate no ventilador a operação foi pra cucuia. Resta à NSA controlar os danos e começar tudo de novo, enquanto as empresas reforçam sua segurança. Ou ao menos dizem que o farão.
Fonte - Diário do Nordeste  01/11/2013