UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

Incêndios da Austrália destruíram 20% das florestas do país

Meio Ambiente  🔥

O fogo que começou a se alastrar em setembro de 2019 e provocou destruição até fevereiro de 2020 foi o pior já enfrentado pelos australianos nas últimas décadas. A região de New South Wales e Victoria, no sudoeste do país, foram as mais afetadas pelos incêndios.Da última vez que houve incêndios dessas proporções no país, a perda florestal foi de “somente” 2%.

Revista Amazônia
Revista Amazônia
Foram quatro meses de incêndios florestais que devastaram mais de 10 milhões de hectares de vegetação, deixaram 28 vítimas humanas fatais e mataram quase 500 milhões de animais.
O fogo que começou a se alastrar em setembro de 2019 e provocou destruição até fevereiro de 2020 foi o pior já enfrentado pelos australianos nas últimas décadas. A região de New South Wales e Victoria, no sudoeste do país, foram as mais afetadas pelos incêndios.
Segundo um levantamento realizado por pesquisadores do Hawkesbury Institute for the Environment da Western Sydney University, cerca de 20% de áreas de florestas foi destruída pelas chamas, aproximadamente 5,8 milhões de hectares.
Da última vez que houve incêndios dessas proporções no país, a perda florestal foi de “somente” 2%.
“Analisamos os principais biomas florestais da Austrália, Ásia, África, Oceania e Américas do Norte e do Sul para determinar a extensão das áreas anuais queimadas por incêndios florestais”, revelou Matthias Boer, principal autor do estudo. “As florestas na Austrália e em outros continentes queimaram historicamente até aproximadamente 5% da área florestal a cada ano, com percentuais mais altos de 8 a 9% registrados apenas em pequenas regiões florestais da África e Ásia. No entanto, em 2019/2020 na Austrália, essa área queimada saltou para 21% em uma única temporada”.
Para Boer, o fogo em seu país atingiu uma escala sem precedentes, nunca antes observada em nenhum outro bioma florestal nos últimos 20 anos.
Em um artigo publicado na Nature Climate Change, especialistas analisaram as causas e os impactos da tragédia na Austrália. “Os incêndios ocorreram no início de um ano em que houve um aumento do envolvimento do público com a ciência e as políticas climáticas, bem como uma maior cobertura da mídia. Eventos como esses são vistos como prenúncios de um futuro que está rapidamente se tornando presente”, alertaram os autores.
Há 13 anos, cientistas já tinham previsto o agravamento dos incêndios florestais na Austrália. Em 2007, representantes do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática da ONU (IPCC) destacaram o impacto do aquecimento global relacionado ao fogo, ressaltando o risco de incêndios naquele país. Naquela época, o primeiro-ministro, Scott Morrison, já negava os efeitos das alterações do clima e era contra políticas de redução de gases de efeito estufa.
Foi justamente por esta razão que Morrison foi tão criticado pelos australianos, que exigiram mais recursos para os serviços de combate a incêndios e ações urgentes de combate à crise climática, começando com a manutenção de combustíveis fósseis no solo.

Secas históricas
Um dos impactos mais conhecidos das mudanças climáticas são os eventos climáticos extremos. O sudoeste da Austrália teve um dos períodos mais secos de sua história, de janeiro a agosto de 2019.
A seca, combinada a um inverno com recordes de calor, proporcionou o cenário ideal para que as chamas se alastrassem pela vegetação. Ou seja, o que vemos agora são alguns dos efeitos práticos da crise climática global. É isso mesmo, o futuro já começou!
As mudanças climáticas na Austrália significam que os incêndios florestais começam mais cedo, duram mais e são mais intensos.
Fonte - Revista Amazônia  26/02/2020

quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

Austrália tem novo recorde de calor, com média de 41,9 graus

Clima  🌏

Nessa quarta-feira (18), já tinha sido batido um recorde com 40,9 graus. No entanto, a maior temperatura no mês de dezembro foi registrada hoje, quando os termômetros atingiram os 49,8 graus na localidade de Eucla, na Austrália Ocidental.O recorde absoluto anterior em dezembro tinha sido registrado em Birdsville, Queensland, em 1972 (49,5 graus).

Por RTP* / Ag.Brasil
Keith Pakenham/EPA/Agência Lusa
A Austrália bateu pela segunda vez o recorde do dia mais quente, com temperatura média nacional de 41,9 graus Celsius, informou hoje (19) o Departamento Meteorológico.
Nessa quarta-feira (18), já tinha sido batido um recorde com 40,9 graus. No entanto, a maior temperatura no mês de dezembro foi registrada hoje, quando os termômetros atingiram os 49,8 graus na localidade de Eucla, na Austrália Ocidental.
O recorde absoluto anterior em dezembro tinha sido registrado em Birdsville, Queensland, em 1972 (49,5 graus).
A Austrália vive uma onda de calor excepcional, que é particularmente preocupante num país já devastado nos últimos meses por centenas de incêndios florestais.
O estado de Nova Gales do Sul, o mais populoso da Austrália, declarou estado de emergência de sete dias por causa dos incêndios.
Cerca de 2 mil bombeiros lutam contra as chamas, que ainda estão incontroláveis em algumas áreas, com o apoio de equipas australianas, dos Estados Unidos e do Canadá.
O último estado de emergência, em meados de novembro, durou sete dias devido ao fogo. O centro de Sydney atingiu máxima de 39 graus.
Pelo menos seis pessoas morreram devido aos incêndios florestais em Nova Gales do Sul, a região mais duramente atingida por incêndios e seca severa. Desde 1º de julho, o fogo afetou uma área de 13 mil quilômetros quadrados.
A temporada de incêndios na Austrália varia de acordo com a área e as condições meteorológicas, embora seja geralmente registrada entre os meses de dezembro e março.
Os piores incêndios observados no país nas últimas décadas ocorreram no início de fevereiro de 2009, no estado de Victoria (sudeste), e deixaram 173 mortos e 414 feridos. A área atingida foi de 4.500 quilômetros quadrados.
*Emissora pública de televisão de Portugal
Fonte - Agência Brasil  19/12/2019

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Austrália buscar substituir sua frota de ônibus por similares elétricos

Mobilidade/Sustentabilidade 🚌

A mudança de ônibus movidos a diesel para elétricos teria um impacto nos gastos com energia do governo. Estima-se que provocaria um aumento entre 5 a 10%. Apesar disso, o ministro garante que valerá a pena.“Mudar para uma frota de ônibus totalmente elétrica trará enormes benefícios para a comunidade em termos de redução da poluição do ar e de ruído

Revista Amazônia
foto/divulgação
Andrew Constance, ministro dos Transportes do governo de New South Wales, região administrativa onde fica situada Sidney, na Austrália, anunciou a intenção de trocar a frota de 8 mil ônibus da cidade por veículos elétricos.
A mudança de ônibus movidos a diesel para elétricos teria um impacto nos gastos com energia do governo. Estima-se que provocaria um aumento entre 5 a 10%. Apesar disso, o ministro garante que valerá a pena.
“Mudar para uma frota de ônibus totalmente elétrica trará enormes benefícios para a comunidade em termos de redução da poluição do ar e de ruído“, afirmou Constance. “Como parte desse processo, desafiaremos o setor a iniciar uma transformação ambiciosa de nossa frota de ônibus de diesel com emissão de particulados para ônibus com emissão zero”.
O anúncio da substituição acontece no momento em que os veículos já seriam trocados, pois já velhos. Atualmente Sidney possui um total de 13 contratos diferentes, que atendem à área metropolitana da cidade, envolvendo uma mistura de operadores públicos e privados. A maioria desses contratos seria renegociado até 2022.
A transição faz parte ainda de um plano maior do governo, que tem como objetivo zerar as emissões brutas de dióxido de carbono (CO2), gás apontado como sendo o principal responsável pelo aquecimento global, até 2050.
Existem quase meio milhão de ônibus elétricos em operação nomundo. Mais de 90% deles estão na China. Logo em seguida, vem o Chile, com a segunda maior frota elétrica global.
Antes da crise, o governo chileno tinha uma meta bastante ambiciosa para os próximos anos no setor de mobilidade urbana. Até 2040, pretendia ter todos seus ônibus com emissão zero de carbono. Com os conflitos sociais que tomaram as ruas do país, nas últimas semanas, não se sabe agora se o investimento será direcionado para outras áreas, mais carentes.
Fonte - Revista Amazônia  03/11/2019

quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Ônibus autônomo é testado com sucesso em Victoria na Austrália

Mobilidade/tecnologia  🚌

Estudo recomenda apoio a implantação de ônibus autônomos em toda Austrália.O projeto piloto desenvolvido em Victoria, deixou claro que os ônibus autônomos apresentam uma grande oportunidade no curto prazo para atender às necessidades de mobilidade existentes,além de incentivar mais pessoas a usarem o transporte público em Victoria e na Austrália.

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
O relatório final sobre o estudo do projeto de 12 meses no campus Bundoora da Universidade La Trobe com entrevistas realizadas entre mais de 500 passageiros que experimentaram a tecnologia do ônibus autônomo pela primeira vez,foi divulgado relatando os principais resultados e recomendações para apoiar a implantação de veículos driverless (autônomos) em toda a Austrália.
O estudo demonstrou que ônibus autônomos podem e devem desempenhar um papel importante no âmbito da mobilidade como um serviço complementar ao sistema de transporte público existente e a experiência serviu também para demonstrar que estes veículos com tecnologia driverless, estão prontos para operar com segurança em ambientes urbanos.
Durante o período de experiência em uma rota previamente programada, o ônibus autônomo foi submetido a testes rigorosos de segurança e com passageiros,interagindo com, carros, ônibus  ciclistas e pedestres.
O projeto que foi parcialmente financiado pelo Programa de Jornadas Mais Inteligentes do Governo de Victoria é uma colaboração entre VicRoads, Keolis Downer, Universidade La Trobe, HMI Technologies, RACV e ARRB.
Pregopontocom  24/08/2018

terça-feira, 20 de março de 2018

O 1º sistema de Metrô automático da Austrália em Sydney,recebe os primeiros trens

Transportes sobre trilhos  🚇

Sydney é a primeira cidade na Austrália a implementar um sistema de metrô,Driverless,totalmente automatizado, fornecendo uma solução moderna de transporte que atenderá às necessidades da cidade em crescimento. O serviço está programado para começar no primeiro semestre de 2019.

Da Redação
foto - ilustração/Sydney Metro
O maior projeto de transporte público da Austrália,um sistema de metrô totalmente automatizado em Sydney, recebeu seus primeiros trens (Driverless) automáticos da Alstom. Sydney é a primeira cidade na Austrália a implementar um sistema de metrô totalmente automatizado, fornecendo uma solução moderna de transporte que atenderá às necessidades da cidade em crescimento. O serviço está programado para começar no primeiro semestre de 2019.
Os três(03) primeiros dos 22 trens com seis(06) carros cada,foram entregues na Estação de Trens do Metrô de Sydney, em Rouse Hill, e estarão sendo testados nos próximos meses. O projeto de € 5,2 bilhões fornecerá um novo sistema capaz de fornecer um alto nível de serviço,com um trem a cada quatro minutos por sentido,durante o horário de pico.
Em 2024, espera-se que os serviços se estendam pela cidade e operem com intervalos de tempo de dois minutos por sentido,entre cada viagem, atingindo a sua capacidade máxima de transporte na cidade.
Os trens incluem três portas duplas em cada lado por carro para melhorar o acesso de passageiros, grandes janelas e iluminação de ambiente por LED. Os trens incluem sistema CFTV de monitoramento,intercomunicadores de emergência e os mais recentes recursos para informações sobre viagens em tempo real. 
Os trens serão operados com o sistema (CBTC), o Urbalis 400 da Alstom, que minimiza o tempo parado nas estações e os horários entre cada serviço.
Com informações do Itelligent Transport  20/03/2018

domingo, 8 de outubro de 2017

Primeiro trem de cargas totalmente autônomo faz viagem teste na Austrália

Ferrovias  🚄

A Rio Tinto concluiu com sucesso a primeira viagem ferroviária totalmente autônoma em suas operações de minério de ferro na região de Pilbara, na Austrália Ocidental, à medida que a empresa avança em direção ao comissionamento completo do projeto AutoHaul® no final de 2018.





imagem/YouYube

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Alstom entrega o primeiro VLT Citadis X05 para Sydney na Austrália

Transporte sobre trilhos  🚄

Projetado pela Alstom e montado em seu centro de excelência em La Rochelle, o Citadis X05 é a última evolução na gama VLT da Alstom. Os novos veículos proporcionaram benefícios consideráveis ​​para a cidade de Sydney, reduzindo a dependência de veículos motorizados e ônibus,as emissões de gases do efeito estufa e a poluição sonora.

Da Redação
Divulgação/Alstom
A Alstom entregou o primeiro dos 60 VLTs (Veiculos Leves sobre Trilhos) Citadis X05 para a Tf  NSW (Transport for Nova Gales do Sul) em Sydney na Austrália, como parte do projeto CBD e South East Light Rail. Sydney é a primeira cidade do mundo a receber o VLT Citadis X05, que oferece uma solução de transporte de classe mundial e moderna para atender às necessidades da cidade em crescimento.
Projetado pela Alstom e montado em seu centro de excelência em La Rochelle, o Citadis X05 é a última evolução na gama VLT da Alstom. Os novos veículos proporcionaram benefícios consideráveis ​​para a cidade de Sydney, reduzindo a dependência de veículos motorizados e ônibus,as emissões de gases do efeito estufa e a poluição sonora. Os VLTs com 33 metros,vão operar com duas composições acopladas e terão capacidade para até 450 pessoas.O sistema terá capacidade para transportar até 13.500 passageiros por hora.
Os VLTs são equipados com portas duplas para melhorar o acesso e o fluxo de passageiros, grandes janelas de estilo de varanda, áreas multiusos, iluminação LED ambiental e os mais altos níveis de segurança dos passageiros,incluindo monitoramento CCTV, interfones de emergência e os últimos auxílios para informações de passageiros e tempo real informação de viagem.
O impacto no meio ambiente será minimizado através do aumento da eficiência energética alcançada pelo uso de frenagem elétrica, motores magnéticos permanentes, luzes LED, ar condicionado com sensor e uso de tintas à base de água e materiais não perigosos para construção. Cada veículo é 98% reciclável no final de sua vida útil (30 anos).
O novo equipamento da rede alimentadora de energia elétrica inclui a inovadora tecnologia APS (Alimentação Pelo Solo) da Alstom - uma fonte de alimentação sem fio, baseada no solo, que operará ao longo de dois quilômetros da linha pelo centro da cidade. Os VLTs contam também com sistema de recuperação de energia no sistema de frenagem.
O teste e o comissionamento dos VLTs serão realizados em Sydney no final do ano.
Com informações da Alstom  01/08/2017

domingo, 30 de outubro de 2016

Cientistas encontram uma nova espécie humana

Ciência & Tecnologia

As pessoas de Melanésia, uma região no sul do Pacífico que abrange a Papua Nova Guiné e as ilhas vizinhas, podem ser a evidência genética de uma espécie previamente desconhecida de hominídeo extinto, relatou Ryan Bohlender, geneticista da Universidade do Texas, EUA, durante reunião anual da Sociedade Americana de Genética Humana (ASHG, por sua sigla em Inglês)

Sputnik
Sputnik
O ADN dos melanésios, habitantes do nordeste da Austrália, contém evidências de uma espécie humana extinta ainda desconhecida, de acordo com os resultados de uma nova modelação genética publicada na revista Science News.
As pessoas de Melanésia, uma região no sul do Pacífico que abrange a Papua Nova Guiné e as ilhas vizinhas, podem ser a evidência genética de uma espécie previamente desconhecida de hominídeo extinto, relatou Ryan Bohlender, geneticista da Universidade do Texas, EUA, durante reunião anual da Sociedade Americana de Genética Humana (ASHG, por sua sigla em Inglês).
Esta misteriosa espécie apareceu, provavelmente, a partir de um terceiro ramo da árvore genealógical dos hominídeos que produziu os Neanderthais e os hominídeos Denisova, um primo distante extinto dos Neanderthais.
"Estamos perdendo uma população ou algo sobre as relações está mal entendido", disse ele. Enquanto muitos fósseis dos Neanderthais foram encontrados na Europa e Ásia, os Denisovas são conhecidos apenas a partir do DNA de um osso do dedo e um par de dentes encontrados em uma caverna siberiana. De acordo com o estudo, os genes que os descendentes dos europeus herdaram dos Neanderthais são associados a vários problemas de saúde, tais como ataques cardíacos ou vírus do papiloma humano (HPV). Ao mesmo tempo, os europeus e asiáticos têm uma quantidade similar — 2,8% — de ADN neanderthal. Mas no que se refere ao ADN Denisova, os melanésios modernos transportam 3% desse ADN, em comparação com a ausência do ADN melanésio entre os europeus e apenas 0,1% entre os asiáticos modernos. "Bohlender e seus colegas concluíram que um terceiro grupo de hominídeos pode ter coexistido com os ancestrais dos melanésios," comentaram os geneticistas à Science News. "A história humana é muito mais complicada do que nós pensávamos", disse Bohlender.
De acordo com outro grupo de pesquisadores do Museu de História Natural da Dinamarca que analisaram o ADN de 83 aborígenes australianos e 25 nativos de Papua Nova Guiné e publicaram o estudo na revista Nature, o ADN deles era muito semelhante ao dos Denisovas, mas poderia pertencer a outro hominídeo, o Homo Erectus ou assim chamado Hobbit.
"Nós ainda não sabemos quem é", disse o pesquisador Eske Willerslev. Entretanto, poderia ser outro ramo dos Denisovas, que ainda não são bastante investigados, diz Mattias Jakobsson, geneticista da Universidade de Uppsala (Suécia). "Os humanos modernos e arcaicos se encontraram em numerosas ocasiões e tiveram muitos filhos", disse ele.
Fonte - Sputnik  30/10/2016

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

NSW na Austrália terá um novo serviço de trens intercidades

Transportes sobre trilhos

Os novos trens terão dois andares serão mais espaçosos e mais confortáveis do que as composições atuais que operam o serviço intercidades no estado de New South Wales (NSW),e  terão características nunca vista antes nos atuais serviços de longa distância.

Da Redação
foto - Railway Gazette
O ministro dos Transportes e Infra-estrutura,Andrew Constance,assinou em 18 de agosto um contrato de A$2,3 bilhões com a "joint venture RailConnect".da qual fazem parte a Hyundai Rotem, Mitsubishi Electric Austrália e UGL Rail.O contrato prevê o fornecimento e manutenção de mais de 500 carros,unidades múltiplas eléctricas,de dois andares para uso em serviços de trens intercidades em New South Wales (NSW).
A nova frota é um projeto do Governo NSW para substituir os tens que transportam passageiros atualmente de Sydney para a Costa Central,Newcastle,as Montanhas Azuis e na Costa Sul.
Os trens deverão ser projetados,fabricados,testados e comissionado na Coreia do Sul pela Hyundai Rotem,a Mitsubishi Electric Austrália fornecera tecnologia e a ULG dará suporte na concepção e nos testes.
As entregas deverão começar a partir de 2019 até 2022. O contrato inclui 15 anos de manutenção, com opção por mais cinco anos.O contrato deverá gerar para a UGL uma receita de cerca de US $570 milhões,principalmente nos serviços de manutenção e gestão de ativos,incluindo os trabalhos iniciais de instalação e manutenção.

foto - Railway Gazette
Os trens terão dois andares e serão mais espaçosos e mais confortáveis do que as composições atuais que operam o serviço.Terão filas de poltronas com 2 lugares,com assentos mais largos,cobertos de tecido com apoios de braço,pontos para recarga de dispositivos móveis em cada poltrona,suportes para copos e bandejas.

foto - Railway Gazette
Contarão também com espaços para bagagem,carrinhos de bebé,bicicletas e cadeiras de rodas,terão banheiros
acessíveis,e CCTV.
Segundo o ministro Andrew Constance para os passageiros que fazem viagens mais longas,os trens serão mais espaçosos mais confortáveis,​​e terão características nunca vista antes nos atuais serviços de longa distância.Ele ressaltou ainda.que os novos trens visam também incentivar as pessoas a substituir as viagens feitas de carro pelo novo serviço.
Com informações da Railway Gazette 18/08/2016

Veja o Vídeo


sábado, 30 de julho de 2016

Austrália se ajusta a navegador por satélite

Internacional

O órgão responsável pela mudança disse que esse ajuste vai ajudar o desenvolvimento de carros de auto-condução,que precisam de dados de localização precisos para navegar.A Austrália movimenta-se cerca de 7 centímetros para o norte anualmente,por causa de movimentos tectônicos.

Portogente
Portogente
O país está mudando a sua longitude e latitude para resolver uma diferença entre as coordenadas locais e as dos sistemas de navegação global por satélite (GPS). Essas coordenadas locais, utilizadas para produzir mapas e medições, e as globais diferem em mais de um metro.
O órgão responsável pela mudança disse que esse ajuste vai ajudar o desenvolvimento de carros de auto-condução, que precisam de dados de localização precisos para navegar.
A Austrália movimenta-se cerca de 7 centímetros para o norte anualmente, por causa de movimentos tectônicos.
Por outro lado, os sistemas de satélites modernos fornecem dados de localização com base em linhas globais de longitude e latitude, que não se movem, mesmo que os continentes se movimentem na Terra.
No entanto, muitos países produzem mapas e medições com as linhas de longitude e latitude fixas ao seu continente local.
Na Austrália é muito utilizado o trator auto-conduzido. A diferença entre as cordenadas locais e globais é um sério problema no controle da área de atuação do equipamento. Desde 1994, esse continente já se deslocou 1,5 metros para o norte. Em janeiro de 2017 esse deslocamento terá atingido 1,8 metros.
Uma vez os australianos tenham estabelecido um sistema que possa lidar com as mudanças ao longo do tempo, então todos países no mundo estariam no mesmo sistema. Convenhamos, um avanço.muito significativo.
Fonte - Porogente  30/07/2016

domingo, 24 de julho de 2016

Austrália considera inabitáveis instalações na Vila Olímpica

Olimpíadas/Rio 2016

De acordo com nota divulgada pelo Comitê Olímpico Australiano, as instalações reservadas a seus atletas estavam “inabitáveis”.O diretor de Comunicação do Comitê Rio 2016 Mário Andrada, disse à Agência Brasil que o comitê australiano divulgou comunicado alertando que ainda havia "problemas de construção" e que, por isso, os atletas só voltarão ao local "quando tudo estiver resolvido.

Alana Gandra
Repórter da Agência Brasil
imagem/twitter.com
Problemas hidráulicos, elétricos e nas instalações de gás foram alegados pelo Comitê Olímpico Australiano para se recusar a hospedar seus atletas na Vila Olímpica, aberta neste domingo (24) pelo Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 para as delegações esportivas nacionais e estrangeiras.
De acordo com nota divulgada pelo Comitê Olímpico Australiano, as instalações reservadas a seus atletas estavam “inabitáveis”.
O diretor de Comunicação do Comitê Rio 2016, Mário Andrada, disse à Agência Brasil que o comitê australiano divulgou comunicado alertando que ainda havia "problemas de construção" e que, por isso, os atletas só voltarão ao local "quando tudo estiver resolvido. Então, vai demorar mais uns dois dias”.
Segundo Andrada, não houve mais problema com outras delegações. A Grã-Bretanha, por exemplo, não mudou de planos. “A equipe já está aqui, esperando pelos seus atletas.”
A expectativa de Andrada é que, ainda hoje, cheguem à Vila Olímpica em torno de 600 atletas.
A Vila Olímpica foi entregue pelo prefeito Eduardo Paes ao Comitê Rio 2016 no último dia 15 de junho. Ela é composta por 17 prédios de 31 andares, totaliza 3.604 apartamentos e tem capacidade para receber quase 18 mil atletas e membros de equipes técnicas durante os jogos.
Fonte - Agência Brasil  24/07/2016

sábado, 15 de novembro de 2014

Líderes do Brics cobram urgência na reforma do FMI

Internacional

Em nota parcialmente compartilhada pelo blog do Palácio do Planalto, os cinco líderes do Brics afirmam que a demora nas reformas afetam a credibilidade e a legitimidade do fundo. “A demora injustificada em ratificar o acordo de 2010 está em contradição com os compromissos conjuntos assumidos pelos líderes do G20 desde 2009”, menciona a nota, antes de criticar a demora do Congresso norte-americano em aprovar os novos termos da participação dos Estados Unidos no fundo.

Alex Rodrigues
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração
Chefes de Estado dos países que compõem o chamado grupo do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) manifestaram seu “desapontamento e grave preocupação” com a não implementação das propostas de reformas estruturais do Fundo Monetário Internacional (FMI). Os líderes políticos dos cinco países-membro reuniram-se em Brisbane, Austrália, em evento paralelo à 9ª Cúpula do G20, que reúne as 19 principais economias avançadas e emergentes mundiais, mais a União Europeia.
Em nota parcialmente compartilhada pelo blog do Palácio do Planalto, os cinco líderes do Brics afirmam que a demora nas reformas afetam a credibilidade e a legitimidade do fundo. “A demora injustificada em ratificar o acordo de 2010 está em contradição com os compromissos conjuntos assumidos pelos líderes do G20 desde 2009”, menciona a nota, antes de criticar a demora do Congresso norte-americano em aprovar os novos termos da participação dos Estados Unidos no fundo.
Em 2010, a crise financeira global motivou os países-membros a proporem ampliar a influência de países como Brasil, China e Índia no FMI mediante o aporte de recursos financeiros adicionais. A mudança, contudo, depende do aval dos países com poder de veto no organismo, sendo os Estados Unidos o principal deles. “Na eventualidade de os Estados Unidos não lograrem ratificar as reformas de 2010 até o final do ano, os líderes exortaram o G20 a agendar uma discussão sobre as opções quanto aos próximos passos”, menciona a nota.
Ainda durante o encontro, os líderes do Brics reiteraram o compromisso de nomear o presidente e o vice-presidente do Banco de Desenvolvimento antes da próxima reunião do grupo, agendada para julho de 2015.
Fonte - Agência Brasil  15/11/2015

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Dilma chega à Austrália para tratar de economia e comércio bilateral

Internacional

Às 10h deste sábado (22h de hoje em Brasília), a presidenta vai ao plenário do Parlamento de Queensland, onde acontece a primeira rodada de conversas reservadas com chefes de Estado e de Governo do G20. Às 12h, participará do almoço oferecido aos chefes de Estado pelo primeiro-ministro da Austrália, Tony Abbott, nos jardins do Parlamento. A partir das 15h15 de sábado (3h15 em Brasília), a presidenta discursará na sessão plenária do G20.

Danilo Macedo 
Repórter da Agência Brasil 
foto - EBC
Em sua primeira agenda oficial a Brisbane, na Austrália, onde será realizada a Cúpula do G20 nos próximos dois dias, a presidenta Dilma Rousseff se reuniu hoje (14) com o primeiro-ministro da Turquia, Ahmet Davutoglu, no Hotel Royal on The Park. Os dois conversaram por cerca de uma hora sobre as relações comerciais e diplomáticas de seus países e temas relacionados à crise econômica internacional, informou a Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom).
A presidência do G20, grupo que reúne as 20 maiores economias do mundo, será assumida formalmente pela Turquia em dezembro. O país também receberá a cúpula do próximo ano. Os dois países procuram se articular e defendem reformas para aumentar a participação de outros países nas decisões das instituições econômicas e financeiras internacionais.
Antes de se reunir com o primeiro-ministro turco, a presidenta fez reuniões com ministros e assessores que fazem parte da delegação brasileira. Com fuso horário 12 horas à frente do Brasil, já é sábado em Brisbane. Depois que amanhecer o dia por lá, às 8h30 (20h30 de hoje em Brasília), Dilma tem reunião com outros chefes de Estado do Brics, grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.
Às 10h deste sábado (22h de hoje em Brasília), a presidenta vai ao plenário do Parlamento de Queensland, onde acontece a primeira rodada de conversas reservadas com chefes de Estado e de Governo do G20. Às 12h, participará do almoço oferecido aos chefes de Estado pelo primeiro-ministro da Austrália, Tony Abbott, nos jardins do Parlamento. A partir das 15h15 de sábado (3h15 em Brasília), a presidenta discursará na sessão plenária do G20.
Os países do G20 representam cerca de 85% do PIB mundial, 75% do comércio internacional e 60% da população do planeta. Na cúpula, os líderes mundiais devem apresentar resultados sobre discussões que vêm ocorrendo nos setores de infraestrutura, regulação financeira e troca automática de informações tributárias entre os países. Representando o Brasil, Dilma deve apresentar os investimentos feitos pelo governo federal, em parceria com o setor privado, para a melhoria dos sistemas de transportes, por meio do Programa de Investimentos em Logística.
Além da reunião bilateral com o primeiro-ministro turco, estão previstos encontros de Dilma com presidentes dos Estados Unidos, Barack Obama, e da China, Xi Jin Ping, e com a chanceler da Alemanha, Angela Merkel. Os ministros das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, e da Fazenda, Guido Mantega, e o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, acompanham a presidenta.
Fonte - Agência Brasil  14/11/2014

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Austrália começara a testar o novo "Sistema de Gestão Avançada de Trens" de transportes de cargas

Transportes sobre trilhos

O contrato para os testes do (ATMS)"Sistema de Gestão Avançada de Trens"de transportes de cargas já foi assinado  entre o gestor da infra-estrutura australiana Rail Track Corp e a Lockheed Martin Austrália.

Railway Gazette
Railway Gazette
AUSTRÁLIA: Os testes que serão realizados em uma ferrovia com o "Sistema de Gestão Avançada de Trens"(Advanced Train Management System),deverão começar em breve, logo após a assinatura do contrato entre o gestor da infra-estrutura australiana Rail Track Corp e a Lockheed Martin Austrália. A experiência devera ser realizada entre Whyalla e Port Augusta no sul da Austrália durante dois anos.
O ATMS usa dados de GPS e comunicações 4G para localizar os trens durante a rota em tempo real, sem depender de equipamentos de via. "O sistema com engenharia e tecnologia personalizada vai transformar a infra-estrutura do sistema de transporte ferroviário de cargas,as linhas serão gerenciadas e monitoradas em todo o território", disse o vice-primeiro-ministro e ministro da Infra-estrutura e Desenvolvimento Regional, Warren Truss em 29 de outubro.O 'ATMS vai aumentar a capacidade,a segurança e a confiabilidade da nossa rede ferroviária de transporte de cargas em todo pais, permitindo que os trens possam trafegar mais próximos,aumentando assim o numero de composições em circulação.
O governo federal destinou A $ 60·8m para o desenvolvimento do projeto,e está liberando mais US $ 50 milhões para a sua implementação.
Fonte - Railway Gazette  11/11 2014

Original Text - http://www.railwaygazette.com/news/news/australasia/single-view/view/advanced-train-management-system-trial-contract-signed.html

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Nível do mar registrou aumento sem precedentes nos últimos 100 anos

Meio Ambiente

"Nos últimos 6 mil anos, antes de começar a aumentar o nível da água, o nível do mar foi bastante estável", disse um dos coautores do estudo, Kurt Lambeck, pesquisador da Universidade Nacional Australiana.

Da Agência Lusa 
foto - ilustração
O nível do mar aumentou 20 centímetros nos últimos 100 anos, um fenômeno sem precedentes em milênios, mostra estudo divulgado hoje (14) na Austrália.
A pesquisa, publicada no Proceedings of the National Academy of Sciences, analisa as flutuações do nível do mar nos últimos 35 mil anos com base nas mudanças no volume de gelo na terra.
"Nos últimos 6 mil anos, antes de começar a aumentar o nível da água, o nível do mar foi bastante estável", disse um dos coautores do estudo, Kurt Lambeck, pesquisador da Universidade Nacional Australiana.
Lambeck explicou que, durante esses milênios, não foram encontradas provas de oscilações de 25 a 30 centímetros em períodos de 100 anos, mas que essa tendência mudou a partir do processo de industrialização, com um aumento que classificou como incomum.
"Nos últimos 150 anos, assistimos a um aumento do nível da água à velocidade de vários milímetros por ano e nos nossos registos mais antigos não verificamosum comportamento similar", disse o cientista, vinculando esse fenômeno ao aumento da temperatura do planeta.
A investigação concluiu ainda que, mesmo assim, as flutuações naturais do nível do mar nos últimos 6 mil anos foram menores do que sugeriam estudos anteriores.
"Esse ponto foi bastante polêmico porque muita gente assegurava que o nível do mar tinha oscilado em grandes quantidades, vários metros em centenas de anos, e não encontramos provas que o demonstrem", acrescentou Lambeck.
O estudo aborda também a complexa relação entre o degelo e o aumento do nível dos oceanos, no qual intervêm fatores como a gravidade, que provoca aumento no nível do mar em algumas áreas e queda em outras.
Fonte - Agência Brasil  14/10/2014

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Saga de Natal de navios presos no gelo da Antártica chega ao fim

Internacional

AFP - Agence France-Presse
Foto: footloosefotography.com/AFP/
Arquivos Andrew Peacock
O navio russo "Akademik Shokalskiy", preso no gelo desde 24 de dezembro de 2013, foi liberado nesta quarta-feira depois de uma complexa operação que envolveu diversos países, na Antártica.
A saga de Natal da Antártica, protagonizada por várias embarcações presas pelo gelo polar, terminou nesta quarta-feira após a libertação por seus próprios meios do navio russo bloqueado desde o dia 24 de dezembro, anunciaram as autoridades australianas.
Uma complexa operação de ajuda dirigida pela Austrália mobilizou durante duas semanas importantes meios humanos e materiais para tentar desbloquear o "Akademik Chokalskii", imobilizado 100 km a leste da base francesa Dumont d'Urville.
Depois do "Astrolabe" francês e do "Aurora" australiano, muito leves para perfurar a espessa camada de gelo, o quebra-gelos chinês "Xue Long" se aventurou a se aproximar da embarcação russa.
Seu helicóptero permitiu a retirada na semana passada dos 52 passageiros, turistas e cientistas, ao "Aurora", mas o "Xue Long" ficou preso, por sua vez, no inferno branco da Antártica.
Pequim anunciou na terça-feira que conseguiu abrir passagem em direção às águas nas quais pode navegar livremente.
A Autoridade Australiana de Segurança Marítima (AMSA) confirmou nesta quarta-feira a colocação em movimento do "Akademik Chokalskii".
Os barcos chinês e russo "se libertaram do gelo na Antártica e já não precisam de ajuda", indicou.
Um quebra-gelos dos serviços da guarda-costeira americana, o "Polar Star", que se dirigia à zona para tentar abrir um caminho aos barcos em apuros, retomou sua missão inicial e se dirigia à base americana McMurdo.
O capitão do barco russo, Igor Kiselev, informou na terça-feira sobre o aparecimento de uma rachadura no gelo que lhe permitiu começar a se deslocar lentamente, e estava se dirigindo à Nova Zelândia.
A expedição do "Akademik Shokalskiy", destinada a reproduzir as experiências científicas realizadas há um século pelo explorador australiano Douglas Mawson, foi muito criticada na Austrália por ter desviado de sua rota vários quebra-gelos científicos para ir em sua ajuda.
Estas operações atrasaram missões científicas na Antártica, e vários projetos foram cancelados porque a temporada para realizá-los é relativamente curta.
Fonte - Diário de Pernambuco  08/01/2014

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Tripulantes da ISS vão comemorar a passagem de ano 15 vezes

Tecnologia

Primeiro réveillon acontecerá sobre a Austrália e a Nova Zelândia


A tripulação da Estação Espacial Internacional (ISS) vai comemorar, 15 vezes, a passagem de ano. A primeira, pelo horário de Moscou, será às 16 horas e 8 minutos da terça-feira, 31. Neste horário, os tripulantes estarão sobre a Austrália e a Nova Zelândia onde já será quarta-feira, 1º de janeiro de 2014. Até que a base orbital sobrevoe todos os continentes da Terra, os cosmonautas terão participado de uma dezena e meia de celebrações.
A Estação Espacial Internacional ficará entre 2013 e 2014 de acordo com o horário de cada país
De acordo com a Agência Espacial Russa (Roskosmos) e o Centro de Controle de Voos Espaciais da Rússia, os tripulantes da Estação Espacial Internacional estarão definitivamente em janeiro de 2014 quando o horário de Moscou estiver marcando 13 horas e 51 minutos na próxima quarta-feira.
Fonte - Diário da Russia  27/12/2013

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Carro Solar Equipe Eindhoven, movido a energia solar, percorreu 875 km com uma única carga

Tecnologia


Placas colocadas no teto absorvem a energia

O carro, que participou do Mundial de 2013 Bridgestone Solar Challenge, na Austrália, com apenas 2 lugares, foi desenvolvido por um grupo de estudantes.
Utilizando baterias para longas distâncias e rajadas de aceleração, o veículo acumula a maior parte de sua energia com os painéis solares colocados no que mede 6 m2.
Informa o blog Verde sobre Rodas ser a energia positiva a característica mais marcante do veículo, gerando, no uso diário normal, mais energia do que consome, permitindo que o excesso seja colocado na rede . Assim que a energia excedente pode ser entregue à rede de eletricidade.
Fonte - Bahia Negócios  14/10/2013

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Campanha do metrô Melbourne faz sucesso na internet - Vídeo

A companhia de metrô da cidade de Melbourne, na Austrália, preocupada com o número de mortes envolvendo acidentes com trens fez uma campanha em parceria com a agência McCann. Ao contrario do que se imagina para uma campanha com essa seriedade, o diretor executivo de criação da agência, John Mescall, fez um vídeo com personagens em desenho animado.
O vídeo musical “Dumb Ways To Die” (Modos estúpidos de morrer, em tradução livre) está fazendo um grande sucesso e já tem mais de 33 milhões de visualizações no YouTube.
Fonte - Revista Ferroviária 19/12/2012


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