UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Navio viking chega à baía de Nova York após viagem oceânica

Aventura marítima

Saga transatlântica: navio viking chega à baía de Nova York após viagem oceânica - Uma viagem transatlântica de cinco meses a bordo do maior navio viking do mundo – Dragon Harald Harfagre – terminou com triunfo quando a embarcação finalmente atracou na baía de Nova York, depois de atravessar o Atlântico.

Sputnik
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Os marinheiros escandinavos que realizaram viagem perigosa seguindo os passos do seu grande antecessor Leif Eriksson, tiveram que enfrentar condições severas do tempo. O navio zarpou do porto de Haugesund, da Noruega, no final de abril. A embarcação recebeu o nome do lendário rei norueguês, Harald Harfagre, admirado e respeitado por ter unido a Noruega em 900.
No seu roteiro, a equipe de 34 tripulantes de dez nacionalidades passou pelas ilhas Shetland, Faroé, Islândia, Groenlândia, Terra Nova e Grandes Lagos antes de chegar definitivamente a Nova York.
sputnik
Capitão do navio, o sueco Bjorn Ahlander, contou ao jornal Sydsvenskan sobre a emoção que sentiu após atracar na baía da Nova York: "Passando pela Estátua da Liberdade e indo ao encontro de milhares de pessoas que se juntaram na baía para nos cumprimentar, foi um sentimento maravilhoso para todos os tripulantes." Durante a viagem, a tripulação teve que ultrapassar muitos desafios – ventanias, icebergues e tempestades, como seus antecessores, mas também conseguiu deliciar o brilho do sol e até assistir ao casamento de um dos tripulantes na Groenlândia.
Outra dificuldade enfrentada pela equipe pode estar ligada à criação de harmonia entre os tripulantes. A tenda instalada a bordo da embarcação suportava somente 24 pessoas, por essa razão, enquanto uns dormiam, outros vigiavam.
sputnik
"As noites foram especialmente difíceis, quando nós encontrávamos icebergues e banquisas flutuantes que poderiam ter causado danos significativos ao navio. Claro que foi difícil encontrá-los. Mas quando acontecia, apertávamos os dentes e seguíamos em frente, como os vikings faziam", descreve Ahlander.
O Dragon Harald Fairhair é feito de carvalho, tem 35 metros da proa à popa. O navio tem uma largura de 8 metros, a altura de mastro é de 24 metros e uma vela de seda com 260 metros quadrados. A embarcação está equipada com instrumentos modernos de navegação e também com instrumentos antigos como, por exemplo, uma bússola magnética.
Leif Eriksson foi o viking norueguês que descobriu a América do Norte por volta do ano de 1000, chamada de Vinlândia, alguns séculos antes da chegada de Cristóvão Colombo.
Fonte - Sputnik  22/09/2016

sábado, 27 de agosto de 2016

Amtrak trocará as composições Acela Express por uma nova frota de TAVs da Alstom com sistema Tiltronix

Transportes sobre trilhos

Uma nova frota com 28 novos trens de alta velocidade da Alstom,deverá entrar em serviço nas rotas do operador Amtrak entre Washington/Nova York,e Nova York/Boston até 2021/22,.Os trens serão fabricados pela Alstom em suas sedes localizadas em Hornell e Rochester,Nova York.Os novos trens terão cerca de 30% a mais da capacidade das atuais 20 composições Acela Express,com sistema pendular,que trafegam a uma velocidade média de 110km.Os novos trens vão incorporar a tecnologia de inclinação Tiltronix da Alstom e um sistema de Gestão de Energia.As composições serão formadas com duas locomotivas elétricas e nove carros articulados,com opção para adicionar até mais três veículos em caso de aumento na demanda.




imagem/YouTube

domingo, 10 de julho de 2016

Protestos contra violência policial nos EUA são marcados por confronto e prisões

Internacional

Os manifestantes protestam contra a morte de dois negros, por policiais brancos, em uma das semanas mais violentas – envolvendo questões raciais - da história recente dos Estados Unidos.Centenas de manifestantes marcharam da Prefeitura de Nova York, até a Union Square, uma área histórica importante da cidade. A multidão, que passou pela 5ª Avenida, ecoava as palavras de ordem: "Não à polícia racista" e "Sem justiça, não há paz".

José Romildo
Correspondente da Agência Brasil

foto - ilustração/Ag.Brasil
No terceiro dia consecutivo de protestos contra a ação violenta da polícia em relação aos negros, milhares de manifestantes fizeram passeatas ontem (9) pelas ruas de Nova York, Washington e dezenas de outras cidades dos Estados Unidos. Em algumas localidades, houve prisões, tumultos e pessoas feridas em consequência do conflito entre manifestantes e policiais. Os líderes dos movimentos pretendem continuar protestando hoje (10) e nos próximos dias.
Os manifestantes protestam contra a morte de dois negros, por policiais brancos, em uma das semanas mais violentas – envolvendo questões raciais - da história recente dos Estados Unidos.
Centenas de manifestantes marcharam da Prefeitura de Nova York, até a Union Square, uma área histórica importante da cidade. A multidão, que passou pela 5ª Avenida, ecoava as palavras de ordem: "Não à polícia racista" e "Sem justiça, não há paz".
Em Washington, a capital dos Estados Unidos, dezenas de pessoas protestaram pacificamente do lado de fora do prédio do Departamento de Justiça norte-americano. Os manifestantes seguravam velas e cantavam "Não nos moverão". As polícias local e federal monitoraram o protesto.
A Rodovia I-94, que atravessa Minneapolis e Saint Paul, as duas principais cidades do estado de Minnesota, foi bloqueada por manifestantes. Com a chegada da polícia, os manifestantes tiveram que desbloquear a estrada. Ao serem desmobilizados, porém, jogaram pedras, garrafas e até restos de material de construção civil nos policiais. Três integrantes das forças de segurança foram feridos. A polícia fez prisões, disparou balas de borracha e jogou bombas de gás lacrimogêneo para dispersar a multidão. Segundo a polícia, a estrada voltará a ser aberta hoje (10).
Nas ruas de São Francisco, no estado da Califórnia, centenas de manifestantes bloquearam ruas da cidade. Eles impediram a entrada e a saída de veículos da Ponte Bay, que liga São Francisco à cidade de Oakland. A polícia da Califórnia interveio em pelo menos duas ocasiões para liberar o tráfego pela ponte.
Houve também protestos na região central da Califórnia, onde manifestantes bloquearam estradas.
Em Denver, capital do estado de Colorado, manifestantes estão sentados em frente ao prédio da prefeitura ou acampadas no Parque Cívico da cidade. Eles afirmam que vão ficar lá por vários dias.
Centenas de pessoas fizeram passeata pacífica em West Palm Beach e Fort Lauderdale, na Flórida, como parte do movimento em favor das causas dos afrodescendentes.

Contexto
Os protestos estão ocorrendo em razão da morte de negros durante esta semana, em situações e locais distintos. As ações policiais foram filmadas em aparelhos celulares e divulgadas pelas redes sociais. A ampla exibição dos vídeos contribuiu para aumentar o sentimento de indignação em comunidades que lutam pelos direitos humanos nos Estados Unidos.
No primeiro incidente, Alton Sterling, 37 anos, estava vendendo CDs em uma loja de conveniência, terça-feira (5), em Baton Rouge, capital do estado de Louisiana, quando policiais que o abordaram, ordenaram que ele se deitasse ao chão e o mataram a tiros. A ação dos policiais foi filmada por uma testemunha.
No segundo caso, Philando Castile, 32 anos, foi morto a tiros na quarta-feira (6) por um policial em uma blitz de rotina próxima à cidade de Saint Paul, no estado de Minnesota. A morte de Philando foi filmada pela sua namorada, Diamond "Lavish" Reynolds, que estava no carro. A filha de Diamond, de quatro anos, encontrava-se igualmente no veículo.
Na quinta-feira (7), em Dallas, no estado do Texas, centenas de pessoas foram às ruas para protestar contra a morte de Alton Sterling e Philando Castile. O protesto, que estava sendo acompanhado por um cordão de segurança formado por policiais da cidade, transcorria calmo. Por volta das 21h, porém, um reservista do Exército americano, identificado como Micah Johnson de Mesquite, atirou e matou cinco policiais. Cercado pela polícia, durante negociações que duraram várias horas, o atirador negou-se a se entregar. A polícia, então, acionou um robô equipado com uma bomba e matou o reservista.
Fonte - Agência Brasil  10/06/2016

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Dilma - Sem redução da pobreza, será impossível combater mudanças do clima

Sustentabilidade

O caminho que teremos que percorrer agora será ainda mais desafiador, transformar nossas ambiciosas aspirações em resultados concretos; realizarmos compromissos que assumimos irá exigir a ação convergente de todos nós, de todos os nossos países e sociedades rumo a uma vida e uma economia menos dependente de combustíveis fósseis, dedicadas e comprometidas com práticas sustentáveis na sua relação com o meio ambiente”, disse Dilma.

Yara Aquino
Repórter da Agência Brasil
imagem/EBC-NBR
Em discurso na cerimônia de assinatura do Acordo de Paris, hoje (22), em Nova York, a presidenta Dilma Rousseff disse que firmar o documento que trata de mudanças climáticas é apenas o começo de um caminho desafiador para países desenvolvidos e em desenvolvimento. O acordo prevê o combate aos efeitos das mudanças climáticas e a redução das emissões de gases de efeito estufa.
Dilma assumiu, diante dos chefes de estado e de governo presentes na cerimônia na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), o compromisso de assegurar a pronta entrada em vigor do acordo no Brasil.
“O caminho que teremos que percorrer agora será ainda mais desafiador, transformar nossas ambiciosas aspirações em resultados concretos; realizarmos compromissos que assumimos irá exigir a ação convergente de todos nós, de todos os nossos países e sociedades rumo a uma vida e uma economia menos dependente de combustíveis fósseis, dedicadas e comprometidas com práticas sustentáveis na sua relação com o meio ambiente”, disse Dilma.
O acordo global sobre clima foi aprovado durante a 21ª Conferência das Partes (COP21) da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, em Paris, em dezembro de 2015.
A presidenta também disse que é fundamental ampliar o financiamento para o combate aos efeitos negativos das mudanças climáticas. “É indispensável criar meios de reorientar os fluxos financeiros internacionais de modo permanente para apoiar ações que representem soluções para o problema global”, disse Dilma. Ela destacou também que é necessário que o setor privado desenvolva um esforço robusto na redução das emissões de gases.
A presidenta Dilma lembrou que o Brasil traçou metas ousadas sobre o meio ambiente e disse ter orgulho do trabalho desenvolvido por seu governo e pelo país para a construção de Acordo de Paris. Afirmou, ainda, que os efeitos negativos das mudanças ambientais recaem principalmente sobre as populações mais pobres.

Pobreza e desigualdade
“Meu governo traçou metas ambiciosas e ousadas porque sabe que os riscos associados aos efeitos negativos recaem fortemente sobre as populações vulneráveis do nosso país e do mundo quando nós não tomamos medidas corretas para contenção da mudança do clima. Essa preocupação deve ser compartilhada agora e por todos nós. Sem a redução da pobreza e da desigualdade não será possível vencer o combate à mudança do clima”, afirmou.
Ao longo do discurso, Dilma citou metas brasileiras já anunciadas por ela em evento da ONU, em setembro do ano passado, de contribuir com a redução de 37% na emissão de gases de efeito estufa até 2025 e de 43% até 2030, tendo 2005 como ano-base.
Representantes de cerca de 160 países assinam o acordo de Paris, que foi fechado em dezembro de 2015, depois de difíceis negociações entre 195 países e a União Europeia. Para que entre em vigor em 2020, o acordo, no entanto, só se concretizará quando for ratificado por 55 países responsáveis por, pelo menos, 55% das emissões de gases de efeito de estufa.
A presidenta Dilma Rousseff discursou hoje (22) na sessão de abertura da cerimônia de assinatura do Acordo de Paris, na sede da ONU, em Nova York. Dilma mencionou a crise política que vive o Brasil e disse que a sociedade brasileira soube vencer o autoritarismo, construir a democracia e saberá impedir retrocessos.
Fonte - Agência Brasil  22/04/2016

Fala da Presidenta Dilma

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Dilma embarca para Nova York

Política

A presidenta embarcou em um helicóptero para a Base Aérea de Brasília, do Palácio da Alvorada, residência oficial, às 9h30. No lado de fora, na área reservada para estacionamento, um grupo de simpatizantes promovia um café da manhã contra o impeachment e de apoio à presidenta.

Paulo Victor Chagas
Repórter da Agência Brasil

A presidenta Dilma Rousseff pega o helicóptero
 até a Base Aérea de Brasilia, onde embarcou para Nova York
Marcelo Camargo/Agência Brasil
A presidenta Dilma Rousseff embarcou nesta manhã para Nova York, onde vai participar da cerimônia de assinatura do Acordo de Paris sobre Mudança do Clima e aproveitar entrevistas para repetir a tese de que está sofrendo um golpe parlamentar. Ao lado de outros líderes mundiais, ela participa dos eventos nos Estados Unidos nesta sexta-feira (22) e deve retornar ao Brasil no sábado (23).
A presidenta embarcou em um helicóptero para a Base Aérea de Brasília, do Palácio da Alvorada, residência oficial, às 9h30. No lado de fora, na área reservada para estacionamento, um grupo de simpatizantes promovia um café da manhã contra o impeachment e de apoio à presidenta.
Esta é a primeira vez que Dilma deixa o país após a abertura do processo de impeachment ter sido aprovada na Câmara dos Deputados. Nessa quarta-feira (20), o senador Raimundo Lira (PMDB-PB) foi indicado para presidir a comissão especial que vai analisar a admissibilidade do processo contra a presidenta no Senado.
Marcelo Camargo/Agência Brasil
Manifestantes fazem ato de apoio ao governo em frente ao Palácio da Alvorada no momento em que a Presidenta Dilma Rousseff parte para viagem a Nova York
Durante o período que Dilma estiver em Nova York, o vice Michel Temer ficará na Presidência em exercício. Temer, que está em São Paulo, retorna no fim da tarde a Brasília. Ele permanecerá na capital federal nos próximos dias. Temer tem dedicado os últimos dias a conversar com diferentes pessoas sobre soluções para os problemas do país e ouvido opiniões sobre a montagem de seu eventual governo, caso a presidenta seja afastada pelo Senado.
O momento é de ouvir, disse um dos interlocutores do vice-presidente. De acordo com o presidente em exercício do PMDB, senador Romero Jucá (PMDB-RR), que ocupa o cargo após Temer ter se licenciado, ele não está parado e vai fazer qualquer anúncio quando “juridicamente” isso for possível.
Fonte - Agência Brasil  21/04/2016

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Nova York faz o que Brasil já havia implantado em 2008

Internacional

Orelhões estão sendo substituídos por internet banda larga.A única diferença é que em Nova York o usuário tem acesso conectando o celular em uma porta USB no aparelho de telefone fixo. 

Jornal do Brasil
foto - ilustração
A moderna cidade de Nova York, maior consumidora de dados-internet dos Estados Unidos, decidiu fazer o que o ministro das Comunicações do governo Lula, Hélio Costa, fez no Brasil, em 2008: substituir novos orelhões de telefonia fixa por internet banda larga. A única diferença é que em Nova York o usuário tem acesso conectando o celular em uma porta USB no aparelho de telefone fixo.
No Brasil, o ministro Hélio Costa fez um acordo com as operadoras de telefonia fixa, que tinham uma obrigação contratual de instalar novos orelhões nas grandes cidades, que imediatamente eram destruídos por vândalos, para substituí-los por Internet banda larga nas escolas públicas. Assim, cerca de 63 mil escolas, em todo o território nacional, receberam a banda larga, sem fio, com acesso livre a todos.
Em Nova York, a troca dos antigos orelhões por quiosques de internet de alta velocidade, oferecida sem cobrança por um consórcio de empresas, começou há algumas semanas. O contrato com a prefeitura, com vigência de 12 anos, prevê arrecadação de US$ 500 milhões em receita para a cidade na instalação de ao menos 7.500 quiosques, batizados de LinkNYC.
Os quiosques oferecem wi-fi, ligações nacionais, entradas para carregar aparelhos de celular e dispositivo de bluetooth, entre outros serviços.
Fonte - Jornal do Brasil  07/02/2016

domingo, 24 de janeiro de 2016

Tempestade de neve nos EUA começa a se deslocar para o Oceano Atlântico

Internacional

A nevasca, que neste domingo (24) começa a se dirigir para o Oceano Atlântico, provocou o cancelamento de mais de 8 mil voos comerciais, paralisou cidades como Nova York e Washington e causou a morte de pelo menos 18 pessoas, a maioria em decorrência de acidentes de trânsito.

José Romildo
Correspondente da Agência Brasil

EPA - Andrew Gombert/Agência Lusa
A tempestade de neve que atingiu ontem (23) 11 estados norte-americanos está sendo considerada uma das maiores já ocorridas no país. A nevasca, que neste domingo (24) começa a se dirigir para o Oceano Atlântico, provocou o cancelamento de mais de 8 mil voos comerciais, paralisou cidades como Nova York e Washington e causou a morte de pelo menos 18 pessoas, a maioria em decorrência de acidentes de trânsito.
Depois de dias de avisos meteorológicos, cerca de 80 milhões de pessoas que estavam na rota da tempestade, na costa Leste dos Estados Unidos, atenderam aos pedidos de ficar em casa e fora das estradas, que ficaram em grande parte desertas.
Para este domingo, a previsão dos serviços de meteorologia é que o tempo melhore. Para as autoridades, no entanto, a preocupação é retirar a neve e o gelo das ruas que causa a derrapagem de veículos e aumenta a possibilidade de acidentes com pessoas.
Nova York, conhecida em todo o mundo como a cidade que nunca dorme, teve um dia raro ontem em razão da neve: ônibus, metrôs, táxis e automóveis não circularam, os espetáculos da Broadway foram suspensos e os restaurantes não abriram. Só ambulâncias e carros de polícia podiam andar nas ruas.
Em Washington, além da neve – que tornou impossível a circulação de veículos - houve ventos intensos que ameaçaram derrubar linhas de transmissão de energia elétrica. Para evitar riscos para a população, a prefeita da capital norte-americana, Muriel Bowser, fez apelos pela televisão para que as pessoas não saíssem de casa. "Há muitas pessoas nas ruas, voltem para casa", disse.
Em Nova Jersey, além da neve e dos ventos, houve inundações que atingiram o centro da cidade de Margate, impedindo a circulação de pessoas e obrigando o comércio a fechar as portas.
Fonte - Agência Brasil  24/01/2016

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

5 cidades com o melhor transporte público do mundo Destaque

Mobilidade

A qualidade do transporte público em 5 cidades que podem podem servir de inspiração: Moscou(Russia),|Paris(França),Londres(Inglaterra),Nova York(EUA) e Tóquio(Japão).Nesses lugares a mobilidade urbana é tendência desde que foram planejados;não é “coisa da moda”

CicloVivo.
foto - ilustração  (metrô de Paris)
A qualidade do transporte público é um problema em vários países e não é novidade que na lista está incluído o Brasil. Mas, hoje vamos falar dos lugares que podem servir de inspiração. Listado pelo site Inhabitat, clique nas imagens para conferir cada uma das cidades onde estão os melhores sistemas de transporte público:

5º lugar: Moscou (Rússia)
Apesar de inaugurado há quase oitenta anos, em 1935, o sistema da capital russa é um dos mais pontuais do mundo. Mais de 8 milhões de passageiros utilizam diariamente o sistema ferroviário de Moscou, que tem 305 km de extensão.

4º lugar: Paris (França)
Independentemente de em que lugar de Paris você esteja, é possível encontrar uma estação de metro a cada 500 metros: são pelo menos 300 espalhadas pela cidade, interligando todas as áreas. E, para que as pessoas possam completar seus trajetos da melhor forma possível, a capital francesa ainda tem um sistema de aluguel de bicicletas com 1.400 estações.

3º lugar: Londres (Inglaterra)
A cidade do Big Ben tem o maior e mais antigo metrô do mundo. O Metropolitano de Londres, ou London Underground, que começou a operar 1863, ainda hoje é um dos mais eficientes, com 268 estações e cerca de 400 km de extensão. Além disso, a capital inglesa conta com uma vasta rede de ônibus, trens na superfície e bondes suburbanos que garantem a mobilidade diária da população londrina.

2º lugar: Nova York (Estados Unidos)
Na maior cidade dos EUA, as possibilidades de locomoção são muitas: ônibus, trem, metrô, bicicletas, balsas e até faixas exclusivas para pedestres fazem da cidade um dos melhores lugares do mundo para se deslocar utilizando o transporte público. Todos os sistemas funcionam 24 horas por dia, de forma a atender toda a demanda da cidade.

1º lugar: Tóquio (Japão)
A capital japonesa é uma das maiores cidades do mundo e tem o sistema de transporte mais complexo – e completo – do mundo: ônibus, metrô, balsas, VLTs, BRTs, diversas formas de locomoção somam cerca de 10,5 bilhões de viagens por ano. Com uma rede tão extensa, o sistema de transporte público é a espinha dorsal da cidade e a primeira opção da população para se deslocar.
Fonte - ANPTrilhos  12/11/2015

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Enfrentamento da pobreza urbana no Brasil é tema de seminário na sede da ONU em Nova York

Políticas públicas

Evento da UNESCO e parceiros discute avanços e desafios da superação da pobreza nos centros urbanos, com destaque para as favelas brasileiras.Com a participação de diferentes atores, como o governo brasileiro, a Central Única das Favelas (CUFA), pesquisadores e organismos multilaterais, o Seminário Pobreza Urbana e Desenvolvimento no Brasil: a periferia no centro da agenda pós-2015 acontece nesta sexta-feira (18), em Nova York.

Revista Amazônia

Políticas públicas desenvolvidas nos últimos 12 anos pelo governo brasileiro, com a participação da sociedade civil, resultaram na saída de 36 milhões de brasileiros da extrema pobreza. O Brasil tem elevado grau de urbanização e, por isso, parte desta população pobre vive nos grandes centros e as favelas estão presentes em todas as metrópoles brasileiras.
Com a participação de diferentes atores, como o governo brasileiro, a Central Única das Favelas (CUFA), pesquisadores e organismos multilaterais, o Seminário Pobreza Urbana e Desenvolvimento no Brasil: a periferia no centro da agenda pós-2015 acontece nesta sexta-feira (18), em Nova York. O seminário discutirá o perfil da população que vive em favelas, as mudanças estruturais ocorridas recentemente no Brasil que repercutiram na qualidade de vida dessas pessoas, a melhoria dos serviços públicos oferecidos a elas e como as novas demandas da população se somam à agenda de inclusão social.
Demonstrando como o Estado brasileiro se organizou para se tornar presente nessas comunidades, a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, abordará os resultados do Plano Brasil Sem Miséria e como as ações de garantia de renda, inclusão produtiva e melhoria no acesso aos serviços foram desenhadas e implementadas.
“Nós temos um desafio grande. Estamos superando as desigualdades, conseguimos superar a fome e vamos continuar reduzindo a pobreza. E existe um esforço a ser feito que é superar o preconceito contra a população pobre, que trabalha e quer oportunidades”, afirmou a ministra.

Sociedades subterrâneas
Professora de Psicologia Social da London School of Economics and Political Science (LSE), Sandra Jovchelovitch falará do trabalho realizado em parceria com o escritório da Organização da ONU para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) no Brasil. Intitulada “Sociabilidades Subterrâneas”, a pesquisa analisou padrões de sociabilidade e de regeneração social desenvolvidos nas favelas do Rio de Janeiro.
O projeto investigou como as comunidades das favelas, apesar das duras condições de vida, da pobreza e da segregação, vêm sendo capazes de mobilizar recursos – individuais e coletivos – para resistir à exclusão, lutar contra a marginalização e reescrever as relações entre as favelas e o restante a cidade.
Na ocasião será apresentado também outro resultado deste projeto, que é a publicação “Desenvolvimento social da base em favelas do Rio de Janeiro: um guia prático”. Lançado no Brasil em julho deste ano o Guia contém ferramentas, informações e conceitos fundamentados em evidências sobre o modelo de desenvolvimento social encontrado em organizações de base. A publicação é voltada para os interessados em elaboração de políticas públicas e estratégias bem-sucedidas e abordagens inovadoras de trabalho com organizações de base desenvolvidas no Brasil. O Guia está disponível no site da UNESCO e alguns exemplares serão distribuídos no local do evento.

Quebra de mitos
Um dos fundadores da CUFA e presidente do Data Favela, Celso Athayde, será um dos comentaristas e falará sobre os resultados das pesquisas realizadas pelo Data Favela – o primeiro instituto voltado para compreender a realidade das favelas brasileiras.
Segundo o instituto, um em cada quatro moradores das favelas brasileiras são beneficiários do programa Bolsa Família. A pesquisa mostra ainda uma quebra de mito: Sete em cada dez beneficiários do programa que moram em favelas trabalham.
Nos últimos 10 anos, com mais trabalho e renda, a população de baixa renda ascendeu economicamente. Nas favelas, muitos se tornaram microempreendedores individuais (MEI). Pesquisa de 2015 do Data Favela revelou que ser o dono do próprio negócio é o desejo de quatro em cada dez moradores de favelas brasileiras. A pesquisa revela ainda que 51% das pessoas que pretendem abrir o próprio negócio nessas comunidades são do sexo feminino.
A especialista sênior do Banco Mundial para Proteção Social e Trabalho, Maria Concepcion Steta, e a diretora da Área Programática da UNESCO no Brasil, Marlova Noleto, também participam do debate.

Diálogo entre favelas do mundo
Após o seminário, haverá o lançamento da CUFA Global, que tem o propósito de estabelecer diálogo com favelas de outros países. Segundo o presidente da organização não governamental, Preto Zezé, será uma oportunidade de levar para o mundo as experiências exitosas de um novo Brasil. “São pessoas que saíram da miséria, criaram empresas e transformaram dificuldades em oportunidades”, destaca.
Preto Zezé disse ainda que é preciso garantir conquistas e ampliar direitos. “Não haverá uma sociedade melhor se não forem superados os problemas seculares de falta de acesso às políticas públicas e de melhoria na qualidade de vida.”

Serviço
Seminário Pobreza Urbana e Desenvolvimento no Brasil: a periferia no centro da agenda de desenvolvimento pós-2015 e Cerimônia de lançamento da Central Única das Favelas (CUFA) Global
Quando: Sexta-feira (18), das 15h às 18h - Onde: Sala do ECOSOC, Sede da ONU, Nova Iorque
Programa e mais informações: http://www.mds.gov.br/seminario-cufa-ny e https://www.facebook.com/MDSComunicacao
Os eventos serão transmitidos ao vivo por meio do site  - webtv.un.org 
Fonte - Revista Amazônia  21/09/2015

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Inundações e trânsito interrompido marcam segundo dia de nevasca nos EUA

Internacional

As tempestades de neve devem continuar ao longo do dia e atingem uma região que concentra cerca de 20% da população norte-americana. Além do cancelamento de quase 6 mil voos, o transporte terrestre foi limitado a veículos de emergência em Boston e Nova York,

Leandra Felipe
Correspondente da Agência Brasil/EBC 
Agência Brasil
Nevasca em Nova YorkAgência Lusa/Andrew Kelly
Atlanta (EUA) - A nevasca, apelidada de Juno, continuou a atingir, na madrugada de hoje (27), a Costa Leste dos Estados Unidos e o Nordeste do país. As tempestades de neve devem continuar ao longo do dia e atingem uma região que concentra cerca de 20% da população norte-americana. Além do cancelamento de quase 6 mil voos, o transporte terrestre foi limitado a veículos de emergência em Boston e Nova York, ontem à noite, e a restrição continua enquanto houver tempestades.
A tempestade de neve tem ventos muito fortes, de até 120 quilômetros por hora, e provoca intensa queda de temperatura. Com a má condição climática, metade dos voos que saem dos aeroportos de Nova York foi cancelada e o tráfego aéreo em Boston só será normalizado amanhã (28). Nas cidades, a neve é retirada por máquinas especiais nas principais avenidas. O governo de Massachusetts emitiu alerta na madrugada devido a inundações na Costa Nordeste, onde ondas gigantes chegam até a algumas áreas residenciais.
As escolas e repartições públicas permanecem fechadas e a orientação é que as pessoas não saiam de casa neste segundo dia de tempestade. A nevasca é considerada uma das mais severas que já atingiram a região, que concentra a área metropolitana de Nova York, Boston, da Filadelfia e de Connecticut. Nessas áreas, segundo estimativa do Itamaraty, vivem cerca de 60% da população brasileira residente nos Estados Unidos.
Os consulados brasileiros em Nova York e Boston não funcionam hoje por causa da nevasca, mas mantêm os telefones do plantão atendendo normalmente às emergências da comunidade.
Até o início da madrugada de hoje não havia informações oficiais sobre vítimas da nevasca, mas os meios de comunicação e os governos municipais e estaduais mantêm estado de alerta e atenção e orientam as pessoas a não se expor às baixas temperaturas.
Fonte - EBC 27/01/2015

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

O Titanic II fará primeira viagem em 2016

Viagens/Turismo

O responsável pelo projeto é o , que está prometendo entregar aos passageiros um navio praticamente idêntico ao seu antecessor, mas com todos os itens de segurança dos transatlânticos modernos, a fim de evitar o que aconteceu com primeira versão, que naufragou em 1912

Por Anchieta Dantas Jr.- DN
Exterior do Titanic II Foto: Blue Star Line/Divulgação
Você é fã de cinema e adora cruzeiros marítimos? Pois então, não pode perder uma viagem que está prevista para ocorrer no ano que vem e que deve dar o que falar! Estou falando do Titanic, ou melhor, do Titanic II, uma réplica da célebre embarcação, e que deverá repetir o mesmo roteiro da original, saindo de Southampton, na Inglaterra, com destino ao porto de Nova York, nos Estados Unidos.
O responsável pelo projeto é o bilionário australiano Clive Plamer, que está prometendo entregar aos passageiros um navio praticamente idêntico ao seu antecessor, mas com todos os itens de segurança dos transatlânticos modernos, a fim de evitar o que aconteceu com primeira versão, que naufragou em 1912 deixando mais de 1.500 mortos.
O Titanic II será administrado pela empresa de cruzeiros marítimos Blue Star Line. Quase tudo na embarcação será como no original. Os passageiros serão divididos em Primeira, Segunda e Terceira classes. O glamour será mantido nas réplicas de cabines – as da primeira classe terão decoração será baseada no Império de Luis XVI e no Renascimento italiano -, no refeitório da tripulação e na famosa escadaria, uma das principais marcas do Titanic. Até a sala para fumantes e a academia serão reproduzidas.

Cabine de primeira classe do Titanic 2.
 Foto: Blue Star Line/Divulgação






A imponente escadaria Foto:
Blue Star Lines/Divulgação






O salão para fumantes Foto: Blue Star Lines/Divulgação






A piscina será nos moldes da original
Foto: Blue Star Lines/Divulgação












Haverá também uma piscina nos mesmos moldes da primeira versão, o que então ainda era uma grande novidade, assim como um banho turco, uma espécie de sauna.
E quem quiser se sentir totalmente integrado ao clima nostálgico poderá vestir roupas de época que poderão ser alugadas pelos passageiros.
Tecnologia: o que deve sofrer alteração
Alguns detalhes, no entanto, sofrerão mudanças, tanto pelos avanços da tecnologia, quanto pela segurança. Apesar de ter o mesmo comprimento do original, 300 metros, o novo navio será um pouco mais largo, para melhorar sua estabilidade. A sala de comando será modernizada e as peças de época servirão só de ilustração.

Sala de comando do Titanic 2. Foto: Blue Star Line/Divulgação
O ponto que mais fez diferença no naufrágio foi mudado, até porque depois do acidente de 1912 as próprias regras náuticas foram alteradas.
Enquanto no original os botes salva-vidas não comportavam todos os passageiros, no Titanic II estarão disponíveis 18 botes modernos com capacidade de levar mais do que os 2.435 passageiros e os 900 tripulantes que caberão a bordo.

Repercussão
A badalação em torno do projeto já começou. O Titanic II será o cenário de um documentário e de um longa-metragem. O responsável pelo projeto confirmou que, devido ao interesse na embarcação, registrará a marca Palmer Pictures para filmar a viagem inaugural. De acordo com ele, a ideia é fazer uma grande produção cinematográfica, assim como um documentário da primeira travessia com passageiros.

Valores
Quanto tudo isso vai custar? Bem, Palmer faz segredo sobre o quanto gastará no design e na construção da embarcação, que estão sob responsabilidade da finlandesa Deltamarin e da chinesa CSC Jinling Shipyard, respectivamente.
Fonte - Diário do Nordeste  09/01/2015

sábado, 6 de dezembro de 2014

Novos protestos contra o racismo paralisam a maior cidade dos EUA

Internacional

Manifestantes tomaram as principais ruas do Centro de Nova York, neste sábado.A onda de protestos violentos começou na quarta-feira, quando um júri de Nova York decidiu não acusar o policial branco Daniel Pantaleo no caso da morte por sufocamento de Eric Garner, um negro de 43 anos e pai de seis filhos.

Por Redação 
Correio do Brasil - Com Reuters EUA

Os protestos contra o racismo e a violência da polícia norte-americana contra minorias, provocados por decisões judiciais que não responsabilizaram policiais em dois casos relevantes, foram calmos em sua terceira noite em Nova York, embora 20 pessoas tenham sido presas, afirmaram as autoridades neste sábado.
Os manifestantes foram presos por conduta desordeira e por bloquearem o trânsito na FDR Drive, uma via arterial que corta o lado leste da ilha de Manhattan, afirmou a polícia.
Os protestos foram pacíficos durante a noite disse o detetive Michael DeBonis, um porta-voz do Departamento de Polícia de Nova York.
A onda de protestos violentos começou na quarta-feira, quando um júri de Nova York decidiu não acusar o policial branco Daniel Pantaleo no caso da morte por sufocamento de Eric Garner, um negro de 43 anos e pai de seis filhos.
A decisão aconteceu nove dias depois que um júri de Ferguson, no Missouri, decidiu não indiciar um outro policial branco pelo assassinato de um adolescente negro desarmado.
Mais protestos são previstos em Nova York para este sábado, assim como o funeral de um homem negro desarmado que foi baleado e morto pela polícia em um conjunto habitacional no Brooklyn.
A morte de Akai Gurley, de 28 anos, aumentou a indignação pública sobre o que muitos consideram uma violência racial praticada pelas forças policiais.
O promotor público do Brooklyn disse na sexta-feira que um júri deveria considerar as acusações contra o policial que matou Gurley. A polícia afirmou que o policial Peter Liang pode ter disparado sua arma acidentalmente.
Enquanto as duas primeiras noites de protestos viram milhares de manifestantes lotando as ruas de Nova York, o número de manifestantes caiu na sexta-feira para a casa de centenas com a presença da chuva fria e permanente.
Ainda assim, mais de 100 pessoas entraram em uma loja da Apple na Quinta Avenida para fazer um chamado “die-in“, deitando-se no chão para fingirem-se de mortas enquanto funcionários e clientes assistiam.
Manifestações semelhantes foram promovidas na loja de departamento Macy’s, na Herald Square, e no terminal ferroviário Grand Central.
Protestos aconteceram em Chicago, Boston, Washington, New Orleans e Oakland, na Califórnia, onde manifestantes gritaram frases como “As vidas dos negros são importantes”.
Em Cleveland, na sexta-feira, a família de um menino negro de 12 anos baleado e morto pela polícia entrou com um processo contra a cidade, um dia após o governo federal afirmar que os departamentos de polícia utilizam sistematicamente força excessiva.
Fonte - Correio do Brasil  06/12/2014

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Milhares de voos são cancelados por causa da nevasca nos EUA

Internacional


Cerca de 3 mil voos foram cancelados nessa quinta-feira (2) nos Estados Unidos devido à tempestade de neve que atingiu o Nordeste do país, acompanhada de ventos fortes e temperaturas negativas.
A nevasca afeta uma região com cerca de 100 milhões de habitantes...

Da Agência Lusa
Nova York - Cerca de 3 mil voos foram cancelados nessa quinta-feira (2) nos Estados Unidos devido à tempestade de neve que atingiu o Nordeste do país, acompanhada de ventos fortes e temperaturas negativas.
Nova York, Nova Jersey, Pensilvânia e parte da Nova Inglaterra estão sob alerta de tempestade de inverno, que vigora até o meio-dia desta sexta-feira (3).
De acordo com o  - FlightAware.com -, portal especializado que monitora o tráfego aéreo, mais de 500 voos foram cancelados nos aeroportos nova-iorquinos. O aeroporto internacional de Boston também foi afetado, tendo sido anunciada a suspensão de todas as partidas na quinta-feira à noite. Foram ainda cancelados mais de 600 voos previstos para hoje em Nova York e em Boston e cerca de 900 em todo o país.

Segundo as previsões meteorológicas, em Nova York a temperatura deve atingir na noite de sexta-feira para sábado até -13 graus Celsius (°C), mas a sensação térmica será de - 23°C, por causa do vento. A neve deverá atingir uma altura de até 20 centímetros.
A tempestade de neve em Nova York é o primeiro teste para o novo prefeito, Bill de Blasio, que assumiu suas funções na quarta-feira. "Estamos prontos", afirmou ontem, após coletiva de imprensa.
Em Boston, onde a neve também caiu abundantemente nessa quinta-feira, o termômetro deve descer até os 21 °C negativos. Para esta sexta-feira, o presidente da Câmara de Boston, Thomas Menino, ordenou o fechamento das escolas públicas.
O governador do estado de Nova Jersey, Chris Christie, declarou estado de emergência, assim como o governador Andrew Cuomo, no estado de Nova York, que anunciou ainda o fechamento de três vias rápidas, incluindo a de Long Island, onde foi emitido um aviso de neve. O governador de Nova York ativou também o Centro Estadual de Operações de Emergência devido ao mau tempo.
A tempestade de neve afeta uma região com cerca de 100 milhões de habitantes.
Fonte - Agência Brasil  03/01/2014

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Dilma Rousseff critica na ONU espionagem dos Estados Unidos

INTERNACIONAL

Presidenta falou na abertura da 68.ª Assembleia-Geral

Diário da Russia
Dilma Rousseff: "Sem respeito à soberania,
 não há base para o relacionamento entre as nações"
A Presidenta Dilma Rousseff aproveitou o discurso de abertura da 68.ª Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas para fazer duras críticas às denúncias de espionagem dos Estados Unidos.
O pronunciamento da líder brasileira aconteceu na manhã de hoje no plenário da ONU. Dilma afirmou que as ações de espionagem sobre outros países configuram violação da soberania e dos direitos humanos. A presidenta acrescentou que "jamais pode uma soberania firmar-se em detrimento de outra soberania".
Para Dilma Rousseff, a conduta do governo americano ao espionar o Brasil – a Presidência da República, os Ministros de Estado, assessores e empresas –, os Estados Unidos cometeram ato de intrusão. Em tom de indignação, a Presidenta observou que “sem respeito à soberania, não há base para o relacionamento entre as nações".
A Presidenta Dilma lembrou ainda que, após a veiculação da notícia de que o governo, suas empresas e o povo brasileiro vêm sendo espionados, exigiu explicações dos Estados Unidos, pedidos de desculpas e garantias de que estas práticas nunca mais acontecerão.
Fonte - Diário da Russia  24/09/2013

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Dilma chega a Nova York para a Assembleia Geral da ONU

Internacional

Danilo Macedo
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração
Brasília - A presidenta Dilma Rousseff chegou hoje (23) às 6h55 (5h55 no horário local) a Nova York,
onde fará o discurso de abertura da 68ª Assembleia Geral das Nações Unidas na manhã desta terça-feira (24). Dilma não tem compromissos oficiais durante o dia. Uma das principais mensagens que ela pretende passar em sua fala na ONU é propor o que ela chamou de “nova governança contra a invasão de privacidade”. O tema é consequência das denúncias da espionagem feita pela Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos (nas, na sigla em inglês) e que levaram a presidenta brasileira a adiar a visita de Estado que faria a Washington em outubro.
As denúncias foram publicadas nos últimos meses a partir de dados divulgados pelo norte-americano Edward Snowden, ex-funcionário de uma empresa que prestava serviço para o governo norte-americano. Há denúncias de que cidadãos comuns de vários países e, inclusive, a presidenta Dilma Rousseff, seus assessores e a Petrobras tenham sido espionados. A presidenta Dilma adiantou que esse será também o principal tema a ser tratado em seu discurso durante a Cúpula do G20, realizada início do mês em São Petersburgo, na Rússia.
Antes do discurso, previsto para as 9h, ela se encontra com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon. Dilma será a primeira chefe de Estado a falar, sendo seguida pelo presidente norte-americano Barack Obama, com quem conversou na semana passada sobre as denúncias de espionagem e cobrou explicações.
Os dois presidentes também falarão sobre o conflito na Síria. Tanto Dilma quanto Obama condenarão o uso de armas de destruição em massa. A presidenta brasileira, no entanto, deve explicitar mais uma vez a posição do governo do país de não uso de força militar contra o governo sírio. Obama, por outro lado, busca apoio para uma intervenção caso o governo de Bashar Al Assad não entregue as armas químicas imediatamente.
Amanhã (24) Dilma deve retornar à ONU às 15h para a primeira reunião do Fórum de Alto Nível de Desenvolvimento Sustentável, que reúne ministros de Meio Ambiente anualmente e chefes de Estado a cada quatro. A meta é implementar as metas estabelecidas no documento final da Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável, Rio+20, intitulado O Futuro que Queremos. Os países se comprometeram, durante a conferência do Rio de janeiro, em 2012, a definir objetivos para o desenvolvimento e a eliminação da pobreza no mundo.
Terça-feira, Dilma também se encontra com o presidente mundial da companhia Telefônica, Cesar Alierta. Ainda não há previsão de encontro com outros chefes de Estado. Na quarta-feira (25), Dilma fará o encerramento de um seminário sobre oportunidades em infraestrutura no Brasil e embarca de volta para Brasília.
Fonte - Agência Brasil  23/09/2013

terça-feira, 25 de setembro de 2012

PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF ABRE ASSEMBLÉIA DA ONU

PRESIDENTA DO BRASIL DILMA ROUSSELFF, ABRE A ASSEMBLÉIA DA ONU COM DISCURSO DURO FIRME E FORTE

Dilma discursa na ONU

Durante o discurso de abertura da 67ª Assembleia da ONU, em Nova York (EUA), a presidente Dilma Rousseff reiterou a importância da criação de um Estado palestino. A linha do discurso seguiu o que foi relatado em 2011 no plenário.
Apenas uma Palestina livre e soberana poderá atender aos legítimos anseios de Israel por paz com seus vizinhos, segurança em suas fronteiras e estabilidade política regional.
Ao realizar esta fala, a presidente arrancou aplausos pela segunda vez na assembleia. Em outro momento, Dilma foi aplaudida ao criticar a "escalada do preconceito islamofóbico" nos países ocidentais.
Dilma volta a criticar política monetária dos países desenvolvidos
A presidente Dilma Rousseff voltou a criticar a política monetária dos países desenvolvidos na abertura da Assembleia da ONU, que acontece nesta terça-feira (25) em Nova York. Dilma não chegou a citar a expressão ‘tsunami monetário’, mas criticou a ação dos bancos centrais dos países desenvolvidos que com política expansionista enchem de dólares os mercados em desenvolvimento, o que afeta a competitividade dos produtos locais no mercado internacional.
 Os bancos centrais dos países desenvolvidos persistem em uma política monetária expansionista que desequilibra as taxas de câmbio. Com isso, os países em desenvolvimento perdem mercado devido à valorização artificial de suas moedas, o que agrava ainda mais o quadro recessivo global.
Dilma Rousseff falou ainda das recentes medidas comerciais adotadas pelo Brasil e criticadas pelo governo norte-americano de aumentar as alíquotas do imposto de importação de 100 produtos de 12% para 25%. O governo brasileiro promete ainda aumentar o imposto de outros 100 produtos em outubro, o que causou reação do governo americano.
De acordo com a presidente, as lideranças dos países desenvolvidos ainda não encontraram o caminho para reverter a crise.
 A opção por políticas fiscais ortodoxas vem agravando a recessão nas economias desenvolvidas com reflexos em países emergentes, inclusive o Brasil. As principais lideranças do mundo desenvolvido não encontraram o caminho que articula ajustes fiscais apropriados e estímulos ao investimento e à demanda indispensáveis para interromper a recessão e garantir o crescimento econômico. A política monetária não pode ser a única resposta para resolver o crescente desemprego, o aumento da pobreza e o desalento que afeta no mundo inteiro as camadas mais vulneráveis da população.
Dilma volta a criticar política monetária dos países desenvolvidos na abertura da Assembleia da ONU
De acordo com a presidente, os líderes dos países desenvolvidos ainda não encontraram caminho para driblar a crise
A presidente Dilma Rousseff voltou a criticar a política monetária dos países desenvolvidos na abertura da Assembleia da ONU, que acontece nesta terça-feira (25) em Nova York. Dilma não chegou a citar a expressão ‘tsunami monetário’, mas criticou a ação dos bancos centrais dos países desenvolvidos que com política expansionista enchem de dólares os mercados em desenvolvimento, o que afeta a competitividade dos produtos locais no mercado internacional.
 Os bancos centrais dos países desenvolvidos persistem em uma política monetária expansionista que desequilibra as taxas de câmbio. Com isso, os países em desenvolvimento perdem mercado devido à valorização artificial de suas moedas, o que agrava ainda mais o quadro recessivo global.
Dilma Rousseff falou ainda das recentes medidas comerciais adotadas pelo Brasil e criticadas pelo governo norte-americano de aumentar as alíquotas do imposto de importação de 100 produtos de 12% para 25%. O governo brasileiro promete ainda aumentar o imposto de outros 100 produtos em outubro, o que causou reação do governo americano.
Presidente repudia escalada do preconceito "islamofóbico" no ocidente
A reforma institucional da ONU e do Conselho de Segurança foi defendida pela presidente. Dilma disse que o Conselho de Segurança não pode ser substituído por coalizões feitas à sua revelia, que desrespeitam o direito internacional.
Rio +20
A realização da conferência climática Rio +20 foi apontada como a maior e mais participativa sobre o meio ambiente realizada pela ONU. Sobre seus resultados, Dilma ressaltou que ela foi um importante passo histórico nas mudanças de conceitos acerca deste tema, adotando o lema "crescer, incluir, proteger e preservar", tido como a síntese do desenvolvimento sustentável.
PA Rio +20 projetou um poderoso facho de luz sobre o futuro que queremos. Temos a obrigação de ouvir os repetidos alertas da ciência e da sociedade no que se refere à mudança do clima.
A presidente destacou a importância dos países mais responsáveis pela mudança do clima no combate a esta prática. Por fim, relatou que essas nações também devem cumprir com suas obrigações perante a sociedade internacional.
Fonte - R7 Noticias  25/09/2012