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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Besançon na França inaugura VLT de baixo custo

Internacional

Inaugurado na França uma linha de VLT de baixo custo em Besançon, com 14,5 km de extensão e 31 paradas

Railway Gazette 
RGI
FRANÇA: Um fim de semana com comemorações modestas marcou a inauguração dos 14,5 km da linha do VLT de *Besançon nos dias 30 e 31 de agosto,com os moradores locais vestindo-se de azul-turquesa para combinar com as cores dos bondes.
O bonde foi um projeto de baixo custo especialmente desenvolvido pelo município Grande Besançon, que precisava reduzir os custos de construção em pelo menos um terço em comparação a outros sistemas de VLTs metropolitanos implantados recentemente em outras cidades francesas. O sistema conta com 31 paradas, de Marnières no leste da cidade até Hauts-du-Chazal, e no sudoeste com um tramo curto para a estação principal da linha Besançon-Viotte.O consórcio STD, Sacer, Roger Martin, Colas Rail e Alstom realizaram as obras civis do trecho oeste de 7 km com um contrato no valor de € 43 milhões concedido em março de 2012. A setor leste de 7 km foi construído, através de um contrato de € 53 milhões, pelo consórcio Eurovia, que inclui Bonnefoy, Eurovia Travaux Ferroviairies, Campenon Bernard e Coteb Codiel.
A Colas Rail forneceu os equipamentos de eletrificação da rede aérea,enquanto as sete subestações para fornecer corrente de tração com 750 V DC foram instalados pela Spie Est. O sistema de sinalização foi fornecido pela Vossloh Cogifer.
Os 19 bondes Urbos com 24 m de comprimento foram montadas na fábrica CFD Bagnères da CAF em Bagnères-de-Bigorre. A responsabilidade da operação do sistema é  da empresa de transporte municipal Ginko.
Um histórico do projeto detalhado do light rail Besançon foi apresentado na edição da Railway Gazette International em abril 2011,disponível para assinantes em seu arquivo digital.
Fonte - Railway Gazette  01/09/2014

Tradução e adaptação de texto - Pregopontocom

*Sobre Besançon - A cidade está situada às margens do rio Doubs, no centro do departamento com o mesmo nome,bem como da região Franche Comté. Capital regional, é a primeira cidade da região com cerca de 122 000 habitantes. (Wikpédia)

Original Text
Besançon’s low-cost tramway opens

Railway Gazette
FRANCE: A weekend of ‘modest celebrations’ marked the inauguration of Besançon’s 14·5 km tram line on August 30-31, with local residents attending wearing turquoise-blue to match the trams’ colour scheme.
The tramway has been explicitly developed as a low-cost project by the Grand Besançon municipality, which had hoped to reduce construction costs by up to a third compared to recent light rail schemes in other French cities. It serves 31 stops from Marnières in the east of the city to Hauts-du-Chazal in the southwest with a short branch to Besançon-Viotte main line station.
A consortium of STD, Sacer, Roger Martin, Colas Rail and Alstom undertook civil works on the 7 km western section under a €43m contract awarded in March 2012. The eastern 7 km section was built under a €53m contract by the Eurovia consortium, which includes Bonnefoy, Eurovia Travaux Ferroviairies, Campenon Bernard and Coteb Codiel.
Colas Rail supplied the overhead electrification equipment, while seven substations to supply traction current at 750 V DC were installed by Spie Est. Signalling was supplied by Vossloh Cogifer.
The 19 Urbos 24 m long trams were assembled at CAF’s CFD Bagnères plant in Bagnères-de-Bigorre. Services are operated by municipal transport company Ginko.
A detailed account of the Besançon light rail project appeared in the April 2011 issue of Railway Gazette International, available to subscribers in our digital archive.

domingo, 20 de outubro de 2013

Modelo energético brasileiro é robusto e capaz de atender demanda

Energia

Especialistas ressaltam alguns problemas, mas descartam apagões e oferta limitada

Jornal do Brasil
Gabriella Azevedo
Linhas de transmissão de energia
 devem ser modernizadas, avaliam especialistas
Após problemas no funcionamento durante o verão do ano passado, a confiabilidade no setor de geração de energia no país passou a ser questionada. A estação, que marca o período úmido do ano, decepcionou em 2012 e não contribuiu com os reservatórios do país. Contudo, o governo federal tomou as providências necessárias para garantir o funcionamento do sistema. Apesar das opiniões divididas e as recentes especulações de que o atual sistema de administração elétrica pudesse ser deficiente e incapaz de atender a demanda crescente, o modelo brasileiro de energia se mostra mais robusto, capaz de reverter adversidades inesperadas.
Neste ano, por exemplo, o risco de apagões em larga escala foi completamente descartado pelo diretor geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Hermes Chipp. Em coletiva realizada nesta quinta-feira (17), Chipp afirma que as previsões climáticas este ano são mais favoráveis que em 2012 e que este último trimestre será de chuvas.
“Não há risco de apagão. O nível dos reservatórios não é dos melhores, mas não é nada que apavore. O atendimento está garantido, porque as indicações meteorológicas são favoráveis, ao contrário do ano passado, que foi um ano extremamente seco. A partir de setembro, as frentes se concentraram nas principais bacias do sistema, no Sudeste e no Norte do Sul, pegando também a cabeceira do Rio São Francisco. A indicação consensual está se confirmando e as chuvas devem continuar, inclusive durante o último trimestre do ano”, ameniza Chipp.
O mesmo afirma Luiz Pinguelli Rosa, diretor da Coppe-UFRJ, setor de Pesquisa e Pós-Graduação de Engenharia da universidade. O diretor avalia a estrutura atual como capaz de produzir energia suficiente para suprir a demanda. “O sistema tem expandido a geração de energia, com novas usinas, algumas hidrelétricas importantes foram construídas, gerando aumento da energia. Não acho que terá apagão esse ano, o sistema tem energia suficiente (para atender a demanda)”.
Sobre o aumento anual de demanda energética, Hermes Chipp afirma que o aumento do gasto elétrico deve ser em torno de 4% este ano. Em 2012, a elevação foi de 4,2%. "No acumulado dos últimos dados encerrados em setembro e na previsão para outubro, a carga já tem crescido em torno de 3,9%". Apesar da demanda crescente, Chipp assegura que a oferta é compatível, pois o sistema está cada vez mais “fortalecido e robusto”.
No caso das termelétricas, energia que hoje complementa a produção das hidrelétricas, Hermes Chipp afirma que, se houver a confirmação do cenário climático, haverá a redução do despacho de energia térmica. O atual despacho térmico tem sido da ordem de 10,5 mil MW médios, levando em conta um custo marginal de operação de R$ 260/MWh. Com a ocorrência das chuvas, Chipp aponta para uma queda nesse custo de operação, com o desligamento de algumas termelétricas. O professor Luiz Pinguelli é a favor dessa redução no funcionamento das térmicas, por ser um sistema de maior custo e mais poluente.
O sistema de geração elétrica, ainda de acordo com Chipp, apesar de estável, não está livre de problemas pontuais, como no caso do último apagão que atingiu toda a região Nordeste, causado por uma queimada no Piauí. Para Chipp, os imprevistos técnicos podem sempre acontecer, mas descarta problemas por escassez energética e a possibilidade de apagões de ampla cobertura. “No que depender dos reservatórios e da meteorologia, não teremos apagão. Dos desligamentos regionais, nós nunca estamos livres, o que é diferente de racionamento. Racionamento foi o que aconteceu em 2001”, justifica o diretor do ONS, que acredita que os problemas pontuais servem para aprimorar a administração do sistema.
“Sempre que acontecem desligamentos, estudamos e tiramos proveito do problema, para evitá-lo posteriormente. O ideal é, também, conseguir restabelecer a energia cada vez mais rápido, aprimorar o processo de religamento”.
O diretor geral do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), Adriano Pires, ressalta os investimentos empreendidos no último ano também na geração de energia alternativa. “O modelo hoje, além de estar se transformando em um modelo hidrotérmico de energia, também tem recebido investimento em mais energias renováveis, como a biomassa e eólica. E a gente espera, futuramente, a maior presença de (energia) solar”, explica Adriano.
O professor Pinguelli aponta que o sistema não é perfeito, e outro ponto a ser repensado é a capacitação dos técnicos que trabalham nas usinas e subestações. “Técnicos e engenheiros experientes têm sido demitidos das empresas de energia. Os mais experientes estão indo embora. É preciso repor esses profissionais”.
Seguindo a mesma linha, Adriano Pires concorda com o diretor universitário, afirmando que o sistema cumpre sua função, mas que precisa de revitalização. “Ele funciona, atende a demanda, mas com alguns sobressaltos: tem problemas nas linhas de transmissão e o ideal é modernizar essa estrutura das distribuidoras”, explica Pires.
Horário de verão: economia de R$ 400 milhões
Hermes Chipp também comentou sobre o horário de verão, que começou neste domingo. Pela perspectiva econômica, a iniciativa tem previsão de redução de demanda de 4,6% e de economia de mais de R$ 400 milhões nos 120 dias de vigor do horário de verão. Além disso, a aplicação do horário de verão evita o desperdício de 2.700 MW em longo prazo, o equivalente a um custo de operação de mais de R$ 4,5 bilhões.
“O horário de verão propicia mais tranquilidade em relação ao suprimento, além de aliviar a operação, que fica menos suscetível. O horário de verão também permite a manutenção do equipamento, por conta da demanda reduzida. Essas são as vantagens técnicas”, explica Chipp.
*Do programa de estágio do Jornal do Brasil
Fonte - Jornal do Brasil  20/10/2013

quarta-feira, 6 de março de 2013

Táxis elétricos começam a circular no Rio de Janeiro

Vinícius Lisboa
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro - Começaram a circular hoje (5) os dois primeiros táxis elétricos da cidade. O projeto, uma parceria da prefeitura e a montadora Nissan, deverá levar 15 táxis desse tipo às ruas até o fim do ano. A partir de 2014, a ideia é expandir o serviço. Os carros não emitem poluentes nem ruídos.
noticiasnumclik

Os veículos foram entregues pelo prefeito Eduardo Paes aos taxistas Breno de Souza Olveira, de 47 anos, e Arthur Marfir, de 51 anos, que integram cooperativa que atua no Aeroporto Santos Dumont. Os motoristas não terão que arcar com os custos de abastecimento nem repassar um percentual da corrida à montadora Nissan, fabricante dos carros.
Os táxis ficarão emprestados por cerca de três anos. Todos os dias, os dois motoristas deverão buscá-los em um prédio da prefeitura, em Botafogo, e levá-los ao aeroporto. Com carga que possibilita rodar até 160 quilômetros sem abastecer, os taxistas poderão recarregar em postos da Petrobras na Barra da Tijuca e na Lagoa. Para receberem os veículos, os profissionais passaram por treinamento de dois meses.
O prefeito destacou o caráter experimental da iniciativa: "É uma fase experimental mesmo. O ideal é que a gente consiga desenvolver subsídios para que as pessoas possam adquirir esse tipo de carro. São experiências que vão criando uma cultura".
O secretário municipal de Transportes, Carlos Roberto Osório, explicou que os dois taxistas foram escolhidos por terem experiência e boa conduta no trânsito. "Eles têm muitos anos de carreira, não têm multas nem infrações como taxistas no Rio. São comunicativos e têm noção de língua estrangeira. São motoristas referência e vão servir de espelho e exemplo para a categoria".
Para Osório, a iniciativa desmistifica o transporte movido a eletricidade. "Quanto mais energia limpa estiver circulando na praça do Rio de Janeiro, é melhor. Com isso, a gente qualifica o serviço de táxi agregando o componente da sustentabilidade. É uma possibilidade de o carioca ver nas ruas que esse negócio de energia elétrica movendo automóvel não é ficção científica, é realidade. E acho que o táxi vai fazer essa apresentação".
Além de investir na modernização dos veículos, o secretário informou que, este ano, será revista a regulamentação dos táxis da cidade, que é a mesma desde 1970. Um dos principais pontos da nova legislação será padronizar a frota, reduzindo as disparidades entre carros populares de baixa potência e carros de luxo, que prestam o mesmo serviço. Osório garantiu, no entanto, que a ideia não é onerar o passageiro com taxas diferenciadas.
Fonte - Agência Brasil  05/03/2013 

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

VLT...UMA NOVA ALTERNATIVA DE TRANSPORTES SE ESPALHA PELO BRASIL

Transportes sobre trilhos

A solução para os grandes problemas de Mobilidade Urbana na atualidade nas grandes e médias cidades,passa obrigatoriamente pelos trilhos

Por A.Luis
           
VLTs -1º Bom Sinal  Fortaleza
 2ºAlstom  Lyon

Não é de agora que estamos propagando,falando,comentando e divulgando as GRANDES VANTAGENS dos VLTs,os chamados Veiculos Leves sobre Trilhos,Bonde Moderno ou Trens Urbanos como sistemas de transportes urbanos de média capacidade.São claras todas as suas vantagens sobre os sistemas urbanos sobre pneus,Ônibus,BRTs,e os seus corredores exclusivos de transito.Não que em hipótese nenhuma os ônibus ( principalmente para os que "defendem" a sua capilaridade!!!!) sejam desnecessários os descartados,não jamais,mais eles precisam apenas ocupar o espaço que lhe cabe,que lhe é devido e destinado como sistemas alimentadores,complementares e modos de circulação interna em médios e grandes bairros.Mais ainda assim nessa história não estão sozinhos, pois deverão ter a companhia de sistemas de transportes Verticais,Ciclovias e no caso da cidade de Salvador cabem muito bem os Teleféricos,ligando os nossos bairros cumeados atravessando os muitos vales aqui existentes.Voltando ao VLTs, são veículos que utilizam energia limpa (não poluentes),não dependem mais de rede elétrica aérea continua,(eliminando os inconvenientes visuais) não desgastam o piso rolante,por isso exige baixa manutenção do mesmo,são mais seguros,mais confortáveis duram em média 30 anos e transportam ate 800 passageiros,além de não necessitarem de estações de grande porte,pois operam em pontos semelhantes aos dos ônibus e usam as estações de integração com outros sistemas de grande capacidade,Trens e metrôs.O VLT ,um sistema intermediário entre o Metrô e o Ônibus, aqui vai conseguindo despertar definitivamente um grande interesse em várias cidades  brasileiras que começaram a enxergar todas as suas grandes vantagens advindas da sua principal característica de ser um veiculo sobre trilhos entre muitas outras aqui já citadas.Tudo isso deve-se,e temos de reconhecer,ao trabalho pioneiro desenvolvido pela CBTU,através do projeto "trem padrão"desenvolvido no Nordeste, em parceria com a 1ª fabrica de VLT  totalmente nacional,a Bom Sinal  instalada no Brasil, precisamente na cidade de Barbalha no Ceará juntamente com o Governo do estado cearense através da Metrofor,que teve inicio através do seu 1º projeto "semente" no Brasil através do VLT (Metrô) do Cariri,(Ganhador de 2 prêmios GreenBest seguidamente) ligando as cidades de Crato a Juazeiro do Norte.A partir dai então o VLT começou a tomar corpo e a ocupar o lugar vazio que para ele a muito tempo já está reservado.Mais ainda assim é preciso investir muito mais não só na implantação de novos sistemas desses veículos,como também na conscientização do povo Brasileiro e da grande maioria dos nossos governantes,boa parte deles ainda rodoviaristas "amantes" dos pneus que ainda torcem o bico e fazem cara feia para o VLT, que nada mais é do que uma evolução natural dos antigos e "desprezados" Bondes que fazem parte do passado e da história dos nossos transportes e que agora retornam em alto e bom estilo e voltam ao cenário para compor o presente e o futuro do nosso pais,chegando definitivamente para ficar e ficar.
Pregopontocom  26/11/2012