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segunda-feira, 15 de junho de 2020

Salvador terá 11 novos voos para grandes cidades brasileiras a partir de 1º de julho

Turismo 

A partir de 1º de julho, a Gol Linhas Aéreas passa a oferecer 11 novos voos interligando Salvador a outras grandes cidades do país. Serão acrescentados seis novos destinos à lista que já vinha sendo operada até o mês anterior.Da região Nordeste, a capital baiana receberá novas rotas de Fortaleza, João Pessoa e Natal, todas com três frequências semanais,e um novo voo do Recife, com dez partidas semanais

Da Redação
foto - ilustração/Pregopontocom
Passados os primeiros momentos de incerteza em relação à pandemia do novo coronavírus, o setor aéreo já ensaia uma ampliação da oferta de voos domésticos para a Bahia. A partir de 1º de julho, a Gol Linhas Aéreas passa a oferecer 11 novos voos interligando Salvador a outras grandes cidades do país. Serão acrescentados seis novos destinos à lista que já vinha sendo operada até o mês anterior.
Da região Nordeste, a capital baiana receberá novas rotas de Fortaleza, João Pessoa e Natal, todas com três frequências semanais,e um novo voo do Recife, com dez partidas semanais.Já a interligação de Salvador com o interior do estado ganha o reforço de um voo para Vitória da Conquista, com partidas as segundas, quartas e sextas.
São Paulo, um dos estados que mais envia turistas para a Bahia, terá o reforço de novas linhas pela companhia. Haverá mais três voos de Guarulhos para Salvador, com seis frequências semanais cada, e um novo de Congonhas, também com seis partidas por semana.
As interligações com o Sudeste serão reforçadas ainda pela Gol com três frequências por semana de Vitória (ES) e seis também semanais do Rio de Janeiro (Galeão). Além disso, será incluído um voo com partidas cinco vezes por semana entre Salvador e Brasília.
A ampliação de ofertas de voos das companhias para Salvador já começa nesta segunda-feira (15), quando a Latam aumenta o número de partidas entre a cidade e Brasília. Além de novas frequências para Guarulhos (SP), a companhia passa a interligar a capital baiana e o aeroporto de Congonhas (SP).
Com informações da Secom BA  15/06/2020

segunda-feira, 28 de outubro de 2019

Planejamento Urbano é fundamental para o futuro das cidades no Brasil

Sustentabilidade  🏠 🚗  🚄  🚇  🚲  👫

No Dia Mundial das Cidades, 31 de outubro, é preciso repensar o urbanismo.De acordo com o IBGE, as 27 capitais do País apresentaram, em média, um crescimento de 0,84% em 2019 e já têm, juntas, mais de 50 milhões de habitantes, cerca de 23% do total do País. Para comportar toda essa população, será preciso repensar o urbanismo e olhar com mais atenção o planejamento urbano de longo prazo.

Portogente
Portogente
A cada semana, segundo dados da ONU, 1,4 milhão de pessoas migram para o meio urbano em todo o mundo. O Brasil não é exceção. De acordo com o IBGE, as 27 capitais do País apresentaram, em média, um crescimento de 0,84% em 2019 e já têm, juntas, mais de 50 milhões de habitantes, cerca de 23% do total do País. Para comportar toda essa população, será preciso repensar o urbanismo e olhar com mais atenção o planejamento urbano de longo prazo.
"Fica claro que precisamos rever urgentemente questões internas e políticas públicas", comenta Luiz Augusto Pereira de Almeida, diretor da empresa de planejamento urbano Sobloco. "Conforme destacou a Cúpula de Nairóbi, cerca de 70% da infraestrutura urbana que teremos em 2050 ainda está por ser construída. Isso nos dá duas ou três décadas para nos alinharmos às melhores tendências globais, mas precisamos começar agora", explica.
Aproveitando o Dia Mundial das Cidades, comemorado em 31 de outubro, dentre as questões apontadas por Almeida, que precisam ser melhor analisadas temos mobilidade urbana, migrações urbanas, déficit populacional, restrições ambientais, legislações elitistas, melhores opções de uso e ocupação do solo, verticalização e adensamento.

foto - ilustração/arquivo
Para citar alguns exemplos, a mobilidade urbana brasileira não levou em conta a expansão da frota de veículos e hoje vemos engarrafamentos diários, sendo que existem alternativas viáveis que dependem do planejamento urbano, como VLTs ou navegabilidade em rios; permite-se a ocupação urbana em áreas de risco, prejudicando meio ambiente e saúde, e não criamos condições eficazes de produzir habitação de qualidade em áreas urbanas consolidadas, resultando ora em tragédias, como alagamentos e desabamentos, ora em escassez de moradias; e possuímos um déficit habitacional de sete milhões, que, sem novas propostas de uso do solo, não será atenuado ou resolvido.

foto - ilustração/arquivo
Todos esses pontos, se não pensados a longo prazo, contribuem para que fiquemos cada vez mais longe dos conceitos de cidades inteligentes. Segundo o estudo Cities in Motion Index (CIMI) 2019, da Escola de Negócios da Universidade de Navarra, na Espanha, já estamos distantes das cidades mais inteligentes do mundo. A cidade mais bem colocada do Brasil é o Rio de Janeiro, em 128º, atrás de Santiago do Chile (66º) e Buenos Aires (77º).
"Há alternativas viáveis, mas elas precisam ser baseadas no planejamento urbano, visão de longo prazo e desapego ideológico de modo que atendam aos requisitos básicos do ser humano como saúde, educação e segurança" afirma Almeida.
Fonte - Portogente  28/10/2019

sexta-feira, 27 de setembro de 2019

Mobilidade em Joinville: VLT, BRT e Aeromóvel são opções para o futuro da cidade

Transportes sobre trilhos  🚄

São vários exemplos de lugares em todo o mundo,onde cidades modernas e desenvolvidas já investem em meios de transporte não-tradicionais para facilitar a mobilidade urbana há algumas décadas. Mas também há municípios brasileiros que buscam outras alternativas de modais, como é o caso de Porto Alegre com o aeromóvel e o Rio de Janeiro com o veículo leve sobre trilhos (VLT)

NSC Total
foto - ilustração/arquivo
Cidades modernas e desenvolvidas já investem em meios de transporte não-tradicionais para facilitar a mobilidade urbana há algumas décadas. São vários exemplos de lugares de todo o mundo, mas também há municípios brasileiros que buscam outras alternativas de modais, como é o caso de Porto Alegre com o aeromóvel e o Rio de Janeiro com o veículo leve sobre trilhos (VLT). Os dois investimentos foram realizados para a Copa do Mundo, que foi disputada nas duas cidades, e até hoje são usados pela população.
O modelo usado na capital gaúcha é uma tecnologia desenvolvida no Rio Grande do Sul. O sistema tem como base a engenharia aeroespacial, sendo movido a ar comprimido. O aeromóvel tem uma espécie de vela que fica embaixo do veículo que serve para fazer o transporte se movimentar em uma linha de aproximadamente um quilômetro que liga o aeroporto Salgado Filho até uma estação de trem. Foi um investimento de pouco mais de R$ 30 milhões.
- As vantagens do aeromóvel é ele ser elevado, ou seja, não tem conflito com os outros modos de transporte e isso garante sua fidelidade aos horários, a velocidade constante que pode chegar a até 70 quilômetros por hora, e segurança aos passageiros. Ele também requer energia elétrica apenas para ativar o compressor, o que se torna um custo irrisório de centavos por passageiro. Então, a operação é muito barata - explica Simone Becker Lopes, doutora em Planejamento de Transportes e Mobilidade e professora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) de Joinville.
Diferentemente de outros veículos que carregam o seu motor e são mais pesados, o aeromóvel também é um veículo muito leve. Com isso, ele necessita de uma infraestrutura muito leve e esbelta. A implantação requer estruturas pré-moldadas, ocupando um pequeno espaço da via e sem precisar de desapropriações ou grandes ocupações de espaço.
- Dentro da construção do aeromóvel já está embutido o custo dos veículos. Quando a gente fala de construir um corredor de ônibus, por exemplo, não estamos considerando o veículo. Tem a manutenção da via do transporte público que precisa ser mantida e esse custo elevado vai para o poder público. Então, o custo benefício do aeromóvel acaba sendo mais barato - garante a especialista.

foto - ilustração/Pregopontocom
VLT é um veículo mais leve do que os ônibus
No caso do Rio de Janeiro, o VLT opera em duas linhas que saem do mesmo ponto. Uma delas vai até o aeroporto Santos Dumont e a outra até a praça XV, contando com 26 paradas/estações ao longo do percurso. Atualmente, as duas linhas. do VLT no Rio de Janeiro saem da Praia Formosa, próximo à Rodoviária, sendo a linha 1 com destino ao Santos Dumont e a linha 2 à Praça XV.
Este meio de transporte é parecido com os antigos bondes usados nas grandes cidades - inclusive em Joinville - até a primeira metade do século 20, mas com novas tecnologias que garantem menos ruídos e mais conforto.
Ele é mais leve do que o ônibus, causando menos impacto ao trafegar na cidade e convivendo melhor com os outros meios de transporte. O investimento total foi de pouco mais de R$ 1 bilhão, com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e de parceria público-privada com a Prefeitura do Rio de Janeiro.

Primeiro passo é o planejamento
Segundo Simone, qualquer uma dessas opções poderia se encaixar na realidade de Joinville. No entanto, é preciso realizar estudos e fazer um planejamento para entender onde elas seriam mais eficazes. Uma das questões apontadas pela especialista é a situação das regiões que costumam sofrer com a ocorrência de alagamentos, como o centro da cidade.
- Acho que em uma região onde a gente tem propensão de cheias não é bom ter um VLT. Assim como não é bom ter o ônibus porque no Centro, a toda hora temos o terminal interditado por causa das cheias. Nesse caso, será que o aeromóvel não seria bom, já que ele é elevado?
A professora destaca que o BRT (sigla do termo em inglês "bus rapid transit"), sistema que garante maior prioridade e mais qualidade ao transporte público, também poderia ser uma alternativa para Joinville. Porém, o modelo precisa de um espaço exclusivo para o ônibus, que poderia exigir desapropriações para viabilizar a construção da infraestrutura. Simone salienta ainda o papel importante dos meios que garantem a microacessibilidade para melhorar a mobilidade da cidade.
- Apesar dos morros, Joinville é praticamente toda plana. Temos o nome de "Cidade das Bicicletas", e investir nesses modos mais ativos, como patinetes e bicicleta elétrica, é importante. Inclusive, no compartilhamento desses modos. Só que é preciso garantir uma rede viária e uma estrutura adequada para que se tenha segurança.
Além disso, ela destaca também que esses modos precisam ser integrados ao transporte público, como o ônibus e outros modos que possam ser incorporados pela cidade no futuro. Para isso, é necessário ter mais estações, estacionamentos para bicicletas e uma rede viária conectada.
Fonte - Revista Ferroviária  27/09/2019

terça-feira, 21 de junho de 2016

O que mudou nas cidades brasileiras que implantaram o VLT?

Transportes sobre trilhos

Duas cidades brasileiras já possuem os veículos elétricos na versão sobre trilhos: Santos (SP) e Rio de Janeiro (RJ).No Rio, o VLT começou a operar em 5 de junho, para integrar o centro da cidade, o Aeroporto Santos Dumont e a Barca Rio-Niterói à região portuária.Na Baixada Santista (que possui 1,9 milhão de habitantes em seus nove municípios), o VLT liga as cidades de Santos e São Vicente,

Giselle Ulbrich - Paraná Online
foto - ilustração/Arquivo
Implantar os veículos elétricos é bem mais fácil e barato que o metrô. O VLP leva até quatro unidades (400 pessoas), enquanto o VLT leva em até seis carros (600 pessoas). O VLT é um pouco mais caro, por conta da instalação dos trilhos e do sistema de alimentação de energia quando por baixo do solo. Mas além dele poder ter mais carros em suas composições, a manutenção dele é um pouco mais acessível que a do VLP.
Duas cidades brasileiras já possuem os veículos elétricos na versão sobre trilhos: Santos (SP) e Rio de Janeiro (RJ). O VLP (sobre pneus) ainda não existe no País. Nas Américas, a única cidade que possui VLP é Medellín, na Colômbia.

VLT carioca
No Rio, o VLT começou a operar em 5 de junho, para integrar o centro da cidade, o Aeroporto Santos Dumont e a Barca Rio-Niterói à região portuária, tanto como uma nova opção de linha em alguns trechos e substituição de outras já existentes, integrado a outros modais. Estima-se que ele retire pelo menos 60% dos ônibus e 15% dos carros que circulam atualmente no Centro da cidade.
São 28 quilômetros de extensão, com 28 paradas e três estações. Mais algumas paradas serão implantadas ano que vem. Quando sua operação estiver plena, a capacidade do sistema chegará a 300 mil passageiros por dia. A capacidade é de 420 passageiros por carro. O VLT custou R$ 1,157 bilhão (R$ 532 milhões federais, do PAC da Mobilidade, e R$ 625 milhões por parceria público-privada).
O VLT carioca é um dos primeiros do mundo sem as catenárias (linhas aéreas de energia). A alimentação é feita por baixodo solo, não gerando o risco de veículos e pessoas levaram um choque ao encostarem nos trilhos. A tarifa custa R$ 3,80, mesma dos ônibus municipais, e o passageiro pode fazer até duas viagens. No caso do VLT ser a terceira viagem, o usuário paga R$ 2,10. Já na integração com trens, metrô e ônibus intermunicipais, os passageiros pagam R$ 6,50. O VLT convive com outros veículos nas ruas. Os trilhos ficam paralelos às faixas destinadas aos carros e estes só passam pelos trilhos nos cruzamentos de vias.

foto - ilustração/Arquivo
Projeto de R$ 1,5 bilhão
Na Baixada Santista (que possui 1,9 milhão de habitantes em seus nove municípios), o VLT liga as cidades de Santos e São Vicente, desde abril de 2015. Dos 19 quilômetros e 15 estações previstas, 6,5 quilômetros e nove estações já estão em operação. Ainda há um trecho de oito quilômetros entre Conselheiro Nébias-Valongo, que está em fase de licenciamento ambiental prévio e publicação de edital para obras. Tudo está orçado em R$ 1,5 bilhão.
Quando estiver pronto integralmente, o veículo elétrico atenderá 100 mil usuários por dia, com intervalo médio de 210 segundos entre os carros. No último final de semana, o VLT foi integrado a 37 das 66 linhas de ônibus metropolitanas e municipais. Quando toda a reestruturação do sistema de transporte estiver concluída, terá capacidade de atender 220 mil usuários por dia, a uma tarifa única de R$ 3,80 (integrada entre ônibus e VLT). Como haverá menos ônibus circulando, já que o VLT substituiu algumas linhas, estima-se uma economia de aproximadamente R$ 21 milhões/ano em gastos com acidentes e manutenção viária.
O VLT santista carrega 400 passageiros por vagão e transita a 25 quilômetros por hora. Tem baterias, que podem suprir o deslocamento no caso de falta de energia da rede elétrica.

Especialistas apoiam solução
Dois especialistas em mobilidade urbana consultados pela Tribuna acreditam que o VLP/VLT pode ser uma boa opção para Curitiba. Mas cada um tem uma visão diferente do assunto.
O professor Glavio Leal Paura, coordenador dos cursos de pós-graduação em engenharia da Universidade Positivo (UP), explica que estes veículos elétricos são evoluções do bonde. Para ele, o novo modal não deveria substituir os BRTs, mas ser uma alternativa extra. "Se a ideia da prefeitura é fazer as pessoas deixarem o carro em casa, faz mais sentido botar novas opções de transporte, nos locais onde o trânsito está ficando mais denso. Não basta proibir o carro, tem que dar opções de qualidade para o deslocamento. Por esta linha de raciocínio, colocar o VLP/VLT no lugar do biarticulado não melhora a mobilidade. Tem que criar novas rotas, dar mais opções".
Já o professor Luciano Carstens, coordenador do Núcleo de Ciências Exatas e Tecnológicas da UP, acredita que o VLP/VLT é uma evolução natural do sistema de transporte. Defende que os BRTs sejam substituídos pelo novo modal elétrico, nos trechos de maior demanda, o que poderia quase duplicar a capacidade atual de passageiros, de 15 mil para 25 mil passageiros por hora/sentido. "Mas não sei se fariam isto, porque é mexer num vespeiro. Afinal, como ficariam os contratos com as empresas que operam o BRT?".
Ele também não descarta a possibilidade de serem criadas novas linhas de VLP/VLT, já que são veículos mais estreitos que os ônibus e, por isso, é possível encontrar novas rotas para eles, fora das canaletas, convivendo junto com carros e demais veículos. Ele acredita que, daqui a 30 anos, o VLP/VLT possa estar saturado. "Para que isso não aconteça, a prefeitura vem apostando na ideia de multimodais, ou seja, que as pessoas utilizem vários modais num mesmo deslocamento”.

E o metrô?
Os especialistas em mobilidade urbana também têm opiniões diferentes em relação ao metrô. O professor Luciano Carstens acha que não é a melhor opção para a cidade, pois o custo de implantação é alto demais, sendo que o VLP/VLT pode resolver o problema atual da saturação do transporte coletivo.
"Além disso, Curitiba tem muitos aquíferos por baixo. É uma obra extremamente cara e complexa de se fazer. Exige materiais importados, comprados em dólar. E o dólar já não está mais a dois reais e pouco, de quando a prefeitura começou a falar do metrô. É uma obra que pode demorar uns 20 anos", avalia Luciano, enquanto a prefeitura dá apenas cinco anos para construção do modal subterrâneo.
O professor Glavio Paura é a favor do metrô, desde que a prefeitura reestude algumas partes do projeto. "Há estações que ficam a menos de 10 segundos uma da outra. Se forem trajetos curtos demais, é um gasto energético muito grande, é jogar dinheiro fora, porque a prefeitura está seguindo o mesmo raciocínio do BRT". Ele não gosta da ideia de substituir o BRT pelo metrô e acredita que complementar o BRT com novas linhas de VLP/VLT seria muito mais barato e racional.
Fonte - Paraná Online 21/06/2016


segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Dia da Consciência Negra é comemorado em mais de mil cidades brasileiras

Dia da Consciência Negra

A data, incluída em 2003 no calendário nacional, refere-se à morte de Zumbi dos Palmares, o último líder do maior dos quilombos do período colonial, o Quilombo dos Palmares.Comemorada há mais de 30 anos por ativistas do movimento negro, a data foi oficializada pela Lei 12.519 de 2011.

Da Agência Brasil
imagem- Ag.Brasil
Mais de mil cidades brasileiras comemoram, em 20 de novembro, o Dia da Consciência Negra. A data, incluída em 2003 no calendário nacional, refere-se à morte de Zumbi dos Palmares, o último líder do maior dos quilombos do período colonial, o Quilombo dos Palmares.
Comemorada há mais de 30 anos por ativistas do movimento negro, a data foi oficializada pela Lei 12.519 de 2011.
Levantamento realizado pela Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) em 2014 apresenta a lista completa das cidades que comemoram a data.
As decisões dos estados e cidades da Federação, em relação à adoção do Dia da Consciência Negra, são as seguintes:

Acre: o 20 de novembro não é feriado oficial em nenhum município.

Alagoas: de acordo com a Lei Estadual n° 5.724 de 1995, todos os municípios do estado de Alagoas têm feriado no Dia da Consciência Negra.

Amazonas: desde 2010, por força de uma lei estadual, o dia 20 de novembro passou a ser considerado feriado em todos os municípios do Amazonas. A capital Manaus também tem uma lei municipal que decreta 20 de novembro feriado do Dia da Consciência Negra.

Amapá: a Lei Estadual Nº 1169, de 2007, garantiu feriado oficial em 20 de novembro em todas as cidades do estado do Amapá.

Bahia: apenas três municípios baianos têm o Dia da Consciência Negra no calendário oficial de comemorações: Alagoinhas, Camaçari e Serrinha. Em todos eles, o feriado foi determinado por lei municipal.

Ceará: o Dia da Consciência Negra não é feriado em nenhum município.

Distrito Federal: Distrito Federal não tem feriado para comemorar o Dia da Consciência Negra.

Espírito Santo: as cidades de Cariacica e Guarapari têm feriado oficial no dia 20 de novembro, por determinação de leis municipais.

Goiás: quatro cidades goianas celebram oficialmente o Dia da Consciência Negra em 20 de novembro: Goiânia, Aparecida de Goiânia, Flores de Goiás e Santa Rita do Araguaia.

Maranhão: apenas o município de Pedreiras terá feriado no dia 20 de novembro, garantido por uma lei municipal de 2008.

Minas Gerais: dez cidades mineiras têm feriado do Dia da Consciência Negra em 20 de novembro: Além Paraiba, Betim, Guarani, Ibiá, Jacutinga, Juiz De Fora, Montes Claros, Santos Dumont, Sapucai-Mirim e Uberaba. Em Belo Horizonte não haverá o feriado.

Mato Grosso do Sul: só a cidade de Corumbá tem feriado oficial em 20 de novembro, por força de lei municipal de 2008.

Mato Grosso: lei de 2002 determina feriado do Dia da Consciência Negra em 20 de novembro em todos os municípios do estado.

Paraíba: o 20 de novembro é oficialmente feriado apenas na capital, João Pessoa.

Pará: não é feriado em 20 de novembro em nenhuma cidade do estado.

Paraná: só duas cidades paranaenses, Guarapuava e Londrina, têm feriado oficial no 20 de novembro. Nos dois casos, o feriado foi determinado por lei municipal de 2009.

Pernambuco: não é feriado em 20 de novembro em nenhuma cidade do estado.

Piauí: não é feriado em 20 de novembro em nenhuma cidade do estado.

Rio de Janeiro: lei estadual de 2002 garante o feriado do Dia da Consciência Negra em todos os municípios fluminenses.

Rio Grande do Norte: não é feriado em 20 de novembro em nenhuma cidade do estado.

Rio Grande do Sul: desde 1987, lei estadual determina que o 20 de novembro é feriado em todos os municípios gaúchos.

Rondônia: não é feriado em 20 de novembro em nenhuma cidade do estado.

Roraima: não é feriado em 20 de novembro em nenhuma cidade do estado.

Santa Catarina: só a cidade de Florianópolis tem feriado oficial em 20 de novembro.

São Paulo: não há uma lei estadual que detemine o feriado de 20 de novembro no estado. No entanto, a data está no calendário oficial de 101 cidades por leis municipais, incluindo a capital São Paulo. Segue a lista dos municípios: Aguaí, Águas Da Prata, Águas de São Pedro, Altinópolis, Americana, Américo Brasiliense, Amparo, Aparecida, Araçatuba, Aracoiaba da Serra, Araraquara, Araras, Atibaia, Bananal, Barretos, Barueri, Bofete, Borborema, Buritama, Cabreuva, Cajeira, Cajobi, Campinas, Campos do Jordão, Canas, Capivari, Caraguatatuba, Carapicuíba, Charqueada, Chavantes, Cordeirópolis, Cruz das Almas, Diadema, Embu, Embu das Artes, Estância de Atibaia, Flórida Paulista, Franca, Franco da Rocha, Francisco Morato, Franco da Rocha, Getulina, Guaira, Guarujá, Guarulhos, Hortolândia, Ilhabela, Itanhaém, Itapecerica da Serra, Itapeva, Itapevi, Itararé, Itatiba, Itu, Ituverava, Jaguariuna, Jambeiro, Jandira, Jarinu, Jaú, Jundiaí, Juquitiba, Lajes, Leme, Limeira, Mauá, Mococa, Olímpia, Paraiso, Paulo de Faria, Pedreira, Pedro de Toledo, Pereira Barreto, Peruíbe, Piracicaba, Pirapora do Bom Jesus, Porto Feliz, Ribeirão Pires, Ribeirão Preto, Rincão, Rio Claro, Rio Grande da Serra, Salesópolis, Salto, Santa Albertina, Santa Isabel, Santa Rosa de Viterbo, Santo André, Santos, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, São João da Boa Vista, São Paulo, São Roque, São Vicente, Sete Barras, Sorocaba, Sumaré e Suzano.

Sergipe: não há feriado em 20 de novembro em cidades do estado.

Tocantins: só o município de Porto Nacional tem, por lei municipal, feriado em 20 de novembro.
Fonte - Agência Brasil  16/11/2015

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Cidades brasileiras promovem Semana Nacional de Ciência e Tecnologia

Ciência e Tecnologia

Coordenada pelo Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação, a semana conta com a colaboração de secretarias estaduais e municipais, agências de fomento, espaços científico-culturais, instituições de ensino e pesquisa, sociedades científicas, escolas, órgãos governamentais, empresas de base tecnológica e entidades da sociedade civil.

Paula Laboissière
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração/Ag.Brasil
A 12ª edição da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia começa hoje (19) e vai até o dia 25 em diversas cidades. O tema deste ano é Luz, Ciência e Vida e tem como base a decisão da Organização das Nações Unidas de proclamar 2015 o Ano Internacional da Luz. A ideia é destacar a importância da luz e das tecnologias ópticas no dia a dia do cidadão, assim como no futuro e no desenvolvimento das sociedades.
Coordenada pelo Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação, a semana conta com a colaboração de secretarias estaduais e municipais, agências de fomento, espaços científico-culturais, instituições de ensino e pesquisa, sociedades científicas, escolas, órgãos governamentais, empresas de base tecnológica e entidades da sociedade civil.
A proposta do evento consiste em aproximar a ciência e a tecnologia da população, promovendo atividades de divulgação científica em linguagem acessível e por meios inovadores, que estimulem a curiosidade e motivem a discussão das implicações sociais da ciência.
De acordo com o coordenador da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, Douglas Falcão, pelo menos 620 cidades já se cadastraram para receber atividades. A expectativa do governo é de que o número ultrapasse mil municípios, superando o total registrado no ano passado: 905 cidades.
Segundo Falcão, mais de 25 mil atividades já foram inscritas para o evento e a previsão é de que o número chegue a 120 mil ou mais, além de 2 mil instituições credenciadas. Em 2014, foram registradas 108 mil atividades inscritas e 924 instituições credenciadas.
“Gostaria de reforçar o convite para que a população em geral acesse o site da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, onde é possível encontrar a programação de todas as cidades. O evento não é só para professor e aluno. Qualquer pessoa curiosa gostará muito do que vai encontrar lá”, afirmou Falcão.
Fonte - Agência Brasil  19/10/2015

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Cidades brasileiras com melhores índices de saneamento são premiadas

Saneamento Básico

Cidades brasileiras com melhores índices de saneamento são premiadas.Foram selecionadas 16 cidades consideradas exemplos de sucesso para o restante do país no saneamento. Nelas, o tratamento do esgoto atinge a média de 76,1%, enquanto a média nacional é 39%. 

Fernanda Cruz
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração
As cidades brasileiras com melhores indicadores na coleta, no tratamento de esgoto e na redução de perdas no abastecimento foram premiadas hoje (30), durante seminário promovido pelo Instituto Trata Brasil. Os resultados dos municípios basearam-se no Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento.
Foram selecionadas 16 cidades consideradas exemplos de sucesso para o restante do país no saneamento. Nelas, o tratamento do esgoto atinge a média de 76,1%, enquanto a média nacional é 39%. No topo do ranking está a cidade de Maringá (PR), com 94% do esgoto tratado.
A coleta de esgoto nas16 localidades chega a 95,11%, muito superior à média nacional, que é 48,6%. Cidades do interior paulista, como Franca e Limeira, e a capital mineira Belo Horizonte têm 100% do esgoto coletado.
O secretário nacional de Saneamento Ambiental, Paulo Ferreira, destaca a disparidade entre esses municípios exemplares e aqueles mais isolados, principalmente nas regiões Norte e Nordeste. Ele diz que ficou chocado ao perceber que ainda existem cidades brasileiras onde não há um banheiro sequer. “São situações dramáticas que ocorrem no saneamento, que pensávamos que só existiam na África”, acrescentou.
Para o presidente do Instituto Trata Brasil, Édsion Carlos, não é correto justificar a falta de banheiros entre essa população simplesmente por estar afastada dos grandes centros, em regiões do semiárido. “Nós temos que encontrar uma forma de atender a essas pessoas, porque sabemos que isso acarreta muitos problemas de saúde e ao meio ambiente”.

Perdas na distribuição
As perdas nas redes de distribuição de água, em razão de fraudes no sistema, erros de leitura dos hidrômetros e vazamentos, são, em média, 37% no país. O percentual é ainda mais elevado nos estados do Amapá (76%) e Amazonas (72%).
Umas das cidades consideradas modelo na redução de perdas é Campinas, no interior paulista, onde o percentual é 15%. Lina Adani, gerente de Controle de Perdas e Sistemas da Sanasa, empresa municipal responsável pela distribuição de água, explica que a boa gestão levou à eficiência.
De acordo com ela, os investimentos começaram há 21 anos, após um financiamento feito pela Sanasa com o Bando Mundial, em que uma das exigências era justamente reduzir as perdas. “Entre as ações que mais causaram impacto está o trabalho em hidrômetros, que é a caixa registradora”. Os hidrômetros com submedição ou com vida útil ultrapassada geravam prejuízo para a Sanasa.
A cidade passou a instalar hidrômetros em uma caixa lacrada e diminuiu as perdas físicas de água, reduzindo também a pressão na rede, principalmente durante a noite. Lina lembra que havia 1,4 mil quilômetros de rede que se rompiam constantemente por estar com tubulações velhas. Com a diminuição da pressão, inclusive durante o dia, a tubulação passou a romper menos. “Com a queda nas perdas, pudemos investir na troca dessa rede”.
Fonte - Agência Brasil  30/09/2015

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Vulnerabilidade social no Brasil cai 27% em dez anos, mostra Ipea

Política

O Índice de Vulnerabilidade Social indica a ausência ou insuficiência de recursos ou estruturas (como fluxo de renda, condições adequadas de moradia e acesso a serviços de educação)

Paula Laboissière
Repórter da Agência Brasil
Elza Fiúza/Agência Brasil
O Índice de Vulnerabilidade Social brasileiro caiu 27% no período de 2000 a 2010, fazendo com que o país passasse da faixa de alta vulnerabilidade social para a faixa de média vulnerabilidade social. Os dados foram divulgados hoje (1º) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
De acordo com a publicação Atlas da Vulnerabilidade Social nos Municípios Brasileiros, o número de cidades com alta ou muito alta vulnerabilidade social caiu de 3.610 no ano 2000 para 1.981 em 2010. Já o de municípios com baixa ou muito baixa vulnerabilidade social passou de 638 para 2.326 no mesmo período.
A vulnerabilidade social à que o índice se refere indica a ausência ou insuficiência de recursos ou estruturas (como fluxo de renda, condições adequadas de moradia e acesso a serviços de educação) que deveriam estar à disposição de todo cidadão. A divulgação do índice serve para orientar gestores no desenvolvimento de políticas públicas de acordo com as carências e necessidades de cada localidade.
A melhora, segundo o levantamento, foi mais nítida em alguns estados das regiões Centro-Oeste (como a faixa de fronteira de Mato Grosso do Sul), Norte (especialmente no Tocantins) e Nordeste (com destaque para o sul da Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte e leste de Pernambuco).
O Ipea ressaltou, entretanto, que o quadro de disparidades regionais no país permanece, com concentração de municípios na faixa de muito alta vulnerabilidade social no Norte (Acre, Amazonas, Pará, Amapá e Rondônia) e no Nordeste (principalmente no Maranhão, em Alagoas e em Pernambuco, além de porções do território baiano).
“Num país desigual como o nosso e que, apesar de todos os avanços, ainda apresenta um quadro de vulnerabilidade social média, a gente não derrotou o problema da vulnerabilidade social estrutural. A gente está em um processo. Os avanços são substantivos. Não há como o Brasil se desenvolver e ser um país minimamente mais justo se as políticas sociais não tiverem continuidade”, explicou o diretor de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais do Ipea, Marco Aurélio Costa.

Desigualdades regionais
Os dados mostram que, no Centro-Oeste e no Sudeste, mais de 48% dos municípios estavam na faixa de baixa vulnerabilidade social em 2010. O Sul, por outro lado, registrou o maior percentual de cidades com índice de vulnerabilidade muito baixo: 28,7%. No Norte, 41,9% dos municípios tinham vulnerabilidade social muito alta, enquanto na Região Nordeste quase metade das cidades (47,7%) apresentava alto índice de vulnerabilidade social.
“Como o Brasil é um país que tem desigualdades regionais muito expressivas, os efeitos das políticas ocorrem de maneiras diferentes nas diversas regiões”, destacou Costa.
Segundo a publicação, o aspecto que mais influenciou a redução do índice de vulnerabilidade social no país é o que engloba renda e trabalho. Todos os indicadores que envolvem insegurança de renda e precariedade nas relações de trabalho tiveram melhora entre 2000 e 2010, refletindo, de acordo com o estudo, a redução da informalidade, do trabalho infantil e o aumento da ocupação.
“O Brasil fez um esforço de políticas sociais muito grandes. Esse esforço deu resultados e é importante manter as políticas sociais para que a gente continue a avançar e se torne uma sociedade menos injusta e menos desigual”, concluiu o diretor do Ipea.
Fonte - Agência Brasil  01/09/2015

sexta-feira, 17 de abril de 2015

IPC-S recua na segunda semana de abril em seis capitais

Economia

O maior recuo foi registrado em Brasília (0,4 ponto percentual, ao passar de 1,65% para,24%).Outras cidades com queda na taxa foram Belo Horizonte (0,38 ponto percentual, ao passar de 1,01% para 0,63%), São Paulo (0,32 ponto percentual, de 1,39% para 1,07%), Rio de Janeiro (0,31 ponto percentual, de 1,38% para 1,07%) e Salvador (0,11 ponto percentual,  de 0,77% para 0,66%)....

Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil 
Brasília apresentou a maior queda de IPC-S entre as
sete capitais pesquisadas - José Cruz - Agência Brasil
O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) teve queda em seis das sete capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV), na segunda semana de abril. O maior recuo foi registrado em Brasília (0,4 ponto percentual, ao passar de 1,65% para 1,24%).
Outras cidades com queda na taxa foram Belo Horizonte (0,38 ponto percentual, ao passar de 1,01% para 0,63%), Porto Alegre (0,32 ponto percentual, ao passar de 1,29% para 0,92%), São Paulo (0,32 ponto percentual, ao passar de 1,39% para 1,07%), Rio de Janeiro (0,31 ponto percentual, ao passar de 1,38% para 1,07%) e Salvador (0,11 ponto percentual, ao passar de 0,77% para 0,66%).
Recife foi a única capital a ter um aumento da taxa do IPC-S na segunda semana de abril (0,06 ponto percentual, ao passar de 0,4% para 0,46%). A média nacional do IPC-S, divulgada ontem (16), ficou em 0,93%, ou seja, 0,29 ponto percentual abaixo da semana anterior.
Fonte - Agência Brasil  17/04/2015

domingo, 10 de fevereiro de 2013

CARROS...NÃO HÁ MAIS ESPAÇOS

Falta de vagas atrapalha motoristas das grandes cidades brasileiras



Esta cada vez mais difícil encontrar uma vaga para parar o carro nas grades cidades. Os problemas são muitos: falta de espaço, desrespeito à lei, flanelinhas...uma verdadeira missão impossível, como mostram os repórteres do Domingo Espetacular por todo o Brasil.
R7.com 10/02/2013

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

VLT...UMA NOVA ALTERNATIVA DE TRANSPORTES SE ESPALHA PELO BRASIL

Transportes sobre trilhos

A solução para os grandes problemas de Mobilidade Urbana na atualidade nas grandes e médias cidades,passa obrigatoriamente pelos trilhos

Por A.Luis
           
VLTs -1º Bom Sinal  Fortaleza
 2ºAlstom  Lyon

Não é de agora que estamos propagando,falando,comentando e divulgando as GRANDES VANTAGENS dos VLTs,os chamados Veiculos Leves sobre Trilhos,Bonde Moderno ou Trens Urbanos como sistemas de transportes urbanos de média capacidade.São claras todas as suas vantagens sobre os sistemas urbanos sobre pneus,Ônibus,BRTs,e os seus corredores exclusivos de transito.Não que em hipótese nenhuma os ônibus ( principalmente para os que "defendem" a sua capilaridade!!!!) sejam desnecessários os descartados,não jamais,mais eles precisam apenas ocupar o espaço que lhe cabe,que lhe é devido e destinado como sistemas alimentadores,complementares e modos de circulação interna em médios e grandes bairros.Mais ainda assim nessa história não estão sozinhos, pois deverão ter a companhia de sistemas de transportes Verticais,Ciclovias e no caso da cidade de Salvador cabem muito bem os Teleféricos,ligando os nossos bairros cumeados atravessando os muitos vales aqui existentes.Voltando ao VLTs, são veículos que utilizam energia limpa (não poluentes),não dependem mais de rede elétrica aérea continua,(eliminando os inconvenientes visuais) não desgastam o piso rolante,por isso exige baixa manutenção do mesmo,são mais seguros,mais confortáveis duram em média 30 anos e transportam ate 800 passageiros,além de não necessitarem de estações de grande porte,pois operam em pontos semelhantes aos dos ônibus e usam as estações de integração com outros sistemas de grande capacidade,Trens e metrôs.O VLT ,um sistema intermediário entre o Metrô e o Ônibus, aqui vai conseguindo despertar definitivamente um grande interesse em várias cidades  brasileiras que começaram a enxergar todas as suas grandes vantagens advindas da sua principal característica de ser um veiculo sobre trilhos entre muitas outras aqui já citadas.Tudo isso deve-se,e temos de reconhecer,ao trabalho pioneiro desenvolvido pela CBTU,através do projeto "trem padrão"desenvolvido no Nordeste, em parceria com a 1ª fabrica de VLT  totalmente nacional,a Bom Sinal  instalada no Brasil, precisamente na cidade de Barbalha no Ceará juntamente com o Governo do estado cearense através da Metrofor,que teve inicio através do seu 1º projeto "semente" no Brasil através do VLT (Metrô) do Cariri,(Ganhador de 2 prêmios GreenBest seguidamente) ligando as cidades de Crato a Juazeiro do Norte.A partir dai então o VLT começou a tomar corpo e a ocupar o lugar vazio que para ele a muito tempo já está reservado.Mais ainda assim é preciso investir muito mais não só na implantação de novos sistemas desses veículos,como também na conscientização do povo Brasileiro e da grande maioria dos nossos governantes,boa parte deles ainda rodoviaristas "amantes" dos pneus que ainda torcem o bico e fazem cara feia para o VLT, que nada mais é do que uma evolução natural dos antigos e "desprezados" Bondes que fazem parte do passado e da história dos nossos transportes e que agora retornam em alto e bom estilo e voltam ao cenário para compor o presente e o futuro do nosso pais,chegando definitivamente para ficar e ficar.
Pregopontocom  26/11/2012