UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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quarta-feira, 7 de outubro de 2020

Pantanal em chamas: crime hediondo

 Meio ambiente/Sustentabilidade  🌱 🐒

Para o representante do Inpe, Alberto Setzer, a estrutura oferecida pelo poder público não é suficiente. O engenheiro ambiental explica que a situação no Pantanal é “quase impossível de ser administrada” com o cenário de estiagem, temperatura alta, umidade baixa e ventos fortes.
 
Agência Senado
Pantanal em chamas mostra País despreparado.
 Crédito-Mayke Toscano/Agência Senado.
O poder público precisa enviar mais homens e equipamentos para o combate às queimadas no Pantanal. A avaliação é de especialistas que participaram de audiência pública virtual promovida pela comissão temporária externa do Senado que acompanha as ações de enfrentamento aos incêndios no bioma. De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), são quase 18 mil focos de chamas em 2020 — um aumento de 200% em relação ao ano passado. O combate às queimadas é realizado por 500 brigadistas, com o apoio de 500 militares do Exército, da Marinha e da Força Aérea. De acordo com o subchefe de Operações do Estado-Maior das Forças Armadas, general José Eduardo Leal de Oliveira, mais de 14 aeronaves foram empregadas no enfrentamento ao fogo desde julho. Para o representante do Inpe, Alberto Setzer, a estrutura oferecida pelo poder público não é suficiente. O engenheiro ambiental explica que a situação no Pantanal é “quase impossível de ser administrada” com o cenário de estiagem, temperatura alta, umidade baixa e ventos fortes. "De um lado, temos essas frentes avançando de maneira descontrolada, cobrindo dezenas de quilômetros quadrados. De outro lado, temos apenas algumas centenas de brigadistas. Mesmo combinando as Forças Armadas com os brigadistas e voluntários, temos cerca de mil pessoas. Esse número obviamente está subdimensionado. Precisaríamos de 10 vezes mais. Muito possivelmente, 100 vezes mais pessoas lutando para conseguir enfrentar uma situação descontrolada como essa, que já perdura por meses", afirmou. A presidente da Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente (Abema), Mauren Lazzaretti, destaca a dificuldade para a aquisição de insumos usados no combate às chamas. Ela explica que o fato de o Pantanal ser o bioma mais preservado no Brasil dificulta o acesso a áreas remotas, o que exige uma “situação de guerra” para o enfrentamento ao fogo. "As chamas no pantanal têm alcançado mais de 25 metros de altura, o que inclusive impossibilita os homens de fazerem esse combate. Isso mostra que uma outra estratégia precisa ser adotada: o combate aéreo e a utilização de outros produtos que busquem retardar (os incêndios) ou melhorar a eficiência do combate aéreo. Além do intenso calor e da seca, temos dificuldade de adquirir os insumos para fazer esse combate", afirmou. Responsabilidades A audiência pública interativa contou com a participação de internautas, que enviaram perguntas aos debatedores. Um dos questionamentos frequentes foi sobre a responsabilização dos causadores das queimadas. De acordo com o Centro Integrado Multiagências de Coordenação Operacional de Mato Grosso, o fogo no estado é causado pela ação humana — como a queima de áreas para o pasto, o uso de fogo para a retirada de mel em colmeias e a incineração de equipamentos agrícolas. Em Mato Grosso do Sul, cinco fazendeiros são investigados pela Polícia Federal por queimadas supostamente intencionais.
Fonte - Portogente  07/10/2020

quinta-feira, 24 de setembro de 2020

Em chamas

Meio ambiente/Ponto de Vista  🌱🌳 🔍

Em 2019, as queimadas na Amazônia, causadas deliberadamente por grupos ligados ao agronegócio, tornaram o nosso país alvo da crítica internacional; agora, é a destruição do Pantanal – também investigada a partir da suspeita de incêndio criminoso – que traz o Brasil novamente ao centro das atenções.

Francisco Arid* - Portogente
foto - ilustração/arquiv
Pela segunda vez, Jair Bolsonaro abriu a Assembleia Geral das Nações Unidas. E, pela segunda vez, o fez em um contexto em que a atenção do mundo todo está voltada para a catástrofe ambiental que ocorre no Brasil. Em 2019, as queimadas na Amazônia, causadas deliberadamente por grupos ligados ao agronegócio, tornaram o nosso país alvo da crítica internacional; agora, é a destruição do Pantanal – também investigada a partir da suspeita de incêndio criminoso – que traz o Brasil novamente ao centro das atenções. Não por acaso, ambos os discursos de Bolsonaro na ONU foram marcados por acusações infundadas, mentiras  e teses absurdas (não só sobre o tema da proteção ambiental), envergonhando a tradição diplomática brasileira e dificultando ainda mais nossas possibilidades de cooperação internacional. A despeito da evidência empírica fornecida por especialistas – inclusive dos próprios órgãos estatais, como o INPE – e das investigações que apontam para ações de desmatamento coordenadas por garimpeiros, latifundiários etc., com a cumplicidade do Ministério do Meio Ambiente, Bolsonaro prefere minimizar a gravidade das queimadas e culpar os indígenas pela destruição dos ecossistemas que são fundamentais para a própria sobrevivência dessas populações. Em nosso continente, no entanto, a mentalidade racista e colonial das elites políticas e econômicas infelizmente já é habitual – terras indígenas e áreas de proteção ambiental seriam entraves ao desenvolvimento, privilégios de um povo incivilizado e, portanto, inferior. Bolsonaro mente, também, ao destacar um suposto compromisso do Brasil com os direitos humanos: na verdade, estamos entre os países mais perigosos do mundo para jornalistas e ambientalistas, além de termos taxas de homicídios comparáveis às de zonas de guerra. Como se não bastasse, o presidente glorifica a participação das nossas forças armadas em missões internacionais de paz – seu exemplo favorito é o da atuação brasileira no Haiti, que serviu de laboratório para os generais bolsonaristas e deveria ser motivo de vergonha, inclusive para os setores ditos progressistas que governavam o Brasil quando essa missão começou. Os rumos que a diplomacia brasileira vem tomando são preocupantes, para dizer o mínimo. A obsessão bolsonarista pelos Estados Unidos pode ruir ainda este ano, a depender do resultado das eleições presidenciais estadunidenses – o que nos restará então? Ver como o acordo entre União Europeia e Mercosul vai por água abaixo? Aproximar-nos dos governos mais conservadores e reacionários do mundo (como, aliás, já estamos fazendo, em nome de uma pauta retrógrada de “costumes”)? Assistir impotentes ao Brasil reduzindo-se, literalmente, a cinzas?
*Francisco Arid - Estudante de Ciência Política na Universidade de Marburg, na Alemanha, e articulista da Saíra Editorial.
* Todo o conteúdo contido neste artigo é de responsabilidade de seu autor, não passa por filtros e não reflete necessariamente a posição editorial do Portogente.
Fonte - Portogente  24/09/2020

quarta-feira, 5 de agosto de 2020

Incêndio e explosões em mercado nos EMIRADOS ÁRABES

Notíca/Internacional  📺


Depois do Líbano Incêndio e explosões em mercado nos EMIRADOS ÁRABES  na cidade de Ajman




Do YouTube  05/08/2020

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

Incêndios da Austrália destruíram 20% das florestas do país

Meio Ambiente  🔥

O fogo que começou a se alastrar em setembro de 2019 e provocou destruição até fevereiro de 2020 foi o pior já enfrentado pelos australianos nas últimas décadas. A região de New South Wales e Victoria, no sudoeste do país, foram as mais afetadas pelos incêndios.Da última vez que houve incêndios dessas proporções no país, a perda florestal foi de “somente” 2%.

Revista Amazônia
Revista Amazônia
Foram quatro meses de incêndios florestais que devastaram mais de 10 milhões de hectares de vegetação, deixaram 28 vítimas humanas fatais e mataram quase 500 milhões de animais.
O fogo que começou a se alastrar em setembro de 2019 e provocou destruição até fevereiro de 2020 foi o pior já enfrentado pelos australianos nas últimas décadas. A região de New South Wales e Victoria, no sudoeste do país, foram as mais afetadas pelos incêndios.
Segundo um levantamento realizado por pesquisadores do Hawkesbury Institute for the Environment da Western Sydney University, cerca de 20% de áreas de florestas foi destruída pelas chamas, aproximadamente 5,8 milhões de hectares.
Da última vez que houve incêndios dessas proporções no país, a perda florestal foi de “somente” 2%.
“Analisamos os principais biomas florestais da Austrália, Ásia, África, Oceania e Américas do Norte e do Sul para determinar a extensão das áreas anuais queimadas por incêndios florestais”, revelou Matthias Boer, principal autor do estudo. “As florestas na Austrália e em outros continentes queimaram historicamente até aproximadamente 5% da área florestal a cada ano, com percentuais mais altos de 8 a 9% registrados apenas em pequenas regiões florestais da África e Ásia. No entanto, em 2019/2020 na Austrália, essa área queimada saltou para 21% em uma única temporada”.
Para Boer, o fogo em seu país atingiu uma escala sem precedentes, nunca antes observada em nenhum outro bioma florestal nos últimos 20 anos.
Em um artigo publicado na Nature Climate Change, especialistas analisaram as causas e os impactos da tragédia na Austrália. “Os incêndios ocorreram no início de um ano em que houve um aumento do envolvimento do público com a ciência e as políticas climáticas, bem como uma maior cobertura da mídia. Eventos como esses são vistos como prenúncios de um futuro que está rapidamente se tornando presente”, alertaram os autores.
Há 13 anos, cientistas já tinham previsto o agravamento dos incêndios florestais na Austrália. Em 2007, representantes do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática da ONU (IPCC) destacaram o impacto do aquecimento global relacionado ao fogo, ressaltando o risco de incêndios naquele país. Naquela época, o primeiro-ministro, Scott Morrison, já negava os efeitos das alterações do clima e era contra políticas de redução de gases de efeito estufa.
Foi justamente por esta razão que Morrison foi tão criticado pelos australianos, que exigiram mais recursos para os serviços de combate a incêndios e ações urgentes de combate à crise climática, começando com a manutenção de combustíveis fósseis no solo.

Secas históricas
Um dos impactos mais conhecidos das mudanças climáticas são os eventos climáticos extremos. O sudoeste da Austrália teve um dos períodos mais secos de sua história, de janeiro a agosto de 2019.
A seca, combinada a um inverno com recordes de calor, proporcionou o cenário ideal para que as chamas se alastrassem pela vegetação. Ou seja, o que vemos agora são alguns dos efeitos práticos da crise climática global. É isso mesmo, o futuro já começou!
As mudanças climáticas na Austrália significam que os incêndios florestais começam mais cedo, duram mais e são mais intensos.
Fonte - Revista Amazônia  26/02/2020

sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

Relatório do Fórum Econômico Mundial afirma que desastres climáticos são maiores preocupações para a próxima década

Meio ambiente/Ecologia  🌱  🌊  🔥

Foi divulgado o Relatório de Riscos Globais (GRR), documento preliminar, que revela a opinião de 750 especialistas e tomadores de decisão globais, convidados a classificar suas maiores preocupações em relação a tendências e riscos para formulação de políticas e estratégias.“O cenário político está polarizado, o nível do mar está subindo e os incêndios climáticos estão incinerando.

Revista Amazônia
Revista Amazônia
A poucos dias do início do Fórum Econômico Mundial 2020, a ser realizado em Davos, na Suíça, entre 21 e 24 de janeiro, foi divulgado o Relatório de Riscos Globais (GRR), documento preliminar, que revela a opinião de 750 especialistas e tomadores de decisão globais, convidados a classificar suas maiores preocupações em relação a tendências e riscos para formulação de políticas e estratégias.
E pela primeira vez, desde que o levantamento começou a ser elaborado há 15 anos, todos os cincos principais riscos globais para a próxima década são ambientais, conforme lista abaixo:

1- Eventos climáticos extremos com grandes danos à propriedade, infraestrutura e perda de vidas humanas;
2 - Falha na mitigação e adaptação às mudanças climáticas por governos e empresas;
3 - Danos e desastres ambientais causados pelo homem, incluindo crimes ambientais, como derramamentos de óleo e contaminação radioativa;
4 - Grande perda de biodiversidade e colapso do ecossistema (terrestre ou marinho), com consequências irreversíveis para o meio ambiente, resultando em recursos severamente esgotados para a humanidade e para as indústrias;
5 - Desastres naturais graves, como terremotos, tsunamis, erupções vulcânicas e tempestades geomagnéticas.

“O cenário político está polarizado, o nível do mar está subindo e os incêndios climáticos estão incinerando. Este é o ano em que os líderes mundiais devem trabalhar com todos os setores da sociedade para reparar e revigorar nossos sistemas de cooperação, não apenas para benefícios a curto prazo, mas também para enfrentar nossos riscos profundamente enraizados”, alertou Borge Brende, presidente do Fórum Econômico Mundial.
O encontro acontece justamente quando algumas das mais importantes agências meteorológicas do mundo anunciaram que o planeta teve a década mais quente da história e 2019 foi o segundo ano com mais altas temperaturas.
E um dos alertas do documento é que as turbulências geopolíticas e o crescimento dos movimentos que enfraquecem a globalização econômica ameaçam a capacidade dos países de enfrentar riscos internacionais críticos juntos.
Além das ameaças para os próximos dez anos, os entrevistados do estudo também apontam quais são seus maiores temores para o ano que se inicia: 2020. Entre os dez indicados, três deles também estão relacionados com a crise climática.
Confira, a seguir, quais são eles:


Fonte - Revista Amazônia  17/01/2020

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Número de incêndios florestais em Portugal atinge recorde em um só dia

Internacional  🚒

Mais de 70 incêndios se espalharam às 3h de sábado em vários locais no Norte e na parte central do país. Um plano de emergência foi ativado em Coimbra, a cerca de 200 quilômetros (km) ao norte de Lisboa.

Da Agência Xinhua 
foto - ilustração
Portugal sofreu com o maior número de incêndios florestais em um único dia deste ano, no último sábado (12), com 297 focos em todo o país, de acordo com a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC). A informação é da Agência Xinhua.
Mais de 70 incêndios se espalharam às 3h de sábado em vários locais no Norte e na parte central do país. Um plano de emergência foi ativado em Coimbra, a cerca de 200 quilômetros (km) ao norte de Lisboa.
A porta-voz da ANPC, Patricia Gaspar, disse que o sábado superou a sexta-feira (11), quando 220 incêndios florestais se espalharam pelo país.
Na cidade de Tomar, a cerca de 140 km ao norte de Lisboa, mais de 200 pessoas em uma fazenda foram evacuadas, bem como moradores de várias casas, sob ameaça de incêndio.
De acordo com a ANPC, mais de 4 mil bombeiros trabalhavam para controlar as chamas em todo o país. Cerca de 600 militares e 116 veículos também estão ajudando no combate ao fogo.
As altas temperaturas provocaram incêndios florestais no Norte e no Centro de Portugal desde quarta-feira (9).
Em junho deste ano, o país sofreu o pior incêndio florestal em quatro décadas. em Pedrógão Grande, a cerca de 200 km ao norte de Lisboa, deixando 64 mortos e mais de 250 feridos.
Fonte - Agência Brasil  14/08/2017

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Ataques em Fortaleza e RMF atinge ônibus,bancos e órgãos públicos nesta quinta-feira (20)

Notícias  🚌

Uma série de ataques a ônibus,bancos e órgãos públicos ocorreram nesta quinta (20) na cidade de Fortaleza e RMF. Vários ônibus foram incendiados agencias bancárias foram atacadas,e também um distrito policial e o prédio da antiga guarda Municipal cidade.

Do Diário do Nordeste
Restos do ônibus incendiado no Vila Velha são arrancados
 por moradores./Cid Barbosa - DN
Quatro novos ataques a ônibus foram registrados nesta quinta-feira (20), em Fortaleza, no segundo dia de onda de ataques criminosos a coletivos, delegacias, bancos e outros estabelecimentos oficiais.
Os novos ataques aconteceram em vários bairros,em um deles,Canindezinho/Jardim Fluminense, deixou gravemente ferido o cobrador.
No bairro Vila Velha, dois homens abordaram um ônibus por volta das 8h30, na altura da Rua Gama. A dupla ordenou que todos descessem do veículo e atearam fogo.
Já no Castelo Encantado, um coletivo foi abordado no cruzamento das ruas José Saturbal Filho e Ismael Pordeus, por volta das 9h30. Segundo populares ouvidos pela reportagem no local, que não quiseram se identificar, seis homens abordaram o veículo e ordenaram os passageiros a sair do ônibus. Os criminosos estavam armados. O motorista do veículo chegou a ser banhado pela gasolina, mas conseguiu fugir antes do veículo ser consumidos por chamas.
Na noite desta quarta, de acordo com informações da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS/CE), um veículo pertencente à Secretaria da Cultura foi atacado no bairro Passaré. O fogo foi debelado pelo próprio condutor, que quebrou os vidros do carro e apagou as chamas, e um ônibus também foi incendiado em Aquiraz.
Em Fortaleza e Maracanaú, duas agências bancárias foram atacadas. A primeira foi no bairro Vila Velha,o segundo caso ocorreu em uma agência no Distrito Industrial, em Maracanaú.
Ainda em Maracanaú, suspeitos atiraram contra a fachada do 29° Distrito Policial, no bairro Pajuçara, vindo a atingir alguns veículos que estavam apreendidos. Na madrugada desta quinta-feira (20), um veículo apreendido foi incendiado defronte ao 8° Distrito Policial, no bairro José Walter.
Na cidade de Itapiuna, a 119 km de Fortaleza, um ônibus escolar da prefeitura da cidade também foi atacado.Por volta das 9 horas, suspeitos subiram no muro da antiga sede da Guarda Municipal de Fortaleza, no bairro Rodolfo Teófilo, e efetuaram disparos contra o prédio.
Com informações do Diário do Nordeste  20/04/2017

domingo, 14 de agosto de 2016

Aviões russos iniciam combate aos incêndios em Portugal

Internacional

Um grupo aéreo do Ministério para Situações da Emergência, composto por duas aeronaves Beriev Be-200, começou o combate contra grandes incêndios florestais em Portugal, informa o serviço de imprensa do ministério.Os Be-200 chegaram na véspera a cidade de Leiria

Sputnik
Sputnik
"Hoje, eles seguiram para a zona de incêndios. Antes da partida, o comandante da tripulação de um dos Be-200, o piloto honorário da Rússia Valery Kruze, realizou uma reunião durante a qual, mais uma vez, foram definidas as missões dos pilotos russos", declarou o Ministério.
A ajuda a Portugal no combate a incêndios se realiza sob ordem do governo da Rússia e em conformidade com o pedido do lado português. O avião anfíbio Be-200 é um dos mais eficientes do mundo no combate a incêndios. A sua singularidade reside no fato de que ele enche os tanques com 12 toneladas de água deslizando sobre uma superfície de água.
Na composição das equipes dos Be-200 estão pilotos experientes, preparados para trabalhar em condições difíceis, e que têm uma enorme experiência em combate a incêndios. Neste momento, em Portugal estão ativos dezenas de incêndios. O maior deles ocorreu na ilha da Madeira na cidade do Funchal.
A partir da zona de emergência foram evacuados milhares de moradores e turistas, centenas se dirigiram ao hospital. Em incêndios já morreram três pessoas e uma está desaparecida. O fogo destruiu cerca de 30 edifícios, incluindo três hotéis.
Fonte - Sputnik  14/08/2016

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Portugal em chamas - Continente e Ilha da Madeira registram incêndios

Internacional

De acordo com a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), 13 graves ocorrências de incêndio no continente foram registradas até as 12h (horário local) de hoje (10). Há ainda 121 ocorrências de incêndios rurais e 541 ocorrências em aberto.

Mariana Cazarré
Correspondente da Agência Brasil

José Coelho/Agencia Lusa
O calor e os fortes ventos registrados nos últimos dias têm contribuído para o alastramento dos focos de incêndio não apenas no continente, mas também, de maneira devastadora, no Funchal, capital do arquipélago da Madeira.
De acordo com a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), 13 graves ocorrências de incêndio no continente foram registradas até as 12h (horário local) de hoje (10). Há ainda 121 ocorrências de incêndios rurais e 541 ocorrências em aberto.
No Funchal, principal cidade da Ilha da Madeira, a situação é gravíssima, com três mortes já registradas, dois hospitais evacuados e mais de mil pessoas deslocadas. Na cidade, que tem 111 mil habitantes, os focos de incêndio estão ativos desde segunda-feira (8). A situação é tão extrema que o primeiro-ministro do país, António Costa, e o presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, irão para o arquipélago ainda hoje.
António Costa afirmou que será feito um pré-alerta para ativar o Mecanismo Europeu de Proteção Civil e, caso a situação piore nos próximos dias, será acionado acordo bilateral com a Rússia.
Equipes de combate aos incêndios, compostas por bombeiros da Força Especial Bombeiros (FEB), do Grupo de Intervenção Proteção e Socorro da GNR (GIPS) e do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), começaram a partir de Lisboa na noite de ontem (9). De acordo com a imprensa local, cerca de 110 homens devem ser enviados para reforçar o combate aos incêndios na ilha.
A Madeira recebe milhares de turistas nesta época do ano, verão na Europa. De acordo com Paulo Cafôfo, presidente da Câmara Municipal do Funchal (prefeito), há cerca de mil deslocados de casas e hotéis, entre residentes e turistas, alojados em diferentes locais da cidade, como centros cívicos e estádios esportivos.
De acordo com o prefeito, é impossível calcular quantas edificações já foram queimadas. Na noite de ontem, as chamas chegaram ao centro histórico da cidade, causando caos e pânico entre a população e desalojando centenas de pessoas.
Na Madeira, foi acionado o Plano Regional de Emergência e declarada situação de contingência, o que, na prática, significa a mobilização absoluta de todos os meios disponíveis.
Em Portugal continental, a situação também é grave. Segundo balanço da Proteção Civil, os incêndios de maior dimensão ocorrem nos distritos de Aveiro, Braga, Guarda, Porto e Viana do Castelo.
De acordo com informações da Polícia Judiciária de Portugal, apenas este ano já foram identificadas e presas 26 pessoas por autoria de crime de incêndio florestal.
A Guarda Nacional Republicana (GNR) informou, em comunicado, que tem 500 militares do Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro (GIPS) empenhados nas ações de combate aos incêndios florestais. Entre eles, 160 dão apoio a 23 meios aéreos em ações de primeira intervenção nos incêndios. Há também quatro grupos de ataque ampliado (três deles a combater incêndios em Viana do Castelo e um no distrito do Porto).
Fonte - Agência Brasil  10/08/2016

domingo, 22 de maio de 2016

Governador do MA determina monitoramento sobre empresas para garantir circulação normal de ônibus

Transportes

A determinação foi instituída pelo governador Flávio Dino em reunião na manhã deste domingo (22), no Palácio dos Leões, com os presidentes do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de São Luís (SET), José Luiz Medeiros, e do Sindicato dos Rodoviários do Maranhão (Sttrema), Isaías Castelo Branco.

Da Redação
foto - Karlos Geromy / Secap
A partir de hoje, oficiais da Polícia Militar e fiscais do Procon e da Agência de Mobilidade Urbana (MOB) estarão monitorando as empresas de ônibus para assegurar circulação normal do transporte público na Região Metropolitana de São Luís. A determinação foi instituída pelo governador Flávio Dino em reunião na manhã deste domingo (22), no Palácio dos Leões, com os presidentes do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de São Luís (SET), José Luiz Medeiros, e do Sindicato dos Rodoviários do Maranhão (Sttrema), Isaías Castelo Branco.
Na reunião, o governador destacou os esforços que o Governo, por meio das forças de segurança pública, tem realizado para garantir a normalidade do serviço de transporte público na Região Metropolitana de São Luís. Ele ressaltou ainda que, após os incêndios criminosos realizados na última quinta-feira (19), o Estado agiu de forma veemente para garantir a segurança da população e a normalidade da circulação dos ônibus, com reforço policial nos pontos finais e dentro dos coletivos.
De acordo com o governador, o monitoramento direto sobre as empresas de ônibus tem como objetivo garantir a circulação normal dos coletivos, sobretudo no período noturno. “O monitoramento e a fiscalização terão a presença de oficiais da PM, do Procon e da MOB. Transporte coletivo é serviço público essencial”, enfatizou Flávio Dino.
O prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior, destacou que a Prefeitura está empenhada, junto com o Governo do Estado, para dar segurança e garantir o direito de ir e vir da população. “Temos confiança absoluta no trabalho que a Secretaria de Segurança e os policiais estão fazendo para evitar que atos criminosos prejudiquem a rotina da cidade e a vida dos cidadãos. Deste modo, não há razão para a retirada dos ônibus das ruas. Os representantes dos rodoviários e das empresas de transporte asseguraram que isso não vai ocorrer”, disse ele.
O presidente do Procon, Duarte Júnior, explicou que a medida visa garantir a continuidade dos serviços com qualidade e segurança para o consumidor. “Cada garagem das empresas terá fiscais do Procon, da MOB e PM, que ficarão de plantão acompanhando a entrada e saída de ônibus. Se for identificado recolhimento desses coletivos fora da normalidade, imediatamente os ficais vão aplicar as medidas sancionatórias”, esclareceu.
O presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de São Luís (SET), José Luiz Medeiros, explicou que, na reunião, as empresas assumiram o compromisso com o Governo do Estado e com a Prefeitura de São Luís de que os ônibus irão circular sem nenhuma interrupção, inclusive no período noturno com os chamados corujões. “A população pode confiar que os ônibus rodarão hoje à noite normalmente, aconteça o que acontecer”, garantiu.
Para José Luiz, o Governo tem tomado as medidas necessárias para garantir a segurança da população e o SET vai ajudar assegurando a normalidade do serviço público de transporte. “Nós vamos colaborar com o Governo no sentido que não paralisaremos mais, em nenhum momento, o sistema de transporte”, reiterou o presidente do Sindicato.
Com informações do Governo do Maranhão  22/05/2016

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Ônibus voltam ao final de linha de Tancredo Neves no sábado

Lúcio Távora | Ag. A TARDE
Ponto de ônibus improvisado a cerca de um quilometro do final de linha




A Tarde
Da Redação

Os ônibus que circulam pelo bairro de Tancredo Neves devem voltar a cumprir roteiro até o final de linha a partir deste sábado, 10, conforme informações do Sindicato dos Rodoviários da Bahia (Sinttroba). A decisão foi tomada após reunião com o major Enéas Estrela, responsável pelo policiamento da região, que, segundo o sindicato, se comprometeu a manter policiamento no local a partir das 4h da manhã, quando os ônibus começam a circular, até as 2h, no último horário.
Os rodoviários deixaram de fazer o roteiro completo das linhas na tarde de quinta, 9, depois que cinco ônibus foram incendiados após uma operação realizada pela polícia contra o tráfico de drogas na região. Segundo o sindicato, até a noite desta sexta, os veículos retornam do ponto em frente ao Condomínio Arvoredo, localizado a cerca de um quilômetro do final de linha.
Vandalismo - Cinco ônibus e uma motocicleta foram incendiados em Tancredo Neves, após uma operação realizada pela polícia no bairro de Engomadeira, com o objetivo de combater o tráfico de drogas na localidade. A polícia disse que no momento também houve um arrastão no local.
A ação dos criminosos, que até a tarde desta sexta não foram identificados, ocorreu no final de linha do bairro, por volta das 15h30 desta quinta, logo após o encerramento da operação. Unidades da Polícia Militar foram acionadas e enviadas ao local. Segundo a Soldado Débora, da Polícia Militar, os atos de vandalismo teriam sido uma resposta à ação da polícia na localidade.
Fonte - A Tarde  09/08/2013