UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Metrô de Salvador gratuidade: entenda quem tem direito ao benefício

Transportes sobre trilhos

Algumas categorias precisam solicitar a emissão do Cartão Gratuidade para ter acesso ao benefício. À exceção de idosos com mais de 60 anos, oficial de justiça federal, fiscal do trabalho e crianças até cinco, os demais beneficiários devem agendar uma visita ao Posto de Atendimento na estação da Lapa, através do telefone (71) 3432-7735, para se cadastrar e adquirir o cartão. 

Da Redação
foto - ilustração/Pregopontocom
Após 1 ano e seis meses de operação assistida, o metrô de Salvador começou a ser cobrado em janeiro, com a conclusão dos 12 km do seu projeto original, ligando a Lapa a Pirajá em 18 minutos. A tarifa estabelecida em R$ 3,30 ainda dá direito à integração com linhas de ônibus urbanas e metropolitanas. A gratuidade, entretanto, permanece para idosos acima de 60 anos, crianças até cinco, Oficial de Justiça Federal, Fiscal do Trabalho e pessoas com deficiência (comprovadamente carente e previamente cadastrada pela Secretaria Estadual da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos).
Algumas categorias precisam solicitar a emissão do Cartão Gratuidade para ter acesso ao benefício. À exceção de idosos com mais de 60 anos, oficial de justiça federal, fiscal do trabalho e crianças até cinco, os demais beneficiários devem agendar uma visita ao Posto de Atendimento na estação da Lapa, através do telefone (71) 3432-7735, para se cadastrar e adquirir o cartão.
Até o dia 28 de junho, pessoas com deficiência e portando cartão emitido pela Superintendência dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Sudef) ou da Unidade de Gratuidade de Pessoas Com Necessidades Especiais (UGPD) terão, automaticamente, acesso gratuito ao metrô. Após esta data, será necessária a confecção do Cartão Gratuidade. Já as crianças até dois anos sequer precisam girar a catraca, enquanto as com até cinco, por questões de segurança e controle, necessitam de liberação do Agente de Estação, que deve ser solicitada por seus acompanhantes ou responsáveis.
O Cartão Gratuidade é pessoal e intransferível, com punição, prevista por Lei, a quem tentar burlar o benefício. Também não é permitido o uso seguido no metrô dentro do intervalo de 15 minutos. A validade do Cartão é de 12 meses (limitada à validade dos cartões do Sudef ou UGPD nos casos específicos).
O acesso às estações é, exclusivamente, via catraca sinalizada com ícones de acessibilidade. O usuário apresenta seu cartão ao Agente, que valida e permite o acesso.
Acompanhantes – Para os casos em que o deficiente necessite de acompanhante, o cartão Gratuidade será identificado como “com Acompanhante” e apresentará, no verso, a identificação de até três pessoas previstas como tais, e que deverão ser cadastradas junto ao metrô quando da solicitação do Cartão. Para a liberação do acompanhante, basta apresentar documento com foto ao Agente da Estação.
Com informações da Sedur Ba. 20/01/2016

Bolsistas do CNPq estão entre os cientistas mais influentes do mundo

Ciência & Tecnologia

Três bolsistas de produtividade em pesquisa do (CNPq) estão na lista dos “mais brilhantes” cientistas em todo o mundo, divulgada pela Thomson Reuters no relatório The World’s Most Influential Scientific Minds 2015. 


Portal Brasil/CNPq
Três bolsistas de produtividade em pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) estão na lista dos “mais brilhantes” cientistas em todo o mundo, divulgada pela Thomson Reuters no relatório The World’s Most Influential Scientific Minds 2015. Um outro brasileiro também integra o seleto grupo de pesquisadores.
Os bolsistas da lista são Paulo Artaxo, do Departamento de Física da Universidade de São Paul; Ado Jorio, da Universidade Federal de Minas Gerais (Física); e Adriano Nunes-Nesi, da Universidade Federal de Viçosa (Ciências das Plantas e dos Animais). O outro cientista brasileiro da lista é Álvaro Avezum, do Instituto de Cardiologia Dante Pazzanese (Medicina Clínica).
O relatório aponta 3.126 nomes escolhidos entre um universo de cerca de 9 milhões de pesquisadores contabilizados pela Thomson Reuters. Os nomes destacados correspondem aos cientistas cujos artigos foram os mais citados ao longo de um período de 11 anos, entre 2003 e 2013.
De acordo com a metodologia adotada, esses 3.126 cientistas são responsáveis por 1% dos artigos mais citados em 21 áreas de pesquisa. Artaxo, por exemplo, está entre os 148 mais citados em Geociências; Jorio, por sua vez, está entre os 119 mais citados em Física.
Quase a metade dos 3.126 pesquisadores está vinculada a instituições sediadas nos Estados Unidos. Os demais se distribuem entre instituições do Reino Unido, Alemanha, China, Austrália, Canadá, Holanda, Japão, França, Suíça, Arábia Saudita e Espanha.
O relatório se baseia em dados e análises realizadas pelos especialistas em bibliometria da Negócios de Intellectual Property and Science, uma unidade de negócio da Thomson Reuters. Foram avaliados mais de 120 mil papers, indexados entre 2003 e 2013, em cada área de estudo.

Saiba mais sobre os brasileiros
Paulo Artaxo, do Departamento de Física da Universidade de São Paulo, na área de Geociências. Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq – Nível 1A, foi membro do Comitê de Assessoramento de Física e Astronomia.
Currículo: http://lattes.cnpq.br/3977660018939385

Ado Jorio, da Universidade Federal de Minas Gerais (Física).
Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq – Nível 1A e membro do Comitê de Assessoramento de Física e Astronomia.
Currículo: http://lattes.cnpq.br/0034894070455412

Adriano Nunes-Nesi, da Universidade Federal de Viçosa (Ciências das Plantas e dos Animais). Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq – Nível 1D e foi membro do Comitê de Assessoramento de Botânica.
Currículo: http://lattes.cnpq.br/4220071266183271

Álvaro Avezum, do Instituto de Cardiologia Dante Pazzanese (Medicina Clínica).
Currículo: http://lattes.cnpq.br/5000252539139347
Fonte - Revista Amazônia  20/01/2016

Rui Costa anuncia data da reabertura da Concha Acústica do TCA

Arte&Cultura

Para inauguração, haverá festa nos dias 13, 14 e 15, (sexta, sábado e domingo), segundo Rui. A primeira etapa do complexo Castro Alves, custou em torno de R$ 80 milhões, segundo balanço do governo.

A Tarde
Com informações de Anderson Sotero

A Concha Acústica do Teatro Castro Alves(TCA), em Salvador, deve ser reinaugurada no próximo dia 13 de maio, conforme anunciou o governador Rui Costa, nesta terça-feira, 19, durante entrega de obra de contenção de encosta em Canabrava.
Para inauguração, haverá festa nos dias 13, 14 e 15, (sexta, sábado e domingo), segundo Rui. A primeira etapa do complexo Castro Alves, custou em torno de R$ 80 milhões, segundo balanço do governo.
Rui também disse que, depois da inauguração da Concha, serão iniciadas as obras para a Sala do Coro. Com a conclusão da Sala do Coro, as obras seguirão na sala principal do TCA, com previsão de entrega no início de 2018.

Atrasos
As obras na Concha Acústica foram iniciadas em dezembro de 2013. O prazo inicial para entrega era outubro de 2014, mas o cronograma precisou ser alterado.
"A primeira etapa da obra foi financiada pelo Banco do Brasil, porém a verba demorou para ser repassada. Por isso, adiamos o início. Uma vez liberada, a obra acelerou", explicou Rui Costa.
Fonte - A Tarde  20/01/2016

1,14 milhão de usuários realizam conexão entre Metrô e Aeroporto via Aeromóvel em 2015

Transportes sobre trilhos

Porto Alegre - Em média, 3,4 mil passageiros por dia útil utilizaram linha que integra sistema metroviário da Trensurb ao Terminal 1 do Salgado Filho. Em 2014, 891.269 usuários haviam realizado a conexão entre metrô e aeroporto via aeromóvel.

Trensurb
foto -  Fabiano Scheck/Trensurb
Em 2015, a linha da tecnologia aeromóvel operada pela Trensurb, que conecta o metrô ao Terminal 1 do Aeroporto Internacional Salgado Filho, registrou o transporte de 1.140.802 passageiros, média de 95.067 por mês. A média de usuários por dia útil foi de 3.406. Em 2014, 891.269 usuários haviam realizado a conexão entre metrô e aeroporto via aeromóvel. No mesmo ano, a média havia sido de 2.801 passageiros transportados por dia útil. Vale lembrar que a linha opera comercialmente no horário integral de funcionamento do metrô (das 5h às 23h20) desde maio de 2014.
No dia 15 de junho de 2015, 4.342 passageiros utilizaram o serviço, recorde diário desde o início da operação. No mês seguinte, em julho, a linha chegou ao recorde de passageiros transportados em um único mês: 103.478, com média de mais de 3.611 passageiros por dia útil, também a maior marca atingida desde o início da operação do modal. Outra marca alcançada no ano que passou, no dia 4 de novembro, foi a de dois milhões de usuários transportados desde a abertura ao público, em agosto de 2013, ainda em regime experimental. Desde então, até o fim de 2015, 2.179.779 passageiros viajaram no aeromóvel.

Conexão metrô-aeroporto
O projeto foi desenvolvido no Brasil, usando tecnologia 100% nacional e movimentou uma cadeia produtiva que envolveu mais de 50 empresas e mil profissionais. Os veículos suspensos, movidos a ar, permitem integração e acesso rápido e direto ao terminal aeroportuário sem custo adicional para os usuários do metrô. O trajeto de 814 metros, com duas estações de embarque, é percorrido em 2 minutos e 40 segundos. Além de qualificar o acesso ao aeroporto, o empreendimento cumpre diretriz do governo federal para empresas estatais de investir em projetos de infraestrutura e inovação tecnológica e fomentar o desenvolvimento da indústria nacional.
Projetado pelo Grupo Coester, de São Leopoldo, o aeromóvel é um meio de transporte automatizado, em via elevada, que utiliza veículos leves, não motorizados, com estruturas de sustentação esbeltas. Sua propulsão é pneumática – o ar é soprado por ventiladores industriais de alta eficiência energética, por meio de um duto localizado dentro da via elevada. O vento empurra uma aleta (semelhante a uma vela de barco) fixada por uma haste ao veículo, que se movimenta sobre rodas de aço em trilhos.
Sustentabilidade e economia são marcas do aeromóvel. O projeto atende às legislações ambientais vigentes e, como a propulsão se dá com o acionamento de motores elétricos, não há emissão de poluentes gasosos. Esses motores são dispostos em casas de máquinas acusticamente isoladas, evitando também a poluição sonora. Já as estruturas elevadas e menos espessas, com design moderno, evitam a poluição visual. Por sua vez, a média mensal de custo de propulsão por passageiro foi inferior a R$ 0,10 em 2015.
Fonte - Trensurb  20/01/2016

Quarta revolução industrial é tema do Fórum Econômico Mundial em Davos

Internacional

Fórum Econômico Mundial vai discutir consequências da quarta revolução industrial EPPA. Depois da primeira revolução (com o aparecimento da máquina a vapor, da segunda (eletricidade, cadeia de montagem) e da terceira (eletrônica, robótica), surge a quarta revolução industrial que combinará numerosos fatores como a internet dos objetos ou a "big data” para transformar a economia.

Da Agência Lusa
foto - ilustração
A quarta revolução industrial, que implicará a perda de 5 milhões de empregos nos próximos cinco anos nas principais economias mundiais, vai ser o tema principal do Fórum Econômico Mundial, que começa hoje (20) em Davos, Suíça.
Além da perda de 5 milhões de empregos nos próximos cinco anos em todo o mundo, a quarta revolução industrial provocará "grandes perturbações não só no modelo dos negócios, mas também no mercado de trabalho nos próximos cinco anos", indica um estudo da entidade que organiza o Fórum de Davos.
Depois da primeira revolução (com o aparecimento da máquina a vapor, da segunda (eletricidade, cadeia de montagem) e da terceira (eletrônica, robótica), surge a quarta revolução industrial que combinará numerosos fatores como a internet dos objetos ou a "big data” para transformar a economia.
"Sem uma atuação urgente e focada a partir de agora para gerir esta transição a médio prazo e criar uma mão de obra com competências para o futuro, os governos vão enfrentar desemprego crescente constante e desigualdades", alerta o presidente e fundador do Fórum de Davos, Klaus Schwab, citado num comunicado.
Esta 46ª edição do Fórum de Davos, que termina em 23 de janeiro, ocorre num momento em que o medo da ameaça terrorista e a falta de respostas coerentes para a crise de refugiados na Europa se juntam às dificuldades que a economia mundial encontra para voltar a crescer e à forte desaceleração das economias emergentes.
Apesar de ter passado quase meio século desde que começou, a atração do Fórum de Davos não diminui, pelo contrário parece reforçar-se, sobretudo tendo em conta a lista de participantes, entre os quais estão mais de 40 chefes de Estado e de Governo de todas as regiões do mundo.
Várias edições do Fórum Econômico proporcionaram encontros e diálogos inesperados, que, em determinadas ocasiões, contribuíram para baixar tensões entre países ou encaminhá-los para aproximações posteriores.
Assim, este ano, especula-se sobre eventuais encontros para ajudar a frear crises como as atuais, entre a Turquia e a Rússia ou a do Irã com a maioria dos países do golfo Pérsico, depois da execução na Arábia Saudita de um líder religioso xiita.
A localidade suíça de Davos, apreciada pelos esquiadores pelas ótimas infraestruturas, recebe anualmente delegações oficiais de alto nível de 80 países, além de entre 2 mil e 3 mil empresários executivos e líderes da sociedade civil, de confissões religiosas, da juventude e da arte.
A concentração de personalidades obriga os organizadores e o governo suíço a tomar medidas de segurança excepcionais, mas este ano estima-se que assumam dimensões nunca vistas até agora porque um encontro desse tipo é visto como um objetivo para os terroristas. Um porta-voz da organização garantiu que não há motivo para preocupação, porque a segurança será "muito boa".
Fundado em 1971, o Fórum de Davos apresenta-se como um “laboratório de ideias” para debater grandes temas relevantes para o mundo a curto e médio prazo.
Fonte - Agência Brasil  20/01/2016

Concessão da ferrovia de Ouro Verde de Goiás (GO) a Três Lagoas (MS) é tema de audiência pública

Infraestrutura

O projeto integra a segunda etapa do Programa de Investimentos em Logística (PIL) do Governo Federal.Contribuições podem ser enviadas até as 18h do dia 19/2/2016. Os interessados ainda poderão participar das sessões presenciais em Anápolis (GO), Três Lagoas (MS) e Brasília (DF).

ANTT
foto - ilustração
A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) abre, hoje (19/1), a Audiência Pública nº 001/2016, com o objetivo de colher subsídios para aprimorar os estudos técnicos e as minutas de edital e de contrato que disciplinarão as condições em que se dará a concessão do trecho ferroviário compreendido entre os municípios de Ouro Verde de Goiás (GO) e Três Lagoas (MS). O projeto integra a segunda etapa do Programa de Investimentos em Logística (PIL) do Governo Federal.
Contribuições podem ser enviadas até as 18h do dia 19/2/2016. Os interessados ainda poderão participar das sessões presenciais em Anápolis (GO), Três Lagoas (MS) e Brasília (DF).
Todas as informações sobre o objeto da audiência e o formulário para envio das contribuições estão disponíveis no site http://pilferrovias.antt.gov.br. Mais esclarecimentos podem ser obtidos pelo e-mail ap001_2016@antt.gov.br.
Concessão – Com extensão de cerca de mil quilômetros, a ferrovia passará por 33 municípios nos estados de Goiás (Acreúna, Brazabrantes, Damolândia, Goianira, Indiara, Jandaia, Nova Veneza, Ouro Verde de Goiás, Palmeiras de Goiás, Paranaiguara, Quirinópolis, Rio Verde, Santa Bárbara de Goiás, Santa Helena de Goiás, São Simão, Trindade e Turvelândia), Minas Gerais (Santa Vitória, União de Minas e Iturama), São Paulo (Ouroeste, Guarani d’Oeste, Fernandópolis, Estrela d’Oeste, São João das Duas Pontes, Pontalinda, Guzolândia, Sud Mennucci, Pereira Barreto, Itapura e Ilha Solteira) e Mato Grosso do Sul (Selvíria e Três Lagoas).
O trecho é a continuação da Ferrovia Norte-Sul nos estados de Goiás e São Paulo e está em fase final de construção pela Valec. A chegada ao município de Estrela d’Oeste (SP) permitirá a conexão da Ferrovia Norte-Sul com a ALL Malha Paulista, possibilitando o acesso ao Porto de Santos.

Sessão presencial da AP nº 001/2016
Data: 16/2/2016
Horário: das 14h às 18h
Local: Auditório do edifício-sede da ANTT (Setor de clubes Esportivos Sul, trecho 03, lote 10, polo 8 do Projeto Orla – Brasília/DF).
*As informações de data, local e hora das outras sessões presenciais serão divulgadas posteriormente.
Com informações da ANTT  19/01/2016

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

CBTU teve um incremento de 55% no número de passageiros transportados em 2015

Transportes sobre trilhos 

Dentre os principais fatores que levaram ao incremento desses valores está a implantação do VLT no sistema ferroviário da Grande Natal.Ao longo do ano passado foram transportados 2.390.099 passageiros, número superior aos 1.541.452 transportados em 2014.

CBTU

A CBTU Natal fechou o ano de 2015 com aumento de 55% no número de passageiros transportados em relação a 2014. Dentre os principais fatores que levaram ao incremento desses valores está a implantação do VLT no sistema ferroviário da Grande Natal.
Ao longo do ano passado foram transportados 2.390.099 passageiros, número superior aos 1.541.452 transportados em 2014. Foi em 2015 que três composições de VLT passaram a circular na grade diária operada pela CBTU Natal, além das duas novas locomotivas.
Com essas implementações, a regularidade e pontualidade do serviço melhoraram consideravelmente, acrescido do conforto trazido pelos novos veículos como o ar-condicionado, painéis informativos, dentre outras modernidades do VLT.
Contribuíram ainda para o bom resultado da Companhia, a implantação de duas novas viagens à grade horária na Linha Norte de segunda a sexta, entre as estações Natal e Extremoz; e a criação do Projeto Trem da Praia, realizando oito viagens, sendo quatro na Linha Norte e quatro na Linha Sul, durante os domingos e alguns feriados.
O aumento do número de passageiros transportados é uma consequência direta da melhora desses índices. Mais frequência e pontualidade implicam maior confiança dos passageiros e usuários dos diversos modais de transporte público. Aqueles que antes deixavam de utilizar o sistema ferroviário devido à regularidade instável e pontualidade duvidosa dos trens, com o VLT e seus atrativos, passaram a utilizar o modal sobre trilhos.
A expectativa da CBTU é manter o ritmo de crescimento dos números de passageiros transportados no Rio Grande do Norte, com o recebimento gradativo dos outros nove VLT já adquiridos e o andamento do projeto de modernização do sistema.
Fonte - CBTU  19/01/2016

Acesso à pré-escola aumentou 17 pontos percentuais em uma década

Educação

Acesso à educação básica cresceu mais entre crianças da área rural, mais pobres e pardas.Também houve avanço constante nos últimos dez anos no acesso à educação básica para as crianças e jovens de 4 a 17 anos, passando de 89,5% para 93,6% entre 2005 e 2014, aumento de quatro pontos percentuais no período.

Yara Aquino
Repórter da Agência Brasil
Arquivo/Tomaz Silva/Agência Brasil
Na última década, as crianças de 4 a 5 anos, idade correspondente a pré-escola, foram as que mais tiveram avanço no acesso à educação básica. O percentual de atendimento nessa faixa etária evoluiu de 72,5% em 2005, para 89,1% em 2014, o que representa uma variação de quase 17 pontos percentuais.
Também houve avanço constante nos últimos dez anos no acesso à educação básica para as crianças e jovens de 4 a 17 anos, passando de 89,5% para 93,6% entre 2005 e 2014, aumento de quatro pontos percentuais no período.
Os dados são de levantamento divulgado hoje (19) pela organização não-governamental Todos Pela Educação, feito com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A pesquisa tem como objetivo monitorar a meta 1 da entidade, de garantir que toda criança e jovem de 4 a 17 anos frequente a escola. A meta estabelece que, até o ano de 2022, 98% dessas crianças e jovens devem estar matriculados na escola ou ter concluído o ensino médio.
A diretora executiva do Todos Pela Educação, Priscila Cruz, diz que, em parte, esses avanços se devem à Emenda Constitucional 59, de 2009, que dá prazo até este ano para que seja garantida a matrícula escolar a todos os brasileiros com idades entre 4 e 17 anos.
Outro fator, segundo ela, é o aumento da conscientização sobre a importância da educação infantil para garantir a aprendizagem nos anos seguintes da vida escolar. “Quanto antes a criança entra na escola, isso vai ajudá-la a se alfabetizar corretamente na idade certa e, consequentemente, aprender tudo que ela tem direito nas etapas posteriores”, disse.

Educação no campo
Na faixa de 4 a 17 anos, que abrange os estudantes da educação básica, o atendimento aos alunos que vivem na área rural cresceu mais que entre a população das áreas urbanas. Entre 2005 e 2014, o percentual de acesso à educação nessa faixa de idade na área rural passou de 83,8% para 92,5%; e o da área urbana, de 90,9% para 93,9%. O levantamento também mostra que o avanço foi maior entre pardos, seguido por pretos e brancos.
Em relação à faixa etária de 4 a 5 anos, também houve maior avanço no acesso à educação nas áreas rurais e entre as crianças pardas.
Segundo Priscila Cruz, esses segmentos eram os que estavam mais atrasados, portanto, era esperado que apresentassem maior evolução nos indicadores. Ela diz que os dados são motivo de comemoração e que é preciso mobilizar esforços para que os avanços se mantenham nos próximos anos.
“É uma boa notícia o Brasil conseguir avançar na inclusão, principalmente de uma população historicamente excluída. Você tem aí área rural, os 25% mais pobres, os pardos e negros. Eles constituem o grupo que mais cresceu. Isso é motivo de celebração e temos que nos inspirar nessa conquista dos últimos dez anos e aprofundá-la nos próximos”, disse.
Entre os estados que em que o acesso à educação básica na faixa de 4 a 17 anos mais cresceu na última década, em pontos percentuais, estão Rondônia (8,4), Pará (8,2) e Maranhão (6,7). Entre as crianças e jovens de 4 e 5 anos, o aumento no atendimento foi maior em Rondônia (36,6 pontos percentuais), Rio Grande do Sul (33,4) e Mato Grosso (25,1).
Fonte - Agência Brasil  19/01/2016

Empreiteiras acusam Metrô de São Paulo por atraso em obras do monotrilho

Transportes sobre trilhos

Em nota enviada ao Valor, o consórcio disse ter ajuizado em 10 de dezembro uma ação para rescindir o escopo das obras civis dos contratos, "muito antes da suposta rescisão" informada pelo Metrô.O Valor antecipou, na edição impressa de ontem, que o Metrô de São Paulo comunicou a rescisão do contrato com o consórcio, alegando abandono das obras. 

Valor Econômico
foto - ilustração
O consórcio AG-CRA, formado pelas empresas Andrade Gutierrez e CR Almeida, questionou a declaração do Metrô de São Paulo de que teria abandonado parte das obras da Linha 17-Ouro, acusando a companhia estatal de ser responsável pelos atrasos do projeto.
Em nota enviada ao Valor, o consórcio disse ter ajuizado em 10 de dezembro uma ação para rescindir o escopo das obras civis dos contratos, "muito antes da suposta rescisão" informada pelo Metrô.
O Valor antecipou, na edição impressa de ontem, que o Metrô de São Paulo comunicou a rescisão do contrato com o consórcio, alegando abandono das obras. A Andrade Gutierrez foi procurada, mas não quis se manifestar na ocasião. A CR Almeida não retorno ao contato.
Vistorias feitas pelo Metrô no início de dezembro indicaram o abandono das obras do monotrilho. As empresas teriam sido notificadas para retornarem, o que não aconteceu. Segundo o Metrô, na semana passada, ao consórcio formalizou a saída, alegando dificuldades para executar as obras dentro do orçamento previsto.
A versão do consórcio é diferente e responsabiliza o Metrô pelos problemas. Na nota enviada ontem, o consórcio disse buscar "há meses" uma negociação para os problemas enfrentados nas obras, que incluem falta de liberação de serviços e fornecimentos de projetos. Essas questões seriam, de acordo com a empreiteira, as principais responsáveis pelos atrasos nos cronogramas das obras da linha, que vai ligar o aeroporto de Congonhas à estação Morumbi da CPTM.
Segundo as empresas, causou "estranheza" a divulgação da rescisão dos contratos pelo Metrô ter sido realizada agora, "apenas depois do ajuizamento da ação por parte do consórcio e mais de dois anos de constantes tentativas de negociação".
O consórcio disse ainda que não foi notificado pela decisão do Metrô e foi informado pelo jornal. "Causa espanto, justamente porque estavam em curso diversas negociações com o Metrô, nunca tendo sido aventada a possibilidade de abandono da obra por parte do consórcio", informa o comunicado.
Fonte - Revista Ferroviária  19/01/2016

Mais de 70% dos paulistanos consideram risco de falta d'água alto, diz pesquisa

Crise hídrica

Apenas 7% dos paulistanos desconsideram a possibilidade de colapso no abastecimento,revela a pesquisa Irbem.O levantamento foi divulgado hoje (19) pela Rede Nossa São Paulo.Entretanto, o percentual dos que consideravam que havia grandes chances de colapso hídrico na capital caiu 10 pontos percentuais em relação à pesquisa anterior. Realizado no final de 2014, o levantamento mostrava que 82% das pessoas ouvidas tinham essa percepção.

Daniel Mello
Repórter da Agência Brasil
Divulgação/Cesan
O risco de falta d'água por longos períodos na capital paulista é alto, dizem 72% dos moradores da cidade, conforme a pesquisa Indicadores de Referência de Bem-Estar no Município (Irbem). O levantamento foi divulgado hoje (19) pela Rede Nossa São Paulo.
Entretanto, o percentual dos que consideravam que havia grandes chances de colapso hídrico na capital caiu 10 pontos percentuais em relação à pesquisa anterior. Realizado no final de 2014, o levantamento mostrava que 82% das pessoas ouvidas tinham essa percepção.
Para elaboração do estudo atual, foram entrevistadas 1,5 mil pessoas entre 30 de novembro e 18 de dezembro do ano passado. Os resultados mostram ainda que 20% dos paulistanos consideram que existe um pequeno risco de que a população seja obrigada a viver sem água por longos períodos. Apenas 7% não acreditam nessa possibilidade. No levantamento anterior, 3% dos moradores desconsideravam a possibilidade de colapso no abastecimento.
Desde o dia 18 de dezembro, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) amenizou o racionamento d'água na região metropolitana. Segundo a estatal, as casas paulistanas recebiam menos água durante, em média, 15 horas diárias no período de crise. A duração do racionamento caiu para oito horas diárias, em média. A redução da pressão atualmente ocorre, na maioria dos bairros, à noite.
De acordo com a companhia, os reservatórios fecharam o ano passado em melhores condições do que em 2014. Entre o ano passado e o anterior, houve acréscimo de 402,13 bilhões de litros de água, um aumento de 133%.
Na comparação com a pesquisa Irbem anterior, houve aumento de 61% para 67% entre os que atribuem o problema da crise hídrica à Sabesp. Para 45% da população, a falta d'água foi provocada pela ausência de planejamento do governo estadual. Na pesquisa anterior, o índice era 42%.
Fonte - Agência Brasil  19/01/2016

Trensurb transporta 57,5 milhões de passageiros em 2015

Transportes sobre trilhos

A média de usuários transportados por dia útil foi de 189.924. No dia 2 de setembro, durante a Expointer 2015, o metrô gaúcho atingiu seu recorde de passageiros no ano, com 221.114 embarques.

Trensurb
foto - ilustração
Em 2015, a Trensurb transportou 57.554.522 usuários, o que equivale a uma média de 4.796.210 passageiros mensais. A média de usuários transportados por dia útil foi de 189.924. No dia 2 de setembro, durante a Expointer 2015, o metrô gaúcho atingiu seu recorde de passageiros no ano, com 221.114 embarques.
Por duas vezes, a demanda mensal no metrô ultrapassou os cinco milhões de passageiros. Em março foram 5.223.091 usuários transportados e em agosto foram 5.205.285.
As estações que registraram, em 2015, o maior número de embarques no metrô foram Mercado (8.956.303), Canoas (5.572.239) e Mathias Velho (4.367.833).
Fonte - Trensurb  18/01/2016

Prefeitura do Rio promete concluir 28 km de VL ainda esse ano

Transportes sobre trilhos

A segunda linha, entre a Central do Brasil e a estação das Barcas, na Praça 15, também no centro – passando pelo Campo de Santana e Rua da Carioca – está prevista para entrar em operação no segundo semestre. Ao todo, o circuito cobrirá 28 quilômetros, com 29 paradas abertas e três em estações fechadas com roletas

O Estado RJ
foto - ilustração
A prefeitura do Rio de Janeiro estima que a primeira linha do Veículo leve sobre Trilhos (VLT) começará a funcionar até junho, entre a Rodoviária Novo Rio, na região portuária, e o Aeroporto Santos Dumont, no centro da cidade, passando pela Avenida Rio Branco. A segunda linha, entre a Central do Brasil e a estação das Barcas, na Praça 15, também no centro – passando pelo Campo de Santana e Rua da Carioca – está prevista para entrar em operação no segundo semestre. Ao todo, o circuito cobrirá 28 quilômetros, com 29 paradas abertas e três em estações fechadas com roletas: Central do Brasil, Praça 15 e Rodoviária Novo Rio.O prefeito Eduardo Paes acompanhou neste sábado (16) o fechamento, às 6h, de um trecho de 600 metros na Avenida Rio Branco, que será transformado em passeio público, com áreas exclusivas para pedestres, ciclistas e passagem do VLT. O novo passeio público será localizado na área cultural que inclui o Museu Nacional de Belas Artes, o Theatro Municipal, a Biblioteca Nacional, o Centro Cultural da Justiça Federal e o Cine Odeon. “Não dá para todo mundo vir para o centro do Rio de carro, por isso este esforço que a gente vem fazendo. Tem muita coisa a ser feita para melhorar o transporte público, e o VLT tem esse papel de integrar todos os modais e fazer com que as pessoas se desloquem sem a necessidade de pegar transporte que não seja público”, disse Paes.
Com o fechamento do trecho da Avenida Rio Branco será alterado o trajeto de 82 linhas de ônibus. Para reduzir os impactos da interdição e das mudanças no itinerário dos ônibus, a Secretaria Municipal de Transportes e a Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro desenvolveram, em parceria com a Concessionária VLT Carioca, um plano com instalação de faixas de atenção no trajeto, com avisos sobre as alterações e novas rotas. Placas informativas e monitores orientam os usuários de ônibus nos pontos desativados. Também estão sendo distribuídos 60 mil folhetos explicativos com detalhes das mudanças.
Fonte - ANPTrilhos  18/01/2016

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Indústria ferroviária aumenta faturamento

Economia

Faturamento em 2015 foi 6,2 bilhões de reais; 10,7% a mais que os R$ 5,6 bi registrados em 2014.O crescimento foi atribuído ao aumento no número de locomotivas produzidas, além do aumento no setor de serviços.

RF
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A indústria ferroviária nacional registrou em 2015 faturamento de 6,2 bilhões de reais; valor que supera em 10,7% os R$ 5,6 bi registrados no ano anterior. A informação é da Abifer (Associação Brasileira da Indústria Ferroviária) e do Simefre (Sindicato Interestadual da Indústria de Materiais e Equipamentos Ferroviários e Rodoviários), associações que representam juntas cerca de 110 empresas ou 90% do faturamento nacional para o setor. O crescimento foi atribuído ao aumento no número de locomotivas produzidas, além do aumento no setor de serviços.
Em 2015, foram produzidos no Brasil 4.683 vagões (75 destinados à exportação), 129 locomotivas (6 para exportação); e 322 carros de passageiros (78 para exportação). Os números estão abaixo dos registrados em 2014 para vagões e carros de passageiros (4.703 vagões e 374 carros de passageiros), mas superam — em 49 unidades — o número produzido de locomotivas, que em 2014 ficou em 80 máquinas. As 129 locomotivas produzidas em 2015, aliás, representam um recorde histórico, desde 1971.
Para 2016, há a expectativa da produção de mais 4.000 vagões (50 para exportação), 100 locomotivas (10 para exportação) e 473 carros de passageiros (72 para exportação). Apesar de um cenário aparentemente empolgante, principalmente em vista do período econômico brasileiro, a indústria se mantém cautelosa. “Nós temos que ter algum otimismo, mas tem que ser um otimismo cauteloso, pela situação do país.”, afirma Vicente Abate, presidente da Abifer e diretor do Simefre. “Nesses dois anos em que a economia do país de uma forma geral está com problemas, o setor não está. Então dá a impressão que a gente está ‘bombando’, mas não, a gente tem preocupação, porque mais um ano, 2016, que a gente vai sofrer com recessão de recursos, pode eventualmente nos afetar”, completa.
Em relação a 2016, a indústria depende de uma demanda que vem principalmente do setor público, especialmente nos carros de passageiros. Parte dos números projetados para 2016 são encomendas já em carteira, mas outra parte ainda precisa ser conseguida. “O que a gente está projetando são números bons ainda para o nosso mercado, mas são números que a gente vê preocupação; que eles possam se cumprir efetivamente, que tudo dê certo naquilo que a gente está imaginando e que, mais ainda no caso de [carros de] passageiros, comecem a surgir as licitações para poder cobrir anos posteriores, como 2017”, explica Abate.

Confira abaixo alguns números dos últimos anos:


Fonte - Revista Ferroviária  18/01/2016

Ferry Boat abre 1.050 horários extras no Carnaval

Travessia marítima

O objetivo é atender à alta demanda de motoristas que procuram o sistema nesse período.O agendamento prévio da viagem (hora marcada),para o período do Carnaval,será com venda exclusiva pela internet.Para verificar a disponibilidade e efetuar a compra, o motorista deve acessar o site da administradora Internacional Travessias.

A Tarde
Lúcio Távora/Ag. A TARDE
O sistema Ferryboat abriu 1.050 horários extras na Hora Marcada, que permite o agendamento prévio da viagem, para o período do Carnaval. Com venda exclusiva pela internet, para verificar a disponibilidade e efetuar a compra, o motorista deve acessar o site da administradora Internacional Travessias.
Os horários estão distribuídos da seguinte forma: nos dias 5 e 6 de fevereiro, nos horários 1h, 2h, 3h e 4h, com saídas a partir do terminal São Joaquim; e para o terminal Bom Despacho, no dia 9, à 1h, 2h, 3h, 4h e 5h; além dos dias 10 e 11 de fevereiro à 1h, 2h, 3h e 4h. O pagamento para esta modalidade pode ser feito através dos cartões de débito ou crédito.
Segundo a Internacional Travessias, as viagens vão funcionar em operação especial durante os dias 29 de janeiro e 15 de fevereiro.
Para ter mais informações sobre o serviço Hora Marcada, é possívelter contato com a Central de Atendimento ao Cliente (CAC), localizada no Terminal São Joaquim, aberta de segunda a sexta, das 8h às 18h, e aos sábados, das 7h às 13h (71 3032-0475 e cac@internacionaltravessias.com.br).
Fonte - A Tarde  18/01/2016

domingo, 17 de janeiro de 2016

Rio inaugura ciclovia ao longo do costão rochoso da Avenida Niemeyer

Ciclismo

A ciclovia conta tem 3,9 km e liga o Leblon a São Conrado.O prefeito Eduardo Paes entregou à população a ciclovia da Avenida Niemeyer, ligando os bairros do Leblon e São Conrado, na zona sul, numa extensão de 3,9 km, com vista total para o mar, que já começou a ser percorrida por cariocas e turistas.

Paulo Virgílio
Repórter da Agência Brasil

Tomaz Silva/Agência Brasil
A partir de hoje (17), mais um trecho da orla oceânica do Rio de Janeiro já pode ser percorrido com segurança pelos ciclistas. O prefeito Eduardo Paes entregou à população a ciclovia da Avenida Niemeyer, ligando os bairros do Leblon e São Conrado, na zona sul, numa extensão de 3,9 km, com vista total para o mar, que já começou a ser percorrida por cariocas e turistas.
De carona em um triciclo elétrico, já que se recupera de um acidente no pé, Paes percorreu a pista construída sobre o costão rochoso da Niemeyer e batizada de Ciclovia Tim Maia, numa homenagem ao cantor e compositor, falecido em 1998, que enalteceu a orla carioca em sua música Do Leme ao Pontal. As obras foram iniciadas em junho de 2014 e duraram um ano e seis meses.
Placa de inauguração Ciclovia Tim Maia
Tomaz Silva/Agência Brasil
De acordo com a prefeitura, ainda neste semestre, com a inauguração do trecho que liga São Conrado à Barra da Tijuca, pelo Elevado do Joá, será possível seguir do Centro à Grumari, na zona oeste, ao longo de ciclovias sem interrupções. Da região central da cidade ao Leblon, já existem há anos as ciclovias, o mesmo ocorrendo da Barra ao Recreio dos Bandeirantes.
Proprietário de uma farmácia homeopática em São Conrado e morador em Botafogo, o farmacêutico Gian Paulo Bonaccorsi ficou feliz com a nova ciclovia. “Acabei de estrear. Fui a pé e voltei de bicicleta'', contou.
Segundo ele, a ciclovia “representa um momento histórico para a inserção do bairro na cidade, que vai se concretizar com o metrô. São Conrado tem o estigma de um bairro de passagem”, disse o farmacêutico. “Tenho clientes no Vidigal e agora eles poderão ir de bicicleta à minha farmácia”, espera Bonaccorsi.
O prefeito do Rio, Eduardo Paes passeia em triciclo
pela Ciclovia Tim Maia no dia de sua inauguração
Tomaz Silva/Agência Brasil
Cidade que detém a maior malha cicloviária urbana da América Latina, o Rio de Janeiro passa contabilizar 438,9 km com a inauguração da Ciclovia Tim Maia. A meta da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, à qual está vinculado o programa da prefeitura Rio capital da bicicleta, é alcançar 450 km até o fim de 2016, 300 km a mais do que havia em 2009.
Segundo a secretaria, a cidade conta hoje com 2.500 bicicletários, o que corresponde a 5 mil vagas, disponíveis nas estações do BRT, do metrô, dos trens e barcas, nas rodoviárias e em vias públicas. Os bicicletários permitem que o usuário e siga o seu trajeto em um transporte coletivo, evitando assim o uso do carro.
A cada dia, são registradas mais de 2 milhões de viagens bicicleta na cidade, número que inclui o uso do veículo por parte do comércio, na realização de entregas domiciliares e prestações de serviço. Veículo não poluente, a bicicleta já representa 5% do total dos meios de transporte no Rio de Janeiro.
Apesar de extensa, a malha cicloviária ainda não satisfaz plenamente a população carioca. É o que aponta a última edição da Pesquisa de Percepção, realizada a cada dois anos pela ONG Rio Como Vamos.
Ciclistas, cariocas e turistas desfrutam da nova
ciclovia - Tomaz Silva/Agência Brasil
De acordo com a pesquisa, 45% dos cariocas ouvidos destacaram a construção de mais ciclovias como fundamental para se usar mais a bicicleta. A maior preocupação apontada na pesquisa, no entanto, foi com relação à segurança dos ciclistas.
É o que querem mais da metade (51%) dos moradores ouvidos no estudo. De fato, dados divulgados pelo Instituto de Segurança Pública (ISP), órgão da Secretaria Estadual de Segurança, referentes ao período de setembro a novembro de 2015, mostram que foram registrados 260 roubos e furtos de bicicletas na cidade.
Fonte - Agência Brasil  17/01/2016